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Unidade – Vazão e Escoamento Superficial Profa. Rutineia Tassi Universidade Federal de Santa Maria • é a representação gráfica da variação da vazão (Q) ou da carga (h) ao longo do tempo (minutos, horas, dias). Hidrograma 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 01-jan-65 24-jun-70 15-dez-75 06-jun-81 27-nov-86 19-mai-92 09-nov-97 02-mai-03 V a z ã o ( m 3 /s ) 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 01-jan-65 24-jun-70 15-dez-75 06-jun-81 27-nov-86 19-mai-92 09-nov-97 02-mai-03 Vaz ão ( m3/s ) • Série de vazões monitorada em um posto fluviométrico • Da análise do hidrograma computa-se volume total, distribuição sazonal de vazão, fluxo diário, fluxo de pico, fluxo mínimo e a frequência de vários fluxos críticos. Hidrograma GRANDEZAS CARACTERÍSTICAS: -Vazão (Q): volume de água escoada unidade de tempo em uma determinada seção do rio. Normalmente, expressa-se a vazão em m3/s ou l/s. - Velocidade (V): relação entre o espaço percorrido pela água e o tempo gasto. É geralmente expressa em m/s. -Vazão específica (q): relação entre a vazão e a área de drenagem da bacia. (expressa em l/s.km2) -Altura linimétrica (h) ou altura na régua: leitura do nível d’água do rio, em determinado momento, em um posto fluviométrico. - Coeficiente de escoamento superficial ou coeficiente de “runoff” (C): relação entre o volume de água que atinge uma seção do curso d’água e o volume precipitado. Infiltração 4 A vazão total no rio Q = Qsup + Qsubsup + Qsubt O primeiro termo representa o volume de escoamento superficial, Qsubsup a vazão de escoamento subsuperficial, e Qsubt representa a vazão de base. Quando cessa Qsup e Qsubsup, resta Qbase Processos de interação entre águas superficiais e subterrâneas Relações físicas entre os rios e aqüíferos: - sistema hidraulicamente conectado em condição efluente - sistema hidraulicamente conectado em condição influente - sistema hidraulicamente desconectado. REVISÃO DE LITERATURA 8 c o n e c ta d o N ã o -c o n e c ta d o Quanto de vazão é do escoamento superficial? Quanto de vazão é do escoamento subterrâneo? Subsuperficial? 6 2. O Escoamento de Base 1. O Escoamento Superficial Direto- ESD 3. O Escoamento Sub Superficial SEPARAÇÃO DO ESCOAMENTO Características do Escoamento Básico 1. Oriundo do lençol freático 2. Escoamento laminar (lento e uniforme) 3. Decai lentamente ao longo do tempo quando não há recarga 7 4. Quando há recarga a vazão básica sobe lentamente para depois decair novamente quando a recarga cessa. SEPARAÇÃO DO ESCOAMENTO 8 Características do Escoamento Superficial Direto 1. Oriundo da superfície da bacia. 2. Escoamento turbulento da chuva excedente 3. A vazão cresce rapidamente conforme: - intensidade da chuva - características da bacia 9 SEPARAÇÃO DO ESCOAMENTO Hidrogramas observados em postos fluviométricos podem ser analisados com o objetivo de identificar a parcela do escoamento que tem origem no escoamento superficial e a parcela do escoamento que tem origem no escoamento subterrâneo. A separação de escoamento pode servir para separar apenas o escoamento superficial de uma bacia, o que é importante em estimativas do hidrograma de cheia ou o unitário. Também pode ser utilizado para determinar a parcela do escoamento subterrâneo estimando a recarga média dos aqüíferos em uma análise regional. Métodos mais comuns: separação de escoamento baseados na análise dos hidrogramas. Possui base física, mas elevado grau de subjetividade na definição da linha que separa o escoamento subterrâneo do superficial durante um evento de chuva. Filtros digitais ou filtros numéricos => Hidrogramas de longo período EV EN TO S IS O LA D O S 10 SEPARAÇÃO DO ESCOAMENTO Algumas metodologias para a Separação do Escoamento: •Método da descarga constante: Assume que existe uma vazão de base constante, projetada a partir do mínimo valor determinado antes do início do escoamento superficial. •Método da declividade constante: Define-se o limite entre escoamento superficial e de base a partir da conexão entre o ponto de inflexão da recessão do hidrograma e o início do escoamento superficial. Para grandes bacias hidrográficas, o ponto de inflexão pode ser estimado como N=0,827.A0,2 onde N é o número de dias após o pico do hidrograma e A é a área da bacia hidrográfica em km2. 11 SEPARAÇÃO DO ESCOAMENTO Algumas metodologias para a Separação do Escoamento: Método Côncavo: Assume que o escoamento de base decresce enquanto o escoamento superficial aumenta (até o pico do hidrograma). Se projeta a tendência do escoamento mínimo anterior ao início do escoamento superficial até o tempo de ocorrência do pico do hidrograma, conectando este ao ponto de inflexão, na recessão do hidrograma. Método baseado na curva de depleção: Utilizado quando é necessária uma maior precisão. São utilizados dados de várias recessões para construir um modelo. A partir da equação de depleção se determina uma equação geral que fornece a descarga em qualquer tempo. Qi= Q(i-1) e - t/K 13 SEPARAÇÃO DO ESCOAMENTO Filtros digitais recursivos 14 SEPARAÇÃO DO ESCOAMENTO 0 10 20 30 40 50 60 70 0.0 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0 12.0 Tempo (min) V a z ã o ( m 3 /s ) Exemplo: Método da declividade constante 15 SEPARAÇÃO DO ESCOAMENTO EXERCÍCIO: A partir dos dados abaixo, determinar a parcela de escoamento superficial e a parcela de escoamento subterrâneo. Tempo (h) Vazão (m3/s) 0.0 2 0.5 3 1.0 10 1.5 35 2.0 63 2.5 57 3.0 48 3.5 40 4.0 34 4.5 28 5.0 24 5.5 20 6.0 16 6.5 13 7.0 11 7.5 9 8.0 8 8.5 7 9.0 6.3 9.5 5.6 10.0 4.9 10.5 4.4 11.0 3.9 Descarga de Água subterrânea • Esvaziamento da água subterrânea contida na bacia mantém a vazão do rio nos períodos de estiagem. VAZÃO DE BASE O escoamento subterrâneo pode ser expresso por Onde a é o coeficiente de depleção do aquífero (a =1/k onde k é o tempo médio de esvaziamento). Para recarga nula , resulta Qb(t+1)=Qb(t) exp(-dt . a) Este tipo de equação pode ser utilizado para previsão de vazão durante as estiagens. ]exp1[exp )( )( )( )()1( dt t dt tt RQbQb aa −− + −+= 18 O coeficiente de depleção pode ser determinado com valores observados de vazão do hidrograma, ajustando a equação exponencial. Descarga de Água subterrânea VAZÃO DE BASE Exemplo 1 Uma cidade utiliza água a fio d’água de um rio que está com 1 m3/s. O coeficiente é K é 50 dias. A cidade utiliza 0,8 m3/s para abastecimento. Como não existe reservatório, quantos dias levará para o rio atingir a vazão de atendimento? • Qb(t+1)=Qb(t) exp(-dt/k) • 0,8 = 1 * exp (-t/50) t = 11,16dias 19 Descarga de Água subterrânea VAZÃO DE BASE Exemplo 1 Uma cidade utiliza água a fio d’água de um rio que está com 1 m3/s. O coeficiente é K é 50 dias. A cidade utiliza 0,8 m3/s para abastecimento. Como não existe reservatório, quantos dias levará para o rio atingir a vazão de atendimento? • Qb(t+1)=Qb(t) exp(-dt/k) • 0,8 = 1 * exp (-t/50) => t = 11,16dias 20 Descarga de Água subterrânea VAZÃO DE BASE Exemplo 2 • Uma bacia com precipitação média anual de 1500 mm e vazão específica de 20 l/(s.km2) tem uma proporção de 60% de escoamento subterrâneo com relação ao total. • Determine a recarga a evaporação real e a relação do escoamento subterrâneo com a precipitação. • Solução: • Q = 20 l/(s.km2) = 20*365*86400/106 = 630,72 mm • Qsubt = 630,72 x 0,6 = 378,4 mm (recarga subterrânea) • E = 1500 – 630,72 = 869,3 mm • Qsubt/P = 0,25 ou 25% da P é recarga subterrânea. 21 VAZÃO DE BASE Exemplo 2 • Uma bacia com precipitação média anual de 1500 mm e vazão específica de 20 l/(s.km2) tem uma proporção de 60% de escoamento subterrâneo com relação ao total. • Determine a recarga a evaporação real e a relação do escoamento subterrâneo com a precipitação. • Solução: • Q = 20 l/(s.km2) = 20*365*86400/106 = 630,72 mm • Qsubt = 630,72 x 0,6 = 378,4 mm (recarga subterrânea) • E = 1500 – 630,72 = 869,3 mm • Qsubt/P = 0,25 ou 25% da P é recargasubterrânea. 22 VAZÃO DE BASE Exemplo 3 23 1977 1978 1979 1980 1981 Precipitação direta 768 970 722 1780 1602 Escoamento Superficial 679 830 1296 624 1907 Evaporação 1800 1970 1858 2204 2099 Variação de nível do lago -203 -35 290 310 1490 Recarga 150 135 130 110 80 Em um reservatório cujo produto de monitoramento é apresentado abaixo, deseja-se avaliar se existe recarga subterrânea, e qual seria um valor médio anual. Os valores estão em mm/ano. Considere que a área superficial do lago é constante com a profundidade. VAZÃO DE BASE Exemplo 3 24 1977 1978 1979 1980 1981 Precipitação direta 768 970 722 1780 1602 Escoamento Superficial 679 830 1296 624 1907 Evaporação 1800 1970 1858 2204 2099 Variação de nível do lago -203 -35 290 310 1490 Recarga 150 135 130 110 80 1977 1978 1979 1980 1981 Precipitação direta 768 970 722 1780 1602 Escoamento Superficial 679 830 1296 624 1907 Evaporação 1800 1970 1858 2204 2099 Variação de nível do lago -203 -35 290 310 1490 Variação de armazenamento -353 -170 160 200 1410 Volume de recarga 150 135 130 110 80 Em um reservatório cujo produto de monitoramento é apresentado abaixo, deseja-se avaliar se existe recarga subterrânea, e qual seria um valor médio. Os valores estão em mm/ano. Considere que a área superficial do lago é constante com a profundidade. Média de 121 mm/ano VAZÃO DE BASE ◼ Escoamento superficial é definido pelo escoamento que ocorre sobre a superfície da bacia como excedente da infiltração (Precipitação efetiva). ◼ Numa bacia grande, parte do escoamento sub-superficial se transforma em escoamento superficial ◼ Pequena fração da água total que constitui boa parte da água utilizável pelo homem. ◼ Vários campos do conhecimento tratam da água na superfície em função de seu uso como Engenharia Civil, Engenharia Sanitária, Limnologia, Engenharia Agrícola, etc. 25 ESCOAMENTO SUPERFICIAL Precipitação efetiva Denomina-se precipitação efetiva (Pef) a parcela do total precipitado que gera escoamento superficial. Resultado da subtração dos volumes evaporados, retidos ou infiltrados da precipitação total Pode pode ser estimado através das equações de infiltração, de índices, etc. ou monitoramento Exemplo: Horton, Green-Ampt, SCS, etc... ESCOAMENTO SUPERFICIAL 26 Precipitação efetiva ESCOAMENTO SUPERFICIAL 27 Precipitação efetiva ESCOAMENTO SUPERFICIAL 28 •Método Racional – baseado simplesmente na chuva •Hidrograma Unitário – baseado na precipitação e vazão •Hidrograma Unitário Sintético – baseado na precipitação e características da bacia •Regionalização de Vazões – baseado na espacialização de dados de outras regiões •Modelos Autorregressivos – estatísticos •Modelos de Redes Neurais/Algoritmos evolutivos •Ex: TOPMODEL, HBV, ARNO, MGB, SWAT, SMAP, Sacramento, Stanford, IPH2, ... VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO Como saber qual a vazão em locais sem monitoramento? Como determinar a vazão a partir de eventos chuvosos? E m p ír ic o s Conceituais Método Racional Os princípios básicos do Método Racional são: •a duração da precipitação máxima de projeto é igual ao tempo de concentração da bacia. •admite-se que a bacia é pequena (até 2 km2) para que essa condição aconteça, pois a duração é inversamente proporcional à intensidade; • adota um coeficiente único de perdas, denominado C, estimado com base nas características da bacia; • não avalia o volume da cheia e a distribuição temporal das vazões, portanto não pode ser utilizado para o dimensionamento de reservatórios de amortecimento. A.I.C.278,0Q = VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO Método Racional A intensidade da precipitação depende dos seguintes fatores: • Equação IDF característica da região; • Tempo de concentração: é considerado igual à duração da precipitação máxima; • Tempo de retorno (TR): depende do tipo de obra. O coeficiente de escoamento superficial depende das seguintes características: • solo; • cobertura; • tipo de ocupação; • tempo de retorno; • intensidade da precipitação. VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO Hidrograma Unitário ◼ O Hidrograma Unitário é um hidrograma de escoamento superficial direto, resultante de uma chuva efetiva com intensidade e duração unitárias. ◼ A definição de chuva unitária é arbitrária, entretanto para efeito de comparação entre HU’s, costuma-se manter um padrão. Por exemplo, uma chuva com 1 mm e duração de 1h pode ser adotada como chuva unitária (ie. HU(1mm,1h)). ◼ Admite-se que essa chuva seja uniformemente distribuída sobre a bacia. ◼ A área sob esta curva corresponde a um volume unitário de escoamento superficial direto. ◼ A definição do HU está baseada em três princípios básicos. VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO Princípios do HU • 1° Princípio (da Constância do Tempo de Base). • Para chuvas efetivas de intensidade constante e de mesma duração, os tempos de escoamento superficial direto são iguais VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO ∆𝑡 ∆𝑡 𝑡 𝑏𝑎𝑠𝑒 𝑡 𝑏𝑎𝑠𝑒 p2p1 t base do hidrograma de p1 = t base do hidrograma de p2 Princípios do HU • 2° Princípio (Proporcionalidade das Descargas) • Chuvas efetivas de mesma duração, porém com volumes de escoamento superficial diferentes, irão produzir em tempos correspondentes, volumes de escoados proporcionais às ordenadas do hidrograma e às chuvas excedentes VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO 𝑄1 é 𝑝𝑟𝑜𝑝𝑜𝑟𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑎 𝑝1 Q2 Q1 p2p1 𝑄2 é 𝑝𝑟𝑜𝑝𝑜𝑟𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑎 𝑝2 p2p1 Princípios do HU • 3° Princípio (Princípio da Aditividade) • A duração do escoamento superficial de uma determinada chuva efetiva independe de precipitações anteriores. O hidrograma total referente a duas ou mais chuvas efetivas é obtido adicionando-se as ordenadas de cada um dos hidrogramas em tempos correspondentes VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO 𝑂 ℎ𝑖𝑑𝑟𝑜𝑔𝑟𝑎𝑚𝑎 𝑎𝑧𝑢𝑙 é 𝑜 𝑟𝑒𝑠𝑢𝑙𝑡𝑎𝑑𝑜 𝑑𝑎 𝑎𝑑𝑖çã𝑜 𝑑𝑜𝑠 ℎ𝑖𝑑𝑟𝑜𝑔𝑟𝑎𝑚𝑎𝑠 𝑑𝑒 𝑒𝑠𝑐𝑜𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑠𝑢𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙 𝑑𝑎𝑠 𝑐ℎ𝑢𝑣𝑎𝑠 𝑒𝑓𝑒𝑡𝑖𝑣𝑎𝑠 𝑝1 𝑒 𝑝2 Q2 Q1 p2p1 Qt=Q1+Q2 Equação de convolução A aplicação dos princípios de proporcionalidade e superposição levam à definição da chamada equação de convolução discreta. tk onde: Qt: vazão do escoamento superficial no intervalo de tempo t; h: vazão por unidade de chuva efetiva do HU; Pef: precipitação efetiva do bloco i; k: número de ordenadas do hidrograma unitário, que pode ser obtido por k = tb/Dt O número de ordenadas do HU pode ser obtido por: n = k+ m – 1, onde m é o número de pulsos de precipitação = = +− t 1i 1itit hPefQ = +−= +− t 1kti 1itit hPefQ VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO Equação de convolução VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO Equação de convolução 0 20 40 60 80 100 120 0 0.05 0.1 0.15 0.2 0.25 0.3 0.35 Tempo (horas) V az ão ( l/ s) Precipitação Q1=f (P1) Q2=f (P2) Q3=f (P3) Q4=f (P4) Q5=f (P5) Q6=f (P6) Q7=f (P7) Q8=f (P8) Q total P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 VAZÃO MÁXIMA E HIDROGRAMA DE PROJETO Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6: Quanto de vazão é do escoamento superficial? Quanto de vazão é do escoamento subterrâneo? Subsuperficial? Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 18 Slide 19: Exemplo 1 Slide 20: Exemplo 1 Slide 21: Exemplo 2 Slide 22: Exemplo 2 Slide 23: Exemplo 3 Slide 24: Exemplo 3 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 60 Slide 61 Slide 62 Slide 63 Slide 64 Slide 65: Princípios do HU Slide 66: Princípios do HU Slide 67: Princípios do HU Slide 70: Equação de convolução Slide 71: Equação de convolução Slide 72: Equação de convolução