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Questões Grupo B
	 1.	 Paciente , 9 anos, com história de febre há 3 dias, cefaleia, náuseas, 1 episódio 
de diarreia e mialgia intensa. Nega comorbidades. Mãe traz devido tempo de febre e está 
preocupada. Paciente pesa 30 kg. Está hidratado clinicamente, corado, eupneico, otoscopia e 
oroscopia sem alteração, sem sinais meníngeos , sem alteração na ausculta cardíaca, sem 
alteração no exame abdominal, pulsos palpáveis e simétricos , presença de petequias esparsas 
em tronco , FR 20 FC 100 PA 110x70
A. Quais hipóteses diagnósticas? 
1. Dengue, pela: febre há mais de 2 dias, cefaléia, náusea, diarréia, mialgia. Não fala de 
sintomas respiratório! Grupo B pelas petéquias (prova do laço pode ser positiva) 
2. Quadro de infecção viral 
B. Solicitaria algum exame? Explique. 
Hemograma 
NS1: indicado até o quinto dia, se passar desse período IgM e IgG 
C. Qual tratamento? 
Hidratação oral 
Conta: paciente é maior de 20 kg, a regra é 80 ml/kg/dia —> 80ml x 30kg = 2.400ml no dia 
de hidratação total (SRO + outros líquidos) —> será então: 800ml de SRO + 1.600ml de água 
e outros líquidos. 
Uso de sintomáticos como dipirona e/ou paracetamol, para febre 
D. Quais orientações você daria para o paciente? 
1. Reavaliar a cada 48h até 2 dias após cessar a febre, com hemograma. 
2. Evitar antiinflamatório 
3. Orientar sinais de alarme e quanto a fase de defervescência 
	 2.	 Criança de 3 anos após ser picado por uma abelha apresentou vermelhidao na 
pele, tosse persistente e forte dor abdominal com vômitos. Nega episódio anterior. Ao exame 
ele estava descorado, hidratado clinicamente, taquipneico, saturando 92%, mv+ com sibilos 
difusos, ausculta cardíaca com taquicardia sinusal FC 140, abdome doloroso a palpacao mas 
sem visceromegalia, pele com placas urticariformes difusas 
A. Qual sua hipótese diagnóstica? 
R: Anafilaxia, temos pelo menos 2 sinais/sintomas: placas urticariformes difusas e 
comprometimento gastrointestinal ( dor abdominal com vômitos) 
B. Qual sua conduta detalhada do caso? 
R: Primeiramente monitorizar o paciente 
1. Adrenalina IM ( 0,1 - 0,3 mg/kg) se necessário repetir a cada 5-15 minutos 
2. Decúbito dorsal com MMII elevados 
3. Soro de expansão com soro fisiológico: 5 - 10ml/kg em 5min e após esse período, 30ml/
kg na primeira hora. 
4. Administração de difenidramina 1mg/kg, sendo no máximo 50mg/kg 
5. Suporte de O2 com máscara não reinalante 
C. Isso é considerado uma urgência médica? 
R: Sim, pois é uma anafilaxia, podendo ser fatal. 
	 3.	 Escolar, 7 anos, com diagnóstico prévio de asma sem tratamento to continuo 
iniciou com sintomas gripais há 2 dias e hoje apresentou falta de ar e tosse mais intensa. Ao 
exame físico está em REG, descorado, hidratado, com tiragem de fúrcula, FR 40, sat 96%, 
ausculta com murmúrio presente e sibilos expiratorios, demais exame físico sem alteração. 
A. Qual seu principal diagnóstico? 
R: Asma aguda grave, por ser uma crise de sibilância que agudizou. Como vamos 
classificar a exarcebação da asma 
1. FC —> leve: até 110/ moderada: 110-120/ grave: maior 120 ou menor que 60 
2. Saturação —> leve: maior 95%/ moderada: 95%-91%/ grave: menor 91% 
3. Dispnéia —> leve: tiragem subdiaframática e intercostal/ moderada: tiragem de fúrcula/ 
grave: batimento asa nasal e gemência 
4. FR: Normal para 7 anos é de 18-30 irpm 
5. Estado geral: bom, regular e ruim 
Se tiver 1 desses grave, já é grave! 
Portanto, nosso paciente é classificado como MODERADO. 
B. Qual sua conduta frente ao caso?
R:
1. Broncodilator - Salbutamol: 4 a 6 puffs 
2. Corticóide: vai depender do estado do paciente, logo, já entraríamos com 
metilprednisolona 2mg/kg 
3. Orientar lavagem nasal e inalação com soro fisiológico 
C. Ao reavaliar seu paciente o mesmo encontra-se agora com saturação de 89%. O que fazer 
nesse momento?
R: Como teve mais um critério de gravidade 
1. Catéter de oxigênio com 2L/min 
2. Sulfato de magnésio a 10% - 50mg/kg de 20/20min - avaliar a hipotensão: antes, 
durante e depois da administração de magnésio 
3. Repetimos o salbutamol antes do sulfato de magnésio? 
4. Solicitar internação 
D. A mãe questionou se não é preciso fazer um raio x de tórax. Qual sua opinião sobre isso?
R: Não devemos pedir raio X, pois não tem diminuição de murmúrio. O raio X não é critério 
diagnóstico.

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