Sapatas
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Sapatas


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ctm
mín,sw =
\u22c5
== cm2/m 
 
 Espaçamento máximo: 
 
 0,67VRd2 = 3.940 kN > VSd 
 
 s \u2264 0,6d \u2264 0,6 . 80 \u2264 48 cm \u2264 30 cm \u2192 s \u2264 30 cm 
 
 Espaçamento máximo entre ramos verticais: 
 
 0,2VRd2 = 1.176 kN < VSd 
 
 st \u2264 0,6d \u2264 48 cm \u2264 35 cm \u2192 st \u2264 35 cm 
 
 Fazendo estribo \u3c6 6,3 mm com 6 ramos (6 . 0,31 = 1,86 cm2): 
 
 1856,0
s
86,1
= \u2192 s = 10 cm < 30 cm 
 
 st = 200/5 = 40 cm \u2248 st,máx = 35 cm (como a armadura transversal é a mínima, será aceito 
um espaçamento um pouco superior para st). 
 
g) Detalhamento das armaduras (Figura 124) 
 
 
UNESP \u2013 Bauru/SP \u2013 Sapatas de Fundação 111
P2
N1 - 80 c/10
70
70
20
0
N
1 
-
 
80
 
Ø
12
,
5 
C 
=
 
34
0
N2 - 80 c/10
N3 - 2 x 80 c/10
N4 - 17 Ø20 C = N5 - 6 Ø8
N6 - 2 x 4 Ø6,3 CORR
N7 - 10 Ø8 C = N8 - 21 Ø12,5 C =
70
75
202
77
N2 - 80 Ø6,3 C =
40
77
N3 - 160 Ø6,3
21 N8
4 N6
17 N4
 
Figura 124 \u2013 Esquema do detalhamento das armaduras da sapata. 
 
 
Atividade de casa: alterar o projeto da sapata fazendo uma viga de rigidez entre os dois pilares. 
Comparar o consumo de materiais (concreto e aço) entre as duas soluções. A altura da sapata (85 
cm) pode ser alterada. 
 
 
9. QUESTIONÁRIO 
 
1) Definir resumidamente: fundação superficial, sapata, sapata isolada, sapata corrida, sapata 
associada, sapata com viga de equilíbrio, sapata excêntrica de divisa sem viga de equilíbrio. 
Exemplificar com desenhos. 
2) Por que a razão entre o lado maior e o lado menor de uma sapata isolada deve ser mantido até 
2,5? 
3) Por que é interessante fazer os balanços iguais nas sapatas isoladas? Isso é obrigatório? 
4) Apresente o critério da NBR 6118 para a definição da rigidez da sapata. Compare com o 
critério do CEB-70. 
5) Estude e descreva o comportamento estrutural das sapatas rígidas e flexíveis. 
6) Por que não ocorre ruptura por punção nas sapatas rígidas? 
7) Em que situações a NBR 6118 indica a aplicação das sapatas flexíveis? 
8) A distribuição das tensões da sapata no solo é um assunto complexo, e depende de diversos 
fatores. Recomendo que seja estudada num livro de Fundações (Mecânica dos Solos). 
Procure saber as simplificações que são feitas em função da sapata ser rígida ou flexível e 
das características do solo (rocha, areia, argila, etc.). 
UNESP \u2013 Bauru/SP \u2013 Sapatas de Fundação 112
9) Sobre o processo de cálculo do CEB-70, mostre como é calculado o momento fletor na 
sapata. Qual o carregamento considerado? Analise os casos de sapata sem e com momentos 
fletores. 
10) Descreva os processos para ancoragem da armadura positiva. 
11) Sobre o processo de cálculo do CEB-70, mostre como é calculada a força cortante de 
referência. 
12) Por que a NBR 6118 manda verificar a superfície crítica C? Quando? 
13) Por que a NBR 6118 manda verificar a superfície crítica C\u2019 ? Quando? 
14) Explique resumidamente o método das bielas. Em que tipo de sapata pode ser aplicado? 
15) Analise as diversas situações de tensão, diagrama de pressão no solo, etc., no caso de sapatas 
com momentos fletores aplicados. 
16) No caso de sapatas flexíveis, geralmente o cálculo é feito fazendo-se uma analogia com quais 
elementos estruturais? Como são calculados os momentos fletores e forças cortantes? 
17) Que verificação é extremamente importante de ser feita nas sapatas flexíveis? E nas sapatas 
corridas? 
18) Quais processos de cálculo podem ser aplicados no dimensionamento das sapatas rígidas? E 
no caso das sapatas flexíveis? 
19) Como são consideradas as duas dimensões no cálculo das sapatas corridas? Qual é e como é 
disposta a armadura principal? E a armadura secundária? 
20) Foi proposto um exercício de sapata corrida sob muro de divisa (p. 71.7). Não deixe de fazer, 
esse tipo de sapata é muito comum na prática. Alguns dados numéricos não foram 
fornecidos, propositadamente: procure, ou adote quando for o caso. Dúvidas? o Professor 
está esperando-o! 
21) Quando é necessário verificar o equilíbrio das sapatas quanto ao tombamento e 
escorregamento? Não esqueça de fazer essas verificações no exercício da sapata corrida da 
questão anterior. 
22) Quando e como verificar o escorregamento das armaduras de flexão nas sapatas? 
23) Por que fazer viga alavanca em pilar de divisa? 
24) Como é feito o dimensionamento da viga alavanca? 
25) No caso da sapata de divisa com viga alavanca, como é feito seu cálculo, em que direção? 
26) Na sapata excêntrica de divisa sem viga alavanca, qual a largura máxima indicada? Quais os 
casos de pressão no solo? Como a estrutura deve equilibrar a sapata? 
27) Na sapata excêntrica de divisa sem viga alavanca, em quais casos pode ser recomendado 
colocar vigas na sapata? 
28) Quais as preocupações básicas no projeto de uma sapata associada? 
29) É recomendado o projeto de uma viga de rigidez nas sapatas associadas? Por que? 
30) Como é dimensionada a viga de rigidez nas sapatas associadas? E a sapata na direção normal 
à viga de rigidez? 
 
 
10. RERERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
ALONSO, U.R. Exercícios de fundações. São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 1983. 
 
ALONSO, U.R. Dimensionamento de fundações profundas. Ed. Edgard Blücher, 1989. 
 
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and commentary, Committee 318, ACI 318-05, Detroit, 2005. 
 
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Carlos, EESC/USP, 1989. 
 
UNESP \u2013 Bauru/SP \u2013 Sapatas de Fundação 113
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Procedimento, NBR 6118. Rio de Janeiro, ABNT, 2003, 221p. 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto e execução de fundações, 
NBR 6122. Rio de Janeiro, ABNT, 2010, 91p. 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Ações e segurança nas estruturas \u2013 
Procedimento, NBR 8681. Rio de Janeiro, ABNT, 2003. 
 
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estruturas, NBR 7808. Rio de Janeiro, ABNT, 1983. 
 
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à l\u2019exécution des semelles de fondation. Bulletin d\u2019Information n.73. Paris, 1970. 
 
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CEB Bulletin d\u2019Information, n. 204, 1991. 
 
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UNESP \u2013 Bauru/SP \u2013 Sapatas