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Aula 13 (Profs. Diego
Carvalho e Renato da
Costa)
TCE-SC (Exceto cargo de TI) Informática
e Análise de Dados - 2026 (Pós-Edital)
Autor:
André Castro, Diego Carvalho,
Emannuelle Gouveia Rolim,
Equipe Exatas Estratégia
Concursos, Renato da Costa,
Rodrigo Rennó
07 de Março de 2026
07931781937 - Amanda Finck Drehmer
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Índice
..............................................................................................................................................................................................1) Normalização - Teoria 3
..............................................................................................................................................................................................2) Normalização - Questões Comentadas - FGV 13
..............................................................................................................................................................................................3) Normalização - Lista de Questões - FGV 26
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Sumário
Normalização ...........................................................................................................................................................3
Conceitos Básicos ................................................................................................................................................3
Formas Normais ...................................................................................................................................................3
Primeira Forma Normal (1FN) ........................................................................................................................3
Segunda Forma Normal (2FN) .......................................................................................................................5
Terceira Forma Normal (3FN) ........................................................................................................................8
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APRESENTAÇÃO DA AULA
Fala, galera! O assunto da nossa aula de hoje é Normalização! Não vou mentir, essa é uma matéria bem
técnica que vai assustar um pouquinho alguns de vocês. No entanto, são apenas quatorze páginas de
teoria e a maioria das questões são bastante simples e decorebas. Além disso, esse não é um assunto que
cai com bastante frequência. Na verdade, simplesmente saber o que é normalização já ajuda a resolver
dezenas de questões...
PROFESSOR DIEGO CARVALHO - WWW.INSTAGRAM.COM/PROFESSORDIEGOCARVALHO
Galera, todos os tópicos da aula possuem Faixas de Incidência, que indicam se o assunto cai muito
ou pouco em prova. Diego, se cai pouco para que colocar em aula? Cair pouco não significa que não
cairá justamente na sua prova! A ideia aqui é: se você está com pouco tempo e precisa ver somente aquilo
que cai mais, você pode filtrar pelas incidências média, alta e altíssima; se você tem tempo sobrando e
quer ver tudo, vejam também as incidências baixas e baixíssimas. Fechado?
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXÍSSIMA
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXA
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTA
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTÍSSIMA
Além disso, essas faixas não são por banca – é baseado tanto na quantidade de vezes que caiu em prova
independentemente da banca e também em minhas avaliações sobre cada assunto...
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NORMALIZAÇÃO
Conceitos Básicos
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXA
Vamos falar de um tema que costuma cair em prova e, mais do que isso, é super importante para quem
quer entender de banco de dados de verdade: normalização. Imagine que você tenha uma tabela gigante
com um monte de informações repetidas. Tipo, vários registros com o mesmo nome de curso, mesmo
nome de professor, e por aí vai. Quando isso acontece, dizemos que há redundância de dados. Aí você
pode pensar: “É só apagar as repetições, né?” Não, o caminho certo é reorganizar os dados!
A normalização é basicamente o processo de ajustar o banco de dados para que ele fique mais
organizado e evite informações duplicadas ou mal posicionadas. Como a gente faz isso? Dividindo
grandes tabelas em tabelas menores, mais enxutas e bem estruturadas, mantendo os dados conectados
da forma certa. Essa reorganização ajuda a resolver três tipos clássicos de dor de cabeça que acontecem
em bancos de dados mal planejados, chamados de anomalias. Vamos ver rapidinho quais são elas:
TIPO DE ANOMALIA DESCRIÇÃO
ANOMALIA DE
INCLUSÃO
Não deve ser possível adicionar um dado em uma tabela a não ser que outro dado
esteja disponível. Por exemplo: não deve ser permitido cadastrar um novo livro na
Tabela de Livros sem que o autor desse livro esteja cadastrado na Tabela de Autores.
ANOMALIA DE
EXCLUSÃO
Ao excluir um registro do banco de dados, dados referenciados em outra tabela
devem ser excluídos. Por exemplo: se excluirmos um autor na Tabela de Autores, os
livros desse autor também devem ser excluídos, em cascata, na Tabela de Livros.
ANOMALIA DE
MODIFICAÇÃO
Ao alterar um dado em uma tabela, dados em outras tabelas precisam ser alterados.
Por exemplo: se o código que identifica um autor for modificado, esse código deve
ser modificado na Tabela de Autores e na Tabela de Livros para manter o
relacionamento correto entre livros e seus autores.
Em outras palavras, o banco de dados tem que ser tão bem planejado que
permita inserir, alterar e excluir dados sem causar bagunça ou perdas de
informação. E a normalização serve justamente para isso: organizar, limpar e
estruturar o banco de um jeito que ele funcione direitinho. Criada em 1972
por Edgar F. Codd, ela é utilizada para se certificar que determinada tabela
satisfaça um conjunto de regras chamada Formas Normais (FN). Cada forma
normal representa uma condição mais forte que a sua precedente. Na
prática, considera-se que um banco de dados está normalizado se as suas
tabelas estão na terceira forma normal – ela é considerada o nível mínimo
necessário para grande parte das aplicações.
Formas Normais
Primeira Forma Normal (1FN)
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTA
PRIMEIRA FORMA NORMAL (1FN)
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==2f4e8==
Uma tabela está na 1FN se, e somente se, todos os valores dos atributos forem atômicos (indivisíveis), isto é, não
devem existir atributos multivalorados ou compostos.
Para uma tabela estar na 1FN, ela precisa ser organizada de modo que não possua atributos
multivalorados e atributos compostos. Vamos relembrar esses conceitos:
▪ Atributo Multivalorado: aquele que pode conter mais de um valor para uma única entidade.
Diferente de atributos simples, que armazenam apenas um valor por vez, atributos multivalorados
permitem a associação de múltiplasinformações dentro do mesmo campo.
▪ Atributo Composto: aquele que pode ser dividido em subpartes, cada uma representando uma
característica específica da entidade. Diferente dos atributos simples, ele contém múltiplos valores
interligados dentro de um mesmo campo.
Agora, vejam a tabela seguinte: notem que a coluna TELEFONE tem dois números e a coluna ENDEREÇO
está tudo junto em uma única célula. Logo, essa tabela está fora da 1FN!
TABELA JOGADOR
CÓDIGO NOME TELEFONE ENDEREÇO
001 KOBE BRYANT
99685-1648
99381-5468
RUA CONCEIÇÃO DE MONTE ALEGRE 198, CIDADE MONÇÕES –
SÃO PAULO/SP
002
MICHAEL
JORDAN
99513-4678
ESTRADA DOS BANDEIRANTES 6900, JACAREPAGUÁ – RIO DE
JANEIRO/RJ
003 LEBRON JAMES 99328-4687
AVENIDA PORTUGAL 744, SETOR MARISTA – GOIÂNIA/GO
004 ALLEN IVERSON
99325-1688
99466-7719
RUA MEXILHÃO 33, PRAIA DO FRANCÊS – MARECHAL
DEODORO/AL
Para normalizar essa tabela, precisamos inicialmente identificar sua chave primária (CÓDIGO). Em
seguida, identificamos o atributo multivalorado e criamos uma nova tabela:
TABELA TELEFONE
CÓDIGO TELEFONE
001 99685-1648
001 99381-5468
002 99513-4678
003 99328-4687
004 99325-1688
004 99466-7719
Notem que agora nós temos uma nova tabela com apenas dois atributos e que podemos retirar a coluna
TELEFONE da tabela JOGADOR. Vejam também que o código 001 (correspondente ao “Kobe Bryant”)
continua com seus dois números – assim como o código 004 (correspondente ao “Allen Iverson”). Dessa
forma, sempre que for necessário inserir, excluir, atualizar ou consultar um telefone, basta que eu saiba o
código do jogador e busque na tabela TELEFONE.
Agora vamos resolver o problema da coluna ENDEREÇO. Nesse caso, não precisamos de uma nova
tabela, basta inserir uma coluna para cada subdivisão do atributo composto ENDEREÇO. Vejamos:
TABELA JOGADOR
CÓDIGO NOME LOGRADOURO NÚMERO BAIRRO CIDADE UF
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001 Kobe Bryant
Rua Conceição de Monte
Alegre
198
Cidade
Monções
São Paulo SP
002
Michael
Jordan
Estrada dos Bandeirantes 6900 Jacarepaguá
Rio de
Janeiro
RJ
003
LeBron
James
Avenida Portugal 744 Setor Marista Goiânia GO
004 Allen Iverson Rua Mexilhão 33 Praia do Francês Maceió AL
Pronto! Para normalizar a nossa tabela, nós colocamos os atributos multivalorados em outra tabela e os
atributos compostos divididos em colunas na tabela original. Dessa forma, as tabelas agora somente
possuem atributos atômicos, evitando repetições e campos com múltiplos valores. Ao reorganizar todos
os campos não-atômicos das tabelas de um banco de dados, podemos afirmar que ela atinge uma forma
estrutural denominada de Primeira Forma Normal (1FN)1.
Segunda Forma Normal (2FN)
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA
SEGUNDA FORMA NORMAL (2FN)
Uma tabela está na 2FN se, e somente se, estiver na 1FN e cada atributo não-chave for dependente da chave
primária (ou candidata) inteira, isto é, não devem existir dependências parciais.
Todas as colunas devem ter dependência funcional com a totalidade de cada chave candidata e, não
apenas, com parte dela. Confuso, né? Essa é um pouco mais chatinha, mas garanto que vocês entenderão!
Vamos retomar alguns conceitos sobre chaves: nós já sabemos que a chave primária é aquele conjunto
de colunas que serve para identificar uma tupla de forma única (pode ser apenas uma coluna ou podem
ser várias).
É importante que o projetista do banco de dados saiba identificar quais são as colunas mais apropriadas
para serem eleitas como parte da chave primária. Entretanto, às vezes, há mais de uma coluna (ou
conjunto de colunas) que pode ser escolhida como chave primária – cada um desses conjuntos é chamado
de Chave Candidata. Por exemplo: se uma Tabela PESSOA possui campos como CPF e RG, qualquer um
deles pode ser uma chave candidata. Por quê?
Porque é possível descobrir em uma consulta qualquer pessoa a partir do seu CPF ou do seu RG. Por fim,
qualquer conjunto de colunas que tenha uma chave candidata como subconjunto é denominado de
superchave. Como é, Diego? Ora, se a coluna CPF é capaz de identificar uma tupla, o conjunto de colunas
{CPF, NOME} também é – chamamos esse conjunto de colunas que contém a chave candidata de
superchave!
Dito isso, é importante saber que – na imensa maioria dos casos – há apenas uma chave candidata, logo
ela é a própria chave primária. Por fim, para entender tudo daqui para frente, nós precisaremos é
importante entender também o conceito de dependência funcional. Parem um pouquinho agora, bebam
um copo d’água e alonguem-se porque essa parte exige bastante atenção. Se vocês não entenderem
esse conceito, não será possível entender o restante dessa aula.
Vamos ver inicialmente a definição formal de Dependência Funcional. Trata-se da restrição entre dois
conjuntos de atributos do banco de dados: seja E uma entidade, e X e Y atributos quaisquer de E. Dizemos
que Y é funcionalmente dependente de X se, e somente se, cada valor de X tiver associado a ele
1 Por fim, é importante destacar que toda tabela no modelo relacional implica necessariamente a atomicidade, portanto toda tabela no modelo
relacional está na primeira forma normal (1FN).
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exatamente um valor de Y (X → Y). Essa notação é utilizada porque grande parte da teoria de banco de
dados vem da matemática – especificamente da Teoria dos Conjuntos.
Por meio dessa representação, dizemos que X determina Y ou que Y é dependente funcional de X (X é
conhecido como Determinante e Y é conhecido como Dependente). Existem diversos tipos de
dependências funcionais, que veremos no decorrer da aula. Inicialmente, vamos destacar apenas uma:
Dependência Funcional Trivial! Nesse caso, se B ⊆ A, logo A → B. Como consequência temos que: como
A ⊆ A, logo A → A.
Vamos ver um exemplo prático agora? Via de regra, a chave primária é responsável por identificar uma
tupla em uma relação, logo a chave primária é a coluna (ou conjunto de colunas) determinante e as outras
colunas são dependentes. Será que isso ocorre na tabela abaixo? Por meio do código de um pedido, é
possível identificar a data e a hora, mas não é possível identificar as outras colunas – todas elas podem ser
diferentes para um mesmo código de pedido.
TABELA VENDA
CÓDIGO_PEDIDO CÓDIGO_ITEM NOME_ITEM DATA HORA OBSERVAÇÃO
111 555 X-TUDO 12/11/2020 15:59
GOSTARIA DO MEU SANDUÍCHE SEM
PICLES.
111 666 X-SALADA 12/11/2020 15:59
ENVIEM SEM MAIONESE, POR FAVOR.
333 777 X-BACON 07/09/2020 19:20
SOU ALÉRGICO À CEBOLA.
444 555 X-TUDO 01/08/2020 12:10
TALHERES DE PLÁSTICO, POR
GENTILEZA!
Por meio do código do item, é possível identificar o nome do item, mas não é possível identificar o código
do pedido, data, hora ou observação – todas elas podem ser diferentes para um mesmo código de item.
O ideal é ter, portanto, uma chave primária composta pelas colunas CÓDIGO_PEDIDO e CÓDIGO_ITEM.
Notem que, para cada valor único da composição dessas duas colunas, não existem valores repetidos
para as outras colunas. Logo, temos que:
{CÓDIGO_PEDIDO, CÓDIGO_ITEM} → NOME_ITEM, DATA, HORA, OBSERVAÇÃO
Notem que a chave primária da nossa tabela determina funcionalmente todos os outros atributos não-
chave. Bacana, só que ainda existem algumas dependências em nossa tabela. Vejam só:
- CÓDIGO_PEDIDO → DATA
- CÓDIGO_PEDIDO→ HORA
- CÓDIGO_ITEM → NOME_ITEM
- {CÓDIGO_PEDIDO, CÓDIGO_ITEM} → OBSERVAÇÃO
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Esse é o momento em que nós vamos destrinchar os primeiros tipos de dependência funcional:
Dependência Funcional Total e Dependência Funcional Parcial! A dependência funcional total ocorre
quando todo atributo não-chave de uma relação depende da chave primária como um todo e, não,
somente de parte dela; e a dependência funcional parcial ocorre quando algum atributo não-chave de
uma relação depende apenas de parte da chave primária e, não, dela como um todo.
Percebam que são conceitos complementares! Além disso, a dependência funcional parcial somente
ocorre quando temos uma chave primária composta. Como assim, Diego? Ué, se nós acabamos de falar
que ela ocorre quando algum atributo não-chave de uma relação depende apenas de parte da chave
primária, se essa chave primária contiver somente um atributo, não teria como depender apenas de parte.
Vamos exemplificar...
Em nossa tabela, a chave primária é composta pelos atributos {CÓDIGO_PEDIDO, CÓDIGO_ITEM}. Se
ela é composta, existe a possibilidade de haver uma dependência funcional parcial. Vamos verificar? Nós
vimos que tanto o atributo DATA quanto o atributo HORA dependem apenas do CÓDIGO_PEDIDO;
ademais, o atributo NOME_ITEM depende apenas do CÓDIGO_ITEM. Logo, existem em nossa tabela
atributos não-chave dependendo apenas de parte da chave primária.
Senhoras e senhores, quando isso ocorre, nós dizemos que existe uma... Dependência Funcional Parcial!
Viram como não é tão difícil de entender? Ora, se nossa chave primária é composta por dois atributos e
existem atributos não-chave da nossa tabela que depende apenas de um ou de outro, então não existe
uma dependência funcional total para esses atributos, existe uma dependência funcional parcial.
Agora vamos voltar lá para o início desse tópico! Nós dissemos que uma tabela está na 2FN se, e somente
se, estiver na 1FN e cada atributo não-chave for dependente da chave primária (ou candidata) inteira, isto
é, não devem existir dependências parciais. Nossa tabela está na 1FN? Sim, todos os atributos são
atômicos! Existem dependências parciais? Sim, existem três dependências parciais e apenas uma
dependência total (vejam abaixo)! Logo, a nossa tabela não está na 2FN.
- CÓDIGO_PEDIDO → DATA (DEPENDÊNCIA PARCIAL)
- CÓDIGO_PEDIDO → HORA (DEPENDÊNCIA PARCIAL)
- CÓDIGO_ITEM → NOME_ITEM (DEPENDÊNCIA PARCIAL)
- {CÓDIGO_PEDIDO, CÓDIGO_ITEM} → OBSERVAÇÃO (DEPENDÊNCIA TOTAL)
E como fazemos para resolver esse problema, professor? É relativamente simples! Basta dividir a tabela
original em quantas tabelas forem necessárias para termos apenas dependências funcionais totais. Vejam
abaixo: sabemos que DATA e HORA dependem apenas de CÓDIGO_PEDIDO, dessa forma criamos uma
tabela separada apenas para PEDIDO. Sabemos também que NOME_ITEM depende apenas de
CÓDIGO_ITEM, logo também criamos uma tabela para ele.
TABELA PEDIDO
CÓDIGO_PEDIDO DATA HORA
111 12/11/2020 15:59
111 12/11/2020 15:59
333 07/09/2020 19:20
444 01/08/2020 12:10
TABELA ITEM
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CÓDIGO_ITEM NOME_ITEM
555 X-TUDO
666 X-SALADA
777 X-BACON
TABELA VENDA
CÓDIGO_PEDIDO CÓDIGO_ITEM OBSERVAÇÃO
111 555 GOSTARIA DO MEU SANDUÍCHE SEM PICLES.
111 666 ENVIEM SEM MAIONESE, POR FAVOR.
333 777 SOU ALÉRGICO À CAMARÃO.
444 555 TALHERES DE PLÁSTICO, POR GENTILEZA!
Pronto! Todas as nossas tabelas agora estão na 2FN visto que estão na 1FN e cada atributo não-chave é
funcionalmente dependente da chave primária (ou candidata) inteira. Agora vamos para uma
pegadinha... se uma questão de prova disser que toda tabela que contenha apenas um atributo como
chave primária não pode conter dependências funcionais parciais. Certo ou errado? 10 segundos para
vocês pensarem...
Acabooooou! A dependência funcional parcial significa que um atributo não-chave depende apenas de
parte da chave primária. Se a chave primária contiver apenas um atributo, não existirá “parte da chave
primária”. Logo, conforme já havíamos dito anteriormente, é possível concluir que a dependência
funcional parcial só existe se a chave candidata for composta. Resposta: Certa! Vamos seguir para o nosso
próximo tópico.
Terceira Forma Normal (3FN)
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXA
TERCEIRA FORMA NORMAL (3FN)
Uma tabela está na 3FN se, e somente se, estiver na 2FN e cada atributo não-chave não possuir dependência
transitiva para cada chave candidata.
Agora vamos discutir agora o nosso terceiro tipo de dependência funcional: Dependência Funcional
Transitiva. Essa dependência ocorre quando uma coluna, além de depender da chave primária da tabela,
depende de outra coluna (ou conjunto de colunas) dessa tabela. Para entender isso, vamos lembrar um
pouco de raciocínio lógico. Se nós dissermos que o Brasília fica no Brasil e que o Brasil fica na América
do Sul, podemos concluir – por transitividade – que Brasília fica na América do Sul.
A ideia aqui é parecida: se uma Coluna X determina a Coluna Y e se a Coluna Y determina a Coluna Z,
então a Coluna X determina transitivamente a Coluna Z. Vamos ver na prática agora...
TABELA ESTOQUE
CÓDIGO_ITEM NOME_ITEM CÓDIGO_MARCA NOME_MARCA PREÇO QTD TOTAL
111 CAMISA DO FLAMENGO 856 ADIDAS 299,99 1000 299.990,00
222 CAMISA DO CORINTHIANS 514 NIKE 249,99 750 187.492,50
333 CAMISA DO SÃO PAULO 856 ADIDAS 199,99 500 99.995,00
444 CAMISA DO PALMEIRAS 254 PUMA 149,99 250 37.497,50
Na tabela acima, temos sete atributos (também chamados de colunas). A primeira coluna é a chave
primária e as outras são colunas não-chave. Nós já sabemos que, para essa tabela estar na 3FN, ela deverá
estar na 2FN e toda coluna não-chave não deve possuir dependência transitiva para cada chave
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candidata. Percebam que a nossa tabela possui apenas uma coluna com nome sublinhado, logo ela é a
chave primária. Vamos analisar as dependências da nossa tabela!
- CÓDIGO_ITEM → NOME_ITEM, CÓDIGO_MARCA, NOME_MARCA, PREÇO, QTD, TOTAL
- CÓDIGO_MARCA → NOME_MARCA (DEPENDÊNCIA TRANSITIVA)
- {PREÇO, QTD} → TOTAL (DEPENDÊNCIA TRANSITIVA)
Galera, todos os atributos dessa tabela são atômicos, logo a tabela está na 1FN. Todo atributo não-chave
possui uma dependência funcional total com a chave candidata, logo a tabela está na 2FN. No entanto,
eu gostaria de chamar a atenção de vocês para a coluna TOTAL. Percebam que essa coluna é basicamente
o resultado da multiplicação do preço de um determinado item pela sua quantidade (também chamado
de atributo derivado porque deriva de outros atributos).
Em outras palavras, nós podemos concluir que preço e quantidade de um produto determinam seu valor
total. Será que temos uma dependência transitiva aí? Vejamos...
- CÓDIGO_ITEM → PREÇO, QTD
- {PREÇO, QTD} → TOTAL
Sabemos que o código de um item determina seu preço e quantidade; sabemos também que seu preço
e quantidade determinam seu valor total. Logo, podemos concluir que existe uma dependênciafuncional
transitiva que pode ser representada como é exibido abaixo. De outra forma, pode-se dizer que temos
um atributo não-chave que depende de outros dois atributos não-chave. Logo, a tabela não se encontra
na 3FN.
CÓDIGO_ITEM → {PREÇO, QTD} → TOTAL
TABELA ESTOQUE
CÓDIGO_ITEM NOME CÓDIGO_MARCA NOME_MARCA PREÇO QTD
111 CAMISA DO FLAMENGO 856 ADIDAS 299,99 1000
222 CAMISA DO CORINTHIANS 514 NIKE 249,99 750
333 CAMISA DO SÃO PAULO 856 ADIDAS 199,99 500
444 CAMISA DO PALMEIRAS 254 PUMA 149,99 250
Para resolver esse problema, é bastante simples: eliminamos o atributo derivado como na tabela acima!
E a informação vai se perder, professor? Não, galera... essa informação continua a existir, mas não precisa
estar armazenada porque ela pode ser calculada (ou derivada) a partir de outras colunas. Agora a tabela
ficou na 3FN? Ainda não! Ué, não? Não, porque ainda possuímos uma dependência transitiva nessa
tabela.
CÓDIGO_ITEM → CÓDIGO_MARCA → NOME_MARCA
Para resolver esse problema, também é bem simples. Basta inserir essas colunas em uma tabela diferente
e referenciá-las na tabela original (sim, mais uma tabela – vocês já devem ter notado que a normalização
de uma base de dados geralmente aumenta de forma considerável a quantidade de tabelas originais).
Pronto, agora nós temos duas tabelas na 1FN, 2FN e 3FN!
TABELA ESTOQUE
CÓDIGO_ITEM NOME CÓDIGO_MARCA PREÇO QTD
111 CAMISA DO FLAMENGO 856 299,99 1000
222 CAMISA DO CORINTHIANS 514 249,99 750
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333 CAMISA DO SÃO PAULO 856 199,99 500
444 CAMISA DO PALMEIRAS 254 149,99 250
TABELA MARCA
CÓDIGO_MARCA NOME_MARCA
254 PUMA
514 NIKE
856 ADIDAS
DEFINIÇÕES ALTERNATIVAS DA 3FN
A 3FN elimina dependências transitivas entre atributos não-chave e a chave primária. Logo, um atributo não-
chave não pode depender de outro atributo não-chave que, por sua vez, depende da chave primária.
A 3FN assegura que cada dado em uma tabela depende diretamente da chave primária (e somente dela).
Nenhum campo deve depender de outro campo que não seja uma chave.
Uma relação R está em 3FN se, para toda dependência funcional X → A, pelo menos uma das condições é
satisfeita: A ∈ X (trivial); X é uma superchave de R; A é atributo chave (faz parte de alguma chave candidata de R).
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Q UESTÕES C OMENTADAS – FGV
1. (FGV / TJ-MS - 2024) A normalização de dados é o processo de analisar os esquemas de relações
com base nas dependências funcionais de seus atributos e chaves primárias, envolvendo uma
série de Formas Normais (FN). Observe o esquema da tabela “Pedido”, a seguir.
A tabela "Pedido" possui chave primária composta (ID_PEDIDO, ID_CLIENTE), atributos com
valores atômicos e dependência parcial de coluna não chave (NOME_CLIENTE) com parte da
chave primária (ID_CLIENTE). Com base nisso, “Pedido” está normalizada na FN:
a) 1FN;
b) 2FN;
c) 3FN;
d) 4FN;
e) 5FN.
Comentários:
(a) Correto. A tabela "Pedido" possui atributos com valores atômicos e uma chave primária composta,
atendendo aos requisitos da 1ª Forma Normal (1FN), que exige que todos os atributos sejam atômicos e
que não haja duplicação de registros.
(b) Errado. A 2ª Forma Normal (2FN) requer que não haja dependências parciais de atributos não chave em
relação à chave primária, o que não se aplica aqui, pois há dependência parcial de NOME_CLIENTE.
(c) Errado. A 3ª Forma Normal (3FN) exige que não haja dependências transitivas, mas a tabela "Pedido"
não está nem na 2FN, portanto não pode estar na 3FN.
(d) Errado. A 4ª Forma Normal (4FN) trata de dependências multivaloradas, que não são relevantes para a
análise da tabela "Pedido", que não atende nem à 2FN.
(e) Errado. A 5ª Forma Normal (5FN) lida com a decomposição de relações para eliminar dependências de
junção, o que não se aplica, pois a tabela não está nem na 2FN.
Gabarito: Letra A
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2. (FGV / TCE-PA - 2024) O modelo conceitual de um banco de dados prevê uma entidade
denominada funcionário. Para fins de pagamento, é necessário cadastrar dados dos dependentes,
caso haja, sem limite superior de quantidade. Para manter o modelo relacional na primeira forma
normal, avalie se as seguintes abordagens devem ser propostas:
I. Replicar, na mesma tabela, o registro do funcionário para cada dependente cadastrado.
II. Criar uma tabela com os dados de cada dependente, vinculada por um atributo aos dados do
funcionário.
III. Registrar no campo correspondente um vetor com os dados dos dependentes.
Está correto o que se afirma em
a) I e II, apenas.
b) I e III, apenas.
c) II e III, apenas.
d) I, apenas
e) II, apenas.
Comentários:
(I) Errado. Replicar o registro do funcionário para cada dependente viola a primeira forma normal, que
exige que cada campo contenha apenas um valor atômico e que não haja redundância de dados.
(II) Correto. Criar uma tabela separada para os dependentes, vinculada ao funcionário, é uma abordagem
adequada que mantém a normalização do banco de dados, evitando redundâncias e permitindo múltiplos
dependentes.
(III) Errado. Registrar um vetor com os dados dos dependentes em um único campo não atende à primeira
forma normal, pois não é uma estrutura atômica e dificulta consultas e manipulações dos dados.
Gabarito: Letra E
3. (FGV / DPE-RS - 2023) No contexto do projeto de bancos de dados, considere uma tabela
relacional com três colunas, A, B e C, cuja instância é mostrada a seguir.
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Tomando por base apenas essa instância, analise a seguinte lista de eventuais dependências
funcionais.
A -> B
A -> B,C
B -> A,C
C -> B
A,C -> B
Sobre a validade dessas dependências, é correto concluir que:
a) somente duas delas são válidas;
b) são válidas somente as duas primeiras e a quarta;
c) são válidas somente as três primeiras;
d) somente quatro delas são válidas;
e) todas são válidas.
Comentários:
(a) Errado. Apenas duas dependências funcionais são válidas, mas não se pode afirmar que apenas duas
são válidas sem analisar todas as opções.
(b) Errado. As duas primeiras dependências são válidas, mas a quarta não se sustenta com a instância
apresentada, portanto, essa alternativa não é correta.
(c) Errado. Embora as três primeiras dependências sejam válidas, a quarta não é, o que torna essa
alternativa incorreta.
(d) Correto. As dependências A -> B, A -> B,C, e A,C -> B são válidas, e a dependência B -> A,C também é
válida, totalizando quatro dependências funcionais válidas.
(e) Errado. Nem todas as dependências são válidas, pois a dependência C -> Bnão se sustenta com a
instância apresentada, tornando essa alternativa incorreta.
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Gabarito: Letra D
4. (FGV / TCU - 2022) Analise o conjunto de dependências funcionais inferidas abaixo a partir do
conjunto de atributos e dependências funcionais presentes na tabela R, como descrita
anteriormente.
(1) X → Y Z W
(2) X → W
(3) X W → Y W
(4) X Y Z W → X Y
(5) Y → Z
À luz dos axiomas da teoria de projeto de bancos de dados aplicáveis nesse caso, é correto
concluir que, dentre essas dependências inferidas:
a) somente 2 é válida;
b) somente 1, 2 e 5 são válidas;
c) somente 1, 2, 3 e 4 são válidas;
d) somente 2, 3, 4 e 5 são válidas;
e) todas são válidas.
Comentários:
(a) Errado. A dependência 2 é válida, mas não é a única. Outras dependências também se mostram
consistentes com os axiomas da teoria de bancos de dados.
(b) Errado. Embora as dependências 1, 2 e 5 sejam válidas, a dependência 3 também é válida, o que torna
essa alternativa incompleta.
(c) Correto. As dependências 1, 2, 3 e 4 são válidas, pois seguem os axiomas de Armstrong, enquanto a 5
não é necessária para a validade do conjunto.
(d) Errado. A dependência 5 não é necessária para a validade do conjunto, pois as outras dependências já
garantem a consistência do modelo.
(e) Errado. A dependência 5 não é válida, pois não é suportada pelas outras dependências, tornando essa
alternativa incorreta.
Gabarito: Letra C
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5. (FGV / TJ-SE - 2023) A normalização de dados é o processo de analisar os esquemas de relações
com base nas dependências funcionais de seus atributos e chaves primárias, envolvendo uma
série de Formas Normais (FN). Observe a instância da tabela PEDIDO a seguir.
As colunas de PEDIDO têm valores atômicos e as colunas não chaves (DATA, ID_CLIENTE,
NOME_CLIENTE) são totalmente dependentes da chave primária (ID_PEDIDO). Portanto, PEDIDO
está normalizada nas FN:
a) 1FN e 2FN;
b) 1FN e 3FN;
c) 2FN e 3FN;
d) 2FN e 4FN;
e) 3FN e 4FN.
Comentários:
(a) Correto. A tabela PEDIDO possui valores atômicos e todas as colunas não chave são totalmente
dependentes da chave primária, o que a coloca na 1FN e 2FN. A 3FN não é alcançada devido à
dependência transitiva entre NOME_CLIENTE e ID_CLIENTE.
(b) Errado. A tabela não está na 3FN, pois existe uma dependência transitiva entre NOME_CLIENTE e
ID_CLIENTE, o que impede a normalização completa até a 3FN.
(c) Errado. Embora a tabela esteja na 2FN, a presença de dependência transitiva impede que ela atinja a
3FN, tornando essa alternativa incorreta.
(d) Errado. A tabela não está na 4FN, pois não há dependências multivaloradas a serem eliminadas.
Portanto, a normalização não chega a esse nível.
(e) Errado. A tabela não está na 4FN e, como mencionado, não atinge a 3FN devido à dependência
transitiva, tornando essa alternativa incorreta.
Gabarito: Letra A
6. (FGV / TJ-SE - 2023) A normalização de esquemas de bancos de dados é feita a partir das
dependências funcionais existentes entre as colunas de uma tabela. Além disso, é possível
combinar dependências e derivar novas dependências a partir de axiomas preestabelecidos.
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Considerando uma tabela hipotética, com colunas X, Y e Z, o axioma da transitividade é definido
como segue:
a) Se X → Y e X → Z então Z → XY;
b) Se X → Y e Y → Z então X → Z;
c) Se X → Y então XZ → YZ;
d) Se X → Y então X → XY;
e) Se XY → Z então X → Z.
Comentários:
(a) Errado. A transitividade não se aplica dessa forma; a relação correta não implica que Z determine XY,
mas sim que a dependência funcional é entre X e Y, e X e Z.
(b) Correto. O axioma da transitividade afirma que se X determina Y e Y determina Z, então X também
determina Z, mantendo a relação de dependência funcional.
(c) Errado. Este é um exemplo do axioma de adição, que não se relaciona diretamente com a transitividade,
pois não implica que X determine Y apenas por adicionar Z.
(d) Errado. Este é um exemplo do axioma de adição, que afirma que se X determina Y, então X também
determina Y junto com qualquer outra coluna, mas não é transitividade.
(e) Errado. Esta afirmação não é um axioma válido de dependência funcional, pois não segue a lógica da
transitividade, que se baseia em cadeias de dependência.
Gabarito: Letra B
7. (FGV / SEFAZ-MT - 2023) A normalização das estruturas de dados é uma etapa importante do
processo de modelagem relacional para eliminar distorções ou anomalias no modelo. Diz-se que
uma tabela está na segunda forma normal, de acordo com as regras da normalização, se ela está
na primeira forma normal e
a) as linhas da tabela são unívocas, sem chaves compostas e todos os seus atributos são atômicos.
b) as linhas não contêm itens repetitivos, atributos com valores nulos e nem multidimensionais.
c) cada uma das colunas não pertencentes à chave primária não for dependente parcialmente dessa
chave.
d) contém apenas chaves externas e conecta-se outras tabelas por múltiplas junções.
e) as colunas não pertencentes à chave primária ficam determinadas transitivamente por esta.
Comentários:
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(a) Errado. Embora as linhas sejam unívocas e os atributos sejam atômicos, isso não é suficiente para a
segunda forma normal, que requer a eliminação de dependências parciais.
(b) Errado. A ausência de itens repetitivos e valores nulos é uma característica da primeira forma normal,
mas não garante que a tabela esteja na segunda forma normal.
(c) Correto. A segunda forma normal exige que todas as colunas não pertencentes à chave primária sejam
totalmente dependentes da chave primária, ou seja, não podem ter dependências parciais.
(d) Errado. A presença de chaves externas e múltiplas junções não é um critério para a segunda forma
normal, que se concentra nas dependências das colunas em relação à chave primária.
(e) Errado. A determinação transitiva das colunas não pertencentes à chave primária é uma característica da
terceira forma normal, não da segunda.
Gabarito: Letra C
8. (FGV / TCE-RR - 2025) Considerando o processo de normalização de um banco de dados
relacional, avalie as afirmativas a seguir.
I. Um dos objetivos da normalização é minimizar redundância.
II. A normalização oferece uma estrutura formal para analisar esquemas de relação com base em
suas chaves.
III. Desnormalização é o processo de armazenar a junção de relações na forma normal mais baixa
como uma relação básica.
Está correto o que se afirma em
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) I e II, apenas.d) I e III, apenas.
e) II e III, apenas.
Comentários:
(I) Correto. A normalização visa reduzir a redundância de dados, evitando a duplicação e melhorando a
integridade do banco de dados. Isso é fundamental para um design eficiente.
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(II) Correto. A normalização fornece uma estrutura formal que permite analisar esquemas de relações,
focando nas chaves primárias e estrangeiras, essenciais para a integridade referencial.
(III) Errado. Desnormalização refere-se ao processo de combinar tabelas para melhorar o desempenho, não
ao armazenamento de relações em uma forma normal mais baixa.
Gabarito: Letra C
9. (FGV / DATAPREV - 2024) No âmbito de normalização de bancos de dados relacionais, há o
conceito de dependência com a seguinte especificação: “para o esquema de uma relação R, uma
restrição que demanda que cada estado r de R apresente uma decomposição de junção não
aditiva e não trivial para cada decomposição Ri de R, em que o valor de i varie entre 1 e n, sendo n
o número de decomposições de R”. Esse conceito de dependência, considerando um valor de n
maior que dois (n>2), integra a definição da
a) 2ª forma normal (2FN).
b) 3ª forma normal (3FN).
c) 4ª forma normal (4FN).
d) 5ª forma normal (5FN).
e) forma normal Boyce-Codd (FNBC).
Comentários:
(a) Errado. A 2ª forma normal (2FN) trata da eliminação de dependências parciais, não aborda
decomposições não aditivas e não triviais.
(b) Errado. A 3ª forma normal (3FN) lida com dependências transitivas, mas não se refere a decomposições
não aditivas e não triviais.
(c) Errado. A 4ª forma normal (4FN) é focada em eliminar dependências multivaloradas, não se
relacionando diretamente com a definição apresentada.
(d) Correto. A 5ª forma normal (5FN) aborda decomposições não aditivas e não triviais, sendo aplicável
quando n é maior que 2, conforme descrito no enunciado.
(e) Errado. A forma normal Boyce-Codd (FNBC) é uma versão mais restritiva da 3FN, não se relacionando
com a decomposição não aditiva mencionada.
Gabarito: Letra D
10. (FGV / DATAPREV - 2024) A normalização é um processo crítico no projeto de bancos de dados
relacionais. O objetivo principal da normalização é
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a) aumentar a redundância de dados para melhorar a performance das consultas.
b) reduzir a redundância de dados, evitando anomalias de atualização.
c) simplificar o modelo de dados, eliminando a necessidade de relacionamentos entre tabelas.
d) otimizar o desempenho das consultas, reduzindo a necessidade de combinar várias tabelas.
e) melhorar a segurança dos dados ao restringir o acesso a informações confidenciais.
Comentários:
(a) Errado. A normalização visa reduzir a redundância, não aumentá-la. A redundância excessiva pode levar
a problemas de consistência e anomalias nas atualizações.
(b) Correto. O principal objetivo da normalização é reduzir a redundância de dados, o que ajuda a evitar
anomalias de atualização, garantindo a integridade dos dados no banco.
(c) Errado. A normalização não elimina a necessidade de relacionamentos entre tabelas; pelo contrário, ela
os organiza de forma eficiente, mantendo a integridade referencial.
(d) Errado. Embora a normalização possa impactar o desempenho, seu foco principal não é otimizar
consultas, mas sim estruturar os dados para evitar redundâncias e anomalias.
(e) Errado. A normalização não tem como objetivo principal melhorar a segurança dos dados, mas sim a
organização e integridade dos dados no banco de dados.
Gabarito: Letra B
11. (FGV / DPE-RS - 2023) A primeira forma normal, utilizada no processo de normalização de um
banco de dados relacional, estabelece que:
a) não haja linhas duplicadas numa tabela;
b) não haja colunas idênticas numa tabela;
c) em nenhuma das linhas de uma tabela haja valores múltiplos armazenados na mesma coluna;
d) em qualquer tabela deve haver uma coluna que possa ser declarada como chave primária;
e) não haja transitividade de dependências funcionais entre as colunas.
Comentários:
(a) Errado. Embora a ausência de linhas duplicadas seja uma boa prática, a primeira forma normal (1NF)
não se restringe a isso, mas sim à estrutura dos dados em colunas.
(b) Errado. A 1NF não aborda a questão de colunas idênticas, mas sim a organização dos dados em colunas
e a proibição de valores múltiplos em uma mesma coluna.
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==2f4e8==
(c) Correto. A primeira forma normal exige que não haja valores múltiplos armazenados na mesma coluna,
garantindo que cada campo contenha apenas um valor atômico.
(d) Errado. Embora seja recomendável ter uma chave primária, a 1NF não impõe essa exigência, focando
mais na estrutura dos dados em colunas.
(e) Errado. A transitividade de dependências funcionais é um conceito relacionado à terceira forma normal
(3NF), não à primeira forma normal (1NF).
Gabarito: Letra C
12. (FGV / TJ-SE - 2023) Considere uma tabela de um banco relacional com quatro colunas: X, Y, Z e
W. Na modelagem dos dados, foram detectadas as seguintes dependências funcionais para essa
tabela.
X → Y
X → Z
Z → X
Y → Z
X → W
A lista das colunas que devem necessariamente ser definidas com a propriedade unique, com
colunas isoladas ou em conjunto, é:
a) X e Y, em conjunto, e W, separadamente;
b) X, Y, Z, W, separadamente;
c) X, Y, Z, separadamente;
d) X, isoladamente, e ainda Y, Z, em conjunto;
e) X, isoladamente.
Comentários:
(a) Errado. Embora X e Y sejam relevantes, W não é necessariamente único, pois depende de X, que já é
suficiente para garantir a unicidade.
(b) Errado. Embora todas as colunas possam ser únicas, a dependência funcional não exige que Y, Z e W
sejam únicas separadamente, pois X já garante a unicidade.
(c) Correto. A coluna X é única e determina Y e Z, enquanto Y não garante a unicidade de Z. Portanto,
apenas X, Y e Z devem ser únicas separadamente.
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(d) Errado. A combinação de Y e Z não é necessária para garantir unicidade, pois X já é suficiente para isso.
(e) Errado. Embora X seja única, Y e Z também devem ser consideradas, pois dependem de X, mas não são
únicas isoladamente.
Gabarito: Letra C
13. (FGV / PGM - Niterói - 2023) Dependências funcionais são usadas no processo de normalização de
tabelas em projetos de bancos de dados relacionais e possuem propriedades que permitem a
derivação de novas dependências. Considerando-se os atributos A, B, C de uma tabela relacional
T, a derivação que NÃO é válida é:
a) A, B, C ➙ A, B;
b) se A ➙ B e A ➙ C então A ➙ B, C;
c) se A➙ B e B ➙ C então A ➙ C;
d) se A ➙ C então A, B ➙ B, C;
e) se B ➙ A e C ➙ A então B ➙ C.
Comentários:
(a) Correto. A dependência A, B, C ➙ A, B é válida, pois A e B são subconjuntos de A, B, C, e a
dependência é trivial.
(b) Correto. A dependência A ➙ B, C é válida pela regra da união, já que A determina B e A determina C.
(c) Correto. A dependência A ➙ C é válida pela regra da transitividade, pois A determina B e B determina
C.
(d) Correto. A dependência A, B ➙ B, C é válida, pois A ➙ C implica que A e B determinam C.
(e) Errado. A dependência B ➙ C não pode ser derivada apenas de B ➙ A e C ➙ A, pois não há relação
direta entre B e C.
Gabarito: Letra E
14. (FGV / TCE-RR - 2025) O conceito de dependência funcional é fundamental na análise de
esquemas relacionais, sendo uma ferramenta básica para medir a adequação dos agrupamentos
de atributos. Dependências funcionais podem ser utilizadas para descrever melhor um esquema
de relação ao especificar restrições que devem ser mantidas entre seus atributos. As
dependências funcionais problemáticas podem ser eliminadas por meio do processo de
normalização, buscando alcançar as várias formas normais. As formas normais que buscam
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eliminar novos conceitos de dependência funcional que são extensões e especializações do
conceito original são
a) 1FN e 5FN.
b) 2FN e 3FN.
c) 3FN e Forma Normal de Boyce-Codd (FNBC).
d) 4FN e 5FN.
e) 3FN e 4FN.
Comentários:
(a) Errado. A 1FN (Primeira Forma Normal) trata da eliminação de grupos repetitivos, enquanto a 5FN
(Quinta Forma Normal) lida com a decomposição de relações, mas não se relaciona diretamente com a
eliminação de dependências funcionais problemáticas.
(b) Errado. A 2FN (Segunda Forma Normal) elimina dependências parciais e a 3FN (Terceira Forma Normal)
elimina dependências transitivas, mas não abrangem as extensões e especializações de dependências
funcionais.
(c) Errado. A 3FN elimina dependências transitivas, enquanto a Forma Normal de Boyce-Codd (FNBC) é
uma forma mais restritiva que a 3FN, mas não aborda novas extensões de dependências funcionais.
(d) Correto. A 4FN (Quarta Forma Normal) elimina dependências multivaloradas, e a 5FN (Quinta Forma
Normal) trata da decomposição de relações para eliminar dependências de junção, abordando extensões
de dependências funcionais.
(e) Errado. A 3FN elimina dependências transitivas, mas a 4FN é a forma que lida com dependências
multivaloradas, não abrangendo as extensões de dependências funcionais como a 5FN.
Gabarito: Letra D
15. (FGV / EBSERH - 2024) A forma normal Boyce-Codd (FNBC) foi inicialmente proposta como um
tipo de simplificação de uma determina forma normal (FN). No entanto, descobriu-se que ela era
mais rigorosa. A FN que a FNBC visava simplificar é a
a) 1FN.
b) 2FN.
c) 3FN.
d) 4FN.
e) 5FN.
Comentários:
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(a) Errado. A 1FN trata da eliminação de grupos repetitivos e valores atômicos, não é a forma normal que a
FNBC visa simplificar.
(b) Errado. A 2FN se concentra na eliminação de dependências parciais, mas a FNBC é mais rigorosa e não
se limita a simplificações da 2FN.
(c) Correto. A FNBC é uma forma normal que visa eliminar dependências funcionais que não são triviais,
sendo mais rigorosa que a 3FN, que é a forma normal que a FNBC busca aprimorar.
(d) Errado. A 4FN lida com dependências multivaloradas, e a FNBC não é uma simplificação dessa forma,
mas sim uma abordagem mais rigorosa que se aplica antes.
(e) Errado. A 5FN trata de dependências de junção, e a FNBC não é uma simplificação dessa forma, mas
sim uma forma que se aplica a um nível anterior de normalização.
Gabarito: Letra C
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L ISTA DE Q UESTÕES – FGV
1. (FGV / TJ-MS - 2024) A normalização de dados é o processo de analisar os esquemas de relações
com base nas dependências funcionais de seus atributos e chaves primárias, envolvendo uma
série de Formas Normais (FN). Observe o esquema da tabela “Pedido”, a seguir.
A tabela "Pedido" possui chave primária composta (ID_PEDIDO, ID_CLIENTE), atributos com
valores atômicos e dependência parcial de coluna não chave (NOME_CLIENTE) com parte da
chave primária (ID_CLIENTE). Com base nisso, “Pedido” está normalizada na FN:
a) 1FN;
b) 2FN;
c) 3FN;
d) 4FN;
e) 5FN.
2. (FGV / TCE-PA - 2024) O modelo conceitual de um banco de dados prevê uma entidade
denominada funcionário. Para fins de pagamento, é necessário cadastrar dados dos dependentes,
caso haja, sem limite superior de quantidade. Para manter o modelo relacional na primeira forma
normal, avalie se as seguintes abordagens devem ser propostas:
I. Replicar, na mesma tabela, o registro do funcionário para cada dependente cadastrado.
II. Criar uma tabela com os dados de cada dependente, vinculada por um atributo aos dados do
funcionário.
III. Registrar no campo correspondente um vetor com os dados dos dependentes.
Está correto o que se afirma em
a) I e II, apenas.
b) I e III, apenas.
c) II e III, apenas.
d) I, apenas
e) II, apenas.
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3. (FGV / DPE-RS - 2023) No contexto do projeto de bancos de dados, considere uma tabela
relacional com três colunas, A, B e C, cuja instância é mostrada a seguir.
Tomando por base apenas essa instância, analise a seguinte lista de eventuais dependências
funcionais.
A -> B
A -> B,C
B -> A,C
C -> B
A,C -> B
Sobre a validade dessas dependências, é correto concluir que:
a) somente duas delas são válidas;
b) são válidas somente as duas primeiras e a quarta;
c) são válidas somente as três primeiras;
d) somente quatro delas são válidas;
e) todas são válidas.
4. (FGV / TCU - 2022) Analise o conjunto de dependências funcionais inferidas abaixo a partir do
conjunto de atributos e dependências funcionais presentes na tabela R, como descrita
anteriormente.
(1) X → Y Z W
(2) X → W
(3) X W → Y W
(4) X Y Z W → X Y
(5) Y → Z
À luz dos axiomas da teoria de projeto de bancos de dados aplicáveis nesse caso, é correto
concluir que, dentre essas dependências inferidas:
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==2f4e8==
a) somente 2 é válida;
b) somente 1, 2 e 5 são válidas;
c) somente 1, 2, 3 e 4 são válidas;
d) somente 2, 3, 4e 5 são válidas;
e) todas são válidas.
5. (FGV / TJ-SE - 2023) A normalização de dados é o processo de analisar os esquemas de relações
com base nas dependências funcionais de seus atributos e chaves primárias, envolvendo uma
série de Formas Normais (FN). Observe a instância da tabela PEDIDO a seguir.
As colunas de PEDIDO têm valores atômicos e as colunas não chaves (DATA, ID_CLIENTE,
NOME_CLIENTE) são totalmente dependentes da chave primária (ID_PEDIDO). Portanto, PEDIDO
está normalizada nas FN:
a) 1FN e 2FN;
b) 1FN e 3FN;
c) 2FN e 3FN;
d) 2FN e 4FN;
e) 3FN e 4FN.
6. (FGV / TJ-SE - 2023) A normalização de esquemas de bancos de dados é feita a partir das
dependências funcionais existentes entre as colunas de uma tabela. Além disso, é possível
combinar dependências e derivar novas dependências a partir de axiomas preestabelecidos.
Considerando uma tabela hipotética, com colunas X, Y e Z, o axioma da transitividade é definido
como segue:
a) Se X → Y e X → Z então Z → XY;
b) Se X → Y e Y → Z então X → Z;
c) Se X → Y então XZ → YZ;
d) Se X → Y então X → XY;
e) Se XY → Z então X → Z.
7. (FGV / SEFAZ-MT - 2023) A normalização das estruturas de dados é uma etapa importante do
processo de modelagem relacional para eliminar distorções ou anomalias no modelo. Diz-se que
uma tabela está na segunda forma normal, de acordo com as regras da normalização, se ela está
na primeira forma normal e
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a) as linhas da tabela são unívocas, sem chaves compostas e todos os seus atributos são atômicos.
b) as linhas não contêm itens repetitivos, atributos com valores nulos e nem multidimensionais.
c) cada uma das colunas não pertencentes à chave primária não for dependente parcialmente dessa
chave.
d) contém apenas chaves externas e conecta-se outras tabelas por múltiplas junções.
e) as colunas não pertencentes à chave primária ficam determinadas transitivamente por esta.
8. (FGV / TCE-RR - 2025) Considerando o processo de normalização de um banco de dados
relacional, avalie as afirmativas a seguir.
I. Um dos objetivos da normalização é minimizar redundância.
II. A normalização oferece uma estrutura formal para analisar esquemas de relação com base em
suas chaves.
III. Desnormalização é o processo de armazenar a junção de relações na forma normal mais baixa
como uma relação básica.
Está correto o que se afirma em
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) I e II, apenas.
d) I e III, apenas.
e) II e III, apenas.
9. (FGV / DATAPREV - 2024) No âmbito de normalização de bancos de dados relacionais, há o
conceito de dependência com a seguinte especificação: “para o esquema de uma relação R, uma
restrição que demanda que cada estado r de R apresente uma decomposição de junção não
aditiva e não trivial para cada decomposição Ri de R, em que o valor de i varie entre 1 e n, sendo n
o número de decomposições de R”. Esse conceito de dependência, considerando um valor de n
maior que dois (n>2), integra a definição da
a) 2ª forma normal (2FN).
b) 3ª forma normal (3FN).
c) 4ª forma normal (4FN).
d) 5ª forma normal (5FN).
e) forma normal Boyce-Codd (FNBC).
10. (FGV / DATAPREV - 2024) A normalização é um processo crítico no projeto de bancos de dados
relacionais. O objetivo principal da normalização é
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a) aumentar a redundância de dados para melhorar a performance das consultas.
b) reduzir a redundância de dados, evitando anomalias de atualização.
c) simplificar o modelo de dados, eliminando a necessidade de relacionamentos entre tabelas.
d) otimizar o desempenho das consultas, reduzindo a necessidade de combinar várias tabelas.
e) melhorar a segurança dos dados ao restringir o acesso a informações confidenciais.
11. (FGV / DPE-RS - 2023) A primeira forma normal, utilizada no processo de normalização de um
banco de dados relacional, estabelece que:
a) não haja linhas duplicadas numa tabela;
b) não haja colunas idênticas numa tabela;
c) em nenhuma das linhas de uma tabela haja valores múltiplos armazenados na mesma coluna;
d) em qualquer tabela deve haver uma coluna que possa ser declarada como chave primária;
e) não haja transitividade de dependências funcionais entre as colunas.
12. (FGV / TJ-SE - 2023) Considere uma tabela de um banco relacional com quatro colunas: X, Y, Z e
W. Na modelagem dos dados, foram detectadas as seguintes dependências funcionais para essa
tabela.
X → Y
X → Z
Z → X
Y → Z
X → W
A lista das colunas que devem necessariamente ser definidas com a propriedade unique, com
colunas isoladas ou em conjunto, é:
a) X e Y, em conjunto, e W, separadamente;
b) X, Y, Z, W, separadamente;
c) X, Y, Z, separadamente;
d) X, isoladamente, e ainda Y, Z, em conjunto;
e) X, isoladamente.
13. (FGV / PGM - Niterói - 2023) Dependências funcionais são usadas no processo de normalização de
tabelas em projetos de bancos de dados relacionais e possuem propriedades que permitem a
derivação de novas dependências. Considerando-se os atributos A, B, C de uma tabela relacional
T, a derivação que NÃO é válida é:
a) A, B, C ➙ A, B;
b) se A ➙ B e A ➙ C então A ➙ B, C;
c) se A ➙ B e B ➙ C então A ➙ C;
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d) se A ➙ C então A, B ➙ B, C;
e) se B ➙ A e C ➙ A então B ➙ C.
14. (FGV / TCE-RR - 2025) O conceito de dependência funcional é fundamental na análise de
esquemas relacionais, sendo uma ferramenta básica para medir a adequação dos agrupamentos
de atributos. Dependências funcionais podem ser utilizadas para descrever melhor um esquema
de relação ao especificar restrições que devem ser mantidas entre seus atributos. As
dependências funcionais problemáticas podem ser eliminadas por meio do processo de
normalização, buscando alcançar as várias formas normais. As formas normais que buscam
eliminar novos conceitos de dependência funcional que são extensões e especializações do
conceito original são
a) 1FN e 5FN.
b) 2FN e 3FN.
c) 3FN e Forma Normal de Boyce-Codd (FNBC).
d) 4FN e 5FN.
e) 3FN e 4FN.
15. (FGV / EBSERH - 2024) A forma normal Boyce-Codd (FNBC) foi inicialmente proposta como um
tipo de simplificação de uma determina forma normal (FN). No entanto, descobriu-se que ela era
mais rigorosa. A FN que a FNBC visava simplificar é a
a) 1FN.
b) 2FN.
c) 3FN.
d) 4FN.
e) 5FN.
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G ABARITO – FGV
1. LETRA A
2. LETRA E
3. LETRA D
4. LETRA C
5. LETRA A
6. LETRA B
7. LETRA C
8. LETRA C
9. LETRA D
10. LETRA B
11. LETRA C
12. LETRA C
13. LETRA E
14. LETRA D
15. LETRA C
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