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Ana Ribeiro

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Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

(UNISL JI-PARANÁ) Um paciente masculino, 58 anos, com história de tabagismo de longa data, procura atendimento na emergência relatando tosse persistente, perda de peso progressiva nos últimos meses e episódios esporádicos de hemoptise. A tomografia revelou uma lesão central no pulmão direito, sendo realizada broncoscopia com biópsia.

O laudo histopatológico descreve o seguinte:

“Neoplasia maligna constituída por ninhos sólidos de células com citoplasma eosinofílico e núcleos hipercromáticos, com presença de pontes intercelulares e formação de pérolas córneas. Observa-se infiltrado inflamatório crônico e estroma fibroso ao redor das ilhas tumorais. Imuno-histoquímica: p40 e p63 positivos; TTF-1 negativo.”
Levando em consideração o caso clínico e o resultado histopatológico, analise as asserções abaixo e sua relação:

I - O laudo histopatológico descrito é compatível com carcinoma de células escamosas, neoplasia pulmonar fortemente associada ao tabagismo e que frequentemente se origina nos brônquios centrais.

Porque

II - O laudo histopatológico aponta a presença de pontes intercelulares, pérolas córneas e positividade para p40/p63, características típicas desse tipo de neoplasia pulmonar.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
(alternativa A) As asserções I e II são proposições falsas.
(alternativa B) A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
(alternativa C) A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
(alternativa D) (CORRETA) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

(AFYA IPATINGA) Homem de 58 anos procura o pronto atendimento preocupado com a pressão alta aferida na farmácia. Relata que nos últimos meses vem apresentando episódios de dor retroesternal em aperto, desencadeada ao caminhar por cerca de duas quadras, com alívio rápido após o repouso. Apresenta hipertensão arterial, dislipidemia não controlada e tabagismo ativo. No exame físico: pressão arterial de 180 × 100 mmHg e frequência cardíaca de 90 bpm. Exame cardiovascular sem outras alterações. O eletrocardiograma mostra ritmo sinusal com ondas T achatadas em derivações inferiores e ausência de supradesnivelamento do segmento ST.
Analise as afirmativas a seguir, relacionadas ao caso clínico acima.

I. O quadro de dor torácica é compatível com angina estável, provocada por obstrução parcial das artérias coronárias por placas ateroscleróticas de crescimento lento, que comprometem o fluxo sanguíneo durante o esforço físico.

Porque

II. Fatores de risco como dislipidemia e tabagismo contribuem para a formação da placa aterosclerótica, que se inicia pelo acúmulo de linfócitos T na túnica média, os quais fagocitam LDL oxidada, promovendo o desenvolvimento do núcleo lipídico e a proliferação do endotélio.

A respeito das afirmativas e da relação entre elas, assinale a alternativa correta.
(alternativa A) As afirmativas I e II são verdadeiras e a II não justifica a I.
(alternativa B) (CORRETA) A afirmativa I é verdadeira e a II é falsa.
(alternativa C) As afirmativas I e II são verdadeiras e a II justifica corretamente a I.
(alternativa D) A afirmativa I é falsa e a II é verdadeira.

Os instrumentos de abordagem familiar são utilizados no âmbito da saúde para compreender a dinâmica familiar, suas relações e interações, além de identificar fatores que podem influenciar a saúde e o bem-estar dos indivíduos e da família como um todo. Em relação ao Genograma, Ecomapa e APGAR familiar, julgue as assertivas a seguir e marque a alternativa que contenha apenas respostas verdadeiras:
I. O Genograma é um instrumento gráfico que permite representar, de forma sistematizada, informações sobre a estrutura, a função e o contexto das relações familiares, podendo ser utilizado para explorar dinâmicas emocionais e padrões transgeracionais. II. O Ecomapa é utilizado para identificar as relações da família com o meio externo, como instituições, amigos, trabalho, escola, e pode evidenciar fontes de apoio ou de estresse social. III. O APGAR familiar é um instrumento qualitativo, de livre interpretação do profissional, usado para avaliar a presença de transtornos psiquiátricos nos membros da família. IV. O Genograma pode ser atualizado ao longo do acompanhamento familiar, sendo útil na detecção precoce de fatores de risco, inclusive genéticos e comportamentais. V. O Ecomapa é mais indicado do que o Genograma para investigar aspectos hereditários e doenças que afetam múltiplas gerações da mesma família.
Apenas as afirmativas I, II, IV e V são verdadeiras.
Apenas as afirmativas I, III e IV são verdadeiras.
Apenas as afirmativas II, III e V são verdadeiras.
Apenas as afirmativas I, II e IV são verdadeiras.

(AFYA Paraíba) Durante uma tarde de segunda-feira, Dona Neusa, 64 anos, usuária da Unidade de Saúde da Família, procurou o serviço referindo dor de cabeça intensa, sensação de "coração disparado" e mal-estar geral. Ao ser acolhida pela equipe de enfermagem, verificou-se uma pressão arterial de 200x110 mmHg. Após atendimento médico e estabilização clínica, a paciente relatou que havia parado a dieta, vinha se alimentando com alto consumo de sal e gordura, e havia suspendido suas caminhadas devido ao início da estação chuvosa. Declarou ainda que parou de frequentar o grupo de idosos por não sentir "utilidade" nos encontros. Considerando o contexto apresentado, é correto afirmar que, do ponto de vista da prevenção primária da hipertensão arterial sistêmica (HAS) e da implementação de ações preventivas, a equipe de saúde da família deveria:
Priorizar a vigilância clínica com visitas domiciliares quinzenais e prescrição de dieta específica feita por nutricionista da equipe multidisciplinar.
Investir em ações educativas e reorganização das atividades coletivas, estimular a prática de atividade física regular e o fortalecimento do vínculo entre equipe e usuária.
Reforçar o uso da medicação, restringir o consumo de sal e redirecionar a paciente para os encontros do grupo de hipertensos sem modificação da abordagem utilizada.
Encaminhar a paciente para avaliação com cardiologista, manter o uso contínuo de medicação e reforçar o controle medicamentoso como foco principal do cuidado.

(UNIGRANRIO Caxias) Maria, de 58 anos, compareceu à Unidade de Saúde relatando dor de cabeça intensa, tontura e palpitações há alguns dias. Ela é conhecida na unidade por já ter episódios anteriores de pressão arterial elevada, mas não segue regularmente as consultas e não adere totalmente às recomendações de mudanças no estilo de vida. Durante a consulta, foi aferida uma pressão arterial de 180/110 mmHg. Maria admite que tem consumido muitos alimentos industrializados, ricos em sal. Ela também relata sedentarismo e sobrecarga de trabalho, o que a impede de dedicar tempo para exercícios físicos ou preparação de refeições balanceadas.
Analise as condutas abaixo e assinale a opção que deverá ser proposta ao caso de Maria.
I. Monitorar regularmente a pressão arterial de Maria e agendar consultas frequentes para avaliar a efetividade das intervenções e ajustar estratégias conforme necessário.
II. Recomendar que Maria participe de grupos educativos que ofereçam suporte para adoção de hábitos alimentares saudáveis, como aumento do consumo de frutas, verduras e legumes, seguindo as orientações do Caderno de Atenção Básica 37.
III. Prescrever imediatamente medicamentos anti-hipertensivos para controle imediato do pico hipertensivo, visto que pode ser um caso isolado e sem necessidade de mudança no estilo de vida.
IV. Incentivar Maria a iniciar um programa de atividade física moderada, como caminhadas de 30 minutos, cinco vezes por semana, conforme recomendado pelas Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020.
Apenas II e IV estão corretas.
Apenas I, II e IV estão corretas.
Apenas I, III e IV estão corretas.
Apenas I e III estão corretas.

(FIP GUANAMBI) Um paciente do sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista, com histórico de DPOC e insuficiência cardíaca, procura o pronto-socorro com queixa de febre há 2 dias, tosse produtiva com expectoração amarelada, dispneia progressiva e dor torácica ventilatório-dependente. Ao exame físico, apresenta confusão mental discreta, FR = 32 irpm, PA = 90x60 mmHg, SatO₂ = 88% em ar ambiente e estertores crepitantes no terço inferior do pulmão direito. A radiografia de tórax mostra consolidação no lobo inferior direito. O hemograma revela leucocitose com desvio à esquerda. A análise do escarro revelou bactérias Gram-positivas em pares, com cápsula evidente.
Com base nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), analise as afirmativas a seguir: I. O agente etiológico mais provável para os achados da análise do escarro supracitada é o Streptococcus pneumoniae, comumente associado à pneumonia adquirida na comunidade (PAC), especialmente em idosos. II. O caso apresentado classifica-se como pneumonia grave (pontuação de pelo menos 4 no CURB-65), com comorbidades que podem acrescentar maior risco de complicações na PAC, sendo recomendável a internação em unidade de terapia intensiva. III. O tratamento inicial do paciente pode ser feito ambulatorial, com amoxicilina associada ao ácido clavulânico, uma vez que o provável agente etiológico é sensível a esta associação. Alternativamente, podem ser prescritos um macrolídeo ou uma quinolona respiratória. Assinale apenas a(s) afirmativa(s) correta(s):
I.
I, II e III.
II e III.
I e II.

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Questões resolvidas

(UNISL JI-PARANÁ) Um paciente masculino, 58 anos, com história de tabagismo de longa data, procura atendimento na emergência relatando tosse persistente, perda de peso progressiva nos últimos meses e episódios esporádicos de hemoptise. A tomografia revelou uma lesão central no pulmão direito, sendo realizada broncoscopia com biópsia.

O laudo histopatológico descreve o seguinte:

“Neoplasia maligna constituída por ninhos sólidos de células com citoplasma eosinofílico e núcleos hipercromáticos, com presença de pontes intercelulares e formação de pérolas córneas. Observa-se infiltrado inflamatório crônico e estroma fibroso ao redor das ilhas tumorais. Imuno-histoquímica: p40 e p63 positivos; TTF-1 negativo.”
Levando em consideração o caso clínico e o resultado histopatológico, analise as asserções abaixo e sua relação:

I - O laudo histopatológico descrito é compatível com carcinoma de células escamosas, neoplasia pulmonar fortemente associada ao tabagismo e que frequentemente se origina nos brônquios centrais.

Porque

II - O laudo histopatológico aponta a presença de pontes intercelulares, pérolas córneas e positividade para p40/p63, características típicas desse tipo de neoplasia pulmonar.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
(alternativa A) As asserções I e II são proposições falsas.
(alternativa B) A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
(alternativa C) A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
(alternativa D) (CORRETA) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

(AFYA IPATINGA) Homem de 58 anos procura o pronto atendimento preocupado com a pressão alta aferida na farmácia. Relata que nos últimos meses vem apresentando episódios de dor retroesternal em aperto, desencadeada ao caminhar por cerca de duas quadras, com alívio rápido após o repouso. Apresenta hipertensão arterial, dislipidemia não controlada e tabagismo ativo. No exame físico: pressão arterial de 180 × 100 mmHg e frequência cardíaca de 90 bpm. Exame cardiovascular sem outras alterações. O eletrocardiograma mostra ritmo sinusal com ondas T achatadas em derivações inferiores e ausência de supradesnivelamento do segmento ST.
Analise as afirmativas a seguir, relacionadas ao caso clínico acima.

I. O quadro de dor torácica é compatível com angina estável, provocada por obstrução parcial das artérias coronárias por placas ateroscleróticas de crescimento lento, que comprometem o fluxo sanguíneo durante o esforço físico.

Porque

II. Fatores de risco como dislipidemia e tabagismo contribuem para a formação da placa aterosclerótica, que se inicia pelo acúmulo de linfócitos T na túnica média, os quais fagocitam LDL oxidada, promovendo o desenvolvimento do núcleo lipídico e a proliferação do endotélio.

A respeito das afirmativas e da relação entre elas, assinale a alternativa correta.
(alternativa A) As afirmativas I e II são verdadeiras e a II não justifica a I.
(alternativa B) (CORRETA) A afirmativa I é verdadeira e a II é falsa.
(alternativa C) As afirmativas I e II são verdadeiras e a II justifica corretamente a I.
(alternativa D) A afirmativa I é falsa e a II é verdadeira.

Os instrumentos de abordagem familiar são utilizados no âmbito da saúde para compreender a dinâmica familiar, suas relações e interações, além de identificar fatores que podem influenciar a saúde e o bem-estar dos indivíduos e da família como um todo. Em relação ao Genograma, Ecomapa e APGAR familiar, julgue as assertivas a seguir e marque a alternativa que contenha apenas respostas verdadeiras:
I. O Genograma é um instrumento gráfico que permite representar, de forma sistematizada, informações sobre a estrutura, a função e o contexto das relações familiares, podendo ser utilizado para explorar dinâmicas emocionais e padrões transgeracionais. II. O Ecomapa é utilizado para identificar as relações da família com o meio externo, como instituições, amigos, trabalho, escola, e pode evidenciar fontes de apoio ou de estresse social. III. O APGAR familiar é um instrumento qualitativo, de livre interpretação do profissional, usado para avaliar a presença de transtornos psiquiátricos nos membros da família. IV. O Genograma pode ser atualizado ao longo do acompanhamento familiar, sendo útil na detecção precoce de fatores de risco, inclusive genéticos e comportamentais. V. O Ecomapa é mais indicado do que o Genograma para investigar aspectos hereditários e doenças que afetam múltiplas gerações da mesma família.
Apenas as afirmativas I, II, IV e V são verdadeiras.
Apenas as afirmativas I, III e IV são verdadeiras.
Apenas as afirmativas II, III e V são verdadeiras.
Apenas as afirmativas I, II e IV são verdadeiras.

(AFYA Paraíba) Durante uma tarde de segunda-feira, Dona Neusa, 64 anos, usuária da Unidade de Saúde da Família, procurou o serviço referindo dor de cabeça intensa, sensação de "coração disparado" e mal-estar geral. Ao ser acolhida pela equipe de enfermagem, verificou-se uma pressão arterial de 200x110 mmHg. Após atendimento médico e estabilização clínica, a paciente relatou que havia parado a dieta, vinha se alimentando com alto consumo de sal e gordura, e havia suspendido suas caminhadas devido ao início da estação chuvosa. Declarou ainda que parou de frequentar o grupo de idosos por não sentir "utilidade" nos encontros. Considerando o contexto apresentado, é correto afirmar que, do ponto de vista da prevenção primária da hipertensão arterial sistêmica (HAS) e da implementação de ações preventivas, a equipe de saúde da família deveria:
Priorizar a vigilância clínica com visitas domiciliares quinzenais e prescrição de dieta específica feita por nutricionista da equipe multidisciplinar.
Investir em ações educativas e reorganização das atividades coletivas, estimular a prática de atividade física regular e o fortalecimento do vínculo entre equipe e usuária.
Reforçar o uso da medicação, restringir o consumo de sal e redirecionar a paciente para os encontros do grupo de hipertensos sem modificação da abordagem utilizada.
Encaminhar a paciente para avaliação com cardiologista, manter o uso contínuo de medicação e reforçar o controle medicamentoso como foco principal do cuidado.

(UNIGRANRIO Caxias) Maria, de 58 anos, compareceu à Unidade de Saúde relatando dor de cabeça intensa, tontura e palpitações há alguns dias. Ela é conhecida na unidade por já ter episódios anteriores de pressão arterial elevada, mas não segue regularmente as consultas e não adere totalmente às recomendações de mudanças no estilo de vida. Durante a consulta, foi aferida uma pressão arterial de 180/110 mmHg. Maria admite que tem consumido muitos alimentos industrializados, ricos em sal. Ela também relata sedentarismo e sobrecarga de trabalho, o que a impede de dedicar tempo para exercícios físicos ou preparação de refeições balanceadas.
Analise as condutas abaixo e assinale a opção que deverá ser proposta ao caso de Maria.
I. Monitorar regularmente a pressão arterial de Maria e agendar consultas frequentes para avaliar a efetividade das intervenções e ajustar estratégias conforme necessário.
II. Recomendar que Maria participe de grupos educativos que ofereçam suporte para adoção de hábitos alimentares saudáveis, como aumento do consumo de frutas, verduras e legumes, seguindo as orientações do Caderno de Atenção Básica 37.
III. Prescrever imediatamente medicamentos anti-hipertensivos para controle imediato do pico hipertensivo, visto que pode ser um caso isolado e sem necessidade de mudança no estilo de vida.
IV. Incentivar Maria a iniciar um programa de atividade física moderada, como caminhadas de 30 minutos, cinco vezes por semana, conforme recomendado pelas Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020.
Apenas II e IV estão corretas.
Apenas I, II e IV estão corretas.
Apenas I, III e IV estão corretas.
Apenas I e III estão corretas.

(FIP GUANAMBI) Um paciente do sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista, com histórico de DPOC e insuficiência cardíaca, procura o pronto-socorro com queixa de febre há 2 dias, tosse produtiva com expectoração amarelada, dispneia progressiva e dor torácica ventilatório-dependente. Ao exame físico, apresenta confusão mental discreta, FR = 32 irpm, PA = 90x60 mmHg, SatO₂ = 88% em ar ambiente e estertores crepitantes no terço inferior do pulmão direito. A radiografia de tórax mostra consolidação no lobo inferior direito. O hemograma revela leucocitose com desvio à esquerda. A análise do escarro revelou bactérias Gram-positivas em pares, com cápsula evidente.
Com base nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), analise as afirmativas a seguir: I. O agente etiológico mais provável para os achados da análise do escarro supracitada é o Streptococcus pneumoniae, comumente associado à pneumonia adquirida na comunidade (PAC), especialmente em idosos. II. O caso apresentado classifica-se como pneumonia grave (pontuação de pelo menos 4 no CURB-65), com comorbidades que podem acrescentar maior risco de complicações na PAC, sendo recomendável a internação em unidade de terapia intensiva. III. O tratamento inicial do paciente pode ser feito ambulatorial, com amoxicilina associada ao ácido clavulânico, uma vez que o provável agente etiológico é sensível a esta associação. Alternativamente, podem ser prescritos um macrolídeo ou uma quinolona respiratória. Assinale apenas a(s) afirmativa(s) correta(s):
I.
I, II e III.
II e III.
I e II.

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AFYA 
CURSO DE MEDICINA - AFYA
NOTA FINAL
Aluno:
Componente Curricular: Integradora 3º Período
Professor (es):
Período: 202501 Turma: Data: 09/06/2025
INTEGRADORA - MEDICINA - 3º PERÍODO - 2025.1 - 1ª CHAMADA -
09/JUNHO
RELATÓRIO DE DEVOLUTIVA DE PROVA
PROVA 16004 - CADERNO 004
1ª QUESTÃO
Código da questão: 135769
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(UNIGRANRIO Caxias) Paciente, masculino, 25 anos, trabalhador rural, natural de Montes Claros
(MG), procura atendimento ambulatorial referindo febre persistente há 10 dias, mal-estar, edema
bipalpebral e linfadenomegalia cervical. Nega comorbidades. Ao exame físico, apresenta
temperatura de 38,5 °C, taquicardia e hepatomegalia leve. Relata que, há cerca de 3 semanas,
removeu um “barbeiro” encontrado em sua residência.
Diante do quadro clínico, qual é o exame laboratorial mais adequado para confirmação da principal
suspeita diagnóstica?
Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
Pesquisa direta de parasita no sangue (gota espessa ou esfregaço).
(alternativa B)
Reação de imunofluorescência indireta (IFI).
(alternativa C)
Hemocultura em meio NNN (Novy-MacNeal-Nicolle).
(alternativa D)
Sorologia por ELISA para anticorpos IgG.
Grau de dificuldade: Médio
000160.04001b.e13b3f.451c6f.3a91b8.7f9a8a.3a06f4.8f310 Pgina 1 de 109
Resposta comentada:
Na fase aguda da Doença de Chagas, há alta parasitemia, o que permite a identificação direta do
parasita no sangue. Os métodos recomendados são a pesquisa direta em esfregaço ou gota
espessa, ou ainda o método de Strout. Esses exames são rápidos e permitem a visualização
direta do Trypanosoma cruzi.
Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Vigilância e Controle da Doença de Chagas. Brasília:
Ministério da Saúde, 2022.
SHERWOOD, L.; KLANDORF, H.; YANCEY, P. Fisiologia Humana: de células a sistemas. 9ª ed.
Cengage Learning, 2017.
WHO. Chagas disease (American trypanosomiasis) fact sheet. World Health Organization, 2024.
Feedback:
--
Filtros da questão: [Semanas]
4
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema cardiocirculatório.
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia clínica e fisiopatologia aplicadas ao sistema
cardiocirculatório.
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
UNIGRANRIO CAXIAS
[Competências (Objetivos)]
Conhecer o diagnóstico laboratorial da doença de Chagas.
2ª QUESTÃO
Código da questão: 134792
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
000160.04001b.e13b3f.451c6f.3a91b8.7f9a8a.3a06f4.8f310 Pgina 2 de 109
Enunciado:
(AFYA ITABUNA) Durante o atendimento inicial em um pronto-socorro, um paciente masculino,
58 anos, hipertenso e tabagista, relata dor torácica opressiva com início há 2 horas, irradiando
para o braço esquerdo, associada a náuseas e sudorese. A dor não cedeu após o repouso nem
com o uso de nitrato sublingual. Ao exame físico, encontra-se sudoreico e ansioso, com PA
150/90 mmHg e FC 95 bpm. O eletrocardiograma (ECG) mostra supradesnivelamento do
segmento ST em derivações V2-V4. A troponina I está aumentada em 12 vezes o valor de
referência.
Com base nesse cenário, analise as proposições abaixo:
I – O paciente apresenta um quadro compatível com infarto agudo do miocárdio, e não com
angina instável.
Porque
II – A angina instável caracteriza-se por ausência de necrose miocárdica, portanto sem elevação
de marcadores de lesão miocárdica como a troponina.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
As asserções I e II são verdadeiras, e a II justifica a I.
(alternativa B)
A asserção I é verdadeira, e a II é falsa.
(alternativa C)
As asserções I e II são falsas.
(alternativa D)
A asserção I é falsa, e a II é verdadeira.
Grau de dificuldade: Fácil
000160.04001b.e13b3f.451c6f.3a91b8.7f9a8a.3a06f4.8f310 Pgina 3 de 109
Resposta comentada:
Análise da Asserção I:
“O paciente apresenta um quadro compatível com infarto agudo do miocárdio, e não
com angina instável.” Verdadeira. O quadro clínico descrito — dor torácica opressiva
com irradiação para o braço esquerdo, náuseas, sudorese, ausência de alívio com
nitrato, e sinais de ansiedade — é típico de síndrome coronariana aguda (SCA).
Além disso, o ECG demonstra supradesnivelamento do segmento ST em V2-V4, o
que indica infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST
(IAM com supra de ST, ou STEMI).
A elevação da troponina I em 12 vezes reforça o diagnóstico de necrose miocárdica.
Análise da Asserção II:
“A angina instável caracteriza-se por ausência de necrose miocárdica, portanto sem
elevação de marcadores de lesão miocárdica como a troponina.” Verdadeira. A
angina instável é caracterizada por dor torácica em repouso ou de início recente,
porém sem elevação de troponina, pois não há necrose miocárdica. Quando há
elevação de troponinas, mesmo que o ECG seja inespecífico, o diagnóstico passa a
ser de infarto sem supradesnivelamento do segmento ST (IAM sem supra, ou
NSTEMI).
Portanto, as duas asserções são verdadeiras e a II justifica a I, pois a presença de necrose
(indicada pela troponina elevada) exclui o diagnóstico de angina instável e confirma infarto.
Referências:
NORRIS, Tommie L. Porth - Fisiopatologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-
book. p. Capa. ISBN 9788527737876. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737876/. Acesso em: 22 abr. 2025.
FILHO, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-
book. pág. 1. ISBN 9788527738378. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/. Acesso em: 22 abr. 2025
JATENE, Ieda B. et al. Tratado de cardiologia SOCESP. Santana de Parnaíba: Editora Manole,
2022. E-book. ISBN 9786555765182. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765182/. Acesso em: 22 abr. 2025.
KUMAR, Vinay. Robbins Patologia Básica. 10. ed. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan,
2018. E-book. ISBN 9788595151895. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595151895/. Acesso em: 22 abr. 2025.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Diretrizes da Sociedade Brasileira de
Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento
ST – 2021. Arq. Bras. Cardiol. 2021, 117(1):181-264. Disponível em https://abccardiol.org/wp-
content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-01-0181.pdf.
Acesso em: 22 abr. 2025.
Feedback:
--
000160.04001b.e13b3f.451c6f.3a91b8.7f9a8a.3a06f4.8f310 Pgina 4 de 109
Filtros da questão: [Semanas]
5
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema cardiocirculatório.
[Subáreas de Conhecimento]
Fisiopatologia.
Patologia clínica e fisiopatologia aplicadas ao sistema
cardiocirculatório.
Patologia clínica e fisiopatologia do sistema cardiocirculatório.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
AFYA ITABUNA
[Competências (Objetivos)]
Diferenciar angina instável do infarto agudo do miocárdio,
associando com a fisiopatologia e os achados no diagnóstico.
3ª QUESTÃO
Código da questão: 135524
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
000160.04001b.e13b3f.451c6f.3a91b8.7f9a8a.3a06f4.8f310 Pgina 5 de 109
Enunciado:
(UNISL JI-PARANÁ) Um paciente masculino, 58 anos, com história de tabagismo de longa data,
procura atendimento na emergência relatando tosse persistente, perda de peso progressiva nos
últimos meses e episódios esporádicos de hemoptise. A tomografia revelou uma lesão central no
pulmão direito, sendo realizada broncoscopia com biópsia.
O laudo histopatológico descreve o seguinte:
“Neoplasia maligna constituída por ninhos sólidos de células com citoplasma
eosinofílico e núcleos hipercromáticos,secundária e terciária, fora que não há
necessidade de visitas domiciliares a cada 15 dias, há uma paciente que pode se locomover até a
USF.
Reforçar o uso da medicação, restringir o consumo de sal e redirecionar a paciente para os
encontros do grupo de hipertensos sem modificação da abordagem utilizada: reforça condutas
prescritivas e grupais sem revisão crítica das práticas educativas ou da escuta da paciente, não
promovendo mudança significativa.
Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica nº 37: Estratégias para o cuidado da
pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília: MS, 2013. Disponível em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estrategias_cuidado_pessoa_hipertensao_cab37.pdf.
Acesso em: 25 maio 2025. 
Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020. Arq. Bras. Cardiol. 2021; 116(3): 516-658.
DOI: 10.36660/abc.20201238.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
16
[Módulos integrados]
IESC
[Áreas de Conhecimento]
Saúde coletiva
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
AFYA PARAÍBA
[Competências (Objetivos)]
Compreender a prevenção primária e estratégias para
implementação de medidas preventivas. 
[Subáreas de Conhecimento]
MFC
18ª QUESTÃO
Código da questão: 134918
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
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Enunciado:
(UNIGRANRIO Caxias) Maria, de 58 anos, compareceu à Unidade de Saúde relatando dor de
cabeça intensa, tontura e palpitações há alguns dias. Ela é conhecida na unidade por já ter
episódios anteriores de pressão arterial elevada, mas não segue regularmente as consultas e não
adere totalmente às recomendações de mudanças no estilo de vida.
Durante a consulta, foi aferida uma pressão arterial de 180/110 mmHg. Maria admite que tem
consumido muitos alimentos industrializados, ricos em sal. Ela também relata sedentarismo e
sobrecarga de trabalho, o que a impede de dedicar tempo para exercícios físicos ou preparação
de refeições balanceadas.
Analise as condutas abaixo e assinale a opção que deverá ser proposta ao caso de Maria.
I. Monitorar regularmente a pressão arterial de Maria e agendar consultas frequentes para avaliar
a efetividade das intervenções e ajustar estratégias conforme necessário.
II. Recomendar que Maria participe de grupos educativos que ofereçam suporte para adoção de
hábitos alimentares saudáveis, como aumento do consumo de frutas, verduras e legumes,
seguindo as orientações do Caderno de Atenção Básica 37.
III. Prescrever imediatamente medicamentos anti-hipertensivos para controle imediato do pico
hipertensivo, visto que pode ser um caso isolado e sem necessidade de mudança no estilo de
vida.
IV. Incentivar Maria a iniciar um programa de atividade física moderada, como caminhadas de 30
minutos, cinco vezes por semana, conforme recomendado pelas Diretrizes Brasileiras de
Hipertensão Arterial – 2020.
Alternativas:
(alternativa A)
Apenas II e IV estão corretas.
(alternativa B) (CORRETA) 
Apenas I, II e IV estão corretas.
(alternativa C)
Apenas I, III e IV estão corretas.
(alternativa D)
Apenas I e III estão corretas.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Na abordagem ao paciente com Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) na Atenção Primária à
Saúde (APS), é essencial considerar estratégias de prevenção primária, conforme descrito no
Caderno de Atenção Básica 37 e nas Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020.
Afirmativa I: A importância do monitoramento regular da pressão arterial e do agendamento de
consultas frequentes é destacada no Caderno de Atenção Básica 37. Esse acompanhamento
contínuo permite ajustar estratégias de controle da hipertensão e avaliar a adesão do paciente ao
plano de cuidados.
Afirmativa II: A promoção de hábitos alimentares saudáveis, como o aumento de consumo de
frutas, verduras e legumes e a redução de sal na dieta, é uma recomendação fundamental para a
prevenção e o manejo da HAS. Essa estratégia visa não apenas o tratamento, mas a prevenção
do avanço da hipertensão e suas complicações, conforme o orientado no Caderno de Atenção
Básica 37.
Afirmativa IV: As Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020 reforçam a necessidade de
incorporar a atividade física regular no manejo da HAS. A incentivação de Maria a participar de
caminhadas ou outras atividades adequadas é parte de uma abordagem preventiva de longo
prazo, melhorando a saúde cardiovascular e o bem-estar geral.
Afirmativa III, que sugere a prescrição imediata de medicamentos anti-hipertensivos sem
considerar intervenções de estilo de vida, não é uma estratégia de prevenção primária. Enquanto
a medicação pode ser necessária no manejo de picos hipertensivos, o foco na prevenção enfatiza
mudanças comportamentais e no estilo de vida. Essas referências suportam uma prática de
saúde centrada na prevenção e no cuidado contínuo, essencial na APS para o manejo de
condições crônicas como a HAS. A eleição correta das afirmativas I, II e IV reflete a
implementação de medidas preventivas eficazes e sustentáveis.
Referências:
Caderno de Atenção Básica 37 – Estratégias para cuidado da pessoa com doença crônica
(Hipertensão Arterial Sistêmica). Capítulos 1 e 2 – Hipertensão Arterial Sistêmica - até página 35.
Disponível em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/hipertensao_arterial_sistemica_cab37.pdf. Acesso
em: 27 nov. 2024.
Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020. Arq. Bras. Cardiol. 2021; 116(3): 516-658.
DOI: 10.36660/abc.20201238 Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020 - ABC Cardiol. 
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
16
[Módulos integrados]
IESC
[Competências (Objetivos)]
Identificar fatores de risco e descrever estratégias de prevenção
da HAS no contexto da APS.
[Áreas de Conhecimento]
APS
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
UNIGRANRIO CAXIAS
[Subáreas de Conhecimento]
MFC
19ª QUESTÃO
Código da questão: 133558
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(FIP GUANAMBI) Um paciente do sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista, com histórico de
DPOC e insuficiência cardíaca, procura o pronto-socorro com queixa de febre há 2 dias, tosse
produtiva com expectoração amarelada, dispneia progressiva e dor torácica ventilatório-
dependente. Ao exame físico, apresenta confusão mental discreta, FR = 32 irpm, PA = 90x60
mmHg, SatO₂ = 88% em ar ambiente e estertores crepitantes no terço inferior do pulmão direito.
A radiografia de tórax mostra consolidação no lobo inferior direito. O hemograma revela
leucocitose com desvio à esquerda. A análise do escarro revelou bactérias Gram-positivas em
pares, com cápsula evidente.
Com base nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT),
analise as afirmativas a seguir:
I. O agente etiológico mais provável para os achados da análise do escarro supracitada é o
Streptococcus pneumoniae, comumente associado à pneumonia adquirida na comunidade (PAC),
especialmente em idosos.
II. O caso apresentado classifica-se como pneumonia grave (pontuação de pelo menos 4 no
CURB-65), com comorbidades que podem acrescentar maior risco de complicações na PAC,
sendo recomendável a internação em unidade de terapia intensiva.
III. O tratamento inicial do paciente pode ser feito ambulatorial, com amoxicilina associada ao
ácido clavulânico, uma vez que o provável agente etiológico é sensível a esta associação.
Alternativamente, podem ser prescritos um macrolídeoou uma quinolona respiratória.
Assinale apenas a(s) afirmativa(s) correta(s):
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Alternativas:
(alternativa A)
I.
(alternativa B)
I, II e III.
(alternativa C)
II e III.
(alternativa D) (CORRETA) 
I e II.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
A descrição do agente como Gram-positivo em pares com cápsula é típica de Streptococcus
pneumoniae. É o agente etiológico mais comum em pneumonia adquirida na comunidade (PAC),
especialmente em idosos e pacientes com comorbidades como DPOC.
Os critérios da SBPT para a recomendação de internação em UTI incluem: Hipotensão (PAS 30 irpm, Confusão mental, Idade
avançada + comorbidades e comorbidades que podem acrescentar maior risco de complicações
na PAC (doenças respiratórias crônicas, IC, neoplasias etc.).
O paciente cumpre vários critérios de gravidade, sendo recomendada a internação em UTI. 
Apesar de o agente ser sensível à amoxicilina+clavulanato, o tratamento isolado não é apropriado,
devido à gravidade clínica e risco aumentado (idade, comorbidades, sinais de instabilidade
hemodinâmica e respiratória).
Segundo a SBPT, para pacientes com PAC grave, a terapia empírica deve ser hospitalar. Em
caso de internação em UTI, o tratamento recomendado consiste na combinação de um beta-
lactâmico (como a ceftriaxona ou ampicilina/sulbactam) com um macrolídeo (azitromicina ou
claritromicina) ou uma fluoroquinolona respiratória.
Referências:
BROADDUS, V. Courtney. Murray & Nadel - Tratado de Medicina Respiratória. 6. ed. Rio de
Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2017. E-book. ISBN 9788595156869. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595156869/. Acesso em: 13/05/2025.
CÔRREA, Ricardo Amorim et al. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.
Recomendações para o manejo da pneumonia adquirida na comunidade. J. Bras. Pneumol.,
2018, 44(5):405-424. Disponível em
https://cdn.publisher.gn1.link/jornaldepneumologia.com.br/pdf/Cap_Suple_98_1.pdf Acesso em: 13
maio 2025.
LEVINSON, Warren et al. Microbiologia Médica e Imunologia: um manual clínico para doenças
infecciosas. 6ª edição. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2020. E-book. ISBN
9788595157057.
PORTO, C.C. Semiologia Médica, 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. E-book.
ISBN 9788527734998. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998. Acesso em: 30 out. 2024
PORTO, C. C.; PORTO, A. L. Exame Clínico. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. E-
book. p. 304. ISBN 9788527731034. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527731034/. Acesso em: 08 nov. 2024.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
14
16
[Módulos integrados]
SOI + HAM
[Áreas de Conhecimento]
Respiratório
Sistema respiratório.
[Subáreas de Conhecimento]
Fisiopatologia da pneumonia e semiologia do sistema respiratório.
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
FIP GUANAMBI
[Competências (Objetivos)]
Relacionar a etiologia, quadro clínico e exames complementares
(laboratoriais e imagem) ao tratamento da pneumonia comunitária.
20ª QUESTÃO
Código da questão: 134555
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(FMIT) Criança de 10 anos comparece à consulta de rotina na Unidade Básica de Saúde
acompanhada de sua mãe. Ele tem antecedentes pessoais irrelevantes, apresenta
desenvolvimento neuropsicomotor adequado e prática regular de atividade física. Durante o
exame físico, o estudante de medicina do terceiro período realiza a aferição da pressão arterial
com o manguito adequado para a circunferência do braço da criança, respeitando os cinco
minutos de repouso em ambiente tranquilo. Foram feitas três medidas com intervalo de dois
minutos entre elas, todas acima do percentil 95 para sexo, idade e estatura, de acordo com os
parâmetros da Tabela de Pressão Arterial em Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Lucas está assintomático, com IMC no percentil 75, sem alterações nos demais exames.
Marque a conduta inicial mais adequada.
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Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
Repetir as medições totalizando três ocasiões diferentes e orientar mudanças no estilo de vida.
(alternativa B)
Iniciar medicação anti-hipertensiva e solicitar avaliação cardiológica de urgência.
(alternativa C)
Solicitar exames complementares e encaminhar ao especialista para avaliação.
(alternativa D)
Fazer a Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial e liberar o paciente sem
acompanhamento.
Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
Solicitar exames complementares e encaminhar ao especialista para avaliação.
Incorreta. Embora a investigação etiológica seja importante em alguns casos, a primeira conduta
na Atenção Básica para crianças assintomáticas é confirmar a persistência dos níveis
pressóricos elevados em diferentes ocasiões, antes de encaminhar.
Repetir totalizando três ocasiões diferentes e orientar mudanças no estilo de vida.
Correta. A recomendação atual na Atenção Primária é realizar aferições em pelo menos três
visitas distintas, confirmando HAS persistente antes de qualquer outra intervenção. Além disso,
orientações sobre alimentação saudável, continuar com a prática de atividade física e controle do
peso, visto que são fundamentais desde o início.
Iniciar medicação anti-hipertensiva e solicitar avaliação cardiológica de urgência.
Incorreta. O uso de medicamentos anti-hipertensivos não é indicado de imediato em casos
assintomáticos, sem confirmação diagnóstica. Essa abordagem seria mais compatível com
casos de HAS grave ou sinais de lesão de órgão-alvo.
Confirmar o diagnóstico com mapa ambulatorial e liberar o paciente sem acompanhamento.
Incorreta. O MAPA pode ser útil em casos selecionados, mas não substitui a repetição
padronizada das medidas clínicas. Além disso, o paciente deve manter acompanhamento regular
mesmo que esteja assintomático.
Referência:
Sociedade Brasileira de Pediatria. Hipertensão arterial na infância e adolescência. Manual de
Orientação. 2017. Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/21635c-MO_-
_Hipertensao_Arterial_Infanc_e_Adolesc.pdf
FOGAÇA, Hamilton R.; ZIMMERMANN, Karina L.; MORELLI, Susana R. Semiologia Pediátrica.
Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2016. E-book. p. 108. ISBN 9786555722482. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555722482/. Acesso em: 21 abr. 2025.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
5
16
[Módulos integrados]
HAM +IESC
[Competências (Objetivos)]
Relacionar a técnica de realização do exame físico geral, com
ênfase na hipertensão arterial sistêmica (HAS) com a abordagem
a uma criança com HAS na Atenção Básica.
[Áreas de Conhecimento]
Diagnóstico e abordagem na Atenção Básica
[Subáreas de Conhecimento]
Hipertensão
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
FMIT
21ª QUESTÃO
Código da questão: 134878
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
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Enunciado:
(UNISL JI-Paraná) Um menino de 9 anos é levado ao ambulatório por apresentar cansaço
progressivo, queda no desempenho escolar e palidez nos últimos três meses. A mãe relata que a
criança passou a apresentar episódios de cefaleia, dificuldade deconcentração e maior
sensibilidade a infecções respiratórias. Refere dieta seletiva, com baixo consumo de alimentos de
origem animal e predominância de carboidratos simples. No exame físico, observa-se glossite,
queilite angular, taquicardia, sopro sistólico funcional e sinais de atraso no crescimento em
relação à idade.
Os exames laboratoriais demonstram:
Hemoglobina: 7,4 g/dL (VR: 12–14 g/dL)
Hematócrito: 23%
VCM: 114 fL (VR: 80–96 fL)
Reticulócitos: 0,5% (VR: 1–2%)
Leucócitos totais: 4.300/mm³ (limite inferior da normalidade)
Neutrófilos: 1.300/mm³ (neutropenia leve)
Plaquetas: 130.000/mm³ (VR: 150–400 mil/mm³)
Vitamina B12: 92 pg/mL (VR: 200–900 pg/mL)
Ácido fólico: 7 ng/mL (VR: 3–16 ng/mL)
LDH: 580 U/L (VRTipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(UNIREDENTOR) Um paciente de 45 anos procura o serviço de emergência queixando-se de
tosse produtiva com expectoração mucopurulenta há 3 semanas, associada a febre, sudorese
noturna e perda ponderal não intencional de 5 kg no último mês. Ao exame físico, apresenta
estertores crepitantes no ápice do pulmão direito. Foi solicitada radiografia de tórax (imagem
abaixo) e outros exames complementares. A baciloscopia do escarro revelou resultado positivo
para bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR). O paciente iniciou o tratamento padrão para
tuberculose pulmonar sensível. Após 2 meses de tratamento, persiste com tosse, febre e a
baciloscopia do escarro continua positiva. Foi realizada cultura para Mycobacterium tuberculosis
e teste de sensibilidade aos fármacos de primeira linha.
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LOSCALZO, J. et al. Medicina Interna de Harrison. 21. ed. Porto Alegre: AMGH, 2024.
Considerando o caso clínico apresentado e a persistência da positividade da baciloscopia após 2
meses de tratamento, analise as seguintes assertivas sobre a possível fisiopatologia, achados
em exames complementares e manejo deste paciente:
I. A persistência da baciloscopia positiva após a fase inicial do tratamento padrão para
tuberculose sugere fortemente a possibilidade de resistência a um ou mais fármacos
utilizados, sendo essencial a avaliação do teste de sensibilidade para guiar o tratamento
subsequente.
II. A radiografia de tórax do paciente demonstra linfadenomegalia hilar, infiltrados nos
lobos inferiores e cavitação apical, que juntamente com as manifestações clínicas,
sugerem um caso de tuberculose pulmonar primária multirresistente.
III. Em casos confirmados de resistência à isoniazida, o esquema de tratamento de
escolha para a fase de manutenção (após a fase intensiva) geralmente inclui a
combinação de isoniazida em alta dose com rifampicina e pirazinamida, visando
superar a resistência e garantir a erradicação do bacilo.
Assinale a alternativa correta.
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Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
Apenas a assertiva I está correta. 
(alternativa B)
Apenas a assertiva II está correta. 
(alternativa C)
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
(alternativa D)
Apenas as assertivas I e III estão corretas. 
Grau de dificuldade: Difícil
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Resposta comentada:
Resposta correta: Apenas a assertiva I está correta.
Explicação da Assertiva Correta:
Assertiva I está correta: A persistência da baciloscopia positiva após a fase inicial do tratamento
padrão é um forte indicativo de possível resistência medicamentosa. O teste de sensibilidade é
crucial para identificar a quais fármacos a bactéria é resistente e, assim, ajustar o regime
terapêutico.
Explicação das Assertivas Incorretas:
A assertiva II está incorreta: as manifestações clínicas e os achados radiológicos são sugestivos
de uma tuberculose secundária e não primária. Os casos de TB primária não costumam ser
reconhecidos clinicamente, exceto pela conversão do teste cutâneo tuberculínico ou pelo IGRA.
Podem ocorrer febre, falta de ar e tosse não produtiva, diferentemente dos sintomas
apresentados pelo paciente. Além disso, a tuberculose pulmonar primária em adultos é rara e
frequentemente se manifesta com pequenas opacidades difusas nos campos pulmonares
médios, frequentemente com linfadenopatia hilar unilateral, porém sem cavitações apicais. A
presença de cavitação apical (demonstrada na imagem) é uma característica da tuberculose pós-
primária (reativação) ou doença avançada, e não da infecção primária.
Assertiva III está incorreta: em casos de resistência confirmada à isoniazida, a manutenção do
tratamento com isoniazida, mesmo em doses elevadas, não é a conduta apropriada. O esquema
terapêutico será ajustado com base no teste de sensibilidade. O objetivo é substituir o fármaco
resistente por outros eficazes para garantir a cura e evitar a seleção de mais resistência. No caso
de resistência confirmada ao fármaco, a terapia deverá ser baseada na evidência de
suscetibilidade e deverá incluir:
• Pelo menos três fármacos aos quais o patógeno seja suscetível, com pelo menos um dos
agentes anti-TB injetáveis;
• No caso de MDR-TB, usar de 4 a 6 medicações para se obter melhores prognósticos;
• Pelo menos 18 meses de terapia.
Referências:
LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina Interna de
Harrison. 21. ed. Porto Alegre: AMGH, 2024.
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. 26. ed. Rio de Janeiro: GEN
Guanabara Koogan, 2022. E-book. p. 2217. 
FILHO, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
HILAL-DANDAN, Randa; BRUNTON, Laurence. Manual de farmacologia e terapêutica de
Goodman & Gilman. 2. ed. Porto Alegre: AMGH, 2015. 
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Filtros da questão: [Semanas]
10
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema respiratório.
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia clínica e fisiopatologia aplicadas ao sistema respiratório.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
UNIREDENTOR
[Competências (Objetivos)]
Reconhecer a fisiopatologia da tuberculose pulmonar e as
principais alterações em exames complementares e tratamento
24ª QUESTÃO
Código da questão: 134010
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(AFYA GARANHUNS) Durante uma reunião da equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) São
José, foram discutidos os casos de diferentes pacientes que podem se beneficiar da Atenção
Domiciliar (AD). Com base nas definições e características das modalidades de Atenção
Domiciliar (AD1, AD2 e AD3), analise a classificação a seguir.
I. Paciente Sr. José, idoso com hipertensão controlada, mas com dificuldade de
locomoção, o que o impede de comparecer aos atendimentos regulares na UBS.
Modalidade: AD1.
II. Paciente Dona Maria, 38 anos, com sequelas de acidente vascular cerebral (AVC) e
diabetes descompensada, necessitando de cuidados contínuos para reabilitação
motora, com visitas semanais para monitoramento e ajustes na terapêutica.
Modalidade: AD1.
III. Paciente Dona Célia, 55 anos, em estágio terminal de câncer avançado, necessitando
de procedimentos como paracentese de alívio, controle rigoroso da dor, suporte
emocional e cuidados paliativos frequentes. Modalidade: AD3.
IV. Paciente Sofia, 9 anos, no pós-operatório de apendicectomia, em uso de
antibioticoterapia parenteral, requerendo acompanhamento para administração da
medicação e vigilância clínica. Modalidade: AD2.
É correto o que se afirma em
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Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
I, III e IV.
(alternativa B)
III e IV.
(alternativa C)
I e II.
(alternativa D)
I, II e III.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Gabarito: I, III e IV.
1. Paciente Sr. José: O paciente é um idoso com hipertensão controlada que apresenta
dificuldade de locomoção, impossibilitando-o de comparecer aos atendimentos na UBS.
Essa situação se encaixa na modalidade AD1, que é destinada a pessoas que
possuem problemas de saúde controlados e que não conseguem se deslocar até uma
unidade de saúde. Essa modalidade é voltada para cuidados de menor complexidade,
como evidenciado na referência sobre os critérios de AD1. Portanto, a classificação
para o Sr. José está correta.
2. Paciente Dona Maria: Dona Maria, de 38 anos, apresenta sequelas de acidente
vascular cerebral (AVC) e diabetes descompensada, necessitando de cuidados
contínuos. Contudo, a descrição sugere que ela requer um acompanhamentomais
intenso e frequente do que o que é oferecido pela AD1. De acordo com a descrição das
modalidades, essa paciente deveria ser classificada como AD2, que atende pessoas
que necessitam de um atendimento mais regular e intenso, com visitas frequentes para
monitoramento e ajustes na terapêutica. Portanto, a classificação para Dona Maria não
está correta.
3. Paciente Dona Célia: Dona Célia, em estágio terminal de câncer avançado, requer
cuidados paliativos frequentes e controle da dor, o que se alinha à modalidade AD3.
Esta modalidade é especificamente designada para pacientes em situações que
demandam procedimentos complexos e cuidados paliativos, conforme discutido na
literatura. A classificação para Dona Célia está correta.
4. Paciente Sofia: Sofia, 9 anos, está no pós-operatório de apendicectomia e necessita de
acompanhamento para administração de antibioticoterapia parenteral. Isso se encaixa
na modalidade AD2, onde são incluídos cuidados que exigem supervisão clínica
frequente e envolvem um maior nível de complexidade, o que não corresponde à
classificação de AD2 como apresentado. Essa modalidade é definida como voltada
para pacientes que precisam de cuidados contínuos com acompanhamento clínico
mais rigoroso. Portanto, a classificação de Sofia para AD2 está correta.
Conclusão: Dentre as análises, as classificações corretas são:
Sr. José: AD1 (correta).
Dona Maria: AD1 (incorreta; deveria ser AD2).
Dona Célia: AD3 (correta).
Sofia: AD2 (correta).
Dessa forma, a alternativa D) I, III e IV é a correta, pois o paciente Sr. José (AD1), Dona Célia
(AD3) e o acompanhamento clínico de Sofia (AD2) refletem adequadamente as classificações
estabelecidas nas modalidades de Atenção Domiciliar discutidas no texto.
Referência:
MAHMUD, S. J. et al. Abordagem comunitária: cuidado domiciliar. In: GUSSO, Gustavo, et al.
Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. 2ª ed. Grupo
A, 2018, cap. 39. Disponível em: Minha Biblioteca. Acesso em: 27 nov. 2024. 
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Filtros da questão: [Semanas]
9
[Módulos integrados]
IESC
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
AFYA GARANHUNS
[Competências (Objetivos)]
Conhecer as modalidades de AD (AD1, AD2, AD3). 
[Subáreas de Conhecimento]
MFC
25ª QUESTÃO
Código da questão: 134703
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(IESVAP) Em uma comunidade semiurbana, com grande presença de terrenos baldios e acúmulo
de lixo doméstico, a Unidade de Saúde da Família (USF) observou um aumento expressivo de
casos suspeitos de arboviroses nas últimas semanas. Os pacientes da região apresentaram
sinais e sintomas como: febre alta, mialgia, exantema, náuseas e conjuntivite não purulenta. A
equipe da USF suspeita de co-circulação de diferentes vírus transmitidos pelo Aedes aegypti.
Diante do cenário, a coordenação da Atenção Primária propõe uma capacitação para os
profissionais da rede, incluindo Agentes Comunitários de Saúde (ACS), sobre prevenção,
diagnóstico clínico-laboratorial e estratégias educativas. Considerando os fatores de risco,
etiologia, diagnóstico clínico e laboratorial das arboviroses, além da importância da formação em
serviço, qual das alternativas representa a melhor ação para a qualificação da equipe e promoção
de estratégias efetivas de prevenção no território?
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Alternativas:
(alternativa A)
Direcionar os ACS para reforçarem visitas domiciliares com entrega de panfletos informativos,
utilizando uma linguagem técnica padronizada para garantir a uniformidade das orientações.
(alternativa B)
Oferecer um curso presencial com conteúdo padronizado sobre arboviroses, ministrado por
especialistas externos, com enfoque teórico e avaliação final, caracterizando uma ação pontual de
educação continuada.
(alternativa C) (CORRETA) 
Promover rodas de conversa entre profissionais da USF e a comunidade, baseadas na educação
permanente, com discussão de casos reais e construção coletiva de estratégias educativas e
ambientais de prevenção.
(alternativa D)
Realizar mutirões mensais de limpeza e aplicação de inseticidas nos domicílios, priorizando
ações de combate ao vetor sem envolver discussões sobre os determinantes sociais e
ambientais.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Oferecer um curso presencial com conteúdo padronizado sobre arboviroses, ministrado por
especialistas externos, com enfoque teórico e avaliação final, caracterizando uma ação pontual de
educação continuada. Incorreta. Embora a educação continuada seja importante, ela geralmente
ocorre de forma pontual e verticalizada. O cenário descrito demanda estratégias que envolvam a
prática cotidiana da equipe, dialogando com os saberes locais, o que é próprio da educação
permanente em saúde.
Realizar mutirões mensais de limpeza e aplicação de inseticidas nos domicílios, priorizando
ações de combate ao vetor sem envolver discussões sobre os determinantes sociais e
ambientais do adoecimento. Incorreta. Essa ação tem caráter reativo e desconsidera os aspectos
sociais e educativos que sustentam a prevenção a longo prazo. Além disso, o combate ao vetor
deve ser parte de um conjunto de ações articuladas com a comunidade, não apenas técnicas.
Promover rodas de conversa entre profissionais da USF e a comunidade, baseadas na educação
permanente, com discussão de casos reais, e construção coletiva de estratégias educativas e
ambientais de prevenção. Correta. Essa abordagem fortalece a educação permanente, pois parte
das necessidades concretas do serviço e do território, promovendo aprendizagem significativa,
colaborativa e crítica. Além disso, integra aspectos clínicos e sociais, fundamentais
no enfrentamento das arboviroses.
Direcionar os ACS para reforçarem visitas domiciliares com entrega de panfletos informativos,
utilizando uma linguagem técnica padronizada para garantir a uniformidade das orientações.
Incorreta. A ação é verticalizada e pouco resolutiva. O uso de linguagem técnica e padronizada
pode dificultar a compreensão pela comunidade, além de não envolver os profissionais em um
processo formativo mais profundo, como propõe a educação permanente.
Referência:
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.
Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em
Saúde: o que se tem produzido para o seu fortalecimento? Ministério da Saúde, Secretaria de
Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Departamento de Gestão da Educação na Saúde.
1. ed. rev.
Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Mendes, G. N.; Guimarães, G. L. P. .; de Paula, e. J. C. .;
Tavares, p. P. C. Educação Continuada e Permanente na Atenção Primária de Saúde: uma
necessidade multiprofissional. Cenas educacionais, v. 4, p. E12113, 2021.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
16
[Módulos integrados]
SOI + IESC
[Competências (Objetivos)]
Diferenciar as principais arboviroses. Aplicar conceitos de
educação permanente.
[Áreas de Conhecimento]
Patologia / APS
[Subáreas de Conhecimento]
Arboviroses / Educação permanente
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
IESVAP
26ª QUESTÃO
Código da questão: 135697
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
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Enunciado:
(FASA VIC) Lucas, 1 ano e 6 meses, foi levado pelo pai à Unidade Básica de Saúde com febre
(variando de 38,5 a 39,5°C) há 4 dias, associada a coriza e tosse produtiva. Nasúltimas 24
horas, houve piora do estado geral, com surgimento de dispneia, vômitos, recusa alimentar e
irritabilidade. No exame físico, apresentou-se com frequência respiratória de 52 irpm, tiragem
subcostal, batimento de asa nasal e estertores crepitantes em base e região axilar direita. Foi
solicitada radiografia de tórax, conforme imagem.
Fonte: FREITAS, Léo de Oliveira; NACIF, Marcelo Souto; PETRELLI, Andréa. Radiologia prática
para o estudante de medicina. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2010. p. 41.
Assinale a alternativa que apresenta a suspeita diagnóstica e a conduta adequada para este caso.
Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
Pneumonia bacteriana com sinais de gravidade, com necessidade de hospitalização e início de
antibiótico venoso. 
(alternativa B)
Pneumonia atípica, com recomendação de macrolídeos via oral e seguimento ambulatorial com
reavaliação a cada 48 horas.
(alternativa C)
Pneumonia viral sem sinais de alarme, sendo indicado tratamento de suporte, com retorno se
houver persistência dos sintomas.
(alternativa D)
Bronquiolite viral aguda, com indicação de hidratação oral, nebulização com soro fisiológico e
internação hospitalar. 
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
O caso apresenta febre há mais de 72h, tosse produtiva, dispneia, recusa alimentar, tiragem
subcostal e taquipneia (FR >50 irpm para idade), além de estertores localizados e consolidação
em lobo médio direito com broncograma aéreo à radiografia. Esses dados configuram pneumonia
bacteriana com sinais de gravidade, segundo a diretriz da SBP (2018), necessidade de internação
hospitalar com antibioticoterapia venosa.
Apesar de a bronquiolite ser comum nessa faixa etária, não cursa com consolidação lobar visível
na radiografia. Seu padrão é mais compatível com hiperinsuflação pulmonar e infiltrado intersticial
difuso. Além disso, a presença de tosse produtiva, febre prolongada e estertores localizados
sugere pneumonia e não bronquiolite, o tempo de evolução menor que 5 dias fala contra
bronquiolite.
As pneumonias atípicas (como por Mycoplasma pneumoniae) são mais comuns em escolares e
adolescentes. Em lactentes, o quadro clínico é mais indicativo de pneumonia típica. Além disso, a
radiografia com consolidação lobar e broncograma aéreo favorece uma etiologia bacteriana típica
(pneumococo, por exemplo).
A criança apresenta diversos sinais de alarme, como febre alta e prolongada, dispneia, taquipneia,
recusa alimentar e consolidação em imagem radiológica. Esses achados não permitem conduta
expectante ou ambulatorial e são mais comuns em pneumonia bacteriana. O atraso na
abordagem pode agravar o quadro. Assim, o tratamento de suporte isolado e reavaliação tardia é
contraindicado.
Referências:
PEDIATRIA, Sociedade Brasileira de. Tratado de pediatria. 6ª ed. Barueri: Manole, 2024. E-book.
p. Capa. ISBN 9788520458679. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520458679/. Acesso em: 18 maio 2025
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Pneumonia adquirida na comunidade na infância.
Departamento Científico de Pneumologia. Rio de Janeiro: SBP, 2018.
FOGAÇA, H. R. ; ZIMMERMANN, K. L. ; MORELLI, S. R. Semiologia Pediátrica. Rio de
Janeiro: Thieme Revinter, 2016. E-book. p. capa.
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Feedback:
Apesar de a bronquiolite ser comum nessa faixa etária, não cursa com consolidação lobar visível
na radiografia. Seu padrão é mais compatível com hiperinsuflação pulmonar e infiltrado intersticial
difuso. Além disso, a presença de tosse produtiva, febre prolongada e estertores localizados
sugere pneumonia e não bronquiolite, o tempo de evolução menor que 5 dias fala contra
bronquiolite.
As pneumonias atípicas (como por Mycoplasma pneumoniae) são mais comuns em escolares e
adolescentes. Em lactentes, o quadro clínico é mais indicativo de pneumonia típica. Além disso, a
radiografia com consolidação lobar e broncograma aéreo favorece uma etiologia bacteriana típica
( pneumococo, por exemplo).
A criança apresenta diversos sinais de alarme, como febre alta e prolongada, dispneia, taquipneia,
recusa alimentar e consolidação em imagem radiológica. Esses achados não permitem conduta
expectante ou ambulatorial e são mais comuns em pneumonia bacteriana. O atraso na
abordagem pode agravar o quadro. Assim, o tratamento de suporte isolado e reavaliação tardia
são contraindicados.
Referências:
PEDIATRIA, Sociedade Brasileira de. Tratado de pediatria. 6ª ed. Barueri: Manole, 2024. E-book.
p. Capa. ISBN 9788520458679. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520458679/. Acesso em: 18 maio
2025.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Pneumonia adquirida na comunidade na infância.
Departamento Científico de Pneumologia. Rio de Janeiro: SBP, 2018.
Filtros da questão: [Semanas]
16
[Módulos integrados]
HAM
[Áreas de Conhecimento]
Semiologia
[Subáreas de Conhecimento]
Sistema respiratório
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
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revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
FASA VIC
[Competências (Objetivos)]
"Relacionar os achados no exame físico às alterações
radiográficas em criança com pneumonia. "
27ª QUESTÃO
Código da questão: 133906
Tipo da questão: Múltipla Escolha
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Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(UNISL PORTO VELHO) Homem, 68 anos, comparece à Unidade de Pronto Atendimento com
febre há dois dias, tosse produtiva com expectoração amarelada, dor torácica pleurítica e
sensação de fraqueza. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 32 irpm, PA 90x60
mmHg e episódios de confusão mental após o início dos demais sintomas, conforme relato do
acompanhante. A saturação capilar periférica de oxigênio (SpO2) é de 89% em ar ambiente. É
diabético e hipertenso, em uso de insulina e losartana. Mora sozinho. Radiografia de tórax
evidencia infiltrado em base direita. Com base nos dados apresentados e levando em
consideração os critérios do CRB-65, identifique a alternativa que apresenta a conduta mais
adequada para o paciente em questão.
Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
O paciente apresenta escore elevado no CRB-65, o que indica necessidade de hospitalização
urgente. O esquema de tratamento inicial sugerido consiste na associação de beta-lactâmicos
com macrolídeos ou fluoroquinolona respiratória isolada.
(alternativa B)
O paciente apresenta escore baixo no CRB-65. Pode receber alta com prescrição de antibiótico
oral e orientações gerais, desde que haja acompanhamento por equipe da APS. Pode ser tratado
com uso oral de beta-lactâmicos ou macrolídeos.
(alternativa C)
O escore máximo no CRB-65 determina a necessidade de internação direta em unidade de
terapia intensiva, com suporte avançado e antibioticoterapia de amplo espectro. Neste caso, o
tratamento inicial pode ser feito com uma cefalosporina de terceira geração.
(alternativa D)
O paciente apresenta escore intermediário no CRB-65. Pode ser tratado com antibiótico oral
(beta-lactâmicos ou macrolídeos, isoladamente) em regime ambulatorial, desde que seja possível
reavaliação clínica em até 48 horas.
Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
Alternativa correta: O paciente apresenta escore elevado no CRB-65, o que indica necessidade
de hospitalização urgente, com antibioticoterapia venosa e monitoramento em unidade hospitalar.
O paciente pontua 4 no escore CRB-65, indicando alto risco de mortalidade. A conduta é
hospitalização imediata, com antibioticoterapia venosa empírica e monitoramento. A decisão
sobre UTI dependerá de critérios clínicos adicionais (ventilação, vasopressores etc.), os quais
não são mencionados no caso.
O escore CRB-65 atribui 1 ponto para cada um dos seguintes critérios:
1. Confusão mental nova (C) – Presente no caso.
2.Frequência respiratória ≥ 30 irpm (R) – Presente no caso.
3. PA sistólicasão uma resposta direta à
presença de material estranho nos pulmões.
Referências: 
LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina Interna de
Harrison. 21. ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. E-book. p. 3334. ISBN 9786558040231. Disponível
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/.
BROADDUS, V.Courtney. Murray & Nadel, Tratado de Medicina Respiratória. 6. ed. Rio de
Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2017. E-book. p. 1116. ISBN 9788595156869. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595156869/.
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. 26. ed. Rio de Janeiro: GEN
Guanabara Koogan, 2022. E-book. p. ISBN 9788595159297. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595159297/.
 
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
10
[Módulos integrados]
SOI
[Competências (Objetivos)]
Compreender os mecanismos fisiopatológicos da broncoaspiração
e reconhecer os sinais e sintomas.
[Áreas de Conhecimento]
Sistema respiratório.
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia clínica e fisiopatologia aplicadas ao sistema respiratório.
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
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revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
AFYA MANACAPURU
29ª QUESTÃO
Código da questão: 108971
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(AFYA MANACAPURU) Homem de 38 anos, desempregado, analfabeto, veio à UBS com queixa
de tosse produtiva acompanhada de cansaço e indisposição já há vários dias. Relata também
sensação de febre que inicia pela tarde, quase todos os dias, perda ponderal de aproximadamente
06 kg nos últimos 4 meses e que já fez tratamento para “pneumonia” no ano anterior, prescrito
para 06 meses, porém fez somente 3 meses de medicação, abandonou o tratamento por motivo
de viagem ao interior. A equipe suspeita de tuberculose pulmonar (TB) com abandono de
tratamento.
Compare as alternativas e escolha a mais adequada a este contexto clínico.
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Alternativas:
(alternativa A)
A reavaliação contínua do PTS (4º momento) não se faz necessária neste caso, visto que a
hipótese diagnóstica e o tratamento já foram definidos.
(alternativa B)
No 2º momento do PTS: definir hipóteses diagnósticas, é fundamental fortalecer o vínculo; manter
o apoio ao sujeito; e contar com profissional coordenador/referência, que facilite o contato e
articulação com a equipe.
(alternativa C) (CORRETA) 
A difícil adesão ao tratamento medicamentoso da TB pode ser melhorada através da elaboração
de um PTS no 2º momento: definição de metas. Conhecer o que o sujeito considera importante e
viável é fundamental.
(alternativa D)
Devido ao analfabetismo, o plano terapêutico singular (PTS) deste paciente deve excluir a
possibilidade de informá-lo sobre o provável diagnóstico e detalhes do tratamento.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Resposta correta: "A difícil adesão ao tratamento medicamentoso da TB pode ser melhorada
através da elaboração de um PTS no (2º movimento: definição de metas). Conhecer o que o
sujeito considera importante e viável é fundamental."
Resposta comentada: Devido ao analfabetismo, o plano terapêutico singular (PTS) deste paciente
deve excluir a possibilidade de informá-lo sobre o provável diagnóstico e detalhes do tratamento.
O profissional deve explicar com linguagem simples e acessível a condição clínica ao paciente
(competência cultural) para fomentar definição de metas e divisão de responsabilidades (2º e 3º
movimentos do PTS).
A reavaliação contínua do PTS não se faz necessária neste caso, visto que a hipótese
diagnóstica e o tratamento já foram definidos. A reavaliação (4º movimento do PTS) é
fundamental para manter o acompanhamento do sujeito e adequação de metas.
No (movimento 1º do PTS: definir hipóteses diagnósticas) é fundamental fortalecer o vínculo;
manter o apoio ao sujeito; e contar com profissional mediador que facilite o contato e articulação
com a equipe. Fortalecer o vínculo; manter o apoio ao sujeito; e contar com profissional mediador
que facilite o contato e articulação com a equipe compõem o 3º movimento da elaboração de um
PTS.
Referências:
B.; SCHMIDT, Maria I.; GIUGLIANI, Elsa R. J.; et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção
primária baseadas em evidências: Grupo A, 2022. E-book. ISBN 9786558820437. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558820437/. Acesso em: 27 mar. 2024.
Capítulo 151.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política
Nacional de Humanização. Clínica ampliada, equipe de referência e projeto terapêutico singular.
Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de
Humanização. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. 60 p.: il. color. Série B. Textos Básicos
de Saúde.
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Filtros da questão: [Semanas]
5
9
[Módulos integrados]
HAM +IESC
[Competências (Objetivos)]
Identificar características semiológicas da Tuberculose
relacionando com as etapas de desenvolvimento do Projeto
Terapêutico Singular - PTS
[Áreas de Conhecimento]
Semiologia / MFC
[Subáreas de Conhecimento]
Pneumologia
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
AFYA MANACAPURU
30ª QUESTÃO
Código da questão: 134255
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(FACIMPA) Um homem de 30 anos procura atendimento no pronto-socorro após 4 dias de febre
alta, cefaleia, dor retro-orbitária, fadiga e mialgia intensa. Ele havia sido diagnosticado com dengue
em uma clínica local. Nas últimas 24 horas, passou a apresentar dor abdominal intensa e
contínua, vômitos persistentes e redução na diurese. O hemograma mostrou uma queda
significativa no número de plaquetas, com contagem de 45.000/mm³ (valor de referência: 150.000
a 450.000/mm³).
Com base nos achados clínicos e resultado do exame laboratorial, quais das seguintes
afirmações estão verdadeiras?
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Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
O quadro atual sugere progressão para dengue grave, caracterizada por extravasamento
plasmático, manifestações gastrointestinais intensas e plaquetopenia.
(alternativa B)
A queda das plaquetas está mais associada à dengue clássica, que com frequência cursa com
manifestações hemorrágicas intensas e choque.
(alternativa C)
O paciente apresenta dengue clássica, pois os sintomas como febre, dor retro-orbitária e mialgia
indicam forma leve da infecção.
(alternativa D)
Com o diagnóstico de dengue clássica há 4 dias, sugere-se reinfecção por outra cepa que causou
uma febre hemorrágica.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Alternativa - Correta: O paciente apresenta sinais clássicos de dengue grave: dor abdominal
intensa e persistente, vômitos persistentes, queda importante de plaquetas e redução da diurese,
que são sinais de alarme. Esses achados sugerem extravasamento plasmático, risco de choque
e complicações graves. A presença desses sintomas diferencia a dengue grave da forma
clássica.
Alternativa - incorreta: Embora o paciente inicialmente apresentasse sintomas compatíveis com
dengue clássica (febre, cefaleia, dor retro-orbitária, mialgia), a evolução clínica nas últimas 24
horas com sintomas de gravidade (dor abdominal contínua, vômitos persistentes, oligúria e
plaquetopenia acentuada) indica progressão para dengue grave. Portanto,não é mais adequado
classificá-lo como dengue clássica.
Alternativa - incorreta: Queda significativa das plaquetas é um achado característico da dengue
grave, e não da forma clássica. Na dengue clássica, as plaquetas podem estar reduzidas, mas
raramente de forma intensa ou associada a extravasamento capilar, choque ou sangramentos
importantes. A associação entre plaquetopenia acentuada e manifestações hemorrágicas graves
é típica da forma hemorrágica da dengue ou da síndrome do choque da dengue.
Alternativa - incorreta: A reinfecção por um outro sorotipo do vírus da dengue (não “cepa”) pode
levar à dengue grave, mas essa informação não pode ser inferida apenas com base no intervalo
de 4 dias entre o diagnóstico inicial e a piora dos sintomas. A reinfecção ocorre em momentos
diferentes no tempo, geralmente meses ou anos depois da infecção anterior. O quadro atual é
evolução natural de uma única infecção sintomática, com progressão para forma grave, e não
reinfecção.
Referências: 
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. 26. ed. Rio de Janeiro: GEN
Guanabara Koogan, 2022. E-book. p. 2472. ISBN 9788595159297. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595159297/. Acesso em: 16 abr. 2025.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância
Epidemiológica. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança / Ministério da Saúde,
Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – 5. ed. –
Brasília: Editora MS, 2016.
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Filtros da questão: [Semanas]
16
[Módulos integrados]
SOI
[Competências (Objetivos)]
Diferenciar os sinais e sintomas associados à dengue clássica e
grave.
[Áreas de Conhecimento]
Hemolinfopoiético
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia / Parasitologia
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
FACIMPA
31ª QUESTÃO
Código da questão: 134868
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
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Enunciado:
(UNIDEP) Paciente P.F.G., gestante, 29 anos, deu entrada no hospital com náuseas, vômitos, dor
abdominal, febre episódica, calafrios, sudorese e mal-estar geral. Os sintomas começaram 1 dia
após o retorno de uma viagem para Roraima e persistiram por 5 dias antes da hospitalização.
Dado seu histórico de viagem, amostras de sangue foram coletadas para a realização do exame
da gota espessa, extensão sanguínea, dentre outros. As imagens abaixo foram capturadas de
uma extensão sanguínea fina corada por Wright, com ampliação de 1000x.
 
Fonte: CDC – Centers for Disease Control and Prevention. Laboratory of Identification of Parasites
of Public Health Concern, 2010. Disponível em:
https://www.cdc.gov/dpdx/monthlycasestudies/2010/case287.html#print. Acesso em: 22 abr.
2025. 
De acordo com o caso e as imagens, assinale a alternativa correta quanto à recomendação do
Ministério da Saúde para o tratamento da paciente:
Alternativas:
(alternativa A)
O tratamento deve ser Cloroquina durante o dia e Primaquina durante a noite por 3 dias e depois
apenas Primaquina até completar 7 dias.
(alternativa B)
Utilizar a combinação de Artemeter + Lumefantrina 2 vezes ao dia por 3 dias e Primaquina 1 vez
ao dia apenas no primeiro dia.
(alternativa C)
A indicação de tratamento para este caso é cloroquina diariamente por 3 dias e semanalmente até
completar 1 mês de aleitamento materno.
(alternativa D) (CORRETA) 
Pode-se utilizar a combinação de Artemeter + Lumefantrina 2 vezes ao dia por 3 dias ou a
combinação de Artesunato + Mefloquina 1 vez ao dia por 3 dias.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
A imagem do esfregaço sanguíneo indica infecção por Plasmodium falciparum. Partindo deste
princípio e considerando que a paciente é gestante, o tratamento recomendado pelo Ministério da
Saúde é a combinação de Artemeter + Lumefantrina 2 vezes ao dia por 3 dias ou a combinação
de Artesunato + Mefloquina 1 vez ao dia por 3 dias. O Ministério da Saúde contraindica o uso de
monoterapia para o manejo da malária por falciparum, recomendando sempre a combinação de
fármacos eficazes. Atualmente, o esquema considerado de primeira linha para o tratamento das
infecções por P. falciparum não graves combina um derivado de artemisinina com lumefantrina ou
mefloquina.
A combinação de Cloroquina diariamente por 3 dias e semanalmente até completar 1 mês de
aleitamento materno é indicada para os casos de malária em gestantes causadas pelas espécies
vivax ou P. ovale, devido à resistência ao antimalárico por outras espécies. Já a associação de
Cloroquina durante o dia e Primaquina durante a noite por 3 dias e depois apenas Primaquina até
completar 7 dias não é aplicada em gestantes, sendo a primeira opção de tratamento para
infecções causadas por vivax ou P. ovale em crianças e adultos.
Por fim, a combinação de Artemeter + Lumefantrina 2 vezes ao dia por 3 dias e Primaquina 1 vez
ao dia apenas no primeiro dia é utilizada para o tratamento de malária causada por P. falciparum
em crianças e adultos e não deve ser utilizada em gestantes. Gestantes e crianças menores de 6
meses de idade não podem usar Primaquina.
Referências:
SALOMÃO, Reinaldo. Infectologia: Bases Clínicas e Tratamento. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2023. E-book. p.222. ISBN 9788527739849. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739849/. Acesso em: 22 abr. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Imunização e
Doenças Transmissíveis. Guia de tratamento da malária no Brasil. 2. ed. Brasília: Ministério da
Saúde, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-
conteudo/publicacoes/svsa/malaria/tratamento/guia_tratamento_malaria_2nov21_isbn_site.pdf.
Acesso em: 22 abr. 2025.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
15
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Hemolinfopoiético
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia / Parasitologia
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
UNIDEP
[Competências (Objetivos)]
Associar a etiologia, fisiopatologia e diagnóstico com o tratamento
da malária.
32ª QUESTÃO
Código da questão: 134049
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(AFYA Ipatinga) Homem de 65 anos, hipertenso mal controlado há 20 anos, em uso irregular dos
anti-hipertensivos, chega ao pronto-socorro, apresentando dispneia aos esforços, com piora há 7
dias, estando atualmente com dispneia aos mínimos esforços. Os familiares relatam sintomas do
paciente compatíveis com ortopneia e dispneia paroxística noturna. O eletrocardiograma
demonstrou sinais de hipertrofia do ventrículo esquerdo e o ecocardiograma mostrou fração de
ejeção de 43%.
Em relação ao relato acima, pode-se afirmar que o tipo de hipertrofia ventricular e a classificação
pela fração de ejeção, segundo a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda –
2018, são, respectivamente:
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Alternativas:
(alternativa A)
excêntrica / reduzida.
(alternativa B)
excêntrica / intermediária.
(alternativa C) (CORRETA) 
concêntrica / intermediária.
(alternativa D)
concêntrica / reduzida.
Grau de dificuldade: Difícil
Resposta comentada:
O paciente da questão tem como etiologia da hipertrofia a sobrecarga de pressão (hipertensão
arterial sistêmica descompensada há 20 anos), portanto a hipertrofia esperada é do tipo
concêntrica. A fração de ejeção apresentada no enunciado é de 43%, portanto não é reduzida e
nem preservada, esim intermediária.
O padrão de hipertrofia reflete a natureza do estímulo: na hipertrofia por sobrecarga de pressão (p.
ex., devido à hipertensão arterial ou estenose aórtica), novos sarcômeros são montados
predominantemente em paralelo aos eixos longos das células, expandindo a área transversal dos
miócitos nos ventrículos e causando um aumento concêntrico na espessura da parede.
A principal terminologia usada historicamente para definir IC baseia-se na FEVE e compreende
pacientes com FEVE normal (≥ 50%), denominada IC com fração de ejeção preservada (ICFEp),
e aqueles com FEVE reduzida (com presença de pontes intercelulares e
formação de pérolas córneas. Observa-se infiltrado inflamatório crônico e estroma
fibroso ao redor das ilhas tumorais. Imuno-histoquímica: p40 e p63 positivos; TTF-1
negativo.”
Levando em consideração o caso clínico e o resultado histopatológico, analise as asserções
abaixo e sua relação:
I - O laudo histopatológico descrito é compatível com carcinoma de células escamosas, neoplasia
pulmonar fortemente associada ao tabagismo e que frequentemente se origina nos brônquios
centrais.
Porque
II - O laudo histopatológico aponta a presença de pontes intercelulares, pérolas córneas e
positividade para p40/p63, características típicas desse tipo de neoplasia pulmonar. 
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Alternativas:
(alternativa A)
As asserções I e II são proposições falsas.
(alternativa B)
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
(alternativa C)
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
(alternativa D) (CORRETA) 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
Grau de dificuldade: Fácil
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Resposta comentada:
Resposta correta:
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
A asserção I está correta, pois o carcinoma de células escamosas é classicamente associado ao
tabagismo, é mais comum em homens e costuma surgir nas regiões centrais dos pulmões,
principalmente nos grandes brônquios.
A asserção II também está correta: as pontes intercelulares, a ceratinização com formação de
pérolas córneas e a positividade para marcadores imuno-histoquímicos p40 e p63 são elementos
histológicos característicos dessa neoplasia. Portanto, a razão justifica corretamente a asserção.
De acordo com Filho (2021), "O carcinoma de células escamosas (epidermoide) é o mais
associado ao tabagismo, o menos heterogêneo do ponto de vista morfológico e mais comum em
homens. O tumor é usualmente central, isto é, origina-se sobretudo nos grandes brônquios. Seu
crescimento é mais lento do que os demais; suas metástases ocorrem nos linfonodos regionais;
disseminação sanguínea é tardia." "Histologicamente, o tumor é formado por células epiteliais
contendo pontes intercelulares e ceratinização individual ou sob a forma de pérolas córneas.
Outro sinal de diferenciação escamosa são ninhos sólidos de células com núcleo hipercromático
e escasso citoplasma na periferia e células poligonais com citoplasma amplo e eosinofílico no
centro. As células possuem núcleos com cromatina grosseiramente granulosa e nucléolos
inconspícuos ou irregulares, ao contrário do núcleo vesiculoso e nucléolo evidente dos
adenocarcinomas." "Na maioria dos casos, à imuno-histoquímica, a neoplasia é positiva para p40
e p63 e negativa para TTF-1."
Referência:
FILHO, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-
book. p. 449. ISBN 9788527738378. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/. Acesso em:
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
13
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema respiratório.
[Subáreas de Conhecimento]
Histopatologia.
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
UNISL JI-PARANÁ
[Competências (Objetivos)]
Conhecer os tipos histológicos de neoplasias no pulmão.
4ª QUESTÃO
Código da questão: 133842
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(AFYA IPATINGA) Homem de 58 anos procura o pronto atendimento preocupado com a pressão
alta aferida na farmácia. Relata que nos últimos meses vem apresentando episódios de dor
retroesternal em aperto, desencadeada ao caminhar por cerca de duas quadras, com alívio rápido
após o repouso. Apresenta hipertensão arterial, dislipidemia não controlada e tabagismo ativo. No
exame físico: pressão arterial de 180 × 100 mmHg e frequência cardíaca de 90 bpm. Exame
cardiovascular sem outras alterações. O eletrocardiograma mostra ritmo sinusal com ondas T
achatadas em derivações inferiores e ausência de supradesnivelamento do segmento ST.
Analise as afirmativas a seguir, relacionadas ao caso clínico acima.
I. O quadro de dor torácica é compatível com angina estável, provocada por obstrução parcial das
artérias coronárias por placas ateroscleróticas de crescimento lento, que comprometem o fluxo
sanguíneo durante o esforço físico.
Porque
II. Fatores de risco como dislipidemia e tabagismo contribuem para a formação da placa
aterosclerótica, que se inicia pelo acúmulo de linfócitos T na túnica média, os quais fagocitam LDL
oxidada, promovendo o desenvolvimento do núcleo lipídico e a proliferação do endotélio.
A respeito das afirmativas e da relação entre elas, assinale a alternativa correta.
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Alternativas:
(alternativa A)
As afirmativas I e II são verdadeiras e a II não justifica a I.
(alternativa B) (CORRETA) 
A afirmativa I é verdadeira e a II é falsa.
(alternativa C)
As afirmativas I e II são verdadeiras e a II justifica corretamente a I.
(alternativa D)
A afirmativa I é falsa e a II é verdadeira.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Afirmativa I – Verdadeira:
O paciente apresenta características clínicas compatíveis com angina estável: dor torácica
previsível, aos esforços, com melhora ao repouso, associada a fatores de risco clássicos para
DAC. O ECG não mostra alterações agudas, reforçando o padrão estável de isquemia miocárdica
causada por obstrução parcial fixa nas artérias coronárias.
Afirmativa II – Falsa:
O processo de formação da placa aterosclerótica se inicia no endotélio da túnica íntima, e não na
túnica média, como mencionado. Além disso, os principais envolvidos na captação das LDL
oxidadas são os monócitos e macrófagos, e não os linfócitos T. Esses fagócitos desempenham
papel central na formação das células espumosas e na progressão da lesão aterosclerótica.
Outro ponto importante diz respeito à formação do núcleo lipídico e da capa fibrosa, que ocorre
como resultado de uma sequência de eventos celulares complexos, com participação de
monócitos, macrófagos, células musculares lisas e mediadores inflamatórios. Esse processo não
ocorre por simples proliferação do endotélio, como foi sugerido.
Referências:
FILHO, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-book.
p. 1. ISBN 9788527738378. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/. Acesso em: 18 abr. 2025.
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. 26. ed. Rio de Janeiro: GEN
Guanabara Koogan, 2022. E-book. p. 273. ISBN 9788595159297. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595159297/. Acesso em: 18 abr. 2025.
LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina Interna de
Harrison. 21. ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. E-book. p. ii. ISBN 9786558040231. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/. Acesso em: 18 abr. 2025.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Diretriz de Doença Coronária Estável. Arq.
Bras. Cardiol., 2014, 103(Supl.2):1-59. Disponível em
http://publicacoes.cardiol.br/2014/diretrizes/2014/Diretriz%20de%20Doen%C3%A7a%20Coron%C
3%A1ria%20Est%C3%A1vel.pdf. Acesso em: 22 nov. 2024.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Diretrizes da Sociedade Brasileira de
Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento
ST – 2021. Arq. Bras. Cardiol. 2021, 117(1):181-264. Disponível em https://abccardiol.org/wp-opacificação basal homogênea.
Acerca do exposto, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável responsável
pelos sinais clínicos e radiológicos apresentados pela paciente.
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Alternativas:
(alternativa A)
Pneumotórax.
(alternativa B)
Pneumonia.
(alternativa C) (CORRETA) 
Derrame pleural.
(alternativa D)
Atelectasia.
Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
O quadro clínico e os achados semiológicos indicam acúmulo de líquido na cavidade pleural, que
é corroborado pela dispneia progressiva que, em paciente com ICC, é compatível com transudato
pleural. O diagnóstico de derrame pleural ainda é fortalecido pela redução do murmúrio vesicular,
macicez à percussão e diminuição do frémito toracovocal, que são sinais clássicos do derrame
pleural, e pela radiografia que mostra apagamento do ângulo costofrênico e opacidade basal,
padrão característico.
Os derrames pleurais podem ser causados por numerosos processos patológicos e são mais
frequentemente encontrados em pacientes com pneumonia e insuficiência cardíaca. Pacientes
com derrame pleural podem ser assintomáticos, apresentar dispneia ou sentir dor torácica
pleurítica que geralmente é unilateral e aguda. Às vezes, os derrames são volumosos o suficiente
para contribuir para a insuficiência respiratória. Os achados físicos incluem macicez à percussão
na área do derrame, junto com murmúrio vesicular diminuído e ausência de frêmito tátil.
A atelectasia pulmonar pode causar desvio da traqueia, que é um dos achados possíveis no
derrame pleural, mas não geraria os achados de macicez e líquido pleural exsudativo. O
pneumotórax causaria hipersonoridade à percussão e não macicez, além de não estar associado
ao líquido pleural. Na pneumonia, o frémito toracovocal tende a estar aumentado, pois o
parênquima pulmonar solidificado transmite melhor o som, além de apresentar sinais sistêmicos
como febre e tosse.
Referências:
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. 26. ed. Rio de Janeiro: GEN
Guanabara Koogan, 2022.
BROADDUS, V. Courtney. Murray & Nadel, Tratado de Medicina Respiratória. 6. ed. Rio de
Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2017.
NORRIS, Tommie L. Porth - Fisiopatologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
13
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema respiratório.
[Subáreas de Conhecimento]
Fisiopatologia.
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
AFYA PARAÍBA
[Competências (Objetivos)]
Reconhecer e compreender os exames complementares
relacionados ao diagnóstico e à gravidade do derrame pleural.
35ª QUESTÃO
Código da questão: 134707
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(IESVAP) Homem, 42 anos, tabagista e com histórico de tosse persistente há mais de três
semanas, perda de peso e sudorese noturna, procura a Unidade de Saúde da Família (USF)
acompanhado da esposa, relatando já ter feito um raio-X suspeito e aguardando o resultado da
baciloscopia. Ao ser acolhido pela equipe de saúde, demonstra preocupação com o diagnóstico e
medo de precisar abandonar o trabalho caso inicie o tratamento.
Considerando esse cenário, qual das alternativas apresenta a conduta mais adequada, integrando
os conhecimentos clínicos sobre a tuberculose pulmonar com estratégias de acolhimento para
favorecer a adesão ao tratamento?
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Alternativas:
(alternativa A)
Aconselhar o paciente a esperar o resultado da baciloscopia antes de qualquer orientação,
evitando falar sobre acolhimento e tratamento até a confirmação diagnóstica. Uma vez
confirmado o diagnóstico, deve ser orientado quanto ao tratamento e sua duração.
(alternativa B) (CORRETA) 
Explicar que o tratamento é padronizado pelo Ministério da Saúde, com esquema de 6 meses
(rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol na fase intensiva), reforçar o sigilo e apoio da
equipe, e acolher as dúvidas do paciente, visando fortalecer o vínculo e favorecer a adesão.
(alternativa C)
Explicar que a tuberculose é uma doença crônica incurável, mas que pode ser controlada com
medicamentos, e que a falta de adesão implica internação compulsória em unidade especializada.
O paciente deve ser orientado inclusive a manter isolamento nos primeiros meses de tratamento.
(alternativa D)
Informar que o tratamento da tuberculose pulmonar dura em média 12 meses, com
medicamentos fornecidos exclusivamente por hospitais de referência, e que ele deverá manter
isolamento domiciliar absoluto até o fim do tratamento.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Justificativa:
A tuberculose tem cura, e o tratamento é ambulatorial na maioria dos casos. Ameaçar internação
compulsória não é prática recomendada e pode causar medo e afastamento do paciente dos
serviços de saúde. O tratamento padrão da tuberculose pulmonar dura 6 meses, é iniciado na
própria USF e o isolamento absoluto não é necessário durante todo o período. Essa conduta
transmite insegurança e desinformação ao paciente, comprometendo a adesão. O protocolo do
MS, inclui o acolhimento humanizado, apoio emocional e fortalecimento do vínculo com a USF,
todos fundamentais para evitar abandono do tratamento e garantir cura. O acolhimento deve ser
realizado desde o primeiro contato com a equipe, independentemente da confirmação laboratorial.
O apoio inicial é essencial para criar vínculo e preparar o paciente para possível adesão ao
tratamento.
Referências:
Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil / Ministério da Saúde,
Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.
Brasília: Ministério da Saúde, 2019. Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-
conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/tuberculose/manual-de-recomendacoes-e-controle-da-
ttuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/view. Acesso em: 13 maio 2025.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Acolhimento à demanda espontânea / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. – 1. ed. ; 1. reimpr. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 56 p. :
il. – (Cadernos de Atenção Básica; n. 28, V. 1)
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_demanda_espontanea_cab28v1.pdf.
Acesso em: 13 maio 2025.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional
de Humanização. Acolhimento nas práticas de produção de saúde / Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. – 2. ed. 5.
reimp. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2010.
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_praticas_producao_saude.pdf. Acesso
em 13 maio 2025.
PROCÓPIO, Maria José (Org.) Controle da Tuberculose: Proposta de integração ensino-
serviço [on-line]. 7ª ed. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2014, p. 145-229. E-book. ISBN 978-
85-7541-565-8. doi: 10.7476/9788575415658.0009. Disponível em:
https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/37871. Acesso em: 13 maio 2025.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
7
10
[Módulos integrados]
SOI + IESC
[Áreas de Conhecimento]
Adesão ao tratamento / APS
[Subáreas de Conhecimento]
Fisiopatologia e saúde coletiva.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
IESVAP
[Competências (Objetivos)]
Identificar o tratamento adequado para a tuberculose pulmonar,
relacionando com aimportância do acolhimento na USF para a
adesão ao tratamento.
36ª QUESTÃO
Código da questão: 134979
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(AFYA PALMAS) Homem, 68 anos, ex-tabagista com histórico de 40 maços/ano, procura
atendimento ambulatorial relatando tosse matinal há mais de 2 anos, com pouca produção de
escarro, além de episódios frequentes de falta de ar aos esforços. Relata perda de peso e que,
nos últimos meses, passou a sentir-se mais cansado para realizar atividades cotidianas, como
subir escadas. No exame físico, observa-se tórax em “barril”, uso de musculatura acessória da
respiração e presença de sibilos difusos à ausculta pulmonar.
Assinale a alternativa que melhor explica, do ponto de vista fisiopatológico, os sintomas
apresentados pelo paciente.
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Alternativas:
(alternativa A)
Deposição de colágeno e fibrose peribronquiolar, reduzindo a complacência pulmonar e
dificultando a ventilação.
(alternativa B)
Hiperresponsividade brônquica e broncoconstrição episódica decorrente de inflamação das vias
aéreas, com reversibilidade parcial.
(alternativa C)
Hiperplasia de glândulas mucosas na mucosa brônquica e aumento da produção de muco,
levando à tosse crônica produtiva.
(alternativa D) (CORRETA) 
Destruição do septo alveolar e perda da retração elástica pulmonar, resultando em
aprisionamento aéreo e aumento do volume residual.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Justificativas:
Hiperresponsividade brônquica e broncoconstrição episódica decorrente de inflamação das vias
aéreas, com reversibilidade parcial.
Incorreta. Embora a hiperresponsividade brônquica contribua para a obstrução das vias aéreas,
esse mecanismo é predominantemente característico da asma, em que há episódios de
broncoconstrição aguda reversível após uso de broncodilatador. Na DPOC, a obstrução é
parcialmente reversível ou irreversível, resultante de alterações estruturais crônicas, e não de
broncoconstrição intermitente como principal causa.
Destruição do septo alveolar e perda da retração elástica pulmonar, resultando em
aprisionamento aéreo e aumento do volume residual.
Correta. Na ênfase do enfisema, há ruptura das paredes alveolares e perda das fibras elásticas
que sustentam as vias aéreas pequenas, levando ao colapso expiratório, retenção de ar
(aprisionamento aéreo) e aumento do volume residual, o que explica o tórax em “barril”, o uso de
musculatura acessória e a dispneia. Além disso, em pacientes em que o enfisema domina, a
tosse costuma ser leve e a perda de peso é evidente.
Hiperplasia de glândulas mucosas na mucosa brônquica e aumento da produção de muco,
levando à tosse crônica produtiva.
Incorreta. Embora a hiperplasia das glândulas e o aumento da secreção de muco sejam
responsáveis pela tosse crônica produtiva no componente bronquite crônica da DPOC, esse
fenômeno não explica diretamente a limitação ao fluxo expiratório, o aprisionamento aéreo ou a
dispneia. Ele justifica a expectoração, mas não a perda de elasticidade pulmonar nem o uso de
musculatura acessória para expirar. Além disso, o paciente apresenta tosse pouco produtiva.
Deposição de colágeno e fibrose peribronquiolar, reduzindo a complacência pulmonar e
dificultando a ventilação.
Incorreta. Esse mecanismo é típico de doenças intersticiais pulmonares (fibrose pulmonar), em
que o parênquima torna-se rígido (redução da complacência), causando padrão restritivo. Na
DPOC, pelo contrário, a complacência tende a aumentar (pulmão hipertônico), e o principal
problema é manter as vias aéreas abertas durante a expiração.
Referências:
LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina Interna de
Harrison. 21. ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. 
KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon C. Robbins & Cotran Patologia: Bases Patológicas
das Doenças. 10. ed. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2023. 
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
11
[Módulos integrados]
SOI
[Competências (Objetivos)]
Correlacionar as manifestações clínicas com a fisiopatologia da
doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).
[Áreas de Conhecimento]
Sistema respiratório.
[Subáreas de Conhecimento]
Sistema respiratório
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
AFYA PALMAS
37ª QUESTÃO
Código da questão: 134843
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(UNITPAC) A.M.S., sexo masculino, 58 anos, com diagnóstico prévio de asma controlada com
uso de budesonida inalatória, procurou atendimento ambulatorial com queixas de chiado e
sensação de aperto no peito, tosse seca, especialmente durante a noite e ao acordar pela manhã
nas últimas 3 semanas. Relata que esses episódios têm sido recorrentes e que já necessitou de
atendimento no pronto-socorro por crises de dispneia, obtendo melhora com administração de
salbutamol. Recentemente, foi diagnosticado com hipertensão arterial sistêmica e notou que os
sintomas respiratórios que motivaram o atendimento começaram após o início do uso do anti-
hipertensivo, estando em uso contínuo de propranolol. Durante a ausculta pulmonar, foram
observados sibilos difusos.
Com base no caso descrito, analise as afirmativas abaixo, assinale a alternativa correta:
I. O propranolol, por ser um betabloqueador não seletivo, pode piorar o quadro asmático, sendo
contraindicado para o paciente. Logo, deve ser substituído por outro anti-hipertensivo que não
exacerbe os sintomas da asma, como o captopril, por exemplo.
II. A budesonida, corticosteroide citado no caso, é usada para atenuar a resposta inflamatória que
deflagra os sintomas respiratórios na asma, mediante a inibição da expressão gênica de fatores
pró-inflamatórios e induzindo a expressão de genes anti-inflamatórios.
III. O salbutamol é um broncodilatador de longa ação, que atua ativando os receptores beta-2-
adrenérgicos, provendo relaxamento da musculatura lisa dos brônquios, razão pela qual promove
melhora da dispneia, como relatado pelo paciente.
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Alternativas:
(alternativa A)
Apenas as afirmativas I e III estão corretas.
(alternativa B)
Apenas a afirmativa III está correta.
(alternativa C)
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
(alternativa D) (CORRETA) 
Apenas a afirmativa II está correta.
Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
A afirmativa I está incorreta, pois coloca como opção de substituição ao propranolol o captopril,
indicando que o fármaco não poderia interferir na exacerbação dos sintomas da asma. Contudo,
uma das reações adversas mais comuns de IECAs como o captopril é a tosse, causada pelo
acúmulo de bradicinina induzido pela inibição da enzima conversora de angiotensina, a qual
também é responsável por degradar este metabólito. A bradicinina, por ser um mediador pró-
inflamatório, ao se acumular no parênquima pulmonar de um paciente asmático, pode facilitar a
instalação do quadro inflamatório, não sendo a primeira escolha para substituir o propranolol.
A afirmativa III está incorreta, pois o salbutamol é um SABA e não um LABA.
Referências:
BRUTON, L. L.; HILAL-DANDAN, R. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e
Gilman. São Paulo: Grupo A, 2018. 13ª edição. Porto Alegre: ArtMed, 2018. E-book. p. Capa.
ISBN 9788580556155. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580556155/. Acesso em: 15 maio
2025.
KATZUNG, Bertram G.; VANDERAH, Todd W. Farmacologia básica e clínica. 15ª ed. Porto
Alegre: ArtMed, 2023. 
PIZZICHINI, Marcia Margaret Menezes et al. da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
– 2020. J. Bras. Pneumol., 2020, 46(1):e20190307.Disponível em http://jbp.org.br/details-
supp/105. Acesso em: 15 maio 2025.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
11
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Respiratório
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
UNITPAC
[Competências (Objetivos)]
Compreender a fisiopatologia, diagnóstico e o tratamento para
asma.ok
[Subáreas de Conhecimento]
Sistema respiratório.
38ª QUESTÃO
Código da questão: 122008
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(AFYA MANACAPURU) Em uma comunidade rural conhecida como Boa Esperança, o médico
de família e comunidade saiu para as visitas domiciliares com uma agente comunitária de saúde
e, passando na primeira esquina da unidade, encontrou o Sr. Jorge está na rua próximo à sua
residência. O médico perguntou se podia acompanhá-lo até sua casa, pois ele parecia cansado.
Sr. Jorge tem 69 anos, apresenta HAS, é ex-tabagista e está viúvo há 1 ano. Ao chegarem na
casa, a ACS chamou a filha do Sr. Jorge (Carla) e ela, abrindo a porta, começaram a chorar e
agradeceram ao médico por ter vindo à sua casa, porque estavam preocupadas com seu pai,
pois há algumas semanas ele não conseguia dormir bem à noite. Referia sentir um aperto no peito
e muita dor de cabeça, além de tontura e dificuldade para respirar, especialmente à noite. O
médico examinou o Sr. Jorge e durante a ausculta cardíaca identificou a presença de B3 (ritmo de
galope), sem sopros, taquicardia, taquicardia e observou ainda a presença de edema de
tornozelos bilateral.
Diante do caso apresentado, analise as afirmativas a seguir e identifique a conduta adequada que
deve ser adotada pelo médico.
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Alternativas:
(alternativa A)
O médico de família e comunidade deve iniciar a terapia medicamentosa para tratar o quadro de
estenose aórtica confirmada através da consulta em visita domiciliar e, em seguida, solicitar um
Eletrocardiograma.
(alternativa B)
O médico de família e comunidade deve iniciar a terapia medicamentosa para tratar o quadro
depressivo e encaminhar o usuário ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) para
acompanhamento pela equipe multiprofissional.
(alternativa C)
O médico de família e comunidade deve iniciar a terapia medicamentosa para tratar a
insuficiência respiratória aguda confirmada e encaminhar o usuário ao pneumologista da equipe
multiprofissional/atenção especializada.
(alternativa D) (CORRETA) 
O médico de família e comunidade deve solicitar um ecocardiograma para investigação de uma
provável insuficiência cardíaca e encaminhar o usuário ao cardiologista da equipe
multiprofissional/atenção especializada.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Apesar de a alternativa "O médico de família e comunidade deve iniciar a terapia medicamentosa
para tratar o quadro depressivo e encaminhar o usuário ao Centro de Atenção Psicossocial
(CAPS) para acompanhamento pela equipe multiprofissional" apresentar uma conduta possível,
no caso do paciente, o médico de família e comunidade deve investigar o que está causando a
dificuldade para dormir, que pode estar relacionado com uma provável Insuficiência Cardíaca com
fração de ejeção preservada (ICFEP), com base nos achados clínicos apresentados no caso.
Além disso, não há sinais e sintomas que justifiquem o tratamento de depressão. Nesse sentido,
a conduta mais adequada deve ser a investigação de uma provável Insuficiência Cardíaca
através de exames específicos, bem como o encaminhamento do usuário ao cardiologista para
estabelecer a terapia medicamentosa mais adequada.
O médico de família e comunidade deve iniciar a terapia medicamentosa para tratar a
insuficiência respiratória aguda confirmada e encaminhar o usuário ao pneumologista da equipe
multiprofissional/atenção especializada. Está incorreta, pois apesar de a IC poder provocar uma
insuficiência respiratória, a conduta imediata do médico deveria ser o encaminhamento para o
pronto-socorro para iniciar com a oxigenação suplementar se o paciente estivesse apresentando
um quadro de IRA, além disso precisaria tratar a doença de base que seria provavelmente a IC.
Além disso, a Portaria da eMULTI não prevê: Médico Pneumologista, mas sim Cardiologista.
O médico de família e comunidade deve iniciar a terapia medicamentosa para tratar o quadro de
estenose aórtica confirmada através da consulta em visita domiciliar e em seguida solicitar um
Eletrocardiograma. Está incorreta, pois o paciente não apresenta sopro na ausculta, além disso,
deve ser investigada a cardiopatia suspeita através dos exames e um profissional especializado
para uma melhor abordagem terapêutica.
O médico de família e comunidade deve solicitar um ecocardiograma para investigação de uma
provável insuficiência cardíaca e encaminhar o usuário ao cardiologista da equipe
multiprofissional/atenção especializada. CORRETA a conduta mais adequada deve ser a
investigação de uma provável Insuficiência Cardíaca através de exames específicos, bem como
o encaminhamento do usuário ao cardiologista para estabelecer a terapia medicamentosa mais
adequada.
Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica. Ministério da Saúde, Secretaria de
Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 162 p.
(Cadernos de Atenção Básica, n. 35). Disponível em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estrategias_cuidado_pessoa_doenca_cronica_cab35
.pdf. Acesso em: 19 out. 2024.
MENDES, Eugênio Vilaça. A atenção às condições crônicas. In: DUCAN, B. B. et al. Medicina
ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 5ª ed. Grupo A, 2022.
(Cap. 17) Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558820437/epubcfi/6/56%5B%3Bvnd.v
st.idref%3Dcap_017.xhtml%5D!/4/2/2. Acesso em: 19 out. 2024.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
10
[Módulos integrados]
IESC
[Competências (Objetivos)]
Identificar fatores de risco e descrever estratégias de prevenção
da HAS no contexto da APS.
Conhecer a atenção à saúde para a pessoa com doença crônica
no contexto das redes de atenção à saúde.
[Áreas de Conhecimento]
Semiologia / MFC
[Subáreas de Conhecimento]
Semiologia / MFC
[IES]
AFYA MANACAPURU
AFYA MANACAPURU
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
39ª QUESTÃO
Código da questão: 134584
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(AFYA Itacoatiara) Paciente do sexo feminino, 68 anos, com histórico de hipertensão arterial
controlada, relata sensação de peso nas pernas, inchaço ao final do dia e presença de varizes
visíveis e hiperpigmentação na área dos tornozelos. Está em acompanhamento ambulatorial e foi
orientada quanto a medidas domiciliares para controle da condição.
Com base nesse caso, analise as assertivas abaixo:
I. O provável diagnóstico é de insuficiência venosa crônica, e o uso de meias elásticas de
compressão graduada pode auxiliar na melhora da circulação venosa e reduzir o edema.
II. Elevar as pernas ao repousar e evitar longos períodos em pé são medidas eficazes para aliviar
os sintomas da estase venosa.
III. A aplicação de calor local com bolsas térmicas é indicada para facilitar o retorno venoso.
É correto apenas o que se afirma em
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Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
 I e II.
(alternativa B)
 I.
(alternativaC)
 II e III.
(alternativa D)
I, II e III.
Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
De acordo com a literatura, a história clínica e os dados do exame físico nesse caso,
principalmente pela hiperpigmentação local (dermatite ocre), são achados que levam ao
diagnóstico de insuficiência venosa crônica e o uso de meias elásticas de compressão graduada
auxilia na melhoria da estase venosa, bem como elevar as pernas ao repousar e evitar longos
períodos em pé. Sendo assim, as assertivas I e II estão corretas. 
A assertiva III está incorreta, pois a aplicação de calor local causaria vasodilatação, piorando o
retorno venoso.
Então, apenas as assertivas I e II estão corretas. 
Referências 
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. Rio de Janeiro: Grupo GEN,
2022. 26ª edição. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2022. E-book. p. Capa. ISBN
9788595159297. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595159297/.
JAMESON, J. L. et al. Medicina interna de Harrison - 2 volumes. 20ª edição. Porto Alegre:
ArtMed, 2019. E-book. ISBN 9788580556346. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580556346/.
 
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
8
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema cardiocirculatório.
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia clínica e fisiopatologia aplicadas ao sistema
cardiocirculatório.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
AFYA ITACOATIARA
[Competências (Objetivos)]
Compreender a fisiopatogenia da insuficiência venosa crônica
(IVC) e suas complicações, como a úlcera de estase e dermatite
ocre, assim como recomendações para melhora.
40ª QUESTÃO
Código da questão: 135067
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(FIP Guanambi) Um homem de 62 anos procura atendimento médico com queixa de dor torácica
pleurítica do lado direito, associada a dispneia progressiva. No exame físico, observa-se
diminuição do murmúrio vesicular, macicez à percussão e frêmito toracovocal abolido na base
pulmonar direita. A radiografia de tórax revela opacificação homogênea no terço inferior do
hemitórax direito, com desvio da traqueia para a esquerda.
Assinale a alternativa que relaciona os achados clínicos com a fisiopatologia do quadro relatado:
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Alternativas:
(alternativa A)
A dor torácica é causada pela inflamação do parênquima pulmonar, enquanto o murmúrio
vesicular se mantém por conta da ventilação compensatória; o desvio da traqueia indica retração
pulmonar.
(alternativa B) (CORRETA) 
O acúmulo de líquido no espaço pleural reduz a expansibilidade pulmonar, leva à macicez e abole
o frêmito, e o desvio da traqueia ocorre por compressão do hemitórax contralateral.
(alternativa C)
A opacificação na radiografia e a macicez indicam consolidação pulmonar, e o frêmito toracovocal
abolido é típico do aumento do fluxo aéreo bronquial distal.
(alternativa D)
A presença de secreção nos brônquios inferiores causa obstrução ventilatória, justificando o som
abafado, e o desvio traqueal indica hiperinsuflação do lado afetado.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
A resposta correta é: “O acúmulo de líquido no espaço pleural reduz a expansibilidade pulmonar,
leva à macicez e abole o frêmito, e o desvio da traqueia ocorre por compressão do hemitórax
contralateral.”
Dor torácica pleurítica: decorre da distensão ou inflamação da pleura parietal.
Macicez à percussão: típica do líquido pleural que substitui o ar.
Fremito toracovocal abolido: o líquido não transmite vibrações da voz.
Murmúrio vesicular diminuído: o líquido bloqueia a ausculta dos sons respiratórios.
Desvio traqueal para o lado oposto: efeito de massa do derrame volumoso
comprimindo as estruturas mediastinais.
Tudo isso é compatível com a fisiopatologia do derrame pleural.
“A dor torácica é causada pela inflamação do parênquima pulmonar, enquanto o murmúrio
vesicular se mantém por conta da ventilação compensatória; o desvio da traqueia indica retração
pulmonar.”
Está incorreta, pois a dor pleurítica pode estar presente, mas a causa principal é a distensão da
pleura, não inflamação do parênquima. O murmúrio não se mantém — ele está diminuído ou
abolido no lado do derrame. O desvio da traqueia não indica retração (isso seria visto em
atelectasias por obstrução), e sim compressão pelo líquido.
“A presença de secreção nos brônquios inferiores causa obstrução ventilatória, justificando o som
abafado, e o desvio traqueal indica hiperinsuflação do lado afetado.”
Está incorreta, pois a secreção nos brônquios causa roncos e sibilos, não macicez nem abolição
do frêmito. O desvio da traqueia não se dá por hiperinsuflação, mas por efeito compressivo do
líquido pleural. Hiperinsuflação causaria desvio contralateral, mas com hiper-ressonância, não
macicez.
“A opacificação na radiografia e a macicez indicam consolidação pulmonar, e o frêmito
toracovocal abolido é típico do aumento do fluxo aéreo bronquial distal.”
Está incorreta, pois a consolidação (como em pneumonia) costuma dar frêmito toracovocal
aumentado e broncofonia. O frêmito abolido é típico de derrame pleural ou pneumotórax, não de
consolidação. “Aumento de fluxo aéreo bronquial distal” é uma construção inadequada e sem
respaldo clínico.
Referências:
BROADDUS, V. Courtney. Murray & Nadel - Tratado de Medicina Respiratória. 6. ed. Rio de
Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2017. E-book. ISBN 9788595156869. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595156869/. Acesso em: 24 abr. 2025.
PORTO, C.C. Semiologia Médica, 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. E-book.
ISBN 9788527734998. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998. Acesso em: 30 out. 2024.
PORTO, C. C. ; PORTO, A. L. Exame Clínico. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
E-book. p. 304. ISBN 9788527731034. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527731034/. Acesso em: 08 nov. 2024.
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Filtros da questão: [Semanas]
13
15
[Módulos integrados]
SOI + HAM
[Competências (Objetivos)]
Relacionar a fisiopatologia do derrame pleural com suas
manifestações clínicas.
[Áreas de Conhecimento]
Sistema respiratório.
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia e semiologia do sistema respiratório.
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
FIP GUANAMBI
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Acesso em: 22 nov. 2024.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
5
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema cardiocirculatório.
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia clínica e fisiopatologia aplicadas ao sistema
cardiocirculatório.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
AFYA IPATINGA
[Competências (Objetivos)]
Relacionar a fisiopatologia da aterosclerose com a DAC.
5ª QUESTÃO
Código da questão: 136635
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(UNIFIPMOC) Criança de 6 anos, deu entrada no pronto atendimento com queixa de dificuldade
respiratória súbita iniciada há cerca de 4 horas, associada a chiado no peito e tosse seca. A mãe
relata que o menino já teve episódios semelhantes, geralmente à noite e após brincar com o
cachorro da avó. Nega febre ou “peito cheio”. Há histórico familiar de asma (pai). A criança mora
em uma casa com mofo nas paredes e é exposta frequentemente à fumaça de cigarro do avô. Já
foram realizados pela família seis puffs de salbutamol e um puff de beclometasona à caminho do
hospital com melhora parcial. O exame físico foi compatível com o diagnóstico estabelecido pela
pediatra.
A alternativa que apresenta o padrão radiológico, a fisiopatologia e o achado do exame físico
compatíveis é:
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Alternativas:
(alternativa A)
consolidação pulmonar; constrição brônquica e necrose pulmonar; ausculta com ruídos
descontínuos e agudos definidos como crepitações finas.
(alternativa B)
hipertransparência pulmonar difusa e retificação das costelas; inflamação e presença de secreção
purulenta nas vias aéreas; estridor pulmonar.
(alternativa C)
área de colapso pulmonar por inflamação e infecção que reduzem a ventilação pulmonar; sons
graves e contínuos originados por vibrações das paredes brônquicas (roncos).
(alternativa D) (CORRETA) 
hiperinsuflação pulmonar; obstrução ao fluxo expiratório causada por broncoconstrição, edema de
mucosa e muco; sons agudos e contínuos semelhantes a um assobio.
Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
Alternativa - hiperinsuflação; obstrução ao fluxo expiratório causada por broncoconstrição, edema
de mucosa e muco e sons agudos e contínuos semelhantes a um assobio. – Correta:
Padrão radiológico esperado: Hiperinsuflação pulmonar é comum em crises asmáticas, causada
pelo aprisionamento aéreo decorrente da obstrução ao fluxo expiratório.
Fisiopatologia: A asma é caracterizada por broncoespasmo, edema da mucosa e hipersecreção
de muco, resultando na obstrução das vias aéreas, principalmente durante a expiração.
Achado ao exame físico: A presença de sibilos (sons agudos e contínuos, tipo assobio) é clássica
e representa a passagem de ar por vias estreitadas.
Alternativa - consolidação pulmonar, constrição brônquica e necrose pulmonar, ausculta com
ruídos descontínuos e agudos chamados crepitações finas. – Incorreta:
Consolidação pulmonar é mais típica de pneumonia, não de asma.
A necrose pulmonar não está presente em crises asmáticas.
Crepitações finas são ruídos geralmente associados à abertura de alvéolos colapsados, não aos
broncoespasmo da asma.
Alternativa - área de colapso pulmonar por inflamação e infecção que reduzem a ventilação
pulmonar; sons graves e contínuos, originados por vibrações das paredes brônquicas (roncos). –
Incorreta:
Colapso pulmonar e infecção com redução da ventilação são achados de pneumonias ou
bronquiolites mais graves, não típicos da asma.
Roncos são sons contínuos e graves relacionados à secreção em vias aéreas maiores, o que
não é predominante em uma crise asmática aguda com tosse seca.
Alternativa - hipertransparência pulmonar difusa e retificação das costelas; inflamação e presença
de secreção purulenta nas vias aéreas; estridor pulmonar. – Incorreta:
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Embora a hipertransparência possa estar presente, a retificação das costelas não é uma
descrição radiológica habitual em crises de asma.
A presença de secreção purulenta não é característica da asma, mas sim de infecções.
Estridor é um som inspiratório de vias aéreas superiores, enquanto a asma cursa com sibilos
expiratórios.
Referências:
PORTO, C. C.; PORTO, A. L. Exame Clínico. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
Ebook. p. 304. ISBN 9788527731034. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527731034/. Acesso em: 08 nov. 2024.
PEDIATRIA, Sociedade Brasileira de. Tratado de pediatria. 6ª ed. Barueri: Manole, 2024. E-book.
p.Capa. ISBN 9788520458679. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520458679/. Acesso em: 20 nov. 2024.
FOGAÇA, H. R.; ZIMMERMANN, K. L.; MORELLI, S. R. Semiologia Pediátrica. Rio de Janeiro:
Thieme Revinter, 2016. E-book. p.capa. ISBN 9786555722482. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555722482/. Acesso em: 10 nov. 2024.
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Filtros da questão: [Semanas]
13
[Áreas de Conhecimento]
Sistema respiratório.
[Subáreas de Conhecimento]
Sistema respiratório
Sistema respiratório.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
UNIFIPMOC
[Competências (Objetivos)]
Compreender a fisiopatologia, diagnóstico e o tratamento para
asma.ok
Correlacionar sinais e sintomas com achados do exame físico no
paciente com asma.
6ª QUESTÃO
Código da questão: 121547
Tipo da questão: Múltipla Escolha
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Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(FACIMPA) Uma equipe de saúde realiza uma visita domiciliar para cuidar de um paciente idoso
de 78 anos com câncer de pulmão em estágio avançado, com metástases ósseas. O paciente
apresenta dor intensa, cansaço extremo, falta de apetite e episódios de falta de ar. Ele vive com
sua esposa, que é sua cuidadora principal, e ambos expressaram o desejo de manter o
tratamento em casa, sem intervenções agressivas. 
Analisando a situação, marque a alternativa que representa a conduta mais adequada para o
cuidado paliativo domiciliar desse paciente.
Alternativas:
(alternativa A)
Aumentar a dose de analgésicos opioides para aliviar a dor, sem considerar os efeitos colaterais,
uma vez que o foco principal é o controle da dor.
(alternativa B)
Iniciar alimentação por sonda nasogástrica para garantir a nutrição adequada, visto que o paciente
apresenta falta de apetite.
(alternativa C)
Orientar a esposa a administrar os medicamentos do paciente de forma rigorosa, no horário
exato, sem flexibilidade, para garantir o controle dos sintomas.
(alternativa D) (CORRETA) 
Prescrever oxigênio suplementar e orientar a família sobre a importância de evitar esforços
excessivos, além de encorajar a ventilação do ambiente para minimizar o desconforto
respiratório.
Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
Prescrever oxigênio suplementar e orientar a família sobre a importância de evitar esforços
excessivos, além de encorajar a ventilação do ambiente para minimizar o desconforto
respiratório, é a mais indicada, pois o oxigênio suplementar pode ajudar a aliviar a sensação de
falta de ar, um dos principais desconfortos do paciente. Além disso, orientar a família sobre como
manejar o ambiente e evitar esforços excessivos contribui para a melhora da qualidade de vida,
respeitando o limite do paciente. Esse é o tipo de intervenção paliativa que visa aliviar sintomas
sem procedimentos invasivos, pois prioriza intervenções voltadas para o alívio dos sintomas de
dispneia, que é um sintoma comum em pacientes com câncer de pulmão em estágio avançado.
O oxigênio suplementar,embora não prolongue a vida, pode ajudar a reduzir a sensação de
sufocamento e proporcionar maior conforto ao paciente (Brasil, 2020).
Além disso, a Portaria Nº 2.529, de 19 de outubro de 2006, que institui a Política Nacional de
Cuidados Paliativos, destaca que a atenção paliativa deve ser centrada no paciente e nos seus
familiares, sendo essencial a comunicação clara e o apoio psicológico. O cuidado domiciliar,
quando possível, permite que o paciente seja assistido no conforto do seu lar, cercado por
familiares, promovendo um ambiente menos estressante e mais humanizado. A orientação à
família é parte fundamental do cuidado, e, neste caso, evitar esforços excessivos e garantir um
ambiente bem ventilado é uma medida prática para minimizar o desconforto respiratório.
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Ainda segundo a Cartilha de Cuidados Paliativos do Ministério da Saúde, publicada em 2018, o
manejo adequado dos sintomas, como a falta de ar, deve ser feito com intervenções
proporcionais, sem recorrer a medidas invasivas ou desnecessárias, especialmente em
pacientes que estão na fase terminal de uma doença crônica. O uso de oxigênio em casa,
orientado por profissionais de saúde, é uma prática reconhecida para melhorar o conforto
respiratório nesses casos.
Assim, justificando as alternativas incorretas:
Aumentar a dose de analgésicos opioides para aliviar a dor, sem considerar os efeitos colaterais,
uma vez que o foco principal é o controle da dor. Embora o alívio da dor seja fundamental, é
importante monitorar e gerenciar os efeitos colaterais dos opioides, como sedação excessiva e
depressão respiratória. De acordo com o Ministério da Saúde (2018), "os cuidados paliativos
devem promover o alívio de sintomas de maneira que o paciente se sinta confortável e com o
mínimo de efeitos adversos", devendo-se considerar o controle da dor com monitoramento dos
efeitos colaterais. Isso também é reforçado pela OMS (2018), que afirma que o objetivo é garantir
o máximo de conforto e qualidade de vida, evitando desconfortos adicionais devido a efeitos
adversos.
Iniciar alimentação por sonda nasogástrica para garantir a nutrição adequada, visto que o paciente
apresenta falta de apetite. A introdução de uma sonda nasogástrica é considerada uma medida
invasiva e pode comprometer o conforto em pacientes em estágio avançado. A OMS (2018)
sugere que, em cuidados paliativos, intervenções invasivas devem ser evitadas se o paciente
puder experimentar desconforto, e a alimentação forçada não é recomendada em casos de
apetite diminuído, respeitando as necessidades e o conforto do paciente. O Ministério da Saúde
(2018) também orienta que, em cuidados paliativos, "a nutrição e hidratação devem ser oferecidas
de acordo com a tolerância e preferência do paciente".
Orientar a esposa a administrar os medicamentos do paciente de forma rigorosa, no horário
exato, sem flexibilidade, para garantir o controle dos sintomas. A administração de medicamentos
em horários rígidos pode ser inadequada em cuidados paliativos, pois pode sobrecarregar o
cuidador e o paciente. A OMS e o Ministério da Saúde orientam que a administração de
medicamentos deve ser flexível, ajustada conforme o conforto do paciente, e de maneira a não
adicionar estresse para a família e cuidador (Brasil, 2018).
Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Caderno de atenção domiciliar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. (Capítulo 6).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Especializada à Saúde. Departamento de
Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência. Atenção Domiciliar na Atenção Primária à Saúde
[recurso eletrônico] / Brasília: Ministério da Saúde, 2020.
Manual de Cuidados Paliativos / Coord. Maria Perez Soares D’Alessandro, Carina Tischler Pires,
Daniel Neves Forte ... [et al.]. – São Paulo: Hospital Sírio-Libanês; Ministério da Saúde; 2020.
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Filtros da questão: [Semanas]
9
[Módulos integrados]
IESC
[IES]
FACIMPA
FACIMPA
[Competências (Objetivos)]
Compreender os aspectos éticos sobre cuidados paliativos na
APS
Conhecer acerca dos cuidados paliativos na atenção domiciliar.
[Áreas de Conhecimento]
APS
[Subáreas de Conhecimento]
Política de humanização
MFC
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
7ª QUESTÃO
Código da questão: 121102
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(UNIPTAN) Um homem de 45 anos, com antecedente de prolapso da valva mitral, procura
atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento com queixa de febre (38,5 ºC), calafrios,
sudorese, fadiga há cerca de 3 semanas. O exame físico revela sopro cardíaco em foco mitral e
petéquias subungueais. Ele relata ter realizado procedimento odontológico cerca de 2 semanas
antes dos sintomas se iniciarem. Ecocardiograma evidencia a presença de vegetações na valva
mitral.
Com relação ao quadro clínico apresentado pelo paciente e seu provável diagnóstico, assinale a
alternativa correta.
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Alternativas:
(alternativa A)
A endocardite aguda, que ocorre após procedimentos odontológicos, como neste paciente,
acomete especialmente a valva tricúspide e é comumente causada por estreptococos do grupo
viridans.
(alternativa B) (CORRETA) 
A endocardite infecciosa, nesse caso, está associada a bacteremia transitória após
procedimentos odontológicos, especialmente em pacientes com fatores predisponentes, como o
prolapso da valva mitral.
(alternativa C)
O diagnóstico de endocardite nesse caso é baseado apenas na presença de vegetações ao
ecocardiograma, sem necessidade de confirmação microbiológica, de acordo com os critérios de
Duke.
(alternativa D)
O Staphylococcus aureus é uma causa comum da endocardite subaguda apresentada pelo
paciente, particularmente após procedimentos odontológicos, devido à sua presença na
microbiota oral.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Resposta correta:
A endocardite infecciosa, nesse caso, está associada a bacteremia transitória após
procedimentos odontológicos, especialmente em pacientes com fatores predisponentes, como o
prolapso da valva mitral.
Justificativa: O quadro clínico apresentado (febre, sopro, petéquias e histórico de procedimento
odontológico) é típico de endocardite infecciosa, especialmente em pacientes com prolapso da
valva mitral (fator predisponente). A bacteremia transitória após procedimentos odontológicos é
uma via comum de entrada de microrganismos que podem infectar a valva comprometida.
Alternativas Incorretas:
O Staphylococcus aureus é uma causa comum da endocardite subaguda apresentada pelo
paciente, particularmente após procedimentos odontológicos, devido à sua presença na
microbiota oral.
O Streptococcus viridans é uma causa comum de endocardite subaguda, particularmente após
procedimentos odontológicos, devido à sua presença na flora oral. O Staphylococcus aureus está
mais associado a endocardite aguda, relacionada a usuários de drogas injetáveis e a pacientes
com cateter venoso.
O diagnóstico de endocardite é baseado apenas na presença de vegetações ao ecocardiograma,
sem necessidade de confirmação microbiológica, de acordo com os critérios de Duke.
O diagnóstico de endocardite infecciosa é feito pelos Critérios de Duke, que incluem achados
clínicos, ecocardiográficos e hemoculturas positivas. A confirmação microbiológica
(hemoculturas) é fundamental para a identificação do agente etiológico e escolha do tratamento.
A endocardite infecciosa aguda, que ocorre após procedimentos odontológicos, acomete
especialmente a valva tricúspide e é comumente causada por estreptococosdo grupo viridans.
A endocardite infecciosa, de forma geral, tende a afetar mais frequentemente as valvas do lado
esquerdo do coração: a valva mitral e a valva aórtica. A valva tricúspide é mais comumente
afetada em casos de endocardite associada ao uso de drogas intravenosas. Além disso, os
procedimentos odontológicos estão mais associados à endocardite subaguda.
Referências:
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. 26. ed. Rio de Janeiro: GEN
Guanabara Koogan, 2022. 
LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina Interna de
Harrison. 21. ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. 
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Filtros da questão: [Semanas]
6
[Módulos integrados]
SOI
[IES]
UNIPTAN
UNIPTAN
[Competências (Objetivos)]
Relacionar a etiologia, a fisiopatologia e o diagnóstico
complementar da endocardite bacteriana.
[Áreas de Conhecimento]
Básica.
[Subáreas de Conhecimento]
Fisiopatologia.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
8ª QUESTÃO
Código da questão: 136609
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(FIP Guanambi) Um menino de 5 anos, previamente saudável, é levado ao pronto atendimento
com coloração amarelada na pele e olhos, urina escura e cansaço há 2 dias. A mãe relata que ele
teve uma infecção viral leve há cerca de uma semana. Ao exame físico, apresenta icterícia e
esplenomegalia. Os exames laboratoriais mostram:
Hemoglobina: 7,8 g/dL (VR: 12–14 g/dL)
Reticulócitos: 8% (VR: 1–2%)
Lactato desidrogenase: aumentada.
Bilirrubina indireta: aumentada.
Coombs direto: positivo.
Esfregaço: presença de esferócitos.
Com base nos achados clínicos e laboratoriais, qual o diagnóstico mais provável e sua
fisiopatologia?
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Alternativas:
(alternativa A)
Anemia falciforme – hemólise por deformidade das hemácias devido à mutação da cadeia beta da
hemoglobina.
(alternativa B) (CORRETA) 
Anemia hemolítica autoimune – destruição das hemácias por anticorpos IgG com
extravasamento no baço (hemólise extravascular).
(alternativa C)
Anemia megaloblástica – causada por deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, levando à
produção ineficaz de hemácias e anemia macrocítica.
(alternativa D)
Talassemia – redução na produção de cadeias globínicas com destruição intramedular das
hemácias.
Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
Justificativa da alternativa correta.
Clínica típica de anemia hemolítica: icterícia, urina escura, esplenomegalia e fadiga.
Infecção viral prévia: fator desencadeante comum em crianças com anemia hemolítica autoimune
(AHAI).
Hemograma e exames de hemólise:
Hemoglobina baixa (anemia).
Reticulocitose (medula compensando hemólise).
DHL e bilirrubina indireta elevadas (marcadores de destruição eritrocitária).
Coombs direto positivo: confirma a presença de anticorpos ligados às hemácias.
Esferócitos no esfregaço: hemácias esferizadas por ação de IgG e remoção de parte
da membrana no baço. 
Erro das demais:
Anemia falciforme → não há menção a dor óssea, antecedentes familiares ou hemácias
falcizadas. Coombs seria negativo.
Talassemia → caracteriza-se por microcitose e hipocromia, e geralmente o Coombs é
negativo.
Embora a anemia megaloblástica também cause anemia com aumento de destruição
eritrocitária intramedular, seu mecanismo principal não é hemólise periférica, como nos
casos de anemia hemolítica autoimune, falciforme ou G6PD. Além disso, o esfregaço
em anemias megaloblásticas não mostra esferócitos, mas sim megaloblastos
(hemácias grandes) e neutrófilos hipersegmentados.
Referência: 
BOGGIOLO, Luiz Carlos Uchôa. Patologia. 9. ed. rev. e atual. por Clébio de Oliveira Borges. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
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Filtros da questão: [Semanas]
14
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Hemolinfopoiético
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia
[Competências (Objetivos)]
Conhecer a fisiopatologia e diagnóstico das anemias carenciais,
baseando-se no histórico clínico e exames laboratoriais.
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
FIP GUANAMBI
9ª QUESTÃO
Código da questão: 134549
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(UNIPTAN) Um homem de 64 anos, tabagista há 40 anos, com histórico de hipertensão arterial
sistêmica e dislipidemia, procura atendimento ambulatorial referindo dor em panturrilhas ao
caminhar por cerca de 100 metros, com alívio após poucos minutos de repouso. Nega dor em
repouso. No exame físico, apresenta pele fria na região da panturrilha, unhas dos pés
espessadas, rarefação de pelos, pulsos pediosos e tibiais posteriores diminuídos bilateralmente.
Com base no caso descrito, assinale a alternativa que indica o provável diagnóstico e o exame
complementar mais indicado para confirmação.
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Alternativas:
(alternativa A)
Trombose venosa profunda; solicitar doppler venoso de membros inferiores.
(alternativa B)
Insuficiência venosa crônica; solicitar ultrassonografia venosa com compressão.
(alternativa C) (CORRETA) 
Doença arterial obstrutiva periférica; solicitar doppler arterial dos membros inferiores.
(alternativa D)
Anemia crônica com hipóxia tecidual; solicitar hemograma completo e dosagem de ferritina.
Grau de dificuldade: Fácil
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Resposta comentada:
O paciente apresenta quadro clínico clássico de claudicação intermitente, manifestação típica da
doença arterial obstrutiva periférica (DAOP). O exame físico com pele fria, pulsos diminuídos,
presença de lesões tróficas e a presença de fatores de risco (tabagismo, HAS, dislipidemia)
reforçam o diagnóstico. Um bom exame para confirmação do diagnóstico é o ultrassom com
Doppler arterial dos membros inferiores.
Alternativas Incorretas
Trombose venosa profunda; solicitar doppler venoso de membros inferiores.
Justificativa: A trombose venosa profunda (TVP) é uma doença das veias, não das artérias.
Geralmente causa inchaço, dor e calor na panturrilha, muitas vezes unilateral, e não se
caracteriza por claudicação intermitente ou sinais de isquemia crônica arterial. O Doppler venoso
seria o exame correto para TVP, mas o diagnóstico é inconsistente.
Insuficiência venosa crônica; solicitar ultrassonografia venosa com compressão.
Justificativa: A insuficiência venosa crônica é uma doença das veias que causa inchaço, dor
(geralmente latejante e que piora com o tempo em pé), varizes, alterações de pele
(hiperpigmentação, úlceras). Não causa claudicação intermitente ou os sinais de isquemia arterial.
A ultrassonografia venosa com compressão é o exame para insuficiência venosa, mas o
diagnóstico é inconsistente.
Anemia crônica com hipóxia tecidual; solicitar hemograma completo e dosagem de ferritina.
Justificativa: Anemia crônica pode causar fadiga e dispneia aos esforços devido à baixa
oxigenação dos tecidos, mas não causa os sinais específicos de isquemia periférica como pele
fria, unhas quebradiças, rarefação de pelos ou, o mais importante, a diminuição dos pulsos
pediosos e tibiais posteriores. A dor muscular da anemia é mais difusa e não segue o padrão de
claudicação intermitente vascular. O hemograma e a ferritina seriam os exames para anemia,
mas o diagnóstico não se encaixa.
Conclusão:
O conjunto de sintomas (claudicação intermitente), sinais (pele fria, unhas espessadas, rarefação
de pelos, pulsos diminuídos) e fatores de risco (tabagismo, hipertensão, dislipidemia) aponta de
forma inequívoca para o diagnóstico de Doença Arterial Obstrutiva Periférica.O exame de
primeira linha para confirmar este diagnóstico e avaliar a extensão da doença é o Doppler arterial
dos membros inferiores.
Referências:
LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina Interna de
Harrison. 21. ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. 
NORRIS, Tommie L. Porth - Fisiopatologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-
book. p. 731. ISBN 9788527737876. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737876/. Acesso em: 21 abr. 2025.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
7
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema cardiocirculatório.
[Subáreas de Conhecimento]
Patologia clínica e fisiopatologia aplicadas ao sistema
cardiocirculatório.
[Validação de autoria]
USO DE IA - Este conteúdo foi criado usando ferramentas de
Inteligência Artificial (IA). Profissionais especialistas humanos
revisaram este conteúdo antes da sua publicação.
[IES]
UNIPTAN
[Competências (Objetivos)]
Reconhecer as manifestações clínicas e o diagnóstico da doença
arterial obstrutiva periférica (DAOP).
10ª QUESTÃO
Código da questão: 135002
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(UNIDEP) Um paciente, em atendimento em um serviço de urgência, apresenta dor torácica,
tosse seca e diminuição do murmúrio vesicular no hemitórax direito com macicez à percussão. A
radiografia de tórax revela um derrame pleural de grande volume no hemitórax direito, com
deslocamento do mediastino para o lado contralateral.
Assinale a alternativa que melhor relaciona os achados do exame físico aos encontrados na
radiografia.
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Alternativas:
(alternativa A)
O impacto da diminuição do murmúrio vesical e a submacicez à percussão indicam um derrame
pequeno, que na radiografia geralmente não é visível; a grande quantidade de líquido sugere uma
complicação não detectada na avaliação clínica.
(alternativa B)
Os achados clínicos de diminuição do murmúrio vesicular e macicez à percussão sugerem
congestão pulmonar, e na radiografia estes achados se confundem com edema intersticial, não
sendo compatíveis com derrame pleural.
(alternativa C) (CORRETA) 
A diminuição do murmúrio vesical e a macicez à percussão são sinais de derrame pleural
volumoso, cuja radiografia confirma a grande quantidade de líquido, causando deslocamento
mediastinal contralateral.
(alternativa D)
A ausência de alterações na ausculta indica que o derrame é de pequeno volume, e a radiografia
pode exagerar a quantidade de líquido devido a artefatos de imagem, podendo assim, confundir o
diagnóstico.
Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
Alternativa correta: A diminuição do murmúrio vesical e a macicez à percussão são sinais de
derrame pleural volumoso, cuja radiografia confirma a grande quantidade de líquido, causando
deslocamento mediastinal contralateral.
Diminuição do murmúrio vesical e macicez à percussão: estes são achados clássicos
de derrame pleural. O líquido acumulado no espaço pleural impede a transmissão
adequada dos sons respiratórios (diminuição do murmúrio vesicular) e torna a área
maciça à percussão (surda). A elevação da praça respiratória também é um sinal
sugestivo de acúmulo de líquido.
Radiografia com derrame de grande volume e deslocamento mediastinal contralateral:
A radiografia confirma a presença de uma grande quantidade de líquido no hemitórax
direito. O deslocamento do mediastino para o lado oposto (contralateral) é um indicativo
de que o volume do derrame é significativo o suficiente para exercer pressão sobre as
estruturas mediastinais, empurrando-as para o lado não afetado.
Alternativa incorreta: O impacto da diminuição do murmúrio vesical e a submacicez à percussão
indicam um derrame pequeno, que na radiografia geralmente não é visível; a grande quantidade
de líquido sugere uma complicação não detectada na avaliação clínica.
Razão: Afirma que os achados clínicos indicam um derrame leve, que não seria visível na
radiografia, o que não é correto. Na prática, um derrame leve geralmente apresenta mudanças
sutis ou podem ser até ausentes na radiografia, mas os sinais físicos variam de acordo com o
volume. Além disso, o grande volume do líquido geralmente é detectável na radiografia, não sendo
algo que não aparece por limitação do exame.
Portanto, essa alternativa mistura conceitos de volume clínico e radiológico de maneira incorreta.
Alternativa incorreta: A ausência de alterações na ausculta indica que o derrame é de pequeno
volume, e a radiografia pode exagerar a quantidade de líquido devido a artefatos de imagem,
podendo assim, confundir o diagnóstico.
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Razão: A ausência de alterações na ausculta (como menos murmúrio vesical) geralmente indica
um derrame de volume moderado a grande, não de pequeno volume. Além disso, a radiografia
normalmente é bastante sensível na detecção de derrames pulmonares, especialmente quando
volumosos.
Logo, essa alternativa apresenta uma interpretação incorreta sobre a relação entre exames
clínicos e radiológicos.
Alternativa incorreta:
Razão: Os sinais clínicos descritos (diminuição do murmúrio vesicular e surdez à percussão) são
clássicos de derrame pleural, não de congestão pulmonar ou edema intersticial. Na congestão
pulmonar, os sinais típicos incluem estertores e mudanças radiológicas diferentes (como
cardiomegalia, congestão vascular).
Por isso, essa alternativa incorretamente associa sinais de derrame a outras patologias, o que é
incorreto.
Referências:
McGEE, S. Evidence-Based Physical Diagnosis. 5. ed. Elsevier, 2021.
PORTO, C.C. Semiologia Médica, 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. E-book.
ISBN 9788527734998. 
PORTO, C. C.; PORTO, A. L. Exame Clínico. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. E-
book. p.304. 
CARDOSO, A. P.; RABELLO, E.; MELLO, F. C. Q.; et al. Diagnóstico e tratamento em
pneumologia. 2ª ed. Barueri: Manole, 2021. E-book.
BROADDUS, V.Courtney. Murray & Nadel, Tratado de Medicina Respiratória. 6. ed. Rio de
Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2017. E-book. p.i. ISBN 9788595156869. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595156869/. Acesso em: 23 abr. 2025.
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Filtros da questão: [Semanas]
15
[Módulos integrados]
HAM
[Áreas de Conhecimento]
Semiologia
[Subáreas de Conhecimento]
Sistema respiratório
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
UNIDEP
[Competências (Objetivos)]
Relacionar os achados do exame físico aos achados radiológicos
no derrame pleural.
11ª QUESTÃO
Código da questão: 133946
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(AFYA BRAGANÇA) Um paciente de 56 anos, sexo masculino, comparece ao ambulatório com
queixa de cefaleia frequente e tontura ao esforço. Após avaliação clínica e exames
complementares, é diagnosticado com hipertensão arterial sistêmica estágio 2. O médico opta por
iniciar o tratamento com dois fármacos, cujos mecanismos de ação são:
1. Inibição da enzima conversora de angiotensina (ECA), promovendo a redução dos
níveis de angiotensina II e subsequente diminuição da resistência vascular periférica.
2. Bloqueio dos canais de cálcio tipo L, resultando em vasodilatação arterial periférica e
redução da pressão arterial.
Com base nos mecanismos de ação apresentados, assinale a alternativa que indica corretamente
os medicamentos 1 e 2 possivelmente prescritos, respectivamente:
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Alternativas:
(alternativa A)
Valsartana e Verapamil.
(alternativa B)
Nifedipino e Lisinopril.
(alternativa C)
Captopril e Clonidina.
(alternativa D) (CORRETA) 
Enalapril e Anlodipino.Grau de dificuldade: Médio
Resposta comentada:
Enalapril é um inibidor da enzima conversora de angiotensina (ECA), reduzindo a
produção de angiotensina II, um potente vasoconstritor, promovendo vasodilatação e
redução da resistência vascular periférica.
Anlodipino é um bloqueador dos canais de cálcio (BCC) do tipo L, com ação
predominante nos vasos arteriais, promovendo vasodilatação e queda da pressão
arterial.
As demais alternativas apresentam medicamentos com mecanismos diferentes dos
apresentados no enunciado ou com a ordem invertida:
Nifedipino é um BCC e o Lisinopril um IECA. Como a questão pede 1 e 2,
respectivamente, deveria ser o inverso.
Captopril é um IECA, mas a clonidina é um simpatolítico de ação central, que atua
como alfa-2-agonista de ação central.
Valsartana é um antagonista de angiotensina II, não inibe a ECA.
Referências:
BRUTON, L. L.; HILAL-DANDAN, R. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e
Gilman. São Paulo: Grupo A, 2018. 13ª edição. Porto Alegre: ArtMed, 2018. E-book. p. Capa.
ISBN 9788580556155. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580556155/. Acesso em: 11 abr. 2025.
BARROSO, Weimar Kunz Sebba et al. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020.
Disponível em:2017.
E-book. p. 304. ISBN 9788527731034. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527731034/. Acesso em: 08 nov. 2024
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Filtros da questão: [Semanas]
8
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema cardiocirculatório.
[Subáreas de Conhecimento]
Fisiopatologia.
[Competências (Objetivos)]
Entender a fisiopatologia e tratamento da TVP.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
UNIPTAN
14ª QUESTÃO
Código da questão: 134798
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: N1 + N2 - Integradora
Enunciado:
(AFYA Itabuna) Em atendimento ambulatorial, um menino de 10 anos é trazido pelos pais com
queixa de dor articular migratória nos joelhos e tornozelos há 3 dias, associada a febre e cansaço.
Há relato de faringite estreptocócica tratada de forma incompleta há cerca de 3 semanas. No
exame físico, observa-se sopro cardíaco em foco mitral e sinais inflamatórios articulares. 
Com base no quadro, a condição apresentada pelo menino foi decorrente 
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Alternativas:
(alternativa A)
do acúmulo excessivo de endotoxinas estreptocócicas nas valvas cardíacas, desencadeando um
processo inflamatório do tipo granulomatoso agudo.
(alternativa B) (CORRETA) 
de reação imunológica cruzada entre antígenos do estreptococo beta-hemolítico e tecidos do
hospedeiro, levando à inflamação autoimune em articulações, coração e sistema nervoso central.
(alternativa C)
do antígeno associado à proteína M do Streptococcus pyogenes, o qual é responsável pela
secreção de toxinas citotóxicas, que causam lesão articular direta e danos valvares permanentes.
(alternativa D)
da invasão direta do Streptococcus pyogenes nas válvulas cardíacas, sendo os achados clínicos
consequência de necrose bacteriana tecidual.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
A manifestação cardíaca da febre reumática ocorre por acúmulo de endotoxinas estreptocócicas
nas valvas, desencadeando um processo inflamatório do tipo granulomatoso agudo.
Incorreta: A febre reumática não decorre de invasão bacteriana direta, mas sim de um processo
imunológico desencadeado após a infecção estreptocócica.
A proteína M do Streptococcus pyogenes é responsável pela secreção de toxinas citotóxicas, que
causam lesão articular direta e danos valvares permanentes.
Incorreta: A proteína M é importante no mimetismo molecular, mas não atua por secreção de
toxinas citotóxicas, e sim por semelhança estrutural com antígenos humanos, desencadeando
autoimunidade.
A febre reumática é resultado de uma reação imunológica cruzada entre antígenos do
estreptococo beta-hemolítico do grupo A e tecidos do hospedeiro, levando à inflamação
autoimune em articulações, coração e sistema nervoso central.
Correta: O processo é caracterizado por mimetismo molecular entre componentes do
Streptococcus pyogenes (principalmente a proteína M) e tecidos do hospedeiro, levando à reação
inflamatória autoimune em articulações, coração e SNC — o que explica as manifestações como
artrite migratória, cardite e coreia de Sydenham.
A manifestação cardíaca da febre reumática ocorre por acúmulo de endotoxinas estreptocócicas
nas valvas, desencadeando um processo inflamatório do tipo granulomatoso agudo.
Incorreta: Não há acúmulo de endotoxinas nem formação granulomatosa clássica; a lesão
cardíaca está associada à inflamação autoimune crônica com formação de corpos de Aschoff,
típicos da febre reumática.
Referências:
NORRIS, Tommie L. Porth - Fisiopatologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-
book. p. Capa. ISBN 9788527737876. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737876/. Acesso em: 22 abr. 2025.
FILHO, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-
book. pág. 1. ISBN 9788527738378. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/. Acesso em: 22 abr. 2025
KUMAR, Vinay. Robbins Patologia Básica. 10. ed. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan,
2018. E-book. ISBN 9788595151895. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595151895/. Acesso em: 22 abr. 2025.
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Filtros da questão: [Semanas]
6
[Módulos integrados]
SOI
[Áreas de Conhecimento]
Sistema cardiocirculatório.
[Subáreas de Conhecimento]
Fisiopatologia.
[Competências (Objetivos)]
Conhecer os mecanismos imunopatológicos da febre reumática,
associando com as características do agente etiológico.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
[IES]
AFYA ITABUNA
15ª QUESTÃO
Código da questão: 121913
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(UNINOVAFAPI) Um paciente de 55 anos comparece ao pronto-socorro com dor torácica aguda,
que piora ao deitar e melhora ao se inclinar para frente. Ele relata febre nas últimas 48 horas. No
exame físico, é auscultado um atrito pericárdico. O eletrocardiograma revela elevação difusa do
segmento ST, e a radiografia de tórax não apresenta sinais de derrame pleural. Com base nesse
quadro clínico, qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
Pericardite aguda.
(alternativa B)
Tamponamento cardíaco.
(alternativa C)
Derrame pericárdico.
(alternativa D)
Pericardite constritiva.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Resposta correta: Pericardite aguda.
Justificativa: A pericardite aguda se manifesta tipicamente com dor torácica que piora ao deitar e
melhora ao inclinar-se para frente, atrito pericárdico e elevação difusa do segmento ST no ECG.
Esses achados são indicativos claros da inflamação aguda do pericárdio.
Justificativa das alternativas incorretas:
Derrame pericárdico: O derrame pericárdico pode ocorrer como parte de uma pericardite, mas
não é o diagnóstico principal aqui. A ausência de sinais de derrame na radiografia e a presença de
atrito pericárdico, junto com dor torácica característica, sugerem pericardite aguda sem derrame
significativo.
Tamponamento cardíaco: O tamponamento cardíaco, que pode ser uma complicação de derrame
pericárdico, se caracteriza por sinais de compressão cardíaca, como hipotensão, abafamento das
bulhas cardíacas e turgência jugular (tríade de Beck), o que não foi observado neste caso.
Pericardite constritiva: A pericardite constritiva é uma forma crônica de pericardite que causa
fibrose e restrição do coração, levando a sintomas de insuficiência cardíaca. O quadro clínico
descrito é agudo, o que não condiz com pericardite constritiva.
Referências:
LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina Interna de
Harrison. 21. ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. 
GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I. Goldman-Cecil Medicina. 26. ed. Rio de Janeiro: GEN
Guanabara Koogan, 2022.
Feedback:
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Filtros da questão: [Semanas]
7
[Módulos integrados]
SOI
[IES]
UNINOVAFAPI
UNINOVAFAPI
[Competências (Objetivos)]
Identificar os diferentes tipos de patologias associadas ao
pericárdio.
[Áreas de Conhecimento]
Sistema cardiocirculatório.
[Subáreas de Conhecimento]
Fisiopatologia.
[Validação de autoria]
SEM USO DE IA. Este conteúdo foi criado sem o uso de
ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
16ª QUESTÃO
Código da questão: 121708
Tipo da questão: Múltipla Escolha
Unidade de avaliação: Integradora
Enunciado:
(UNITPAC) Durante uma consulta no PSF, um paciente de 72 anos, com hipertensão arterial e
diabetes mellitus, relata cansaço paracaminhar curtas distâncias, inchaço nas pernas e
dificuldade para respirar ao deitar, melhorando ao usar mais travesseiros. Durante o exame físico,
observam-se sinais sugestivos de insuficiência cardíaca. Foi solicitada uma radiografia de tórax
para complementar a investigação.
Qual a alternativa é compatível com os achados clínicos e radiológicos esperados?
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Alternativas:
(alternativa A)
Edema de membros inferiores, sopro sistólico audível em foco aórtico e índice cardiotorácico
medido abaixo de 0,50.
(alternativa B) (CORRETA) 
Turgência da veia jugular, aumento do volume hepático (hepatomegalia) e índice cardiotorácico
superior a 0,50.
(alternativa C)
Pressão arterial aumentada, estertores pulmonares localizados no ápice direito e índice
cardiotorácico acima de 0,60.
(alternativa D)
Deslocamento da traqueia para a direita, presença de roncos e sibilos difusos e índice
cardiotorácico abaixo de 0,50.
Grau de dificuldade: Médio
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Resposta comentada:
Na insuficiência cardíaca, especialmente quando há comprometimento do ventrículo direito, o
coração não consegue bombear especificamente o sangue que chega pelas veias sistêmicas.
Isso causa congestão no sistema venoso, refletida pelo ingurgitamento da veia jugular.
Em pacientes com insuficiência cardíaca crônica, a radiografia de tórax pode mostrar um ICT
maior que 0,50, sugerindo cardiomegalia, que pode indicar insuficiências cardíacas
descompensadas.
Correta: Turgência jugular, hepatomegalia e índice cardiotorácico acima de 0,50.
Justificativa: Esses achados são compatíveis com insuficiência cardíaca direita (turgência jugular,
hepatomegalia) associada à cardiomegalia visível no RX (ICT > 0,50), o que é esperado na ICC
global.
Incorreta: Edema de membros inferiores, sopro sistólico em foco aórtico e índice cardiotorácico
inferior a 0,50.
Justificativa: Embora o edema possa estar presente na ICC, o ICT normal (

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