Historia da Arte 2007 LIVRO
88 pág.

Historia da Arte 2007 LIVRO


DisciplinaHistória da Arte I3.788 materiais136.519 seguidores
Pré-visualização27 páginas
vertical é maior que a horizontal.
CRUZEIRO \u2013 Área de intersecção entre o transepto e a nave, geralmente encimada por torre-lan-
terna ou uma cúpula.
DEAMBULATÓRIO - Corredor semicircular atrás da abside nas basílicas; nave anular em torno 
do espaço central nas igrejas de planta centrada e a colunata ou arcada coberta em torno do pátio 
central dos claustros.
DIORITE OU DIORITA \u2013 Rocha vulcânica, extremamente dura, geralmente escura.
DÓLMEN \u2013 Palavra de origem celta, que signifi ca mesa. Construção megalítica pré-histórica, 
possivelmente monumento funerário. O dólmen é formado por duas ou mais pedras verticais en-
cimadas por uma pedra horizontal.
ENCÁUSTICA \u2013 Técnica de pintura com pigmentos diluídos em cera derretida.
ENTABLAMENTO \u2013 Parte de uma ordem arquitetônica. Coroamento da fachada, onde se assen-
ta o travejamento. Parte assentada sobre a coluna, composta por : arquitrave, friso e cornija.
ESFINGE \u2013 Animal fantástico híbrido com cabeça humana e corpo de leão. Na mitologia grega 
aparece com cabeça e seios femininos, corpo de leão e asas de águia.
ESTELA \u2013 Palavra grega (Stela) que signifi ca bloco de pé. Bloco de pedra colocado verticalmente, 
geralmente com relevos, inscrições ou pintura.
ESTILO ARTÍSTICO - Conjunto de tendências e características formais, temáticas, estéticas etc., 
que identifi cam ou distinguem uma obra ou um artista, ou determinado período ou movimento.
FACHADA \u2013 Frente principal, portada, face da entrada de uma construção.
FRISO \u2013 Faixa contínua de ornamentação pintada ou esculpida.
FRONTÃO \u2013 Elemento construtivo de formato triangular que fecha os telhados.
FUSTE \u2013 Parte vertical alongada de uma coluna, seu corpo ou trinco, entre a base e o capitel.
HALO \u2013 O mesmo que auréola.
HIERATISMO - Diz-se dos estilos tradicionais de arte egípcia e grega, das formas rígidas e 
majestosas.
ILUSIONISMO \u2013 Técnica de criar percepção ilusória da realidade, como a perspectiva em repre-
sentações bidimensionais.
História da Arte 81
JACENTE \u2013 Estátua funerária em posição deitada, no tampo de um sarcófago.
KORÉ \u2013 Estátua feminina da escultura grega no período arcaico.
KOURO - Estátua masculina da escultura grega no período arcaico.
KUDURRU \u2013 É uma espécie de marco demarcador de fronteira usado pelos cassitas, composto 
com fi guras e inscrições.
LEKYTHOS - pequenos jarros para azeite, usados como oferendas funerárias.
MASTABA \u2013 Túmulo egipcio de formato trapezoidal. 
MANDORLA - Forma luminosa que envolve totalmente fi guras divinas ou santas, como sinal de 
distinção.
MEGALITO \u2013 Grande bloco de pedra.
MEGARON \u2013 Sala principal do Palácio na cultura egéia, sala de audiencia.
MENIR OU MENHIR \u2013 Construção megalítica pré-histórica, bloco de pedra colocado vertical-
mente, decorado ou não. Parece ter sido uma espécie de marco. Palavra de origem bretã signifi can-
do pedra comprida.
NARTÉX \u2013 Galeria ou pórtico interior, à entrada de uma igreja. Inicilmente era o lugar destinado 
aos catecúmenos (os não batizados).
NAVE \u2013 Espaço longitudinal central das igrejas cristãs, desde a entrada à capela-mor.
NIKÉ \u2013 Personifi cação da Vitória. Representada como uma mulher alada.
NIMBO \u2013 O mesmo que auréola.
OBELISCO \u2013 Monolito de base quadrangular, que se estreita de baxo para cima, fi nalizando numa 
pequena pirâmide.
ORDEM ARQUITETÔNICA \u2013 
PALETA \u2013 Conjunto de cores usadaS por um pintor.
PANTHEON \u2013 Templo dedicado a todos os deuses.
PERISTILO \u2013 Pátio 
PERSPECTIVA \u2013 Técnica para representar tridimensionalidade (relações espaciais e objetos) numa 
superfície plana, bidimensional.
PIGMENTO \u2013 Cor. Substância colorida extraída de matérias orgânicas ou minerais. Atualmente 
muitos deles são sintéticos.
PILAR \u2013 Elemento arquitetônico, suporte vertical retangular, podendo ter base e capitel. Como as 
colunas pode ser adossado ou embebido.
PINTURA A ÓLEO \u2013 Técnica de pintura executada com pigmentos misturados com óleo (linha-
ça, noz, etc.), aplicados sobre uma superfície como madeira, tela ou papel.
PUTTI \u2013 Plural de putto. 
PUTTO \u2013 Representação de crianças nuas, muitas vezes aladas. Tema decorativo recorrente na 
Arte Clássica e no Renascimento. Quando trazem arco e fl echa, personifi cam o Amor e são cha-
mados de Cupido ou Amoretto.
SARCÓFAGO \u2013 Grande arca funerária para se colocar o corpo do defunto. Geralmente em pedra, 
decorado com relevos e inscrições.
SFUMATTO \u2013 Gradações delicadas de luz e sombra na composição das fi guras.
FTC EaD | HISTÓRIA82
TÊMPERA \u2013 Técnica de pintura na qual as tintas são preparadas com pigmentos misturados com 
gema de ovo e água. 
TERMA \u2013 Local para os banhos públicos. 
TERRACOTA \u2013 Argila cozida no forno a temperatura elevada.
TRANSEPTO \u2013 Espécie de nave transversal das igrejas basilicais, cortando a nave 
perpendicularmente.
VÊNUS ESTEATOPIGIA \u2013 Estatueta pré-histórica representando fi gura feminina com seios e 
nádegas volumosos.
VILA \u2013 Em Roma designava uma casa de campo dos abastados.
VOLUTA \u2013 Elemento decorativo em espiral.
ZIGURATE \u2013 Deriva da palavra assíria ziqquratu, que signifi ca montanha, cume ou elevação. É o 
tipo de templo característico da Mesopotâmia, espécie de torre de andares.
História da Arte 83
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BATTISTI, Eugenio. Renascimento e Maneirismo. Lisboa, Editorial Verbo, 1984.
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. 3ª Ed. São Paulo: Estação Liberdade, UNESP, 2006.
CUNHA, Almir Paredes. Dicionário de Artes Plásticas. Rio de Janeira: EBA/UFRJ, 2005. V.1
DIDI-HUBERMAN, Georges. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Editora 34, 1998.
GARBINI, Giovani. Mundo Antigo. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora/ Editora. Expressão 
e Cultura, 1966. Col. O mundo da Arte.
GIODANI, Mário Curtis. História da Antiguidade Oriental. Petrópolis: Vozes, 1969.
GOMBRICH, E. H. A História da Arte. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Zahar,1985
FRANCASTEL, Pierre. Imagem, visão e imaginação. Lisboa. Edições 70, 1987.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
JANSON, H. W. História da Arte: panorama das artes plásticas e da arquitectura da Pré-História à actua-
lidade. 3ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984.
KITSON, Michael. O Barroco. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora/ Editora. Expressão e 
Cultura, 1966. Col. O Mundo da Arte.
LASSUS, Jean. Cristandade Clássica e Bizantina. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora/ Editora. 
Expressão e Cultura, 1966. Col. O Mundo da Arte.
LYNTON, Norbert. Arte Moderna. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora/ Editora. Expressão 
e Cultura, 1966. Col. O Mundo da Arte.
LYOTARD, Jean-François. A condição pós-moderna. Lisboa: Gradiva, 1989.
LOMMEL, Andreas, A Arte Pré-histórica e Primitiva. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora/ 
Editora. Expressão e Cultura, 1966. Col. O Mundo da Arte.
MARTINDALE, Andrew. O Renascimento. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora/ Editora. 
Expressão e Cultura, 1966. Col. O Mundo da Arte.
OLIVEIRA, João Vicente Ganzarolli de. A Humanização da arte: temas e controvérsias na fi losofi a. Rio 
de Janeiro: Pinakotheke, 2006.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de Criação. Petrópolis: Vozes. 1978.
PANOFSKY, Erwin. Signifi cado nas artes visuais. 3ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2002.
PAREYSON, Luigi. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes,1997.
Referências bibliográficas
FTC EaD | HISTÓRIA84
READ, Herbert. Arte e alienação: o papel do artista na sociedade. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.
____________. O sentido da arte. 4ª Ed. São Paulo: IBRASA, 1978.
SANTAELLA, Lúcia. Pós-moderno & semiótica. In: CHALLUB, Samira (org.). Pós-moderno &: semió-
tica, cultura, psicanálise, literatura, artes plásticas. Rio de Janeiro: Imago, 1994.
SANT\u2019ANNA, Affonso Romano