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INTERNA 
 
 
 
 
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Em Período de Análise Crítica Obrigatória 
_ 
 PE-1PBR-00208 – Versão 05.00 – Padrão Ativo 
MANUAL DE SEGURANÇA (MS) 
Aprovado por Gustavo Henrique Ribeiro Gomes (SMS/ECES/SEG) em 03/05/2024 | Gerido por SMS/DE&P/SEG-OFF 
 
1. OBJETIVO 
2. APLICAÇÃO 
3. DESCRIÇÃO 
4. REGISTROS 
5. DEFINIÇÕES 
 
1. OBJETIVO 
Estabelecer práticas de trabalho seguro, procedimentos de controle em atividades especiais e 
as condutas de segurança para prevenir a ocorrência de acidentes, incidentes e doenças 
ocupacionais nas instalações abrangidas por este padrão, de modo a preservar a saúde e a 
segurança dos trabalhadores, o meio ambiente, a integridade de instalações e equipamentos e 
a continuidade operacional. 
 
2. APLICAÇÃO 
Petróleo Brasileiro S.A. 
Este padrão se aplica às seguintes Gerências Executivas da DE&P, DENGE e DLCM: 
 
E&P/AGP 
E&P/AGUP 
E&P/BUZIOS 
E&P/TAR 
E&P/EXP 
E&P/LIBRA 
E&P/GPP 
DENGE/POÇOS 
DENGE/SUB 
DENGE/PDP nos projetos de E&P 
DENGE/SRGE nos projetos de E&P 
DLCM/LOEP 
DLCM/LOG nas operações marítimas com o E&P e DENGE 
 
3. DESCRIÇÃO 
3.1. REQUISITOS DAS ATIVIDADES 
INTERNA 
 
 
 
 
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3.1.1. Este padrão é vinculado ao processo "Gerir segurança ocupacional". 
3.1.2. O Manual de Segurança (MS) e os padrões que o compõem se aplicam a todas 
as instalações cobertas pelo item 2 (Abrangência), nas fases de Construção, 
Comissionamento, Operação e Descomissionamento. 
. 
3.2. RESPONSABILIDADES 
3.2.1. Compete aos gestores da função SMS que atendem as instalações cobertas 
pelo item 2 (Abrangência): 
a. realizar desdobramento deste padrão para as respectivas áreas; 
b. cuidar da conformidade e zelar pela qualidade intrínseca do conteúdo deste 
padrão; 
c. revisar este padrão, quando necessário, em acordo com os gestores de SMS 
das demais áreas. 
3.2.2. Compete aos gestores incluídos na lista de distribuição deste padrão: 
a. realizar o desdobramento deste padrão para as instalações sob sua 
responsabilidade; 
b. zelar pelo cumprimento e fazer cumprir os requisitos deste padrão; 
c. definir os profissionais de sua gerência que devem ter conhecimento e que 
devem ser treinados neste padrão. 
. 
3.3. REGRAS DE OURO DA PETROBRAS 
Este padrão e os demais referenciados no item 6 são aderentes às 10 Regras de 
Ouro da Petrobras: 
 
 
 
 
INTERNA 
 
 
 
 
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. 
3.4. ESTRUTURA DO MANUAL DE SEGURANÇA 
3.4.1. A estrutura do Manual de Segurança é apresentada no Anexo A e sua 
forma de utilização está descrita no item 3.8.1.4. 
3.4.2. O conteúdo dos padrões do Manual de Segurança está organizado para 
direcionar a informação à força de trabalho, seguindo estrutura uniforme com foco 
nos requisitos de segurança das tarefas: 
INTERNA 
 
 
 
 
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3.5. EPI 
. 
3.5.1. O empregado deve utilizar os equipamentos de proteção individual (EPI) 
fornecidos pelo empregador para a realização de suas atividades. 
3.5.2. Para empregados da PETROBRAS, os EPI devem atender aos requisitos 
constantes no PE-1PBR-00494. Nas instalações do E&P adicionalmente deve ser 
atendido o PE-2E&P-00963. 
Nota: Em cada padrão do Manual de Segurança (MS) listados no item 6, 
também há a indicação dos EPI específicos a cada atividade. 
3.5.3. Para empregados contratados, os EPI devem atender à NR-06, aos requisitos dos 
padrões do Manual de Segurança aplicáveis à sua atividade e, onde houver, aos 
requisitos contratuais específicos da atividade. 
3.5.4. Toda a força de trabalho própria e contratada que trabalha em instalações 
industriais em locais com risco de fogo repentino deve usar uniforme confeccionado em 
tecido resistente ao fogo (FR), com manga estendida, com o punho e a gola fechados. 
3.5.5. Para empregados da PETROBRAS, a especificação das vestimentas FR é 
definida no PE-1PBR-00309. 
3.5.6. No caso de utilização de calça e camisa, a camisa deve ser colocada por dentro 
da calça. 
3.5.7. Para dispensar o uso de uniforme FR nas áreas operacionais onde não houver 
risco de fogo repentino, a unidade deve justificar a decisão por meio de análise de risco. 
3.5.8. Os empregados da PETROBRAS devem utilizar uniforme na cor laranja, conforme 
PE-1PBR-00494. Nas instalações do E&P adicionalmente deve ser atendido o PE-
2E&P-00963. 
3.5.9. Os empregados das empresas contratadas que trabalham em instalações 
marítimas devem utilizar uniforme em cor contrastante com o mar, preferencialmente na 
cor laranja. 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00494/PE-1PBR-00494.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-2E%26P-00963/PE-2E%26P-00963.docx
https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00309/PE-1PBR-00309.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00494/PE-1PBR-00494.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-2E%26P-00963/PE-2E%26P-00963.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-2E%26P-00963/PE-2E%26P-00963.docx
INTERNA 
 
 
 
 
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3.5.10. O empregado é responsável pela conservação e guarda dos EPI que lhe são 
fornecidos. 
3.5.11. Nas áreas operacionais devem ser utilizados os seguintes EPI básicos: calçado 
de segurança, capacete com jugular, óculos de segurança, protetor auricular e luvas. 
3.5.12. Mesmo que em determinada área operacional não seja obrigatória a utilização 
permanente de protetor auricular ou de luvas, permanece a obrigatoriedade do porte 
destes EPI nesta área. 
3.5.13. Nas instalações marítimas, em situações de emergência, os trabalhadores 
devem se dirigir para os pontos de reunião com uniforme de trabalho, capacete, botas e 
colete salva-vidas. 
Nota: Quando houver impedimentos no ponto de reunião ou nos locais onde os 
EPI e os coletes salva-vidas são retirados, a unidade deve dispor de pontos 
alternativos com esses recursos. 
 
3.5.14. Deve ser utilizada fita adesiva verde na lateral do capacete para identificação de 
estagiários e da força de trabalho de primeiro acesso nas instalações operacionais. 
3.5.15. Além do EPI básico, em função do local e do trabalho a ser executado, o 
profissional de segurança deve indicar EPI específicos ou complementares, conforme os 
padrões específicos de cada atividade listados neste MS. 
3.5.16. Mediante avaliação do risco, deve ser restringida a utilização de luvas na 
operação de ferramentas rotativas, observando o disposto no manual de cada 
ferramenta e as seguintes orientações gerais: 
a. utilização de luvas para proteção das mãos contra agentes abrasivos e 
escoriantes durante a operação de ferramentas rotativas portáteis que possuem 
proteção das partes rotativas e empunhadura para segurar a ferramenta (ex: 
esmerilhadeira); 
b. não utilização de luvas durante a operação de ferramentas rotativas 
estacionárias (ex: torno mecânico, esmeril, fresadora, furadeira de coluna); 
c. na operação de ferramentas rotativas estacionárias também não deve ser 
utilizada camisa com mangas compridas ou, se utilizada, deve estar com as duas 
mangas dobradas até acima da altura do cotovelo. 
 
3.5.17. Cremes protetores, quando utilizados, devem ter sua formulação especificada 
para o tipo de agente químico presente na atividade. Cremes protetores não substituem 
o uso de luvas de segurança, quando a atividade exigir proteção para o risco mecânico. 
3.5.18. Para comitivas, agentes fiscalizadores e visitantes, a instalação deve 
disponibilizar os EPI necessários para acesso à área industrial. 
3.5.18.1. A exceção pode ocorrer para os agentes fiscalizadores de 
Órgãos externos que necessitam utilizar os seus próprios uniformes, 
independentemente da cor, mantendo-se a obrigatoriedade de que estejam 
permanentemente acompanhados por profissional da instalação portando 
meio de comunicação. 
INTERNA 
 
 
 
 
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3.5.19. Nas atividades que demandema utilização de sistemas de ar mandado para 
proteção respiratória dos executantes, as tomadas de ar respirável devem ser 
claramente identificadas e diferenciadas das tomadas de outros gases, tais como N2, O2, 
Argônio etc. 
 
3.5.19.1. As equipes de trabalho devem ser advertidas sobre a localização e 
forma de identificação das tomadas de ar respirável e sua diferenciação dos 
demais tipos de gases. 
 
. 
3.6. FERRAMENTAS 
. 
3.6.1. Requisitos gerais 
3.6.1.1. Antes da realização de qualquer trabalho, os equipamentos, 
ferramentas e acessórios a serem utilizados devem ser inspecionados, de 
modo a garantir que estejam em perfeitas condições de uso. 
3.6.1.2. Ferramentas defeituosas, desgastadas ou danificadas devem ser 
substituídas de imediato. 
3.6.1.3. Ferramentas manuais devem ser utilizadas somente com a 
finalidade para a qual foram projetadas, vetando-se improvisos. 
3.6.1.4. Não é permitido o porte de ferramentas manuais nos bolsos das 
vestimentas. 
3.6.1.5. Após a conclusão dos serviços, as ferramentas utilizadas devem 
ser limpas e preservadas para guarda. Caso alguma ferramenta tenha sido 
danificada, tal fato deve ser comunicado ao supervisor para sua 
substituição. Toda ferramenta manual danificada deve ser inutilizada e 
descartada de forma apropriada. 
3.6.1.6. Devem ser atendidos os requisitos de segurança fornecidos pelos 
fabricantes sobre a operação e manutenção das ferramentas, máquinas e 
equipamentos. 
3.6.1.7. Ferramentas e equipamentos não devem ser deixados em locais 
onde possam provocar lesão pessoal, dano aos equipamentos ou à 
operação, assim como obstruir a livre circulação das pessoas. 
3.6.1.8. Ferramentas, instrumentos e materiais não devem ser 
arremessados. 
3.6.1.9. Os armários para acondicionamento dos equipamentos utilizados 
em emergências devem ter seu acesso desobstruído. 
3.6.1.10. Para trabalhos em equipamentos elétricos, as ferramentas 
manuais devem possuir isolamento compatível com a tensão e com as 
condições de operação. 
INTERNA 
 
 
 
 
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3.6.1.11. As ferramentas elétricas manuais devem possuir isolamento 
duplo ou reforçado, cabo sem emendas e plugues com coloração e arranjo 
de pinos específicos, evitando sua conexão em fonte de tensão diferente 
da especificada. 
3.6.1.12. Ao término do serviço ou parada temporária, as ferramentas 
elétricas devem ser desenergizadas. 
3.6.1.13. Não é permitido limpar equipamentos elétricos com água, vapor, 
óleo diesel ou qualquer líquido inflamável, a menos que o equipamento 
esteja desenergizado e seu invólucro seja apropriado para suportar o 
agente da limpeza. 
3.6.1.14. Não é permitido permanecer nas proximidades de trabalhadores 
que estejam usando máquinas, ferramentas ou equipamentos com 
potencial de causar lesões. 
3.6.1.15. Para as tarefas que exijam impactos ou torques, deve ser 
avaliada e priorizada a utilização de ferramentas hidráulicas, pneumáticas, 
multiplicadores mecânicos de torque ou similares, evitando o uso de 
ferramentas manuais. 
3.6.1.16. Não é permitido utilizar qualquer artifício para manter a 
ferramenta em operação contínua, através do bloqueio de seu dispositivo 
de acionamento. 
3.6.1.17. A válvula de ar deve fechar-se automaticamente, quando cessar 
a pressão da mão do operador sobre os dispositivos de partida. 
3.6.1.18. As mangueiras e conexões de alimentação das ferramentas 
pneumáticas ou hidráulicas devem ser dimensionadas para resistir, no 
mínimo, 1,5 vezes as pressões de serviço, estar firmemente acopladas ao 
sistema e afastadas das vias de circulação ou protegidas quando houver a 
necessidade de atravessar as vias de circulação. 
3.6.1.19. Devem ser usados cabos de segurança entre as conexões de 
mangueira para prevenir chicoteamento em caso de desconexão acidental. 
Nota: Nos mangotes com conexão por rosca, deve ser 
verificado o ajuste do rosqueamento. A aplicação de cabo de 
segurança em conexões roscadas é prática recomendada. 
3.6.1.20. O suprimento de ar para as mangueiras deve ser desligado e a 
pressão aliviada, quando a ferramenta pneumática não estiver em uso. 
3.6.1.21. Não é permitido o estrangulamento (dobra para bloqueio de fluxo) 
de mangueiras pressurizadas ou não. 
3.6.1.22. As ferramentas de equipamentos pneumáticos portáteis devem 
ser desconectadas manualmente e nunca pela pressão do ar comprimido. 
INTERNA 
 
 
 
 
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3.6.1.23. Quando sua utilização for interrompida, as ferramentas 
pneumáticas devem ser despressurizadas. 
3.6.1.24. Os dispositivos de acionamento devem estar na posição 
desligada antes de serem conectados ao sistema de alimentação. 
3.6.1.25. As ferramentas manuais que possuem partes cortantes devem ter 
estas partes protegidas. 
3.6.1.26. A utilização de facas, lâminas e outros tipos de ferramentas 
consideradas armas brancas, somente é autorizada mediante a existência 
de procedimento para atividades específicas (ex: cozinha e marinharia), 
não sendo permitida a utilização em atividades sem a devida análise e 
autorização. 
3.6.1.27. Para a inspeção de ferramentas e equipamentos contratados, 
observar também as orientações e as listas de verificação definidas no 
item 3.8.9. 
3.6.1.28. O Anexo G apresenta um conjunto de procedimentos seguros de 
operação para ferramentas e equipamentos de oficina, que podem ser 
revisados e adaptados para serem afixados em local visível próximo a 
cada equipamento (prática recomendada). 
.. 
3.6.2. Requisitos específicos para marretas 
3.6.2.1. O uso desta ferramenta deve ser restrito à impossibilidade de 
realização do trabalho com ferramentas hidráulicas, pneumáticas, 
multiplicadores mecânicos de torque ou similares. 
3.6.2.2. O gerente da instalação é o responsável por autorizar a utilização 
de marretas, devendo considerar essa opção somente após esgotadas 
alternativas mais seguras, conforme item anterior. 
Nota: Especificamente para as Sondas que operam junto às 
Plataforma Fixas, o gerente da instalação pode delegar a 
autorização ao supervisor da Sonda, que deverá seguir os 
procedimentos de segurança da gestão de POÇOS. 
 
3.6.2.3. Sendo adotada, a utilização da marreta deve ser precedida de 
inspeção quanto à sua integridade, devendo ser aplicada a lista de 
verificação estabelecida no Anexo B. 
3.6.2.4. A marreta deve ser identificada com TAG e nome da empresa 
responsável. Marretas sem identificação não devem ser utilizadas. 
3.6.2.5. A marreta deve ser específica ao tipo e local do trabalho a ser 
executado. 
INTERNA 
 
 
 
 
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3.6.2.6. Não é permitido qualquer tipo de solda no corpo da marreta. 
3.6.2.7. A superfície de impacto da marreta deve estar isenta de rebarbas, 
trincas e deformações. 
3.6.2.8. A trajetória prevista da marreta deve estar desimpedida durante o 
trabalho. 
3.6.2.9. Para as áreas classificadas zona 0 e 1, quando indispensável o 
uso de marreta, esta deve ser de nylon, borracha ou metal não 
centelhante. 
3.6.2.10. Após a utilização, a marreta deve ser novamente inspecionada, 
antes de ser aceita sua devolução no almoxarifado. 
.. 
3.6.3. Ferramentas de impacto 
3.6.3.1. As mesmas restrições aplicadas às marretas (impossibilidade de 
aplicação de ferramentas mais seguras) também se aplicam às 
ferramentas de impacto (ex.: martelos, chaves de impacto). Ver itens 
3.6.2.1 e 3.6.2.2. 
 
3.6.3.1.1. Para utilização de martelos em áreas classificadas, 
recomenda-se como boa prática também aplicar a lista de 
verificação estabelecida no Anexo B. 
 
3.6.3.2. Quando adotadas chaves de impacto, priorizar o uso da chave 
estrela de bater, por possuir mais pontos de contato com o parafuso e 
melhor distribuição da força aplicada. Recomenda-se adotar a chave fixa 
de impacto somente quando não houver espaço físico para trabalhar com 
a chave estrela. 
3.6.3.3. Não é permitido bater a marreta contra chave de impacto solta. 
3.6.3.4. A chave de impacto não deve ser mantida em sua posição 
diretamente com as mãos. Deve ser presa por cabo flexívelou pela 
instalação de porca arruelada para travamento da chave de bater sobre a 
porca a ser afrouxada ou apertada. Na impossibilidade deste recurso, 
utilizar extensor industrial para proteção das mãos e dedos. 
3.6.3.5. Quando utilizada em conjunto com marreta a chave deve receber 
golpes apenas no maçalote localizado na extremidade do cabo. 
.. 
3.6.4. Furadeiras 
3.6.4.1. A instalação ou troca de brocas deve ser feita com a ferramenta 
desconectada da fonte de alimentação e o aperto final deve ser feito com a 
chave apropriada fornecida pelo fabricante. 
INTERNA 
 
 
 
 
Página 10 de 28 
3.6.4.2. Deve-se evitar contato com a broca imediatamente após a sua 
utilização. 
. 
3.6.5. Ferramentas com disco rotativo: lixadeira, esmeril, esmerilhadeira, policorte 
e serra de disco 
3.6.5.1. Os discos destas ferramentas devem possuir anteparo de proteção 
(carter). 
3.6.5.2. A peça a ser trabalhada deve ser posicionada ou fixada 
adequadamente, não sendo permitido utilizar o corpo para escorá-la. 
3.6.5.3. A operação da ferramenta deve ser feita, quando necessário, com 
o uso das duas mãos, sempre utilizando a empunhadura, que deve ser 
segurada com firmeza. 
3.6.5.4. Ao desligar a ferramenta, o disco deve estar voltado para cima. 
3.6.5.5. A ferramenta somente deve ser solta quando o disco parar por 
completo. 
3.6.5.6. Deve ser usado disco compatível com a rotação da máquina. 
3.6.5.7. Deve ser usada lâmina adequada para aplicação ao material a ser 
cortado. 
3.6.5.8. Não é permitido utilizar discos de corte para operações de 
desbaste; 
3.6.5.9. Deve ser interrompida a utilização da máquina no caso de 
trepidação do disco. 
3.6.5.10. Devem ser evitados impactos contra o disco abrasivo. 
3.6.5.11. A troca ou aperto de acessórios deve ser realizada com a 
ferramenta desconectada da fonte de alimentação e com a chave fornecida 
pelo fabricante. 
. 
3.6.6. Ferramentas rotativas estacionárias: Torno mecânico, fresadora, furadeira 
de coluna 
3.6.6.1. Somente operar equipamentos rotativos estacionários seguindo 
procedimentos de trabalho e segurança específicos, elaborados conforme 
manual do equipamento e atendendo a NR-12. 
3.6.6.2. Somente operar equipamentos rotativos estacionários que estejam 
com suas proteções e sistemas de parada de emergência instalados e 
funcionais. 
https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
INTERNA 
 
 
 
 
Página 11 de 28 
3.6.6.3. As áreas de circulação ao redor dos equipamentos rotativos 
estacionários devem estar dimensionadas de forma que os trabalhadores e 
transportadores movimentem-se com segurança, ser devidamente 
demarcadas e mantidas desobstruídas. 
3.6.6.4. Nunca aproximar as mãos da peça ou das partes móveis do 
equipamento em movimento. O manuseio e fixação da peça a ser usinada 
deve ocorrer somente com a ferramenta parada. Nunca efetuar medições 
na peça sendo usinada com a máquina em movimento. 
3.6.6.5. Na operação de máquinas rotativas estacionárias, observar a 
restrição para o uso de luvas e mangas compridas conforme item 3.5.16 
(EPI). Luvas devem ser usadas somente com a ferramenta parada, 
durante a colocação e fixação da peça a ser usinada, quando esta for 
grande e apresentar bordas, cantos ou superfícies cortantes. 
3.6.6.6. A vestimenta do usuário não deve estar folgada ou solta em seu 
corpo. 
3.6.6.7. Cabelos compridos soltos, anéis, relógios e demais adornos, não 
podem ser utilizados em nenhuma situação no trabalho com ferramentas 
rotativas. 
3.6.6.8. Nunca empregar a força motriz da máquina para soltar ou apertar 
a peça a ser usinada. 
3.6.6.9. Nunca remover cavacos da peça sendo usinada com as mãos. 
Usar dispositivo apropriado para remoção dos cavacos e sempre parar a 
máquina para fazer tal operação. 
3.6.6.10. Nunca se ausentar da máquina em operação para desenvolver 
outra atividade. 
.. 
3.6.7. Utilização de drones 
3.6.7.1. Nas inspeções, manutenções, reparos e outras atividades que 
utilizem Veículos Aéreos Não Tripulados (drones) deve ser atendido o PE-
1PBR-00792. 
3.6.7.2. Deve ser avaliado o risco e estabelecidas medidas de controle 
aplicáveis para a utilização de drones em áreas classificadas. 
3.6.7.3. Devem ser avaliadas as operações simultâneas na instalação para 
a utilização do drone. 
3.6.7.4. Deve ser elaborado mapa limitando a área permitida ao voo do 
drone, notadamente sobre áreas com a presença de trabalhadores. 
3.6.7.5. Não operar drones durante pousos e decolagens de aeronaves. 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00792/PE-1PBR-00792.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00792/PE-1PBR-00792.docx
INTERNA 
 
 
 
 
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. 
... 
3.7. MATERIAIS 
. 
3.7.1. Os produtos químicos usados devem estar acompanhados da respectiva Ficha de 
Informação de Segurança do Produto Químico (FISPQ), que deve ser mantida em local 
de fácil acesso aos trabalhadores. 
3.7.2. Devem ser avaliadas previamente as condições dos locais destinados ao 
armazenamento e ao emprego de materiais. Não é permitida a disposição de materiais 
combustíveis sobre ou próximo a superfícies quentes de equipamentos. 
3.7.3. Os requisitos de segurança para os materiais a serem empregados nas 
instalações devem estar contemplados no planejamento específico do trabalho ou nos 
procedimentos operacionais da unidade. 
.. 
 
3.8. MÉTODOS 
. 
3.8.1. Requisitos gerais 
3.8.1.1. Não é permitido trabalhar ou acessar as instalações da PETROBRAS sob efeito 
de álcool ou outras drogas. 
3.8.1.2. Nenhum trabalho deve ser iniciado sem que seja destinado um período 
adequado para o seu planejamento e autorizado, conforme PE-1PBR-00210. 
3.8.1.3. Todo trabalho deve ser planejado e executado de modo a atender aos requisitos 
dos padrões referenciados no item 6 deste MS. 
3.8.1.4. Para utilizar o MS, devem ser observadas as 3 etapas contidas no Anexo A: 
1ª etapa - Planejamento: Avaliar se o trabalho exige a emissão de 
permissão para trabalho (PT), se ocorrem trabalhos simultâneos e se é 
necessária a preparação e liberação do equipamento controlando suas 
energias perigosas com aplicação do LIBRA; 
2ª etapa - Condição especial do trabalho: Avaliar se o ambiente onde o 
trabalho será executado exige alguma condição especial; 
3ª etapa - Atividade específica: Avaliar o trabalho a ser executado e suas 
condições específicas. 
3.8.1.5. Como prática recomendada, as unidades podem disponibilizar para seus 
colaboradores o livreto PBS (Padrão Básico de Segurança), que apresenta as 
principais recomendações do Manual de Segurança (MS). O livreto do PBS tem formato 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00210/PE-1PBR-00210.docx
INTERNA 
 
 
 
 
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de bolso a fim de facilitar seu uso em campo, como ferramenta de lista de verificação 
(LV) . 
Notas: 
1) O arquivo editável do PBS está disponibilizado para as unidades na 
Equipe do Manual de Segurança no Teams e sua utilização é facultativa; 
2) O PBS não exaure todos os itens dos padrões do MS, os colaboradores 
devem possuir conhecimento dos padrões disponíveis no portal de gestão 
e procedimentos das empresas contratadas, que sejam aplicáveis à suas 
atividades; 
3) A disseminação do PBS deverá ser feita pelo técnico de segurança nos 
rituais preexistentes (DDSMS, Briefing de Segurança, Domingão, etc) mais 
conveniente para gestão de bordo. 
4) A unidade que optar pela utilização do PBS deve indicar, na fase de 
planejamento, o número do PBS aplicável à intervenção no campo de 
observação da PT (Permissão para Trabalho). 
3.8.1.6. A entrada e permanência em locais que possam conter gases ou vapores 
inflamáveis deve atender as seguintes orientações básicas: 
a. em qualquer local da instalação, sempre que for detectada 
atmosfera contendo gases ou vapores inflamáveis deve-se paralisar 
a tarefa, sair do local e comunicar a liderança imediata da 
Operação. 
b. a Operação deverá analisare avaliar a condição de segurança 
operacional, definir as ações a serem tomadas e não permitir a 
entrada de nenhum trabalhador em atmosfera inflamável. 
Notas: 
1) Para espaços confinados deve ser atendido o PE-1PBR-
00214. 
2) Para trabalhos a quente deve ser atendido o PE-1PBR-
00232. 
3.8.1.7. O uniforme de trabalho deve ser mantido limpo e íntegro, não sendo permitido 
usar roupas contaminadas com produtos químicos que possam constituir risco para a 
saúde, causar irritações à pele ou provocar ignição quando em contato com o fogo. 
3.8.1.8. Não é permitido limpar as roupas ou a pele com ar comprimido, solventes ou 
produtos inflamáveis. 
3.8.1.9. Na área industrial não é permitido o uso de adorno metálico ou quaisquer tipos 
de adornos pessoais que fiquem soltos e que possam causar danos aos trabalhadores 
(pulseiras, brincos, cordões etc.). Os cabelos devem ser presos e preferencialmente 
colocados na parte interna do capacete. 
3.8.1.10. Não é permitido o uso de lentes de contato na execução do processo de solda 
elétrica e manuseio de produtos químicos corrosivos. 
3.8.1.11. Não é permitido limpar ou lubrificar partes móveis de máquinas em operação. 
3.8.1.12. Somente é permitido fumar nos locais previamente definidos e identificados por 
placas de sinalização. 
3.8.1.13. O trabalhador deve deslocar-se pelo seu lado direito, usando o corrimão, ao 
transitar por passarelas e escadas. 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00214/PE-1PBR-00214.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00214/PE-1PBR-00214.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00232/PE-1PBR-00232.docx
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3.8.1.14. É permitido o trabalho individual em instalações remotas terrestres e marítimas 
desabitadas, somente se não houver requisito legal em contrário e a atividade for 
suportada por análise de risco específica e procedimento de execução, com medidas de 
controles para eventuais emergências. 
3.8.1.15. Não é permitido usar a prática de pressurizar tambores com ar comprimido 
para forçar a transferência de líquidos. Este recurso só pode ser usado em recipientes 
adequados para trabalhos sob pressão. 
3.8.1.16. Não é permitido remover a proteção de partes móveis de máquinas, exceto 
para o caso de teste ou inspeção que necessite que a máquina esteja operando. Neste 
caso, a proteção deve ser retirada com a máquina inoperante e reinstalada antes de 
reiniciar sua operação normal. 
3.8.1.17. Não é permitida a reutilização de revestimentos térmicos quando impregnados 
por substâncias combustíveis ou inflamáveis. 
3.8.1.18. Antes de realizar qualquer intervenção, deve-se avaliar se a mesma configura 
uma mudança. Em caso afirmativo, devem ser previstas no planejamento as medidas de 
contingenciamento, onde aplicáveis, para o período em que durar a mudança, 
atendendo ao PP-1PBR-00605. 
3.8.1.19. Os acidentes e incidentes decorrentes das atividades nas áreas operacionais 
devem ser prontamente relatados, conforme PP-1PBR-00150, e devem passar por 
investigação que estabeleça ações que evitem a sua repetição. 
3.8.1.20. As rotas de fuga devem estar permanentemente desobstruídas e sinalizadas. 
3.8.1.21. Os equipamentos, ferramentas e materiais devem ser recolhidos ao término do 
trabalho. 
3.8.1.22. Toda a área deve ser mantida organizada, limpa e isenta de resíduos. Os 
resíduos devem ser tratados conforme PP-1PBR-00416. 
3.8.1.23. Não é permitida a prática de pesca nas instalações marítimas. 
3.8.1.24. Não é permitido o uso de aparelhos de telefonia celular e equipamentos 
eletrônicos nas áreas operacionais das instalações marítimas e terrestres. Seu uso é 
permitido somente em áreas administrativas ou de vivência. 
3.8.1.24.1. Onde for necessário meios de comunicação remota, deve ser 
selecionada prioritariamente tecnologia que permita comunicação efetiva e 
segura, considerando os riscos operacionais (ex.: rádio intrinsecamente seguro). 
3.8.1.24.2. Considerando as peculiaridades de determinada área operacional, 
podem ser utilizados dispositivos de mobilidade e telefonia celular voltados 
exclusivamente para a utilização no trabalho, desde que existam diretrizes 
aprovadas e estabelecidas em padrões da respectiva área. 
[Abrangência 2023-000513: Acidente Fatal por Atropelamento de Empilhadeira] 
3.8.1.24.3. Nas áreas administrativas ou de vivência, o uso do celular deve ser 
realizado de forma segura, com o usuário parado: não ande olhando o celular! 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PP-1PBR-00605/PP-1PBR-00605.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PP-1PBR-00150/PP-1PBR-00150.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PP-1PBR-00416/PP-1PBR-00416.docx
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3.8.1.24.4. Mesmo nas áreas administrativas e de vivência das instalações 
marítimas e terrestres, o uso do celular é proibido durante as instruções de 
segurança (Briefing), reuniões e diálogos de segurança (DDSMS) e 
principalmente durante situações de alarme de emergência, real ou simulado. 
3.8.1.25. Os aparelhos eletrônicos e/ou telefones lacrados pela Segurança Patrimonial 
no ato do embarque devem permanecer lacrados até o desembarque, salvo se 
autorizados pelo gerente da instalação. 
3.8.1.26. Não é permitido o uso de máquinas fotográficas nas unidades marítimas e 
terrestres, exceto para situações sob autorização expressa do gerente da instalação. 
3.8.1.27. Ao abrir e fechar portas, especialmente portas estanque e portas com sistema 
de fechamento pneumático ou hidráulico, deve-se ter cuidado com a posição das mãos 
e membros para evitar prensamento. Nunca permanecer na trajetória da abertura e 
fechamento de portas. 
Nota: Nas instalações com portas estanque dotadas de sistema de fechamento 
pneumático ou hidráulico, deve ser avaliada a necessidade de instalação de 
sinalização de segurança ou aplicação de instrução de segurança para os 
colaboradores que as utilizam como acesso. 
 
3.8.1.28. Ao abrir e fechar portas, também deve-se estar atento com a ação do vento, 
com o balanço (no caso de instalações marítimas) e, onde houver, com a diferença de 
pressão entre ambientes sendo acessados. Tais condições podem provocar movimentos 
bruscos das portas. 
3.8.1.29. Ao liberar atividades para execução, devem ser observadas condições 
meteorológicas com possíveis impactos na segurança das pessoas, tais como vento, 
incidência de ondas e balanço da instalação. Observar limites em padrões específicos, a 
exemplo dos trabalhos em altura. 
3.8.1.30. Em unidades marítimas, recomenda-se interromper atividades não essenciais, 
tais como jogos na quadra de esportes, quando o balanço estiver acima de 3° (três 
graus). 
... 
3.8.2. Diálogos Diários de Segurança (DDS) 
 
3.8.2.1. Devem ser realizados Diálogos Diários de Segurança (DDS) antes do início das 
atividades operacionais, incluindo, minimamente: 
a. as tarefas que serão executadas no dia ou turno de trabalho, de forma simultânea ou 
não; 
b. o processo de trabalho, os riscos e as medidas preventivas; 
c. as causas dos alarmes de evacuação a bordo e as respectivas medidas de segurança 
a serem a dotadas; 
d. as paradas não programadas ocasionadas por incidentes operacionais. 
 
3.8.2.2. Nas passagens de turno e turma das áreas operacionais, os DDS devem contemplar 
INTERNA 
 
 
 
 
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também as mudanças no processo e as intervenções nos equipamentos e sistemas que 
possam ter impacto na segurança operacional. 
3.8.2.3. Os DDS e as informações das passagens de turno e turma com relevância para a 
segurança operacional devem ser registrados e rastreáveis. 
3.8.2.4. Para as equipes de manutenção, construção e montagem, a comprovação de 
realização do DDS pode ser incluída na própria Permissão de Trabalho, quando aplicável. 
Autoavaliação de Fadiga 
 
3.8.2.5. Ao final do DDS,ao distribuir as tarefas para sua equipe, a liderança deve 
solicitar para cada membro que realize a autoavaliação de fadiga estabelecida no 
Anexo D, sempre que houver atividades críticas ou de alto potencial de risco previstas. 
Notas: 
1) Esse item se aplica tanto para as atividades executadas por Permissão 
para Trabalho (PT), quanto para atividades operacionais (produção, 
embarcação, facilidades); 
2) A fadiga pode afetar o desempenho, reduzir a atenção do indivíduo e 
equipe, diminuir a produtividade, reduzir padrões de trabalho e levar a 
acidentes. Os sinais relacionados à fadiga podem ser divididos em três 
categorias: 
a. cognitivos ou mentais: resposta lenta a situações normais ou de 
emergência, lapsos de atenção, mau julgamento de distância e 
tempo; 
b. físicos: incapacidade de permanecer acordado; dificuldades 
motoras; maior frequência de queda de objetos como ferramentas; 
c. comportamentais: alterações de humor, irritabilidade; 
desatenção a procedimentos e normas, aumento de omissões, erros 
e descuido. 
3) É facultativo o registro e arquivamento do Anexo D junto ao DDS. As 
Unidades podem estabelecer que a pratica da autoavaliação seja realizada 
através de cartões plastificados, eletronicamente ou por outros meios. O 
que se indica nesse item é o relato diário da condição de fadiga por cada 
colaborador para a sua respectiva liderança. 
3.8.2.6. Sempre que a liderança ou o membro da equipe identificar em sua avaliação o 
enquadramento nas categorias de fadiga 1 ou 2 do Anexo D, deve ser aplicada a ação 
requerida indicada, não expondo colaboradores sob efeito de fadiga na condução / 
execução de atividades críticas ou de alto potencial de risco. 
. .. 
 
3.8.3. Instruções de acesso às instalações operacionais: briefing de segurança 
 
3.8.3.1. Deve estar disponível na instalação comprovante da ciência dos trabalhadores nas 
instruções de acesso (briefing de segurança), cujo conteúdo deve incluir minimamente: 
a. a descrição sucinta das características da instalação; 
b. a situação operacional da instalação, indicação das áreas restritas ou interditadas e 
os serviços críticos em andamento; 
c. os tipos de alarme disponíveis, destacando os de emergência; 
d. os procedimentos, os recursos, as rotas de fuga e os pontos de encontro para 
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emergências; 
e. a localização dos recursos de salvatagem, no caso de instalações marítimas; 
f. os EPI obrigatório para acesso na área operacional; 
g. as regras de convívio, especialmente no que diz respeito ao silêncio nas áreas das 
acomodações; 
h. orientações para atendimento ambulatorial quando necessário, programas de saúde 
em andamento e os cuidados básicos de higiene e saúde pessoal; 
i. os cuidados com o Meio Ambiente e as orientações para o descarte apropriado de 
resíduos; 
j. a identificação das lideranças de bordo; 
k. outras informações importantes que a unidade achar necessárias. 
3.8.3.2. O material do briefing deve ser atualizado quando houver mudança no Plano de 
Emergências. 
3.8.3.3. As instruções devem ser transmitidas pelo gerente da instalação ou profissional por ele 
indicado. 
3.8.3.4. Nas instalações marítimas e terrestres em regime de confinamento, o briefing de 
segurança deve ser aplicado para: 
a. residentes; 
b. pessoal de primeiro embarque; 
c. comitivas. 
Notas: 
 
1) Considera-se como público de comitiva, o pessoal não residente em visita a 
instalação, que não irá pernoitar na instalação; 
2) Os vídeos do briefing de segurança de acesso às instalações estão disponibilizados 
na equipe do Manual de Segurança no Teams. 
 
3.8.3.5. As unidades devem aplicar conteúdos direcionados aos públicos definidos no item 
anterior, atendendo ao item 3.8.3.1. 
3.8.3.6. O pessoal de primeiro embarque em instalações marítimas, além da apresentação do 
briefing de segurança, também deve ser levado aos seus respectivos pontos de reunião e 
estações de abandono (baleeiras), bem como receber instruções práticas de utilização do 
colete salva-vidas. 
3.8.3.7. No caso de embarque em UMS - Unidade de Manutenção e Segurança, que esteja 
conectada à instalação marítima, o pessoal deve receber: 
a. as instruções de segurança da UMS assim que chegar a bordo; 
b. as instruções de segurança para realizar o transbordo na gangway; 
c. as instruções de segurança da plataforma onde irá realizar trabalhos, antes ou logo 
após o primeiro transbordo de seu período de embarque; 
 
3.8.3.8. No momento que antecede o desembarque das equipes, deve ser apresentado o 
briefing de segurança da respectiva aeronave. 
INTERNA 
 
 
 
 
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. 
3.8.4. Requisitos para isolamentos de áreas com restrição e proibição de acesso 
 
3.8.4.1. Regra de Ouro: Nunca acesse área isolada. Nunca se posicione sob uma carga 
suspensa ou entre veículos, parados ou em movimento. Mantenha-se em locais seguros e 
protegidos. 
3.8.4.2. Deve ser evitado permanecer em locais onde sejam executadas atividades das quais 
não se esteja participando. 
3.8.4.3. Não é permitido acessar áreas isoladas sem permissão do responsável pela área e 
pelo responsável da atividade sendo realizada no local. 
3.8.4.4. Nas atividades que possam oferecer risco para outras pessoas, deve ser estabelecida 
a estratégia para controle, restrição, proibição e interdição de acesso. A estratégia adotada 
deve considerar o tipo e a temporalidade do isolamento, conforme a seguir. 
3.8.4.5. Quanto ao tipo: 
 
Área com restrição de acesso: Deve ser aplicada em locais com acesso permitido 
somente para pessoas autorizadas e envolvidas nas atividades executadas. Nesse caso 
é necessário uso de sinalização de área restrita, com acesso livre somente a pessoal 
autorizado. Exemplos: 
a. áreas de movimentação de cargas; 
b. salas de painéis elétricos; 
c. casas de bombas de FPSO. 
 
Isolamento com proibição de acesso: Deve ser aplicado em áreas com possível 
queda de objetos e risco de queda com diferença de nível para pessoas. Nesse caso é 
necessário instalação de recursos de isolamento de área e impedimento de acesso, tais 
como cavaletes com corrente. Exemplos: 
a. áreas abaixo de montagens e desmontagens de andaime sendo executadas; 
b. áreas com pisos gradeados ou guarda corpos removidos; 
c. áreas com abertura de bocas de visita localizadas em pisos com circulação de 
pessoas; 
d. locais onde estejam ocorrendo movimentação de cargas com grandes 
dimensões; 
e. áreas de perigo (red zone) abaixo de torres de perfuração. 
 
Interdição de acesso: Deve ser aplicada sempre que a condição de integridade de uma 
área, sistema ou equipamento gere risco grave e iminente às pessoas. Nesse caso é 
necessário a montagem de estrutura rígida, com tubos de andaime, e placa sinalização. 
O acesso em locais interditados somente deve ocorrer com análise de risco específica e 
Permissão para Trabalho, com o objetivo de reparar a condição que gerou a interdição. 
 
3.8.4.6. Quanto a temporalidade: 
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Isolamento permanente: Deve ser aplicado nas áreas onde a condição de risco não 
muda. Exemplo: áreas de perigo (red zone) abaixo de torres de perfuração em sondas. 
Isolamento temporário: Deve ser aplicado nas áreas onde estejam sendo realizadas 
atividades que possam originar riscos de quedas de objetos, projeção de materiais e 
queda de pessoas. Exemplos: áreas de movimentação de carga, áreas abaixo de locais 
onde estejam sendo realizados trabalhos em altura. 
 
3.8.4.7. Para locais com proibição de acesso temporária devido ao risco de queda de 
pessoas, é obrigatória a instalação de bloqueio físico, por cavaletes com correntes ou guarda 
corpo de andaime, e a identificação do risco com placa sinalização. 
 
Nota: Quando utilizadas, as correntes plásticas devem ser de cor contrastante para 
facilitar visualização. 
 
3.8.4.8. Para locais com proibição de acesso permanente ou com interdição de acesso, é 
obrigatória a montagem de estrutura rígida, com guarda corpo próprioou com tubos de 
andaime, e a identificação do risco com placa sinalização. 
3.8.4.9. Deve ser feita a correta delimitação e identificação da área isolada, principalmente 
onde o isolamento for temporário. 
3.8.4.10. Nos serviços que envolvam o isolamento de área é recomendado instalar sinalização 
que alerte sobre o risco ou tipo de atividade realizada dentro da área isolada. 
3.8.4.11. Para locais com isolamentos temporários, sua remoção deve ocorrer após 
concluído o serviço, somente após a eliminação da condição de risco que exigiu sua 
instalação. 
3.8.4.12. Ao aplicar isolamento ou interdição em determinada área, deve ser evitada a 
obstrução das rotas de fuga da instalação. Deve ser avaliada as alternativas existentes no 
arranjo físico da plataforma, consultando sempre que necessário o Plano de Segurança (Safety 
Plan). 
3.8.4.13. Quando for necessário aplicar isolamento ou interdição com obstrução de rotas de 
fuga, devem ser estabelecidas rotas de fuga alternativas das áreas de serviço para as áreas 
seguras da instalação (acomodações, pontos de encontro e postos de abandono). 
3.8.4.14. A alteração provisória das rotas de fuga deve considerar a necessidade de 
adequação da sinalização. 
3.8.4.15. Nos isolamentos temporários com obstrução de rotas de fuga, deve ser planejada a 
sua remoção nos intervalos e no final do turno de trabalho, para liberar o trânsito de pessoas, 
desde que os locais estejam em condições seguras. 
3.8.4.16. Quando na aplicação de isolamentos ou interdições de acesso, temporários ou 
permanentes, não for possível estabelecer rotas de fuga alternativas, devem ser aplicados os 
requisitos do PP-1PBR-00605 e estabelecidas medidas contingenciais. 
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3.8.4.17. A aplicação de interdições e isolamentos permanentes que alterem o arranjo de 
projeto da instalação, devem ser avaliadas observando os requisitos do PP-1PBR-00605. 
3.8.4.18. A aplicação de interdições e isolamentos não deve acarretar impedimentos no 
acesso a equipamentos de segurança e salvatagem. 
3.8.4.19. Quando na aplicação de interdições e isolamentos ocorrer obstrução a acessos 
necessários para continuidade operacional, devem ser observados os requisitos do PP-1PBR-
00605. 
 
... 
3.8.5. Supervisão das atividades 
 
Os trabalhos realizados nas áreas operacionais devem ser acompanhados ou possuir 
supervisão conforme tipo de atividade, dentre elas: 
a. trabalhos em altura devem ter a forma de supervisão estabelecida no planejamento ou no 
procedimento específico conforme PE-1PBR-00218; 
b. trabalhos em acesso por corda devem ser supervisionados conforme requisitos do PE-
1PBR-00219; 
c. trabalhos a quente com chama aberta devem estar sob acompanhamento do observador de 
trabalhos a quente conforme PE-1PBR-00232; 
d. trabalhos em espaços confinados devem estar sob responsabilidade do supervisor de 
entrada e devem estar sob acompanhamento permanente de um vigia conforme PE-1PBR-
00214; 
e. trabalhos em eletricidade devem ser realizados somente por trabalhadores autorizados e 
capacitados, qualificados ou habilitados conforme NR-10 e ter planejamento aprovado por 
profissional legalmente habilitado conforme PE-1PBR-00213; 
f. a preparação e liberação de equipamentos e sistemas para intervenção (abertura, bloqueio, 
instalação e remoção de dispositivos de isolamento) deve ser realizada sob supervisão direta 
dos responsáveis pela operação e atender aos padrões PE-1PBR-00212 e PE-1PBR-00213; 
g. a necessidade da presença contínua ou intermitente do supervisor deverá ser definida na 
etapa de planejamento de acordo com os riscos e procedimentos associados com a atividade. 
Notas: 
1) A sistemática de liberação de trabalhos nas áreas operacionais é 
responsabilidade do respectivo Gerente da Instalação conforme PE-1PBR-00210; 
2) A liberação e verificação periódica dos trabalhos nos locais de execução é 
atribuição dos respectivos responsáveis pela operação dos equipamentos e 
sistemas da instalação. 
.. 
3.8.6. Soluções alternativas para proteção coletiva 
 
Nos trabalhos de construção e reparo naval nas unidades marítimas, mediante cumprimento 
dos requisitos previstos na NR-34, é permitida a adoção de soluções alternativas referentes às 
medidas de proteção coletiva, às técnicas de trabalho e ao uso de equipamentos, tecnologias e 
outros dispositivos que: 
a. propiciem avanço tecnológico em segurança e saúde dos trabalhadores; 
b. objetivem a implementação de medidas de controle e de sistemas preventivos de 
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https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00213/PE-1PBR-00213.docx
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https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
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segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho; 
c. garantam a realização das tarefas e atividades de modo seguro e saudável. 
.. 
3.8.7. Aproximação e trabalho seguro entre embarcações e unidades marítimas 
 
3.8.7.1. As operações de embarcações com as unidades marítimas de produção e perfuração, 
devem ser planejadas com pelo menos 48 horas de antecedência à aproximação, para a 
efetiva avaliação dos riscos e estabelecimento das ações de controle. 
3.8.7.2. Nas operações entre embarcações e unidades marítimas de produção e perfuração em 
que o planejamento com a antecedência de 48 horas não for possível, o primeiro contato com a 
unidade deve ser realizado antes da embarcação adentrar a zona de 1500 m (para unidades 
na abrangência do Programa SCC-CO2) ou 500m (nas demais). 
Nota: As unidades marítimas incluídas na abrangência do Programa SCC-CO2 estão 
discriminadas no Anexo E. 
 
3.8.7.3. Para operações e transporte marítimo não rotineiro junto as unidades marítimas 
(ex.: pull-in, pull-out, serviços submarinos, inspeção de mangotes) deve ser emitido o 
Protocolo de Aproximação estabelecido no Anexo E. 
3.8.7.4. Para o transporte marítimo rotineiro de cargas e pessoas junto às unidades 
marítimas (ex.: abastecimento de diesel, água, rancho, embarque e desembarque de pessoas) 
não se aplica o Protocolo de Aproximação. Nesse caso deve ser atendido o PP-2LEP-00002. 
3.8.7.5. Para o transbordo emergencial de pessoas entre embarcação e unidade marítima, 
com autorização do gerente da unidade marítima a bordo, não se aplica o Protocolo de 
Aproximação. Nesse caso deve ser atendido o PE-1PBR-00243. 
3.8.7.6. No preenchimento do Protocolo de Aproximação (Anexo E) ou, no caso de 
operações de mergulho, do Certificado de Operação de Mergulho (CLM), conforme PE-
1PBR-00221, devem ser observados os procedimentos próprios da Unidade. A análise de 
riscos de aproximação deverá considerar o arranjo geral da unidade marítima e seu mapa de 
pontos de descarte, e a possibilidade de afloramentode gás proveniente da ruptura de risers 
flexíveis de injeção de gás (para as unidades na abrangência do Programa SCC-CO2). 
3.8.7.7. Deve ser realizada reunião (videoconferência, contato telefônico ou via rádio, conforme 
tecnologia disponível na embarcação) entre as lideranças da embarcação e unidade marítima 
para alinhamento dos riscos da aproximação e assinatura do Protocolo de Aproximação ou 
CLM. A análise de riscos de aproximação das operações entre embarcações e unidades 
marítimas de produção e perfuração, que utilizem o Protocolo, deverá seguir o modelo do 
Anexo F. 
3.8.7.8. Com base na análise de risco realizada, nas informações do Protocolo de Aproximação 
ou CLM e na previsão das condições meteoceanográficas, a embarcação deve elaborar o seu 
Plano de Aproximação, conforme modelo apresentado no Anexo H, definindo a área segura 
para realização da operação e a forma de aproximação com a unidade marítima. 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PP-2LEP-00002/PP-2LEP-00002.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00243/PE-1PBR-00243.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00221/PE-1PBR-00221.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00221/PE-1PBR-00221.docx
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3.8.7.9. A embarcação deve informar para a unidade marítima a forma de aproximação definida 
em seu plano. 
3.8.7.10. A liderança da embarcação deve dar ampla divulgação do Protocolo de Aproximação 
ou CLM, bem como do seu Plano de Aproximação, para suas equipes a bordo. 
3.8.7.11. Durante a operação das embarcações com as unidades marítimas, devem ser 
evitados descartes a partir da unidade marítima que possam provocar a presença de névoas, 
gases tóxicos e/ou inflamáveis na região de operação das embarcações. 
 
3.8.7.11.1. Nas unidades marítimas que possuam descarte contínuo ou automático de 
gases, devem ser avaliadas as condições meteoceanográficas no momento da 
operação, com verificação do impacto dos respectivos descartes durante a operação 
com a embarcação. 
 
3.8.7.12. Caso seja identificada ruptura de riser flexível de injeção de gás pela unidade 
marítima na abrangência do Programa SCC-CO2, esta deverá informar a ocorrência 
imediatamente às embarcações que estejam dentro da zona de 1500 m. As embarcações 
próximas a unidade marítima deverão contemplar no Plano de Respostas a Emergência as 
ações necessárias para possível saída desta zona. 
3.8.7.13. As embarcações devem manter o monitoramento constante dos gases na 
embarcação, principalmente quanto à concentração de H2S, explosividade (LEL%) e monóxido 
de carbono (CO) durante toda a operação dentro dos 500 metros de proximidade com a 
unidade marítima. 
3.8.7.13.1. No caso das unidades marítimas incluídas no programa do SCC-CO2 
que possuam injeção de gás por linhas flexíveis (unidades discriminadas no 
Protocolo - Anexo E), conforme Protocolo de Aproximação, sempre que as 
embarcações adentrarem a zona de 1500 m, estas deverão manter o 
monitoramento contínuo de explosividade (LEL%). A comunicação deve ser 
constante entre as embarcações e demais unidades próximas para minimizar os 
riscos de ocorrer a ignição da nuvem e impactar o convés das embarcações. 
3.8.7.14. Quando as medições da embarcação alertarem para a presença de H2S, 
explosividade e/ou monóxido de carbono, a atividade não deve ser iniciada. Se a atividade já 
tiver sido iniciada deve ser realizada a interrupção segura da operação e efetuar o afastamento 
da unidade marítima. 
3.8.7.15. As ações devem ser tomadas conforme níveis estabelecidos na tabela abaixo: 
 
Tabela 1 - Monitoramento na embarcação 
Leitura no ambiente Nível do 1º alarme - Comunicar à 
Unidade Marítima 
Nível do 2º alarme - Interromper a 
atividade 
H2S [ppm] 4 8 
CO [ppm] 19,5 39 
Explosividade [%LEL] até 10 maior que 10 
Nota: Nas embarcações de mergulho, devido aos riscos à captação de ar para os mergulhadores, para qualquer 
leitura acima de 0 (zero) a atividade não deve ser iniciada. 
INTERNA 
 
 
 
 
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3.8.7.16. Em operações com unidades marítimas de produção e perfuração incluídas no 
programa do SCC-CO2 que possuem injeção de gás por linhas flexíveis, ao adentrar a zona de 
1500m, as embarcações devem adotar medidas de controle para atividades que possam gerar 
fontes de ignição conforme PE-1PBR-00232 
3.8.7.17. A aplicabilidade do protocolo descrito nos itens anteriores em plataformas 
desabitadas ou fora de operação deve ser avaliada nas respectivas Gerências de Operação. 
Caso seja definida a dispensa de atendimento ao protocolo, tal decisão deve ser justificada 
tecnicamente e formalizada junto as unidades gestoras das embarcações. 
 
... 
3.8.8. Inspeções de segurança e saúde 
 
3.8.8.1. As unidades devem possuir e implementar plano de inspeção de segurança e saúde de 
suas instalações, considerando os riscos das atividades e as operações desenvolvidas. 
3.8.8.2. Para instalações marítimas, o plano deve conter cronograma anual de inspeções 
mensais conforme NR-37. O cronograma deve ser elaborado pelo SMS e implementado pela 
liderança da plataforma, com participação da CIPA. 
3.8.8.3. O plano de cada unidade deve contemplar a inspeção de ferramentas, equipamentos e 
áreas das empresas contratadas em atividade dentro de suas instalações, conforme item 3.8.9 
a seguir. 
 
. 
3.8.9. Inspeção de ferramentas, equipamentos e áreas contratadas 
 
3.8.9.1. As ferramentas e equipamentos de empresas contratadas, bem como os equipamentos 
alugados para operar nas áreas operacionais, devem ser inspecionados, com registro nas 
listas de verificação constantes no Anexo C e seguindo a seguinte sistemática: 
 
1ª Inspeção (antes do ingresso nas instalações da PETROBRAS): Inspeção 
realizada no site da empresa proprietária ou responsável pelo aluguel da 
máquina/equipamento antes do envio para o local de instalação. Esta inspeção deve ser 
realizada por equipe formada por: 
a. representante da empresa proprietária ou responsável pelo aluguel; 
b. representante da gerência responsável pelo contrato com conhecimento 
técnico sobre a operação do equipamento; 
c. profissional de segurança, quando a gerência do contrato julgar necessário. 
 
2ª Inspeção (antes do primeiro uso, já nas instalações da PETROBRAS): Inspeção 
a ser realizada no local de instalação da máquina/equipamento, logo na chegada do 
mesmo e antes da 1ª partida. Esta inspeção deve ser realizada por equipe formada por: 
a. responsável da área operacional onde a máquina está sendo instalada; 
b. fiscal local do contrato ou representante da gerência de contrato com 
conhecimento técnico sobre a operação do equipamento; 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00232/PE-1PBR-00232.docx
https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
INTERNA 
 
 
 
 
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c. representante da empresa proprietária ou responsável pelo aluguel; 
d. profissional de segurança da instalação ou unidade; 
 
3ª Inspeção (periódica): Inspeção realizada em periodicidade de até dois meses, 
durante o período de operação da máquina/equipamento. Sempre que a 
máquina/equipamento deixar de ser usado por mais de 60 dias deverá ser realizada 
nova inspeção para o retorno de operação. Esta inspeção deve ser realizada por equipe 
formada por: 
a. responsável da área operacional onde a máquina foi instalada; 
b. fiscal local do contrato ou representante da gerência de contrato com 
conhecimento técnico sobre a operação do equipamento; 
c. representante da empresa proprietária ou responsável pelo aluguel, quando 
houver. 
3.8.9.2. As áreas e canteiros das empresas contratadas, suas oficinas, almoxarifados e 
escritórios, que estejam dentro das instalações da PETROBRAS, bem como UMS conectada a 
unidades marítimas, também devem passar por inspeção geral dentro de uma periodicidade 
não superior a três meses. Para essasinspeções deve ser utilizada a lista de verificação de 
áreas contratadas constante no Anexo C. 
3.8.9.3. Os desvios identificados nas inspeções devem ser objeto de medidas corretivas sob 
responsabilidade da empresa responsável pelos respectivos equipamentos, ferramentas ou 
áreas, cabendo a unidade da PETROBRAS realizar a fiscalização de atendimento. 
3.8.9.4. Ferramentas e equipamentos com desvios de segurança devem ser retirados de 
utilização até quitação da pendência. 
3.8.9.5. Ferramentas e equipamentos que não possam ser recuperados devem ser inutilizados 
e retirados das instalações da PETROBRAS. 
 
. 
3.8.10. Rotas de fuga e saídas de emergência 
 
3.8.10.1. Conforme DI-1PBR-00081, os ambientes administrativos, industriais e marítimos 
devem ser identificados e sinalizados de acordo com o Manual de Sinalização para 
Ambientes Administrativos, Industriais e Marítimos Petrobras. 
3.8.10.2. As rotas de fuga devem atender a Filosofia de Segurança e as Especificações 
Técnicas aplicadas ao projeto da instalação e estar sinalizadas com pictogramas de direção 
padronizados, indicando as saídas de emergência. 
3.8.10.3. Nas instalações marítimas, todas as áreas de circulação de pessoas nos ambientes 
operacionais devem atender ao disposto no item 37.25.8 da NR-37 (Rotas de fuga, saídas, 
portas e iluminação de emergência). 
3.8.10.4. As Unidades, com suporte de sua área de SMS, devem inspecionar regularmente a 
sinalização das rotas de fuga, bem como inspecionar e testar a sinalização e a iluminação de 
emergência de suas instalações. 
https://petrobras.workplace.com/work/file_viewer/2279024908926535/?surface=KNOWLEDGE_BASE
https://petrobras.workplace.com/work/file_viewer/2279024908926535/?surface=KNOWLEDGE_BASE
INTERNA 
 
 
 
 
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3.8.10.5. Nos compartimentos fechados protegidos por sistema fixo de combate a incêndio por 
CO2, além dos requisitos estabelecidos nos itens anteriores, para que ocorra o escape 
adequado das pessoas em caso de disparo do sistema, o responsável da área protegida deve 
fornecer instruções específicas para os executantes dos trabalhos no interior destes ambientes, 
tais como: 
a. reconhecimento das rotas de fuga e sinalização das saídas de emergência; 
b. localização da sinalização sonora e visual do disparo de CO2; 
c. tempo para descarga após alarme (identificar a temporização específica do 
ambiente); 
d. reforçar a orientação de sair imediatamente do ambiente quando qualquer alarme 
for percebido. 
3.8.10.6. Nos compartimentos fechados protegidos por sistema fixo de combate a incêndio por 
CO2 e nas respectivas salas de baterias de CO2, deve ser instalada sinalização de advertência 
para evacuação, impedimento de acesso e não haver disparo do sistema com pessoas no 
interior dos compartimentos protegidos. As placas de sinalização devem seguir a padronização 
estabelecida na NFPA-12. Os modelos mínimos são apresentadas no Anexo I. 
 
3.8.11. Higiene Ocupacional, Fatores Humanos e Ergonomia 
 
3.8.11.1. Para a gestão de higiene ocupacional dos empregados devem ser seguidos os 
padrões PP-1PBR-00438, PE-1PBR-00484, PE-1PBR-00473 e PE-1PBR-00606. 
3.8.11.2. Para a gestão de fatores humanos e ergonomia dos empregados devem ser seguidos 
os padrões PE-1PBR-00191 e PP-1PBR-00683. 
 
.. 
3.9. MÃO DE OBRA 
3.9.1. Compete à força de trabalho: 
a. utilizar o MS como ferramenta de trabalho no seu dia a dia, considerando o fluxograma do 
Anexo A; 
b. executar trabalhos ou tarefas que sejam de seu total conhecimento; 
c. paralisar a execução do trabalho e pedir orientação ao supervisor em caso de dúvida ou 
identificação de uma situação de risco que possa causar acidente ou incidente; 
d. informar ao supervisor sempre que estiver doente ou com algum mal estar; 
e. obedecer aos padrões, normas e regulamentos de segurança; 
f. não colocar em risco outros empregados, equipamentos ou instalações; 
g. manter-se atento e obedecer à sinalização de segurança; 
h. participar dos DDS, treinamentos de segurança e simulados de emergência; 
i. conhecer o plano de emergência da instalação; 
j. orientar outros componentes da força de trabalho com relação à aspectos de segurança - 
CUIDAR E SER CUIDADO. 
 
3.9.2. É dever de todos os colaboradores da PETROBRAS atender ao Código de Conduta 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PP-1PBR-00438/PP-1PBR-00438.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00484/PE-1PBR-00484.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00473/PE-1PBR-00473.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00606/PE-1PBR-00606.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00191/PE-1PBR-00191.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PP-1PBR-00683/PP-1PBR-00683.docx
INTERNA 
 
 
 
 
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Ética. Para o escopo do presente Manual de Segurança, observar os seguintes deveres de 
SMS do Código de Conduta Ética: 
a. Conhecer e seguir as Regras de Ouro em todas as suas atividades; 
b. Cuidar de si próprio, dos colegas e, ainda, permitir ser cuidado; 
c. Executar atividades apenas quando autorizado, apto e capaz, valendo-se dos procedimentos 
e equipamentos adequados e em condições físicas e psicológicas para fazê-lo. 
 
3.9.3. Toda a força de trabalho somente deve executar atividades em áreas, equipamentos ou 
máquinas para os quais sejam autorizados, devendo estar habilitados, qualificados ou 
capacitados. 
3.9.4. Para os empregados próprios os treinamentos de SMS estão definidos no PE-1PBR-
00903. 
3.9.5. Para empregados contratados os treinamentos de SMS devem atender às Normas 
Regulamentadoras, aos requisitos dos padrões do Manual de Segurança e aos requisitos 
contratuais específicos de suas atividades. 
3.9.6. Em função das exigências técnicas de cada NR (Normas Regulamentadoras), onde 
aplicável, as unidades da PETROBRAS ou suas empresas contratadas devem indicar em seus 
quadros, os Profissionais Legalmente Habilitados ou Responsáveis Técnicos, para atendimento 
e disseminação dos requisitos das respectivas NR às suas instalações, à exemplo da NR-12 
(Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos), NR-33 (Segurança e saúde nos 
trabalhos em espaços confinados) e NR-35 (Trabalho em altura). 
3.9.7. O supervisor da atividade deve orientar os executantes quanto aos riscos envolvidos e 
os cuidados a serem adotados. 
... 
3.10. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 
3.10.1. O arquivamento e período de retenção da documentação de SMS deve atender a 
requisitos específicos em função do tipo de documento e da legislação aplicável. Para o 
escopo do Manual de Segurança, cita-se as seguintes documentações: 
a. listas de presença de treinamentos no local de trabalho, instruções de segurança para 
acesso (briefing) e diálogos de segurança (DDS): nas instalações marítimas devem ser 
arquivados por 5 (cinco) anos, conforme NR-37; 
b. permissões para trabalho: prazos específicos de arquivamento conforme tipo de PT são 
estabelecidos no PE-1PBR-00210; 
Nota: Os documentos podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado 
digital, conforme estabelecido na NR-01. 
3.10.2. Condições específicas não previstas neste padrão devem ser encaminhadas aos 
Gestores da Função SMS de sua respectiva unidade para avaliação da pertinência de sua 
inclusão no MS. 
.. 
3.11. CONDIÇÕES ESPECIAIS DE TRABALHO 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00903/PE-1PBR-00903.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00903/PE-1PBR-00903.docx
https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00210/PE-1PBR-00210.docxhttps://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
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3.11.1. Para fins deste padrão, as condições especiais de trabalho nas instalações do E&P e 
DP são: trabalhos em altura, trabalhos em espaço confinado, trabalhos em áreas com 
presença de H2S, trabalhos sobre o mar e operações de mergulho. 
3.11.1.1. Trabalhos em altura também devem atender o PE-1PBR-00218 e, onde 
aplicável, os padrões PE-1PBR-00219 e PE-1PBR-00220. 
3.11.1.2. Trabalhos no interior de espaços confinados também devem atender o PE-
1PBR-00214. 
3.11.1.3. Trabalhos em áreas com presença de H2S também devem atender o PE-
1PBR-00217. 
3.11.1.4. Trabalhos com operações de mergulho também devem atender o PE-1PBR-
00221. 
3.11.1.5. Trabalhos sobre o mar também devem atender o PE-1PBR-00222. 
3.11.2. Para a execução de um trabalho em condições especiais (por ex.: trabalho de pintura 
no interior de um espaço confinado) é necessário o atendimento simultâneo aos requisitos de 
segurança contidos no padrão da atividade específica (por ex. pintura) acrescidos dos 
requisitos de segurança da condição especial de trabalho (por ex. espaço confinado). 
 
4. REGISTROS 
Tabela 2 - Registros 
Identificação Armazenamento Classificação Recuperação Retenção Disposição 
Intervenções: 
 
PT e documentos 
anexos, LVs, Plano 
de Isolamento etc. 
Sistema 
Eletrônico de PT 
e 
Físico (papel ou 
escaneamento) 
Interna Número e 
data da PT 
Sistema 
Eletrônico: 
permanente 
 
Físico: 30 
dias, 2 anos 
ou 5 anos 
conforme 
requisito 
aplicável ao 
tipo da PT 
Não 
aplicável 
Tarefas 
Operacionais 
Procedimentadas: 
 
Padrão SINPEP 
Portal de Gestão Interna Número do 
procedimento 
e data da 
verificação 
Em sistema: 
permanente 
Não 
aplicável 
Manutenções 
Preventivas e 
Detectivas: 
 
SAP Interna Número e 
data da 
Ordem de 
Manutenção 
Em sistema: 
permanente 
Não 
aplicável 
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00218/PE-1PBR-00218.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00219/PE-1PBR-00219.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00220/PE-1PBR-00220.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00214/PE-1PBR-00214.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00214/PE-1PBR-00214.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00217/PE-1PBR-00217.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00217/PE-1PBR-00217.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00221/PE-1PBR-00221.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00221/PE-1PBR-00221.docx
../../../MigradosComMetadados/Interna/PE-1PBR-00208/PE-1PBR-00222/PE-1PBR-00222.docx
INTERNA 
 
 
 
 
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Ordem de 
Manutenção - OM 
Demais 
situações: 
 
Critério da unidade 
Gestão da 
unidade 
Interna Critério pela 
Gestão da 
unidade 
Critério pela 
Gestão da 
unidade 
Critério 
pela 
Gestão da 
unidade 
 
 
5. DEFINIÇÕES 
Gerente da instalação - Para fins do Manual de Segurança, é o empregado indicado pela 
unidade para atuar como o responsável pela instalação. 
 
Instalação - Representa a área operacional (por ex. plataforma, sonda, estação coletora, entre 
outros). 
Programa SCC-CO2 - Programa de prevenção ao mecanismo de falha de dutos flexíveis 
devido à corrosão sob tensão pelo CO2. 
Supervisor da atividade - Para fins do Manual de Segurança, é o trabalhador que exerce 
liderança sobre os demais membros da equipe. 
Trabalhador qualificado - Profissional que comprovar conclusão de curso específico na sua 
área de atuação reconhecido pelo Sistema Oficial de Ensino. 
Trabalhador habilitado - Trabalhador qualificado e com registro no competente conselho de 
classe. 
Trabalhador capacitado - Profissional que recebe treinamento específico em sua área de 
atuação, sob orientação de um trabalhador habilitado. 
Unidade - Unidade de Operações ou Unidade de Serviço. 
 
	1. OBJETIVO
	2. APLICAÇÃO
	3. DESCRIÇÃO
	4. REGISTROS
	5. DEFINIÇÕES

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