Resumo Direito Constitucional   Aula 06
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Resumo Direito Constitucional Aula 06


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A assertiva está incorreta, porque o processo do TJ é que fica suspenso 
aguardando a decisão do STF. 
C De acordo com a CF, o monopólio do exercício do controle abstrato de 
normas estaduais e municipais perante as cortes estaduais é do chefe do MP 
estadual. 
R: Afirmativa errada, visto que não pode ser dada atribuição a um único órgão 
para a propositura da ação em controle abstrato. 
D. A jurisprudência do STF é pacífica no sentido de que os TJs estaduais 
poderão exercer o controle de constitucionalidade de leis e demais atos 
normativos municipais em face da CF. 
R: Afirmativa errada, pois o controle concentrado estadual usa a CE como 
parâmetro e não a CRFB. 
E. Segundo jurisprudência majoritária do STF, a decisão proferida em sede de 
recurso extraordinário interposto contra decisão de mérito proferida em 
controle abstrato de norma estadual de reprodução obrigatória da CF possui 
eficácia erga omnes. 
 Direito Constitucional 
Data: 21/09/2011 
O presente material constitui resumo elaborado por equipe de monitores a partir da aula 
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R: correta 
 
PFN - 2004 
95- Assinale qual dos instrumentos abaixo não pode ser meio de controle de 
constitucionalidade em abstrato no Supremo Tribunal Federal: 
a) Recurso extraordinário 
b) Ação declaratória de constitucionalidade 
c) Argüição de descumprimento de preceito fundamental 
d) Ação rescisória 
e) Ação direta de inconstitucionalidade proposta por Confederação Sindical 
R: letra \u201cd\u201d. 
 
UnB/CESPE \u2013 TRF 5.ª Região / Cargo: Juiz Federal Substituto da 5.ª Região 
No controle difuso de constitucionalidade, o Poder Judiciário, ao solucionar um 
litígio, incidentalmente, deve analisar a constitucionalidade da lei no caso 
concreto. Nesse tipo de controle, por via de exceção ou defesa, não se faz 
necessária a indicação do dispositivo constitucional violado pela norma 
considerada incompatível, porque toda e qualquer declaração de 
inconstitucionalidade possui causa de pedir aberta, que permite examinar a 
questão por fundamento diverso daquele alegado por qualquer dos litigantes. 
R: Questão incorreta, pois é necessária a indicação do dispositivo constitucional 
violado: o parâmetro do controle tem que ser apresentado, o que não exclui a 
causa de pedir aberta. 
 
TRF 2° Região \u2013 Juiz Federal Substituto \u2013 IX Concurso 
33ª QUESTÃO: Lei federal instituidora de tributo cobrado ao longo de dois anos 
tem sua constitucionalidade questionada perante o Supremo Tribunal Federal, 
por meio de ação direta. Aponte, de forma objetiva, as consequências jurídicas 
das duas hipóteses a seguir: (i) revogação da lei tributária antes do julgamento da 
ação (ii) reconhecimento, pelo STF, da inconstitucionalidade da lei. 
R: Se a lei foi revogada antes do julgamento da ação, esta restará prejudicada. Se 
o STF declara a lei inconstitucional, ela será nula desde a origem, devendo-se 
devolver o que foi paga o título de tributo ao contribuinte. 
 
1.3. Cautelar na ADI 
 Direito Constitucional 
Data: 21/09/2011 
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Tem por fundamento o art. 102, I, \u201cp\u201d, CRFB e está disciplinada do art. 10 ao 
12, Lei 9.868/99. 
CRFB, Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda 
da Constituição, cabendo-lhe: 
I - processar e julgar, originariamente: 
p) o pedido de medida cautelar das ações diretas de inconstitucionalidade; 
 
Lei 9.868/99, Art. 10. Salvo no período de recesso, a medida cautelar na ação 
direta será concedida por decisão da maioria absoluta dos membros do Tribunal, 
observado o disposto no art. 22, após a audiência dos órgãos ou autoridades dos 
quais emanou a lei ou ato normativo impugnado, que deverão pronunciar-se no 
prazo de cinco dias. 
§ 1o O relator, julgando indispensável, ouvirá o Advogado-Geral da União e o 
Procurador-Geral da República, no prazo de três dias. 
§ 2o No julgamento do pedido de medida cautelar, será facultada sustentação 
oral aos representantes judiciais do requerente e das autoridades ou órgãos 
responsáveis pela expedição do ato, na forma estabelecida no Regimento do 
Tribunal. 
§ 3o Em caso de excepcional urgência, o Tribunal poderá deferir a medida cautelar 
sem a audiência dos órgãos ou das autoridades das quais emanou a lei ou o ato 
normativo impugnado. 
Art. 11. Concedida a medida cautelar, o Supremo Tribunal Federal fará publicar 
em seção especial do Diário Oficial da União e do Diário da Justiça da União a 
parte dispositiva da decisão, no prazo de dez dias, devendo solicitar as 
informações à autoridade da qual tiver emanado o ato, observando-se, no que 
couber, o procedimento estabelecido na Seção I deste Capítulo. 
§ 1o A medida cautelar, dotada de eficácia contra todos, será concedida com 
efeito ex nunc, salvo se o Tribunal entender que deva conceder-lhe eficácia 
retroativa. 
§ 2o A concessão da medida cautelar torna aplicável a legislação anterior acaso 
existente, salvo expressa manifestação em sentido contrário. 
Art. 12. Havendo pedido de medida cautelar, o relator, em face da relevância da 
matéria e de seu especial significado para a ordem social e a segurança jurídica, 
poderá, após a prestação das informações, no prazo de dez dias, e a manifestação 
do Advogado-Geral da União e do Procurador-Geral da República, sucessivamente, 
no prazo de cinco dias, submeter o processo diretamente ao Tribunal, que terá a 
faculdade de julgar definitivamente a ação. 
 
1.3.1. Finalidade da Cautelar 
 Direito Constitucional 
Data: 21/09/2011 
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A cautelar tem por finalidade suspender a eficácia da norma. Alguns autores 
questionam a natureza jurídica desta decisão, entendendo-a como tutela antecipada. 
No entanto, tanto a CRFB, como a lei e o STF utilizam o termo cautelar. 
 
1.3.2. Concessão da Cautelar 
Ocorre por maioria absoluta, desde que presentes, no mínimo, 8 ministros. 
Excepcionalmente, em caso de férias coletivas, ou recesso, a cautelar poderia 
ser concedida pelo presidente do STF e, após, referendada pelo Congresso Nacional. 
 
1.3.3. Pressupostos da Cautelar 
1) Urgência;