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Introdução ao Processamento e 
Tratamento do Gás Natural 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Daniel H. M. Filho 
Eng. Processamento – UNBSOL/ATP-U/OP 
Manaus, Dezembro de 2005. 
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 Daniel H. M. Filho Introdução ao Processamento e Tratamento do Gás Natural Eng. 
Processamento / UN-BSOL 
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Autor 
 
Daniel Henrique Maximo Filho: Engenheiro Químico graduado pela Universidade Federal 
de Minas Gerais, atua como Engenheiro de Processamento na Gerência de Operações do 
Ativo de Produção de Urucu da Unidade de Negócio da Bacia do Solimões em Manaus-AM. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Colaboradores: 
 
Eng. KEN WHEELER DA SILVA ARAUJO 
Eng. TIAGO TERIBELE 
Eng. PHILIPP WOLFGANG MAI RODRIGUES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Introdução ao Processamento e Tratamento do Gás Natural / Daniel Henrique Maximo 
Filho, autor. – UN-BSOL/ATP-U/OP – Manaus-AM. 
 
 
 
 
 
 
Reservam-se os direitos desta à 
Petróleo Brasileiro S.A. 
Av. República do Chile, 65 - Centro - 20031-912 
 Rio de Janeiro - RJ 
 
 
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 Daniel H. M. Filho Introdução ao Processamento e Tratamento do Gás Natural Eng. 
Processamento / UN-BSOL 
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Índice 
 
 
 
CAPITULO 1: CONCEITUAÇÃO ..................................................................................... 4 
1.1– O GÁS NATURAL...................................................................................................... 4 
1.2– PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DO GÁS NATURAL ........................................... 6 
1.3– TRATAMENTO.......................................................................................................... 7 
1.4- RIQUEZA DO GÁS NATURAL ................................................................................. 7 
CAPÍTULO 2: CONDICIONAMENTO E PROCESSAMENTO DO GÁS NATURAL8 
2.1 – CONDICIONAMENTO DO GÁS NATURAL.......................................................... 8 
2.1.1 - Estabilização e processamento de condensados.................................................. 8 
2.2 – UNIDADE DE PROCESSAMENTO DE GÁS NATURAL - UPGN ...................... 10 
2.2.1 - Importância econômica das UPGNs.................................................................. 11 
2.3 – ESCOLHA DO PROCESSO..................................................................................... 13 
2.4 – PROCESSO DE REFRIGERAÇÃO SIMPLES ....................................................... 16 
2.5 – PROCESSO JOULE-THOMSON ............................................................................ 18 
2.6 – PROCESSO DE ABSORÇÃO REFRIGERADA..................................................... 19 
2.7 – PROCESSO DE TURBO-EXPANSÃO ................................................................... 23 
CAPITULO 3: TRATAMENTO........................................................................................ 27 
3.1 – DESIDRATAÇÃO ................................................................................................... 27 
3.1.1 – Água no gás natural .......................................................................................... 27 
3.1.2 – Analisadores de umidade no gás natural .......................................................... 30 
3.1.3 – Hidratos ............................................................................................................. 33 
3.1.4 – Injeção de inibidores de hidrato........................................................................ 35 
3.1.5 – Desidratação por Absorção .............................................................................. 37 
3.1.6 – Desidratação por Adsorção .............................................................................. 38 
3.1.7 – Parâmetros de projeto....................................................................................... 42 
3.1.8 – Vantagens e desvantagens dos sistemas de adsorção ....................................... 45 
3.2 – REMOÇÃO DE GÁSES ÁCIDOS ........................................................................... 46 
3.2.1 – Objetivos............................................................................................................ 46 
3.2.2 – Seleção do tratamento ....................................................................................... 47 
3.2.3 – Tratamento com soluções de aminas................................................................. 49 
3.2.4 – Tratamento com Carbonato de Potássio a quente ............................................ 51 
3.2.5 – Tratamento com Sulfinol ................................................................................... 51 
3.2.6 – Tratamento com Ferro Esponja ........................................................................ 52 
3.2.7 – Tratamento com Peneiras Moleculares............................................................. 53 
3.2.8 – Tratamento com o processo Ryan-Holmes........................................................ 53 
3.2.9 – Tratamento de Permeação por Membranas...................................................... 54 
BIBLIOGRAFIA ................................................................................................................. 56 
ANEXOS .............................................................................................................................. 57 
ANEXO 1 - ESPECIFICAÇÃO DO GÁS NATURAL DE ORIGEM NACIONAL OU IMPORTADA ..... 57 
ANEXO 2 - ESPECIFICAÇÕES DOS GASES LIQÜEFEITOS DE PETRÓLEO (GLP). .................... 58 
ANEXO 3 - GLOSSÁRIO DO RAMO DE PETRÓLEO................................................................. 60 
 
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 Daniel H. M. Filho Introdução ao Processamento e Tratamento do Gás Natural Eng. 
Processamento / UN-BSOL 
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Capitulo 1: Conceit
 
1.1– O G
 
Definição: “G
condições at
ou gaseíferos
 
O gás natura
estar associa
hidrocarbone
(C3), butano
no estado ga
baixos teores
enxofre. 
 
Mais leve qu
o que o torna
submetido a 
álcool se infl
com uma ch
odorizado co
 
A principal v
benefícios ec
pela qual dis
para as usina
desmatament
 
Embora o gá
como um pr
causadas po
combustível 
vantagens de
produto nobr
de energia pr
 
Grafico 1.1.1 –
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: BP Stati
Con
18%
30%
1%
3
 
ÁS NATURAL 
ás Natural ou Gás: todo hidrocarboneto qu
mosféricas normais, extraído diretamente a
, incluindo gases úmidos, secos, processado
l é um combustível fóssil encontrado em r
do ou não ao petróleo (gás associado ou g
tos leves: principalmente por metano(C1) e
(C4) e pentano(C5), podendo chegar ao dec
soso, sob pressão atmosférica e temperatu
 de contaminantes como o nitrogênio, dióxi
e o ar, o gás natural dissipa-se facilmente n
 mais seguro que o GLP. Para que se inflam
uma temperatura superior a 470°C. A título
ama a 200°C e a gasolina a 300°C. Além di
ama quase imperceptível. Por questões de 
m compostos de enxofre para que seja facilm
antagem do uso do gás natural é a preserv
onômicos, o GN é um combustível não-pol
pensa tratamento dos produtos lançados na
s termoelétricas a óleo, lenha e nucleares, d
o e de acidentes ambientais. 
s natural seja o petróleo na forma de gaso
oduto inferior. Só a partir da década de 
r bruscas elevações do preço do petróleo
em substituição aos demais derivados do
 sua utilização, principalmente econômicas
e. Os gráficos abaixo mostram o aumento d
imária mundial.