CAPÍTULO 5 Liderança, Gestão da Mão de Obra e dos Equipamentos2
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CAPÍTULO 5 Liderança, Gestão da Mão de Obra e dos Equipamentos2


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de sustentação, masseiras, andaimes (2), 
balancim (3). 
 
\uf0b7 Equipamentos de segurança \u2013 são os equipamentos de proteção 
individual / EPI\u2019s (luvas, capacete, máscara, botina, óculos, avental) e 
equipamentos de proteção coletiva (bandeja de proteção (1), guarda-
corpos (2), extintores de incêndio, cercas, telas de proteção (3)). 
 
 
 
 
 
 
 
 
\uf0b7 Equipamentos de controle \u2013 São usados para aferição ou verificação de 
medidas, como as trenas, mangueiras de nível, nível alemão (1), prumo, 
réguas (2) e teodolitos (3). 
 
 
 
 
 
 
 
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\uf0b7 Equipamentos de transporte \u2013 são equipamentos destinados ao 
transporte de pessoas (elevadores) (1) ou materiais (guindastes, gruas 
(2), carrinhos, porta-palets). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Já com relação ao critério da mobilidade, os equipamentos podem ser divididos 
em: 
\uf0b7 Equipamentos fixos \u2013 são aqueles que devem ser localizados em 
posições estratégicas na obra, facilitando o acesso e o transporte a eles. 
São exemplos de equipamentos fixos as gruas (1), guinchos, elevadores de 
carga. 
\uf0b7 Equipamentos semifixos \u2013 se deslocam conforme a evolução dos 
serviços. Como exemplo temos as betoneiras, misturadores de argamassa, 
balancins, andaimes, serras circulares. 
\uf0b7 Equipamentos móveis \u2013 são aqueles que podem ser guardados ao final 
do dia, como ferramentas, carrinhos caminhões, vibradores de concreto, 
serrotes, martelos, Grua Ascencional (3), etc. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Com relação aos cuidados com a operação e manutenção, GIRIBOLA (2013) 
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apresenta os principais itens a serem verificados para alguns equipamentos mais 
relevantes: 
 
 
RETROESCAVADEIRA 
\uf0b7 A lubrificação de todos os pinos e buchas exige 
atenção especial. Utilize materiais de primeira 
linha na troca e lubrificação de ambos. 
\uf0b7 Uma pequena folga na bucha pode significar riscos 
na operação e trazer problemas para o trem de 
força do equipamento. 
\uf0b7 As unhas da caçamba, se tiverem desgaste 
excessivo, podem transferir esforços para a parte hidráulica da máquina. 
Pá-carregadeira 
\uf0b7 Pinos e buchas devem ser lubrificados e 
verificados, constantemente. 
\uf0b7 Trabalhar em solo nivelado ajuda a 
diminuir desgastes. Deve-se operar com 
as quatro rodas no chão. 
\uf0b7 Minimize esforços no eixo traseiro ao 
desagregar, levantar e transportar resíduos de obra. 
\uf0b7 Retirar pregos e materiais cortantes do local de operação, evitando furos nos 
pneus, que podem custar de R$ 5 mil a R$ 10 mil cada. 
\uf0b7 Os freios exigem atenção especial na manutenção, pois são muito utilizados 
nessas máquinas. 
Motoniveladora 
\uf0b7 Esta máquina lida com o acabamento e o espalhamento de materiais nobres, 
como pedras e britas, por isso é preciso sempre manter sua lâmina alinhada e em 
perfeito estado . Caso não se tome esse 
cuidado, a base do equipamento pode sofrer 
danos. 
\uf0b7 O trem de força , que se constitui de motor, 
sistema hidráulico e transmissão demanda os 
mesmos cuidados de uma pá-carregadeira. 
\uf0b7 
Bomba projetora de argamassa 
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\uf0b7 A formulação correta da argamassa é um dos pontos cruciais para evitar 
entupimento da bomba projetora, um dos principais problemas que o 
equipamento apresenta. 
\uf0b7 É preciso fazer a limpeza do mangote a cada 
intervalo de uso de mais de uma hora. Para isso, 
basta colocar uma esponja dentro do orifício 
ligado à bomba e projetá-la para fora com água. 
\uf0b7 Verifique os terminais de encaixe das 
mangueiras, os níveis de óleo do redutor e as condições da pistola de lançamento, 
diariamente. 
Acabadora de Superfície 
\uf0b7 Além da limpeza das lâminas e do motor para 
evitar acúmulo de concreto seco, visualizar com 
frequência as condições do disco de flotação. 
Quando eles se desgastam, começam a afetar a 
base do equipamento e, consequentemente, 
transferem a força para o motor, que é 
prejudicado. 
\uf0b7 A lubrificação dos braços de fixação das lâminas 
também deve ser feita diariamente, após a limpeza da máquina, para evitar 
travamento. 
Elevador de Cremalheira 
\uf0b7 A manutenção preventiva deve ser feita de acordo com o 
plano de manutenção do elevador, com algumas 
verificações diárias feitas pelo próprio operador. 
\uf0b7 Procedimentos mais técnicos devem ser feitos 
semanalmente ou quinzenalmente por profissional 
habilitado. São os casos da avaliação da integridade 
estrutural e mecânica do equipamento, verificação dos 
componentes elétricos, lubrificação, ajustes e regulagens 
do sistema de redução e transmissão de movimento por 
pinhão e cremalheira. 
\uf0b7 Para evitar desgastes, observar também o nível de óleo e 
vazamento nas caixas redutoras, mensalmente, assim como o estado geral e de 
lubrificação dos cabos que compõem o sistema. 
 
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QUESTIONÁRIO 
1) Em uma obra de construção civil convencional a sequência hierárquica de liderança é: 
a) Diretor> Gerente > Engenheiro. 
b) Mestre de Obras> Apontador > Encarregado. 
c) Apontador> Mestre de Obras > Chefe de equipe. 
d) Engenheiro> Encarregado > coordenador. 
e) Engenheiro> Mestre de Obras > Encarregados. 
 
2) Apesar de ter a função de liderar, grande parte (ou a quase totalidade) dos 
engenheiros, mestres de obra e encarregados não possui a mínima formação no 
aspecto de relações humanas, e não está preparada para liderar. A evolução da 
liderança acontece de forma pessoal e individual na base da tentativa, no acúmulo de 
experiências de erros e acertos. Apresente e explique, a seguir, cinco características 
essenciais para um líder em uma obra de construção civil. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3) Considere as afirmativas a seguir 
I. Um bom líder deve saber elogiar e repreender em público. 
II. O líder em uma equipe de obras deve comemorar as conquistas individualmente com o 
realizador. 
III. O bom líder toma as decisões de forma participativa. 
Atribuindo \u201cV\u201d para a afirmação verdadeira e \u201cF\u201d para a afirmação falsa, a 
combinação que se associa às afirmações acima é: 
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a. F, V, F 
b. F, F, V. 
c. V, F, F. 
d. F, V, V. 
e. V, V, V. 
 
 
4) A mão de obra dos operários da construção civil tem algumas características 
marcantes que a diferenciam das demais indústrias, dentre as quais podem ser 
citadas: 
a) Estabilidade. 
b) Altos índices de satisfação. 
c) Alta rotatividade. 
d) Altos salários. 
e) Alta qualificação. 
 
5) Para se medir a produtividade da mão de obra na construção civil uma das 
ferramentas mais eficientes consiste na aplicação de indicadores de produtividade. 
Dentre os indicadores mais comuns, pode-se citar a RUP. Sabendo da importância da 
RUP para a medição da produtividade, explique o que significa a sigla RUP e 
apresente a fórmula utilizada para o cálculo. 
 
 
 
 
 
 
 
6) A RUP depende de diversos fatores que interferem no desempenho da mão de obra 
na construção civil, exceto: 
a) Valor da hora do oficial. 
b) Total de horas utilizadas no trabalho. 
c) Quantidade total de serviço executado. 
d) Período a que se refere a medição. 
e) Total de Homens utilizados no trabalho. 
 
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7) As siglas RUPOF, RUPdir e RUPglob estão relacionadas, respectivamente, a: 
a) Valor da hora do oficial, de todos os envolvidos diretamente com o trabalho e todos 
os envolvidos direta ou indiretamente com o trabalho e com a produção. 
b) Tempo gasto pelo