Prévia do material em texto
ROTEIRO DE ESTÁGIO 7º SEMESTRE Consulta ao paciente com Tuberculose REGRAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO: 1. Observe a localização do material e dos equipamentos de emergência (chuveiro, lava olhos etc.); 2. Não abra qualquer recipiente antes de reconhecer o seu conteúdo pelo rótulo; 3. Não pipete líquidos diretamente com a boca, use pipetas adequadas; 4. Não tente identificar um produto químico pelo odor e nem pelo sabor; 5. Não deixe de utilizar os equipamentos de proteção; 6. Não adicione água aos ácidos, mas sim os ácidos à água; 7. Não trabalhe de sandálias, chinelos ou sapatos abertos e de salto no laboratório; 8. Sempre identifique o conteúdo presente nos frascos ou tubos utilizados no experimento com caneta para vidros. Isso facilita o seu descarte adequado por parte dos responsáveis pelo laboratório; 9. Mantenha os solventes em recipientes adequados e devidamente tampados, bem como os materiais inflamáveis longe de fontes de calor (bico de Bunsen); 10. Utilize a capela sempre que manipular reagentes ou solventes que liberem vapores; 11. Conheça as propriedades tóxicas das substâncias químicas antes de empregá-las pela primeira vez no laboratório; caso tenha dúvidas, consulte o professor ou o técnico a respeito; 12. Se tiver cabelos longos, deixe-os presos ao realizar qualquer experiência no laboratório; não se alimente e nem ingira líquidos nos laboratórios. Laboratório: Laboratório de Enfermagem ou sala ampla Aula: 16 e 17 Roteiro 11: Consulta ao paciente com Tuberculose OBJETIVO: Treinar os procedimentos para a realização da consulta ao paciente com Tuberculose. ORIENTAÇÕES GERAIS: 1. Realizar as atividades em duplas (revezamento entre os alunos para que todos possam assumir o papel de paciente e enfermeiro). 2. Utilizar jaleco e roupa confortável apropriada para facilitar a realização dos procedimentos e técnicas de avaliação. PROCEDIMENTO: Consulta ao paciente com Tuberculose: - Organização do ambiente e preparação do material (fita métrica, luva de procedimentos, glicosímetro, fitas de glicemia, descarte perfurocortante etc) - Anamnese (investigação dos dados sociodemográficos, história pregressa, fatores de risco associados, queixa principal e história da doença atual) - Exame físico completo - Solicitação de exames para o diagnóstico de TB ativa e ILTB [teste rápido molecular para tuberculose (TRM-TB), baciloscopia, cultura, teste de sensibilidade (TS), raio-X de tórax, prova tuberculínica (PT) e ensaio de liberação de interferon-γ (Igra), teste para HIV] - Investigação epidemiológica dos contatos - Dispensação da medicação de acordo com o peso e planejamento da TDO - Realização da dose supervisionada e avaliar os efeitos colaterais da medicação e possíveis reações - Fornecer as informações sobre a forma de contágio, transmissão, tratamento e as consequências do abandono do tratamento - Preenchimento de ficha de notificação compulsória. REFERÊNCIA BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Tuberculose na atenção primária: protocolo de enfermagem / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2022. BRASIL. Ministério da saúde. secretaria de Vigilância em saúde. departamento de Vigilância das doenças transmissíveis.Manual de Recomendações para o controle da tuberculose no brasil / Ministério da saúde, secretaria de Vigilância em saúde, departamento de Vigilância das doenças transmissíveis. – brasília: Ministério da saúde, 2019. MATERIAIS QUANTIDADE LUVAS ESTETOSCÓPIO ESFIGMOMANÔMETRO TERMÔMETRO GLICOSÍMETRO E FITAS DE GLICEMIA