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EXAME COPROLÓGICO
Patricia Labadessa Viana
1
AVALIAÇÃO MACROSCÓPICA FECAL
OBJETIVO
Compreender e realizar uma análise macroscópica fecal, avaliar formas de coleta e preservação de amostras. Identificação de formato fecal, consistência e coloração, julgar viabilidade da amostra.
METODOLOGIA
PASSO 1. Recepção de uma amostra fecal no laboratório Megapolo.
PASSO 2. Realização de uma análise individual da amostra, anotando: condição do recipiente, quantidade, presença de contaminantes, consistência, formato, coloração, elementos visíveis, se a amostra é aceitável para análise, entre outras informações pertinentes (Com recipiente fechado, se transparente, ou aberto, se necessário, para maior detalhamento)
PASSO 3. Registros em fotos para anexar ao relatório.
PASSO 4. Compartilhar e discutir as observações com o grupo, buscando consenso, para debate e conclusão final com a turma.
2
AVALIAÇÃO MACROSCÓPICA FECAL
Recipiente:
Tipo: Fechado e transparente.
Observação: Assim como na Amostra 1, o recipiente fechado e transparente permite uma visualização adequada da amostra, garantindo que ela permaneça intacta durante o processo de análise.
Quantidade de Fezes:
Descrição: A amostra está suficiente.
Observação: A quantidade de fezes é adequada para realizar os exames laboratoriais necessários, embora seja um pouco menor do que a amostra 1. A amostra suficiente normalmente garante a realização dos testes básicos, embora possa não ser suficiente para análises mais detalhadas.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Contaminantes Visíveis:
Descrição: Não há contaminantes visíveis.
Observação: A amostra está limpa e sem sinais de contaminação, o que é positivo, pois isso evita interferências nas análises laboratoriais.
Consistência:
Descrição: As fezes estão formadas.
Observação: A consistência formada indica que o trânsito intestinal está adequado e não há sinais de distúrbios, como diarreia ou constipação extrema.
Amostra 1 e 2 com aspectos parecidos
AVALIAÇÃO MACROSCÓPICA FECAL
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Coloração:
Descrição: Marrom.
Observação: A coloração marrom é normal, indicando uma digestão saudável e que a bile está sendo digerida corretamente, sem sinais de problemas hepáticos ou biliares.
Elementos Visíveis:
Descrição: Não há elementos visíveis.
Observação: A ausência de elementos como alimentos não digeridos, muco ou parasitas sugere que a digestão está ocorrendo normalmente, sem sinais de infeções ou problemas gastrointestinais.
CONCLUSÕES
Amostra 1: Apresenta uma quantidade abundante de fezes, consistência formada, formato cilíndrico e coloração marrom normal. A amostra está limpa, sem contaminantes visíveis ou elementos anormais. Ela é totalmente aceitável para análise laboratorial, sugerindo uma boa saúde digestiva.
Amostra 2: Embora a quantidade seja um pouco menor, a amostra é suficiente para a análise. Ela também apresenta consistência formada, formato cilíndrico e coloração marrom normal, sem contaminantes ou elementos visíveis. A amostra está adequada para exames laboratoriais e também sugere uma boa saúde digestiva.
Ambas as amostras estão em boas condições para análise, com características que indicam que o sistema digestivo está funcionando de maneira saudável.
AVALIAÇÃO MACROSCÓPICA FECAL
TÉCNICA DE HOFFMAN, PONS & JANER ou LUTZ
OBJETIVO
Realizar Técnica de Hoffman, Pons & Janer ou Lutz. Confecção de lâmina para leitura, proceder à análise da amostra no microscópio.
METODOLOGIA
PASSO 1. Transferência de 5 g de fezes frescas para um béquer com auxílio de um palito de madeira.
PASSO 2. Adição de água destilada e mistura para obter uma suspensão homogênea.
PASSO 3. Filtragem da suspensão com uma peneira de Hoffman e gaze. Suspensão em repouso para sedimentar (1-2 horas) no cálice - Registro de fotos do cálice antes e após o período de sedimentação para incluir no relatório.
PASSO 4. Recolher o sedimento com uma pipeta Pasteur, colocar uma gota na lâmina de vidro, adicionar solução de Lugol e cobrir com lamínula.
PASSO 5. Examinar a lâmina no microscópio para identificar estruturas parasitárias, fotografando-as para o relatório.
Descarte o material biológico corretamente e registre dados, conclusões e imagens relevantes no relatório.
6
TÉCNICA DE HOFFMAN, PONS & JANER ou LUTZ
Sequência da técnica Sedimentação espontânea 
TÉCNICA DE HOFFMAN, PONS & JANER ou LUTZ
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A sedimentação espontânea é o método parasitológico mais utilizado nos serviços de saúde devido ao seu amplo espectro, melhor observação dos parasitos ou dos seus ovos/larvas, facilitando a identificação das espécies, baixo custo e facilidade para execução. Pode, assim, fornecer um diagnóstico satisfatório e preciso.
A técnica de sedimentação espontânea é utilizada para a detecção de parasitas intestinais em amostras de fezes. A finalidade da técnica é permitir que os parasitas presentes na amostra se depositem no fundo do recipiente, facilitando a sua visualização ao microscópio. 
Dentre as formas parasitárias que podem ser observadas através desta técnica, destacam-se os ovos de helmintos, como os Ascaris lumbricoides, os ancilostomídeos e os Trichuris trichiura, além de cistos de protozoários, como o Entamoeba histolytica e a Giardia lamblia.
TÉCNICA DE HOFFMAN, PONS & JANER ou LUTZ
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Execução da atividade prática:
Amostra de fezes 
20ml de água
Dissolver a amostra
TÉCNICA DE HOFFMAN, PONS & JANER ou LUTZ
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Coar a mistura
Completar o copo de água.
Deixar repousando por 2 horas.
TÉCNICA DE HOFFMAN, PONS & JANER ou LUTZ
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Amostra coletada na pipeta.
1 gota do sedimento na lâmina.
1 gota de lugol na lâmina.
TÉCNICA DE HOFFMAN, PONS & JANER ou LUTZ
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Aplicação da lamínula.
Visualização no microscópio.
Amostra em microscópio.
TÉCNICA DE HOFFMAN, PONS & JANER ou LUTZ
CONCLUSÕES
O exame parasitológico de fezes (EPF) um dos mais solicitados na rotina laboratorial, é de extrema importância o entendimento dos princípios, aplicação e indicação dos diversos métodos parasitológicos disponíveis para o diagnóstico dos parasitos intestinais. O exame parasitológico de fezes é uma ferramenta importante, útil e necessária para que a saúde seja mantida e preservada.
Utilizado para identificação das diversas infestações parasitárias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protozoários) e na triagem das infecções intestinais. 
A intensidade do parasitismo influi no número de formas parasitárias eliminadas. É recomendável o exame de fezes em três amostras colhidas em dias diferentes, pois a ausência de parasitas em uma amostra de fezes não elimina a possibilidade da presença do mesmo no organismo. 
A vantagem deste método é a economia, dispensando o uso de reagentes e centrífugas. A desvantagem é a grande quantidade de detritos fecais, que dificulta, com frequência, a preparação e o exame da lâmina ( REY, 2008).
Na amostra que utilizamos não foram vistos ovos de Ascaris Lumbricoides, Ancylostomatida, ovos de Schistosoma mansoni e cistos de parasitas. 
Os objetivos foram alcançados.
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