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Londrina 
2022 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cidade 
Ano 
REINALDO ALVES BARBOSA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DA 
LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR EM 
ATLETAS 
 
 
 
 
Londrina 
2022 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DA 
LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR EM 
ATLETAS 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à 
Universidade Pitágoras UNOPAR, como 
requisito parcial para a obtenção do título de 
graduado em Fisioterapia. 
Orientadora: Danielle Montini 
 
 
 
REINALDO ALVES BARBOSA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REINALDO ALVES BARBOSA 
 
 
A ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DA 
LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR EM 
ATLETAS 
 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à 
Universidade Pitágoras UNOPAR, como 
requisito parcial para a obtenção do título de 
graduado em Fisioterapia. 
 
 
BANCA EXAMINADORA 
 
 
Prof(a). Titulação Nome do Professor(a) 
 
 
Prof(a). Titulação Nome do Professor(a) 
 
 
Prof(a). Titulação Nome do Professor(a) 
 
 
Londrina, dia de mês de 2022 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AGRADECIMENTOS 
 
Primeiramente, gostaria de agradecer a Deus por me dar forças e me ajudar a 
superar todas as barreiras e dificuldades que surgiram durante a graduação. Agradeço 
a minha família por sempre estar comigo me apoiando, me incentivando a não desistir, 
e também à minha namorada, pela motivação e por sempre acreditar em mim. 
Agradeço também a todos professores que fizeram parte da minha jornada na 
graduação e em toda a minha formação, que proporcionaram muitos aprendizados e 
experiencias. 
Agradeço aos meus colegas de turma, que fizeram parte dessa caminhada e 
me proporcionaram uma graduação mais leve e tranquila com diversos momentos 
especiais, em especial Agatha Rocha, Ana Beatriz M., Daiany Silva, Jeniffer Bueno, 
Kauane Ribeiro, Luana Pereira, Luiz Barizon e Natalia Toda. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Não atrase seu progresso com medo de fracassar.” 
 Nathiel Hover. 
BARBOSA, Reinaldo Alves. A atuação da fisioterapia no tratamento da lesão do 
ligamento cruzado anterior em atletas. 2022. 31 páginas. Trabalho de Conclusão 
de Curso (Graduação em Fisioterapia) – Universidade Pitágoras Unopar, Londrina, 
2022. 
 
RESUMO 
 
Este trabalho busca apresentar quais os benefícios que a fisioterapia pode alcançar 
no pós operatório, no pré operatório e na prevenção da lesão do ligamento cruzado 
anterior em atletas. Tem como objetivo principal, demonstrar os meios de tratamento 
mais eficazes para o desenvolvimento do atleta, proporcionando a melhor 
performance para o retorno de suas atividades. O tipo de pesquisa utilizado para 
realização deste trabalho, será uma revisão da literatura, onde serão utilizados como 
bases de dados o Google Acadêmico, Scielo, sites e livros publicados nos últimos 15 
anos. A articulação do joelho possui uma variedade de funções no corpo humano, 
sendo a principal, suportar as descargas de pesos. Dentre as estruturas que formam 
a articulação, está o LCA, que é um importante estabilizador do joelho, e o ligamento 
que mais sofre lesão nos esportes, como o futebol, basquete e o esqui. Vários estudos 
comprovam a eficácia da fisioterapia no tratamento da lesão do LCA e também na 
prevenção. 
 
 
 
 
Palavras-chave: Fisioterapia. Lesão. Ligamento cruzado anterior. Tratamento. Atleta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BARBOSA, Reinaldo Alves. The role of physiotherapy in the treatment of anterior 
cruciate ligament injuries in athletes. 2022. 32 pages. Completion of course work 
(Graduate in Physiotherapy) – Universidade Pitágoras Unopar, Londrina, 2022. 
ABSTRACT 
This work seeks to present the benefits that physiotherapy can achieve in the 
postoperative period, in the preoperative period and in the prevention of anterior 
cruciate ligament injury in athletes. With the main objective of demonstrating the most 
effective means of treatment for the development of the athlete, providing the best 
performance for the return of your activities. The type of research used to carry out this 
work will be a literature review, where Google Scholar, Scielo, websites and books 
published in the last 15 years will be used as databases. The knee joint has a variety 
of functions in the human body, the main one being to support weight bearing. Among 
the structures that form the joint is the ACL, which is an important stabilizer of the knee, 
and the ligament that is most injured. in sports such as football, basketball and skiing. 
Several studies prove the effectiveness of physical therapy in the treatment of ACL 
injury and also in prevention. 
 
 
 
 
Keywords: Physiotherapy. Lesion. Anterior cruciate ligament. Treatment. Athlete. 
 
LISTA DE ILUSTRAÇÕES 
 
 
Figura 1 – Articulações do joelho ............................................................................ 15 
Figura 2 – Principais ligamentos do joelho .............................................................. 17 
Figura 3 – Meniscos e ligamentos do joelho............................................................ 18 
Figura 4 – Músculos da região anterior do joelho .................................................... 19 
Figura 5 – Músculos da região posterior do joelho .................................................. 19 
Figura 6 – Tensionamento do LCA ......................................................................... 21 
Figura 7 – Extensão de quadril e joelho .................................................................. 25 
Figura 8 – Ponte sobre bola suíça ........................................................................... 25 
Figura 9 – Flexão de quadril e joelho ...................................................................... 26 
Figura 10 – Extensão de joelho ............................................................................... 26 
Figura 11 – Abdução de quadril com apoio unipodal ............................................... 27 
Figura 12 – Flexão de quadril e joelho .................................................................... 27 
 
 
 
 
 
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS 
 
LCA Ligamento cruzado anterior 
ADM Amplitude de movimento 
LCT Ligamento colateral tibial 
LCF Ligamento colateral fibular 
LCP Ligamento cruzado posterior 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................... 13 
2. A ANATOMIA DO JOELHO .............................................................................. 15 
2.1 LIGAMENTOS DO JOELHO ................................................................................................................................ 16 
2.2 MENISCOS ........................................................................................................................................................ 17 
2.3 PRINCIPAIS MÚSCULOS DA ARTICULAÇÃO DO JOELHO ................................................................................... 18 
3. BIOMECANICA, MECANISMOS DE LESÃO DO LCA E INCIDÊNCIA NOS 
ESPORTES ............................................................................................................... 20 
3.1 PRINCIPAIS MECANISMOS DE LESÃO DO LCA................................................................................................... 21 
3.2 INCIDENCIA NOS ESPORTES .............................................................................................................................22 
4. A ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DA LESÃO DO LCA ... 23 
4.1 REABILITAÇÃO NO PÓS OPERATÓRIO .............................................................................................................. 23 
4.2 REABILITAÇÃO NO PRÉ OPERATÓRIO .............................................................................................................. 24 
4.3 PREVENÇÃO DA LESÃO DO LCA ....................................................................................................................... 26 
 
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................... 28 
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 30 
 
 
 
 
 
 
 
13 
1. INTRODUÇÃO 
 
O ligamento cruzado anterior (LCA) é uma estrutura muito importante para a 
articulação do joelho, responsável pela estabilidade dessa articulação, limitando 
muitos movimentos, que podem causar uma lesão, o joelho é uma estrutura 
imprescindível quando relacionado com dissipação, descargas de peso e estabilidade. 
Tem como uma das principais funções, a sustentação do corpo, o que favorece 
diversas atividades no cotidiano, como: caminhar, saltar, correr, entre outras. 
No meio esportivo, a lesão do LCA, acontece com muita frequência, sendo 
muito importante a atuação da fisioterapia, tanto para tratamento quanto para 
prevenção desse tipo de lesão, que acomete vários atletas. Em diversos esportes, o 
joelho é um exemplo de articulação que mais sofrem impacto, seja por conta de 
descargas de pesos, movimentos com grandes energias para uma arrancada, são 
exemplos onde o LCA pode ser acometido, devido as suas funções na articulação. 
Quais são os benefícios que a atuação da fisioterapia pode trazer no 
tratamento da lesão LCA em atletas? Este trabalho busca apontar quais os tipos de 
tratamentos, sendo eles, cirúrgico ou conservador, e quais recursos fisioterapêuticos 
apresentam uma maior eficácia para a evolução do quadro clinico do atleta, e através 
destes recursos, melhorar a amplitude de movimento (ADM), equilíbrio, trabalhar a 
força muscular, diminuir o quadro álgico e também evitar lesões recidivas, para assim 
garantir uma boa recuperação e o retorno deste atleta a uma boa performance. 
O objetivo principal deste trabalho é identificar quais são os meios de 
tratamento que a fisioterapia pode oferecer para a lesão do LCA, desde exercícios 
passivos, exercícios ativos livres, exercícios ativos assistidos, exercícios resistidos, 
que são meios conservadores, até mesmo no pós cirúrgico e também na prevenção, 
portanto os objetivos específicos deste trabalho são: apresentar a anatomia e a 
biomecânica da articulação do joelho e suas estruturas, identificar os principais 
mecanismos de lesão em cada esporte e qual a maior incidência e apontar como a 
fisioterapia pode intervir no tratamento da lesão do LCA. 
O tipo de pesquisa que será utilizada para a realização deste trabalho, será 
uma revisão de literatura, sobre a atuação da fisioterapia no tratamento da lesão do 
ligamento cruzado anterior, onde utilizara sites e artigos, utilizando como base de 
 
 
14 
dados o GOOGLE ACADÊMICO, SCIELO, SITES e LIVROS publicados nos últimos 
15 anos. 
 
 
15 
2. A ANATOMIA DO JOELHO 
 
A articulação do joelho é considerada a maior e mais complexa articulação do 
corpo humano. É uma articulação do tipo gínglimo, é quando a parte convexa de um 
osso encaixa-se na face côncava de um outro osso. Como o próprio nome sugere, 
gínglimos produzem os movimentos de abrir e fechar, semelhantes a uma dobradiça 
de uma porta. O joelho está dividido em três articulações dentro de uma única 
cavidade sinovial, sendo elas tibiofemoral, patelofemoral e tibiofemoral, que estão 
localizadas: lateralmente é a tibiofemoral que consiste na junção do côndilo lateral do 
fêmur, o menisco lateral e o côndilo lateral da tíbia, que servem para sustentação de 
peso. Medialmente é a tibiofemoral que consiste na junção do côndilo medial do fêmur, 
o menisco medial e o côndilo medial da tíbia. E a patelofemoral consiste na junção da 
patela com a face patelar do fêmur (TORTORA; DERRICKSON, 2016). 
As articulações e estruturas citadas poderão ser visualizadas na figura abaixo. 
 
 
 Fonte: Hamill; Knutzen; Derrick (2016, p. 202) 
 
 
 
Figura 1 - Articulações do joelho 
 
 
 
16 
2.1 LIGAMENTOS DO JOELHO 
 
As articulações do tipo sinovial apresentam dois tipos de capsula, a capsula 
articular e a capsula fibrosa. A capsula fibrosa ou membrana fibrosa é constituída por 
um tecido denso não modelado sendo a grande maioria fibras colágenas, que se fixa 
no periósteo dos ossos da articulação. A flexibilidade da membrana fibrosa permite 
consideravelmente os movimentos na articulação, entretanto a sua grande resistência 
ajuda a evitar o deslocamento entre os ossos. As fibras estão predispostas em feixes 
paralelos de tecido conjuntivo denso não modelado, que conseguem se adaptar para 
resistir a grandes tensões, essas estruturas são chamadas de ligamentos (TORTORA; 
DERRICKSON, 2016). 
 Como em todas as articulações sinoviais, o joelho possui um ligamento 
capsular que o difere de outras articulações, pois o mesmo possui expansões fibrosas 
de outras estruturas que cruzam a articulação do joelho, tornando-se parte da capsula. 
As estruturas que fazem parte dessa capsula incluem: porções do ligamento colateral 
tibial (LCT) e ligamento colateral fibular (LCF) e expansões fibrosas do quadríceps 
femoral, do trato iliotibial, dos músculos vastos, semimembranáceo e sartório 
(BEHNKE, 2015). 
O joelho é uma articulação que possui uma serie de ligamentos, dentre esses, 
existem quatro principais, sendo eles: LCT, LCF, ligamento cruzado posterior (LCP) e 
o LCA. Entretanto, o joelho não é uma articulação totalmente estável, e sua 
estabilidade é essencialmente fornecida pelos ligamentos. No interior da articulação 
encontra-se os ligamentos cruzados, LCA e LCP, que se cruzam, estabilizando o 
joelho na região anterior e posterior. Na parte externa da articulação estão localizados 
os ligamentos colaterais, LCT e LCF, que estabilizam a articulação em cada lado (JR. 
DIMON, 2010). 
O LCT é um ligamento largo e achatado que se encontra na região do côndilo 
medial do fêmur e se estende até o côndilo medial da tíbia. O LCF é um ligamento 
redondo resistente que se encontra na região do côndilo lateral do fêmur e se estende 
até o lado lateral da cabeça da fíbula. O LCP estende-se anteriormente e medialmente 
a partir de um ponto de depressão na área intercondilar posterior da tíbia e do menisco 
lateral até a parte anterior da face lateral do côndilo medial do fêmur. E o LCA estende-
se posteriormente e lateralmente a partir de um ponto anterior à área intercondilar da 
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17 
tíbia até a parte posterior da face medial do côndilo lateral do fêmur (TORTORA; 
DERRICKSON, 2016). 
Os ligamentos e estruturas citados acima poderão ser visualizados na figura 
abaixo. 
 
 Fonte: Jr. Dimon (2010, p. 202) 
 
2.2 MENISCOS 
Na articulação do joelho é possível observar duas estruturas muito 
importantes quando relacionada com descargas de peso, que funcionam como uma 
espécie de amortecedor do joelho, essas estruturas são chamadas de menisco, são 
estruturas fibrocartilaginosas com formato de semicírculo (em forma de meia lua), e 
estão localizados na extremidade proximal da tíbia, nas superfícies condilares lateral 
e medial. Estão divididos em menisco lateral, que possui a forma quase circular e o 
menisco medial, que possui a forma semicircular. Os meniscos ajudam a aprofundar 
as superfícies condilares da tíbia onde os côndilos do fêmur se articulam. As bordas 
externas dos meniscos são espessas e convexas, já a as bordas internas são mais 
finas e estão livrementesobre as superfícies condilares da tíbia. As superfícies 
internas dos meniscos são côncavas para englobar os côndilos do fêmur. As 
estruturas anteriores e posteriores dos meniscos são chamados de cornos, anteriores 
e posteriores. Nas atividades desportivas os meniscos geralmente estão sob 
frequentes estresses, principalmente o menisco medial, por conta das fibras profundas 
Figura 2 - Principais ligamentos do joelho 
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18 
do LCT se inserirem no mesmo, podendo levar ao rompimento do menisco. As duas 
rupturas mais comuns nos meniscos são chamadas de lacerações em ‘’bico de 
papagaio” e “alça de balde” (BEHNKE, 2015). 
Os meniscos e ligamentos citados acima poderão ser visualizados em uma 
vista superior na figura abaixo. 
 Fonte: Tortora; Derrickson (2016, p.288) 
 
 
2.3 PRINCIPAIS MÚSCULOS DA ARTICULAÇÃO DO JOELHO 
No joelho além dos ligamentos e meniscos, outra estrutura muito importante 
são os músculos. Os músculos do joelho podem ser divididos com facilidade, os que 
cruzam a articulação de forma anterior com os que cruzam a articulação de forma 
posterior. Os músculos anteriores, devido as suas localizações na articulação, eles 
possuem a função de estender a articulação do joelho (BEHNKE, 2015). 
O grupo muscular responsável pela extensão do joelho, é o quadríceps 
femoral, que é um grupo dividido em quatro músculos, o reto femoral, vasto lateral, 
vasto medial e vasto intermédio. O reto femoral é um musculo que se estende desde 
a articulação do quadril até o joelho, é o músculo mais superficial da parte anterior da 
coxa. O reto femoral possui duas origens, na espinha ilíaca anteroinferior e no 
acetábulo e se insere na base da patela. O vasto lateral é o maior entre os vastos, sua 
origem começa na metade proximal da linha áspera, na linha intertrocantérica e no 
trocanter maior do fêmur e se insere na borda lateral da patela. O vasto medial tem 
origem no lábio medial da linha áspera e se insere na borda lateral da patela. O vasto 
Figura 3 - Meniscos e ligamentos do joelho 
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19 
intermédio está localizado sob o reto femoral e sua origem se da nos dois terços 
proximais da superfície anterior do fêmur e se insere na superfície inferior da patela 
(BEHNKE, 2015). 
Os músculos posteriores, devido as suas localizações na articulação, eles 
possuem a função de fletir a articulação do joelho. O grupo muscular responsável pela 
flexão do joelho, são os isquiostibiais, que é um grupo dividido em três músculos, 
bíceps femoral, semitendíneo e o semimembranáceo, outro músculo que realiza a 
flexão de joelho é o grácil. O bíceps femoral possui duas origens, a cabeça longa, que 
tem origem na tuberosidade isquiática e a cabeça curta, que tem origem na face lateral 
da linha áspera, e se insere na cabeça da fíbula, esse músculo flexiona o joelho, e 
quando atinge a flexão ativa completa, ele rotaciona lateralmente a perna. O 
semitendíneo é o segundo músculo isquiotibial, sua origem está na tuberosidade 
isquiática e se insere na parte proximal e medial da tíbia, ele flexiona o joelho e 
rotaciona medialmente a perna. O semimembranáceo é o terceiro músculo isquiotibial, 
sua origem está na tuberosidade isquiática e se insere no aspecto posterior medial do 
côndilo medial da tíbia, ele flexiona o joelho e auxilia na rotação medial da perna. E o 
grácil, é o único músculo adutor da articulação do quadril que também passa pela 
articulação do joelho, sua origem está na superfície inferior da sínfise púbica, passa 
na região posterior ao côndilo medial do fêmur e se insere medialmente na 
extremidade proximal da tíbia, ele flexiona o joelho e rotaciona medialmente a perna 
(BEHNKE, 2015). 
Os músculos citados acima poderão ser visualizados nas figuras abaixo. 
 
Fonte: Behnke (2015, p.270) Fonte: Behnke (2015, p.273) 
Figura 5 - Músculos da região posterior do joelho Figura 4 – Músculos da região anterior do joelho 
 
 
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20 
3. BIOMECANICA, MECANISMOS DE LESÃO DO LCA E INCIDÊNCIA NOS 
ESPORTES 
 
 
A função do joelho é complexa, por conta de suas articulações serem 
assimétricas, e também pela mecânica patelar na parte frontal da articulação. Quando 
o movimento de flexão é iniciado na posição em cadeia fechada, ou para sustentação 
de peso, o fêmur rola para trás sobre a tíbia, realizando o movimento de rotação lateral 
e abdução com relação a tíbia. Já em um movimento em cadeia aberta, o movimento 
de flexão é iniciado com o movimento da tíbia em relação ao fêmur, resultando nos 
movimentos da tíbia para frente, rotação medial e adução. Ocorre o processo contrário 
na extensão, no movimento em cadeia fechada, o fêmur rola para frente, faz rotação 
medial e adução. No movimento em cadeia aberta, a tíbia rola para trás, faz rotação 
lateral e abdução (HAMILL; KNUTZEN; DERRICK, 2016). 
Os movimentos de rotações na articulação do joelho, só podem ocorrer, 
quando a articulação atinge um certo grau de flexão, portanto não há o movimento de 
rotação com a articulação em extensão. A ADM normal da articulação do joelho, no 
movimento de flexão é de 130° a 145°, no movimento de hiperextensão é de 1° a 2°. 
Com o joelho flexionado a 90°, o movimento de rotação medial é de 6° a 30°, e no 
movimento de rotação lateral da tíbia é possível chegar aproximadamente a 45° 
(HAMILL; KNUTZEN; DERRICK, 2016). 
Atualmente o LCA tem recebido muita atenção no meio esportivo, 
principalmente no atletismo. A grande maioria das atividades desportivas aplicam 
forças internas e forças externas na articulação do joelho, incluindo o LCA. Existe 
também uma grande diferença nos números de lesões entre o sexo masculino e 
feminino, sendo mais frequente nas mulheres. Há teorias que apontam o motivo do 
maior número de lesões do LCA, acometerem atletas do sexo feminino, seja por conta 
dos membros inferiores estarem mau alinhados, a pelve feminina mais larga, o maior 
ângulo Q, frouxidão ligamentar, menor tamanho da fossa intercondilar, efeitos do 
estrogênio no tecido ligamentar, desequilíbrio entre as forças dos músculos 
quadríceps e isquiotibiais. Outros fatores considerados são, os tipos de atividades, 
intensidade do treinamento e as técnicas de treinamento (BEHNKE, 2015). 
O LCA é responsável por limitar o deslizamento da tíbia sobre o fêmur. 
Todavia o grau de lassidão anterior de um rompimento do LCA, depende da posição 
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21 
da flexão e extensão do joelho, da sobrecarga excessiva externa aplicada ao joelho, 
da porção rompida do ligamento e a integridade dos tecidos ao redor da articulação. 
Estudos apontam que o LCA geralmente é mais estirado durante a extensão do joelho. 
O rompimento deste ligamento pode gerar o aumento da ADM no movimento de 
extensão do joelho ou hiperextensão. Como sugerem os estudos, tanto os pequenos 
feixes anteromediais quanto nos grandes feixes posterolaterais, a tensão aumenta 
quando o joelho está em extensão, consequentemente quando o joelho está em 
flexão, ambos os feixes estão com uma tensão menor (OATIS, 2014). 
Podemos visualizar o tensionamento do LCA na figura abaixo. 
 Figura 6 – Tensionamento do LCA 
 
 Fonte: Oatis (2014, p. 756) 
 
3.1 PRINCIPAIS MECANISMOS DE LESÃO DO LCA 
A lesão do LCA ocorre quando o ligamento é sujeitado à uma força além de 
sua aptidão elástica, podendo ocorrer uma ruptura parcial ou total. As lesões nos 
ligamentos podem ser classificadas em três graus. Nas lesões de grau um, existe uma 
pequena lesão ligamentar, um estiramento, que não prejudica a estabilidade articular. 
Nas lesões de grau dois, existe uma ruptura parcial dos feixes ligamentares, dando 
origem a um ligamento frouxo. Nas lesões de grau três, se caracterizam por uma 
ruptura total do ligamento, gerando a instabilidade da articulação (PINHEIRO, 2015). 
As principais lesões do LCA, podem ocorrer por traumasdiretos ou indiretos, 
sendo alguns fatores: mudanças súbitas de direção, queda de forma incorreta de um 
salto, paradas repentinas em uma corrida ou por contato direto. Esses tipos de lesões 
ligamentares ocorrem na maioria das vezes por traumas indiretos, e podem ser 
 
 
22 
causadas por diversos mecanismos: abdução, rotação externa e forças anteriores 
aplicadas na tíbia, rotação interna do fêmur sobre a tíbia e hiperextensão do joelho. 
Os mecanismos de lesão por trauma direto, geralmente são ocasionados por 
traumatismos onde o fêmur é puxado posteriormente, quando o joelho se encontra a 
90 graus de flexão e a tíbia está fixa (PINHEIRO, 2015). 
A lesão por trauma direto, ocorrem por conta de paradas bruscas, saltos sem 
nenhum tipo de contato físico, ocasionando lesões isoladas no LCA. A hiperflexão 
forçada do joelho, extensão completa, flexão e hiperextensão forçada do joelho são 
os mais comuns mecanismos de lesão isolada do LCA. Os pacientes que apresentam 
esse tipo de lesão, os sintomas mais comuns são: dor, edema, desconforto ao 
caminhar, limitação de ADM e sensação de instabilidade do joelho (PINHEIRO, 2015). 
 
3.2 INCIDENCIA NOS ESPORTES 
O futebol é o esporte mais popular no mundo, tendo uma média de 265 
milhões de atletas atuando. O futebol é um esporte com muitas variáveis e fatores, é 
uma modalidade coletiva, exigente, tanto em nível físico, quanto a nível tático. Este 
esporte é caracterizado pelo contato físico intenso, movimentos curtos e rápidos, 
paradas repentinas, aceleração e desaceleração, mudanças repentinas de direção, 
saltos e aterrissagens, entre outros vários fatores. Os atletas desta modalidade, 
treinam em seu limite máximo, ficando susceptíveis a lesões. Com o aumento da 
popularidade desta modalidade, houve também o aumento no número das lesões nos 
atletas praticantes (FERREIRA, et al., 2015). 
 As lesões do LCA são muito comuns em esportes que a articulação do 
joelho realiza o movimento de rotação, como no futebol, basquete, esqui que totalizam 
mais de 250.000 casos por ano. Portanto, dependendo da modalidade esportiva, pode 
favorecer o tipo de lesão no joelho do atleta (ASTUR et al., 2016). 
 
 
 
 
 
23 
4. A ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DA LESÃO DO LCA 
 
 
A atuação da fisioterapia é indispensável para o tratamento da lesão do LCA, 
esse tipo de lesão, geralmente é necessário intervenção cirúrgica, dependendo do 
grau da lesão, onde visa, restaurar a integridade da articulação, a estabilidade 
anatômica e funcional do joelho, para devolver o atleta o mais rápido possível para 
sua modalidade. Esse tipo de cirurgia, é realizada através de artroscopia, sendo um 
método menos invasivo, proporcionando uma melhor recuperação, acelerando os 
processos de cicatrização e a reabilitação (SILVA; SILVEIRA; FORTINO, 2020). 
Segundo Silva; Silveira; Fortino, (2020) as fases do tratamento, são 
essenciais para uma boa reabilitação, que visam, no pós operatório, diminuir o quadro 
álgico, melhorar a ADM, melhorar a força muscular, diminuir o edema e o processo 
inflamatório, melhorar o equilíbrio estático e dinâmico, melhorar a marcha e a 
propriocepção. 
4.1 REABILITAÇÃO NO PÓS OPERATÓRIO 
Os processos de tratamento e a reabilitação, são iniciados um dia após a 
realização da cirurgia, podendo ser estendido de seis a doze meses, dependendo de 
cada caso, situação e também das capacidades fisiológicas e funcionais de cada 
atleta. Atualmente são usados protocolos que acabam acelerando o processo de 
reabilitação, tais como, mobilizações e descargas de peso, mas em contrapartida, 
esse processo pode ter interferência, podendo ser interrompido pelo quadro álgico e 
pelo edema na região, sendo uma das causas que impossibilita o paciente de retornar 
as atividades desportivas (SILVA; SILVEIRA; FORTINO, 2020). 
Segundo Palmeira et al. (2019) na fase I do tratamento (1ª a 2ª semana), é 
indicado os recursos de eletroterapia, como TENS, para aliviar o quadro álgico e a 
crioterapia, para auxiliar na diminuição do edema. Na fase II (3ª a 4ª semana) são 
indicados exercícios de propriocepção sentado, alongamentos de cadeia posterior, 
incluindo os músculos, isquiotibiais e tríceps sural e condutas montadas na 
hidroterapia, exercícios com baixo impacto. Na fase III (5ª a 6ª semana) são indicados, 
exercícios na bicicleta estática sem resistência, exercícios proprioceptivos em apoio 
bipodal e massoterapia nos músculos ao redor da articulação do joelho. Na fase IV (7ª 
 
 
24 
a 9ª semana) são indicados exercícios na bicicleta subaquática, para colocar a 
resistência e mobilizações ativas da articulação do joelho. Na fase V (10ª a 12ª 
semana) são indicados treinos de marcha e exercícios de técnicas de corrida, para 
começar o condicionamento físico. Na fase VI (13ª a 16ª semana) são indicados 
exercícios pliométricos, para o fortalecimento da musculatura que envolve a 
articulação do joelho, em cama elástica com apoio bipodal, podendo evoluir para apoio 
unipodal. Na fase VII (17ª a 24ª semana) são indicados exercícios resistidos, 
musculação, corrida, exercícios aeróbicos, para o condicionamento físico, dosando as 
intensidades e progredindo, com as respectivas modalidades. O retorno do atleta para 
as modalidades desportivas pode variar muito de cada caso, é preconizado um 
tratamento de seis meses após a cirurgia, com o tratamento efetivo, o atleta poderá 
retornar as suas atividades. 
 
4.2 REABILITAÇÃO NO PRÉ OPERATÓRIO 
A reabilitação no pré operatório é indispensável, pois ela evita complicações, 
que possam afetar no pós operatório, como défices de movimento, artrofibrose, 
reduzir o risco de outras lesões próxima ao local, ou até mesmo no local da cirurgia e 
diminuir o número de reconstruções cirúrgicas. O processo cirúrgico no LCA não deve 
ser realizado até que se atinjam alguns objetivos na reabilitação pré operatória, como, 
diminuição do quadro álgico, diminuição no edema e no processo inflamatório, a 
melhora da ADM máxima na articulação e o controle neuromuscular da região lesada 
(MENDES, 2012). 
 De acordo com Mendes (2012), a cirurgia deve ser adiada até que o 
paciente consiga realizar alguns movimentos na articulação do joelho, como, a 
extensão completa do joelho e pelo menos 90° de flexão do joelho. Outro objetivo 
importante para essa reabilitação, é manter o padrão de marcha o mais próximo do 
funcional, adaptar a um bom controle do membro que está lesado, efetuar alguns 
exercícios que serão realizados no pós cirúrgico, afim de ir adaptando o atleta, 
prevenir a atrofia muscular e realizar o treino de marcha com as canadianas, 
alternando os membros, e já explicando, qual a maneira correta de se utilizar esse 
recurso, para que o atleta já esteja habituado ao uso deste dispositivo, nos dias após 
 
 
25 
a intervenção cirúrgica. Além destes objetivos, a reabilitação também consiste em 
exercícios ativos assistidos e exercícios ativos livres como, extensões completas do 
joelho e treino de marcha, associado ao uso do cryo cuff para a diminuição do edema 
na região afetada, além disso, o atleta só deve fazer o uso das canadianas em casos 
de desconfortos consideráveis e durante o menor período de tempo possível. 
Alguns exercícios que poderiam ser aplicados na reabilitação pré cirúrgica, 
serão apresentados nas figuras abaixo, respeitando o limite de cada atleta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
 
Figura 7- Extensão de quadril e joelho Figura 8- Ponte sobre bola suíça 
Fonte: Goldenberg; twist, (2010, p.125) 
 Fonte: Goldenberg; twist, (2010, p.113) 
 
 
26 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.3 PREVENÇÃO DA LESÃO DO LCA 
A fisioterapia, além da atuação, no pós operatório e no pré operatório, tem um 
importantíssimo trabalho na prevenção da lesão do LCA em atletas, em todos os 
esportes, se mostrando eficaz nesse procedimento. A exemplo disto, no voleibol, 
essas técnicas de prevenção atuam de formasque melhoram a capacidade funcional 
do atleta. A fisioterapia esportiva se ampara nas técnicas de prevenção, sendo a mais 
comum, o treino proprioceptivo, que consiste em um programa de treinamento 
neuromuscular, no qual mostrou ser eficaz na diminuição da incidência da lesão em 
atletas de voleibol. Este tipo de treinamento, comprovou ser eficaz na melhora do 
equilíbrio nestes atletas, cujo o esporte, consiste em muitos processos que podem 
ocorrer a lesão (SOUSA; FERREIRA, 2021). 
Diversos estudos demostram uma queda significativa na incidência da lesão 
do LCA, e uma melhora na estabilidade dinâmica, quando os atletas são sujeitados a 
protocolos de prevenção, tanto na pré temporada, quanto durante a temporada. Os 
estudos comprovam uma melhora significativa, principalmente nas atletas femininas, 
com esses protocolos de prevenção. A contração dos isquiotibiais, é um fator protetor 
do LCA, aumentando a estabilidade articular, durante a contração do quadríceps, 
portanto, um bom trabalho de força muscular, principalmente nesses grupos 
musculares, é extremamente importante, para diminuição da incidência de lesão. 
Figura 9 - Flexão de quadril e joelho 
 Fonte: Goldenberg; Twist, (2010, p.116) 
 
xxcvc 
 
 
 
Figura 10 - Extensão de joelho 
 Fonte: Goldenberg; Twist, (2010, p.128) 
 
 
27 
Portanto, uma baixa propriocepção, pode ser um fator que aumente o risco de lesão 
no LCA (MENDES, 2012). 
Alguns exercícios para melhora do equilíbrio e propriocepção poderão ser 
visualizados nas figuras abaixo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 11- Abdução de quadril com apoio unipodal 
 Fonte: Goldenberg; Twist, (2010 p.131) 
Figura 12- Flexão de quadril e joelho 
 Fonte: Goldenberg; Twist, (2010 p.135) 
 
 
28 
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 
O joelho é a articulação que mais recebe impacto no corpo humano, por conta 
de suas funções e biomecânica da articulação. O joelho possui diversas estruturas 
que facilitam o seu desempenho na articulação, sendo elas os ligamentos, meniscos 
e músculos, que trabalham para manter a estabilidade da articulação. Dentre os 
ligamentos, o que mais sofre com esse impacto e lesões nessa articulação, é o LCA, 
que tem como função juntamente com o LCP, a estabilização do joelho na região 
posterior e anterior. 
Na articulação do joelho existem dois principais movimentos, o de flexão e o 
de extensão, os movimentos de rotação só são possíveis em um certo grau de flexão. 
As lesões no LCA ocorrem quando o ligamento é sujeitado a um estresse maior do 
que sua aptidão elástica pode suportar. Os principais mecanismos de lesão podem 
ocorrer por traumas diretos e traumas indiretos, apresentando alguns fatores como: 
mudanças súbitas de direção, paradas repentinas em uma corrida, aterrisagens de 
um salto em uma posição inadequada ou por trauma direto. O futebol é a atividade 
esportiva que mais tem a incidência da lesão no LCA, por suas particularidades, em 
seguida o basquete e o esqui. 
A atuação da fisioterapia é imprescindível para o tratamento da lesão do LCA, 
atuando no pós operatório, no pré-operatório e na prevenção desta lesão. No pós-
operatório o tratamento é iniciado um dia após a cirurgia, onde o foco, está em manter 
a ADM preservada utilizando, mobilização passiva, alongamentos passivos e recursos 
eletroterapêuticos para diminuir o quadro álgico (TENS) e a crioterapia, para diminuir 
o edema na região, esses são alguns dos recursos utilizados nessa primeira fase de 
tratamento. No pré-operatório a fisioterapia atua visando evitar complicações que 
possam interferir no pós-operatório, diminuindo o quadro álgico, mantendo a ADM da 
articulação e mantendo o máximo a força muscular dos músculos que estabilizam a 
articulação do joelho. A fisioterapia também atua na prevenção da lesão do LCA, 
utilizando vários protocolos de prevenção, focados em exercícios de propriocepção, 
força muscular e equilíbrio na pré temporada ou na temporada do atleta. 
Observa-se um grande número de estudos que comprovam a eficácia da 
fisioterapia no pré operatório, no pós operatório e na prevenção da lesão do LCA em 
 
 
29 
atletas, porém, mesmo com um número significativo de estudos nesta área, foi 
possível identificar uma lacuna de informações e dados quantitativos sobre a 
incidência da lesão do LCA em alguns esportes, como basquete e vôlei. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
30 
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