Apostila Administração de Materiais concurso Polícia Federal
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Apostila Administração de Materiais concurso Polícia Federal


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Para a Sua Realização 7
5ª fase: executar análises de engenharia, executar análises de perfor-
mance, executar análise de processos de manufatura, análise detalhada de 
custos. 
6ª fase: produzir e testar o protótipo 
7ª fase: produção, testes e feedback do cliente. 
1ª fase: Por Onde começar? 
Missão da Empresa: É o que ela se propõe ser dentro da estratégia 
de atuação. 
Desejo do Consumidor: Aquilo que o cliente deseja receber como re-
sultado de uma transação com a empresa (QFD \u2013 Quality Function De-
ployment \u2013 Desdobramento da Função Qualidade \u2013 para se identificar a 
real necessidade do cliente) 
Oportunidade Gerada: Vale a pena nós empresa nos esforçarmos pa-
ra atender essa ou aquela necessidade? 
Time de Desenvolvimento: Temos time pra isso? Podemos utilizar o 
conceito de Engenharia Simultânea? \u2013 participação de todas as áreas 
funcionais da empresa no projeto do produto. 
Benchmarking: não se partir do zero para se resolver um problema na 
empresa. E sim estudar as soluções de problemas similares nas empresas 
de sucesso em sua categoria. 
2ª fase: Desenvolvimento Conceitual do Produto 
Definição dos requisitos funcionais do produto: Pra que Serve? 
Qual sua função principal e secundária? Quais as funções de troca e esti-
ma? 
Definição dos requisitos de engenharia: Quais os projetos mais indi-
cados para fabricar com qualidade? 
Estabelecimento do Cronograma: Qual equipe? Quais atividades? 
Quais expectativas do mercado? 
3ª fase: Integração dentro da Metodologia 
Múltiplos Conceitos: desenvolvimento de hipóteses alternativas (bra-
instorming) -- para livrar-se de paradigmas 
Análises Preliminares: para permitir decisões intermediárias. 
Seleção de Soluções: definir as alternativas mais viáveis sob todos os 
aspectos. 
4ª fase: Aprimorando o Conceito do Produto 
Projeto Completo e Detalhado: 
Seleção de Materiais: 
Determinação do Método de Produção: 
Análises Preliminares de Custo: Permitirá o Calculo do Retorno do 
Investimento 
ATENDE AS NECESSIDADES DO CLIENTE? Passemos a 5ª fase. 
5ª fase: A Fase das Análises 
executar análises de engenharia: pensar desde a manufatura dos 
componentes até a montagem final, desde o desempenho nas mãos do 
consumidor até os problemas que poderão ocorrer com o tempo de uso 
executar análises de performance: confecção de protótipos 
executar análise de processos de manufatura: simulações de pro-
cessos produtivos 
análise detalhada de custos: 
6ª fase: produzir e testar o protótipo 
7ª fase: produção, testes e feedback do cliente. 
RESPONDER: O projeto conseguiu atender as necessidades do clien-
te? O produto é aquilo que o cliente quer? 
Deve ser rápido, pois o que o cliente QUERIA poder não ser mais o 
que ele QUER. 
Medida de Desempenho 
Maneira de medir o desempenho de uma determinada área, e de agir 
sobre os desvios em relação aos objetivos traçados. 
A mensuração deve possibilitar uma tomada de ação e deve ser com-
preendida por todos os membros, aceita pelas pessoas envolvidas e orien-
tada pra resultados. 
Clientes: estão satisfeitos? 
Processo produtivo: tempo de ciclo, qualidade do produto/serviço, 
desempenho de custos, entregas. 
Fornecedores: nível de qualidade das entregas, quantidades, mix de 
produtos; 
Recursos financeiros: rentabilidade 
Recursos humanos: nível de absenteísmo, sugestões. 
Avaliação da Eficácia de uma medida de Desempenho: 
É coletada a partir de dados precisos e completos? 
Realmente interessa a empresa ou é só mais um número? 
Não irá confundir as pessoas? 
Será entendida por todos? 
É direta e especifica? 
Quais os índices de medida? 
Grau de reclamações é pouco, as pessoas podem simplesmente deixar 
de comprar. 
Calculo de giro de estoque 
Estoque em processo 
Lead time (tempo necessário para execução de uma atividade) 
Produto acabado em estoque 
Eficácia de entregas 
Ordens de compras auditadas 
Gastos totais do setor de compras 
Total de itens entregue 
Numero de pessoas contratadas x entrevistadas 
Numero de pessoas contratadas x dispensas 
Horas de treinamento x horas trabalhadas 
Sinal de Demanda 
É a forma sob a qual a informação chega a área de compras para de-
sencadear o processo de aquisição de bens materiais ou patrimoniais. 
No caso de bens Patrimoniais: o sinal vem em forma de estudo de 
viabilidade de necessidade de expansão 
No caso de Recursos Materiais: just-in-time, reposição, solicitação de 
compras, etc... 
Solicitação de Compras 
MRP (Planejamento das Necessidades de Materiais \ufffd é uma forma 
de se prever o que se vai comprar. (software) Ex: fabrica que precisa de 8 
componentes para se montar seu produto final. 
Just-In-Time 
Sistema de Reposição Periódica \ufffd Ex: compras das limpadoras 
quanto a produto de limpeza, onde uma vez por mês levanta-se o que tem 
em estoque e compram o que falta. 
Sistema de Ponto de Pedido \ufffd Quando o estoque alcançar o quan-
tidade X emite-se um novo pedido. 
Caixeiro-Viajante \ufffd Vendedor levanta o estoque do seu cliente e jun-
tam formam o novo pedido. 
Contratos de Fornecimento \ufffd\ufffd\ufffd\ufffd via EDI (compras do Pão de Açúcar e 
Carrefour). 
Procedimentos 
Necessidade do setor \ufffd Pedido ao dep, de compras \ufffd Cotação \ufffd 
análise de dados dos futuros fornecedores \ufffd Opção \ufffd Aprovação da 
Direção \ufffd Contato do fornecedor pelo dep. De compras. 
Comakership 
Relação de confiança entre fornecedor e empresa, onde o fornecedor 
auxilia no projeto, e em troca ganha espaço para fornecimento exclusivo. 
Ex; assistente técnico à disposição da Shincariol. 
Passo 1 \u2013 Abordagem Convencional \ufffd prioriza o preço. 2 partes 
adversárias, onde quem pode mais impõe suas condições, a empresa 
desconfia da qualidade do fornecedor e inspeciona tudo. 
Passo 2 \u2013 Melhoria da Qualidade \ufffd Dá-se prioridade a qualidade. É 
o inicio de um relacionamento mais duradouro, com uma certa confiança 
recíproca. Reduz-se o numero de fornecedores. 
Passo 3 \u2013 Integração Operacional \ufffd prioriza o controle de proces-
sos. Participação do fornecedor no projeto do produto e do processo. Os 2 
fazem investimentos comuns, com investimento do próprio cliente. 
Passo 4 \u2013 Integração Estratégica \ufffd parceria nos negócios. Com ge-
renciamento comum, fornecimentos sincronizados e qualidade assegurada. 
2 Gestão de estoques. 
ESTOQUES 
Natureza dos Estoques 
Estoque é a composição de materiais - materiais em processamento, 
materiais semi-acabados, materiais acabados - que não é utilizada em 
determinado momento na empresa, mas que precisa existir em função de 
futuras necessidades. Assim, o estoque constitui todo o sortimento de 
materiais que a empresa possui e utiliza no processo de produção de seus 
produtos/serviços. 
Os estoques podem ser entendidos ainda, de forma generalizada, co-
mo certa quantidade de itens mantidos em disponibilidade constante e 
renovados, permanentemente, para produzir lucros e serviços. São lucros 
provenientes das vendas e serviços, por permitirem a continuidade do 
processo produtivo das organizações. 
Representam uma necessidade real em qualquer tipo de organização 
e, ao mesmo tempo, fonte permanente de problemas, cuja magnitude é 
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Administração de Recursos Materiais A Opção Certa Para a Sua Realização 8
função do porte, da complexidade e da natureza das operações da produ-
ção, das vendas ou dos serviços. 
A manutenção dos estoques requer investimentos e gastos muitas ve-
zes elevados. Evitar sua formação ou, quando muito, tê-los em número 
reduzido de itens e em quantidades mínimas, sem que, em contrapartida, 
aumente o risco de não ser satisfeita a demanda dos usuários ou dos 
consumidores em geral, representa um ideal conflitante com a realidade do 
dia-a-dia e que aumenta a importância da sua