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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01-02 
 
DATA: 
 
__20__/__09__/_2025_ 
VERSÃO:01 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: SEMIOLOGIA – AULA 1 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Johny Clemente de Sousa MATRÍCULA: 01694054 
CURSO: Enfermagem POLO: Uninassau Caruaru 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Rubiane Gouveia, Abygail Andressa silva 
 
ORIENTAÇÕES GERAIS: 
 
 O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e 
 concisa; 
 O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; 
 Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); 
 Tamanho: 12; 
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; 
 Espaçamento entre linhas: simples; 
 Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
 
 
TEMA DE AULA: ANTROPOMETRIA 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Identificar o material necessário para aferição de peso e altura. 
 
São chamadas de medidas antropométricas, é necessário: 
Balança, de preferência calibrada e zerada, e de plataforma ou eletrônica; 
Estadiômetro, podendo ser de parede ou portátil; 
Papel toalha; Caneta e papel; 
Trena antropométrica. 
 
2. Descrever a técnica para realização da aferição. 
 
A avaliação antropométrica é realizada através da análise das seguintes medidas: 
● Peso 
● Altura 
● IMC 
● Circunferências do braço, punho, cefálica, cintura, abdominal, 
quadril e panturrilha. 
● Dobra cutânea peitoral, axilar média, subescapular, tricipital, 
bicipital, abdominal, supra ilíaca, coxas e panturrilhas. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01-02 
 
DATA: 
 
__20__/__09__/_2025_ 
VERSÃO:01 
Para a aferição do peso, o paciente deve estar descalço e vestindo roupas 
leves, o paciente deve ser então posicionado no centro da balança ficando em 
posição ereta para que o peso seja distribuído igualmente em ambos os pés, 
após isso realizar a leitura do peso, esperar estabilizar e registrar o peso 
corporal com três dígitos (0,00) após a leitura imediatamente. Após isso deve-
se repetir o procedimento de 3 a 5, registrar o valor do segundo resultado 
obtido e calcular a média dos resultados e registrar. 
 
Para a aferição de altura, o paciente deve estar descalço, com a cabeça 
livre de adereços, ereto, com os braços estendidos ao longo do corpo, cabeça 
erguida, olhando para um ponto fixo na altura dos olhos, após isso encostar 
cabeça, ombros, nádegas e calcanhares do paciente, colocando-os em contato 
com o estadiômetro. Após isso, baixar a parte móvel do equipamento, fixando-
a contra a cabeça, com pressão suficiente para comprimir o cabelo. Solicitar 
que o paciente inspire. Fixar o a parte móvel do estadiômetro. Retirar o 
paciente, quando tiver certeza de que o mesmo não se moveu. Realizar a 
leitura da estatura e registrá-la em metros, usando três dígitos (0,00 metros). 
Calcular a média dos resultados obtidos e registrar. 
 
TEMA DE AULA: COLOCAÇÃO DE LUVAS ESTÉREIS 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Citar os procedimentos indicados para o uso de luva estéril. 
 
O uso de luvas estéreis é indicado em qualquer procedimento cirúrgico, seja ele de 
pequeno ou grande porte. Como por exemplo, o parto vaginal, procedimentos radiológicos 
invasivos, cirurgias de qualquer porte, realizar a inserção ou troca de sondagem vesical de 
demora ou até mesmo para feridas profundas e procedimentos invasivos. 
 
2. São chamadas de medidas antropométricas, é necessário: 
 
 
3. Balança, de preferência calibrada e zerada, e de plataforma ou eletrônica; 
4. Estadiômetro, podendo ser de parede ou portátil; 
5. Papel toalha; Caneta e papel; 
6. Trena antropométrica. 
 
 
2.Descrever a técnica adequada para o calçamento da luva estéril. 
 
1º passo: reúna o material necessário, escolhendo o tamanho da luva de acordo com o 
tamanho da sua mão. Geralmente os tamanhos vão de 6 a 9. 
2º passo: lave as mãos de maneira correta antes de iniciar o procedimento(isso evitará 
que as sujidades da sua mão passem para o látex e, em caso de ruptura da luva, possa 
contaminar o procedimento). 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01-02 
 
DATA: 
 
__20__/__09__/_2025_ 
VERSÃO:01 
3º passo: verifique as condições do envelope, data de validade, se há perfurações ou se a 
embalagem está rompida. 
4º passo: abra o pacote e despeje o pacote interno em superfície, e preferência em campo 
estéril ou superfície limpa. 
5º passo: abra e posicione o pacote interno de acordo com instruções da embalagem. 
6º passo: inicie a abertura do pacote pegando pelas pontas, na parte mais externa, sem 
contato com as luvas. 
7º passo: observe que os punhos estão dobrados. Junte os dedos da mão não dominante 
e com a outra mão, calce a luva delicadamente e com calma, sempre segure na parte 
externa da dobra do punho. 
8º passo: para calçar a segunda mão, faça o seguinte: com a mão enluvada, coloque dois 
dedos na parte interna da dobra, expondo sua abertura e facilitando a entrada da 
outra mão. 
9º passo: ajuste os punhos e os dedos. 
 
 
3. Descrever a forma adequada de retirada e descarte da luva estéril. 
 
1º passo: para descartar as luvas, puxe com os dedos, a partir do punho. Faça o 
procedimento com a mão dominante primeiro, de forma a envolver as duas luvas em 
apenas uma. Evite tocar a parte externa, que entrou em contato com o paciente, com a 
pele. 
2º passo: Puxe a luva da mão dominante, de modo a mantê-la na palma da outra mão 
enluvada. 
3º passo: proceda a retirada da luva da outra mão, com a inserção de dois dedos (o 
indicador e o dedo médio) por debaixo da dobra do punho, evitando o contato com a parte 
externa. Envolva a luva que está na palma da mão com a segunda que você irá retirar. 
4º passo: descarte o material em lixo apropriado. 
 
 
4.Identificar os cuidados necessários para prevenção de contaminação da luva. 
 
Para prevenir a contaminação das luvas estéreis, é importante seguir alguns cuidados, 
como: 
Manter as unhas aparadas; 
Lavar as mãos antes de calçar as luvas Verificar se o tamanho da luva é adequado Evitar 
tocar na parte externa da luva; 
Evitar tocar em superfícies contaminadas; 
Trocar as luvas se elas forem contaminadas ou se romperem Descartar as luvas no lixo 
adequado; 
 
Para calçar as luvas, pode-se: 
Manter a palma da mão voltada para cima e os dedos unidos Ajustar os dedos 
internamente; 
Evitar tocar na parte externa da luva; 
Manter distância do campo estéril, do próprio corpo e de qualquer fone de contaminação; 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01-02 
 
DATA: 
 
__20__/__09__/_2025_ 
VERSÃO:01 
Para retirar as luvas, pode-se: 
 
Segurar a face externa do punho da luva da mão oposta com os dedos da mão 
menos contaminada; 
Tracionar a luva para retirá-la da mão, virando-a pelo avesso Prender a luva na mão que 
ainda está enluvada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEMA DE AULA: HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS - LAVAGEM DAS MÃOS 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Citar as situações indicadas para higienização simples das mãos. 
 
Antes de tocar o paciente; antes de realizar procedimento limpo/asséptico; após o risco de 
exposição a fluidos corporais; após tocar o paciente e após tocar superfícies próximas ao 
paciente. 
 
2. Identificar o material necessário para higienização das mãos. 
 
Para higienizar as mãos, pode-se utilizar: Sabonete líquido e água, Preparação alcoólica, 
Antisséptico degermante (clorexidina). 
A higienização das mãos é uma das formas mais eficazes de reduzir a transmissão de 
microrganismos causadores de doenças infecciosas. 
 
3. Descrever a técnica adequada para higienização das mãos. 
 
1º passo: abra a torneira e molhe as mãos com água. 
2º passo: deposite uma quantidade adequada de sabão na palma da mão e espalhe para 
os dedos e punhos. 
3º passo: certifique-se de espalhar o sabão por toda a região da mãos, incluindo os 
punhos, sempre realizando movimentos de vai-e-vem. 
4º passo: entrelace os dedos das mãos, de modo a possibilitar a higienização dos espaços 
entre os artelhos. 
5º passo: gire as pontas dos dedos juntos, na palmada mão. Faça o mesmo movimento 
com as duas mãos. Isso possibilitará melhor higienização na porção distal do artelho e 
pode ajudar a eliminar as sujidades abaixo das unhas. 
6º passo: com as mãos em “concha”, esfregue os dedões até a porção final. 
7º passo: não se esqueça de higienizar o dorso das mãos. 
8º passo: também não se esqueça dos punhos. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01-02 
 
DATA: 
 
__20__/__09__/_2025_ 
VERSÃO:01 
9º passo: enxágue as mãos na água corrente, até remover toda a espuma e utilize papel 
toalha para fechar a torneira. 
 
 
4. Descrever a técnica adequada de secagem das mãos. 
 
Secar as mãos com papel-toalha descartável, começando pelas mãos e seguindo 
pelos punhos. Em seguida fazer o descarte do papel toalha no lixo comum. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01-02 
 
DATA: 
 
__20__/__09__/_2025_ 
VERSÃO:01 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: SEMIOLOGIA – AULA 2 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Johny clemente de Sousa MATRÍCULA: 01694054 
CURSO: Enfermagem POLO: Uninassau Caruaru 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Rubiane Gouveia, Abygail Andressa silva 
 
ORIENTAÇÕES GERAIS: 
 
 O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e 
 concisa; 
 O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; 
 Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); 
 Tamanho: 12; 
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; 
 Espaçamento entre linhas: simples; 
 Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
 
TEMA DE AULA: EXAME FÍSICO GERAL 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Identificar as etapas do processo de enfermagem. 
 
Inspeção, palpação, percussão e ausculta. 
 
2. Identificar os cuidados necessários e preparo do paciente para realização do exame 
físico. 
 
Manter o paciente confortável e permitir que ele esteja acompanhado escolher um local 
adequado e bem iluminado; 
Higienizar as mãos antes e depois de examinar o paciente Manter as unhas curtas e 
limpas; 
Vestir-se de forma profissional e usar um jaleco limpo Pedir permissão antes de tocar o 
paciente; 
Escolher a melhor posição para examinar o paciente, geralmente à direita dele. 
 
3.Caracterizar os objetivos a serem alcançados na realização do exame físico. 
 
O exame físico é uma ferramenta importante para a enfermagem, pois tem vários objetivos, 
entre eles: 
 
Identificar problemas: O exame físico permite ao enfermeiro detectar doenças e problemas 
estruturais, ajudando na prevenção e no diagnóstico precoce de algumas patologias. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01-02 
 
DATA: 
 
__20__/__09__/_2025_ 
VERSÃO:01 
Validar a anamnese: O exame físico permite validar os achados da anamnese. Definir o 
diagnóstico: 
O exame físico ajuda a definir o diagnóstico de enfermagem. 
Planejar e programar ações: O exame físico permite planejar e implementar ações de 
enfermagem. 
Acompanhar a evolução do paciente: O exame físico permite acompanhar a evolução 
do paciente. 
 
 
4.Descrever as técnicas utilizadas na realização do exame físico. 
 
Inspeção: o profissional observa o paciente com atenção para identificar anormalidades 
visuais, como a expressão facial, postura, higiene, estado nutricional e nível de 
consciência. 
 
Palpação: o profissional usa as mãos para sentir órgãos, tecidos e estruturas corporais. 
Percussão: o profissional bate levemente em partes do corpo para avaliar sons que 
indicam a presença de líquido, ar ou massa sólida. 
 
Ausculta: o profissional usa um estetoscópio para ouvir sons corporais, como batimentos 
cardíacos e sons pulmonares. 
 
 
 
TEMA DE AULA: SINAIS VITAIS 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Identificar os sinais vitais. 
 
Temperatura corporal, frequência cardíaca, pressão arterial e frequência respiratória. 
 
2. Descrever o material necessário para aferição de sinais vitais. 
 
Esfigmomanômetro, estetoscópio, termômetro, oxímetro de pulso, monitor multiparamétrico, 
termômetro. 
 
3. Descrever a técnica adequada para aferição de sinais vitais. 
 
Frequência cardíaca. Verificar os batimentos cardíacos palpando o pulso do paciente. 
Adultos saudáveis têm entre 60 e 80 batimentos cardíacos por minuto. 
 
Frequência respiratória. Contar o número de respirações em 30 segundos e multiplicar por 
Outra forma é colocar a mão perto das narinas do paciente para sentir a entrada e saída 
de ar. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01-02 
 
DATA: 
 
__20__/__09__/_2025_ 
VERSÃO:01 
Temperatura corporal. Utilizar um termômetro para medir a temperatura corporal do 
paciente. O valor de referência é de 36,5ºC, mas é aceitável uma variação entre 36,1ºC e 
37,2ºC. 
 
Pressão arterial. Medir a pressão arterial com o paciente sentado, com o braço despido 
e apoiado sobre uma superfície firme. 
 
4. Identificar os cuidados necessários com os materiais utilizados na aferição de sinais 
vitais. 
 
Calibração: Utilizar equipamentos calibrados e apropriados para garantir leituras confiáveis. 
 
Desinfecção: Desinfetar o termômetro e o estetoscópio com algodão embebido em álcool 
a 70%. 
 
Higiene: Lavar as mãos antes de iniciar a verificação. 
 
Bandeja: Desinfetar a bandeja com álcool a 70% antes de preparar o material. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01-02 
 
DATA: 
 
__20__/__09__/_2025_ 
VERSÃO:01 
Referencias bibliograficas 
 
https://enfermagemflorence.com.br/higiene-das-maos/#google_vignette 
 
https://enfermagemonline.com/luvas-estereis 
 
https://blog.sanny.com.br/medidas-antropometricas 
 
https://enfermagemilustrada.com/semiologia-o-exame-fisico-e-as-etapas/ 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://enfermagemflorence.com.br/higiene-das-maos/#google_vignette
https://enfermagemonline.com/luvas-estereis
https://blog.sanny.com.br/medidas-antropometricas

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