CAPÍTULO 6 Compatibilização do Projeto com a Execução da Obra2
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CAPÍTULO 6 Compatibilização do Projeto com a Execução da Obra2


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externos 
em relação ao corpo da edificação. 
9. Interferências com contenções vizinhas. 
10. Danos introduzidos nas contenções pelas vibrações resultantes da cravação de 
estacas. 
11. Interferências geométricas entre contenções e sapatas ou blocos de divisa. 
12. Interferências geométricas entre contenções e pilares de divisa. 
13. Infiltrações de água através das contenções, provocando danos em revestimentos de 
paredes de subsolos. 
14. Entupimento de ralos, vazamentos nas tubulações, acúmulo de água e sobrepressão 
nas contenções. 
15. Detalhes / forma de execução de camada de impermeabilização externa às paredes 
de contenção (subsolos). 
16. Interferências com fundações vizinhas. 
17. Recalques diferenciados entre diferentes sistemas de fundação numa mesma obra. 
18. Previsão de recalques para dimensionamento da superestrutura em concreto armado, 
e para adoção de detalhes, visando a prevenir fissuração de alvenarias / deformação de 
caixilhos. 
19. Atuação de momentos fletores nas fundações decorrentes da ação do vento sobre a 
superestrutura, excentricidade de pilares etc. 
20. Previsão de aberturas em vigas de fundação para saída de tubulações enterradas 
para fora do corpo da edificação. 
21. Infiltração de águas pluviais no solo, provocando recalques das fundações. 
22. Recalques de fundação, provocando fissuras em pisos internos e externos. 
23. Recalques diferenciados entre corpo do edifício e anexos, causando ruptura ou outros 
danos da camada de impermeabilização no encontro com o corpo do edifício. 
24. Falta de escoramento residual de andares superiores. 
25. Previsão de contra-flechas em lajes, para prevenir enchimentos excessivos e 
sobrecarga da estrutura. 
26. Detalhes das ligações das alvenarias com pilares, vigas e lajes. 
27. Limitação da deformabilidade de vigas e lajes, visando a prevenir fissuras e 
destacamentos das alvenarias. 
28. Limitação da deformabilidade de lajes e vigas, principalmente de balanços, visando a 
prevenir compressão, destacamentos e fissuras em revestimentos de paredes. 
29. Preparação da superfície do concreto para garantir boa aderência com revestimentos. 
30. Compatibilidade entre vãos livres da estrutura e dimensões dos caixilhos (alturas das 
portas etc). 
31. Limitação da deformabilidade de lajes e vigas, principalmente de balanços, visando a 
prevenir compressão da caixilharia; eventual adoção de detalhes especiais (caixilhos 
telescópicos, ligações deformáveis) para ligação dos caixilhos à estrutura. 
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32. Aberturas em vigas e lajes para passagem de tubulações, construção de shafts. 
33. Fixações elásticas de prumadas, para prevenir danos às instalações pela 
deformabilidade da estrutura. 
34. Adoção de detalhes (buzinotes etc) para evitar lançamento / presença de água nas 
peças estruturais; localização de ralos e grelhas longe do pé de pilares e paredes. 
35. Limitação da deformabilidade de lajes para prevenir fissuras e destacamentos de 
pisos rígidos; juntas de dessolidarização no encontro dos pisos com elementos 
estruturais. 
36. Rebaixos / caimentos de pisos molháveis. 
37. Embutimento da impermeabilização no pé de pilares e paredes. 
38. Rebaixos em terraços para embutimento da impermeabilização. 
39. Detalhes de fixação de forro suspenso sob lajes. 
40. Arranques em laje de cobertura para ancoragem de pilaretes e platibandas. 
41. Modulação, detalhes de amarração entre paredes. 
42. Juntas de controle em paredes muito longas, mudanças de direção ou de espessura 
da parede. 
43. Aparelhamento das alvenarias para reduzir consumo de emboço. 
44. Preparação da base para otimizar aderência do revestimento. 
45. Detalhes da ligação / rejuntamento entre caixilhos e paredes; emprego de vergas e 
contravergas. 
46. Especificação de peitoris para evitar acúmulo de água nas paredes. 
47. Espaço necessário e forma de embutimento de tubos, eletrodutos e caixas nas 
paredes. 
48. Espaços necessários para embutimento e eficiência da isolação térmica em 
tubulações de água quente. 
49. Juntas de dessolidarização no encontro dos pisos com as paredes. 
50. Caimentos dos pisos para evitar acúmulo de água nos encontros com paredes. 
51. Embutimento da impermeabilização no pé das paredes. 
52. Sistema de apoio de forros suspensos nos encontros com paredes. 
53. Isolação térmica de lajes de cobertura, para prevenir fissuração das alvenarias; 
juntas de dilatação em platibandas. 
54. Detalhes que evitem o escorrimento de água pelas paredes de fachada (pingadeiras). 
55. Tipos de emboço e regularidade para aplicação de placas cerâmicas, pedras etc. 
56. Requadramentos, reforço de quinas vivas para evitar esborcinamentos sob impactos. 
57. Modulação / acabamento nos encontros de caixilhos com placas cerâmicas, pedras 
etc. 
58. Especificação de peitoris e pingadeiras para evitar escorrimento de água / manchas 
no revestimento. 
59. Modulação / coplanaridade com caixas de luz, caixas de tomada etc. 
60. Perfeito contato entre emboço e tubos metálicos, para evitar corrosão. 
61. Coplanaridade entre o revestimento e registros, pontos de água ou esgoto nas 
paredes. 
62. Adoção de detalhes (buzinotes etc) para evitar lançamento de água nos 
revestimentos. 
63. Emprego de rodapés nos encontros dos pisos com as paredes. 
64. Tela metálica embutida no revestimento, no encontro da impermeabilização com a 
parede. 
65. Mesma cota da travessa superior dos marcos de portas e janelas. 
66. Eventual embutimento de fiação nos marcos de portas. 
67. Interferência de vasos sanitários ou lavatórios com abertura de portas. 
68. Evitar deságue de águas pluviais nas proximidades de portas. 
69. Modulação / arremate do piso no encontro com porta balcão. 
70. Transpasse da impermeabilização sob soleiras de portas balcão. 
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71. Bitola / raio de curvas / número de fios e cabos para execução da enfiação. 
72. Cruzamentos, sobreposições, proximidade de tubos e eletrodutos. 
73. Possibilidade de infiltração de água em eletrodutos. 
74. Eventual embutimento de tubos e eletrodutos em contrapisos. 
75. Eventuais vazamentos sobre cabinas de força, motores elétricos etc. 
76. Proteção de fios e cabos em forros suspensos. 
77. Fixação de luminárias em forros suspensos. 
78. Bases para fixação de antenas e suportes de para-raios em lajes de cobertura. 
79. Possibilidade de corrosão bimetálica entre componentes das instalações. 
80. Bitolas / pontos de ligação da ventilação para perfeito funcionamento das instalações 
de esgoto. 
81. Eventual infiltração de água de chuva em reservatórios de água potável. 
82. Tubulações na base de paredes, interferindo com dobra da impermeabilização. 
83. Presença de tubulações ou equipamentos sobre laje* de cobertura, dificultando 
execução da impermeabilização. 
84. Fixação de tubulações / eventuais vazamentos de esgoto sobre forro suspenso. 
85. Altura de reservatórios de água dispostos em áticos. 
86. Saídas de tubos de ventilação / ladrão de caixa d'água através das coberturas. 
87. Ventilação das instalações de gás em espaços confinados. 
88. Quantidade, posicionamento e cota de ralos nos encontros com impermeabilização. 
89. Dimensionamento / acoplamento de calhas e condutores em telhados e platibandas. 
90. Soleiras, diferença de cota entre pisos molháveis e não molháveis. 
91. Soleiras, diferenciação de cores entre pisos separados por pequenas diferenças de 
cota. 
92. Adequação de caimentos de contrapisos para o bom desempenho da 
impermeabilização. 
93. Caimento / estanqueidade de pisos para prevenir ocorrência de umidade no forro do 
apartamento inferior. 
94. Altura mínima de lajes/contrapisos para prevenir danos no piso pela fixação de 
luminárias no forro do apartamento inferior. 
95. Juntas de dilatação no piso / juntas de dessolidarização no encontro do piso com 
platibanda executada sobre laje de cobertura.