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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
Bens públicos, externalidades, monopólios naturais, 
assimetria de informação; justificativa da intervenção 
estatal
Prof. Dr. Edimilson Eduardo da Silva 
edimilsones2013@gmail.com
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
MAPA MENTAL
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
AS FALHAS DE MERCADO
É frequente ouvirmos a tese de que o setor privado é mais eficiente do que o
governo (setor público) e de que, portanto, uma economia em que as firmas
operem livremente funciona melhor do que uma economia com forte atuação
(intervenção) governamental. Esta é uma visão idealizada do sistema de mercado.
(Giambiagi; Além, 2008, p. 4)
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
AS FALHAS DE MERCADO
Na realidade, existem algumas circunstâncias conhecidas como “falhas de
mercado”, que impedem que ocorra uma situação de ótimo de Pareto.
(Giambiagi; Além, 2008, p. 4)
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AS FALHAS DE MERCADO
Situação de ótimo de Pareto: é um estado em que os recursos estão alocados
da forma mais eficiente possível. Qualquer realocação dos recursos para
melhorar a situação de um indivíduo irá necessariamente piorar as
condições de outro indivíduo.
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Motivos para Existência do Governo
➢Falhas de mercado:
➢ Bens públicos
➢ Monopólios naturais
➢ Externalidades
➢ Mercados incompletos
➢ Falhas de informação
➢ Desemprego e inflação
(Giambiagi; Além, 2011)
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
Falhas de 
mercado
Existência dos 
Bens Públicos 
(Puros, 
Meritórios)
Monopólios 
Naturais
Externalidades
Desenvolviment
o, emprego e 
estabilidade
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Bens Públicos
➢Uso coletivo, não excludente
➢Exemplos: iluminação pública, defesa nacional
• Características:
• Não rivalidade → consumo de um não reduz o de outro 
• Não exclusão → ninguém pode ser impedido de usar
(Giambiagi; Além, 2011)
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Bens Públicos
• Os bens públicos são aqueles cujo consumo/uso é indivisível
ou “não rival”. Em outras palavras, o seu consumo por parte
de um indivíduo ou de um grupo social não prejudica o
consumo do mesmo bem pelos demais integrantes da so-
ciedade.
(Giambiagi; Além, 2015)
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Bens Públicos
• Problema do “carona” (free rider):
• Pessoas consomem sem pagar 
• Empresas não têm incentivo para produzir 
• 👉 Resultado:
• Suboferta no mercado
(Giambiagi; Além, 2011)
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Monopólios Naturais
Ocorrem quando:
• Alto custo fixo 
• Economia de escala 
👉 Um único produtor é mais eficiente
• Exemplos:
• Energia elétrica 
• Abastecimento de água
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Monopólios Naturais
➢Setores com altos custos fixos → energia elétrica, 
saneamento
➢Papel do governo: regulação ou provisão direta
(Giambiagi; Além, 2011)
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
Problemas dos Monopólios
✓Preços elevados
✓Baixa concorrência
✓Ineficiência
(Giambiagi; Além, 2011)
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Intervenção do Estado nos Monopólios
Formas:
✓ Regulação de preços
✓ Empresas estatais
✓ Concessões
Objetivo:
✓ Evitar abuso de poder econômico
(Giambiagi; Além, 2011)
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
Intervenção do Estado nos Monopólios Naturais
➢ No caso da ocorrência do monopólio natural, a intervenção do governo pode
tomar duas formas possíveis.
➢ Ele pode exercer apenas a regulação dos monopólios naturais, a fim de impedir
que o forte poder de mercado detido pelas empresas monopolistas reflita-se na
cobrança de preços abusivos junto aos consumidores, o que representaria uma
perda de bem-estar para a sociedade como um todo.
➢ Alternativamente, o governo pode responsabilizar-se diretamente pela
produção do bem ou serviço referente ao setor caracterizado pelo monopólio
natural.
(Giambiagi, 2015, p.5)
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
ASSIMETRIA DE INFORMAÇÃO (CONCEITO)
Ocorre quando:
➢ Uma parte tem mais informação que a outra
Tipos:
➢ Seleção adversa
➢ Risco moral
• EXEMPLOS
• Mercado de seguros 
• Mercado financeiro 
• Relação médico–paciente
(Giambiagi; Além, 2011)
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INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ASSIMETRIA DE INFORMAÇÃO
Instrumentos:
• Regulação 
• Fiscalização 
• Transparência obrigatória 
Objetivo:
• Reduzir desigualdade de informação
(Giambiagi; Além, 2011)
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
JUSTIFICATIVA GERAL DA INTERVENÇÃO
Segundo Finanças públicas: teoria e prática no Brasil:
• Corrigir falhas de mercado 
• Promover eficiência econômica 
• Garantir justiça social
(Giambiagi; Além, 2011)
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ASSIMETRIA DE INFORMAÇÃO
➢Nos casos de falhas de informação, a intervenção do Estado
justifica-se em razão de o mercado por si só não fornecer dados
suficientes para que os consumidores tomem suas decisões
racionalmente.
➢A forma de ação do Estado pode ser mediante a introdução de
uma legislação que induza a uma maior transparência do
mercado. Por exemplo, podemos citar a exigência de que os
balanços contábeis das empresas e bancos com capital aberto
sejam publicados periodicamente pela imprensa.
(Giambiagi, 2015, p. 6 )
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Externalidades
• Externalidade = efeito de uma ação sobre terceiros
• Tipos:
• Positivas (benefícios) 
• Negativas (custos)
• Externalidade positiva porque traz benefícios para a sociedade 
como um todo (Giambiagi, 2015, p.8).
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Externalidades
➢Positivas: vacinação, educação
➢Negativas: poluição, congestionamentos
➢Intervenções: impostos, subsídios, regulamentações
(Giambiagi; Além, 2011)
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Funções Orçamentárias
Função 
Alocativa
Função 
Distributiva
Função 
Estabilizadora
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Funções do Governo
➢Função Alocativa:
➢Oferta de bens públicos e meritórios (saúde, educação)
➢Ajustes na alocação de recursos
(Albuquerque, 2015)
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
Funções do Governo
➢Função Distributiva
➢Redução de desigualdades sociais
➢Instrumentos: impostos progressivos, subsídios, 
transferências
(Albuquerque, 2015)
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Intervenção do Estado
O Estado:
• Financia via impostos 
• Produz ou regula a oferta 
Objetivo:
• Garantir acesso universal 
• Corrigir falha de mercado
(Albuquerque, 2015)
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Intervenção do Estado na economia
Política Econômica
•política monetária, 
•política cambial, 
•política regulatória
•política fiscal.
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
➢ Políticas Econômicas
➢ Toda ação tomada pelo governo através de instrumentos econômicos parte da
premissa de formular propostas para resolver ou minimizar os problemas
econômicos presentes, zelando pelos interesses e bem-estar da população.
Intervenção do Estado na economia
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
➢ Políticas Econômicas
➢ A função do governo é, portanto, atuar sobre determinadas variáveis e, através
dessas, alcançar resultados positivos no campo econômico, como redução
da inflação ou equilíbrio da balança de pagamentos.
Intervenção do Estado na economia
https://www.politize.com.br/inflacao-e-metas-de-inflacao/
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
➢ As políticas econômicas dependem de um diagnóstico correto de quais são os
problemas econômicos existentes e da visão que os governantes têm sobre o papel
do Estado na sociedade.
➢ Logo, as principais divergências existentes na condução dessas políticas são na
esfera do pensamento econômico.
Intervenção do Estado na economia
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
➢ Mas a macroeconomia, de uma forma geral, segue uma lógica intuitiva. Em
outras palavras, pode existir discordância em relação a assuntos como o
aumento da taxa de juros ou se seria coerente aumentar os tributos, mas é
indiscutível o efeito que cada ação possui.
Intervenção do Estado na economia
https://www.politize.com.br/tripe-macroeconomico-o-que-e/
https://www.politize.com.br/o-que-e-taxa-de-juros-e-como-ela-afeta-sua-vida/
https://www.politize.com.br/trilhas/tributos/
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POLÍTICAMONETÁRIA
➢É o conjunto de medidas que o governo adota para controlar a
oferta de moeda conforme os interesses econômicos do
país. Entende-se como oferta de moeda a liquidez do ativo, a
facilidade com que ele pode ser convertido em dinheiro.
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA MONETÁRIA
➢O que o governo faz é controlar a quantidade de
dinheiro circulando de forma “mais líquida” na economia. O Banco
Central (BACEN), uma autarquia federal, vinculada ao Ministério
da Fazenda, é o responsável por esse controle. A famosa Selic,
que frequentemente aparece nos noticiários, é a taxa básica de
juros.
https://www.politize.com.br/o-que-e-taxa-de-juros-e-como-ela-afeta-sua-vida/
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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➢O Bacen ao alterar a Selic altera a meta de taxa de juros que
deseja alcançar, e para isso, utiliza de alguns mecanismos para
alterar os meios de pagamentos (oferta de moeda).
POLÍTICA MONETÁRIA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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➢ Na teoria, menor oferta de moeda circulando significa que esse ativo está
ficando mais escasso, consequentemente a demanda por empréstimos sobe e
então, as instituições financeiras aumentam os juros por estarem oferecendo
um produto que está sendo mais procurado pelo mercado (o empréstimo).
➢ Vale a mesma regra para o processo inverso.
POLÍTICA MONETÁRIA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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➢ Como dito anteriormente, existem algumas ferramentas utilizadas pelo
BACEN no controle de oferta de moeda, que são: operações de mercado
aberto (open market), depósitos compulsórios, redescontos bancários e
controle e seleção de crédito.
POLÍTICA MONETÁRIA
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➢ A política cambial, que por sua vez difere da política fiscal e da política
monetária, é baseada na administração das operações cambiais e da
taxa de câmbio.
➢ São utilizadas para controle das relações comerciais e financeiras entre os
agentes de um determinado sistema econômico com outro externo, em
outras palavras, de seu país com outros países.
POLÍTICA CAMBIAL
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➢ No âmbito comercial, a situação de equilíbrio é avaliada pela balança
comercial, ao gerar saldo positivo ou negativo entre a exportação e
importação de bens e serviços.
➢ Já no âmbito financeiro, o equilíbrio é mensurado entre a quantidade de
recursos (dólares) atraídos para o mercado interno para pagamento das
contas em dólares.
➢ A soma dos dois fatores resulta em superávit ou déficit da chamada Balança
de Pagamentos.
POLÍTICA CAMBIAL
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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➢ A maioria dos países desenvolvidos adotam um regime de câmbio
flutuante, onde a taxa de câmbio é determinada exclusivamente pela
interação entre oferta e demanda.
➢ Já no câmbio fixo, uma taxa de câmbio é estipulada e o Banco Central deve
se virar para vender ou comprar dólares, a fim de manter o câmbio
inalterado.
POLÍTICA CAMBIAL
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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➢ No caso brasileiro, utiliza-se de um regime híbrido: o governo atua quando
as oscilações ocorridas no mercado cambial podem comprometer
determinados objetivos da política econômica.
➢ Assim, se o dólar atinge um patamar considerado muito elevado ou muito
baixo, o Banco Central intervém. Esse regime assemelha-se muito ao
regime de bandas cambiais ou flutuação suja.
POLÍTICA CAMBIAL
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA REGULATÓRIA
➢ A política regulatória define o processo pelo qual o governo, ao identificar
um objetivo de política, decide utilizar a regulação como um instrumento de
política e começa a formular e aprovar a regulação por meio de tomada de
decisões baseadas em evidências.
➢ A Política Regulatória é competência exclusiva dos Ministérios, da
Presidência da República, do Poder Legislativo e do Poder Judiciário.
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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➢ As políticas regulatórias visam regular determinado setor, ou seja, criar
normas para o funcionamento dos serviços e a implementação de
equipamentos urbanos.
➢ A política regulatória se refere à legislação e é um instrumento que permite
regular (normatizar) a aplicação de políticas redistributivas e distributivas,
como, por exemplo, a Lei de Uso do Solo e o Plano Diretor.
➢ Têm efeitos de longo prazo e, normalmente, não trazem benefícios
imediatos.
POLÍTICA REGULATÓRIA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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➢ Este é o principal instrumento de política econômica do setor público.
Resumidamente, a política fiscal pode ser definida como o planejamento
orçamentário do Estado.
➢ O orçamento nada mais é que a diferença entre as receitas e despesas
em um período. Quando as receitas são maiores que os gastos, tem-se
um superávit e quando as receitas são menores, um déficit.
POLÍTICA FISCAL
https://www.politize.com.br/orcamento-publico-como-e-definido/
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA FISCAL
➢ A receita é obtida através da arrecadação de impostos, enquanto as
despesas são mais variadas, contabilizando os gastos com pagamentos
de funcionários, construção e manutenção de escolas, hospitais,
pagamentos de juros da dívida, etc.
➢ As alterações de receita e gastos podem ser feitas em inúmeros
segmentos da economia.
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA FISCAL
➢ Toda política tributária deve obedecer a um princípio constitucional, chamado
princípio da anterioridade (antes conhecido como princípio da anualidade), segundo
o qual a implementação de uma medida só pode ocorrer a partir do ano seguinte ao
de sua aprovação pelo Congresso Nacional.
➢ Como consta do art. 150, inciso III, b, da Constituição Federal de 1988, é vedado às
autoridades públicas cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que tenha
sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou.
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA FISCAL
➢ Pode-se diminuir a tributação para setores específicos da indústria de forma
a incentivar o investimento daquele segmento, pode-se aumentar os gastos
com infraestrutura (rodovias, portos, sistema de transmissão de energia,
etc), e assim por diante.
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA FISCAL
➢ E a dinâmica da política fiscal é mais ou menos a seguinte. Quando se tem
um superávit, existe a sinalização de que as contas estão sendo pagas e
de que está sobrando dinheiro, que pode ser utilizado para reduzir o
estoque da dívida pública, por exemplo.
➢ Além disso, o setor público teria uma folga para investir em
áreas precisam de impulso, ou então para reduzir impostos e estimular a
economia.
https://www.politize.com.br/o-que-e-superavit-primario/
https://www.politize.com.br/divida-publica-como-ela-afeta-o-seu-dia-dia/
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA FISCAL
➢ Com a redução de impostos, sobra mais dinheiro para os agentes consumirem
ou investirem, o que aumenta o Produto Interno Bruto (PIB) – soma de tudo
que foi produzido no país.
➢ Da mesma forma que o aumento de investimento direto por parte do governo
tem a tendência de promover crescimento do PIB.
https://www.politize.com.br/pib-o-que-e/
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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CONCLUSÃO
➢O mercado é importante, mas limitado
➢Falhas justificam a atuação estatal
➢O equilíbrio ideal:
➢Mercado + Estado
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
REFERÊNCIAS:
GIAMBIAGI, Fabio; ALÉM, Ana Cláudia Duarte de. Finanças públicas: teoria e
prática no Brasil. 3. ed., rev. e atual. Rio de Janeiro, RJ: Campus, 2008.
GIAMBIAGI, Fabio. Finanças Públicas - Teoria e Prática no Brasil. 5. ed. Rio de
Janeiro: GEN Atlas, 2015. E-book. p.8. ISBN 9788595154773. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595154773/. Acesso
em: 29 mar. 2026.
MAZZUCATO, Mariana. O Estado empreendedor: desmascarando o mito do
setor público vs. setor privado. São Paulo: Portfolio-Penguin, 2014.

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