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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIÚNICA
CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL 
 
 ESTÁGIO II DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
 JACQUELINE MARANGONI 
 
 BLUMENAU
 2026
 
	
 ESTÁGIO II DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
Relatório Final de Estágio Curricular Obrigatório do curso de Educação Especial - EAD apresentado ao Centro Universitário UniÚnica como requisito parcial e obrigatório para finalização das atividades de Estágio Supervisionado.
Tutor/a de Estágio:ELAINE CRISTINA TEODORA
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO	4
2. DESENVOLVIMENTO	5
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS	18
ANEXO	19
ANEXO 1 – Planos de Aula 	30
ANEXO 2 – Ficha de Acompanhamento 	37
ANEXO 3 – Ficha de Avaliação 	38
1. INTRODUÇÃO
 O estágio de Educação Especial foi realizado na Escola Básica Municipal Wilhelm Theodor Schurmann, localizada na Rua Pérola do Vale, no município de Blumenau, Santa Catarina. A instituição integra a rede pública municipal de ensino e atende estudantes dos Anos Iniciais e Anos Finais do Ensino Fundamental, nos períodos matutino e vespertino. A escola possui uma estrutura física organizada, composta por salas de aula, biblioteca, espaços administrativos, áreas de convivência e ambientes destinados ao atendimento das necessidades educacionais dos estudantes. Conta com um número expressivo de alunos matriculados e uma equipe formada por gestores, coordenadores pedagógicos, professores, profissionais de apoio, equipe administrativa e funcionários dos serviços gerais, que atuam de forma colaborativa para garantir um ambiente escolar acolhedor e favorável à aprendizagem.
 A proposta de trabalho desenvolvida durante o estágio teve como foco a observação e o acompanhamento das práticas relacionadas à Educação Especial e ao processo de inclusão escolar. O estágio possibilitou a análise das estratégias pedagógicas utilizadas para atender estudantes com necessidades educacionais específicas, bem como a compreensão do papel dos profissionais envolvidos no Atendimento Educacional Especializado (AEE) e no desenvolvimento de ações inclusivas dentro do ambiente escolar.
 A carga horária do estágio foi cumprida conforme as exigências estabelecidas pelo curso, proporcionando uma experiência significativa de aproximação entre teoria e prática. Entre os principais objetivos estiveram a compreensão da organização do trabalho pedagógico voltado à inclusão, a observação das metodologias utilizadas no atendimento aos estudantes público-alvo da Educação Especial, a análise das adaptações curriculares e dos recursos pedagógicos empregados, além da reflexão sobre a importância da educação inclusiva no contexto escolar.
 Durante o período de estágio, foi possível acompanhar a rotina da escola, participar de momentos de observação, conhecer documentos institucionais e compreender as atribuições dos profissionais que atuam na área da Educação Especial. A receptividade da equipe escolar foi bastante positiva, demonstrando acolhimento, disponibilidade para compartilhar conhecimentos e interesse em contribuir para a formação acadêmica do estagiário. Essa postura favoreceu o desenvolvimento das atividades propostas e possibilitou uma compreensão mais ampla sobre os desafios e as potencialidades da inclusão escolar.
 A experiência vivenciada durante o estágio contribuiu significativamente para a formação profissional, permitindo a ampliação dos conhecimentos sobre a Educação Especial e reforçando a importância de práticas pedagógicas inclusivas que respeitem as diferenças, promovam a participação de todos os estudantes e garantam o direito à educação de qualidade.
2. DESENVOLVIMENTO
2.1. Roteiro para a Pesquisa do Contexto Escolar e do Projeto Pedagógico da Escola e Reunião com o(a) Professor(a) Regente.
 
Durante o período de pesquisa do contexto escolar, foi possível observar a importância do trabalho desenvolvido pelo profissional Licenciado em Educação Especial e pela Pedagoga no acompanhamento dos alunos atendidos no AEE. A relação entre esses profissionais e os professores da sala regular mostrou-se baseada no diálogo, na troca de informações e na busca conjunta por estratégias que favoreçam o processo de inclusão e aprendizagem dos estudantes. Percebeu-se que existe preocupação em compreender as necessidades específicas de cada aluno, buscando adaptar atividades e metodologias para garantir maior participação e desenvolvimento escolar.
A relação entre os profissionais e os alunos ocorreu de forma acolhedora, respeitosa e afetiva. Durante as observações, foi possível perceber que os estudantes demonstravam confiança na professora, sentindo-se seguros para participar das atividades propostas, mesmo diante das dificuldades apresentadas. A mediação constante, o incentivo e o uso de recursos pedagógicos diferenciados contribuíram para fortalecer o vínculo entre professora e alunos, favorecendo o desenvolvimento das habilidades cognitivas, sociais e emocionais.
Também foram realizadas observações sobre o Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola, compreendendo sua relevância para a organização do trabalho pedagógico e para o funcionamento da instituição escolar. O PPP é um documento fundamental, pois orienta as ações da escola, estabelece objetivos, metas, princípios e propostas pedagógicas voltadas ao desenvolvimento integral dos alunos. Foi relatado que a equipe gestora é responsável pela coordenação e organização do documento, contando com a participação dos professores, funcionários e comunidade escolar em sua construção.
A elaboração do PPP acontece de forma coletiva, buscando considerar a realidade da escola, as necessidades dos estudantes e os objetivos educacionais da instituição. Sua atualização ocorre periodicamente, por meio de reuniões pedagógicas e momentos de discussão entre os profissionais da escola, visando adequar as propostas às mudanças e necessidades observadas no contexto escolar.
A escolha da turma para realização do estágio ocorreu juntamente com a profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado e a Pedagoga da escola. Durante esse momento, foram apresentadas as características das turmas atendidas, permitindo selecionar aquela que possibilitasse maior observação das práticas inclusivas e das metodologias utilizadas no atendimento aos alunos com necessidades educacionais específicas.
Também foi realizada uma reunião com a professora responsável pelo AEE, na qual foram apresentadas informações sobre os alunos atendidos, a rotina de trabalho, os objetivos das atividades desenvolvidas e as principais dificuldades observadas no processo de aprendizagem. A professora demonstrou disponibilidade em orientar e esclarecer dúvidas durante o período de estágio, destacando a importância do olhar sensível e da mediação pedagógica no processo de inclusão escolar.
 
 
 
1.2. O período de observação – Diário de Observação
Relatório de Observação – Estágio em Sala de AEE
 
A turma observada pertence ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), composta por alunos de diferentes faixas etárias e necessidades educacionais específicas. O atendimento ocorreu no período matutino, com participação reduzida de alunos por horário, favorecendo um acompanhamento individualizado. Em linhas gerais, os estudantes apresentaram comportamentos variados, alguns demonstrando maior facilidade de concentração e interação, enquanto outros necessitaram de constante mediação da professora para manter o foco nas atividades propostas. A turma apresentou boa receptividade às propostas pedagógicas, principalmente quando as atividades envolviam materiais concretos, jogos e estímulos visuais.
Percebeu-se que a professora atuou de forma acolhedora, paciente e atentaàs necessidades individuais de cada criança, mantendo uma relação afetiva e respeitosa com os alunos. Demonstrou domínio das metodologias utilizadas, adaptando as atividades conforme as dificuldades apresentadas pelos estudantes e utilizando recursos pedagógicos diversificados para favorecer a aprendizagem e a participação de todos.
1°dia:
 Foi observado um estudante realizando uma atividade de pareamento de formas geométricas. A proposta tinha como objetivo estimular a percepção visual, a atenção e o reconhecimento das formas. Durante a atividade, o aluno apresentou dificuldade de concentração, necessitando da mediação constante da professora para direcionar o olhar e concluir as associações corretamente. A metodologia utilizada baseou-se em atividade prática com material concreto e acompanhamento individualizado. A avaliação ocorreu de forma contínua, observando o nível de participação e as respostas apresentadas pelo aluno.
2°dia:
 Observou-se uma criança com hiperfoco no alfabeto. A atividade proposta foi um jogo da memória envolvendo letras e objetos correspondentes às iniciais. O estudante mostrou-se bastante interessado e concentrado durante a realização da atividade, interagindo positivamente com a professora. Demonstrava alegria e entusiasmo ao conseguir relacionar corretamente a letra ao objeto. A metodologia utilizada foi lúdica e interativa, favorecendo a participação ativa da criança. A avaliação ocorreu por meio da observação do envolvimento, concentração e reconhecimento das letras.
3°dia:
 Foi observada uma criança com deficiência intelectual em uma atividade utilizando o jogo “Lince”. A proposta tinha como objetivo estimular a atenção, percepção visual e associação de imagens. O aluno apresentou bastante dificuldade para realizar a atividade de forma independente, porém, com a mediação da professora, conseguiu participar parcialmente. Durante a atividade, demonstrou preferência em relatar acontecimentos da vida em casa, desviando a atenção da proposta inicial. A avaliação ocorreu através da observação da participação e do nível de auxílio necessário para execução da atividade.
4°dia
A observação foi realizada com uma criança do 7º ano, bastante comunicativa. A atividade proposta envolvia situações-problema com sistema monetário, nas quais o aluno precisava subtrair o valor do dinheiro pelo valor da mercadoria apresentada em cartelas. O estudante necessitou do apoio do material dourado e da mediação da professora para compreender e resolver os cálculos. A metodologia utilizada valorizou o uso de recursos concretos para facilitar a compreensão matemática. A avaliação foi realizada considerando o raciocínio apresentado, a participação e o apoio necessário para resolução das atividades.
 5°dia:
 Foi observada uma criança não verbal, que se comunica por meio de balbucios, gestos e emissão de algumas sílabas. A professora propôs uma atividade com massinha de modelar para confeccionar letras conforme um painel visual e, posteriormente, realizar a formação do próprio nome. A criança participou da atividade utilizando formas alternativas de comunicação e demonstrou interesse pelo material oferecido. A metodologia utilizada foi sensorial e visual, favorecendo a expressão e a participação da criança. A avaliação ocorreu mediante observação do envolvimento, da interação e da tentativa de reprodução das letras.
Características observadas da criança foco do processo de inclusão:
Durante as observações, percebeu-se que as crianças atendidas apresentam diferentes formas de aprendizagem e comunicação, necessitando de estratégias diversificadas e mediação constante para realização das atividades. Algumas demonstraram dificuldade de concentração e manutenção da atenção, enquanto outras apresentaram maior interesse em atividades relacionadas ao alfabeto, materiais concretos e recursos lúdicos. Também foram observadas limitações na comunicação oral, sendo utilizados gestos, balbucios e expressões corporais como formas de interação. A mediação da professora mostrou-se fundamental para favorecer a participação, o desenvolvimento e a inclusão dos alunos nas atividades propostas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.3. O período de regência
 
Durante o período de regência no Atendimento Educacional Especializado (AEE), foi possível vivenciar experiências significativas relacionadas ao processo de inclusão escolar. A atuação em sala proporcionou momentos de aprendizagem, desafios e reflexão sobre a importância de adaptar metodologias para atender às necessidades específicas de cada aluno. O acompanhamento realizado pela profissional Licenciada em Educação Especial, pela Pedagoga e pela professora regente foi fundamental para o desenvolvimento das atividades, oferecendo orientações, sugestões metodológicas e apoio durante toda a prática pedagógica.
Os profissionais contribuíram de maneira significativa para o aprimoramento das atividades desenvolvidas, auxiliando na escolha de recursos pedagógicos, adaptações necessárias e formas de mediação para favorecer a participação dos alunos. Através das orientações recebidas, foi possível compreender melhor a importância do planejamento flexível, do uso de materiais concretos e de estratégias lúdicas no processo de ensino e aprendizagem inclusiva.
A experiência de atuar em uma turma promovendo a inclusão permitiu perceber a importância do olhar sensível para as individualidades de cada criança. Durante as atividades, buscou-se incentivar a participação, a interação e o respeito às diferenças, promovendo momentos de aprendizagem significativos e acolhedores. Também foi possível sensibilizar as crianças sobre a importância da cooperação, do respeito e da valorização das potencialidades de cada colega.
A experiência de regência no AEE foi extremamente importante para a formação acadêmica e profissional, permitindo compreender na prática os desafios e possibilidades da educação inclusiva. Durante as atividades desenvolvidas, foi possível perceber que cada aluno apresenta necessidades específicas, exigindo planejamento flexível, paciência, escuta sensível e mediação constante.
Ao longo da regência, observou-se que o uso de atividades lúdicas, materiais concretos e recursos visuais favoreceram significativamente a participação e o interesse dos alunos. As estratégias utilizadas contribuíram para estimular habilidades cognitivas, motoras, sociais e comunicativas, respeitando os limites e potencialidades de cada criança.
O acompanhamento da professora do AEE e da Pedagoga foi essencial para o desenvolvimento das práticas pedagógicas, oferecendo suporte, orientações e sugestões metodológicas importantes. A experiência também possibilitou refletir sobre a importância da inclusão escolar como um processo que valoriza as diferenças e promove oportunidades de aprendizagem para todos os alunos.
A convivência com crianças com diferentes necessidades educacionais específicas fortaleceu a compreensão sobre a necessidade de práticas pedagógicas humanizadas, acolhedoras e adaptadas, contribuindo significativamente para a construção da identidade docente voltada à educação inclusiva.
 
2.2. O período de regência
O período de regência foi uma experiência extremamente significativa para minha formação, pois permitiu colocar em prática os conhecimentos adquiridos ao longo do curso e compreender, de forma mais concreta, os desafios e as possibilidades da Educação Inclusiva. Durante esse período, tive a oportunidade de desenvolver atividades pedagógicas voltadas ao estímulo da aprendizagem, da interação social e do desenvolvimento cognitivo dos estudantes, sempre respeitando as necessidades individuais de cada criança.
As atividades realizadas incluíram pareamentos de figuras, cores e formas, jogos de quebra-cabeça, utilização de peças de Lego para construção e desenvolvimento da coordenação motora, brincadeiras com o jogo Lince para estimular a atenção, concentração e percepção visual, além de atividades com massinha de modelar para fortalecer a coordenação motora fina. Também foram desenvolvidaspropostas de identificação e confecção das letras do próprio nome utilizando massinha de modelar, favorecendo o reconhecimento das letras, a construção da identidade e o processo de alfabetização de forma lúdica e significativa.
Durante toda a regência, contei com o acompanhamento do profissional da Educação Especial e do professor regente da turma, que contribuíram de maneira importante para o aprimoramento das atividades desenvolvidas. Por meio de orientações, sugestões e observações, foi possível adequar estratégias e recursos pedagógicos às necessidades dos alunos, tornando as atividades mais acessíveis e inclusivas. O apoio desses profissionais possibilitou uma reflexão constante sobre a prática pedagógica e sobre a importância de planejar ações que promovam a participação de todos os estudantes.
Minha contribuição para o processo de inclusão ocorreu por meio da utilização de metodologias diversificadas e adaptadas, buscando oferecer oportunidades de aprendizagem que respeitassem os diferentes ritmos e estilos de aprendizagem. As atividades lúdicas favoreceram o interesse, a participação e o envolvimento dos alunos, permitindo que cada criança demonstrasse suas potencialidades e avançasse em seu desenvolvimento. Além disso, procurei incentivar a autonomia, a cooperação e a interação entre os colegas, fortalecendo as relações de respeito e valorização das diferenças.
A experiência de estar em uma turma promovendo a inclusão foi muito enriquecedora. Foi possível observar que as crianças são capazes de compreender e respeitar as diferenças quando vivenciam experiências que valorizam a diversidade. Durante as atividades, percebi atitudes de ajuda mútua, colaboração e acolhimento entre os colegas, demonstrando que a inclusão beneficia não apenas os estudantes público-alvo da Educação Especial, mas toda a comunidade escolar.
Ao longo da regência, compreendi que o trabalho inclusivo exige planejamento, criatividade, sensibilidade e compromisso com a aprendizagem de todos. Essa vivência contribuiu significativamente para minha formação profissional, ampliando meus conhecimentos sobre práticas inclusivas e fortalecendo a convicção de que a escola deve ser um espaço de participação, respeito e oportunidades para todos os estudantes.
2.3. Avaliação e resultados da INCLUSÃO
Durante o período de regência, as atividades propostas foram planejadas considerando as necessidades, potencialidades e características dos estudantes atendidos, buscando promover a participação ativa, a aprendizagem significativa e o fortalecimento do processo de inclusão escolar. As propostas desenvolvidas envolveram atividades de pareamento, utilização de massinha de modelar para a confecção das letras do nome, jogos de quebra-cabeça, construção com peças de Lego e o jogo Lince, recursos que possibilitaram o trabalho de diferentes habilidades cognitivas, motoras e sociais.
De modo geral, as crianças reagiram de forma bastante positiva às atividades propostas. Desde os primeiros momentos, demonstraram interesse pelos materiais apresentados e curiosidade em participar das tarefas. As atividades lúdicas despertaram o envolvimento dos estudantes, favorecendo a interação, a motivação e a permanência nas propostas por períodos mais longos. Foi possível observar que a utilização de recursos concretos e jogos educativos contribuiu significativamente para o engajamento dos alunos, tornando o processo de aprendizagem mais atrativo e acessível.
Nas atividades de pareamento, os estudantes mostraram-se participativos e interessados em realizar as associações de cores, figuras e formas. Alguns necessitaram de mediação e auxílio para compreender as instruções e concluir as tarefas, enquanto outros conseguiram realizar a atividade com maior autonomia. Essa proposta favoreceu o desenvolvimento da atenção, da concentração, da percepção visual e da organização do pensamento, permitindo que cada aluno avançasse de acordo com suas possibilidades.
A atividade com massinha de modelar para a construção das letras do próprio nome foi uma das mais apreciadas pelos estudantes. Além de estimular a coordenação motora fina, a percepção tátil e a criatividade, a proposta contribuiu para o reconhecimento das letras e para o fortalecimento da identidade pessoal. Muitos alunos demonstraram satisfação ao identificar as letras do seu nome e ao conseguir reproduzi-las utilizando a massinha. Em alguns casos, foi necessário realizar intervenções e oferecer apoio individualizado, mas todos os estudantes participaram de acordo com suas capacidades.
Os quebra-cabeças também despertaram grande interesse entre as crianças. Durante a atividade, observou-se o desenvolvimento do raciocínio lógico, da observação e da resolução de problemas. Alguns alunos apresentaram dificuldades iniciais para localizar e encaixar as peças corretamente, porém, com incentivo e mediação, conseguiram avançar e concluir a tarefa. A sensação de conquista ao finalizar os quebra-cabeças contribuiu para o fortalecimento da autoestima e da confiança dos estudantes.
As atividades com Lego favoreceram a criatividade, a coordenação motora, a organização espacial e a interação social. As crianças demonstraram entusiasmo ao construir diferentes estruturas e compartilhar ideias com os colegas. Além dos benefícios pedagógicos, a atividade proporcionou momentos de cooperação, comunicação e troca de experiências, fortalecendo as relações interpessoais dentro do grupo.
O jogo Lince também apresentou resultados bastante positivos. Os estudantes demonstraram interesse pelo desafio de localizar as figuras, exercitando a atenção, a percepção visual, a concentração e a rapidez de raciocínio. A atividade permitiu trabalhar regras, respeito aos colegas e controle da ansiedade, aspectos importantes para o desenvolvimento socioemocional dos alunos.
Os resultados obtidos durante a regência evidenciaram que as atividades propostas contribuíram para o desenvolvimento das habilidades dos estudantes e favoreceram sua participação no ambiente escolar. Foi possível perceber avanços na autonomia, na interação social, na comunicação, na concentração e no interesse pelas atividades pedagógicas. Além disso, os alunos demonstraram maior confiança para participar das propostas e interagir com colegas e professores.
Entre os pontos positivos observados durante a execução do planejamento, destaca-se a boa receptividade dos estudantes, o uso de materiais concretos e lúdicos, a possibilidade de adaptação das atividades conforme as necessidades individuais e o apoio oferecido pela equipe escolar. A colaboração do professor regente e dos profissionais da Educação Especial foi fundamental para o sucesso das atividades, permitindo ajustes e intervenções sempre que necessário. Outro aspecto positivo foi a participação ativa dos alunos, que demonstraram entusiasmo e disposição para aprender por meio das experiências propostas.
Entretanto, também foram identificados alguns desafios durante a realização da regência. Entre eles, destacam-se as diferenças nos níveis de desenvolvimento e aprendizagem dos estudantes, o que exigiu constantes adaptações e flexibilizações das atividades. Em determinados momentos, alguns alunos apresentaram dificuldades para manter a atenção e concluir as tarefas, necessitando de maior acompanhamento individualizado. Além disso, o tempo disponível para a realização de algumas propostas mostrou-se limitado diante das necessidades específicas de determinados estudantes.
Outro desafio observado foi a necessidade de adequar constantemente as estratégias pedagógicas para garantir a participação efetiva de todos os alunos. Cada estudante apresenta características, interesses e ritmos próprios, exigindo do professor sensibilidade, planejamento e capacidade de adaptação para promover uma aprendizagem verdadeiramente inclusiva.
Apesar das dificuldades encontradas, os objetivos planejados foram alcançados de forma satisfatória. A experiência demonstrou que o uso de metodologias diversificadas, recursos lúdicos e práticas inclusivascontribui significativamente para o desenvolvimento integral dos estudantes. As atividades proporcionaram momentos de aprendizagem, interação, descoberta e construção do conhecimento, respeitando as diferenças e valorizando as potencialidades de cada criança.
Ao final da regência, foi possível concluir que a inclusão escolar se fortalece quando o planejamento pedagógico considera as necessidades individuais dos estudantes e oferece oportunidades de participação para todos. A experiência contribuiu para ampliar a compreensão sobre a importância da Educação Especial no contexto escolar e reforçou o compromisso com a construção de práticas pedagógicas mais inclusivas, acolhedoras e significativas para todos os alunos.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O estágio em Educação Especial representou uma experiência extremamente enriquecedora para minha formação acadêmica e profissional, pois possibilitou a vivência prática dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso e uma compreensão mais ampla sobre o processo de inclusão escolar. Durante esse período, foi possível observar a importância do trabalho pedagógico desenvolvido para atender às necessidades específicas dos estudantes, respeitando suas individualidades e promovendo sua participação efetiva no ambiente escolar.
A experiência permitiu compreender que a inclusão vai muito além da presença do aluno na sala de aula, exigindo planejamento, adaptação de atividades, utilização de recursos adequados e, principalmente, um olhar atento às potencialidades de cada estudante. O contato direto com os alunos possibilitou desenvolver habilidades relacionadas à observação, à mediação pedagógica, à flexibilidade nas práticas de ensino e à construção de estratégias que favoreçam a aprendizagem de todos.
As atividades realizadas durante a regência contribuíram para ampliar meus conhecimentos sobre metodologias inclusivas, recursos pedagógicos adaptados e a importância do trabalho colaborativo entre professores, profissionais da Educação Especial, equipe gestora e famílias. Além disso, foi possível perceber como o uso de atividades lúdicas e concretas favorece o desenvolvimento das habilidades cognitivas, motoras e sociais dos estudantes, tornando o processo de aprendizagem mais significativo.
A teoria estudada durante o curso foi fundamental para o desenvolvimento das atividades realizadas no estágio. Os conhecimentos adquiridos sobre Educação Inclusiva, desenvolvimento infantil, práticas pedagógicas, adaptação curricular e Atendimento Educacional Especializado serviram como base para compreender as necessidades dos alunos e planejar estratégias adequadas para sua participação e aprendizagem. A articulação entre teoria e prática permitiu analisar situações reais do contexto escolar e buscar soluções pedagógicas mais eficazes.
Outro aspecto relevante foi a oportunidade de refletir sobre o papel do educador na promoção de uma educação mais inclusiva, democrática e acessível. A convivência com os estudantes reforçou a importância de valorizar as diferenças, respeitar os ritmos de aprendizagem e acreditar no potencial de cada criança.
Concluo que o estágio atingiu seus objetivos e contribuiu significativamente para minha formação profissional. A experiência fortaleceu meus conhecimentos, ampliou minha visão sobre a Educação Especial e reafirmou meu compromisso com uma prática pedagógica pautada na inclusão, no respeito à diversidade e na garantia do direito à aprendizagem para todos os estudantes. Os aprendizados adquiridos durante esse período serão fundamentais para minha futura atuação profissional, contribuindo para o desenvolvimento de uma educação mais humana, acolhedora e de qualidade.
ANEXOS
 
PLANO DE AULA – 1
	Dados de Identificação:
Nome do (a) Estagiário (a): JACQUELINE MARANGONI 
Data: (Data de execução da aula) ___18_/__05____/_26________
Turma de realização do estágio: SALA DO AEE
	Descreva a adaptação necessária para a INCLUSÃO:As atividades serão adaptadas conforme as necessidades de cada estudante, utilizando materiais concretos, figuras ampliadas, cores contrastantes, instruções objetivas e mediação individualizada quando necessário. O tempo de realização da atividade será flexibilizado, respeitando o ritmo de aprendizagem de cada aluno, garantindo sua participação e compreensão da proposta. 
	Eixo Temático/Disciplina(s): Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. 
	Campo de experiência/ Habilidades conforme a BNCC:
 (EI03ET01) Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de acordo com suas semelhanças e diferenças.
	Objetivos Reconhecer e identificar as formas geométricas básicas (círculo, quadrado, triângulo e retângulo).
Desenvolver a percepção visual, atenção e concentração por meio de atividades de pareamento.
Estimular a coordenação motora fina e a autonomia na realização das tarefas.
	Conteúdo: Formas geométricas.
Pareamento e associação de figuras.
Percepção visual.
Coordenação motora fina.
Atenção e concentração.
	Duração: (Quantas aulas serão necessárias para desenvolver o conteúdo com a turma)
1 AULA
	Metodologia: 
1º Passo:
Realizar uma conversa inicial sobre as formas geométricas presentes no cotidiano, mostrando exemplos de objetos da sala que possuem formatos semelhantes às figuras trabalhadas.
2º Passo:
Apresentar os cartões contendo círculo, quadrado, triângulo e retângulo, explorando suas características de maneira simples e visual.
3º Passo:
Entregar aos estudantes as peças para o pareamento. Cada aluno deverá observar e associar as formas iguais, contando com apoio e mediação quando necessário.
4º Passo:
Solicitar que os estudantes nomeiem as formas encontradas e identifiquem objetos da sala com formatos semelhantes.
5º Passo:
Finalizar com uma atividade de reforço, permitindo que os alunos manuseiem as peças livremente e conversem sobre o que aprenderam durante a aula.
Inclusão durante a atividade
A inclusão será promovida por meio do uso de recursos visuais, materiais concretos, linguagem acessível, apoio individualizado e adequação das atividades conforme as necessidades dos estudantes. Todos os alunos terão oportunidade de participar ativamente, respeitando seus limites e potencialidades.
	Recursos didáticos:
 Cartões com formas geométricas.
Figuras confeccionadas em EVA colorido.
Velcro para fixação das peças.
Mesa de apoio.
Objetos da sala para exemplificação das formas.
	Avaliação: (Observe as formas de fazer uma avaliação)
Propósito da avaliação
Verificar se os estudantes conseguem reconhecer, identificar e realizar o pareamento das formas geométricas apresentadas.
Instrumentos utilizados
· Observação direta.
· Registro da participação dos alunos.
· Acompanhamento da execução da atividade.
Critérios
· Participação e interesse na atividade.
· Reconhecimento das formas geométricas.
· Capacidade de realizar o pareamento corretamente.
· Atenção e concentração durante a proposta.
· Desenvolvimento da autonomia de acordo com suas possibilidades.
	Apresente sua avaliação sobre a aula conforme orientações acima.
A aula possibilitou o desenvolvimento da percepção visual, atenção e coordenação motora dos estudantes por meio de atividades lúdicas e significativas. Os alunos demonstraram interesse e participaram ativamente das propostas, realizando os pareamentos conforme suas capacidades. As adaptações realizadas favoreceram a inclusão e garantiram a participação de todos os estudantes. 
	Bibliografia: (indicar toda a bibliografia consultada para o planejamento da aula)
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Brasília: MEC, 2018.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Summus, 2015.
VYGOTSKY, Lev S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
PLANO DE AULA – 2
	1. Dados de Identificação:
Nome do (a) Estagiário (a): JACQUELINE MARANGONI 
Data: (Data de execução da aula) ___19_/__05___/_26________
Turma de realizaçãodo estágio: SALA DO AEE
	O aluno público-alvo da Educação Especial participa da atividade com apoio visual, mediação individualizada e organização do ambiente para reduzir estímulos excessivos. As imagens do jogo serão ampliadas e organizadas de forma clara para facilitar a identificação visual. As orientações serão dadas em etapas curtas e objetivas, respeitando o tempo e as necessidades de aprendizagem do estudante, promovendo sua participação e interação com os colegas.
	Eixo Temático/Disciplina(s):
 Percepção visual, atenção e linguagem.
 
 
 
	Campo de experiência/ Habilidades conforme a BNCC:
 Escuta, fala, pensamento e imaginação;
 Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.
.
 
	Habilidades da BNCC:
 (EI03EO03) Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
 (EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências.
 (EI03ET05) Classificar objetos e figuras de acordo com suas semelhanças e diferenças.
	Objetivos
1. Desenvolver atenção, percepção visual e concentração.
2. Identificar e localizar figuras no jogo do Lince.
3. Estimular a interação social e o respeito às regras da atividade.
 
	Conteúdo:
 	 Desenvolver atenção, percepção visual e concentração.
Identificar e localizar figuras no jogo do Lince.
Estimular a interação social e o respeito às regras da atividade.
 
	Duração:1 AULA
	Metodologia:
1º Passo:
Iniciar a aula apresentando o jogo do Lince, explorando as imagens e conversando sobre os objetos e figuras presentes no tabuleiro.
2º Passo:
Explicar as regras da atividade de forma simples e objetiva, demonstrando como localizar as figuras no tabuleiro.
3º Passo:
. O aluno da inclusão receberá apoio individualizado, com auxílio visual e verbal durante a procura das imagens.
4º Passo:
Estimular o aluno a verbalizar o nome das figuras encontradas e aguardarem sua vez, promovendo socialização e participação coletiva.
5º Passo:
Finalizar com uma conversa sobre as imagens encontradas e os momentos da brincadeira, reforçando atitudes de cooperação e respeito.
 
 
	Recursos didáticos: Jogo do Lince
	Avaliação:
Propósito da avaliação:
Observar o desenvolvimento da atenção, percepção visual, interação social e participação dos alunos durante a atividade.
Os instrumentos utilizados:
● 	Observação direta;
● 	Participação no jogo;
● Registro das interações e respostas dos alunos.
Os critérios:
● 	Identificação das figuras no tabuleiro;
● 	Participação na atividade;
● 	Atenção e concentração;
● 	Respeito às regras e à vez do colega;
● Interação social e autonomia durante o jogo.
	A atividade favoreceu o desenvolvimento da percepção visual, atenção e interação social dos alunos de forma lúdica e significativa. O estudante da inclusão participou com interesse, demonstrando envolvimento na procura das figuras com auxílio da professora quando necessário. O jogo contribuiu para estimular habilidades cognitivas, sociais e comunicativas no contexto do AEE.
	BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Brasília: MEC, 2018.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Summus, 2015.
VYGOTSKY, Lev S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
PLANO DE AULA – 3
Dados de Identificação:	Nome do (a) Estagiário (a): JACQUELINE MARANGONI 	Data: (Data de execução da aula) _20___/____05__/____26_____	Turma de realização do estágio: SALA DO AEE	
A atividade será adaptada de acordo com as necessidades de cada estudante, utilizando o material dourado como recurso concreto para facilitar a compreensão das operações matemáticas. As orientações serão apresentadas de forma clara e objetiva, com apoio visual e mediação individualizada quando necessário. O tempo para realização das atividades será flexibilizado, respeitando o ritmo de aprendizagem de cada aluno e favorecendo sua participação ativa.	Eixo Temático/Disciplina	A atividade será adaptada de acordo com as necessidades de cada estudante, utilizando o material dourado como recurso concreto para facilitar a compreensão das operações matemáticas. As orientações serão apresentadas de forma clara e objetiva, com apoio visual e mediação individualizada quando necessário. O tempo para realização das atividades será flexibilizado, respeitando o ritmo de aprendizagem de cada aluno e favorecendo sua participação ativa.		Eixo Temático/Disciplina		Matemática – Sistema de Numeração e Operações de Adição e Subtração.		Campo de Experiência/Habilidades conforme a BNCC		Campo de Experiência: Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.		Habilidades da BNCC:		(EI03ET07) Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência.		(EI03ET08) Expressar medidas (peso, altura etc.), construindo gráficos básicos e utilizando conceitos matemáticos em situações do cotidiano.		Objetivos	Compreender as operações de adição e subtração por meio da manipulação do material dourado.	Desenvolver o raciocínio lógico-matemático e a resolução de problemas simples.	Estimular a autonomia, a atenção e a concentração durante a realização das atividades.	Conteúdo	Adição e subtração.	Quantidade e representação numérica.	Material dourado.	Raciocínio lógico-matemático.	Duração		1 aula de 50 minutos.		Metodologia		1º Passo:	Iniciar a aula apresentando o material dourado (unidades e dezenas), permitindo que os estudantes manipulem as peças e observem suas características.		2º Passo:	Explicar de forma simples como representar números utilizando o material dourado, relacionando as peças às quantidades correspondentes.		3º Passo:	Realizar operações de adição utilizando situações práticas. Os alunos deverão juntar as peças correspondentes aos números apresentados e contar o resultado.		4º Passo:	Realizar operações de subtração, retirando peças das quantidades representadas e observando o resultado obtido.		5º Passo:	Propor desafios individuais de soma e subtração utilizando o material dourado, oferecendo apoio sempre que necessário.		6º Passo:	Encerrar a atividade retomando os conceitos trabalhados e incentivando os alunos a explicar como encontraram as respostas.		Inclusão durante a atividade		A inclusão será garantida por meio da utilização de recursos concretos, mediação individualizada, adaptação da complexidade das operações e valorização das conquistas de cada estudante. Todos os alunos participarão de acordo com suas possibilidades, respeitando seus ritmos e formas de aprendizagem.		Recursos Didáticos	Material dourado.	Cartões com números.	Folhas de atividades adaptadas.	Lápis e borracha.	Quadro branco.	Avaliação	Propósito da avaliação		Verificar a compreensão dos conceitos de adição e subtração e a capacidade de utilizar o material dourado para resolver situações matemáticas.		Instrumentos utilizados	Observação direta.	Registro da participação dos alunos.	Resolução das operações propostas.	Critérios	Participação e interesse durante a atividade.	Compreensão das operações de adição e subtração.	Utilização adequada do material dourado.	Desenvolvimento da autonomia e do raciocínio lógico.	Respeito ao próprio ritmo de aprendizagem.	Avaliação da aula		A aula possibilitou que os estudantes compreendessem de maneira concreta os conceitos de adição e subtração. O uso do material dourado favoreceu a visualização das quantidades e tornou a aprendizagem mais significativa. Os alunos participaram ativamente da proposta, demonstrando interesse, concentração e evolução na realização dos cálculos, de acordo com suas possibilidades.		Bibliografia		BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Brasília: MEC, 2018.		LORENZATO, Sérgio. O Laboratório de Ensino de Matemática na Formação de Professores. Campinas: Autores Associados, 2012.		SMOLE, Kátia Stocco; DINIZ, Maria Ignez. Ler, Escrever e Resolver Problemas: Habilidades Básicas para Aprender Matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001.	Campo de Experiência/Habilidadesconforme a BNCC	Campo de Experiência: Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.	Habilidades da BNCC:	(EI03ET07) Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência.	(EI03ET08) Expressar medidas (peso, altura etc.), construindo gráficos básicos e utilizando conceitos matemáticos em situações do cotidiano.	Objetivos	Compreender as operações de adição e subtração por meio da manipulação do material dourado.	Desenvolver o raciocínio lógico-matemático e a resolução de problemas simples.	Estimular a autonomia, a atenção e a concentração durante a realização das atividades.	Conteúdo	Adição e subtração.	Quantidade e representação numérica.	Material dourado.	Raciocínio lógico-matemático.	Duração	1 aula de 50 minutos.	Metodologia	1º Passo:
Iniciar a aula apresentando o material dourado (unidades e dezenas), permitindo que os estudantes manipulem as peças e observem suas características.	2º Passo:
Explicar de forma simples como representar números utilizando o material dourado, relacionando as peças às quantidades correspondentes.	3º Passo:
Realizar operações de adição utilizando situações práticas. Os alunos deverão juntar as peças correspondentes aos números apresentados e contar o resultado.	4º Passo:
Realizar operações de subtração, retirando peças das quantidades representadas e observando o resultado obtido.	5º Passo:
Propor desafios individuais de soma e subtração utilizando o material dourado, oferecendo apoio sempre que necessário.	6º Passo:
Encerrar a atividade retomando os conceitos trabalhados e incentivando os alunos a explicar como encontraram as respostas.	Inclusão durante a atividade	A inclusão será garantida por meio da utilização de recursos concretos, mediação individualizada, adaptação da complexidade das operações e valorização das conquistas de cada estudante. Todos os alunos participarão de acordo com suas possibilidades, respeitando seus ritmos e formas de aprendizagem.	Recursos Didáticos	Material dourado.	Cartões com números.	Folhas de atividades adaptadas.	Lápis e borracha.	Quadro branco.	Avaliação	Propósito da avaliação	Verificar a compreensão dos conceitos de adição e subtração e a capacidade de utilizar o material dourado para resolver situações matemáticas.	Instrumentos utilizados	Observação direta.	Registro da participação dos alunos.	Resolução das operações propostas.	Critérios	Participação e interesse durante a atividade.	Compreensão das operações de adição e subtração.	Utilização adequada do material dourado.	Desenvolvimento da autonomia e do raciocínio lógico.	Respeito ao próprio ritmo de aprendizagem.	Avaliação da aula	A aula possibilitou que os estudantes compreendessem de maneira concreta os conceitos de adição e subtração. O uso do material dourado favoreceu a visualização das quantidades e tornou a aprendizagem mais significativa. Os alunos participaram ativamente da proposta, demonstrando interesse, concentração e evolução na realização dos cálculos, de acordo com suas possibilidades.	Bibliografia	BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Brasília: MEC, 2018.	LORENZATO, Sérgio. O Laboratório de Ensino de Matemática na Formação de Professores. Campinas: Autores Associados, 2012.	SMOLE, Kátia Stocco; DINIZ, Maria Ignez. Ler, Escrever e Resolver Problemas: Habilidades Básicas para Aprender Matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001.	
PLANO DE AULA – 4
	1. Dados de Identificação:
Nome do (a) Estagiário (a): JACQUELINE MARANGONI 
Data: (Data de execução da aula) __21__/__05____/__26_______
Turma de realização do estágio: SALA DO AEE
	O aluno público-alvo da Educação Especial realizará a atividade com apoio visual e mediação individualizada. As letras do nome serão apresentadas em tamanho ampliado e com contorno para auxiliar na percepção visual e no manuseio da massinha. As orientações serão dadas de forma simples, objetiva e em etapas curtas, respeitando o ritmo e o tempo de aprendizagem do estudante. A atividade será desenvolvida em ambiente organizado, favorecendo a atenção e a participação. 
Eixo Temático/Disciplina(s):Confecção das letras do nome com massinha de modelar
 Linguagem oral e escrita – reconhecimento do nome próprio e coordenação motora. 
Campo de experiência/ Habilidades conforme a BNCC: 
Campos de experiência:
●	Escuta, fala, pensamento e imaginação;
●	Traços, sons, cores e formas;
●	O eu, o outro e o nós.
Habilidades da BNCC:
●	(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à linguagem escrita, realizando registros de palavras e textos.
●	(EI03TS02) Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem e modelagem.
●	(EI03EO03) Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
Objetivos 
1.	Reconhecer as letras do próprio nome.
2.	Desenvolver coordenação motora fina por meio da modelagem.
3.	Estimular atenção, percepção visual e autonomia durante a atividade.
Conteúdo:
 Nome próprio;
Letras do alfabeto;
Coordenação motora fina;
Percepção visual e tátil;
Modelagem com massinha
Metodologia:
1º Passo:
Iniciar a aula apresentando o crachá com o nome do aluno, identificando oralmente cada letra e incentivando a observação das formas.
2º Passo:
Demonstrar como modelar a massinha formando pequenas tiras para construir as letras do nome.
3º Passo:
Entregar a massinha e o modelo do nome ampliado para que o aluno realize a confecção das letras com apoio e mediação da professora quando necessário.
4º Passo:
Estimular o aluno a nomear as letras confeccionadas e comparar com o modelo apresentado, reforçando o reconhecimento visual e oral.
5º Passo:
Finalizar expondo as produções e valorizando a participação e o esforço do aluno durante a atividade.
________________________________________
Recursos didáticos:
●	Massinha de modelar;
●	Crachá com o nome do aluno;
●	Letras ampliadas e plastificadas;
●	Mesa organizadora;
●	Cartaz do alfabeto;
●	Recursos visuais adaptados.
________________________________________
Avaliação:
Propósito da avaliação:
Verificar o reconhecimento das letras do nome próprio, o desenvolvimento da coordenação motora fina e a participação do aluno durante a atividade.
Os instrumentos utilizados:
●	Observação direta;
●	Registro das produções realizadas;
●	Participação durante a atividade;
●	Interação com a professora.
Os critérios:
●	Reconhecimento das letras do nome;
●	Participação e interesse na atividade;
●	Desenvolvimento da coordenação motora fina;
●	Atenção e concentração durante a proposta;
●	Autonomia na realização da atividade.
Apresente sua avaliação sobre a aula conforme orientações acima.
A atividade favoreceu o reconhecimento do nome próprio de maneira lúdica e significativa. O aluno demonstrou interesse na manipulação da massinha e participou da confecção das letras com apoio da professora. A proposta contribuiu para o desenvolvimento da coordenação motora fina, percepção visual, atenção e ampliação do contato com a linguagem escrita no contexto do AEE. 
Bibliografia: 
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC, 2018.
CUNHA, Eugênio. Autismo e inclusão: psicopedagogia e práticas educativas na escola e na família. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2015.
VYGOTSKY, Lev. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
PLANO DE AULA – 5
	1. Dados de Identificação:
Nome do (a) Estagiário (a): JACQUELINE MARANGONI 
Data: (Data de execução da aula) __22__/____05__/___26______
Turma de realização do estágio: SALA DO AEE
	O aluno com TEA participa da atividade utilizando cartas ampliadas, coloridas e plastificadas para facilitar a percepção visual e o manuseio. As instruções serão apresentadas de forma clara, objetiva e com apoio visual. A professora realizará mediação durante a atividade, respeitando o tempo de aprendizagem do estudante e incentivando sua participação e interação com os colegas. 
Eixo Temático/Disciplina(s): JOGO DE MEMÓRIA COM LETRAS E IMAGENS
 Linguagem oral e escrita – reconhecimento de letras e associação entre letra inicial e objeto correspondenteCampo de experiência/ Habilidades conforme a BNCC:
 Campos de experiência:
●	Escuta, fala, pensamento e imaginação;
●	O eu, o outro e o nós;
●	Traços, sons, cores e formas.
Habilidades da BNCC:
●	(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à linguagem escrita, realizando registros de palavras e textos.
●	(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências.
●	(EI03EO03) Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
Objetivos
 Reconhecer letras do alfabeto por meio do jogo da memória.
Relacionar letras iniciais aos objetos correspondentes.
Desenvolver atenção, memória e interação social durante a atividade.
Conteúdo:
 Letras do alfabeto;
Associação entre letra e imagem;
Memória visual;
Atenção e concentração.
Duração: 
Metodologia: 
Iniciar a aula apresentando as letras e imagens dos objetos que serão utilizados no jogo da memória, explorando oralmente os nomes e sons iniciais.
2º Passo:
Demonstrar como funciona o jogo, explicando que o aluno deverão encontrar os pares entre a letra e o objeto correspondente.
3º Passo:
 O aluno com TEA receberá auxílio individualizado, comandos curtos e apoio visual durante as jogadas.
4º Passo:
Estimular o aluno a nomearem as letras e objetos encontrados, promovendo participação oral e interação entre os colegas.
5º Passo:
Finalizar a atividade , revisando as letras trabalhadas e valorizando a participação do aluno.
Recursos didáticos: jogo da memória 
Avaliação: Propósito da avaliação:
Verificar o reconhecimento das letras, a associação entre imagem e letra inicial e a participação dos alunos durante a atividade.
Os instrumentos utilizados:
●	Observação direta;
●	Participação no jogo;
●	Interação com colegas;
●	Registro do desempenho durante a atividade.
Os critérios:
●	Reconhecimento das letras;
●	Associação correta entre letra e objeto;
●	Participação e interesse na atividade;
●	Desenvolvimento da atenção e memória;
●	Interação social e respeito às regras do jogo.
Apresente sua avaliação sobre a aula conforme orientações acima.
A atividade proporcionou aprendizagem de forma lúdica e significativa, favorecendo o reconhecimento das letras e o desenvolvimento da memória visual. O aluno com TEA participou com apoio da professora, demonstrando interesse pelas imagens e conseguindo associar algumas letras aos objetos correspondentes 
Bibliografia
:BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC, 2018.
CUNHA, Eugênio. Autismo e inclusão: psicopedagogia e práticas educativas na escola e na família. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2015.
VYGOTSKY, Lev. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
ANEXO 2 
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO (A) ESTAGIÁRIO (A)
	ALUNO(A): JACQUELINE MARANGONI 
	INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:Escola Básica Municipal Wilhelm Theodor Schurmann,
	SUPERVISOR/A DE ESTÁGIO DA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:ELIANE CARDOSO
	ÁREA DO ESTÁGIO, CONFORME DESCRITO NO MANUAL: SALA DO AEE
	ORDEM
	DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS IN LOCO
	DATA
	1º
	Pesquisa do contexto escolar (Conhecer as  dimensões sociais, culturais e pedagógicas da escola, bem como seu Projeto Político Pedagógico por meio de uma reunião com o Pedagogo da Instituição) 
	De __04__/__05_/___26__ a _08___/_05__/__26___
	2º
	Reunião com o professor regente da turma em que o Estágio será desenvolvido.(Conhecer o docente e a turma)
	De ___11_/05___/_26____ 
	3º
	Período de Observação da práxis pedagógica
	De __12__/__05_/__26___ a ___15_/___05/__26___
	5º
	Realização da Regência na turma indicada pelo Pedagogo da escola concedente.
	De __18__/__05_/__26___ a __2_2_/_05__/__26___
	6º
	Avaliação de desempenho do(a) Estagiário(a)
	De ___25_/_05__/_26____ a __29__/_05__/_26____
ANEXO 3
FICHA DE AVALIAÇÃO DO/A ESTAGIÁRIO/A
	ALUNO(A):  JACQUELINE MARANGONI                 
	INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:    Escola Básica Municipal Wilhelm Theodor Schurmann,
              
	SUPERVISOR/A DE ESTÁGIO DA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:     ELIANE CARDOSO
             
	ÁREA DO ESTÁGIO, CONFORME DESCRITO NO MANUAL DE ESTÁGIO: SALA DO AEE
	DESEMPENHO DO/A ESTAGIÁRIO/A (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES)
	SIM
	ÀS VEZES
	NÃO
	1. Atuou com ética e preocupação com as normas de segurança no trabalho durante a realização do estágio.
	X
	
	☐
	2. Contribuiu para resolução de problemas, colaboração na área e organização de ideias.
	X
	
	☐
	3. Desenvolveu suas atividades com assiduidade, pontualidade e disciplina.
	X
	
	☐
	4. Demostrou capacidade de correlacionar teoria e prática.
	X
	
	☐
	5. Apresentou domínio das metodologias aplicadas e contribuiu positivamente para com os objetivos da empresa.
	X
	
	☐
	6. Demonstrou facilidade de aprendizagem de novas tarefas.
	X
	
	☐
	7. Demostrou domínio das tecnologias utilizadas, atuando com cuidado, zelo e ordem na execução de tarefas.
	X
	
	☐
	
	
	NOTA GERAL DO ALUNO (De 0 a 100)
	NOTA: 100
	Observação sobre a nota dada acima, caso o/a Supervisor/a queira se manifestar:
     A estagiária Jacqueline Marangoni demonstrou comprometimento, responsabilidade e dedicação durante todo o período de estágio realizado na Sala do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Apresentou postura ética, assiduidade, pontualidade e interesse constante em aprender e aperfeiçoar sua prática pedagógica.
Durante as atividades desenvolvidas, evidenciou capacidade de relacionar os conhecimentos teóricos adquiridos em sua formação acadêmica com as situações práticas observadas no ambiente escolar, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento das propostas pedagógicas. Demonstrou iniciativa, criatividade e sensibilidade no atendimento aos estudantes, respeitando suas particularidades e promovendo práticas inclusivas.
Manteve um bom relacionamento com a equipe escolar, mostrando-se colaborativa, receptiva às orientações e comprometida com os objetivos do estágio. Destacou-se pela organização, pelo domínio das atividades propostas e pela busca constante de estratégias que favorecessem a aprendizagem e a participação dos alunos.
Considerando seu excelente desempenho, participação ativa e contribuição para o trabalho desenvolvido na instituição, a estagiária obteve nota máxima, refletindo a qualidade de sua atuação durante todo o período de estágio.
Carimbo da Escola
______________________________, __________/__________/___________
CIDADE DATA
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