A história do número 1
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A história do número 1


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A história do número 1
Já parou para pensar como tudo começa com o número 1 e a que a nossa vida é movida por ele? Mas de onde será que surgiu essa ideia? Historiadores acreditam que os números surgiram antes da escrita por uma necessidade prática de contar a produção agrícola (frutas, verduras, hortaliças, cereais, etc).
O primeiro registro que temos sobre o número 1 é a representação por um traço em ossos, encontrados no Congo e com idade estimada em 20 mil anos.  Então, podemos dizer que a existência do número 1 veio com a necessidade de contar.
Muitas histórias curiosas envolvem o número que dá início a tudo. No Egito, por exemplo, por volta do ano 3000 a.C, o número 1 era um elemento essencial de medida das grandes construções egípcias. Já na Grécia antiga, o filósofo pré-socrático Pitágoras acreditava que os números eram o princípio da criação do universo. Já na Roma antiga, o número 1 foi referência para a contagem do exército, dividido em 10 homens de 1 unidade, num total de 100, chamados de centúrias.
Em 1679, o matemático e filósofo Gottfried Leibniz documentou o sistema binário \u2013 a combinação do 1 e do 0 para representar qualquer quantidade. Mas somente em 1944, na Inglaterra, o sistema foi aplicado aos computadores e possibilitou a evolução da informática que conhecemos hoje.
Você imaginava que o número 1 era tão importante assim?
A história do número 1
O filme A História do Número 1 faz um passeio pela história da matemática o herói desta história é um mestre na arte do disfarce. Para algumas pessoas ele apareceu em formato de cunha, para outras como um cone. Mas independentemente da forma que assumiu, ele sempre foi o número 1. Sua história é a nossa história. É uma história de lutas, de sabedoria, uma história sobre as origens dos números. Nós veremos como o 1 ajudou a criar as primeiras cidades, como ajudou a construir impérios e como ajudou uma das mentes mais brilhantes da história. Também conheceremos sua participação no modo de funcionamento do dinheiro. Por fim, veremos como o 1 se associou ao zero para dominar o mundo em que vivemos hoje, o mundo digital que funciona com 1 e 0.
Ele representa o início de tudo, desde os primeiros registros simbólicos grafados em ossos para exprimir quantidades em uma sucessão de traços que permitia a contagem. Analisando os sumérios, o documentário atribui à sua representação do número um em cones de argila como responsável por possibilitar a representação da subtração e, assim, dar origem à aritmética. Sobre os algarismos hindu-arábicos, o documentário defende que seria mais correto denominá-los indianos, pois esses povos já utilizavam esse sistema algorítmico milhares de anos antes de Cristo, e os árabes, nesse processo, foram responsáveis por levá-los à Europa. Esses algarismos traziam uma novidade revolucionária: o número zero, o qual passa a dividir as atenções com o personagem principal do documentário.
Como a representação do nada foi recebida pela sociedade europeia, e porque o uso do zero revolucionou a representação tanto de grandes quantidades quanto de muito pequenas são questões trabalhadas neste filme. Além disso, a obra analisa como os números um e zero se tornaram os responsáveis por uma das mais importantes revoluções do conhecimento humano: a informatização.