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AULAS DE 1 A 10 - Contabilidade Tributária(1)

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11,04
	10,06
	600.000,01 a 720.000
	18,45
	17,20
	15,40
	14,10
	13,60
	12,60
	11,60
	10,60
	720.000,01 a 840.000
	18,55
	17,30
	15,50
	14,11
	13,68
	12,68
	11,68
	10,68
	840.000,01 a 960.000
	18,62
	17,32
	15,60
	14,12
	13,69
	12,69
	11,69
	10,69
	960.000,01 a 1.080.000
	18,72
	17,42
	15,70
	14,13
	14,08
	13,08
	12,08
	11,08
	1.080.000,01 a 1.200.000
	18,86
	17,56
	15,80
	14,14
	14,09
	13,09
	12,09
	11,09
	1.200.000,01 a 1.320.000
	18,96
	17,66
	15,90
	14,49
	14,45
	13,61
	12,78
	11,87
	1.320.000,01 a 1.440.000
	19,06
	17,76
	16,00
	14,67
	14,64
	13,89
	13,15
	12,28
	1.440.000,01 a 1.560.000
	19,26
	17,96
	16,20
	14,86
	14,82
	14,17
	13,51
	12,68
	1.560.000,01 a 1.680.000
	19,56
	18,30
	16,50
	15,46
	15,18
	14,61
	14,04
	13,26
	1.680.000,01 a 1.800.000
	20,70
	19,30
	17,45
	16,24
	16,00
	15,52
	15,03
	14,29
	1.800.000,01 a 1.920.000
	21,20
	20,00
	18,20
	16,91
	16,72
	16,32
	15,93
	15,23
	1.920.000,01 a 2.040.000
	21,70
	20,50
	18,70
	17,40
	17,13
	16,82
	16,38
	16,17
	2.040.000,01 a 2.160.000
	22,20
	20,90
	19,10
	17,80
	17,55
	17,22
	16,82
	16,51
	2.160.000,01 a 2.280.000
	22,50
	21,30
	19,50
	18,20
	17,97
	17,44
	17,21
	16,94
	2.280.000,01 a 2.400.000
	22,90
	21,80
	20,00
	18,60
	18,40
	17,85
	17,60
	17,18
 Fonte: Adaptada do anexo V da LC 128/08.
Exemplo:
A Academia de Ginástica Malhação, optante do Simples Nacional obteve no mês de maio de X11 os seguintes dados para cálculo do Simples:
Receita Bruta do mês...............................................R$ 99.500,00
Média da folha com encargos dos últimos 12 meses.....R$ 28.650,00
Média de receitas dos últimos 12 meses......................R$114.200,00 
Memória de cálculo do enquadramento para pagamento do Simples:
F = 12 x 28.650 = 343.800 = 0,250876 
 12 x 114.200 1.370.400
Enquadramento: 1.370.400 (faixa 1.320 a 1.440); F = 0,2509 (0,25 a 0,299); Percentual de enquadramento do simples = 14,64% 
Simples do mês = R$99.500 x 0,1464 = R$14.566,80
Ultrapassagem do limite
A EPP que ultrapassar o limite de R$2.400.000,00 de receita bruta deverá se desenquadrar do Simples, devendo optar pelo lucro real ou presumido no ano calendário seguinte, tendo que cumprir todas as obrigações tributárias antes incluídas no Simples Nacional. Caso o limite seja ultrapassado ao longo do ano calendário o excesso de receita sofrerá acréscimo de 20% sobre a última alícota aplicada. 
Microempreendedor individual
A LC 128/08 contemplou a figura do microempreendedor individual (MEI) que poderá optar pelo recolhimento nas bases do Simples. É considerado MEI, o empresário individual que auferir receita bruta no ano calendário anterior de até R$36.000,00 e não estiver impedido de optar pelo Simples. A LC estabelece valores fixos para os optantes enquadrados como MEI, independendo da receita auferida, montando a soma dos seguintes valores: R$45,65 de INSS, mais R$1,00 se for contribuinte do ICMS e R$5,00 se for contribuinte do ISS. Estes contribuintes também são beneficiados com tratamento diferenciado no processo de registro e redução a zero dos valores referentes às taxas, emolumentos e demais custos relativos à abertura, à inscrição, ao registro e à concessão de alvará de funcionamento provisório. 
QUESTÕES DISCURSIVAS:
O que se entende por entidades imunes ao IRPJ. Cite 3 exemplos.
Defina sucintamente o que se entende por contribuinte do Imposto de Renda.
Cite trê exemplos de entidades isentas do IRPJ.
Defina sucintamente a base de apuração do simples nacional.
Enumere e conceitue as principais formas de tributação do IRPJ.
Defina sucintamente o simples nacional e quais os tipos de pessoas habilitadas a este tipo de tributação.
As entidades prestadoras de serviços podem optar pelo simples nacional? Quais as opções disponíveis no caso deste enquadramento?
O que se entende por microempreendedor individual?
QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA:
Quanto ao fato gerador do imposto, de competência da União, sobre a renda e proventos de qualquer natureza, indique a alternativa que melhor caracteriza a hipótese de incidência:
A aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de renda sobre produto do capital, do trabalho ou da combinação de ambos e de proventos de qualquer natureza;
A aquisição de direitos sobre bens, mesmo que os rendimentos sobre estes ainda não tenham sido realizados jurídica ou economicamente;
Os bens adquiridos com base no capital, no trabalho ou através da combinação de ambos, mesmo que ainda não tenham sido realizados jurídica ou economicamente;
A valorização dos bens e direitos adquiridos independentemente da sua realização e da sua disponibilidade para fins de incidência do imposto;
A aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica de bens e direitos adquiridos pela valorização do capital, do trabalho ou a combinação de ambos. 
Com base nos conceitos de "disponibilidade econômica" e "disponibilidade jurídica", pode-se afirmar que: 
No primeiro o beneficiário tem título jurídico que lhe permite obter a respectiva realização em dinheiro e o segundo trata-se de rendimento já realizado e no bolso;
O primeiro corresponde aos rendimentos ainda não realizados como dividendos adquiridos e os juros incorridos, enquanto o segundo corresponde aos rendimentos realizados, ou seja dinheiro em caixa;
O primeiro corresponde à disponibilidade para a realização econômica, enquanto o segundo corresponde a confirmação do direito sobre bens adquiridos;
O primeiro corresponde ao rendimento realizado, isto é, dinheiro em caixa ou no bolso e o segundo corresponde ao rendimento adquirido;
Há uma grande similaridade nos dois conceitos, ambos correspondendo ao rendimento já realizado, com dinheiro em caixa ou no bolso. 
Marque a alternativa mais completa e adequada a composição da base de cálculo do Imposto de Renda:
 O montante simplificado, realizado ou arbitrado, da renda e dos proventos tributáveis;
 O montante, real, arbitrado ou presumido, da renda ou dos proventos tributáveis;
 O montante realizado, diferido ou presumido, da renda e dos proventos tributáveis;
 O total das receitas advindas da realização de bens e direitos que correspondam a atividade principal da pessoa jurídica;
 O total de receitas advindas da venda de bens e direitos independente da atividade e dos custos de sua realização. 
O SIMPLES NACIONAL é uma forma simplificada de apuração e recolhimento de uma parte dos tributos das pessoas jurídicas. As pessoas jurídicas que podem se enquadrar nesta modalidade são: 
Somente as classificadas como microempresa e empresa de pequeno porte cuja a renda não ultrapasse R$240.000 ao mês;
Todas as microempresas e empresas de pequeno porte cuja a renda líquida mensal não ultrapasse R$200.000 ao mês ao longo do ano;
As microempresas ou empresa de pequeno porte, cuja a receita bruta anual não ultrapasse R$2.400.000,00;
Somente as microempresas e empresas de pequeno porte de cunho comercial com rendimentos líquidos anuais até R$2.400.000;
Todas as sociedades independente da sua formação jurídica ou classificação econômica, cuja a receita líquida anual não ultrapasse R$2.400.000. 
GABARITO (A, D, B, C)
�
AULA 9
IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA - LUCRO REAL
OBJETIVOS
IDENTIFICAR E COMPREENDER OS PRINCIPAIS INSTITUTOS DO LUCRO REAL;
DIFERENCIAR E APLICAR OS CONCEITOS RELACIONADOS ÀS MODALIDADES DE LUCRO REAL;
EFETUAR OS AJUSTES POR ADIÇÃO, EXCLUSÃO E COMPENSAÇÃO;
EFETUAR O CÁLCULO DO IRPJ DEVIDO PELO LUCRO REAL TRIMESTRAL;
EFETUAR O CÁLCULO DO IRPJ POR ESTIMATIVA (REGIME ANUAL) E APURAR O RESPECTIVO BALANÇO DE SUSPENSÃO.
INTRODUÇÃO
A tributação Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) - Lucro Real, se dá pela apuração contábil dos resultados, com os ajustes determinados pela legislação fiscal. A base de cálculo

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