Slide de Materiais de Construção - Materiais de Pintura

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de alta pressão força a tinta através de um bocal bastante estreito. Devido à sua alta velocidade, a coluna de tinta é subdividida em gotículas. Este processo fornece um cone pulverizado de abertura menor e, consequentemente, necessita de menos ventilação do que o processo de nebulização com ar, pois há menor desperdício de neblina. De uma maneira geral, pode-se dizer que a nebulização sem ar apresenta vantagens quando se quer pintar superfícies de formas razoavelmente simples e extensas em espaços confinados.
	A pequena perda de solvente durante a pulverização pode causar escorrimento. Consequentemente, as partículas sólidas que compõem a tinta podem bloquear os bocais e no caso de tintas abrasivas, estes podem sofrer series desgastes.
MÉTODOS DE APLICAÇÃO
	NEBULIZAÇÃO ELETROSTÁTICA
	O princípio deste processo é que a tinta é expelida pela borda afilada de um copo ou disco rotativo. Esse copo ou disco e ligado a uma fonte de alta tensão (10.000 \u2013 1.000.000 volts), resultando uma névoa de partículas de tinta eletricamente carregadas, que serão atraídas pelas peças ou artigos a serem pintados ligados à terra. Dentro de certos limites, a tinta se espalha (por si só) uniformemente sobre as peças devido à mútua repulsão das partículas carregadas e a forte atração eletrostática entre a peça e as gotículas. Assim, as gotículas chegam a desviar-se de suas trajetórias pela interação dos campos elétricos e, em alguns casos, há um efeito de envolvimento e o lado oposto do artigo também é pintado.
	As superfícies côncavas recebem coberturas extremamente finas devido ao efeito de blindagem eletrostática. Os artigos a serem pintados devem ser razoavelmente condutores de eletricidade. Tintas de baixa condutividade não se nebulizam adequadamente. As tintas com condutividade muito elevada podem também causar problemas.
MÉTODOS DE APLICAÇÃO
	IMERSÃO
	A ideia básica deste processo e imergir o artigo na tinta, retirá-lo e esperar que o excesso de tinta escoe dele. As vantagens apresentadas pelo processo são a simplicidade e a facilidade de automatização.
	Certos movimentos das pecas durante a imersão podem causar bolhas na película final; as pelÍculas podem tornar-se finas na parte superior das pecas e espessas na parte inferior; pontos de drenagem (onde a tinta larga a peça durante o escoamento do excesso) podem apresentar gotas; pequenos orifícios na peça podem ser cobertos pela tinta.
MÉTODOS DE APLICAÇÃO
	APLICAÇÃO POR JORRO
	Este processo é bastante relacionado ao de imersão, mas elimina o grande tanque de tinta. Esta é bombeada de um reservatório relativamente pequeno para uma serie de canos perfurados, dispostos de tal maneira a "lavar" uniformemente os artigos presos com articulações a um transportador (é importante observar que não há nebulização, mas jorros de veias fluidas). O excesso de tinta é coletado e recirculado.
	Alega-se que o processo é mais facilmente adaptável a pintura de pecas com formas complexas do que o de imersão. Por outro lado, ele não pode ser adaptado para artigos de formas diferentes, pois a disposição dos canos perfurados que dá a direção dos jorros é crítica e deve ser determinada por tentativas para cada artigo.
MÉTODOS DE APLICAÇÃO
	APLICAÇÃO POR ROLOS
	Este processo está íntimamente ligado ao de impressão. Muitos artigos são pintados por rolos a fim de receberem uma cor de fundo e em seguida recebem a impressão de matéria publicitária, instruções para uso etc.
	O processo pode ser automatizado, o que baixa os custos de aplicação, mas só pode ser utilizado para placas planas. Ao contrario dos processos de imersão e jorro, ele pode fornecer acabamentos de alta qualidade.
MÉTODOS DE APLICAÇÃO
	APLICAÇÃO POR \u201cCORTINA\u201d
	O processo foi desenvolvido quase que exclusivamente para a aplicação de tintas a base de poliésteres insaturados. Existem duas dificuldades especiais associadas a aplicação desse tipo de tintas:
	Devem ser utilizados dentro de aproximadamente 10 minutos após a mistura.
	Apresentam-se sem solventes e são aplicados em películas espessas da ordem de 250 \u3bc.
Na prática, não é fácil formar a cortina contínua de tinta, o processo exige um mecanismo de ajuste de fenda bastante preciso, bombas de alta capacidade e um filtro muito eficiente.
	Este processo é utilizado geralmente em acabamentos de madeira.
MÉTODOS DE ENSAIO
	As propriedades das tintas e vernizes podem ser avaliadas por meio de ensaios. Esses, em sua grande maioria, são apenas observações visuais, o que portanto facilita a sua realização. Os principais ensaios são:
	Estabilidade de Armazenagem;
	Estabilidade à Aeração;
	Propriedades de Aplicação;
	Tempo de Secagem;
	Dureza;
	Adesividade.
MÉTODOS DE ENSAIO
	ESTABILIDADE DE ARMAZENAGEM:
	O ensaio de estabilidade de armazenagem verifica a resistência a modificações que um material de revestimento líquido possui. Dentre as modificações de propriedade que são verificadas, estão:
	A cor;
	A viscosidade;
	O tempo de secagem;
	O brilho da película aplicada, etc.
	O ensaio é feito abrindo-se latas com material estocado anteriormente (cerca de 6 meses antes), e comparando-o com o mesmo produto de fabricação recente.
MÉTODOS DE ENSAIO
	ESTABILIDADE À AERAÇÃO:
	O ensaio de estabilidade à aeração verifica a capacidade de um material de revestimento líquido possui de não se alterar quando submetidos ao fenômeno de aeração;
	Essa verificação é importante porque alguns materiais de pintura podem apresentar perda de fluidez e diminuição da solubilidade em solventes após sofrerem aeração;
	Para realizar o teste, aplica-se finas camadas do revestimento e as submetem a um intenso fluxo de ar sob condições controladas. Para comparar os resultados é realizado um teste paralelo com um material de estabilidade à aeração conhecida.
MÉTODOS DE ENSAIO
	PROPRIEDADES DE APLICAÇÃO:
	Como os métodos de aplicação variam, é importante conhecer se o comportamento do revestimento líquido no método que se deseja aplicá-lo na superfície;
	Sendo assim, a maneira de ensaiar o material é aplicá-lo na superfície e avaliar se ele possui as propriedades requeridas para aquele método que é pretendido para sua aplicação.
MÉTODOS DE ENSAIO
	TEMPO DE SECAGEM
A determinação do tempo de secagem pode ser feita seguindo o procedimento da NBR 15311:2010 (Tintas para construção civil - Método para avaliação de desempenho de tintas para edificações não industriais - Determinação do tempo de secagem de tintas e vernizes por medida instrumental).
Uma das alternativas para avaliar o tempo de secagem é o ensaio de secagem ao toque. Ele avalia o tempo necessário para atingir estágios diferentes desse fenômeno. Após a pintura de um superfície observa-se os seguintes estágios:
	Estágio A: o dedo não retira tinta ao tocar ligeiramente a superfície;
	Estágio B: uma pequena pressão do dedo não marca a película;
	Estágio C: uma pressão intensa em conjunto com a rotação do dedo não causa distorção na película;
	Estágio D: o unha não consegue remover a película com facilidade;
	Estágio E: uma segunda camada pode ser aplicada sem alterar a adesividade ou qualquer outra particularidade da primeira película.
MÉTODOS DE ENSAIO
	DUREZA
	O ensaio que determina a dureza da película formada por tintas e vernizes é o do pêndulo de König. A norma que o regulamenta é a NBR 14946:2003 (Tintas para construção civil - Método para avaliação de desempenho de tintas para edificações não industriais - Determinação da dureza König).
	Para realizá-lo é colocado sobre a superfície da película um pêndulo com duas semiesferas de aço localizadas na parte inferior dele. O pêndulo é inclinado até formar um ângulo de 6º e depois é solto. Desta forma ele fica oscilando e a dureza é determinada em cima do número de oscilações.
	Quanto maior
Lucas
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