3. Amplitude de movimento.pptx

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CURSO DE FISIOTERAPIA
CINESIOTERAPIA
FACULDADE DO VALE DO JAGUARIBE
ARACATI - CE
Profª Msc Kariza Lopes Barreto
DISCIPLINA
EXERCÍCIOS TERAPÊUTICOS
CINESIOTERAPIA
Definição:
Exercício terapêutico: conceito também expressado
por cinesioterapia, é o treinamento sistemático e 
planejado de movimentos corporais, postura ou atividade física com finalidades preventivas ou curativas.
CINESIOTERAPIA
Aspectos da função física
Desempenho muscular
Resistência Cardio-pulmonar
Mobilidade
flexibilidade
FUNÇÃO
Equilíbrio/
Controle postural
Estabilidade
Controle neuromuscular/coordenação
CINESIOTERAPIA
Tipos de intervenção com exercícios terapêuticos:
Condicionamento aeróbico
Desempenho muscular
Controle neuromuscular
 Alongamento e mobilização articular
Controle postural e estabilização segmentar
Equilíbrio e agilidade
Exercício de relaxamento
 Exercícios respiratórios
Treinamento funcional
CINESIOTERAPIA
Tipos de Intervenção com Exercícios Terapêuticos:
Condicionamento aeróbico
Desempenho muscular
Mobilização articular
CINESIOTERAPIA
Controle neuromuscular
Reeducação Postural
Estabilização segmentar
Tipos de Intervenção com Exercícios Terapêuticos:
CINESIOTERAPIA
Exercício de agilidade
Exercícios de equilíbrio
Exercícios respiratórios
Tipos de Intervenção com Exercícios Terapêuticos:
CINESIOTERAPIA
Exercícios de relaxamento
Exercícios funcionais
Exercícios mistos
Tipos de Intervenção com Exercícios Terapêuticos:
AMPLITUDE DE MOVIMENTO
CINESIOTERAPIA
Amplitude de movimento articular
É o movimento máximo, completo que uma articulação é capaz de realizar.
CINESIOTERAPIA
O que faz uma articulação se movimentar?
Ação de forças externas \u2013 aparelhos, força de outra pessoa, outro membro da mesma pessoa. 
Ação muscular \u2013 Contração dos músculos que atravessam aquela determinada articulação. 
CINESIOTERAPIA
O que interfere no movimento de uma articulação ou na Amplitude de Movimento Articular?
O tipo da estrutura articular.
A integridade e a flexibilidade dos tecidos moles que passam pelas articulações: Tendões, ligamentos, cápsula articular, músculos, fáscias musculares, nervos. 
CINESIOTERAPIA
Quando um segmento se move em sua amplitude de movimento, todas as estruturas da região são afetadas: músculos, ligamentos, tendões, capsula articular , fáscias musculares, vasos sanguíneos e nervos. Portanto, o comprometimento de qualquer dessas estruturas pode levar a limitação ou diminuição da amplitude de movimento.
Dor
Deformidade Articular
Encurtamento Muscular
CINESIOTERAPIA
A amplitude de movimento é constituída pela:
Amplitude Articular: Pode ser descrito nos termos: flexão/extensão, adução/abdução e rotação, é medido em graus.
Amplitude muscular: Está relacionada com a excursão funcional dos músculos.
*É a distância que um músculo é capaz de encurtar após ter sido alongado ao máximo. 
CINESIOTERAPIA
M. Braquial - monoarticular
M. Bíceps braquial - Biarticular
Pode ocorrer da amplitude muscular ou a excursão funcional ser diretamente afetada pela articulação que o músculo cruza.
CINESIOTERAPIA
Insuficiência Ativa: Quando o músculo encontra-se no limite máximo de sua excursão funcional, ou seja, no seu ponto máximo de encurtamento muscular.
Insuficiência Passiva: Quando o músculo encontra-se completamente alongado em seu limite máximo, ou seja no seu ponto máximo de alongamento muscular.
Normalmente os músculos bi ou multiarticulares funcionam na posição média de sua excursão funcional, onde as relações comprimento/tensão são ideais.
Para manter a ADM normal é necessário que os segmentos sejam movimentados periodicamente em suas amplitudes completas, sejam articulares ou musculares.
CINESIOTERAPIA
Definições dos exercícios na amplitude de movimento
Passivo: É o movimento dentro da ADM livre, que é produzido inteiramente por uma força externa. Não há contração muscular voluntária. O termo ADM passiva e alongamento passivo não são os mesmos.
 Ativo: É o movimento dentro da ADM livre, que é produzido por uma contração ativa dos músculos que cruzam aquela articulação.
Ativo-assistido: É um tipo de ADM ativa, na qual a assistência é feita por uma força externa, porque os músculos que realizam os movimentos precisam de assistência para completá-lo. 
CINESIOTERAPIA
Indicações e metas para a ADM
 ADM Passiva: 
 - Quando o paciente não é apto para mover um segmento;
 - Quando a ADM ativa é dolorosa;
 - Durante uma avaliação para verificar o grau de mobilidade do paciente
 - Antes da técnica do alongamento passivo
- Para que usamos?
 - Para manter a integridade da articulação;
 - Evitar a formação de contraturas / manter a elasticidade do músculo;
 - Manter a circulação e a dinâmica vascular;
 - Diminuir ou inibir a dor;
 - Liberar o liquido sinovial para nutrição da cartilagem;
 - Auxiliar o processo de cicatrização; e regeração pós lesão ou cirurgia;
 - Ajudar a manter a consciência corporal e do movimento no paciente. 
CINESIOTERAPIA
ADM Ativa e Ativa-Assistida
 - Quando um paciente está apto para contrair ativamente seus músculos total ou parcialmente necessitando de ajuda para completar o movimento;
 - Durante a imobilização da articulação acima ou abaixo da imobilizada;
 - Para o trabalho de condicionamento aeróbico.
Para que usamos?
 - Alcançar as mesmas metas da ADM passiva, porém com os benefícios da contração muscular;
 - Dar feedback sensorial dos músculos em contração;
 - Estímulos para a integridade óssea e articular;
 - Desenvolver coordenação para habilidades motoras e atividades funcionais;
 - Fortalecimento muscular;
 - Condicionamento físico;
 - Ativar a circulação e prevenir a formação de trombos
CINESIOTERAPIA
Precauções e contra-indicações para a ADM
 Rupturas agudas
 Fraturas e cirurgias na fase aguda
 Risco de morte (pós infarto ou cirurgia cardíaca)
É fundamental que terapeuta saiba dos benefícios e riscos do exercício, trabalhe dentro da amplitude, velocidade e tolerância do paciente principalmente no estágio agudo de recuperação. Deve saber identificar os sinais de que o corpo não está respondendo bem ao tratamento como o aumento da dor e dos sinais inflamatórios (dor, calor, rubor e edema). 
CINESIOTERAPIA
Avaliação e plano de tratamento
Avaliar o nível de função do paciente e sua condição clínica;
Estabelecer as precauções cuidados na aplicação do exercício;
Determinar os objetivos e metas;
 Estabelecer o tipo de ADM a ser utilizada para alcançar as metas estabelecidas;
 Estabelecer os padrões de movimento a serem trabalhados;
Monitorar o paciente durante ou após o exercício: Sinais vitais, dor, calor, coloração e formação de edema.
CINESIOTERAPIA
Preparo do paciente
- Descrever os planos e metas do tratamento e esclarecer dúvidas do paciente ou familiar/acompanhante;
Liberar a região a ser tratada de vestimenta apertada e acessórios (cubra as partes que não estão sendo tratadas;
Posicione e alinhe o paciente numa postura confortável, porém que permita mover o segmento na ADM desejada e possível.
O terapeuta deve posicionar-se junto ao paciente utilizando uma mecânica corporal adequada.
CINESIOTERAPIA
Aplicação da técnica
 Segure os membros ao redor das articulações e modifique se necessário o modo de segurar mantendo o suporte necessário para o controle do movimento;
 Dar suporte as regiões frágeis;
 Mover o segmento em toda sua amplitude livre de dor. Não forçar além da amplitude existente na articulação;
 Movimento homogêneo e rítmico de 5 a 10 repetições (irá variar de acordo com os objetivos e resposta do paciente)
 Na ADM ativo-assistida a mão do terapeuta fica posicionada e auxilia no início ou final do exercício.
CINESIOTERAPIA
Técnicas de ADM Auto-assistidas e com assistência