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HAS DM Hipertensão Arterial Sistêmica E Diabetes Mellitus Hipertensão Arterial Sistêmica (Has) HAS ou Hipertensão Arterial Sistêmica é uma doença crônica, de origem multifatorial, que envolve desde fatores genéticos até comportamentos ligados aos indivíduos, como hábitos alimentares, tabagismo, inatividade física, entre outros. Diabete é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo. O diabete pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte. Diabetes Mellitus (DM) PROGRAMAS, CADERNOS E AÇÕES Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes – HIPERDIA Como funciona: 1.Acolhimento e cadastramento dos pacientes 2.Acompanhamento regular 3. Identificação de fatores de risco 4.Controle e tratamento 5.Distribuição de medicamentos 6.Monitoramento da adesão DADOS E ESTATÍSTICAS HAS – Dados e Estatísticas • Prevalência geral: 27,9% da população brasileira • Idade: 60,9% em pessoas com 65 anos ou mais • Sexo: Maior diagnóstico em mulheres • Cidades com maior incidência: Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador DM – Dados e Estatísticas Idade: O envelhecimento da população é um dos principais fatores para o aumento do diabetes no país Sexo: Maior prevalência em mulheres Cidades com maior incidência: São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Natal CAMPANHAS As campanhas HAS e DM referem-se a iniciativas de saúde pública para detetar e controlar a Hipertensão Arterial Sistémica (HAS) e o Diabetes Mellitus (DM), doenças crónicas que, juntas, são a principal causa de doença renal terminal e aumentam o risco de AVC e doenças cardiovasculares. Estas campanhas promovem estilos de vida saudáveis, oferecem rastreio, acompanhamento e tratamento através do Sistema Único de Saúde (SUS), e visam reduzir as complicações através de um controlo rigoroso da pressão arterial e da glicemia. Tratamento medicamentoso e não medicamentoso Sem medicamentos: Dieta Exercícios físicos Acompanhamento semanal Com medicamentos: Após um período inicial de controle sem medicamentos, caso não haja resultado, o médico indica o uso de fármacos. Medicamentos mais comuns: DM: Metformina HAS: Diuréticos, tiazídicos, inibidores da ECA Consequências da não adesão ou não tratamento Hipertensão (HAS): aumenta risco de AVC, infarto, insuficiência cardíaca, doença renal crônica e morte súbita. Diabetes (DM): pode levar a cegueira, amputações, insuficiência renal, neuropatias e doenças cardiovasculares. A falta de tratamento acelera complicações e reduz a qualidade e expectativa de vida. A adesão garante controle, prevenção de sequelas e melhor qualidade de vida. ACOMPANHAMENTO A consulta de enfermagem é fundamental para a sistematização do cuidado, permitindo um acompanhamento detalhado do paciente e o planejamento de um plano terapêutico individual. As visitas domiciliares, quando necessárias, auxiliam a enfermeira a avaliar o ambiente e as condições do paciente em seu contexto. O objetivo do acompanhamento é a confirmação do diagnóstico, bem como a validação e monitoramento da hipertensão arterial sistêmica (HAS) e do diabetes mellitus (DM), identificando fatores de risco e prevenindo complicações, além de reduzir os riscos de doenças cardiovasculares.