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Unidade 02
Aula 01
Normas adequadas
Instalações prediais de gás e de combate a incêndio são muito importantes nas edi�cações
residenciais, comerciais e industriais, visto que são responsáveis pela alimentação do sistema de
hidrantes ou chuveiros automáticos, conhecidos como sprinklers.
O despertar do Brasil para problemas relacionados a incêndio veio após diversas tragédias, como o
incêndio no edifício Joelma, em 1974, e no Andraus, em 1972. Após esses acidentes, iniciou-se a
elaboração de normas especí�cas tanto para incêndio quanto para instalações de gás predial.
Instalação de gás: normas
O objetivo de uma instalação de gás em unidades prediais é fornecer o gás combustível com
segurança sem que ocorra interrupções no fornecimento às residências.
Os tipos de gases utilizados nos sistemas prediais são (BORGES, BORGES, 1992; CREDER, 2006):
natural (GN);
gás liquefeito de petróleo (GLP).
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O gás natural (GN) é composto predominante por metano, com menores quantidades de etano,
propano, butano, dentre outros elementos (CREDER, 2006). Já o GLP é composto, na maior
proporção, por propano e butano e, em pequenas quantidades, de etano, metano e algumas frações
mais pesadas de petróleo (como o pentano) (BORGES; BORGES, 1992).
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) rege as normas para instalação predial de gás.
Veja a tabela a seguir.
Nº. Norma Ano de publicação Assunto
6493 1994 Cores utilizadas para identi�cação de tubulações de gases
15.526 2012, versão corrigida no ano de 2016 Projeto e execução de redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais
13.103 2013 Requisitos necessários para instalação de aparelhos a gás para uso residencial
Tabela 1 - Principais normas regidas pela ABNT para instalação predial de gás.
Fonte: ABNT, 1994; 2013; 2016.
A identi�cação das tubulações de gases por cores é a maneira mais prática para exercer a atividade
em caso de possíveis acidentes. A tabela a seguir apresenta as cores padrões para as tubulações.
 Cor Produto Instalações prediais Instalações industriais
 Verde Água X X
  Vermelho
Água
(combate a incêndio)
X X
  Azul Ar comprimido - X
  Cinza-escuro Eletroduto X X
  Alumínio Gases liquefeitos - X
  Amarelo Gases não liquefeitos
X
(gás para cocção e Aquecimento)
X
  Preto In�amáveis X X
  Marrom-canalização Material Fragmentado
X
Material fragmentado)
X
(vago para �uido ou material não identi�cado)
  Alaranjado Produto químico não gasoso X X
  Cinza claro Vácuo - X
  Branco Vapor X X
Tabela 2 - Código de cores padrão para identi�cação de tubulações de gases.
Fonte: Adaptado pela autora, baseado na ABNT, 1994.
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Os recipientes de armazenamento para o gás GLP precisam ser confeccionados em aço, podendo
ser cilindros ou botijões (BORGES; BORGES, 1992; CREDER, 1996). Para o dimensionamento
adequado dos recipientes do tipo transportáveis existem normas que regem de acordo com o peso
do recipiente, conforme tabela a seguir.
Nº. Norma Ano de publicação Referência - Peso do recipiente
8.470 1984 2 kg
8.471 1984 5 kg
8.462 1984 12 kg
8.463 1984 45 kg
8.472 1984 80 kg
Tabela 3 - Normas referentes ao peso do recipiente de transporte de gás combustível (GLP).
Fonte: Elaborada pela autora, 2018.
Botijões pequenos (de 2 e 5 kg) são muito empregados em campings, laboratórios, etc.; já os de 13 e
45 kg são mais usados em residências e prédios residências de pequeno porte; e os de 90 kg em
instalações que exigem maior consumo.
A área destinada para abrigo dos recipientes de gás é chamada de Central de GLP e, segundo
Fernandes (2010), corresponde à área delimitada para o armazenamento do GLP para consumo na
instalação predial.
ATENÇÃO
Reportando sobre GLP, quando a temperatura de um botijão atingir 72ºC, rompe-se a válvula
de segurança, com objetivo de evitar uma explosão. Quando a válvula se rompe, a forma
gasosa do GLP (um dos componentes do GLP) consegue passar, evitando a explosão.
(CREDER, 2006)
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Instalação de combate a incêndio: normas
O fogo é considerado um elemento muito importante para a vida do ser humano. Com a evolução
humana, aprendemos a utilizar o fogo para diversas funções: cocção de alimentos, aquecimento,
entre outras.
Entretanto, da mesma forma que o fogo auxiliou muito o ser humano possibilitando avanços e
descobertas, o uso descontrolado pode destruir, tornando-se um incêndio.
Antes de falarmos sobre as normas de instalações de combate a incêndio, precisamos compreender
como são classi�cados os incêndios.
Brentano (2011) reporta que a classi�cação de incêndio é decorrente do tipo de material
combustível, portanto divide-se em quatro classes, veja tabela a seguir.
Classe Descrição Métodos de extinção do incêndio
SAIBA MAIS
Sobre Controle de Incêndios, o capitão Ivan Ricardo Fernandes, do Corpo de Bombeiros do
Paraná, elaborou material com informações referentes às normas existentes, reunindo
detalhes técnicos sobre o assunto.
Acesse clicando aqui.
ATENÇÃO
Existem diferentes técnicas para extinção do fogo em propagação, como extinção por
isolamento (retirada do material combustível); por abafamento (retirar o comburente,
reduzindo a concentração de O2 na mistura in�amável); por resfriamento (retirar o calor do
fogo, diminuindo a temperatura); química (interromper a reação de queima). (BRENTANO,
2011)
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http://www.crea-pr.org.br/ws/wp-content/uploads/2016/12/Engenharia-de-Seguran%C3%A7a-contra-Inc%C3%AAndio-e-P%C3%A2nico.pdf
A
- Incêndio resultante de material
combustível comum (madeira,
tecido, papel, etc);
-Principal característica: queimam
em profundidade e em superfície;
- Apresentam resíduos após a
queima, exemplo: brasas e cinzas
- Método de resfriamento
(retirar o calor do fogo);
- Uso de extintor (alto
poder de umidi�cação e
penetração);
B
- Ocorre devido à mistura do ar
com vapores na superfície de
líquidos in�amáveis e
combustíveis;
- Principal característica: queima
somente em superfície;
- Não deixam resíduo;
- Técnicas de abafamento;
- Quebra da reação em
cadeira;
C
- Ocorre em equipamentos elétricos,
portanto eferece riscos adicionais
(além do incêndio) devido a
eletricidade;
- Desligamento do quadro
de força de energia;
- Uso de extintor
não condutores de
eletricidade
D
- Ocorre em metais combustíveis
(metais pirofóricos), como por
exemplo: magnésio, alumínio, lítio,
dentre outros;
- A queima é diferente para cada
tipo de metal;
- Queimam rapidamente e atingem
temperaturas superiores à de
outros combustíveis (devido a
reação com o oxigênio);
- Uso de extintor especial
(formam capa protetora
que isola o metal
combustível do ar
atmosférico);
E
- Ocorre devido a óleos e gorduras
em cozinhas
 
Tabela 4 - Classi�cação dos incêndios referente ao tipo de material combustível.
Fonte: Elaborada pela autora, baseado em BRENTANO, 2011.
Conforme a Tabela 2, uma das maneiras de se apagar um incêndio é usando extintores. Há
extintores para cada classi�cação de incêndio, por exemplo, extintor de água é usado para apagar
incêndio de classe A, pois possuem alta capacidade de resfriamento e umidi�cação; assim como o
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de espuma é apropriado para classe A,sendo que pode ser utilizado para Classe B, pois a espuma é
mais leve do que o líquido combustível; extintores pós químicos secos são empregados para Classe
B e C.
Em relação à normatização, estas são as principais normas referentes a sistemas de combate a
incêndio:
NBR 10897 - Proteção contra incêndio por chuveiro automático;
NBR 10898 - Sistemas de iluminação de emergência;
NBR 11742 - Porta corta-fogo para saída de emergência;
NBR 12615 - Sistema de combate a incêndio por espuma;
NBR 12692 - Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio;
NBR 12693 - Sistemas de proteção por extintores de incêndio;
NBR 13434: Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - formas, dimensões e cores;
NBR 13435: Sinalização de segurança contra incêndio e pânico;
NBR 13437: Símbolos grá�cos para sinalização contra incêndio e pânico;
NBR 13523 - Instalações prediais de gás liquefeito de petróleo;
NBR 13714 - Instalação hidráulica contra incêndio, sob comando;
NBR 13714: Instalações hidráulicas contra incêndio, sob comando, por hidrantes e
mangotinhos;
NBR 14276: Programa de brigada de incêndio;
NBR 9077 - Saídas de emergência em edi�cações;
NBR 9441 - Sistemas de detecção e alarme de incêndio;
NR 23, da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho: Proteção contra incêndio para locais de
trabalho.
NA-PRATICA
Imagine-se em uma situação na qual você precisa apagar um incêndio. O primeiro passo será
tentar identi�car o tipo de fogo e pegar o extintor correto. Normalmente, no abrigo do
extintor, há a informação para qual classe de incêndio é apropriado aquele tipo de extintor e,
às vezes, já traz a informação de que é proibido utilizar em equipamentos elétricos. Feito o
reconhecimento da classe, pega-se o extintor pela alça na parte superior para levá-lo até o
local do fogo. Chegando no local, apoia-se o extintor, rompe-se o lacre e puxa-se o pino de
segurança, liberando o gatilho para realizar a extinção do fogo.
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Importante ressaltamos que a normatização para Combate a Incêndio é reportada nas três esferas
públicas (Federal, Estadual e Municipal) e, sendo assim, caso as normas Municipais sejam mais
restritivas, é essa que deve ser acordada nos projetos.
Fechamento
Agora que você já conhece quais são as normas de instalação predial de gás e de combate a
incêndio e a legislação, poderá aplicar quando necessário.
Unidade 02
Aula 02
Termologia Utilizada para Instalação
Predial de Gás e Combate a incêndio
Conhecer termos utilizados em uma área é fundamental e, praticamente, obrigatório para todos os
pro�ssionais relacionados a ela. Conhecer terminologias garante um bom projeto e,
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principalmente, uma adequada execução da instalação.
Instalação predial de gás: terminologia
É importante ter em conta que existem regulamentos para instalação predial de gás em cada
Estado. Como exemplo, trazemos o do Estado de Santa Catarina (SANTA CATARINA, 2014), sob o
Comando do Corpo de Bombeiros Militar,  e Petrobras (2018), os quais atribuíram terminologias
para as instalações prediais de gás. Veja algumas na tabela a seguir.
Terminologia Signi�cado
Abrigo de medidor ou regulador Área destinada à proteção dos medidores de consumo
Alta pressão Pressão acima de 0.4 Mpa ou 4.08 Kg/cm²
Aparelhos de utilização Aparelhos apropriados para o consumo do gás combustível
Aquecedor instantâneo Aparelhos a gás, destinado para aquecimento de água nos pontos de utilização
Baixa pressão Pressão abaixo de 5 KPa ou 0,05 kgf/cm²
Central de gás Unidade edi�cada com paredes que sejam resistentes ao fogo, contendo porta e cobertura, objetivando a proteção dos recipientes de gases
De�etor Dispositivo elaborado para estabelecer equilibrio aerodinâmico entre as correntes gasosas (Combustão e ar exterior)
Densidade relativa do gás Relaçao entre densidade absoluta (gás) e do ar seco (temperatura e pressão iguais
Fator de Simultaneidade (F)
Relação em % da potência veri�cada (aparelhos) e a soma da capacidade máxima de consumo. Esse coe�ciente deve ser considerado em projetos de
instalações
Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) Gás constituído por hidrocarbonetos (três ou quatro átomos de carbono - propano, propeno, butano e buteno)
Gás Natural (GN) Gás constituido por hidrocarbonetos (metano). O GN não é derivado do petróleo
Instalação predial Conjunto dotado de tubulações, registros, medidores aparelhos de utilização, a partir da rede geral, com objetivo da destinação a condução do gás
Local de medição de gás Local dotado para instalação dos medidores
Local dos medidores de consumo Local dotado para construção de abrigos obedecendo as exigências
Mangueira �exível Tubo �exível (material sintético), apresentando características exigidas para o uso do GLP
Média pressão Pressão entre 5 KPa ou 0.05 Kgf/cm² e 0.4 MPa ou 4.08 Kgf/cm²
Medidor Termo utilizado à medição do consumo de gás
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Medidor Coletivo e Individual
Coletivo: aparelho referente a medição do consumo total de gás de um conjunto de edi�cação
Individual: aparelho referente a medição total de uma edi�cação
Número de WOBBE Refere-se a relação entre poder calori�co superior do gás e raiz quadrada da sua densidade em relação ao ar
Perda de carga e perda de carga
localizada
Perda de carga: Perda devido ao atrito ao longo da tubulação
Perda localizada: perda de pressão do �uido devido ao atrito nos acessórios da tubulação
Plug Bujão Elemento (rosqueado) destinado a vedação nas extremidades da tubulação
Ponto de gás Extremidade da tubulação de gás destinada para receber um aparelho de utilização
Ponto de utilização Extremidade da tubulação (interna) destinada a receber um aparelho de utilização
Purga Refere-se a limpeza total ou de parte da tubulação, removendo todo o material incrustado
Ramal Refere-se a canalização que conduz o gás até o medidor
Ramal externo Trecho que deriva da rede primária ou secundária e �naliza-se na regulagem e medição pela concessionária de gás
Ramal interno Refere-se ao conjunto de tubulaçãos situados no interior da edi�cação, após o regulador de primeiro ou segundo estágio
Recipiente Destinado a conter o gás
Regulador de pressão Referente a redução na linha de gás, controlando ou mantendo a pressão adequada
Regulador de pressão
- Primeiro estágio
- Segundo estágio
Primeiro estágio: referente a redução da pressão do gás antes da entrada no ramal interno (máximo de 150 KPa ou 1.53 Kgf/cm²)
Segundo estágio: referente a redução da pressão, para valor adequado de funcionamento do aparelho de utilização (abaixo de 5 KPa ou 0,05 Kgf/cm²)
Sistema de distribuição Refere-se as tubulações, reguladores de pressão que recebem o gás
Válvula de bloqueio automático e Manual
Automático: interrompe o �uxo de gás sempre que a pressão exceder o valor pré-ajustado
Manual: interrompe o �uxo de gás mediante acionamento manual
Vazão nominal Refere-se a vazão volumétrica máxima de gás que pode ser consumida por um aparelho (mesma condição de temperatura e pressão)
Tabela 1 - Terminologias para projetos de instalações prediais de gás.
Fonte: Elaborada pela autora, baseado em PETROBRAS (2018,); SANTA CATARINA (2014).
Quando é aprovado o projeto de instalação predial de gás no órgão responsável, o interessado, ou
seja, o proprietário da obra, poderá, nesse momento, solicitar um orçamento para execução do
ramal desde que o pavimento já esteja estruturado. (MACINTYRE, 2010)
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Além da terminologia utilizada, nos projetos de instalações, existem símbolos para identi�car
acessórios nas tubulações bem como as tubulações. A �gura a seguir apresenta alguns exemplos de
símbolos utilizados.
Importante ressaltamos que, em projetos de instalação predial de gás, a apresentação deverá ser
constituída de desenhos isométricos, de implantação da instalação interna e detalhe do abrigo dos
medidores. (BRENTANO, 2011) Veja a �gura a seguir.
Figura 1 - Símbolos para projetos de
instalação predial de gás (conexões,
válvulas e aparelhos).
Fonte: Elaborada pela autora, baseado
em PETROBRAS (2018).
ATENÇÃO
Um ramal interno não deve estar próximo a locais que não ofereçam segurança, como
interior de reservatórios d’água, compartimentos de aparelhos elétricos não ventilados,
tubulações de ar condicionado, poços de elevadores, dentre outros (MACINTYRE, 2010).
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Ainda a apresentação deve conter planta de locação do abrigo dos medidores e central de gás;
especi�cação técnica e relação dos materiais que serão utilizados; memorial descritivo e de cálculo
para dimensionamento da tubulação; e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do
pro�ssional responsável. (BRENTANO, 2011)
Referente a forma de como o GLP é distribuído, o mesmo é entregue  por empresas especializadas
em duas modalidades: recipientes transportáveis (até 90 kgf) e a granel (de até 60.000 kgf).
(MACINTYRE, 2010)
Figura 2 - Modelo de abrigo de
medidor de gás.
Fonte: PETROBRAS, 2018 p. 20.
SAIBA MAIS
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) é o órgão regulador no
Brasil das atividades que integram as indústrias de petróleo e gás natural e de
biocombustíveis.
Acesse clicando aqui.
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http://www.anp.gov.br/
Instalação predial de combate a incêndio:
terminologia
Instalações de combate a incêndio objetivam a salvaguarda de bens materiais e vidas humanas
durante uma catástrofe.
Na tabela a seguir, é apresentada a terminologia para instalações prediais de combate a incêndio,
baseado na NBR 13714/2000 (ABNT, 2000).
Terminologia Signi�cado
Bomba principal Referente a uma bomba hidráulica centrífuga objetivando o recalque de água para os sistema de combate a incêndio
Bomba de pressurização Também conhecida como Jockey. Referente a uma bomba hidráulica centrífuga objetivando manter todo o sistema pressurizado em faixa pré-estabelecida
Bomba de reforço Refere-se a uma bomba hidráulica centrífuga que objetiva fornecer água para hidrantes mais desfavoráveis hidraulicamente
Dispositivo de recalque Utilizado pelo Corpo de Bombeiros, permitindo o recalque da água para o sistema
Esguicho Refere-se ao dispositivo adaptado na extremidade de uma mangueira, objetivando dar direção e controle ao jato, podendo ser de jato regulável ou compacto
Reserva técnica de incêndio Refere-se ao volume mínimo de água para combate ao incêndio
Sistema de hidrante Sistema para combate a incêndio composto de: reserva de incêndio, bomba de incêndio, tubulações, hidrantes e demais acessórios
Tabela 2 - Terminologias para projetos e execuções de instalações prediais de combate a incêndio.
Fonte: Elaborada pela autora, baseada em ABNT, 2000.
Outro termo muito utilizado no combate ao incêndio é o extintor, o qual deve estar com a
manutenção em dia.
Para o pro�ssional calcular a  quantidade de extintores, é necessário de�nir a capacidade
extintora, seguindo a NBR 12.693/2010). Portanto, quando o pro�ssional analisar a NBR,
existirá um número que está ao lado da letra (classe do incêndio) que representa o tamanho do
fogo.
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Os extintores podem ser de água pressurizada (extinção do fogo pelo resfriamento);  pó químico
seco ou PQS (extinção do fogo  por abafamento); gás carbônico (extinção por abafamento); espuma
mecânica (extinção por abafamento e resfriamento). (BRENTANO, 2011)
A prevenção a incêndios é tão importante quanto saber apagá-los. Para que isso ocorra de maneira
segura para todos os envolvidos, um bom projeto de instalação predial de combate a incêndios é
fundamental, portanto o conhecimento das terminologias utilizadas é mais do que necessário.
Fechamento
Agora que você já conhece quais são as terminologias pertinentes ao assunto de instalação predial
de gás e de combate a incêndio, é capaz de compreender os termos referentes ao assunto e aplicá-
los quando necessário.
ATENÇÃO
O extintor PQS já tem o pó pressurizado em seu interior e antes de retirá-lo do local de
abrigo é preciso veri�car no manômetro se a pressão é favorável para aquele incêndio. Caso a
pressão seja su�ciente, retira-se o extintor e leva-o para o local onde será utilizado.
(BRENTANO, 2011)
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Unidade 02
Aula 03
Tubulações Necessárias para
Instalação Predial de Gás
Sabe-se que o fogo e o calor, desde o início da civilização, foram usados como energia para cocção
de alimentos, e permanecem até hoje.
Com o uso do gás para tal �m, a população passou a ter condições mais adequadas e facilitadas para
preparar os alimentos, além de outras atividades, como aquecimento.
Entretanto, para que uma instalação de gás seja bem aproveitada pelos residentes, é necessário um
projeto adequado, evidenciando muito bem toda a tubulação, seus diâmetros etc.
Instalação predial de gás: diâmetros e
dimensionamento
A instalação predial de gás pode ser realizada de forma individual ou por uma distribuição central.
Quando é realizada em residências, o recipiente de gás deve �car na área externa, sendo o gás
encaminhado para o ponto de utilização (BORGES; BORGES, 1992). Nesse sentido, os tubos e
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conexões utilizados nas instalações prediais de gás são constituídos de cobre.
Diâmetros da tubulação utilizada em instalação
predial de gás
A tabela a seguir apresenta os diâmetros e espessuras dos tubos de cobre, reportados na NBR
7.541/2004 (ABNT, 2004) e NBR 13.206/2010 (ABNT, 2010).
Tubo de cobre - NBR 13.206/2010
Diâmetro nominal
Espessura
Classe A (mm) Classe I (mm)
 
 (mm) (polegadas)  
15 - 1
22 0,9 4
28 1 0,9 4
35 1 1,1 1,4
42 1 1,1 1,4
54 2 1,2 1,5
66 2 1,2 1,5
79 3 1,5 1,9
104 4 1,5 2
Tubo de cobre "dryseal" - NBR7.541/2004
Diâmetro nominal
Espessura (mm)
 (mm) (polegadas)
12,7 0,79
15 0,79
19 0,79
Tabela 1 - Diâmetros utilizados nas tubulações de cobre em instalações prediais de gás.
Fonte: ABNT, 2004, p. 6; ABNT, 2010, p. 5.
As conexões utilizadas com os tubos de cobre devem estar de acordo com as especi�cações da NBR
11.720/2010 (ABNT, 2010), sendo os acoplamentos dos tubos realizados através de brasagem ou
soldagem capilar.
∅ ∅
1
2
3
4
1
4
1
2
1
2
∅ ∅
1
2
5
8
3
4
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Podem ser utilizadas ainda conexões de aço forjado, atendendo à especi�cação da ANSI/ASME
B16.9; mangueiras �exíveis de PVC ou material sintético que seja compatível com o uso de GLP.
O diâmetro mínimo, quando a tubulação é exposta, é de 3/8” ou 9.5 mm e, para tubulações de
caráter embutido, é de ½” ou 15 mm; o barrilete ou “manifold” tem diâmetro mínimo de ¾” ou 20
mm. (BORGES; BORGES, 1992)
Dimensionamento da tubulação destinadaa gás
De acordo com Macintyre (2010), as tubulações destinadas à instalação de gás atuam a uma
pressão média de serviço e em pontos de utilização, no entanto ela deve ser reduzida para o
consumo nos aparelhos.
O diâmetro da tubulação pode ser calculado pela fórmula de Pole, representada pela equação (1)
(MACINTYRE, 2010,  p. 256) para GLP em baixa pressão:
Onde D é o diâmetro (cm); δ é a densidade do gás; L é o comprimento da tubulação (m); Q é a vazão
do gás (m³/h); e h é a perda de carga total.
Macintyre (2010, p. 256) reporta que, considerando δ=2 e h= 10 mm de c.a (milímetro de coluna de
água), têm-se a equação (2):  
D =
5√ δ × L × Q2
0.443 × h
D = 5√0.45 × L × Q
SAIBA MAIS
Para conhecer a perda de carga admissível em tubulações de GLP, consulte o livro Instalações
Hidráulicas Prediais e Industriais, escrito por Archibald Joseph Macintyre, em 2010. O livro
traz uma tabela, na página 255, com as perdas de carga em função do comprimento e do
diâmetro do tubo.
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Outro método de calcular a Q é pelo uso da equação (3), (PETROBRAS, 2018, p. 46)
Onde Q é a vazão do gás (Nm³/h); H refere-se à perda de carga máxima admitida (ΔH) (mmca); D é o
diâmetro interno da tubulação (cm); é a densidade relativa do gás; e L é o comprimento do trecho
da tubulação (m).
O cálculo de H é decorrente da equação (4) (PETROBRAS, 2018, p. 47):
Onde ΔH é a perda de carga; h refere-se à altura do trecho vertical (m); e δ é a densidade relativa do
gás.
Qual seria o diâmetro de um alimentador de GLP com 20.0 m de extensão abastecendo três
aquecedores 135 KV 3/31 S 46A e um fogão de quatro bocas?
Primeiro vamos calcular o consumo total dos aparelhos de utilização:
1 aquecedor apresenta como consumo 0.8 kgf/h, sendo assim, três aquecedores remetem-
se a 2.400 kgf/h;
1 fogão (quatro bocas) apresenta consumo de 1.088 kgf/h.
Com isso, o consumo total para o nosso dimensionamento é de 3.488 kgf/h.
Como a equação, que importa dados de Q em m³/h, precisamos realizar a conversão da vazão ou
consumo:
1 kgf/h equivale a 2.4 m³/h ⁂ 3.488 kgf/h × 2.4 = 8.37 m³/h
Agora, podemos calcular o diâmetro para essa tubulação:
D =  
D = 9.96 mm, como trabalhamos com diâmetros comerciais, o diâmetro próximo ao do cálculo
para tubulação embutida é de ½” ou 12.7 mm, adotamos esse diâmetro.
NA-PRATICA
Q0,9 = 2, 22 × (
H × D4,8
δ0,8 × L
)
0,5
ΔH = 1, 318 × 10 − 2 × h × (δ − 1)
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O próximo cálculo a considerar é a velocidade do gás no interior das tubulações, sendo calculada
pela equação (5) (PETROBRAS, 2018, p. 47):
Onde V é a velocidade do gás (m/s); Q refere-se à vazão do gás na pressão de operação (m³/h); e D é
o diâmetro interno do tubo (mm).
O fator de simultaneidade (F) é de�nido pela NBR 15.526 (2007), a qual limita as seguintes
condições: utilização restrita à unidade residencial, no entanto quando for utilizada para consumos
em caldeiras e equipamentos com grande consumo deverão ser analisados individualmente.
F se relaciona com a potência computada e a potência adotada através da equação (6)
(PETROBRAS, 2018, p. 45):
Onde A é a potência adotada; C é a potência computada e F é fator de simultaneidade.
V = 354 ×
Q
D
A = C × F
ATENÇÃO
Devido ao gás natural ser mais leve que o ar (especialmente metano), é de extrema
importância que o cálculo da variação da pressão seja considerado, nos trechos verticais e
ascendentes deve-se considerar uma variação de caráter positivo e em trechos
descendentes, considera-se variação negativa, devido a essa diferença de densidade entre o
ar e o gás. (PETROBRAS, 2018)
ATENÇÃO
Uma perda de carga máxima a 10% da pressão de operação é admitida para rede com pressão
de operação até 7.5 kPa; perda de carga máxima a 30% da pressão de operação, para rede
com pressão de operação acima de 7.5 kPa. (PETROBRAS, 2018)
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De acordo com a NBR 15.526 (2007), os cálculos para fator de simultaneidade são em C (Kcal/min)
e F (em %), como pode ser visto na �gura a seguir.
Resumindo, para o dimensionamento da rede de gás, deve-se considerar cada trecho da tubulação,
somando as vazões de todos os aparelhos de utilização; a distância relativa do medidor até o ponto
de utilização de gás mais afastado é reportado em metros; o comprimento da tubulação, total, é
calculado através da soma do trecho de caráter horizontal, metade do trecho vertical (ascendente)
e as perdas de carga localizadas; em trecho vertical descendente, é preciso considerar o dobro do
comprimento (CREDER, 2006).
Figura 2 - Curvas dos fatores de simultaneidade
utilizados para cálculo de potência.
Fonte: Elaborada pela autora, baseado em
PETROBRAS, 2018.
Figura 3 - Fórmulas utilizadas para cálculo de F, de
acordo com NBR 15.526.
Fonte: PETROBRAS, 2018, p. 46.
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Instalação predial de gás: cores utilizadas
para identi�cação das tubulações de gás
A NBR 6.493 (1994) é a norma que rege a identi�cação da tubulação predial de gás por cores. A
tabela a seguir traz as cores padrão utilizadas para a identi�cação de tubulações de gases.
 Cor Produto
 Verde Água
 Vermelho Água (combate a incêndio)
 Azul Ar comprimido
 Cinza-escuro Eletroduto
 Alumínio Gases liquefeitos
 Amarelo Gases não liquefeitos
 Preto In�amáveis
 Marrom-canalização Material fragmentado
 Alaranjado Produto químico não gasoso
 Cinza claro Vácuo
 Branco Vapor
Tabela 2 - Cores de identi�cação da tubulação de gás.
Fonte: Elaborada pela autora, baseado em ABNT, 1995.
Algumas recomendações são reportadas na literatura como: tubulações de gases em plantas
industriais deverão possuir aplicação de cores na extensão toda, facilitando assim a identi�cação do
gás transportado e evitando possíveis acidentes; o transporte de água potável deverá ser
diferenciado das demais, utilizando-se a cor verde clara para a atividade; todo e qualquer acessório
de tubulação deve ser pintado nas cores básicas de acordo com a natureza do gás que está sendo
transportado; para �ns de segurança, os tanques �xos que armazenem gases deverão ser
identi�cados pelo mesmo sistema de cores que nas tubulações. (BORGES; BOGES, 1992; CREDER,
1996; MACINTYRE, 2010)
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Fechamento
Agora que você já conhece quais são as etapas básicas de dimensionamento de uma instalação
predial de gás, poderá auxiliar em projetos da área. Você também aprendeu a identi�car a
tubulação de gás através do padrão de cores, empregado para tal atividade.
Unidade 02
Aula 04
Instalação Predial de Combate a
Incêndio: Conceitos
A existência de um incêndio é relacionada ao fogo e, portanto, o controle e a extinção do mesmo
requerem a atuação de um pro�ssional habilitado para isso. Existem muitos conceitos a serem
trabalhados em relação ao tema, como, por exemplo, fontes de calor, métodos de extinção de focos
de incêndios, combustão.
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O Fogo
O fogo é considerado uma calamidade que pode causar inúmeros prejuízos materiais e até perdas
de vidas humanas.
De acordo com Brentano (2011), o fogo é decorrente de uma reação química (combustão), na qual o
material com características de combustível se associacom o comburente a partir de uma fonte de
calor. Portanto, para que ocorra o fogo, é necessário a combinação de material combustível,
comburente e uma fonte de calor, formando o chamado Triângulo de Fogo.
Após iniciar o fogo, para que a combustão se mantenha, é necessário que as moléculas do material
combustível trans�ram calor, visto que, essas moléculas que estavam paradas, entram em
combustão, produzindo mais calor e, por consequência, esse aumento de calor propicia a reação em
cadeia (BRENTANO, 2011). Portanto, passamos a ter mais um constituinte na composição do fogo,
a reação em cadeia e a análise é voltada para o Tetraedro de Fogo (veja �gura a seguir).
Formado o tetraedro, podemos estudar os elementos componentes do fogo: combustível,
comburente, calor e reação em cadeia, que estão apresentados na tabela a seguir.
Componente Características
Combustível Sólido
(Madeira, papel, etc.)
- Possuem um mecanismo sequencial para ignição, devendo ser primeiramente aquecidos, liberando vapores combustíveis;
- Contato dos vapores com o ar, fazendo uma pequena fagulha entrar em combustão;
Combustível Líquido
(gasolina, álcool, etc.)
- Vaporizam ao serem aquecidos;
- Ocorre a mistura do vapor com o ar, formando uma mistura in�amável, gerando o combustão;
Figura 1 - Tetraedro de Fogo.
Fonte: GOVERNO DE SÃO PAULO,
2011.
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Combustível Gasosa
(gás metano, GLP, etc.)
- Formam uma mistura in�amável com o ar;
Comburente
(exemplo: oxigênio, cloro)
- Agente química que combina com gases do combustível, formando uma mistura in�amável;
- Elemento que ativa o fogo;
Calor
(exemplo: chama, atrito,
superaquecimento de equipamento
elétrico, faísca elétrica)
- Provoca o fogo;
- Proveniente da combinação de gases combustíveis e do comburante;
- Mantém a propagação do fogo;
Reação em cadeia
- É a transferência de calor de uma molécula do material em combustão para uma molécula do material em combustão para uma molécula vizinha;
- A segunda molécula, transfere o calor para a terceira e assim subsequente, entrando em combustão.
Tabela 1 - Elementos da composição do fogo.
Fonte: Elaborada pela autora, baseado em CAMILLO JÚNIOR, 2008; BRENTANO, 2011.
Em relação ao comburente, Brentano (2011) reporta que a percentagem de O2 no ar atmosférico é
de 21% (quantidade su�ciente para ativar uma combustão).
A propagação do fogo é decorrente de alguns fatores, reportados pelo Corpo de Bombeiros do
Estado de São Paulo pela Instrução Técnica nº.02/2011: quantidade, volume e espaçamento no local
dos materiais combustíveis; tamanho das fontes de ignição; área das janelas; velocidade e direção
do vento; e dimensões do local. Todos esses fatores são, de acordo com Brentano (2011),
relacionados com a transmissão de calor, ocorrendo por condução, convecção e radiação. A tabela a
seguir apresenta as formas de transmissão de calor.
Transmissão de
Calor
Características
ATENÇÃO
Quando uma concentração de oxigênio é maior do que 15%, a mesma já é su�ciente para que
a combustão seja considerada completa. Quando a concentração de oxigênio é próxima de
13%, existem apenas a geração de brasas. Por �m, quando a concentração de oxigênio é
inferior a 9%, não há combustão alguma. (BRENTANO, 2011)
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Condução
- Ocorre por contato direto
- Transferência ocorre de molécula a molécula, de forma direta
- Exemplos: incêndios que passam de um pavimento para outro, calor de uma laje para cortinas do andar superior;
Convecção
- Ocorre pelo movimento de massa de �uido, que trocam de posição entre si;
- Exemplos: em incêndios, ocorre através da massa de ar e gases quentes produzidos pelo fogo, deslocando o calor até outros materiais combustíveis, originando um novo foco
de incêndio;
Radiação
- Ocorre por ondas de calor emitidos por um corpo aqucido, irradiando o calor para outras direções;
- Exemplo: em incêndio um material é aquecido, até entrar em combustão somente por estar próximo ao foco de fogo.
Tabela 2 - Formas de transmissão de calor em incêndios
Fonte: Elaborada pela autora, baseado em CAMILLO JÚNIOR, 2008; BRENTANO, 2011.
Importante ressaltamos que a transmissão por convecção é a responsável pelos alastramentos dos
incêndios (CAMILLO JÚNIOR, 2008). Para extinguir o foco de incêndio, deve-se utilizar um dos
métodos de extinção, que se diferem de acordo com o tipo de elemento que pretendem extinguir.
A extinção por isolamento, segundo Brentano (2011), possui como objetivo retirar o material
combustível que tem fogo que esteja próximo a chama, de forma a evitar que o fogo se alimente e
possua faixas de propagação.
Um pro�ssional habilitado para aplicar a extinção por isolamento em tanque de combustível deve,
primeiramente, retirar o combustível através de drenos que deverão estar instalados no fundo do
tanque, isso porque o fogo ocorre na superfície do líquido. Em edi�cações, é quase impossível
utilizar o método da extinção por isolamento. (BRENTANO, 2011)
O método de extinção por abafamento é quando se reduz a concentração de oxigênio na mistura
in�amável, evitando que o material em combustão seja alimentado por mais entrada de oxigênio.
(CAMILLO JÚNIOR, 2008)
NA-PRATICA
Se você acender uma vela e tampá-la em seguida com um copo, você perceberá que em pouco
tempo a chama irá se apagar. Isso acontece porque o copo está isolando a vela do meio
externo, portanto, depois que todo o oxigênio que está no interior do copo for consumido por
combustão, a chama irá se apagar pela falta de contato com o comburente do ar.
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A extinção por resfriamento, tende a retirar o calor do fogo, diminuindo a temperatura do material
que está em chamas, utilizando-se extintores próprios, que absorvem o calor tanto do fogo quanto
do material que está sofrendo a combustão. Com a diminuição da temperatura, o combustível não
produz mais gases e vapores combustíveis em quantidade adequada para manter toda a reação em
cadeia (BRENTANTO, 2011).
Por �m, a extinção química, segundo Camillo Júnior (2008) e Brentano (2011), interrompe a reação
em cadeia, lançando determinados agentes sob o fogo.
Proteção contra incêndio
Quando reportamos o assunto proteção contra incêndio, precisamos entender dois conceitos bem
aplicados na área: prevenção e combate a incêndio. (CAMILLO JÚNIOR, 2008)
Prevenção de incêndios: refere-se às normas que objetivam a eliminação das ocorrências de
fogo, aliado à redução da extensão (quando o fogo, inevitavelmente, inicia), fazendo uso de
equipamentos adequados e, principalmente, por pessoas habilitadas para a atividade.
Combate a incêndio: refere-se à eliminação do fogo por diferentes processos, utilizando
equipamentos de combate ao fogo que podem ser acionados manualmente ou
automaticamente.
Podemos observar que os temas prevenção e combate a incêndios estão ligados a pro�ssionais da
área da segurança do trabalho, pois eles possuem os conhecimentos necessários de prevenção
contra incêndio.
ATENÇÃO
Estudos relacionados à prevenção contra incêndios incluem a elaboração de projeto de
incêndio; de�nição de planos de emergência; treinamentos das brigadas; elaboração de plano
de manutenção dos equipamentos de combate; entre outras ações que objetivam a
prevenção dos incêndios. (CAMILLO JÚNIOR, 2008)
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No que tange ao combate a incêndios, o uso de extintores e hidrantes são os mais reportados.
Quando falamos em extintores,o uso deve ser apropriado para a classe de incêndio, podendo
existir extintores: de água pressurizada, pó químico seco (PQS), gás carbônico e espuma mecânica.
A tabela a seguir apresenta os agentes extintores e suas principais caraterísticas.
Agente extintor Especi�cações
Extintor de água pressurizada
- Exclusivo para incêndio Classe A
- Método de extinção: resfriamento
- Extintores em forma de cilindros com capacidade de 10 litros
Extintor de pó químico seco (PQS)
- Incêndios B e C
- Método de extinção: abafamento
- Extintores com capacidade variando de 1 a 12 kg
Extintor de gás carbônico
- Incêndios Classes B e C
- Método de extinção: abafamento
- Extintores com capacidade de 6 kg em forma de cilindro
Extintor de espuma mecânica
- Incêndios Classe A e B
- Métodos de extinção: resfriamento e abafamento
- Extintores com capacidade de 10 litros
Tabela 3 - Tipos de extintores utilizados em incêndios.
Fonte: Elaborada pela autora, baseado em BRENTANO, 2011.
Hidrantes são tubulações existentes em uma rede hidráulica que objetivam a captação de água para
a utilização do Corpo de Bombeiros em casos de incêndios. (CAMILLO JÚNIOR, 2008)
SAIBA MAIS
Existem 3 tipos de hidrantes: subterrâneos, coluna ou parede. Os subterrâneos �cam abaixo
do nível do solo, sendo uma parte dentro de um abrigo de alvenaria, enterrada e coberta com
tampa metálica. Coluna também é conhecido como emergente, sendo que uma das partes
�ca subterrânea e a outra acima do solo, em forma de coluna. Parede é o que se vê com maior
frequência, normalmente está embutido na parede dentro de um abrigo. (BRENTANO, 2011)
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Quando se fala em sistema de hidrantes, de acordo com Brentano (2011), é o sistema sob comando
que depende da ação do pro�ssional para funcionar, sendo constituído por uma rede de tubulações
�xas que levam água até o ponto do incêndio a ser combatido.
Fechamento
Agora você já conhece os principais conceitos aplicados na instalação predial de combate a
incêndio, assim pode escolher qual sistema de combate é mais adequado para determinadas
situações .
Unidade 02
Aula 05
Tipos de Sistemas Prediais no Combate
a Incêndio
Existem diferentes tipos de sistemas destinados ao combate a incêndio, podendo ser sob comando
(hidrantes e mangotinhos), automáticos (chuveiros automáticos), ou manuais (alarme manual).
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Precisamos conhecer o ambiente que será instalado o sistema de combate a incêndio, para que o
sistema escolhido seja e�ciente quando for acionado.
Sistemas de Combate a Incêndio –
caracterização dos sistemas empregados
A instalação predial de combate a incêndio pode ser classi�cada nos seguintes sistemas:
móveis - extintores;
�xos - sob comando: hidrantes e mangotinhos; e automáticos: chuveiros automáticos
(sprinklers) e detectores de incêndio.
Sistemas sob comando: hidrantes e mangotinhos
Para Camillo Junior (2008), hidrantes são tubulações ou canalizações que atuam  com o objetivo de
captar água para uso do Corpo de Bombeiros em caso de incêndio. O autor ainda reporta que em
 pontos de tomada de água existem saídas contendo válvulas com adaptadores, tampões,
mangueiras e outros acessórios, objetivando a extinção do fogo. A �gura a seguir apresenta o
hidrante de coluna convencional.
Figura 1 - Hidrante de coluna.
Fonte: CREDER, 2006, p. 135.
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O hidrante de coluna é instalado pelo serviço de água do município, sendo diretamente ligado ao
distribuidor público e pintado de vermelho para facilitar a identi�cação. O diâmetro de entrada da
água é de 100 mm ou 4”, sendo constituído por curva especial com �anges, registro oval para
controlar a entrada de água, peça para ligação da tubulação e tampa para registro. (CREDER, 2006)
Um sistema de hidrantes, segundo Bretano (2011), é aquele sob comando, pois depende da ação do
homem para entrar em funcionamento. Ele é constituído por:
redes de tubulações �xas, que, quando entram em funcionamento, transportam a água até o
ponto onde o incêndio precisa ser extinguido;
reservatório;
bombas de recalque, quando o reservatório for superior;
bomba jockey, a �m de manter todo o sistema com pressão adequada;
o próprio hidrante;
mangotinhos.
O sistema de mangotinho, de acordo com Camillo Júnior (2008) e Brentano (2011), é um sistema
formado por tomadas de incêndio com saída de água e válvula de abertura rápida acoplada a uma
mangueira.  
Segundo Brentano (2011), mangotinhos são consideradas mangueiras (semirrígidas) constituídas
de borracha reforçada, muito resistentes a pressão elevada e que não deformam quando são
enrolados.
Tanto o sistema de hidrantes quanto o de mangotinhos são os mais empregados em edi�cações e
são divididos em três tipos pela NBR 13.714/2003 (ABNT, 2003), como apresentados na tabela a
seguir.
Sistema Tipo
Mangueiras Esguicho
Nº. de saídas
Vazão
(l/min)
Diâmetro
(mm)
Comprimento máximo
(m)
Tipo de jato
Diâmetro
(mm)
Mangotinhos 1 25 ou 32 30 Regulável - 1 80 ou 100
Hidrantes 2 40 30
Regulável
ou
compacto
16 2 300
Hidrantes 3 65 30
Regulável
ou
compacto
25 2 900
Tabela 1 - Tipos de sistemas de hidrantes e mangotinhos de acordo com a NBR 13.714/2003
Fonte: Elaborado pela autora, baseado em ABNT (2003).
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O comprimento das mangueiras, segundo Brentano (2011), é de 30 metros para hidrantes no
interior de uma edi�cação e de 60 metros para a área externa. Geralmente, as mangueiras nas
caixas de incêndio são de 15 m. Caso exista a necessidade de junção das mangueiras, o acoplamento
é realizado pela união de rosca macho-fêmea ou de engate rápido Storz.
O acondicionamento das mangueiras deve ser realizado em abrigo próprio, visto que, como os
custos de aquisição são altos, deve-se guardá-las muito bem. A �gura a seguir apresenta um tipo de
abrigo para mangueiras.
Camillo Júnior (2008), reporta que o local onde será o acondicionamento deverá ser seco e arejado.
Figura 2 - Abrigo para mangueira de hidrante.
Fonte: SANTA CATARINA, 2017, p. 16.
NA-PRATICA
Como dobrar as mangueiras? Na prática, elas podem ser dobradas em zigue-zague ou
enroladas sobre si mesmas. É importante salientar que ao ser enrolar sobre si, quem o �zer
deve dobrar a mangueira ao meio, com as extremidades longe uma da outra. A partir dessa
etapa, enrola-se em espiral a partir da dobra ao meio. (SANTA CATARINA, 2017)
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Brentano (2011) explica que, se as mangueiras forem dobradas em zigue-zague, podem ser
acondicionadas no abrigo em pé ou deitada e, se forem enroladas, deverão ser apoiadas sobre o
fundo do abrigo ou em algum suporte.
Automáticos: chuveiros automáticos
O sistema de chuveiros automáticos é um sistema do tipo hidráulico �xo de combate a incêndio,
constituído por chuveiros (sprinklers) tipicamente distribuídos por toda a área da edi�cação.
(BRENTANO, 2011)
Camillo Júnior (2008) a�rma que o sistema consiste na distribuição da tubulação contíguo a uma
central, da qual saem rami�cações. Nestas estão instalados os sprinklers (conforme a �gura a
seguir), variando de acordo com o dimensionamento adotado em projeto.
Figura 3 - Localização dos chuveiros automáticos
(sprinklers) em uma edi�cação.
Fonte: CREDER, 2006, p. 143.
ATENÇÃO
Para conservar as mangueiras de hidrantes, é necessárioapós o uso, elas serem lavadas com
água e escova. É necessário também esgotar toda a água da mangueira, desacoplando os
lances e estendendo a mangueira. Após o esgotamento, a mangueira deve ser seca e
acondicionada novamente no abrigo. (CAMILLO JÚNIOR, 2008)
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O funcionamento do sistema se dá por tubulações de alta pressão conectadas a uma bomba e a um
reservatório de água própria para isso, o qual apresenta saídas que serão acionadas a partir de uma
determinada temperatura, visto que os sprinklers possuem um elemento termossensível (líquido
que se dilata com o calor contido no interior da ampola de vidro). (BRENTANO, 2011; CAMILO
JÚNIOR, 2008)
Quando o calor do incêndio sobe até o teto, o ar aquecido atinge a temperatura de acionamento do
sprinkler, assim o líquido que está no interior da ampola quebra o vidro e libera água da tubulação
em forma de ducha. (BRENTANO, 2011)
Os  chuveiros automáticos, dependendo da situação, não podem ser usados, pois apresentam água
como agente extintor e o seu uso pode ser perigoso devido ao contato com determinados produtos
em combustão, conforme a Classi�cação dos Incêndios. Desse modo, em determinadas  situações, o
mais indicado é o uso de extintores mesmo. (BRENTANO, 2011)
Automáticos: detectores de incêndios
Outro dispositivo muito utilizado no combate e prevenção a incêndios são os detectores, os quais
entram em funcionamento quando há qualquer sinal de fogo, podendo  ser: automático, térmico, de
fumaça, gás e de chamas. (BRENTAO, 2011)
De acordo com Brentano (2011), os detectores automáticos são usualmente instalados nas
edi�cações onde há di�culdade de se identi�car um princípio de incêndio ou em locais onde existem
muitas pessoas envolvidas, como escolas, hospitais, entre outros. Geralmente, esse tipo de detector
é instalado no teto da edi�cação, onde a concentração de ar quente é mais elevada.
Os detectores térmicos entram em acionamento quando há um aumento de temperatura acima do
normal e, assim como os sprinklers, é instalado no teto da edi�cação.
ATENÇÃO
Caso um sprinkler não seja su�ciente para extinguir o fogo, o ar proveniente do fogo se
espalha junto ao teto, atingindo os demais sprinklers, acionando-os. Assim os demais sprinklers
são acionados até que toda a área atingida pelo fogo seja coberta pela aspersão de água.
(BRENTANO, 2011)
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O detector de fumaça acusa a presença de fuligem (partículas) que podem aparecer no início de um
incêndio. Os detectores de gás possuem o mesmo princípio dos de fumaça, com a diferença de
acusarem a presença de gás. (BRENTANO, 2011)
En�m, detectores de chama possuem como característica principal a reação  aos raios ultravioletas
e infravermelhos, devendo, portanto, ser instalados em locais onde as chamas são a primeira
consequência do fogo. (BRENTANO, 2011)
Sistemas de Combate a Incêndio Manuais –
alarmes manuais
Além dos sistemas de combate automatizados, existem os sistemas manuais, entre os quais
podemos destacar os alarmes.
Os alarmes manuais, segundo Camillo Júnior (2008), são um conjunto formado por avisadores
manuais, localizados em pontos estratégicos na edi�cação.
Segundo o autor, esse tipo de sistema pode ser do tipo quebra-vidro, o qual apresenta uma
campainha que, ao ser acionada, dispara um sinal sonoro e luminoso para avisar as demais pessoas.
SAIBA MAIS
Para a correta instalação do sistema de alarme manual, é necessário que o local seja muito
bem visível às pessoas e que possua fácil acesso. Para conhecer todas as recomendações
sobre a instalação, leia a NBR 17.240/2010 (ABNT, 2010), referente ao Sistema de detecção
e alarme de incêndio - Projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de
detecção e alarme de incêndio – Requisitos.
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Iluminação de emergência
Segundo Brentano (2011), a iluminação de emergência pode ser de luz ambiente ou balizamento.
Refere-se a iluminação de ambiental, a de intensidade su�ciente para deixar claros os ambientes e
as rotas de saída. É obrigatória em locais onde haja circulação vertical ou horizontal. (BRENTANO,
2011)
Já a iluminação de balizamento ilumina obstáculos, apresentando-se com símbolos grá�cos, textos,
entre outros, possuindo o objetivo de orientar o caminho, mostrando todas as direções quando há
emergência. (BRENTANO, 2011)
Fechamento
Agora você já conhece os principais sistemas relacionados ao combate e prevenção de incêndio.
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Unidade 02
Amplie seu conhecimento
Referências
ASSOCIAÇÃO BRASILERA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13.932: NBR 6.493: Emprego
de cores para identi�cação de tubulações, Rio de Janeiro, 1994.
____ . NBR 13.103: Instalação de aparelhos a gás para uso residencial – requisitos, Rio de Janeiro,
2013.
____ . NBR 15.526: Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações
residenciais – projeto e execução, Rio de Janeiro, 2016.
BORGES, R. S.; BORGES, W. L. Instalações prediais hidráulico-sanitárias e de gás. 4. ed. São Paulo:
Pini, 1992.
BRENTANO, T. Instalações hidráulicas de combate a incêndios nas edi�cações. 4. ed. Porto
Alegre: EDIPUCRS, 2011.
CREDER, H. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 6. ed. São Paulo: LTC, 2006.
FERNANDES, I. R. Engenharia de segurança contra incêndio e pânico. Edição CREA/PR. 88 P.
2010. Curitiba - PR. Disponível em: . Acesso em: 16/02/2018.
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ANP. Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Disponível em:
. Acesso em: 18/02/2018.
ASSOCIAÇÃO BRASILERA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.714: Sistemas de hidrantes e de
mangotinhos para combate a incêndio, Rio de Janeiro, 2000.
MACINTYRE, A. J. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. 4. ed. São Paulo: LTC, 2010.
PETROBRAS. Padrão de Instalações Prediais, 2018. Disponível em:
.
Acesso em: 17/02/2018.
SANTA CATARINA. Instrução normativa IN nº. 008: instalações de gás combustível (GLP e GN),
2014. Disponível em:  . Acesso em: 18/02/2018.
____. NBR 7.541: Tubos de cobre sem costura para refrigeração e ar-condicionado - requisitos, Rio
de Janeiro, 2004.
____. NBR 15.526:  Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações
residenciais – projeto e execução, Rio de Janeiro, 2007.
____. NBR 13.206: Tubo de cobre leve, médio e pesado, sem costura, para condução de �uidos –
requisitos, Rio de Janeiro, 2010.
CAMILLO JÚNIOR, A. B. Manual de prevenção e combate a incêndios. 10. ed. São Paulo: Senac,
2008.
GOVERNO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros São Paulo, 2011. Disponível em:
. Acesso em: 24/02/2018.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13.714: Sistemas de hidrantes
e de mangotinhos para combate a incêndio, Rio de Janeiro, 2003.
____ . NBR 17.240: Sistemas de detecção e alarme de incêndio – Projeto, instalação,
comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio– Requisitos, Rio de
Janeiro, 2010.
SANTA CATARINA. Normas de Segurança contra Incêndios, 2017. Disponível em:
. Acesso em: 28/02/2018.
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