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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO RIO DE JANEIRO, CAMPUS NILÓPOLIS
Rua Lúcio Tavares, 1045, Nilópolis – Rio de Janeiro
CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA
Prática I
PONTO DE FUSÃO
PONTO DE EBULIÇÃO
Nome Completo
Nilópolis – RJ
xx de xxxxxxxxx de 20xx
SUMÁRIO
	1. INTRODUÇÃO …………………………….…………..........……………….…............
	xx
	2. OBJETIVO ………………………………………………………………….….................
	xx
	3. MATERIAIS E REAGENTES ………………………….……………………….…...…..
	xx
	4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL ......……………………………………...............
	xx
	5. RESULTADOS E DISCUSSÃO ……………………………….……………...........…
	xx
	6. CONCLUSÃO ……………………………………………………………….…................
	xx
	7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS …………………………………….….................
	xx
	
	
TABELAS
	Tabela 01 – Valores obtidos durante os testes ....................................................................………….
	04
	Tabela 02 – Resultados da média e do desvio padrão ……………………………………………………
	04
1. INTRODUÇÃO
Ponto de Fusão – p. 98; Determinação do P.F. no Capilar – p. 99-100; Ponto de Ebulição – p. 100-101. (Código na biblioteca: 547 ok68 2 ed.)
BECKER, H. G. O.; BERGER, W.; DOMSCHKE, G.; FANGHANEL, E.; FAUST, J.; FISCHER, M. GENTZ, F.; GEWALD, K.; GLUCH, R.; MAYER, R.; MULLER, K.; PAVEL, D.; SCHMIDT, H.; SCHOLLBERG, K.; SCHWETLICK, K.; SEILER, E.; ZEPPENFELD, G. Organikum – Química Orgânica Experimental. Fundação Calouste Gulbenkian, 2a Edição, 1997.
Ponto de Fusão – p. 59; Ponto de Ebulição – p. 63; (Código na biblioteca: 547 (036) D541g v.1)
DIAS, A. G.; DA COSTA, M. A.; GUIMARÃES, P. I. C. Guia Prático de Química Orgânica – Volume 1 – Técnicas e Procedimentos: Aprendendo a fazer. Editora Interciência, Rio de Janeiro, 2004.
Melting Point – p. 236 e Boiling Point – p. 241 (Código na biblioteca: 547(076.5) V878v 5th)
FURNISS, B. S.; HANNAFORD, A. J.; SMITH, P. W. G.; TATCHELL, A. R. Vogel´s Textbook of Practical Organic Chemistry. 5th Edition, Editora Longman, 1989.
2. OBJETIVO 
O objetivo do experimental é xxxxxxxxxxxxxxxx
· Teoria: Descreva sucintamente a teoria, focando no conceito de pressão de vapor e como ela se relaciona com o ponto de ebulição. Mencione brevemente o princípio da técnica do tubo capilar, onde a temperatura é registrada quando o vapor do líquido vence a pressão atmosférica e o líquido reflui (colapso do colar contínuo/colar de bolhas). Explicar o que é ponto de fusão? Como podemos explicar se uma substância está pura através do ponto de fusão? Em que situação uma mistura possui o ponto de fusão definido? Fale das amostras utilizadas e relacione-as com suas propriedades físicas e interações químicas moleculares.
· Objetivo: Determinar o ponto de fusão da amostra líquida desconhecida fornecida (1-butanol), baseando-se na técnica do no uso do tubo de Thiele, Tubo de ensaio e microtubo (capilar).
3. MATERIAIS E REAGENTES
Utilizou-se os seguintes materiais e reagentes: 
	Materiais
	Reagentes
	1 Termômetro (Termopar)
	Óleo de Soja (isento de água)
	1 Tubo de Thiele
	Amostra desconhecida
	3 Tubos de ensaio
	
	3 Tubos capilares
	
	1 Suporte Universal
3 Garras e 3 Mufas
	
Tabela de Periculosidade
	Reagente
	Toxicidade/Periculosidade
	1-Butanol
	Inflamável, Nocivo
	t-Butanol
	Inflamável, Irritante
	Óleo de Soja
	Baixa/Nenhuma
4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
A técnica empregada para a determinação do ponto de ebulição e ponto de fusão é baseada no uso do tubo de Thiele.
Siga a sequência do roteiro para descrever os procedimentos passo a passo.
Pode utilizar as responda das questões discutidas em laboratório para enriquecer o seu texto.
1. Um microtubo de ensaio foi preenchido com aproximadamente 2mLda amostra líquida desconhecida?
2. Um tubo capilar, selado em uma das extremidades, foi colocado dentro do microtubo com a extremidade aberta para baixo?
3. O microtubo foi fixado ao termômetro com um elástico?
4. O tubo de Thiele foi preenchido com óleo?
5. O termômetro com o microtubo foi preso ao tubo de Thiele, com o bulbo do termômetro e o microtubo imersos no óleo?
6. O tubo de Thiele foi aquecido com chama branda? A quantidade de óleo dentro do tubo de Thiele foi ideal?
7. Observou-se o aparecimento de um fluxo contínuo de bolhas (colar contínuo) provenientes do capilar? Manteve-se o aquecimento nessa temperatura por cerca de quanto tempo?
8. A chama foi removida antes do resultado do ponto de ebulição? 
9. A temperatura foi registrada no momento exato em que a formação das bolhas cessou e o líquido refluiu para dentro do tubo capilar? Essa temperatura é o ponto de ebulição do líquido?
10. Qual o valor do ponto de ebulição? Faça uma pequena tabela comparando o valor encontrado relacionando-o com a literatura.
11. O procedimento foi repetido três vezes para a amostra para obter uma média?
12. O que acha de incluir um desenho ou uma referência ao esquema da aparelhagem utilizada?
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO.
Discuta o Ponto de Fusão e depois o Ponto de Ebulição.
A determinação do ponto de ebulição utiliza a condição de que a pressão de vapor do líquido se iguala à pressão atmosférica. 
· Comparação e Erros: Compare os valores de P.E/P.E. médios obtidos com os valores de literatura (baseado na Tabela). Discuta a precisão do termômetro (já aferido) e a exatidão da técnica.
· Fenômeno de Ebulição: Explique por que a temperatura no momento do refluxo do líquido para o capilar é o ponto de ebulição. O fluxo contínuo de bolhas (colar contínuo) indica que a pressão de vapor do líquido é maior ou igual à pressão atmosférica.
· Fenômeno da Fusão: xxxxxxxxxxxx
· Identificação: Com base nos valores obtidos, identifique o líquido desconhecido, se possível, ou discuta seu possível grau de pureza/identidade.
· Respostas Adicionais: Responda às questões teóricas do questionário, como a definição de pressão de vapor e a importância da técnica.
· Gráfico do P.E.: Incluir o gráfico comparando os resultados obtidos com os dados da literatura, conforme o questionário.
· Temperatura x Tempo de Aquecimento: construa o gráfico de “rampa” citado no laboratório e explique a relação entre a faixa de temperatura e o tempo de aquecimento na verificação do tempo de fusão.
Exemplo da explicação dada no laboratório:
1) O que é o teste do giro?
2) As moléculas de éter dietílico interagem pouco ou muito? Como se comporta a rede de interações moleculares?
3) GLICERINA: As moléculas interagem muito ou pouco após girar o fraco dela? A glicerina é guardada na geladeira e por quê?
4) Interações fortes são fáceis ou difíceis de evaporar? As interações da glicerina são fortes ou fracas?
5) Quais as medidas de segurança que devemos ter com a glicerina e com o éter dietílico?
6) O que se pode inferir do etanol? O que podemos observar em relação a viscosidade no teste do giro com o etanol? A molécula de etanol é grande? É carregada?
CLOROFÓRMIO
7) Constituídos de átomos de mais pesados (massa atômica = xxxx), logo a sua molécula é mais densa (mais pesada).
8) MERCÚRIO
9) Qual sua densidade? Quanto tem 1L de mercúrio? Ele é considerado pesado? Ele tem cadeia longo? Porque supera a força de interação é momentânea e fraca? Isso está relacionado com as ligações de hidrogênio?
10) Para que serve o elevador? A ação da gravidade auxilia na colocação da amostra dentro do capitar?
11) Agora você pode construir um texto respondendo às perguntas pertinentes em relação as amostras? FAÇA ASSOCIAÇÕES COM AS PROPRIEDADES FÍSICAS DAS SUBSTÂNCIAS UTILIZADAS (Tolueno, Butanol, Ácido Salicílico).
Resultados obtidos (P.E.) x Valores da Literatura
	Amostras
	Tentativa 1
(ºC)
	Tentativa 2 (ºC)
	Tentativa 3 (ºC)
	P.E. Médio Observado (ºC)
	P.E. Literatura (ºC)
	
	
	
	
	
	Valor obtido via pesquisa
	
	
	
	
	
	Valor obtido via pesquisa
	
	
	
	
	
	
Resultados obtidos (P.f.) x Valores da Literatura
	Amostras
	Tentativa 1
(ºC)
	Tentativa 2 (ºC)
	Tentativa 3 (ºC)
	P.F. Observado (ºC)
	P.F. Literatura (ºC)
	
	
	
	
	
	Valor obtido via pesquisa
	
	
	
	
	
	Valor obtido via pesquisa
	
	
	
	
	
	
ATENÇÃO: Incluir todas as medidas verificas e comparar com a literaturapara relatar.
6. CONCLUSÃO
Concluiu-se que o ponto de ebulição das amostras de desconhecido foi determinado [com sucesso / com desvios significativos].
· Resuma o principal resultado: o valor de P.E. e P. F. médio obtido para o líquido desconhecido e sua possível identidade.
· Discuta a viabilidade experimental: o método da microebulição é eficiente?
· Mencione possíveis fontes de erro (e.g., taxa de aquecimento, impurezas, precisão do termômetro.
Referências Bibliográficas.
· BECKER, H. G. O. et al. Organikum – Química Orgânica Experimental. Fundação Calouste Gulbenkian, 2ª Edição, 1997. 
· Citar o Handbook ou fonte utilizada para o P.E. de literatura.
· Citar outros livros e artigos utilizados na elaboração.
7. REFERÊNCIAS.
Não inclua o tema na bibliografia! Apenas a bibliografia e a página utilizada.
1. BECKER, H. G. O.; BERGER, W.; DOMSCHKE, G.; FANGHANEL, E.; FAUST, J.; FISCHER, M. GENTZ, F.; GEWALD, K.; GLUCH, R.; MAYER, R.; MULLER, K.; PAVEL, D.; SCHMIDT, H.; SCHOLLBERG, K.; SCHWETLICK, K.; SEILER, E.; ZEPPENFELD, G. Organikum – Química Orgânica Experimental. Fundação Calouste Gulbenkian, 2a Edição, 1997. Ponto de Fusão – p. 98; Determinação do P.F. no Capilar – p. 99-100; Ponto de Ebulição – p. 100-101. (Código na biblioteca: 547 ok68 2 ed.)
2. DIAS, A. G.; DA COSTA, M. A.; GUIMARÃES, P. I. C. Guia Prático de Química Orgânica – Volume 1 – Técnicas e Procedimentos: Aprendendo a fazer. Editora Interciência, Rio de Janeiro, 2004. (Ponto de Fusão – p. 59; Ponto de Ebulição – p. 63; (Código na biblioteca: 547 (036) D541g v.1)
3. FURNISS, B. S.; HANNAFORD, A. J.; SMITH, P. W. G.; TATCHELL, A. R. Vogel´s Textbook of Practical Organic Chemistry. 5th Edition, Editora Longman, 1989. p.241 (Melting Point – p. 236 e Boiling Point – p. 241 (Código na biblioteca: 547(076.5) V878v 5th)
 
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