INTRODUÇÃO A LÓGICA   IRVING COPI

INTRODUÇÃO A LÓGICA IRVING COPI


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INTRODUÇÃO À LÓGICA
CIP~Brasil, Catalogação-na-Fonte Câmara Brasileira do Livro, SP
Copi, living Marmer, 1917*
C789i Introdução à lógica / írving M, Copi, tradução de 2» ed, Álvaro CabraL - 2- ed\u201e - São Pauto: Mestre Jouf 197B,
Bibliografia.
1.	Lógica 2, Lógica simbóca e malemática I, Título.
17, e 18, CD D'160
17,	-164
18,	-511,3
78*1223
índice-s para catálogo sistemático:
L lógica: Filosofia 160 (17* e 18,)
2,	Lógica simbólica 164(17.) 511.3 <18.)
I
IRVING M. COPI
Introdução à Lógica
«5
Tradução m: ÁLVARO CABRAL
EDITORA MESTRE JOU SÀO PAULO
Primeira	edição	em	inglês	... 1953
Terceira	edição	em	inglês ____	.. I9m
Primeira 'edição		em	castelhano .	f.. 1962
Sétima	3dição	em	castelhano	1969
Primeira edição em português				- 1974
Segunda	edição	em	português ..	,. , 1Ô7Ô
Terceira	edição	ein	português ,	. 1981
Título , original INTR0DUCT1QN TO LOGIC
Capa de PLANO
PLANEJAMENTO E PBOMGÇÕES LTDA,
0 1953,1961 Maerrnílan Futoüsrúrig Co > Ina © Irvíng M. CopL 1988
Direitos reservados para os países de? língua portuguesa pela
Este livro è dedicado a meus País
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tk._______
Prefácio da terceira
edição em inglês
As modificações nesta nova edição encontram-se disseminadas por todo o livro. Apenas coloco em relevo algumas para menção especial aqui,
O capítulo 1 foi reorganizado e ampliado para expor as diferentes maneiras como os argumentos foram formuladas. Inclui agora exercícios mais variados, a fim de proporcionar prática ao estudante no reconhecimento de argumentos, identificação de suas premissas e conclusões, e, enfim, distinção entre argumentos dedutivos e indutivos E há um exame mais adequado de frases, declarações e proposições.
Nd capítulo 2, o tratamento de algumas falácias não-formais foi aperfeiçoado. A noção de pergunta complexa, em geral, está mais nitidamente separada da falácia de pergunta complexa. E o exame das falácias de composição e divisão foi inteiramente revisto.
No capítulo 5, reconhece-se que toda forma típica de proposição categórica tem uma inversa e uma contrapositiva, se bem que nem todas as inferências imediatas que lhes dizem respeito sejam, em geral, válidas.
No capítulo 6, a noção de silogismo categórico é elaborada de um modo mais restrito do que em edições anteriores, e as pressuposições necessárias para provar a invalidade estão explicitamente enunciadas. Estas modificações têm a vantagem de eliminar certos casos excepcionais para os quais o tratamento anterior da questão não era adequado.
No capítulo 7, o termo \u201cargumento silogístico\u201d é usado em referência ao que, em edições anteriores, foi designado por \u201csilogismo Categórico\u201d. E é feita uma caracterização mais conveniente da forma tipica dos sorites.
No capítulo 8, confere-se um pouco mais de realcè â simbolização dos argumentos funcionais da verdade e são enunciados, explicitamente, os pressupostos necessários para demonstrar a invalidade dos argumentos funcionais da verdade, eliminando, também, deste modo, certos casos excepcionais para os quais os tratamentos anteriores eram inadequados.
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Irving M. Copi
No capítulo 10, há a mesma espécie de enunciado explícito dos pressupostos necessários ã demonstração da invalidade dos argumentos quantificativos nulos.
No capítulo 11, a caracterização verbal do argumento analógico modificou-se de molde a conformar-se mais rigorosamente com a análise simbólica que lhe foi dada.
Outras alterações terminológicas, além das já citadas, incluem a substituição geral de \u201ccondicional\u201d por \u201chipotético\u201d em referência aos enunciados \u201cse. . então /\u2019 e de \u201cbicondieional\u201d por \u201cequivalência&quot; em referência aos enunciados \u201c...se e unicamente se...\u201d Tais termos parecem estar sendo preferidos por uma crescente maioria de autores das obras de Lógica.
Alguns exemplos ilustrativos tiveram de ser mudados para acompanhar o progresso científico. A classe dos compostos de argônio foi citada em três pontos, na 2.a edição deste livro, como uma classe nula (ou vazia). Mas, entrementes, os químicos lograram efetuar a síntese dos compostos de argônio (ver The Scíentific American, maio de 1964) Espero que biólogos empreendedores não prejudiquem tais exemplos tradicionais como os unicomes e os centauros. As soluções para, aproximadamente, um quinto dos exercícios são dadas no final do livro, o que deve tomá-lo mais útil para o estudo independente e diminuir o tempo de aula dedicado a encontrá-los. Finalmente, a terceira edição contém mais de uma centena de novos exercícios.
Muitos leitores me escreveram recomendando alterações no livro e eu aceitei, reconhecido, as suas sugestões em muitos casos. Entre aqueles cujas cartas foram mais prestimosas cito: Tenente Richard Bohling, E.U.A.; Sr. Harold M. Carr, de Worcester, Massachusetts; Sr. Vemon V. Chatman III, de Portland, Oregon; Professor Frank B. Dilley, da Universidade de Mülikin; Professor Richard M. Gale, da Universidade de Pittsburgh; Sr. S. E. Hughes, da Universidade de Adelaide; Sr. David B, Ingram, de Mansfield, Massachusetts; Sr. Michael
H.	Kelley, de Madison, Wiseonsin; Professor Peter M. Longley, da Universidade do Alasca; Professor Eugene Maier, da Universidade do Estado da Pensilvânia; Professor Frank Morrow, da Universidade do Norte do Illinois; Professor David Richardson, da Universidade do Estado de Utah e Professor William L. Rowe, da Universidade Purdue. Beneficiei*me com os debates feitos com o Professor Keith Emerson Bailarei., da Universidade Buckneíl e com o Professor John Winnie, da Universidade do Havaí; também tirei .proveito dos excelentes conselhos dados pelo Professor .James W. Oliver, da Universidade de Ca-rolina do Sul, cujas argutas críticas foram a causa de muitos aperfeiçoamentos introduzidos nesta edição.
O Professor Keith Emerson Ballard leu, na íntegra, o manuscrito da nova edição e fez muitas sugestões valiosas. Preparou também
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um Guia de Estudo que deve ser muito ütil aos estudantes. Contém vários dispositivos para facilitar o domínio do material, incluindo, no texto, as soluções pormenorizadas para mais 20% dos exercícios.
Finalmente, desejo expressar os agradecimentos devidos â minha mulher e ã minlia filha, pelo auxílio eficiente e especializado na lei tuxa e revisão das provas.
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Prefácio da segunda
edição em inglês
A nova edição difere da primeira nos seguintes aspectos.
Na primeira parte, o tratamento da linguagem é menos dogmático e, assim espero, mais eficaz. A tríplice divisão dos usos da linguagem é apresentada como uma aproximação mais conveniente do que absoluta, em qualquer 'acepção desta palavra, e as questões éticas são cuidadosamente distinguidas da análise lingüística no exame da linguagem emotiva. A organização do capítulo 3 foi alterada e três falácias mais não-formais são nele examinadas. As disputas verbais recebem uma apresentação mais adequada, que deve ajudar o estudante a desenvolver uma compreensão mais profunda do complexo problema da comunicação. Novos tópicos foram introduzidos, de forma sucinta, tais como elocuções ãe desempenho e definições operacionais, que proporcionam aos professores oportunidades de tratamento mais elaborado aos tópicos em que possam estar especialmente interessados.
Na segunda parte, o exame do conteúdo existencial, no capítulo 5, foi mais exato e simplificado. O capítulo 7 inclui agora uma seção que trata, de maneira não-simbólica, dos silogismos disjuntivos e hipotéticos. No capítulo 9, as regras de dedução natural (formas elementares e válidas de argumento) são divididas em dois grupos, apresentados separadamente, com exercícios adicionais destinados a habilitar o estudante a dominar o primeiro grupo antes de passar ao segundo. E as regras, na presente edição, constituem um jogo completo, em contraste marcado e significativo com o conjunto incompleto de regras dado na primeira edição.
Na terceira parte, o exame dos diferentes sentidos da palavra \u201ccausa\u201d, no capítulo 12, é mais cauteloso do que na primeira edição. E o tratamento do método conjunto de acordo e diferença
Naiana
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Mary
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