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avaliação Final Fluxo 5 2024

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Questões resolvidas

Leia a canção abaixo e responda às questões propostas.
Observação: Marque com um (X) apenas uma das alternativas para cada questão.
Leia os textos abaixo para responder as questões propostas.

Texto 01

Canção do exílio (Gonçalves Dias)

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques tem mais vida,
Nossa vida mais amores.
[...]
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras
Onde canta o Sabiá.

Texto 02

Canto de regresso à Pátria (Carlos Drummond de Andrade)

Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase tem mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Minha terra tem mais rosas
E quase tem mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que eu veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
Os textos 01 e 02, escritos em contextos históricos e culturais diversos, enfocam o mesmo motivo poético: a paisagem brasileira entrevista a distância. Analisando-os, conclui-se que:
a) o ufanismo, atitude de quem se orgulha excessivamente do país em que nasceu, e o tom de que se revestem os dois textos.
b) a exaltação da natureza é a principal característica do texto 02, que valoriza a paisagem tropical realçada no texto 01.
c) o texto 02 aborda o tema da nação, como o texto 01, mas sem perder a visão crítica da realidade brasileira.
d) o texto 02, em oposição ao texto 01, revela distanciamento geográfico do poeta em relação à pátria.
e) ambos os textos apresentam ironicamente a paisagem brasileira.

Leia o poema “meus oito anos”, de Casimiro de Abreu, poeta da segunda fase do romantismo no Brasil.

MEUS OITO ANOS
Casimiro de Abreu

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Como são belos os dias
Do despontar da existência!
– Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor!

Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!

Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!
O sentimento que o eu lírico possui pela infância que não volta mais é:
a) recordação nostálgica.
b) melancolia extrema.
c) ternura profunda.
d) consternação prazerosa.
e) alegria eterna.

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Questões resolvidas

Leia a canção abaixo e responda às questões propostas.
Observação: Marque com um (X) apenas uma das alternativas para cada questão.
Leia os textos abaixo para responder as questões propostas.

Texto 01

Canção do exílio (Gonçalves Dias)

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques tem mais vida,
Nossa vida mais amores.
[...]
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras
Onde canta o Sabiá.

Texto 02

Canto de regresso à Pátria (Carlos Drummond de Andrade)

Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase tem mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Minha terra tem mais rosas
E quase tem mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que eu veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
Os textos 01 e 02, escritos em contextos históricos e culturais diversos, enfocam o mesmo motivo poético: a paisagem brasileira entrevista a distância. Analisando-os, conclui-se que:
a) o ufanismo, atitude de quem se orgulha excessivamente do país em que nasceu, e o tom de que se revestem os dois textos.
b) a exaltação da natureza é a principal característica do texto 02, que valoriza a paisagem tropical realçada no texto 01.
c) o texto 02 aborda o tema da nação, como o texto 01, mas sem perder a visão crítica da realidade brasileira.
d) o texto 02, em oposição ao texto 01, revela distanciamento geográfico do poeta em relação à pátria.
e) ambos os textos apresentam ironicamente a paisagem brasileira.

Leia o poema “meus oito anos”, de Casimiro de Abreu, poeta da segunda fase do romantismo no Brasil.

MEUS OITO ANOS
Casimiro de Abreu

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Como são belos os dias
Do despontar da existência!
– Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor!

Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!

Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!
O sentimento que o eu lírico possui pela infância que não volta mais é:
a) recordação nostálgica.
b) melancolia extrema.
c) ternura profunda.
d) consternação prazerosa.
e) alegria eterna.

Prévia do material em texto

COLÉGIO DUQUE DE CAXIAS
DISCIPLINA: LP/LB Série: FLUXO 5 A
ALUNO(A): _____________________________________________________
DATA: ___/____/______
PROFESSORA: SANDRA
 AVALIAÇÃO FINAL – 1ª UNIDADE
 LÍNGUA PORTUGUESA E LIT. BRASILEIRA
 VALOR: 4,0 PONTOS
Leia a canção abaixo e responda às questões propostas.
Observação: Marque com um (X) apenas uma das alternativas para cada questão.
Leia os textos abaixo para responder as questões propostas.
Texto 01
Canção do exílio (Gonçalves Dias)
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques tem mais vida,
Nossa vida mais amores.
[...]
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras
Onde canta o Sabiá.
Texto 02
Canto de regresso à Pátria (Carlos Drummond de Andrade)
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase tem mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Minha terra tem mais rosas
E quase tem mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que eu veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
Questão 01
Os textos 01 e 02, escritos em contextos históricos e culturais diversos, enfocam o mesmo motivo poético: a paisagem brasileira entrevista a distância. Analisando-os, conclui-se que:
a) o ufanismo, atitude de quem se orgulha excessivamente do país em que nasceu, e o tom de que se revestem os dois textos.
b) a exaltação da natureza é a principal característica do texto 02, que valoriza a paisagem tropical realçada no texto 01.
c) o texto 02 aborda o tema da nação, como o texto 01, mas sem perder a visão crítica da realidade brasileira.
d) o texto 02, em oposição ao texto 01, revela distanciamento geográfico do poeta em relação à pátria.
e) ambos os textos apresentam ironicamente a paisagem brasileira.
Questão 02
Numere a coluna da esquerda, de acordo com a coluna da direita, tendo em vista a poesia romântica brasileira:
1. primeira geração
2. segunda geração
3. terceira geração
( ) abolicionismo
( ) condoreirismo
( ) Pessimismo e negativismo
( ) exaltação da morte e fuga da realidade
( ) indianismo
( ) nacionalismo e ufanismo
Agora, escolha a alternativa que apresenta a sequência correta dos numerais:
a) 2 - 3 - 2 - 1 - 2 - 1.
b) 1 - 3 - 2 - 1 - 2 - 3.
c) 3 - 2 - 2 - 1 - 2 - 2.
d) 2 - 1 - 2 - 2 - 1 - 1.
e) 3 - 3 - 2 - 2 - 1 - 1.
Questão 03
Leia:
“Cantor das selvas, entre bravas matas
Áspero tronco da palmeira escolho,
Unido a ele soltarei meu canto,
Enquanto o vento nos palmares zune,
Rugindo os longos, encontrados leques.”
Os versos acima, de Os Timbiras, de Gonçalves Dias, apresentam características da primeira geração romântica:
a) apego ao equilíbrio na forma de expressão; presença do nacionalismo, pela temática indianista e pela valorização da natureza brasileira.
b) resistência aos exageros sentimentais e à forma de expressão subordinada às emoções; visão da poesia a serviço de causas sociais, como a escravidão.
c) expressão preocupada com o senso de medida; “mal do século”; natureza como amiga e confidente.
d) transbordamento na forma de expressão; valorização do índio como típico homem nacional; apresentação da natureza como refúgio dos males do coração.
e) expressão a serviço da manifestação dos estados de espírito mais exagerados; sentimento profundo de solidão.
Questão 04
Assinale a alternativa correta.
A poesia brasileira do Romantismo do século XIX pode ser dividida em:
a) três fases: a poesia indianista e nacionalista, a poesia subjetiva e pessimista e a poesia libertária e social.
b) duas fases: a histórica e indianista, e a fase subjetiva e individualista.
c) três fases: a subjetiva, a nacionalista e a experimental.
d) quatro fases: a histórica, a de crítica nacionalista, a experimental e a subjetiva.
e) duas fases: a amorosa e sentimental e a fase nacionalista.
Questão 05
Considere as afirmações abaixo sobre o romantismo no Brasil:
I. O movimento romântico no Brasil teve início em 1836 com a publicação de “Suspiros poéticos e saudades” de Gonçalves de Magalhães.
II. O romantismo no Brasil se destacou na poesia e na prosa.
III. A segunda fase do romantismo no Brasil sofreu influências da poesia do poeta inglês Lord Byron e foi marcada por aspectos negativos.
Estão corretas as afirmações:
a) I
b) I e II
c) I e III
d) II e III
e) I, II e III
Leia o poema “meus oito anos”, de Casimiro de Abreu, poeta da segunda fase do romantismo no Brasil.
MEUS OITO ANOS
Casimiro de Abreu
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
– Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!
Questão 06
 O sentimento que o eu lírico possui pela infância que não volta mais é:
 a) recordação nostálgica.
 b) melancolia extrema.
 c) ternura profunda.
 d) consternação prazerosa.
 e) alegria eterna.
Questão 07
 O verso que apresenta a figura de linguagem definida como metáfora?
a) “Como são belos os dias”
b) “À sombra das bananeiras”
c) “O céu bordado d’estrelas”
d) “Que amor, que sonhos, que flores”
e) “Debaixo dos laranjais!
Questão 08
 Prosopopeia ou personificação é a atribuição de características humanas a seres não humanos ou inanimados. Um verso do poema que mostra um exemplo de personificação é:
a) “Trepava a tirar as mangas”
b) “Que os anos não trazem mais!”
c) “Que amor, que sonhos, que flores”
d) “As ondas beijando a areia”
e) “A sombra das bananeiras”
Leia e analise o poema abaixo para responder as questões 09 e 10.
"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?"
 (Cecília Meireles)
Questão 09
Qual a figura de linguagem predominante nos versos acima?
a) Ironia.
b) Sinestesia.
c) Gradação.
d) Hipérbole.
e) Onomatopeia.
Questão 10
Nos versos abaixo, predomina a figura de linguagem
"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro”
a) Catacrese.
b) Gradação.c) Metonímia.
d) Eufemismo.
e) Metáfora

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