Prévia do material em texto
PORTFÓLIO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA: Infância e suas Linguagens (194989) I. IDENTIFICAÇÃO Curso: Licenciatura em Pedagogia Acadêmico/matrícula: Fabiele Paola dos Santos Fornazary-7625075 Turma: PED 04352 Professor orientador: Kély Cristina Zimmermann II. TEXTO SÍNTESE AUTORAL SOBRE AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Durante a realização da disciplina Práticas Pedagógicas: Infância e suas Linguagens (194989), estive presente na Escola Municipal de Educação Básica Erich Blosfeld, localizada na Ilha da Figueira, Rua Antônio Ribeiro, 354, Jaraguá do Sul (SC), conforme período identificando na declaração de comparecimento (Anexo 4). Nesse espaço escolar, vivenciei uma experiência significativa nos dois segmentos da Educação Básica: Educação Infantil (Pré I – 03) e Ensino Fundamental (3º ano – 01). Cada sequência didática foi construída com objetivos claros e alinhados às necessidades observadas em cada turma, buscando propor experiências que articulassem teoria e prática, conforme orientado pelas professoras regentes e pela BNCC. Na Educação Infantil, a sequência didática teve como foco flores, cores e histórias, envolvendo artes visuais, linguagem oral e aspectos socioemocionais. A escolha dessa temática partiu da observação inicial: as crianças demonstravam criatividade e interesse, porém apresentavam dificuldade em socializar, compartilhar materiais e manter o foco nas atividades. Por isso, as propostas buscaram fortalecer a cooperação, ampliar o engajamento por meio do lúdico e promover interações significativas. No Ensino Fundamental, a temática escolhida articulou Sistema Solar, jogos matemáticos e práticas corporais, considerando o perfil da turma — alunos mais autônomos, curiosos e com capacidade crescente de argumentação. A proposta permitiu explorar conteúdos de forma estruturada, incentivar o pensamento crítico e desenvolver aprendizagens que envolvem investigação, análise e registro. Vivenciar a sala de aula nos dois segmentos trouxe aprendizados essenciais para minha formação docente. Compreendi que o professor não é apenas transmissor de conteúdos, mas um mediador, observador atento, organizador emocional e gestor das interações sociais da turma. Na Educação Infantil, essa mediação exigiu sensibilidade, paciência e constante adaptação. Situações de conflitos, dispersão e desafios de convivência demandaram um olhar cuidadoso e ações intencionais. Piaget afirma que o desenvolvimento infantil acontece por meio das interações e da construção ativa do conhecimento, e isso ficou evidente nas atividades em que as crianças precisavam cooperar, dividir materiais ou esperar sua vez. No Ensino Fundamental, os aprendizados se ampliaram para o campo da autonomia e da argumentação. Os alunos demonstraram facilidade em expressar opiniões, compreender regras e realizar tarefas com mais independência. Essa vivência reforçou minha identificação com o segmento, pois senti satisfação em dialogar, explicar conteúdos, apoiar dúvidas e observar o desenvolvimento do raciocínio lógico por meio das atividades propostas. Experienciar o papel de docente foi desafiador e, ao mesmo tempo, extremamente enriquecedor. Planejar, conduzir atividades, organizar materiais, interagir com diferentes perfis de alunos e dialogar com professores da escola ampliou minha compreensão sobre a rotina e a complexidade do trabalho docente. Senti-me desafiada, especialmente diante de situações inesperadas, conflitos entre alunos e necessidade de adaptar planejamentos. Contudo, percebi que esses desafios fazem parte do exercício real da docência e fortalecem competências como: • flexibilidade; • paciência; • criatividade; • escuta sensível; • olhar individualizado; • capacidade de resolver problemas rapidamente. Como afirma Freire, “ensinar exige coragem, amorosidade e respeito aos saberes dos alunos”, frase que sintetiza meu sentimento ao viver essa experiência. Concluo que a disciplina teve papel essencial na minha constituição como docente. Ela me permitiu aproximar teoria e prática, refletir sobre minhas ações, compreender os desafios reais da sala de aula e fortalecer minha identidade profissional. Em minhas reflexões pessoais, afirmo que: “Na Educação Infantil, cada descoberta é uma conquista.” “O Ensino Fundamental desperta o pensamento crítico e consolida as bases para toda a trajetória educacional.” Essas experiências me mostraram que a docência é construída diariamente, com sensibilidade, intencionalidade e compromisso com o desenvolvimento integral das crianças. REFERÊNCIAS: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: dia mês ano. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 36. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. III. DOCUMENTOS, PRODUÇÃO E EVIDÊNCIAS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA 1. Registro de Observação – Diário de Campo Identificação Escola: Escola Municipal de Educação Básica Erich Blosfeld Turma: Pré I - 03 Faixa etária: 4 a 5 anos Período da observação: 15/09 a 19/09 das 7h30min às 11h30min Professora regente: Rosileide Campos de Rezende Alvez Aspectos observados 1. Clima e ambiente da sala de aula. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/ - Organização do espaço (mesas, carteiras, cantinhos, materiais): O espaço da sala de aula apresenta uma organização intencional e funcional estruturada em diferentes áreas que contempla tanto momentos de brincadeira quanto de aprendizagem formal. As carteiras estão dispostas em grupos de quatro de modo a favorecer a interação, a cooperação e o desenvolvimento de habilidades sócio emocionais entre os pares. No cantinho da brincadeira, encontram-se materiais diversificados, como casinha equipada com fogão e utensílios, bonecas, kits de beleza e de construção, carrinhos e jogos pedagógicos (quebra-cabeça, dominó, jogo da memória, encaixe, bingo, entre outros) que contribuem para o desenvolvimento da imaginação, socialização e das funções cognitivas. O cantinho de atividades é composto por Cantinho da leitura (com livros, tapete e almofadas) configurando um ambiente acolhedor e convidativo, destaca-se ainda o alfabeto construído com os nomes e iniciais dos alunos o que promove sentido, identidade e pertencimento ao processo de alfabetização. A sala também dispõe de recursos visuais como rotina expostas, calendário, cartazes distribuídos estrategicamente nas paredes além das exposições das produções artísticas das crianças que valorizam o protagonista infantil e confere um ambiente estático e motivador. Por fim os materiais de uso coletivo estão organizados em prateleiras baixas possibilitando acesso autonomia e incentivando a responsabilidade compartilhamento. - Recursos pedagógicos disponíveis: A sala dispõe de diversos recursos pedagógicos para o uso diário, contudo, esses materiais não são atualizados com frequência pela equipe gestora. - Condições físicas (limpeza, iluminação, barulho, temperatura): A sala está localizada um pouco afastada das demais turmas de Educação Infantil e do banheiro, o que reduz as oportunidades de interação, mas garante um ambiente mais silencioso e próximo ao refeitório e portão de entrada/saída — aspectos relevantes por se tratar da turma menor da instituição. O espaço é bem cuidado, apresentando boas condições de limpeza, iluminação natural e ventilação, favorecida por grandes janelas (o que, representa um risco potencial para alunos imperativos ou atípicos). Conta ainda com ar- condicionado e ventilador, o que contribui para o conforto térmico e bem-estar físico das crianças. 2. Dinamica entre os alunos. -Como interagem entre si: Interagem de forma variada, alternando momentos de colaboração com episódios de conflitos. Ainda demonstram dificuldade de compartilhar, esperar a vez e lidar com frustrações, demandando mediação frequente da professora. - Há cooperação, conflitos ou exclusão? Há registros de cooperação em momentos pontuais, mas predominam conflitos, expressos em atitudes de impaciência, agressividade e o uso de vocabulário inadequado. Também ocorrem situações de exclusão, que exigem intervenções pedagógicas voltadas à promoção do respeito e da convivência inclusiva. - Grupos formados espontaneamente? Sim, baseados em afinidades momentâneas. Essa organização favorece a socialização, mas também reforça disputas e exclusões, exigindo acompanhamento docente. 3. Interação professor – aluno. - Como o professor organiza o tempo(explicação, prática, avaliação)? A professora organiza o tempo de maneira estruturada e equilibrada, contemplando momentos de acolhimento, explicação da rotina (ajudante do dia, calendário, tempo e história), apresentação das atividades, acompanhamento próximo na prática — com atenção especial aos estudantes que apresentam maiores dificuldades — e realização da avaliação em seus três níveis (diagnóstica, formativa e somativa) assegurando a continuidade e a coerência do processo de ensino — aprendizagem. - Estratégias de ensino utilizadas. A professora utiliza estratégias de ensino diversificadas, equilibrando momentos de aula expositiva com práticas diagnósticos, aprendizagem baseado em projetos, estudo de caso e propostas lúdicas, de modo a favorecer a participação ativa dos estudantes e a construção significativa do conhecimento. - Estimulo á participação e clareza na comunicação. A professora busca estimular a participação de todos os alunos contudo sua comunicação nem sempre se mostra clara, pois, considerando a faixa etária e o nível de aprendizagem da turma, utiliza por vezes, uma linguagem excessivamente rebuscada, o que pode comprometer a compreensão plena das crianças. 4. Atividades realizadas. - Tipo de atividade (individual, em grupo, coletiva): As atividades desenvolvidas envolveram ilustração da história contada por meio de desenho, carimbo com garrafa pet para formar flores, contação de histórias, desenho com giz em papel camurça, pintura, corte e colagem para relacionar número e quantidade. Contudo, todas foram realizadas de forma individual, o que evidencia uma limitação, considerando que a turma apresenta traços de individualismo e dificuldades de socialização e partilha. Embora tenha ocorrido momentos de brincadeiras livres, com brinquedos da sala, massinha, quadra e parque, estes foram pouco orientados, o que indica a necessidade de maior investimento em atividades em grupo e coletivas, de modo a favorecer a interação, a cooperação e o desenvolvimento das habilidades sócio emocionais. - Sequencia lógica e objetivos claros: A prática pedagógica apresentou uma sequência lógica bem definida e coerente, porém sem a explicação clara dos objetivos. Embora a organização das etapas estivesse estruturada, os temas e finalidades das atividades não foram suficientemente comunicados aos alunos, o que comprometeu a compreensão do propósito de cada ação realizada. - Recursos utilizados pelo professor: Os recursos utilizados pela professora incluíram o uso de multimídia e livros durante as contração de história, além de materiais variados nas atividades artísticas, como desenho, pintura, corte e colagem. Apesar da diversidade de recursos empregados, observou-se a ausência de materiais mais lúdicos e atrativos que podem potencializar o engajamento e a participação dos alunos. - Participação e motivação dos estudantes: Durante a realização das atividades, os estudantes demonstraram elevada participação e interesse, mantendo-se motivados ao longo do processo. Essa postura foi favorecida pela mediação da professora, que atuou de forma incentivadora, estimulando o envolvimento ativo dos alunos nas propostas de ensino aprendizagem. 5. Comportamentos e reações dos alunos. - Atenção e interesse nas propostas: Durante a realização das atividades, os alunos demonstraram atenção e interesse nas propostas, porém apresentaram facilidade em se dispersar, exigindo da professora constante intervenção para manterem o foco e a continuidade no desenvolvimento das tarefas. - Dificuldades ou facilidades: A maioria dos alunos apresentou dificuldades na realização das atividades, especialmente nas propostas de recorte e colagem. Esses cenário se justifica pelo fato de muitos estudantes serem laudados ou estarem em processo de observação, o que impacta diretamente em seu desempenho. Contudo alguns demonstraram maior desenvoltura, como no caso da escrita autônoma do primeiro nome, habilidade que menos da metade da turma, composta por 16 alunos, conseguiu realizar de forma satisfatória. - Situações de conflito, distração ou comportamento agressivo: Foram observadas frequentes situações de conflito durante a interação entre os alunos, bem como distrações ocasionadas pela entrada tardia de estudantes que, além disso, apresenta comportamentos agressivos. Ressalta-se, ainda a presença de um aluno TEA nível dois de suporte, não verbal, que utiliza fraldas e manifesta estereotipias correndo pela sala, chorando ou se desregulado. A ausência de profissional de apoio para esse estudante potencialisa tais desafios, gerando maiores dificuldades no manejo das situações da sala. - Como o professor lidou com essas situações: Diante das situações de conflitos e distrações, a professora interveio de forma coerente, buscando realizar um acompanhamento individualizado com cada aluno. Nessas ocasiões, adotou diálogo como estratégia principal, conversando diretamente com as crianças envolvidas e orientando-as da maneira a favorecer a reflexão sobre os comportamentos apresentados e a retomada do foco nas atividades. Identificação Escola: Escola Municipal de Educação Básica Erich Blosfeld Turma: 3° ano - 01 Faixa etária: 8 a 9 anos Período da observação: 29/09 a 07/10 das 7h30min às 11h30min (com horários distintos, conforme especificado na declaração de comparecimento) Professora regente: Eloiza Schollemberg Aspectos observados 1. Clima e ambiente da sala de aula. - Organização do espaço (mesas, carteiras, cantinhos, materiais): A sala de aula está situada no segundo andar da instituição, próxima ao bebedouro, porém distante dos banheiros, o que demanda um tempo considerável de deslocamento entre as aulas, intervalos, momentos de lanche e atividades na quadra. O acesso ao espaço ocorre por meio de uma rampa extensa, antiderrapante e equipada com corrimão, garantindo segurança na locomoção. No mesmo andar, encontram-se ainda outras duas turmas. A disposição das carteiras é organizada em duplas, favorecendo a interação e a cooperação entre os estudantes, sendo reconfigurada em situações que exigem atividades avaliativas. O ambiente conta com um cantinho da leitura limitado em estrutura, sem tapete ou almofadas, composto apenas por uma por um suporte de livros e um varal baixo contendo histórias, poesias e versos. A mesa da professora está posicionada à esquerda do quadro, voltada para os alunos,enquanto ao fundo há uma mesa de apoio com computador e televisão, utilizados para desenvolvimento das atividades pedagógicas. Os materiais escolares em sua maioria, são individuais, sendo levados pelos alunos diariamente. Contudo, alguns materiais básicos ficam organizados ao lado da mesa da professora para empréstimo. Os demais recursos como livros didáticos, apostila e outras ficam no armário nos fundos da sala. - Recursos pedagógicos disponíveis: Os recursos pedagógicos disponíveis na sala contemplam uma variedade de materiais visuais e didáticos que contribuempara o processo de ensino e aprendizagem. Diversos cartazes são utilizados como suporte pedagógico, abordando conteúdos como unidades, dezena, centena, alfabeto, cédulas, ajudante do dia, aniversariantes, calendário, sinais de pontuaçãoe um mapa de Jaraguá do Sul, todos dispostos nas paredes, favorecendo a consulta e fixação de forma acessível contínua. Tem acesso livre aos seus materiais pessoais, os demais materiais pedagógicos de apoio são mantidos no armário entregues conforme orientação da professora. - Condições física (limpeza, iluminação, barulho, temperatura): As condições físicas da sala são adequadas, apresentando ambiente limpo, bem iluminado por amplas janelas e climatizado com ar-condicionado e ventilador, o que favorece o bem estar dos alunos. Por estar localizado no segundo andar e abrigar turmas mais velhas, o espaço mantém-se silencioso, sendo os eventuais ruídos provenientes de um espaço de recreação situada ao lado. 2. Dinamica entre os alunos. - Como interagem entre si? Os alunos demonstram uma interação madura para faixa etária, marcada pela cooperação e pela capacidade de resolver conflitos de forma autônoma. Quando necessário, a professora e a coordenação intervém de maneira mediadora, promovendo a resolução adequada das situações. - Há cooperação, conflitos ou exclusão? A cooperação entre os alunos é constantemente incentivada, havendo poucos conflitos, geralmente resolvidos de forma autônoma pelo grupo. Observou-se apenas uma situação envolvendo uma aluna atípica que gerou episódios pontuais de exclusão, prontamente identificados e mediados pelos professores, garantindo a inclusão e a harmonia nas interações. - Grupos formados espontaneamente? Alguns grupos são formados espontaneamente no entanto as interações são variadas e aos grupos rotativos 3. Interação professor – aluno. - Como o professor organiza o tempo (explicação, prática, avaliação)? A professora demonstra excelente organização do tempo, seguindo o cronograma das disciplinas e utilizando um caderno de planejamento como instrumento de apoio à gestão das aulas. O tempo é distribuído de forma equilibrada entre aplicação dos conteúdos, realização das atividades práticas e avaliações, além do acompanhamento individualizado dos alunos, com revisões realizadas sempre que necessário. - Estratégias de ensino utilizadas: A professora utiliza diversas estratégias de ensino, como aulas dialogadas, atividades práticas, uso de recursos visuais e tecnológicos, trabalhos em grupo e momentos de revisão. Essas abordagens favorecem a participação ativa dos alunos, a compreensão dos conteúdos e o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais. - Estimulo á participação e clareza na comunicação: Os alunos são constantemente incentivados a participar das atividades, demonstrando engajamento e interesse. A professora mantém uma comunicação clara e objetiva, explicando as propostas, os objetivos e a sequência das tarefas, ao mesmo tempo em que valoriza as ideias e contribuições dos alunos, promovendo um ambiente colaborativo criativo. 4. Atividades realizadas. - Tipo de atividade (individual, em grupo, coletivo): Foram desenvolvidas diversas atividades contemplando diferentes áreas do conhecimento, como Letramento Linguístico, Lingua Portuguesa, Ensino Religioso, Matemática, Ciências, Educação Física, Educação Financeira, História, Arte e momentos de leitura na biblioteca. As propostas equilibram teorias e práticas, incluindo produções escrita, jogos, confecções de maquetes, pesquisa em grupo e atividades lúdicas. As dinâmicas ocorreram de forma individual, em grupo e coletiva, utilizando recursos práticos, tecnológicos e tradicionais para favorecer aprendizagem e a participação dos alunos. - Sequência lógica e objetivos claro: A professora organiza o processo de ensino de forma sequencial e coerente, apresentando objetivos claros e compreensíveis aos alunos. As aulas seguem uma estrutura que inclui explicação, exploração, fixação dos conteúdos, realização de pesquisas, revisão e avaliação garantindo a continuidade e o aprofundamento da aprendizagem. - Recursos utilizados pelo professor: A professora faz o uso de uma ampla variedade de recursos didáticos, como lousa, Chrome book, livros, materiais lúdicos (roleta, maquete) e atividades impressas. Considerando que os alunos estão concluindo a fase de transição do alfabetização e ingressando nos anos finais do Ensino Fundamental I, a utilização diversificada desses materiais mostram-se extremamente proveitoso para o desenvolvimento das múltiplas aprendizagens. - Participação e motivação dos estudantes: Os alunos demonstram alto nível de participação e motivação, estimulados constantemente pela professora. Apresentam autonomia significativa, sendo capaz de realizar tarefas rotineiras sem necessidade de constante orientação, como organizar a sala, realizar o sorteio do ajudante do dia e manter o ambiente preparado para as atividades. 5. Comportamentos e reações dos alunos. - Atenção e interesse nas propostas: Os alunos demonstram comportamentos e reações bastante positivas diante das propostas pedagógicas, evidenciando interesse, motivação e comprometimento na realização das atividades. Participam ativamente dos momentos de correção coletiva, mantendo-se concentrados e produtivos, o que caracteriza a turma como engajada e centrada nos seus deveres. - Dificuldades ou facilidades: Observa-se que há alunos que ainda se encontram nas fases iniciais do processo de alfabetização, classificadas como silábico sem valor sonoro e silábicos alfabéticos (leitores iniciantes). Embora representem uma pequena parcela da turma esses estudantes tem demonstrado progresso constante e permanecem motivados. De modo geral, a turma apresenta maiores dificuldades em Matemática e maior facilidade nas áreas de linguagens e arte (criatividade), refletindo também os interesses e o perfil da professora. - Situações de conflitos, distração ou comportamento agressivo: Observou-se alguns conflitos pontuais de convivência, geralmente resolvidos pelos próprios alunos. Entretanto, ocorreram situações de exclusão e de bullying que demandam a intervenção da professora e da equipe gestora. Conversas paralelas também são frequentes, gerando momentos de distrações em sala de aula. Não foram identificados comportamentos agressivos significativos, exceto no caso de uma aluna autista que, em momentos de desregulação, pode apresentar reações intensas. Essas situações, porém, são conduzidas de forma pontual, assertivo e acolhedora pela professora, que demonstra conhecer bem a aluna. A docente relatou ainda que, após um longo trabalho com a turma, esses episódios tornaram- se cada vez mais raros. - Como a professora lidou com essas situações: A professora conduz as situações de forma satisfatória, adotando uma postura firme e equilibrada. Utiliza o diálogo como principal recurso, aplicando medidas corretivas quando necessário (como suspensões temporárias de momentos de lazer, por exemplo, quadra ou intervalo). Em casos mais específicos, recorre a mediação da direção ou ao registro em ata. Demonstra uma postura de liderança, segurança e parceria com os alunos, sendo reconhecida como uma figura de referência e autoridade positiva no grupo. 2. Sequências Didáticas com Planos de Aula e Produtos Educacionais SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 Escola: Escola Municipal de Educação Básica Erich Blosfeld Professor: Fabiele Paola Dos Santos Fornazary Tema Geral: Aprendendo com Flores e Cores. Componente Curricular: Artes Visuais e Linguagem Oral e Escrita. Unidade temática: Traços, sons, cores e formas (BNCC – Educação Infantil – Artes Visuais). Objeto de conhecimento: Exploração de diferentes materiais, sons, cores, texturas e formas em produções artísticase expressivas. Turma: Pré I 03 Duração: 15 horas de observação. 05 horas de aplicação da sequência didática. Período: De: 15/09/2025 até: 19/09/2025 OBJETIVOS Proporcionar às crianças experiências lúdicas e significativas envolvendo flores, cores e histórias, favorecendo o desenvolvimento da criatividade, da coordenação motora ampla e fina, da linguagem oral, da socialização e do respeito às diferenças, estimulando também a valorização da natureza. COMPETÊNCIAS o Desenvolver a curiosidade, a imaginação e a criatividade por meio de atividades artísticas e lúdicas. o Ampliar a comunicação e a linguagem oral através de histórias, diálogos e rodas de conversa. o Exercitar a coordenação motora ampla e fina em atividades de movimento, pintura e colagem. o Valorizar a natureza e compreender sua importância no cotidiano, relacionando flores, insetos e estações do ano. o Promover atitudes de respeito, cooperação e valorização das diferenças. HABILIDADES o EI03ET01: Explorar elementos da natureza e diferentes fenômenos naturais. o EI03TS01: Experimentar diferentes formas de expressão artística (pintura, desenho, colagem, construção). o EI03CG04: Expressar-se por meio da linguagem oral em interações sociais e em situações de escuta e fala. o EI03EF02: Participar de atividades corporais, respeitando regras, limites e turnos. o EI03AR02: Produzir trabalhos artísticos usando cores, traços, formas e diferentes materiais. AVALIAÇÃO GERAL A avaliação será processual e contínua, considerando a participação das crianças em cada atividade, sua interação com os colegas, o envolvimento nas propostas artísticas e lúdicas, bem como o desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas e socioemocionais. Serão utilizados como instrumentos: observação direta, registros em diário de classe, produções artísticas, registros fotográficos e rodas de conversa. O foco será qualitativo, priorizando conquistas individuais e coletivas. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. HORN, Maria da Graça Souza. Sabores, cores, sons, aromas: a organização dos espaços na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2004. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2011. PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. OBS.: Os recursos/materiais didáticos e procedimentos metodológicos, são descritos em cada um dos planos de aula (total de 5h). SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 - PLANO DE AULA 1 Tempo Estimado (nº de aulas): 45 minutos (1 aula). RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS - Quadra. - Tatame. - Bambolê. - Bola de pilates. - Jump. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Apresentação: Cumprimentar os alunos e se apresentar, explicando que, durante o período em que estarão juntos, serão realizadas atividades divertidas e desafiadoras. 2. Explicação inicial: Informar que durante as aulas serão feitos registros fotográficos dos momentos para acompanhar as atividades. 3. Organização: Orientar que todos se preparem para ir até a quadra da escola, formando uma fila organizada e levando suas garrafas de água. 4. Alongamento inicial: o Na quadra, organizar os alunos em formato de roda. http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ o Realizar alongamento estático, contando até 10 segundos em cada posição. o Reforçar a importância do alongamento para preparar o corpo para a atividade. 5. Explicação da atividade – Circuito “Indiana Jones”: 5.1 Reunir os alunos ainda em roda e explicar como será o circuito. 5.2 Destacar as etapas: o Tatame em fila: o aluno deverá engatinhar pelo percurso. o Desafio da pedra: fugir da bola de pilates que simula uma pedra no trajeto. o Bambolê suspenso: saltar por dentro do bambolê sem encostar. o Jump: realizar 3 pulos no minitrampolim. o Ao concluir, liberar o próximo aluno para iniciar. 6. Execução do circuito: o Cada aluno realiza o percurso individualmente. o Todos devem repetir o circuito 3 vezes cada um. o Durante a atividade, estimular a participação, incentivar o esforço e reforçar a importância de esperar a vez na fila. 7. Brincadeira livre: Após todos finalizarem as repetições, os materiais (bola de pilates, bambolê, jump etc.) ficam disponíveis por 10 minutos para brincadeira livre, de forma supervisionada. 8. Organização final: Solicitar que os alunos guardem os materiais juntos e retomem a formação em roda. 9. Fechamento: Conversar brevemente sobre a experiência, perguntando o que mais gostaram na atividade. 10. Hidratação: Orientar os alunos a beberem água antes de saírem da quadra. 11. Despedida: Finalizar agradecendo a participação e reforçando que novas atividades divertidas virão nas próximas aulas, organizar fila e pegar mochilas para a despedida. AVALIAÇÃO DA AULA A avaliação dessa aula será realizada de forma contínua, por meio da observação direta do envolvimento dos alunos nas atividades propostas, considerando a participação, o respeito às regras e a interação com os colegas. Serão observados aspectos como a coordenação motora ampla durante a execução do circuito, a autonomia para realizar as tarefas e a socialização no momento da brincadeira livre. Como instrumentos de avaliação, serão utilizados registros fotográficos, anotações do professor em diário de classe e a roda de conversa final, possibilitando identificar conquistas, dificuldades e o nível de compreensão da proposta. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: 21 set. 2025. Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2011. ANEXOS PLANO DE AULA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 - PLANO DE AULA 2 Tempo Estimado (nº de aulas): 2 horas e 35 minutos (3 aulas). http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS - Colheres descartáveis transparentes. - Livro para contação da história “O Cravo a Rosa e o Jasmim”. - Tinta guache e pinceis. - Cola branca. - Folha sulfite. - Giz de cera. - Parque. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Buscar as crianças na quadra: formar a fila organizada; caminhar em fila até a sala de aula com ordem e calma. 2. Tempo para organização: cada criança guarda sua garrafinha, senta- se nos seus lugares. 3. Rotina escolar: dar boas-vindas; apresentar o “ajudante do dia”; fazer o registro do calendário (dia, mês) e comentar o tempo/clima (sol, chuva etc.). Esse momento acalma e prepara para a contação. 4. Contação da história — “O Cravo, a Rosa e o Jasmim”: o Sentar as crianças em semicírculo. o Apresentar o livro como material de apoio, mostrar as ilustrações página a página. o Fazer leitura interativa: usar perguntas curtas (“O que será que vai acontecer?”), estimular onomatopeias e encenações simples para manter atenção. 5. Apresentação da proposta de trabalho: explicar que cada criança fará três flores com três colher representando os personagens da história e depois fará um cenário desenhado para colar as flores. Mostrar um exemplo já pronto. 6. Pintura das colheres: o Entregar 3 colheres por aluno. o Fornecer guache misturado com cola branca (explicar que a cola ajuda a fixar e dá brilho). o Demonstrar como pintar (pinceladas, pintar frente e verso, cabo verde e parte do botão um amarelo, outro branco e vermelho) e onde apoiar as colheres para secarem. Circular pela sala, oferecendo apoio (ajudar a segurar, regular a quantidade de tinta). 7. Desenho do cenário: o Entregar folha sulfite e giz de cera. Pedir que cada criança desenhe o “cenário” da história (estimular detalhes: grama, sol, pequenascasas, borboletas reforçar que depois vão colar as flores de colher nesse cenário). o Guardar materiais, lavar mãos e deixar a sala em ordem. 8. Exposição temporária: organizar um painel para que as crianças vejam as produções dos colegas e façam comentários (ex.: “olha a minha rosa!”). 9. Atividade lúdica: Apresentar aos alunos a proposta da brincadeira “A Linda Rosa Juvenil”, explicando suas regras e objetivos dentro do tema flores e rosas, e, em seguida, realizar a atividade com a participação de toda a turma na sala de aula. 10. Encerramento: breve conversa sobre o que gostaram na atividade; elogiar o esforço de cada criança e lembrar que as obras ficarão expostas. 11. Parque / recreio — socialização: liberar as crianças para 45 minutos de parque/área externa, com supervisão, permitindo brincadeira livre e socialização. 12. Organização final: após o parque, chamar a turma, organizara fila e encaminhar os alunos para o horário do lanche e intervalo. AVALIAÇÃO DA AULA A avaliação dessa aula será feita de maneira contínua, considerando a participação das crianças durante a contação da história, a atenção às ilustrações, o envolvimento na pintura e na criação do cenário, bem como o cuidado com os materiais e o respeito às orientações dadas. Também serão observados aspectos como criatividade, socialização e cooperação durante as atividades coletivas. Como instrumentos, serão utilizados a observação direta do professor, os registros em diário de classe, as produções artísticas das crianças e os momentos de conversa, que permitem identificar o nível de compreensão, expressão e engajamento de cada aluno. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: 21 set. 2025. CORSO, Diana Lichtenstein; CORSO, Mário. O Cravo, a Rosa e o Jasmim. Porto Alegre: Projeto, 2013. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2011. SÓ ESCOLA. Atividades de Artes para Educação Infantil. 2024. Disponível em: https://soescola.com. Acesso em: 21 set. 2025. ANEXOS PLANO DE AULA 2 SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 - PLANO DE AULA 3 Tempo Estimado (nº de aulas): 45 minutos (1 aula). RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ - Diversas flores e folhas diferentes. - Moldura de papelão com tronco. - Fita durex. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Buscar as crianças no intervalo: formar a fila organizada; caminhar em fila até a sala de aula com ordem e calma. 2. Tempo para organização: cada criança enche sua garrafinha, guarda os pertences e se senta em seus lugares. 3. Contação da história — “Olha que eu viro bicho de jardim”: o Sentar as crianças em semicírculo. o Apresentar o livro como material de apoio, mostrando as ilustrações página a página. o Fazer leitura interativa, com perguntas curtas (“Qual bicho será que vem agora?”), sons, gestos e expressões para manter a atenção. 4. Atividade dinâmica de imitação: a professora fala os nomes dos animais que aparecem na história, e as crianças imitam os movimentos e gestos, reproduzindo como a personagem se transformava nos insetos. 5. Roda de observação: o Organizar as crianças em círculo. o Entregar potinhos impressos que, ao serem colocados contra a luz, revelam a imagem real dos insetos citados na história. o Conduzir breve conversa sobre o que observaram, relacionando insetos, flores, jardim e a chegada da primavera. 6. Atividade — vitral de flores naturais: o Apresentar diferentes flores e folhagens coloridas. o Entregar a cada criança uma moldura de papelão vazada. o Com auxílio de fita adesiva, as crianças fixam flores e folhas dentro da moldura, criando sua obra artística. o A professora passa fita no verso, encapsulando os elementos naturais para dar acabamento. o Cada vitral poderá ser levado para casa como lembrança da atividade. 7. Exposição rápida: valorizar os trabalhos prontos, incentivando as crianças a observarem as produções dos colegas e a comentarem suas escolhas de flores e cores. 8. Encerramento da atividade: breve conversa sobre o que mais gostaram de fazer; reforçar a importância da história e da ligação com a primavera; elogiar o empenho de todos. 9. Transição para a próxima aula: organizar os materiais, alinhar a turma e encaminhar os alunos calmamente para a atividade seguinte. AVALIAÇÃO DA AULA Os critérios de avaliação dessa aula estarão pautados na participação e no envolvimento das crianças durante as diferentes propostas, considerando sua atenção, interesse, expressão corporal e oral, criatividade e autonomia na execução das atividades, bem como a forma como interagem socialmente com os colegas. Como instrumentos, serão utilizados a observação direta, registros de situações significativas, a análise da produção artística (vitral de flores) e as falas compartilhadas nas rodas de conversa, possibilitando acompanhar o desenvolvimento integral das crianças de maneira qualitativa. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: 22 set. 2025. FREITAS, José Ricardo. Olha que eu viro bicho de jardim. São Paulo: Paulinas, 2010. REVISTA EDUCAÇÃO INFANTIL. Atividades com flores e insetos na primavera. São Paulo: Segmento Educação, 2022. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br. Acesso em: 22 set. 2025. TODOS PELA EDUCAÇÃO. Importância da leitura na Educação Infantil. http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ São Paulo, 2021. Disponível em: https://www.todospelaeducacao.org.br. Acesso em: 22 set. 2025. ANEXOS PLANO DE AULA 3 ROTEIRO DESCRITIVO DO PRODUTO EDUCACIONAL Título: Vitral de flores naturais. OBJETO DO CONHECIMENTO Os objetos do conhecimento que poderão ser trabalhados com o uso do produto educacional “vitral de flores naturais” envolvem temas relacionados ao meio ambiente, à natureza e às estações do ano, em especial a primavera. Podem ser explorados conceitos sobre flores, folhagens e insetos, bem como a importância desses elementos para a manutenção da vida nos jardins e na natureza. Além disso, a atividade possibilita a abordagem de cores, formas e texturas, estimulando a percepção sensorial e estética, bem como noções de coordenação motora fina no manuseio dos materiais. Também é possível desenvolver conteúdos ligados à expressão artística (montagem de composições visuais) e à educação ambiental, incentivando o cuidado e o respeito pelos seres vivos presentes no ambiente natural. OBJETIVO DIDÁTICO DO PRODUTO EDUCACIONAL o Estimular a percepção sensorial e estética. o Promover a criatividade e a expressão artística. o Favorecer a coordenação motora fina. o Relacionar a atividade ao contexto da primavera. o Desenvolver atitudes de cuidado e valorização da natureza. o Estimular a socialização e a cooperação. DESCRIÇÃO DO PRODUTO EDUCACIONAL E FORMAS DE UTILIZAR http://www.todospelaeducacao.org.br/ O produto educacional elaborado consiste em um vitral de flores naturais, confeccionado pelas crianças a partir de uma moldura de papelão vazada. Nela, são fixadas flores e folhagens coloridas com fita adesiva transparente, formando uma composição artística única. O recurso estimula a observação da natureza, a percepção sensorial e a criatividade, além de integrar conteúdos de arte, ciências e educação ambiental. Pode ser exposto em murais, janelas ou levado para casa como memória da atividade, fortalecendo também a interação entre escola e família. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: 22 set. 2025. FREITAS, José Ricardo. Olha que eu viro bicho de jardim. São Paulo: Paulinas,2010. REVISTA EDUCAÇÃO INFANTIL. Atividades com flores e insetos na primavera. São Paulo: Segmento Educação, 2022. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br. Acesso em: 22 set. 2025. TODOS PELA EDUCAÇÃO. Importância da leitura na Educação Infantil. São Paulo, 2021. Disponível em: https://www.todospelaeducacao.org.br. Acesso em: 22 set. 2025. https://br.pinterest.com/pin/796785359112678852/ https://br.pinterest.com/pin/140806233865162/ https://br.pinterest.com/pin/6473993211665749/ ANOTAÇÕES, OBSERVAÇÕES E/OU ANEXOS http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ http://www.todospelaeducacao.org.br/ SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 - PLANO DE AULA 4 Tempo Estimado (nº de aulas): 55 minutos (1 aula). RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS - Pratos grandes descartáveis. - Tinta guache e pinceis. - Giz de cera. - Papel crepón. - Palito de picolé. - Raía para contação da história. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Tempo para organização: delimitação definhada da troca de aula. 2. Contação da história: “Tudo bem não ser igual”: o Sentar as crianças em semicírculo. o Apresentar o livro como material de apoio, mostrando as ilustrações página a página. o Utilizar uma raia feita de prato descartável para chamar atenção e introduzir o tema da história, enfatizando a beleza das diferenças e a singularidade da personagem. o Fazer leitura interativa, com expressões e gestos para manter o interesse. 3. Apresentação da proposta da atividade: explicar que cada criança irá confeccionar sua própria raia, reproduzindo o personagem principal da história. 4. Preparação dos materiais: o Pratos descartáveis grandes, divididos em 4 partes para formar mini raias. o Tinta guache e pincéis para pintura. o Giz de cera para desenhar rosto, sorriso e sinais do personagem após a secagem da tinta. o Papel crepom para a confecção da cauda. o Palito de picolé para servir como suporte da raia. 5. Execução da atividade: o Distribuir os pratos cortados às crianças. o Pintar a superfície com guache e aguardar a secagem. o Utilizar giz de cera para personalizar cada raia com características únicas. o Fixar tiras de papel crepom para formar a cauda e colar o palito de picolé como suporte. 6. Encenação da história: com as raias prontas, permitir que as crianças encenem e reproduzam trechos da história em sala, explorando gestos e movimentos do personagem. 7. Encerramento da atividade: realizar uma roda de conversa sobre a experiência, refletindo sobre a semana, as atividades que mais gostaram e a importância das diferenças. 8. Despedida: Agradecer a participação das crianças e entregar um recadinho carinhoso junto com uma lembrancinha, organizar fila e pegar mochilas para a despedida. AVALIAÇÃO DA AULA Os critérios de avaliação desta aula envolvem a participação e o engajamento das crianças nas atividades de contação, confecção da raia e encenação, assim como a criatividade e expressão artística demonstradas na personalização do personagem. Também serão observadas a atenção e compreensão do tema das diferenças, a coordenação motora fina durante a manipulação dos materiais e a interação social respeitosa com os colegas. Como instrumentos, serão utilizados a observação direta, registros de falas e atitudes significativas, análise da produção artística e as contribuições das crianças nas rodas de conversa, possibilitando uma avaliação qualitativa do aprendizado e das experiências vivenciadas. REFERÊNCIAS AUTORIA PRÓPRIA. Atividade pedagógica: confecção da raia do personagem principal da história “Tudo bem não ser igual”. Produto educacional pedagógico, 2025. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: 23 set. 2025. TODOS PELA EDUCAÇÃO. Importância da leitura e diversidade na Educação Infantil. São Paulo, 2021. Disponível em: https://www.todospelaeducacao.org.br. Acesso em: 23 set. 2025. ANEXOS PLANO DE AULA 4 SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2 SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2 Escola: Escola Municipal de Educação Básica Erich Blosfeld Professor: Fabiele Paola Dos Santos Fornazary Tema Geral: Linguagens da infância os planetas e aos números. Componente Curricular: Educação Física, Matemática e Ciências. Unidade temática: Terra e Universo, Números e Brincadeiras e Jogos. Objeto de conhecimento: Características e curiosidades sobre o Sol e os planetas; revisão das quatro operações por meio de jogos; desenvolvimento de práticas corporais e cooperação. Turma: 3° ano - 01 Duração: 15 horas de Período: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ http://www.todospelaeducacao.org.br/ observação. 05 horas de aplicação da sequência didática. De: 29/09/2025 até: 07/10/2025 OBJETIVOS Compreender e identificar os elementos que compõem o Sistema Solar, reconhecendo o Sol e os planetas; desenvolver o raciocínio lógico e a habilidade de resolver problemas por meio de jogos matemáticos adaptados às quatro operações; estimular a curiosidade científica, a observação e o registro de informações; promover a socialização, a cooperação e o respeito durante as atividades corporais e lúdicas; e fortalecer a coordenação motora fina e a autonomia na construção do produto educacional — o livrinho de curiosidades sobre o Sistema Solar. COMPETÊNCIAS o Utilizar conhecimentos científicos básicos para compreender o mundo natural e os fenômenos relacionados ao Sistema Solar. o Exercitar a investigação, a observação e a formulação de hipóteses simples a partir de situações concretas. o Aplicar conceitos e procedimentos matemáticos básicos para solucionar problemas em contextos lúdicos. o Agir com empatia, colaboração e respeito nas interações em atividades coletivas e práticas corporais. HABILIDADES o (EF03CI13) Identificar os principais astros do Sistema Solar, reconhecendo suas características e posições. o (EF03MA07) Resolver e elaborar problemas envolvendo as quatro operações fundamentais, aplicando estratégias pessoais de cálculo e raciocínio lógico. o (EF35EF01) Participar de jogos e brincadeiras, respeitando regras e colegas, desenvolvendo cooperação, socialização e controle corporal. AVALIAÇÃO GERAL A avaliação nesta sequência didática será formativa e contínua, acompanhando o desenvolvimento das habilidades cognitivas, sociais e emocionais dos alunos ao longo das atividades. Serão utilizados instrumentos como observação sistemática, registro de produções, rodas de conversa e atividades práticas, permitindo analisar tanto a compreensão dos conteúdos quanto a participação, o raciocínio lógico e a capacidade de aplicação dos conceitos, alinhando-se às diretrizes da BNCC. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2017. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. OBS.: Os recursos/materiais didáticos e procedimentos metodológicos, são descritos em cada um dos planos de aula (total de 5h). SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2 - PLANO DE AULA 1 Tempo Estimado (nº de aulas): 1 hora e 30 minutos (2 aulas). RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS - UNO da adição. - UNO da subtração. - UNO da multiplicação. - UNO da divisão. - Lousa. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Recepção dos alunos: o Buscar os alunos na chegada, realizando a recepção de forma acolhedora e afetiva. o Explicar que participarão de diferentes atividades nas próximas aulas, com registros fotográficos do processo. 2. Sorteio do ajudante do dia e chamada: o Realizar o sorteio de forma divertida, incentivando a participação e o senso de colaboração entre as crianças. o Fazer a chamada de forma tradicional. 3. Explicação da proposta: o Apresentar a atividade do dia, explicando que, como a turma está em período de revisão das quatro operações matemáticas, o conteúdoserá trabalhado de forma lúdica e diferenciada, por meio de jogos. 4. Apresentação do jogo – UNO Matemático: o Explicar as regras e o modo de jogar, garantindo que todos compreendam a dinâmica. o Reforçar que o jogo foi adaptado para revisar as quatro operações (adição, subtração, multiplicação e divisão). 5. Organização dos grupos: o Dividir a turma em quatro grupos, com cinco a seis alunos em cada. o Entregar um baralho de UNO para cada grupo, representando uma operação matemática. 6. Desenvolvimento da atividade: o Os alunos deverão jogar em grupo, resolvendo as operações que surgirem nas cartas. o Em caso de dúvida, poderão realizar a conta na lousa, com o auxílio da professora. o A professora circulará entre os grupos, mediando, orientando e corrigindo quando necessário, até que todos dominem a dinâmica. 7. Rotatividade dos grupos: o Após aproximadamente 20 minutos de jogo, os grupos farão a troca dos baralhos, para que todos possam jogar as quatro versões do UNO (uma para cada operação matemática). 8. Encerramento: o Reunir os alunos para conversar brevemente sobre a atividade, destacando o que aprenderam e como se sentiram jogando. o Finalizar com um momento de agradecimento pela participação de todos. AVALIAÇÃO DA AULA A avaliação será contínua e ocorrerá por meio da observação direta da participação, do envolvimento e da interação dos alunos durante as atividades. Serão considerados critérios como o interesse, a cooperação em grupo, a compreensão das regras, a aplicação correta das operações matemáticas e o raciocínio lógico. Como instrumentos, serão utilizados registros fotográficos e anotações descritivas da professora, destacando avanços, dificuldades e comportamentos observados ao longo da aula. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2017. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. PORTAL DO PROFESSOR. Jogos matemáticos: possibilidades lúdicas para a sala de aula. Ministério da Educação, 2020. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ UNO DAS QUATRO OPERAÇÕES MATEMÁTICAS - 1° AO 3° ANO Uno Matemático, um jogo lúdico e interativo no qual as crianças irão aprender brincando sobre as 4 operações básicas da Matemática. Objetivos do Jogo: 📍Aprender os conceitos 📍Desenvolve a lógica de um modo divertido. 📢 Garanta o seu KIT UNO - 4 OPERAÇÕES: ❇️ Uno da Adição ❇️ Uno da Subtração ❇️ Uno da Multiplicação ❇️ Uno da Divisão 📢 Os Arquivos também poderão ser adquiridos individualmente. 🖨️ Arquivo DIGITAL PDF pronto para impressão. ANEXOS PLANO DE AULA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2 - PLANO DE AULA 2 Tempo Estimado (nº de aulas): 55 minutos (1 aula). RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS - Bola de borracha. - Bola de pilates. https://br.pinterest.com/pin/796785359112945052/ https://br.pinterest.com/pin/796785359112945052/ https://br.pinterest.com/pin/796785359112945052/ https://br.pinterest.com/pin/796785359112945052/ https://br.pinterest.com/pin/796785359112945052/ https://br.pinterest.com/pin/796785359112945052/ https://br.pinterest.com/pin/796785359112945052/ - Balão. - Barbante. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Realizar a chamada de forma lúdica: o Em vez de dizer apenas "presente", cada aluno deverá falar o nome de um filme que gosta muito. (Caso algum aluno não se sinta confortável, pode responder "presente" da forma tradicional). 2. Organização para a quadra: o Orientar que todos se preparem para ir até a quadra da escola, formando uma fila organizada e levando suas garrafas de água. 3. Alongamento inicial: o Na quadra, organizar os alunos em roda. Realizar alongamentos estáticos, contando até 10 segundos em cada posição. Reforçar a importância do alongamento para preparar o corpo para as atividades. 4. Atividade principal – “Indiana Jones” o Explicar a proposta usando a imaginação e histórias inspiradas no personagem Indiana Jones. o Organização: formar um círculo maior e, dentro dele, um círculo menor. o As crianças do círculo menor devem ficar de frente para as do círculo maior, mantendo aproximadamente 50 cm de distância entre os dois círculos, criando um corredor estreito. o Um aluno será o “Indiana Jones” e deve correr fugindo da bola de pilates (representando a pedra). o Os participantes dos círculos irão impulsionar a bola rolando-a (não vale chutar ou arremessar), podendo girá-la no sentido horário ou anti-horário. o Se o “Indiana Jones” for atingido pela bola, ele troca de lugar com quem impulsionou. 5. Atividade – “Gol com a mão” o Formar uma roda, deixando espaço entre as pernas de cada participante. o O objetivo é rolar a bola para que ela passe entre as pernas de outro colega, ao mesmo tempo em que cada um deve proteger seu próprio espaço. 6. Atividade – “Proteja seu balão” o Em um espaço delimitado, cada aluno recebe um balão para encher e amarrar no tornozelo com um barbante. o O objetivo é proteger o próprio balão e estourar os dos colegas. o Quem ficar com o balão intacto vence. o À medida que os balões vão estourando, os alunos vão saindo do espaço. 7. Brincadeira livre (caso haja tempo) o Disponibilizar 5 minutos de brincadeiras livres com os materiais utilizados nas atividades. AVALIAÇÃO DA AULA A avaliação dessa aula será realizada de forma contínua, por meio da observação direta do envolvimento dos alunos nas atividades propostas, considerando a participação, o respeito às regras e a interação com os colegas. Serão observados aspectos como a coordenação motora ampla durante a execução das atividades, a autonomia para realizar as tarefas e a socialização no momento da brincadeira livre. Como instrumentos de avaliação, serão utilizados registros fotográficos, anotações do professor em diário de classe e a roda de conversa final, possibilitando identificar conquistas, dificuldades e o nível de compreensão da proposta. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: 21 set. 2025. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2011. ANEXOS PLANO DE AULA 2 SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2 - PLANO DE AULA 3 Tempo Estimado (nº de aulas): 2 horas e 35 minutos (3 aulas). RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS - Folhas sulfite. - Papel color preto A4. - Cola. - Giz de cera. - Material escolar (lápis de escrever, de pintar, borracha apontador, etc” - Lousa. - Maquete do sistema solar. - Projetor. - Vídeo do canal Você Sabia “VIAJANDO PELO SISTEMA SOLAR”. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Introdução da nova aula: o Explicar aos alunos que a aula será da disciplina de Ciências, dando sequência ao conteúdo sobre o Sistema Solar. o Informar que o foco será nas curiosidades sobre o Sistema Solar, explorando fatos e descobertas de forma lúdica e interessante. 2. Exibição do vídeo: o Reproduzir o vídeo “Viajando pelo Sistema Solar”, do canal Você Sabia. o Destacar que o vídeo é antigo e apresenta previsões sobre o ano de 2025 que ainda não foram totalmente alcançadas, estimulando a reflexão e a comparação com o momento atual. 3. Roda de conversa: o Após o vídeo, promover uma breve conversa com os alunos sobre o que mais chamou a atenção e quais curiosidades descobriram. o Reforçar a importância da observação e do interesse pela ciência. 4. Apresentação da proposta de atividade: o Explicar que o produto final da aula será a construção de um livrinho de curiosidades sobre o Sistema Solar. o Apresentar um exemplo pronto confeccionado pela professora, para que os alunos compreendam o modelo a ser seguido, juntamente com um exemplo de maquete confeccionada pela outra professora anteriormente. 5. Distribuiçãodos materiais: o Entregar nove folhas de papel sulfite para cada aluno, contendo círculos desenhados (um para o Sol e um para cada planeta). o Orientar os alunos a recortarem os círculos cuidadosamente. 6. Registro das curiosidades: o Na lousa, a professora escreverá curiosidades sobre o Sol e os oito planetas, uma para cada círculo. o Os alunos deverão copiar cada curiosidade em um círculo correspondente. 7. Ilustração e pintura: o Após a escrita, os alunos poderão colorir os círculos com giz de cera, representando as cores dos astros. o Orientar para que pintem com cuidado, sem cobrir as escritas. 8. Montagem do livrinho: o Após pintar, os alunos deverão dobrar os círculos ao meio e colar um no outro, formando um livrinho circular. o Para a capa, será entregue uma folha colorida preta (A4), que deverá ser dobrada ao meio e colada aos círculos, com orientação da professora. 9. Decoração da capa: o Orientar os alunos a decorarem a capa de forma criativa, utilizando desenhos, títulos e elementos inspirados no exemplo apresentado. o Valorizar a personalização e a expressão individual de cada aluno. AVALIAÇÃO DA AULA A avaliação será realizada de forma contínua, considerando a participação e o envolvimento dos alunos durante todas as etapas da atividade. Serão observados critérios como o cuidado na execução do livrinho, a correta transcrição das curiosidades, a criatividade e organização na pintura e montagem, bem como a capacidade de seguir instruções e respeitar os colegas. Como instrumentos de avaliação, serão utilizados a observação direta da professora, registros fotográficos e anotações descritivas, permitindo identificar o aprendizado, o interesse e o desenvolvimento das habilidades de escrita, organização e expressão artística de cada aluno. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais. Brasília: MEC, 1997. PORTAL DO PROFESSOR. Ciências e Astronomia: atividades para o ensino do Sistema Solar. Ministério da Educação, 2020. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ ANEXOS PLANO DE AULA 3 ROTEIRO DESCRITIVO DO PRODUTO EDUCACIONAL Título: Pequenos Astrônomos: Descobrindo o Sistema Solar. OBJETO DO CONHECIMENTO O produto educacional permitirá trabalhar diversos objetos do conhecimento da disciplina de Ciências, como o Sistema Solar, incluindo o estudo do Sol, planetas, luas e outros corpos celestes, além de curiosidades científicas sobre características, movimentos e distâncias dos astros. Também favorece a organização e classificação dos planetas, o desenvolvimento da escrita e leitura ao copiar informações da lousa, e a representação gráfica e artística por meio da ilustração e pintura dos círculos. A atividade ainda contribui para a consciência temporal e histórica da ciência ao comparar informações antigas e atuais, promove a coordenação motora fina no recorte e montagem do livrinho, e estimula responsabilidade, autonomia e criatividade na execução do produto final. OBJETIVO DIDÁTICO DO PRODUTO EDUCACIONAL o Revisar e consolidar conhecimentos sobre o Sistema Solar, incluindo o Sol, planetas e outros corpos celestes. o Desenvolver a leitura e escrita, por meio da cópia e registro das curiosidades apresentadas. o Estimular a criatividade e expressão artística, ao ilustrar e colorir os círculos dos astros. o Promover a coordenação motora fina, através do recorte, colagem e montagem do livrinho. o Favorecer a organização e classificação, identificando e separando as informações de cada planeta de forma estruturada. o Despertar o interesse pela ciência e o gosto por explorar curiosidades científicas. o Desenvolver a capacidade de comparação e reflexão, ao observar diferenças entre informações antigas e atuais sobre o Sistema Solar. DESCRIÇÃO DO PRODUTO EDUCACIONAL E FORMAS DE UTILIZAR O produto educacional elaborado é um livrinho de curiosidades sobre o Sistema Solar, composto por nove círculos de papel sulfite, um para cada astro (Sol e oito planetas), que os alunos recortam, preenchem com informações e ilustram, e uma capa em folha colorida preta A4 dobrada ao meio para montagem organizada. Cada círculo contém uma curiosidade registrada a partir das instruções da professora, estimulando leitura, escrita, atenção e coordenação motora fina, além da expressão artística ao colorir e ilustrar os astros. O livrinho pode ser utilizado como recurso de estudo individual ou em duplas, material de exposição em sala ou mural, instrumento de avaliação do aprendizado e da escrita, e como incentivo à criatividade, curiosidade científica e registro concreto do conhecimento sobre o Sistema Solar. REFERÊNCIAS CANAL VOCÊ SABIA. Viajando pelo Sistema Solar. Disponível em: https://www.youtube.com/c/voce-sabia https://br.pinterest.com/pin/796785359112944851 https://www.youtube.com/c/voce-sabia ANOTAÇÕES, OBSERVAÇÕES E/OU ANEXOS 3. Ficha de Apreciação de Desempenho da Atividade Prática 4. Declaração de Comparecimento