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Concreto Armado I
Aula 4
e-mail: renata.reis@acad.ftec.com.br
PROF ME RENATA REIS DE JESUS 
https://gamma.app/?utm_source=made-with-gamma
CARREGAMENTO ESTRUTURAL
As cargas ou ações características (forças) 
a serem consideradas no cálculo de uma 
estrutura. Podem ser divididas em dois 
grupos:
•Cargas permanentes;
•Cargas acidentais (variáveis).
CARREGAMENTO ESTRUTURAL
“As cargas devem seguir um caminho estrutural seguro até a fundação. Sempre que esse
caminho é interrompido — como ao retirar um pilar ou apoiar elementos em locais não
dimensionados — surgem soluções estruturais específicas, como vigas de transição ou vigas
de equilíbrio. Fora disso, é erro grave de projeto ou execução.”
Etapas de um projeto estrutural
Não existem regras fixas, mas 
as principais etapas em um 
projeto estrutural são:
VIGAS EM CONCRETO ARMADO
ELEMENTOS HORIZONTAIS UNIDIRECIONAIS
VIGAS EM CONCRETO ARMADO
ELEMENTOS HORIZONTAIS UNIDIRECIONAIS
VIGAS EM CONCRETO ARMADO
ELEMENTOS HORIZONTAIS UNIDIRECIONAIS
Solicitações predominantes
Momento fletor
Esforço cortante
Momento torçor (eventualmente)
Funções
receber as cargas das lajes e transmiti-las aos pilares
resistir, juntamente aos pilares, às ações horizontais
VIGAS EM CONCRETO ARMADO
• Vigas: As vigas são 
elementos lineares que 
recebe sua carga 
transversalmente, portanto 
sua carga é distribuída por 
metro linear, no seu 
comprimento, e calculada 
assim:
SIMPLESMENTE APOIADA
SIMPLESMENTE APOIADA COM BALANÇO
SEÇÕES TÍPICAS
Seções típicas
Retangular
Seção “T”
Seção “I”
Caixão
SEÇÃO RETANGULAR
SEÇÃO “T” SEÇÃO “I” 
Vigas com seção em "I" ou "T" de concreto armado são ideais para vencer grandes vãos (como em 
pontes e viadutos), otimizando o uso do material. O formato concentra concreto na zona de 
compressão (mesa) e reduz na alma, aumentando a inércia e resistência. Geralmente são pré-fabricadas 
e protendidas para alta
SEÇÃO CAIXÃO
A viga caixão de concreto é um elemento 
estrutural oco, com seção transversal 
retangular ou trapezoidal, composto por 
tabuleiro superior, laje inferior e almas. 
Projetada para alta resistência à torção e 
flexão, é ideal para grandes vãos (15 a 150m) 
em pontes, viadutos e estruturas elevadas, 
utilizando concreto armado ou protendido 
para otimizar peso e aumentar a rigidez
PRÉ-DIMENSIONAMENTO
Por que é Necessário Pré-dimensionar? O pré-dimensionamento nos permite ter 
uma noção de como a estrutura será, nos permitindo: 
• Viabilizar o projeto arquitetônico; 
• Definir o sistema construtivo que será adotado; 
• Conhecer as dimensões dos elementos estruturais – conhecendo o peso próprio 
da estrutura; 
• Verificar a estabilidade da estrutura
PRÉ-DIMENSIONAMENTO
bom pré-dimensionamento é aquele que chega o mais 
próximo possível do resultado estrutural final, atendendo 
suas condições de utilização, sem desperdício de material
PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
LARGURA
Largura mínima: 12,0 cm
Largura determinada pela espessura da alvenaria
Consiste em encontrarmos uma altura para as vigas, com os seguintes parâmetros:
PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
• ALTURA
• Vigas simplesmente apoiadas: 
• ℎ = 𝑙/10 
• Vigas contínuas:
• ℎ = 𝑙/12
Esses l/10 ta na norma ?
PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
• ALTURA
PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
• ALTURA
PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
Considerações no projeto:
• Procurar não variar muito a altura de vigas no mesmo pavimento por
uma questão de rapidez e economia na montagem das formas;
• No caso de vãos mais críticos, ou casos especiais, é permitido adotar
soluções que permitem a redução da altura das vigas - porém as flechas
deverão ser verificadas;
• Procurar utilizar vigas com altura superior a 30cm, pelo menos.
AÇÕES EM VIGAS
PESO PRÓPRIO
Carga distribuída = área da seção x peso específico do concreto armado
ALVENARIA
Carga distribuída = altura x peso específico da alvenaria (por área)
AÇÕES DE OUTRAS VIGAS
No caso de apoio indireto, a viga principal recebe a carga (reação de apoio) da viga apoiada
AÇÃO DE PILARES
No caso de vigas de transição
CARGAS DE ALVENARIA
Tabela 2 NBR 6120:2019
Essa tabela fornece o peso próprio das paredes em função 
do tipo de bloco, espessura e revestimento, permitindo 
calcular a carga que a alvenaria transmite à estrutura.”
CARGAS DE ALVENARIA
CARGAS DE ALVENARIA
AÇÕES ORIUNDAS DAS LAJES
MÉTODO DAS CHARNEIRAS PLÁSTICAS
- 45º entre dois apoios do mesmo tipo
- 60º a partir do apoio considerado engastado, se o outro for considerado apoiado
- 90º a partir do apoio, quando a borda vizinha for livre
“Para transferir as cargas 
da laje para as vigas 
utilizamos o conceito de 
área de influência, que 
define qual parcela da laje 
contribui para cada viga.”
EXEMPLO
EXEMPLO DE APLICAÇÃO DO MÉTODO DAS CHARNEIRAS 
PLÁSTICAS
Considere a=2,5 m e b=5,0 m e um carregamento da laje de 5 kN/m²
Tabela Charneiras Plásticas
EXEMPLO
EXEMPLO DE APLICAÇÃO DO MÉTODO DAS CHARNEIRAS 
PLÁSTICAS
Considere a=2,5 m e b=5,0 m e um carregamento da laje de 5 kN/m²
VÃO TEÓRICO
𝑙𝑒𝑓 = 𝑙0 + 𝑎1 + 𝑎2
𝑎1 é igual ao menor valor entre ቊ
𝑡1/2
0,3ℎ
𝑎2 é igual ao menor valor entre ቊ
𝑡2/2
0,3ℎ
Adotar nesta disciplina 𝑙𝑒𝑓 = 𝑙0 + Τ𝑡1
2 + Τ𝑡2
2
NBR 6118:2023
MODELO ESTRUTURAL
Simplesmente apoiada em 
vigas (eventualmente)
Simplesmente apoiada em 
pilares
MODELO ESTRUTURAL
Nos vãos deve-se considerar o maior momento fletor entre o da viga contínua 
e o do engastamento perfeito nos apoios intermediários
EXEMPLO
EXEMPLO
	Slide 1
	Slide 2: CARREGAMENTO ESTRUTURAL
	Slide 3: CARREGAMENTO ESTRUTURAL
	Slide 4: Etapas de um projeto estrutural
	Slide 5: VIGAS EM CONCRETO ARMADO
	Slide 6: VIGAS EM CONCRETO ARMADO
	Slide 7: VIGAS EM CONCRETO ARMADO
	Slide 8: VIGAS EM CONCRETO ARMADO
	Slide 9: SIMPLESMENTE APOIADA
	Slide 10: SIMPLESMENTE APOIADA COM BALANÇO
	Slide 11: SEÇÕES TÍPICAS
	Slide 12: SEÇÃO RETANGULAR
	Slide 13: SEÇÃO “T” SEÇÃO “I” 
	Slide 14: SEÇÃO CAIXÃO
	Slide 15: PRÉ-DIMENSIONAMENTO
	Slide 16: PRÉ-DIMENSIONAMENTO
	Slide 17: PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
	Slide 18: PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
	Slide 19: PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
	Slide 20: PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
	Slide 21: PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
	Slide 22: PRÉ-DIMENSIONAMENTO – VIGAS 
	Slide 23: AÇÕES EM VIGAS
	Slide 24: CARGAS DE ALVENARIA
	Slide 25: CARGAS DE ALVENARIA
	Slide 26: CARGAS DE ALVENARIA
	Slide 27: AÇÕES ORIUNDAS DAS LAJES
	Slide 28: EXEMPLO
	Slide 29: EXEMPLO
	Slide 30: VÃO TEÓRICO
	Slide 31: MODELO ESTRUTURAL
	Slide 32: MODELO ESTRUTURAL
	Slide 33: EXEMPLO
	Slide 34: EXEMPLO

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