Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Climas
Geografia
Maria Eulália Soares de Oliveira
Elementos Atmosféricos
Temperatura Atmosférica
Umidade do Ar
Precipitações Atmosféricas
Pressão Atmosférica
Ventos
Temperatura Atmosférica
Define-se como o grau de calor existente no ar atmosférico. Este é proveniente da radiação solar.
Ao atingir a superfície terrestre uma parte é absorvida pelas terras emersas (continentes e ilhas) e os oceanos, enquanto a outra é refletida e retorna à atmosfera.
Umidade do Ar
Refere-se à quantidade de vapor de água existente no ar. A atmosfera tem uma grande capacidade de conter água, porém esta é limitada. 
Quando o seu limite de saturação é atingido, equivale dizer que a umidade relativa do ar é de 100%. Neste ponto de saturação de água é que ocorrem as chuvas ou outros tipos de precipitações, como as sólidas (neve e granizo). 
A umidade do ar é registrada até mesmo em áreas desérticas, no entanto, esta se mostra bem baixa sob as condições climáticas dos desertos ou semiáridas. Não existe ar totalmente seco, o que ocorre é baixa umidade do ar.
Precipitações Atmosféricas
As precipitações ocorrem quando há queda de água, seja no estado líquido ou sólido, sobre a superfície terrestre. Sendo assim, as precipitações podem ocorrer sob a forma de chuvas (precipitação pluvial), neves (precipitação nival) e granizos.
A chuva é a mais comum de todas elas e a mais abundante na superfície terrestre. Ela resulta da conjunção de dois fatores, isto é, a umidade elevada do ar (ponto máximo de saturação) e a queda da temperatura da atmosfera, capaz de formar nuvens e ocasionar a precipitação pluvial.
Chuva Orográfica ou de Relevo: ocorre quando a disposição de um relevo forma um obstáculo à passagem do ar. Com isso ocorre a ascensão e o resfriamento do ar, que se condensa, forma nuvens e precipita-se sob a forma de chuva em um flanco do relevo.
Chuva Convectiva ou de Convecção (ou de verão): ocorre quando o ar quente se ascende verticalmente, resfriando-se em contato com as camadas mais frias da atmosfera e se precipita sob a forma de chuva.
Chuva Frontal: ocorre quando há o encontro de uma massa de ar frio com uma massa de ar quente. Este encontro forma a frente fria, pois o ar quente, por ser mais leve, ascende e ao se resfriar nas camadas mais altas da atmosfera, condensa-se e se precipita em forma de chuva.
Precipitação Sólida
Neve: Ocorre em condições de temperaturas baixas, como nas regiões de clima frio e temperado. A temperatura fria impede a fusão dos cristais (água congelada) formados pelo vapor de água na atmosfera e estes se precipitam sob a forma de neve (cristais de gelo).
Granizo: Também chamado de “chuva de pedras”, este tipo de precipitação ocorre, em geral, durante os temporais, que se encontram associados às nuvens do tipo “cumulonimbus”. 
As nuvens “cumulonimbus” se desenvolvem verticalmente, podendo atingir alturas de até 1.600 m. As gotas de chuva no interior dessas nuvens se congelam ao atingirem as regiões mais elevadas.
Pressão Atmosférica
Ela corresponde ao peso do ar, pois a atmosfera exerce uma pressão sobre a superfície terrestre e sobre tudo que existe nela. A pressão atmosférica varia de acordo com a altitude e a temperatura. 
No caso da altitude, quanto menor a altitude, maior será a pressão atmosférica (o peso do ar) e, nas áreas de altitudes mais elevadas, o inverso ocorre, pois o ar é mais rarefeito (ar pouco denso, com baixa concentração de oxigênio), ou seja, a pressão atmosférica é menor.
Quanto à temperatura, a variação da pressão atmosférica ocorre da seguinte maneira: em áreas quentes há dilatação do ar, isto é, ele se expande e, com isso, pesa menos (pressão atmosférica menor). Em áreas mais frias, o ar se contrai, ficando mais pesado e exercendo maior pressão. 
As zonas Polares são áreas de alta pressão atmosférica, enquanto a zona Tropical (ou Intertropical) é de baixa pressão.
A pressão atmosférica é o principal responsável pela formação dos ventos (ar em movimento), pois estes são gerados e se deslocam das áreas de alta pressão (onde existe mais ar e é mais frio/áreas anticiclonais) para as áreas de baixas pressões atmosféricas (menos ar e mais quente/ áreas ciclonais).
Ventos
A movimentação do ar depende das diferenças de temperaturas entre as zonas climáticas, nas quais se formam as áreas de alta e baixa pressão, responsáveis pela circulação geral do ar.
Tipos de Vento
Brisas: Ocorre por efeitos do mar ou da terra. A que vem do mar para a terra chamamos de brisa marítima e ocorre durante o dia. O calor do sol aquece a terra muito mais rápido do que a água, portanto o vento quente da terra aquecido é mais leve e sobe enquanto que o ar frio que vem do mar ocupa esse vazio. A brisa terrestre ocorre durante a noite e seu processo é o inverso, ou seja, é o deslocamento do ar da terra para o mar.
Ciclone: Vento que alcança a velocidade superior a 100 quilômetros por hora. Geralmente, os ciclones estão acompanhados por chuvas e formam correntes em espiral. Possuem grande poder destrutivo.
Furações ou tufões: Ventos fortíssimos que ultrapassam a velocidade de 200 quilômetros por hora. Eles são formados a partir da evaporação da água para a atmosfera. Quando evapora, é em grande quantidade, e geralmente, ocorrem próximas de oceanos, mares com águas em temperaturas quentes e com pouco vento. Os furacões ocasionam grandes tempestades se forem nas grandes águas. Eles são ventos violentos e que se formam em forma de grandes redemoinhos e tem alto poder destrutivo.
Ventos Alísios: São deslocamentos de massas de ar quente e úmido que se realizam de forma concêntrica em direção às áreas de menor pressão atmosférica das zonas equatoriais do globo terrestre, a Zona de Convergência Intertropical. 
Ventos Alísios
O ar quente e de leve densidade proveniente do equador segue rumo aos polos onde sofre resfriamento e desce e o de alta densidade sai dos polos em direção ao equador, lá sofre aquecimento e sobe, recomeçando o ciclo. Essa diferença térmica ocasiona a movimentação das massas de ar atmosféricas caracterizando o chamado efeito de “circulação geral da atmosfera”.
Esse movimento não ocorre em linha reta, no sentido norte e sul ou vice-versa ao longo de um gradiente de pressão, mas derivam do fenômeno que surge com o movimento de rotação da Terra (força de Coriolis) que formam células de circulação atmosférica. Esse movimento acarreta os principais processos que atuam sobre a superfície d’ água (ondas, evaporação, precipitação, correntes marítimas, etc.) e na atmosfera (ventos, correntes de ar, etc.), assim, o ar é forçado a se desviar para a esquerda no hemisfério sul e para a direita no hemisfério norte.
A partir desta característica expostas, são gerados três sistemas gerais de ventos na atmosfera: ventos alísios, que ocorrem entre 0º e 30º de latitude, soprando do leste para o oeste; ventos do oeste, entre 30º e 60º de latitude e que sopram do oeste para o leste; e, por último, vento do leste nas regiões polares, do leste para o oeste. Esses ventos são os principais responsáveis pelo equilíbrio de calor no planeta.
Fatores Climáticos
Latitude (distância ao Equador medida ao longo do meridiano de Greenwich. Esta distância mede-se em graus, podendo variar entre 0º e 90º para Norte (N) ou para Sul (S).)
Altitude (distância vertical medida entre um determinado ponto e o nível médio do mar.)
Disposição do Relevo 
Continentalidade e Maritimidade 
Correntes Marítimas 
Vegetação
Massas de Ar
Latitude
Quanto maior a latitude (mais perto dos polos, 90º N ou S) mais baixas serão as temperaturas e quanto menor a latitude (mais perto do equador, 0º) mais altas. 
Próximo ao equador os raios são mais concentrados pois atingem uma área menor, e nas grandes latitudes são dispersos pois atingem uma área bem maior. Os raios solares atingem a superfície da Terra de forma desigual.
Entre os trópicos de Câncer e Capricórnio, o Sol atinge a superfície de forma perpendicular, pouco inclinado, ou seja, ao meio dia no hemisfério sul o Solestá exatamente sobre nossas cabeças (durante o verão) ou um pouco inclinado para o norte (no inverno). Já quem está muito próximo dos polos, enxerga o Sol 24 horas por dia durante o verão, porém sempre inclinado (a posição do sol que vemos durante a manhã, por exemplo, é a posição estável do sol mesmo ao meio-dia), e no inverno o sol não é visível.
A relação entre a latitude e a radiação solar vai definir as cinco Zonas Térmicas ou Domínios Climáticos da Terra. Cada qual com características climáticas distintas que vão influenciar diretamente na vegetação, no solo, na hidrografia e, inclusive, em termos de ocupação humana (densidade demográfica).
Altitude
Quanto à altitude, quanto maior ela for, mais baixas serão as temperaturas, e quanto menor, mais quente. (Exceto a partir da estratosfera, entre os 15 e os 50km de altitude, onde a composição gasosa causa o efeito inverso.)
O ar é um mau condutor de calor, e a temperatura vai caindo conforme nos afastamos do nível do mar – em média 6,4 graus celsius mais frio a cada mil metros acima.
Nas montanhas ocorrem pequenas variações de temperatura em relação as que ocorrem nas baixas altitudes - uma amplitude térmica diária menor - por que o ar elevado recebe menos calor durante o dia e não resfria tanto durante a noite. Em desertos, por exemplo, ocorre o contrário. (Nevasca no Saara em 2017).
Relevo
A disposição do relevo também pode influenciar diretamente na condições climáticas, uma vez que ela mexe com a circulação das massas de ar, facilitando ou dificultando a sua dinâmica, assim como interfere na temperatura e umidade do ar. 
O relevo serve como obstáculo à circulação das massas de ar. (Exemplo: Chuvas Orográficas)
Maritimidade e Continentalidade
A existência de grandes quantidades de água ou a sua proximidade também pode influenciar na temperatura. 
Ao contrário das terras emersas (continentes e ilhas) que se aquecem e se resfriam rapidamente, no mar – tanto o aquecimento quanto o resfriamento - ocorre mais lentamente. Sendo assim, as regiões litorâneas apresentam temperaturas mais amenas e com pequenas variações. 
Os ventos advindos do mar e do oceano carregam umidade, o que transforma o litoral em uma região úmida e chuvosa. É a influência da maritimidade.
Diferentemente ocorre com as regiões localizadas mais no interior do continente. O solo e as rochas se aquecem e ser resfriam rapidamente. A amplitude térmica aumenta e a umidade do ar é baixa, pois esta vai se perdendo conforme os ventos se adentram no continente.
É a influência da continentalidade. Sob estas condições, os invernos são mais rigorosos e secos.
Correntes Marítimas
São massas de água que circulam pelos mares e oceanos, isto é, são verdadeiros rios com direções e constâncias bem definidas. Possuem suas próprias condições de temperatura e pressão, exercendo forte influência no clima nas regiões por onde passam próximas.
Por transportarem umidade e temperatura (de acordo com o local de sua formação), elas interferem também na vida marinha, bem como exercem influência direta no equilíbrio dos oceanos e mares. Daí, também, a sua importância.
De acordo com as áreas de sua formação, as correntes marítimas podem ser classificadas em: 
Correntes quentes: são aquelas formadas nas zonas equatoriais, como as correntes do Golfo do México, das Guianas, do Brasil e a Sul Equatorial;
Correntes frias: formadas nas regiões polares, tais como as correntes do Labrador, de Humbolt, das Malvinas, de Bengala e a Circumpolar Antártica.
Vegetação
A influência da vegetação sobre o clima acontece de diferentes formas, influenciando tanto no albedo quanto na umidade e nas variações de temperatura. Isso significa dizer que alterar a cobertura vegetal de um dado local é também propiciar alterações climáticas no local da intervenção e também em outras partes do planeta.
As formações vegetais possuem a importante função de absorver parte da energia solar que incide sobre a superfície terrestre. Assim, quando o grau de reflexão é maior (o que chamamos de albedo), maior tende a ser o impacto do efeito estufa, pois haverá mais radiação disseminando-se e retornando para a atmosfera. Dessa forma, áreas mais abertas, com menor presença de vegetação, tendem a absorver mais calor, provocando o aumento das temperaturas.
A presença de uma maior cobertura vegetal também influencia a quantidade de umidade presente no ar. A maior parte das florestas existentes é grande emissora de umidade através de um processo chamado de evapotranspiração. A Floresta Amazônica, por exemplo, possui essa característica. Uma árvore de 10 metros é capaz de “bombear” para o ar mais de 300 litros de água por dia. Nesse caso, evapora-se a água presente em suas folhas e também a água presente abaixo do solo, que é captada pelas raízes.
Massas de Ar
São porções, extensas e espessas, da atmosfera que apresentam as mesmas ou parte das características peculiares das regiões onde foram formadas, seja em termos de temperatura, umidade e pressão. 
 
Devido à ocorrência de áreas de alta e baixa pressão atmosférica, elas se encontram em constante movimento e, em consequência disso, são as grandes responsáveis pela mudança de tempo, aonde chegam, assim como sobre as condições climáticas.
Como vimos, anteriormente, o ar está sempre em movimento em consequência das diferenças de pressão atmosférica. Vimos também que o vento é o ar em movimento, ou seja, o deslocamento do ar de um ponto para outro, e este deslocamento ocorre sempre de uma zona de alta pressão (fria/área anticiclonal) para uma zona de baixa pressão (quente/área ciclonal). 
Sendo assim, as zonas de alta pressão atmosférica são dispersoras de ventos, enquanto as de baixa pressão são receptoras de ventos.
De acordo com as regiões, aonde foram formadas, as massas de ar podem ser três tipos principais:
Tipos de Massas de Ar
Massas Polares (P)
Local de origem (onde são formadas): Regiões Polares (Ártica e Antártica);
Subtipos: Polar marítima (pm – fria, úmida e instável) e Polar continental (pc – fria, seca e estável);
Características Principais: Ao chegarem, elas causam queda de temperatura.
Massas Tropicais (T):
Local de origem (onde são formadas): Regiões próxima aos trópicos de Câncer e de Capricórnio);
 Subtipos: Tropical marítima (tm – quente e úmida) e Tropical continental (tc – quente e seca);
Massas Equatoriais (E):
Local de origem: região da linha do equador;
Subtipos: Equatorial marítima (em – quente e úmida) e Equatorial continental (ec – quente e úmida); 
O encontro das duas massas de ar de temperatura distintas se dá ao nome de frente. Quando a massa de ar frio substitui a massa de ar quente, forma-se uma frente fria, e quando uma massa de ar quente substitui uma de ar frio, forma-se uma frente quente.
Equatorial continental (mEc)
Equatorial atlântica (mEa), Tropical continental (mTc)
Tropical atlântica (mTa)
Polar atlântica (mPa).
Massas de Ar no Brasil
Durante o verão, as quatro primeiras massas supracitadas vão compor a totalidade da influência climática. Dentre elas, apenas a mTc é completamente seca, isso porque as outras massas de ar vêm de ambientes úmidos (a floresta amazônica e os oceanos). Em razão dessa configuração, o verão no Brasil acaba herdando as características dessas massas, quais sejam: elevada umidade e altas temperaturas, tornando o clima quente e chuvoso durante esse período. 
Durante o inverno, a massa Polar atlântica (mPa) passa a exercer maior influência sobre o espaço brasileiro, restringindo a mEc à Amazônia, sendo as demais empurradas para fora do país, embora a mEa continue atuando no litoral nordestino e a mTa no litoral sudeste. Tal dinâmica deixa o inverno mais frio, de forma que as menores temperaturas são registradas na região Sul e as maiores ao norte, principalmente em razão da proximidade com a Linha do Equador
Climas do Mundo
Equatorial: possui temperaturas médias acima de 25°C; clima quente e úmido, com índices pluviométricos anuais acima de 2000 mm.
Tropical: temperatura variando em20°C no inverno e 25°C no verão, com duas estações bem definidas, uma seca e outra chuvosa.
Subtropical: possui temperaturas médias entre 15°C e 20°C no verão, e no inverno as médias variam entre 0°C a 10°C, chuvas bem distribuídas.
Oceânico: recebe influência dos oceanos e mares, tornando os invernos menos rigorosos.
Continental: praticamente não recebe influência dos oceanos, possui um inverno mais rigoroso.
Mediterrâneo: possui invernos chuvosos e verões quentes, com quatro estações bem definidas.
Desértico: as temperaturas médias anuais variam entre 20°C e 30°C, os índices de precipitações não ultrapassam 250 mm ao ano.
Semiárido: caracterizado por altas temperaturas podendo chegar a 32°C, os índices pluviométricos são inferiores a 600 mm anuais e as chuvas são irregulares.
Frio (subpolar): possui índices pluviométricos anuais variando, dependendo da região, entre 200 mm e 1000 mm, características de um inverno negativo e verão com temperaturas por volta de 10°C.
Frio de montanha: temperatura determinada pela altitude, quanto mais alto mais frio, mesmo em regiões tropicais.
Polar: caracteriza-se por longos invernos e verões secos e curtos, temperaturas anuais sempre abaixo de zero, e marcante presença de neve e gelo.
Climas Brasileiros
a) clima equatorial úmido: também conhecido como clima equatorial úmido da convergência dos ventos alísios.
Local: Amazônia
Massa de ar: Equatorial Continental.
Temperaturas Médias: Entre24 e 27ºC.
Chuvas constantes, convectivas.
Médias Pluviométricas: Elevadas, entre 1500mm e 2500mm por ano.
b) clima tropical seco e úmido: também chamado de clima tropical alternadamente seco e úmido.
Local: Centro-Oeste, Centro-Sul do Tocantins, algumas faixas da região Nordeste e partes do Sudeste.
Massa de Ar: Equatorial Continental (estação quente) e Tropical Atlântica (estação fria).
Possui duas estações do ano bem definidas, uma quente e chuvosa e uma fria e seca.
Temperaturas Médias: entre entre 20ºC e 28ºC
Médias Pluviométricas: 1500 mm por ano.
31
c) clima tropical seco: clima tropical tendendo a seco pela irregularidade de ação das massas de ar
Local: região Nordeste, mais precisamente no sertão nordestino. 
Massa de Ar: Equatorial Atlântica.
Tipo climático quente e seco, quase árido.
Temperaturas Médias: entre 18 e 22º C.
Médias Pluviométricas: 1000mm e 1500mm concentradas em poucos meses do ano.
d) clima litorâneo úmido: 
Local: Litoral brasileiro, entre os estados do Rio Grande do Norte e São Paulo.
Massa de Ar: Tropical Atlântica, Polar Atlântica (inverno).
Clima quente e úmido, semelhante ao da Amazônia mas com maior amplitude térmica. 
Duas principais estações, uma quente e muito úmida e outra fria e relativamente úmida.
Chuvas Orográficas.
Médias Pluviométricas: 1500 e 2000 mm por ano.
e) clima subtropical úmido: 
Local: Sul.
Massa de Ar: Tropical Atlântica, com influência de massas polares (inverno).
Clima úmido e mais frio.
Chuvas Frontais, chuvas constantes e bem distribuídas ao longo do ano, existindo secas apenas em casos de anomalias climáticas
Questões:
	Ano: 2017 - Banca: INEP - Órgão: ENEM - Prova: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia - PPL 
 	O ganhador do Prêmio Nobel, Philip Fearnside, já alertava em estudos de 2004 que, como consequência do desmatamento em grande escala, menos água da Amazônia seria transportada pelos ventos para o Sudeste durante a temporada de chuvas, o que reduziria a água das chuvas de verão nos reservatórios de São Paulo. 
 SERVA, L. Para ganhador do Prêmio Nobel, cheias no Norte e seca no Sudeste estão conectadas. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 10 nov. 2014.
	O fator apresentado no texto para o agravamento da seca no Sudeste está identificado no(a)
	a) redirecionamento dos ventos alísios. 
	b) redução do volume dos rios voadores. 
	c) deslocamento das massas de ar polares.  
	d) retenção da umidade na Cordilheira dos Andes. 
	e) alteração no gradiente de pressão entre as áreas. 
Ano: 2017 - Banca: INEP - Órgão: ENEM - Prova: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia 
	Nas imagens constam informações sobre a formação de brisas em áreas litorâneas. Esse processo é resultado de:
a) uniformidade do gradiente de pressão atmosférica. 
b) aquecimento diferencial da superfície. 
c) quedas acentuadas de médias térmicas. 
d) mudanças na umidade relativa do ar. 
e) variações altimétricas acentuadas.  
Ano: 2017 - Banca: INEP - Órgão: ENEM - Prova: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia
	No dia em que foram colhidos os dados meteorológicos apresentados, qual fator climático foi determinante para explicar os índices de umidade relativa do ar nas regiões Nordeste e Sul?
a) Altitude, que forma barreiras naturais. 
b) Vegetação, que afeta a incidência solar. 
c) Massas de ar, que provocam precipitações. 
d) Correntes marítimas, que atuam na troca de calor. 
e) Continentalidade, que influencia na amplitude da temperatura.  
Respostas
B
B
C
Referências
https://blogdoenem.com.br/geografia-enem-clima-brasil/
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/qual-diferenca-entre-tempo-clima.htm
https://blogdoenem.com.br/geografia-enem-clima-mundial/
http://coral.ufsm.br/cartografia/index.php?option=com_content&view=article&id=43&Itemid=39V
https://www.significados.com.br/altitude/
https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/clima-influencia-da-latitude-altitude-e-albedo.htm
https://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/por-que-a-temperatura-diminui-com-a-altitude-apesar-da-menor-distancia-do-sol/
https://g1.globo.com/mundo/noticia/fotografo-registra-neve-no-deserto-do-saara.ghtml
http://marlivieira.blogspot.com.br/2011/06/elementos-e-fatores-climaticos.html
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/a-influencia-vegetacao-sobre-clima.htm
https://www.colegioweb.com.br/geografia/ventos-detalhes-tipos.html
http://obshistoricogeo.blogspot.com.br/2016/03/tipos-de-chuva.html
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/massas-ar-no-brasil.htm
image1.jpeg
image2.jpeg
image3.jpeg
image4.jpeg
image5.jpeg
image6.jpeg
image7.jpeg
image8.jpeg
image9.gif
image10.jpeg
image11.png
image12.jpeg
image13.jpeg
image14.jpeg
image15.jpeg
image16.png
image17.png

Mais conteúdos dessa disciplina