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Sistema genital masculino
✔
 Compreende órgãos envolvidos no desenvolvimento, amadurecimento, transporte e no 
armazenamento dos gametas masculinos:
1) testículos
2) epidídimo
3) ducto deferente
4) uretra
5) glândulas genitais acessórias
✔
 O pênis é o órgão copulador masculino e deposita sêmen no trato reprodutor feminino
1) Testículos
✔
 órgãos pares originados embriologicamente do mesônefro na região lombar, de modo 
semelhante aos ovários nas fêmeas
✔
 estágio posterior de desenvolvimento, gônadas masculinas migram da posição abdominal 
para o processo vaginal coberto pelo escroto
▪
 descida dos testículos ou descida testicular
✔
 descida testicular vital para produção dos gametas masculinos nos mamíferos domésticos
▪
 posição do escroto reduz a temperatura dos testículos em comparação à temperatura 
corporal
✔
 impossibilidade de um ou de ambos os testículos realizarem a descida testicular 
▪
 
Criptorquidismo (“roncolho”)
� Estrutura do testículo
✔
 superfície revestida por cápsula fibrosa densa com 1 a 2 mm de espessura -
túnica albugínea
✔
 túnica vaginal visceral é uma membrana serosa com o peritônio que cobre a cápsula fibrosa e 
confere uma aparência lisa a superfície testicular.
✔
 componentes de tecido conectivo do testículo se dispõem do exterior para o interior:
❖ Cápsula fibrosa (túnica albugínea) ❖ Septos
❖ Mediastino
Epidídimo
✔
 Firmemente anexado ao testículo
✔
 rolos de túbulos contorcidos alongados, unidos por tecido conectivo
✔
 Dividido em três segmentos 
▪
 Cabeça
▪
 Corpo
▪
 Cauda
✔
 Cabeça fixa à cápsula testicular - recebe ductos eferentes do testículo
✔
 após penetrar o epidídimo, ductos eferentes formam ducto do epidídimo
✔
 ductos contorcidos formam corpo do epidídimo
✔
 O ducto do epidídimo prossegue até a cauda do epidídimo
✔
 Após emergir em sua cauda prossegue na forma de ducto deferente
No ducto do epidídimo:
▪
 Amadurecimento espermatozoides
▪
 Absorção fluido testicular
▪
 Fagocitose fragmentos celulares
▪
 Secreção de nutrientes para os espermatozoides
✔
 espermatozoides armazenados na cauda do epidídimo até a ejaculação 
✔
 Comprimento do 
ducto do epidídimo nas espécies domésticas:
 
▪
 Equino: 72-81 m
▪
 Touro: 40-50 m
▪
 Carneiro: 47-52 m
 
▪
 Suíno: 17-18 m 
▪
 Cão: 5-8 m
▪
 Gato: 4-6 m
Ducto deferente
✔
 continuação direta do ducto do epidídimo
✔
 origem na parte ondulante da cauda do epidídimo e se torna reto
gradualmente à medida que atravessa a margem medial do testículo
✔
 ascende dentro do cordão ou funículo espermático e penetra a cavidade
abdominal através do canal inguinal
✔
 forma alça convexa cranialmente dentro de uma prega do peritônio, o
mesoducto deferente
✔
 se abre na parte proximal da uretra no colículo seminal
Envoltórios do testículo 
▪
 Escroto:
❖ Pele externa
❖ Camada subcutânea fibromuscular (tunica dartos)
❖ Fáscia espermática externa de dupla camada - destacamentos das fáscias abdominais
❖ Músculo cremaster - destacamento do músculo oblíquo interno do abdome, juntamente com 
sua fáscia;
▪
 Processo vaginal:
❖ Fáscia espermática interna
❖ Lâmina parietal da túnica vaginal
Processo vaginal e cordão espermático
▪
 processo vaginal formado pela fáscia transversa e pelo peritônio como uma
evaginação da cavidade abdominal através do canal inguinal
▪
 envolve a cavidade vaginal e é formado antes da descida embriológica dos testículos
▪
 A cavidade vaginal se comunica com a cavidade abdominal pelo óstio vaginal situado na 
abertura interna do canal inguinal.
▪
 contém uma quantidade muito baixa de líquido peritoneal, o que auxilia na redução de atrito 
entre a parede e os órgãos que envolve.
✔
 porção proximal estreita do processo vaginal envolve o cordão espermático
✔
 Composto pelo ducto deferente e pelos vasos e nervos testiculares, juntamente com
suas membranas serosas
✔
 O cordão espermático se fixa ao mesofunículo, o qual é contínuo distalmente com o
mesórquio
✔
 O ducto deferente é envolvido dentro de uma prega do mesofunículo
✔
 A prega vascular, também denominada mesórquio proximal, se fixa ao epidídimo e
prossegue até o testículo como mesórquio distal
Posição do escroto
▪
 A posição e a orientação variam entre os mamíferos domésticos
▪
 região inguinal no equino e no cão
▪
 abaixo da região inguinal em ruminantes
▪
 perineal no suíno
▪
 subanal no gato
Vascularização, drenagem linfática e inervação do testículo e seus envoltórios
▪
 A artéria testicular se ramifica diretamente da aorta abdominal e segue a parede abdominal, 
suspensa dentro da prega vascular juntamente com a veia testicular. No interior do cordão
▪
 Artéria testicular projeta ramos para irrigar o epidídimo e a parte original do ducto deferente
▪
 As veias testiculares formam um plexo pampiniforme de elaboração complexa semelhante a 
uma malha ao redor das alças arteriais
▪
 Há anastomoses arteriovenulares entre a artéria testicular e as veias circundantes no cordão
 
✔
 O plexo pampiniforme se reduz a uma veia única que desemboca na veia cava caudal
✔
 Os linfáticos do testículo desembocam nos linfonodos aórticos lombares e nos
linfonodos ilíacos mediais
✔
 Os testículos recebem inervação do sistema nervoso autônomo
▪
 As fibras parassimpáticas se derivam do nervo vago e do plexo pélvico; as fibras simpáticas 
emergem do plexo mesentérico caudal e do plexo pélvico
✔
 Os envoltórios do testículo são vascularizados pela artéria e veia pudendas externas
✔
 Os linfáticos desembocam nos linfonodos escrotais ou inguinais superficiais
✔
 A inervação deriva dos ramos ventrais dos nervos lombares. Os nervos ilio-hipogástrico, 
ilioinguinal e genitofemoral contribuem para sua inervação.
Uretra
▪
 A uretra masculina se prolonga desde o óstio interno da uretra na extremidade caudada do 
pescoço da vesícula urinária até o óstio externo da uretra na extremidade livre do pênis
▪
 dividida em uma parte pélvica e outra peniana
▪
 A parte pélvica pode ser subdividida em uma parte pré-prostática proximal, a qual conduz 
urina, e uma parte prostática, a qual recebe a companhia do ducto deferente e do ducto 
vesicular ou ejaculatório combinados
▪
 Ao deixar a cavidade pélvica, a uretra é envolvida por um tecido altamente vascularizado e 
prossegue como parte do pênis.
Glândulas genitais acessórias
▪
 situam-se na extensão da parte pélvica da uretra
▪
 presença varia entre as espécies e pode incluir algumas das seguintes:
❖ Ampola do ducto deferente ou glândula ampular ❖ Glândula vesicular
❖ Próstata
❖ Glândula bulbouretral
▪
 O touro e o garanhão possuem o conjunto completo de glândulas acessórias
▪
 O cachaço possui as glândulas vesiculares, bulbouretrais e a próstata
▪
 No gato estão presentes a ampola do ducto deferente, as glândulas bulbouretrais e a 
próstata
▪
 No cão apenas a ampola do ducto deferente e a próstata
Pênis
▪
 se origina como dois pilares do arco isquiático que convergem para formar a raiz
do pênis a qual prossegue como o corpo do pênis até a glande do pênis
▪
 suspenso entre as coxas na face ventral do tronco com sua extremidade livre voltada para o 
umbigo em todos os mamíferos domésticos
❖ exceção gato - direciona caudalmente
▪
 O pênis compõe-se das seguintes divisões e subdivisões:
❖ Raiz do pênis com:
o Pilares do pênis formados por duas colunas de tecido cavernoso o Bulbo ímpar do pênis 
formado pelo corpo esponjoso do pênis
❖ Corpo do pênis (corpus penis) com: o Corpo cavernoso
o Corpo esponjoso
Glande do pênis com:
o Corpo esponjoso
o Osso peniano, uma modificação do corpo cavernoso (cão).
▪
 Na glande do pênis, está o óstio externo da uretra em todos os mamíferos domésticos
❖ exceção dos pequenos ruminantes, nos quais um processo uretral livre prolonga a uretra para 
além da glande
▪
 Dois tipos de pênis nos mamíferos domésticos quanto à estrutura do corpo cavernoso ❖ 
pênis fibroelástico: ruminantes e do suíno
o Nesses animais, o pênis em repouso exibe flexura sigmoideentre as coxas o Relativamente 
pouco sangue adicional é necessário para deixar pênis ereto o alongamento do pênis é 
alcançado ao se deixar a flexura sigmoide reta.
pênis musculocavernoso: garanhão e carnívoros
o espaços sanguíneos são maiores e a túnica e os septos interpostos são mais delicados e 
musculares.
o volume de sangue necessário consideravelmente maior para se alcançar ereção - marcada por 
aumento significativo tanto de diâmetro como de comprimento
Músculos do pênis
▪
 Músculo isquiocavernoso
❖ músculos pares e fortes, emergem do arco isquiático e envolvem os pilares até a altura de sua 
fusão na raiz do pênis
▪
 Músculo bulboesponjoso
❖ continuação extrapélvica do músculo uretral estriado. Se prolonga distalmente na superfície 
do corpo esponjoso em distância que varia conforme o pênis
o Em animais com pênis fibroelástico, ele se limita ao terço proximal do pênis; no garanhão, ele 
prossegue até a extremidade do pênis
▪
 Músculo retrator do pênis par
❖ também é par e emerge das vértebras caudais, descendo através do períneo ao redor do ânus 
para alcançar o pênis
Vascularização e inervação da uretra e do pênis
✔
 A uretra, as glândulas genitais acessórias e o pênis são irrigados por ramos da artéria 
pudenda interna
✔▪
 Um ramo, a artéria prostática, irriga os órgãos genitais situados na cavidade pélvica
Na altura do arco isquiático, a artéria pudenda interna se divide:
▪
 artéria do bulbo do pênis: irriga o corpo esponjoso,
▪
 artéria profunda do pênis: irriga o corpo cavernoso
▪
 Artéria dorsal do pênis: segue a extensão do pênis para irrigar a glande
✔
 A inervação do pênis é realizada pelo nervo pudendo par, o qual transporta múltiplas fibras 
parassimpáticas
▪
 Encontra-se grande quantidade de terminações nervosas na glande do pênis e na lâmina 
interna do prepúcio
O corpo é dividido em 3 cavidades.
1- Torácica (região peitoral) - A cavidade pleural: Possui duas, envolve individualmente o pulmão, 
revestido pela pleura: Pleura pariental (costal) e visceral (pulmonar). (possui o mediastino que é 
o espaço entre as pleuras esquerda e direita, mediastino cranial ou pre cardíaco( inicio na 
abertura torácica cranial, indo em direção a cabeça, timo animais jovens, traqueia e esôfago), 
mediastino médio ou cardíaco e (contem o coração, esôfago e traqueia, vasos base coração) 
mediastino caudal ou pós cardíaco (Se expande entre o coração e o diafragma, aorta 
progride no segmento dorsal sentido diafragma, esôfago ventralmente a aorta, lobos 
pulmonares e caudais se fixam no mediastino caudal e diafragma via ligamento pulmonar.  É 
uma caixa ostecartilaginea, com formato de cone truncado. Faces(2 laterais, 1 dorsal e 1 ventral) 
tem limites como (abertura torácica cranial e  caudal), tem duas regiões identificadas (cavidade 
peitoral e parte intratorácica da cavidade abdominal). O diafragma é de suma importância para a 
mecânica respiratória, devido a sua curvatura alguns órgãos da cavidade abdominal acabam 
sendo protegidos pelo gradil costal, contrai aumentando o volume da caixa toráxica.  Torax 
bovino (resistente) – respiração abdominal. Torax equino  (elástico) – respiração toráxico 
abdominal. Torax carnívoros (Flácido) – respiração toráxica.
Pulmão: limites: Anteriores (musculatura da escapula), superiores (musculatura dorsal) e 
posteriores (de acordo com a espécie)
2- Abdominal - separada do tórax pelo diafragma, tem delimitação pélvica pela linha terminal ou 
borda pélvica. Dividido em: Dorsal: Base do sacro (vertebras lombares, músculos lombares e 
parte lombar do diafragma, lateral: linha arqueadas (iioprctineas)(músculos abdominais oblíquos 
e transverso, fascia abdominal, partes craniais do ílios com músculos ilíacos, cartilagens das 
asternais e parte das costelas caudais abaixo da inserção do diafragma. Ventral: borda cranial 
dos ossos púbicos (músculos retos, aponeuroses dos músculos oblíquos e transverso, fáscia 
abdominal e cartilagens xifoides. Cranial: Diafragma (profundamente concavo)
O abdome é dividido em nove regiões:
- Abdominal Cranial: Se prolonga desde o diagragma até o plano transversal através do 
último par de costelas e divide-se em 3 regiões:  Hipocondriaca: Porção da região abdominal 
cranial sustentada pelas costelas, cartilagens das costelas e arco costal. Região Xifoide: 
Essa região inclui a área ao redor da cartilagem xifoidea do esterno.  
• Hipocondriaca esquerda (rim esquerdo, glândula adrenal esqueda, baço, fígado (lobo 
hepático esquerdo lateral e parte do lobo hepático esquerdo médial), estomago.) Xifoide (fígado 
(parte do lobo hepático direito medial e parte do lobo hepático esquerdo médial), vesícula biliar 
e jejuno). Hipocondríaca direita: Figado (processo caudado do lobo caudado, lobo hepático 
direito lateral e parte do lobo hepático direito médial), rim direito, glândula adrenal direita, 
duodendo (parte cranial e parte descedente), pâncreas.
 
- Abdominal Média: Segue Caudal à região abdominal cranial. A margem cranial é uma linha 
transversa através do ultimo par de costelas. Região termina caudalmente no plano 
transverso pela tuberosidade coxal. Região laterais direita e esquerda – flancos nos animais 
de grande porte a margem dorsal é formada pelos processos transversos das vertebras 
lombares, a margem ventral é uma linha horizontal a patela, a fossa paralombar se encontra 
na porção dorsal dessa área. Delimitada crucialmente pelo ultimo par de costelas, 
dorsalmente pelos processos transversos das vertebras lombares e caudoventralmente pela 
borda dorsal do músculo obliquo interno do abdome, a região umbilical se situa ventralmente 
ás paredes abdominais laterais e inclui área ao redor do umbigo, essa região termina 
dorsalmente nos dois lados em linhas horizontais traçadas através de cada patela.
• Abdominal lateral esquerda ( colon descendente e jejuno), umbilical (jejuno) e abdominal 
lateral direita (duodendo descendente, ceco, jejuno, prega ileocecal, prega cecocólica)
Abdominal caudal: Essa região se situa caudalmente á região abdominal média e se prolonga 
até a linha terminal. Região púbica, cranial ao pécten do púbis, regiões iguinais pares, 
situadas á direita e a esquerda entre as coxas.
• inguinal esquerda (vesícula urinária), colon descedente, reto, parte cranial do osso epipubico 
esquerdo), púbica (vesícula urinária, ossos epipubicos direito e esquerdo) e inguinal direita 
(Vesicula urinária, parte cranial do osso epipubico direito)
3 - Cavidade Peritoneal: Contem todo o trato gastrointestinal, exceto segmentos retroperitoneais 
do reto e do ânus.  A cavidade também inclui o fígado, o pâncreas o baço e uma grande parte do 
urogenital.  Orgãos cobertos com peritônio (camadas visceral), o qual está conectado por uma 
camada dupla de mambrana serosa na serosa de revestimento da cavidade, a camada pariental 
do peritônio. Conforme sua localização na cavidade peritoneal, os órgãos são classificados 
como:  Intraperitoneais (que está localizado no interior do peritoneo) (estomago, intestino, 
fígado) e retroperitoneais (atras da cavidade peritoneal) (rins, glândulas suprarenais). 
Membranas serosas de camada dupla que fxam os órgãos a parede da cavidade peritoneal são 
chamadas de mesentérios, conduzem vasos sanguíneos, vasos linfáticos e nervos até os órgãos.
 
4- Pélvica:  Faz limite com o sacro, com uma quantidade de vertebras caudais que varia de uma 
espécie para a outra, e com dois ossos pélvicos os quais se encontram ventralmente na sínfise 
pélvica.  A abertura pélvica cranial faz limite coma  linha terminal em todas as espécies 
domesticas. Termina ventralmente em todas as espécies domesticas no arco isquiático, mas 
termina dorsalmente após uma quantidade de vertebras caudais que varia entre as espécies.
 
Sistema reprodutor feminino
Orgãos que produzem os gametas, responsáveis pelo transporte e armazenamento dos gametas. 
Formado por ovários e tubas uterinas (pares), útero, órgão copulatório ( vagina, vestíbulo da 
vagina e vulva).
Ovário: É uma estrutura par, se originamdo primórdio gonodal, posicionado na região lombar da 
face medial do mesonefro. Em espécies possuem diferentes posições e formas:
Carnivoros: Parte dorsal do abdme caudal aos rins – não mudam de posição
Ruminantes: Se posicionam próximo a parede abdominal ventral, cranial a abertura pélvica 
cranial.
Porca: Descem até a metade do abdomem
Égua: Se situam cerca de 8 a 10cm no sentido ventral á parede dorsal o abdomem.
O foormato elipsoide, superfície se caracteriza por folículos e corpos luteos grandes tanto em 
carnívoros, ruminantes e suinos. Já no equino tem forma de rim e superfície relativamente 
regular.
Os tamanhos variam de espécie para espécie: Vaca (4 a 6cm), pequenos ruminantes (1,5 a 2cm), 
égua (8 a 12cm), cadela (1 a 1,5cm) e gata (0,8 a 1cm)
Tuba uterina: Estrutura par que recebem e transportam os ovócitos para o útero, também 
conduzem o esperma em sua ascesão, a fertilização normalmente ocorre no interior das tubas. 
Cada tuba é suspensa pela mesossalpinge (cosntitui parte do ligamento largo do útero, vasos 
sanguíneos e nervos alcançam os órgãos dentro desse ligamento) e conecta a cavidade 
peritoneal a cavidade uterina, e dessa forma, o ambiente externo.  Extremidades ovarianas da 
tuba uterina é denominada infudibulo. AS margens livres do infudibulo são cercados por diversos 
processos divergentes denominados fimbrias. A tuba uterina se abre no corno uterino através do 
óstio uterino e marca o local da união enre o útero e a tuba (junção útero-tubarica).
Carnivoros e na porca, cada ovário apresenta outras duas fixações ligamentosas além do 
mesonvário: Ligamento suspensor  e ligamento próprio do ovário.
Mesonvario, mesossalpinge e ligamento próprio do ovário delimitam pequena cavidade 
peritoneal, a bolsa ovariana. Na égua, o ovário é grande demais para se posicionar no interior da 
bolsa.
Utero: Se desenvolve apartir dos ductos de muller ou ductos paramesonefricos do embrião, 
composto das tubas pareadas que se abrem separadamente na vagina, o útero dos mamíferos 
domésticos compreende: (colo mediano simples, corpo mediano simples e cornos uterinos 
pares). A anatomia do útero muda consideralvelmente com a idade e a atividade fisiológica.
Carnivoros: Se posiciona principalmente dorsal ao intestino delgado, colo e corpo curto dos 
quais se projetam dois cornos delgados e longos divergentes que alcançam os ovários no 
sentido imediatamente caudal aos rins.
Suino: Colo longo, um corpo curto e cornos acentuadamente longos que se assemelham as alças 
do intestino delgado. São suspensos por ligamento largos e extensos, e os dois cornos e os 
ovários são extremamente moveis.
Ruminantes: Cada corno se enrola ventralmente sobre si mesmo, sendo que o primeiro giro 
conveco se volta dorsocranialmente, extremidades dos cornos alcançam além do pecten do 
púbis até a cavidade abdominal. Externamente o corpo uterino parece ser bastante longo, mas 
parte do que se refere como sendo o corpo é a parte caldal dos cornos.
Égua:  Possui corpo amplo e dois cornos divergentes, os quais normalmente se elevam em 
direção ao teto do abdome acima da massa intestinal. O colo do útero é comparativamente 
pequeno e pode ser palpado retalmente.
Colo do útero: Forma uma esfíncter que controla o acesso ao útero, o lumen do coo é o canal 
cervical, o qual é formado por pregas mucosas que frequentemente provocam sua oclusão.  
Egua e carnívoros: Disposição longitudinal
Vaca: Disposição circular
Porca: Formam pulvinos cervicais que se entrelaçam no lumem do canal, resultado em sua 
oclusão.
 
O canal cervical se abre cranialmente para o corpo do útero no ostio uterino interno e 
caudalmente na vagina no ostio uterino externo.
Vagina: Parte cranial do órgão copulatorio feminino, se prolonga desde o ostio uternino externo 
até o ostio externo da ureta, pertence apenas ao trato reprodutivo, se situa em posição mediana 
no interior da cavidade pélvica entre o reto no sentido dorsal e a vesícula uterna no sentido 
ventral.  Sua maior parte é retroperitoneal, embora suas partes craniais sejam cobertos por 
peritônio.
Vestibulo da vagina:  Parte caudal do órgão compilatório, se prolonga desde o ostio externo da 
uretra até a vulva externa e combina funções reprodutoras e urinárias. Na vaca e na porca a 
uretra forma uma invaginação ventral, o divertículo subretral, que s abre juntamente cm a uretra 
na vagina. Na cadela, a uretra se abre em uma pequena elevação com um sulco de cada lado. O 
vestíbulo é menor que a vagina e sua maior parte se situa  por tras do arco isquiático, o que 
permite que ele se incline ventralmente para sua abertura na vulva.
Vulva: Formada por dois lábios que se encontram em uma comissura dorsal e outra ventral 
circundando a abertura vulvar vertical. A comsissura dorsal é arredondada e a comissura ventral 
é aguda, exceto na égua, cujo padrão é invertido. O clitoris, homologo feminino do pênis, se 
posiciona na comissura ventral. De forma  análoga ao pênis, o clitoris pode ser dividido em dois 
segmentos um corpo e um glande. O clitoris se situa em uma fossa amplamente coberta por um 
prega mucosa, o equivalente feminino do prepúcio.

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