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REFORMA CONSTITUCIONAL: Fundamentos e limites no cenário democráticoconstitucional

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HELOÍSA DA SILVA KROL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFORMA CONSTITUCIONAL: Fundamentos e limites no cenário democrático-
constitucional 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURITIBA 
2007 
 
 
 
 
HELOÍSA DA SILVA KROL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFORMA CONSTITUCIONAL: Fundamentos e limites no cenário democrático-
constitucional 
 
Dissertação apresentada como requisito parcial à 
obtenção do título de Mestre em Direito do Estado no 
Programa de Pós-Graduação em Direito da 
Faculdade de Direito, Setor de Ciências Jurídicas da 
Universidade Federal do Paraná, sob orientação do 
Prof. Dr. Clèmerson Merlin Clève. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURITIBA 
2007
 
 
 ii 
 
TERMO DE APROVAÇÃO 
 
 
 
 
 
REFORMA CONSTITUCIONAL: Fundamentos e limites no cenário democrático-
constitucional 
 
Heloísa da Silva Krol 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Dissertação aprovada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre 
em Direito do Estado, no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade 
Federal do Paraná, pela comissão formada pelos professores: 
 
 
 
 
 
 
Orientador: Prof. Dr. Clèmerson Merlin Clève 
 
 
 
 
 
Membro: Prof. Dr. 
 
 
 
 
 
Membro: Prof. Dr. 
 
 
 
Curitiba, ________ de ______________ de 2007 
 
 
 iii 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
À minha irmã Évelin. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 iv 
AGRADECIMENTOS 
 
 
 
 Muitas pessoas contribuíram para o desenvolvimento deste trabalho e a elas 
sempre serei grata. 
 Agradeço à minha família, pelo apoio incondicional às minhas escolhas. 
Ao meu orientador Clèmerson Merlin Clève, sou muito grata pela convivência 
enriquecedora. A admiração que tenho pelo seu trabalho sempre fez com que 
buscasse o melhor de mim, principalmente nos momentos em que minhas limitações 
se evidenciavam. 
Também agradeço à Cibele Fernandes Dias Knoerr, minha primeira 
professora de Direito Constitucional. Pelas suas mãos iniciei meus estudos na 
matéria e tenho certeza de que sua dedicação ímpar a tudo que faz exerceu direta 
influência para que eu continuasse com as pesquisas da graduação. 
Aos meus professores da pós-graduação e da graduação, em especial, José 
Antônio Peres Gediel, pelo incentivo de sempre. 
À Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade 
Federal do Paraná, às funcionárias da secretaria do programa e a CAPES. 
Sou grata também a Pedro Benetti, pela atenção e cuidado durante tantos 
anos, e às minhas queridas amigas de todas as horas, fundamentais durante a 
elaboração do presente trabalho: Camila Bruzamolin, minha mais nova “melhor 
amiga”; Elaine Palazzo Ayres, pelas discussões imprescindíveis para o impulso 
inicial do trabalho; Ghislaine Bordin, por sua presença sempre acolhedora; e Maria 
Teresa Paludzyszyn, pela generosidade e apoio constante. 
Aos amigos e colegas de mestrado: Alessandra Ferreira Martins (in 
memoriam), Rebeca Fernandes Dias, José Carlos Cal Garcia Filho, Rodrigo 
Kanayama, Sarah Linhares, Rafael Baldo, Thiago Lima Breus, Bruno Zaroni, 
Maurício Natel, Michelle Akel, Luciana Araújo, André Viana da Cruz, Mayra Scremin, 
Paulo Opuszka, Guilherme Borges, Safira Prado, Gabriel Godoy, Fernanda Bourges, 
Ilton Norberto Robl Filho e Luana de Carvalho Silva. 
 E, por fim, mas não menos especial, à Cláudia Honório, companheira de 
pesquisas, colega de aulas e principalmente uma grande amiga. 
 
 
 v 
 
SUMÁRIO 
 
 
 
 RESUMO................................................................................................................................ vii 
 ABSTRACT............................................................................................................................ viii 
 INTRODUÇÃO....................................................................................................................... 01 
 
1 PODER REFORMADOR..................................................................................................... 05 
1.1 Manifestações do poder constituinte............................................................................ 05 
1.2 Teorias sobre o poder reformador................................................................................ 15 
1.2.1 Considerações iniciais................................................................................................... 15 
1.2.2 Sieyès e a distinção entre poder constituinte e poder constituído................................. 16 
1.2.3 O poder de reforma na concepção decisionista de Carl Schmitt................................... 23 
1.2.4 O poder de reforma fundamentado na concepção dialética de Hermann Heller........... 30 
1.3 Titularidade do poder de reforma e seu fundamento democrático............................ 38 
1.3.1 Titularidade.................................................................................................................... 38 
1.3.2 Fundamentos................................................................................................................. 41 
 
2 A TENSÃO ENTRE CONSTITUCIONALISMO E DEMOCRACIA...................................... 46 
2.1 Considerações iniciais................................................................................................... 46 
2. 2 Teorias liberais............................................................................................................... 57 
2.2.1 Introdução...................................................................................................................... 57 
2.2.2 As origens do liberalismo político: Locke....................................................................... 59 
2.2.3 A negação da democracia ilimitada: Hayek................................................................... 64 
2.3 Teorias democráticas..................................................................................................... 69 
2.3.1 Introdução...................................................................................................................... 69 
2.3.2 A democracia moderna: Rousseau................................................................................ 70 
2.3.3 O constitucionalismo em xeque: Negri.......................................................................... 73 
2.4 Propostas conciliatórias: democracia constitucional................................................. 76 
2.4.1 Introdução...................................................................................................................... 76 
2.4.2 A via de mão dupla dos direitos fundamentais.............................................................. 78 
 
 
 vi 
2.4.3 Limitações que atam de forma positiva......................................................................... 81 
3 AS BARREIRAS DO CONSTITUCIONALISMO................................................................. 86 
3.1 Considerações iniciais................................................................................................... 86 
3.2 Rigidez constitucional.................................................................................................... 89 
3.2.1 Constituições rígidas, flexíveis, imutáveis e fixas.......................................................... 91 
3.3 Limites ao poder de reforma.......................................................................................... 96 
3.3.1 Introdução......................................................................................................................

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