FUNDAMENTOS DE METEOROLOGIA
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FUNDAMENTOS DE METEOROLOGIA


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e Química: 
\uf0d8 Processos termodinâmicos; 
\uf0d8 Composição e estrutura da atmosfera; 
\uf0d8 Propagação da radiação electromagnética e ondas acústicas através da 
atmosfera; 
\uf0d8 Processos físicos envolvidos na formação de nuvens e precipitação; 
\uf0d8 Electricidade atmosférica, 
\uf0d8 Reacções físico-químicas dos gases e partículas, etc. 
 
Dentro da Meteorologia Física tem se desenvolvido o campo da 
aeronomia, que trata exclusivamente com fenómenos na alta 
atmosfera. 
 
Ramos 
Meteorologia 
Meteorologia Sinóptica 
Está relacionada com: 
\uf0d8 a descrição e, análise do tempo numa região maior, 
\uf0d8 no mesmo instante (previsão do tempo). 
\uf071 Na sua origem era baseada em métodos empíricos desenvolvidos 
na 1ªmetade do século XVIII; 
\uf071 seguindo a implantação das primeiras redes de estações que 
forneciam dados simultâneos (ou sinópticos) do tempo sobre 
grandes áreas; 
\uf071 Actualmente utiliza os conhecimentos gerados nas diversas 
disciplinas da Meteorologia, em especial a Meteorologia 
Dinâmica. 
 
Ramos 
Meteorologia 
Meteorologia Dinâmica 
\u2022 também trata dos movimentos atmosféricos e sua evolução 
temporal; 
\u2022 ao contrário da Meteorologia Sinóptica, sua abordagem é baseada 
nas leis da Mecânica dos Fluidos e da Termodinâmica. 
\u2022 É a base dos actuais modelos atmosféricos de previsão do tempo 
nos principais centros globais ou regionais de previsão do tempo. 
\u2022 Sua principal ferramenta é o computador. 
 Com a crescente sofisticação dos métodos de análise e 
previsão do tempo a distinção entre a Meteorologia Sinóptica 
e Dinâmica está rapidamente diminuindo. 
Ramos 
Meteorologia 
Meteorologia Observacional 
\u2022 Estabelece normas e padrões de observação e registo 
de dados meteorológicos. 
Por exemplo: 
\u2022 a hora em que a leitura da precipitação acumulada em 
24 horas; 
\u2022 a hora em que a leitura da temperatura máxima ou 
mínima é efectuada. 
Ramos 
Meteorologia 
Meteorologia Instrumental 
 
\uf0d8Estuda os instrumentos de observação; e 
\uf0d8 registo das observações meteorológicas. 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Meteorologia Tropical ou de baixas latitudes : 
\uf0d8 furacões ou ciclones tropicais; 
\uf0d8tempestades de areia; 
\uf0d8Desertos; 
\uf0d8interacção Oceano-Atmosfera, El Niño; 
\uf0d8 ventos alísios e monsónicos;e 
\uf0d8 todos fenómenos atmosféricos que ocorrem na 
regiãotropical (entre 5o e 30o de latitude Norte ou 
Sul). 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Meteorologia de Latitudes Medias: 
\uf0d8entre 30o e 60º Norte e Sul; 
\uf0d8 massas de ar ou frentes; 
\uf0d8 ciclones extra-tropicais; 
\uf0d8 geadas; 
\uf0d8 neve; 
\uf0d8correntes de jacto; 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Meteorologia Regional: 
\uf0d8brisa marítima; 
\uf0d8 circulação de vales e montanhas; 
\uf0d8 "ilhas de calor" urbanas; 
\uf0d8 efeitos topográficos; e 
\uf0d8 nevoeiros. 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Micro-Meteorologia: 
\uf0d8Fenómenos com uma escala espacial até 100 
metros; 
\uf0d8interacções Superfície-Atmosfera; 
\uf0d8 fluxos de calor e massas; 
\uf0d8 estabilidade atmosférica. 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Meteorologia de Meso-Escala: 
\uf0d8 Fenómenos severos que ocorrem em períodos de até 1 a 2 
dias em regiões localizadas, de 2 até 2000km (Orlanski, 
1975): 
\uf071tornados; 
\uf071"micro-explosão\u201c; 
\uf071chuvas intensas; 
\uf071 ventos fortes; e 
\uf071 linhas de instabilidade. 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Meteorologia Aeronautica: 
\uf0d8 apoio a operações de pouso e descolagem; 
\uf0d8 planeamento de rotas de voo; e 
\uf0d8 localização de aeroportos. 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Meteorologia Marinha: 
\uf0d8estudos de interacção Ar-Mar (Oceano-
Atmosfera); 
\uf0d8previsão de marés e ondas; 
\uf0d8 planeamento de rotas. 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Meteorologia Ambiental: 
\uf0d8estudos e controle de poluição atmosférica; 
\uf0d8 planeamento urbano. 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Agro-Meteorologia: 
\uf0d8projectos agrícolas; 
\uf0d8 plantio e colheitas; 
\uf0d8 produtividade; 
\uf0d8 novas espécies. 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Hydro-Meteorologia: 
\uf0d8planeamento e gestão de reservatórios de 
água; 
\uf0d8 controle de enchentes; e 
\uf0d8abastecimento. 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Bio-Meteorologia: 
\uf0d8influência do tempo sobre a saúde; 
\uf0d8 reacções e modo de vida do homem, animais 
e plantas 
\uf071Conforto climático 
Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Radio-Meteorologia: 
Propagação de micro-ondas em enlaces de: 
\uf0d8 telecomunicações; 
\uf0d8 quantificação e monitoramento da precipitação; 
\uf0d8deslocamento de tempestades 
\uf0d8com recurso ao Radar Doppler, etc. 
 
 Ramos 
Meteorologia 
Ramos da Meteorologia 
Meteorologia por Satelite: 
Uso de satélite para: 
\uf0d8 previsão; 
\uf0d8 balanços de energia; 
\uf0d8 ventos; 
\uf0d8 medição/previsão precipitação; 
\uf0d8 estrutura térmica; e 
\uf0d8quantidade de vapor d'água na atmosfera; 
\uf0d8 estudos de recursos naturais e produtividade agrícola. 
 
 
 
Ramos 
Meteorologia 
Distribuição vertical da massa da atmosfera 
Figura : esboço da distribuição da massa atmosférica com a altitude. 
Master 
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Lei dos Gases 
\u201cA pressão exercida e proporcional a sua densidade e a 
temperatura absoluta\u201d. 
\uf0d8 Consequência: 
\uf071 Aumento de T ou \u3c1 aumento de p (se \u3c1 ou T = const.); 
\uf071 Se p = const./ decréscimo de T aumento de \u3c1; Vice-versa. 
NA ATMOSFERA: 
\uf071 A dependência p em relação a T e \u3c1 e complexa. 
\uf071 Volume (V) do ar pode variar; 
\uf071 Variações de T afectam \u3c1 do ar (\u3c1 ~ 1/T). 
 Com base na lei dos gases, aumento de T não e 
normalmente acompanhado por aumento de p; ou 
decréscimo de T não esta usualmente associado a 
pressões mais baixas. 
MASTER 
Superfícies Isobáricas MASTER 
A 
900 hPa 
850 hPa 
800 hPa 
750 hPa 
700 hPa 
650 hPa 
950 hPa 
B 
Crista 
Cavado/ depressão 
\uf071 Pontos vizinhos de A: teem p <; 
\uf071 Vizinhos de B: teem p >> 
Cartas Isobáricas MASTER 
B \u2013 e Centro de baixa pressão; 
A \u2013 e região de alta pressão; se fosse fechado seria centro 
de Alta pressão. 
Redução da Pressão ao NMM MASTER 
To 
TS 
NMM 
H 
Orvalho MASTER 
\uf071Forma-se em 
noites claras, 
quando os objectos 
apresentam 
superfície esfriadas 
abaixo do ponto de 
orvalho. 
 
\uf071Se a temperatura 
baixar mito mais, as 
gotas de agua 
podem congelar. 
Neblina MASTER 
\uf071A RH do ar frio acima do lago forma uma camada de Neblina. 
Nuvens Altas MASTER 
Cirrus, Ci 
Cirrostratus, Cs Cirrocumulus, Cc 
Nuvens Medias MASTER 
Altocumulus, Ac Altostratus, As 
Nuvens Baixas MASTER 
Nimbostratus, Ns Stratocumulus, Sc Stratus, St 
Nuvens de Desenvolvimento Vertical MASTER 
Cumulus, Ns Cumulus Congestus, Sc Cumulonimbus, 
Resumo das Nuvens Básicas MASTER 
Ciclione e Anti-ciclone MASTER 
Ciclone: a parcela de ar tende a entrar 
no centro de baixa pressão (L). 
\uf071PGF \u2013 forca gradiente de pressão; 
\uf071CF \u2013 forca de coriolis 
 
Anti-Ciclone: a parcela de ar tende a 
sair do centro de Alta pressão (H). 
\uf071PGF \u2013 forca gradiente de pressão; 
\uf071CF \u2013 forca de coriolis