Nutrição e Saúde
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Nutrição e Saúde


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Nutrição e saúde 92SUMÁRIO
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Nutrição e saúde 93SUMÁRIO
LEGISLAÇÃO QUE GARANTEM O DIREITO À AMAMENTAÇÃO
Lisandra Osório da Rosa
Simone Morelo Dal Bosco
O aleitamento materno é considerado vital para a saúde da mãe e da criança. Frente a isso, órgãos 
públicos mundiais recomendam que as crianças sejam amamentadas exclusivamente com leite materno nos 
primeiros meses de vida. Após o período de seis meses, deve ser oferecida a alimentação complementar 
apropriada e mantido o aleitamento materno até, pelo menos, os dois anos de idade.
Neste capítulo iremos abordar, de forma breve e clara, as leis federativas regentes que garantem o 
direito à amamentação e corroboram com as recomendações da Organização Mundial da Saúde. 
LICENÇA MATERNIDADE
Com as necessidades do mundo atual torna-se imprescindível que a mulher moderna tenha uma 
dupla jornada de trabalho. Para que isto ocorra é necessário que exista um equilíbrio entre o trabalho fora de 
casa e a intensa tarefa de ser mãe. 
A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde preconizam que as crianças sejam 
amamentadas com leite materno exclusivo até o sexto mês de vida. Cabe a legislação de cada país garantir 
a essas mães o direito à licença maternidade e a estabilidade em emprego com contrato de trabalho formal 
(carteira de trabalho), durante o período do aleitamento. 
Em nosso país, a Constituição Brasileira de 1988 - Capítulo II, Artigo 7º, Parágrafo XVIII \u2013 Licença 
Gestante, dispõe da seguinte garantia:
XVIII - licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias;
Junto a isto, cada vínculo trabalhista pode proporcionar seus próprios benefícios que iram auxiliar na 
segurança dos direitos de mãe e trabalhadora. 
As Leis Trabalhistas referentes a esta causa, avigoram a garantia de estabilidade em caso de 
gestação. Estabelecem o tempo de licença atribuído a essas mães para o aleitamento e, em caso se repouso, a 
prolongação do mesmo. 
A legislação dispõe de entidades públicas destinadas, especialmente, aos filhos de mulheres 
empregadas. Tais estabelecimentos devem adotar normas específicas para o acolhimento dessas mães 
empregadoras durante o período de amamentação. 
CLT seção V - DA PROTEÇÃO À MATERNIDADE 
Art. 391 - Não constitui justo motivo para a rescisão do contrato de trabalho da mulher o fato de haver contraído 
matrimônio ou de encontrar-se em estado de gravidez. 
Parágrafo único - Não serão permitidos em regulamentos de qualquer natureza contratos coletivos ou individuais de 
trabalho, restrições ao direito da mulher ao seu emprego, por motivo de casamento ou de gravidez. 
Art. 392. A empregada gestante tem direito à licença-maternidade de 120 (cento e vinte) dias, sem prejuízo do emprego 
e do salário. 
§ 1o A empregada deve, mediante atestado médico, notificar o seu empregador da data do início do afastamento do 
emprego, que poderá ocorrer entre o 28º (vigésimo oitavo) dia antes do parto e ocorrência deste. 
§ 2o Os períodos de repouso, antes e depois do parto, poderão ser aumentados de 2 (duas) semanas cada um, mediante 
atestado médico.
§ 3o Em caso de parto antecipado, a mulher terá direito aos 120 (cento e vinte) dias previstos neste artigo. 
§ 4o É garantido à empregada, durante a gravidez, sem prejuízo do salário e demais direitos:
I - transferência de função, quando as condições de saúde o exigirem, assegurada a retomada da função anteriormente 
exercida, logo após o retorno ao trabalho; 
II - dispensa do horário de trabalho pelo tempo necessário para a realização de, no mínimo, seis consultas médicas e 
demais exames complementares. 
§ 5o (VETADO).
Nutrição e saúde 94SUMÁRIO
Art. 392-A. À empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança será concedida licença-
maternidade nos termos do art. 392, observado o disposto no seu § 5º.
§ 1o (Revogado pela LEI 12.010 DE 2009)
§ 2o (Revogado pela LEI 12.010 DE 2009)
§ 3o (Revogado pela LEI 12.010 DE 2009)
§ 4o A licença-maternidade só será concedida mediante apresentação do termo judicial de guarda à adotante ou guardiã. 
Art. 393 - Durante o período a que se refere o art. 392, a mulher terá direito ao salário integral e, quando variável, 
calculado de acordo com a média dos 6 (seis) últimos meses de trabalho, bem como os direitos e vantagens adquiridos, 
sendo-lhe ainda facultado reverter à função que anteriormente ocupava. 
Art. 394 - Mediante atestado médico, à mulher grávida é facultado romper o compromisso resultante de qualquer 
contrato de trabalho, desde que este seja prejudicial à gestação.
daiana
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excelente conteúdo!
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Daniella
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Muito bom!
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Nanda
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show de bola
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