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CENTRO UNIVERSITÁRIO AUGUSTO MOTTA 
Curso de enfermagem 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Saúde e Homeostase – Sistema Endócrino 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Adriane Vitória Navega Cruz - 25104480. 
Beatriz Carneiro de Souza - 22104256. 
Beatryz Nascimento dos Santos - 25103404. 
Cristian Jesus de Almeida - 25103933. 
Júlia Mamede Tiburcio - 25106450. 
Karen da Silva Martins - 25104561. 
Rayllandi Cristiny Petini Rangel de Oliveira - 25106379. 
Sarah Martins de Oliveira - 25110103. 
 
 
Orientador: Prof. João Nunes Maidana Júnior 
 
 
 
 
 
 
 
RIO DE JANEIRO 
 
2026 
 
SUMÁRIO 
 
1. Sistema Endócrino 3 
2. Objetivo do Projeto 4 
3. Proposta do Grupo 4 
4. Registros Visuais 5 
5. Referências Bibliográficas 6 
 
 
1. Sistema Endócrino 
 
A manutenção da vida em organismos complexos depende da capacidade de preservar 
a estabilidade das condições internas, independentemente das variações ocorridas no 
ambiente externo. Esse fenômeno de equilíbrio dinâmico é denominado homeostase, um 
conceito fundamental na biologia que descreve a autorregulação necessária para o 
funcionamento celular adequado. No corpo humano, a homeostase não é um estado estático, 
mas sim um processo contínuo de ajustes químicos e físicos que monitoram variáveis críticas, 
como a temperatura corporal, o pH sanguíneo e a concentração de nutrientes (Wang; Qin, 
2022). 
 Para que essa estabilidade seja alcançada, o organismo utiliza sistemas de controle 
integrados, com destaque para o sistema endócrino. Por meio da secreção de hormônios, 
esse sistema atua como um centro de comunicação que coordena respostas fisiológicas a 
partir de mecanismos de feedback (retroalimentação). Esse processo funciona como um ciclo 
de monitoramento constante: na retroalimentação negativa, o tipo mais comum na 
homeostase, o sistema detecta um desvio (como o aumento da glicose sanguínea) e aciona 
uma resposta oposta para neutralizar a alteração, trazendo o organismo de volta ao seu ponto 
de ajuste. Já na retroalimentação positiva, o sistema reforça o estímulo inicial para completar 
um evento específico, como ocorre no parto. Assim, quando ocorre um desvio nos níveis 
ideais de uma substância ou condição, o sistema endócrino intervém para restaurar a 
normalidade, garantindo que o meio interno permaneça dentro de limites fisiológicos seguros 
(Hall, 2017). 
 No contexto da homeostase, o sistema endócrino destaca-se por sua capacidade de 
regular funções vitais por meio da produção e liberação de hormônios diretamente na corrente 
sanguínea. Esses mensageiros químicos são produzidos por glândulas especializadas, como 
a hipófise, a tireóide, as suprarrenais e o pâncreas, cada uma responsável por atuar em 
órgãos-alvo específicos (Hiller-Sturmhofel; Bartke, 1998). 
A hipófise, frequentemente denominada “glândula mestra”, exerce papel central no 
controle endócrino, uma vez que regula a atividade de diversas outras glândulas. A tireoide, 
por sua vez, atua na regulação do metabolismo por meio da produção de hormônios como a 
tiroxina (T4) e a triiodotironina (T3). O pâncreas contribui para o controle glicêmico através da 
insulina e do glucagon, enquanto as glândulas suprarrenais participam da resposta ao 
estresse por meio da produção de hormônios como o cortisol e a adrenalina (Tortora; 
Derrickson, 2016). 
 
Dessa forma, o sistema endócrino atua de maneira integrada e coordenada, garantindo 
a estabilidade interna e adaptação do organismo às diferentes condições. Compreender a 
homeostase é essencial para o entendimento da saúde humana, uma vez que sua 
desregulação pode levar ao desenvolvimento de diversas patologias. 
 
2. Objetivo do Projeto 
 
Promover o aprendizado sobre a homeostase e o sistema endócrino por meio do jogo 
educativo ‘Corpo em Ação.’ 
 
3. Proposta do Grupo 
 
O grupo pretende desenvolver uma ação de educação em saúde por meio da 
elaboração de um jogo educativo intitulado “Corpo em Ação”, com o objetivo de facilitar a 
compreensão da relação entre a homeostase e o funcionamento do sistema endócrino. A 
proposta busca promover o aprendizado de forma dinâmica e interativa, contribuindo para a 
conscientização sobre a importância da regulação hormonal na manutenção da saúde. 
O jogo será desenvolvido em formato de torre, na qual cada bloco representará um 
hormônio associado a uma glândula endócrina específica, identificada por cores. A estrutura 
da torre simboliza o corpo humano, enquanto a retirada e reposição das peças representam 
os processos de regulação e equilíbrio interno. 
A dinâmica do jogo será baseada em situações-problema relacionadas a desequilíbrios 
hormonais, nas quais os participantes deverão identificar corretamente a glândula e o 
hormônio envolvidos. Em caso de acerto, o jogador contribui para a manutenção da 
estabilidade da torre, enquanto o erro simula falhas na regulação, enfraquecendo a estrutura. 
Além disso, o jogo contará com desafios especiais que representam respostas fisiológicas 
coletivas, como situações de estresse, ampliando a compreensão dos mecanismos de 
adaptação do organismo. 
Dessa forma, o recurso educativo será utilizado como estratégia lúdica para promover a 
aprendizagem significativa, facilitando a assimilação dos conteúdos e incentivando a 
participação ativa dos indivíduos no processo de construção do conhecimento em saúde. 
 
 
4. Registros Visuais 
 
 
 Figura 1: Representação ilustrativa da ideia do jogo “Corpo em equilíbrio”. 
 Fonte: Elaborado pelo grupo, com uso de inteligência artificial (ChatGPT, 2026). 
 
 
5. Referências Bibliográficas 
 
HALL, J. E. Guyton & Hall: Tratado de Fisiologia Médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 
2017. 
 
HILLER-STURMHOFEL, S.; BARTKE, A. The Endocrine System. Alcohol Health Research 
World, v. 22, n. 3, p. 153-164, 1998. Disponível em: 
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6761896/. Acesso em: 6 mar. 2026. 
 
TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 14. ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. Disponível em: 
https://archive.org/details/principiosdeanatomiafisiologia14.ed. Acesso em: 23 mar. 2026. 
 
WANG, S.; QIN, L. Homeostatic medicine: a strategy for exploring health and disease. Current 
Medicine, v. 1, n. 1, p. 16, 2022. Disponível em: 
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9510546/. Acesso em: 06 mar. 2026.