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3 
 
FACULDADE DE ENGENHARIA 
ENGENHARIA MECÂNICA 
 
 
 
LUAN STODUTO DE SOUSA SIQUEIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
ELABORAÇÃO DE UM SISTEMA PARA TRANSPORTE DE ÁCIDO SULFÚRICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Catalão 
2025 
 
 
1 - INTRODUÇÃO 
O ácido sulfúrico (H₂SO₄) é, sem dúvida, um dos compostos químicos mais cruciais 
para a indústria moderna, sendo frequentemente chamado de "o sangue da indústria". Sua 
onipresença e versatilidade o tornam um insumo fundamental em uma vasta gama de setores. 
Na indústria de fertilizantes, por exemplo, é indispensável para a produção de fosfatos e 
sulfatos, que nutrem culturas agrícolas globalmente. No setor petroquímico, atua como 
catalisador em processos de alquilação e como agente de purificação. A metalurgia emprega O 
H2SO4 no tratamento de superfícies, decapagem de aços e na recuperação de metais. Além 
disso, é vital na fabricação de detergentes, papel, baterias, fibras têxteis, produtos farmacêuticos 
e no tratamento de água. 
Seu transporte e armazenamento são operações que exigem um conhecimento 
aprofundado da química da corrosão e das propriedades dos materiais. Devido à sua alta 
corrosividade, especialmente em concentrações e temperaturas específicas, a seleção do 
material correto é uma das decisões mais críticas em qualquer projeto que envolva este 
composto. A complexidade não reside apenas em encontrar um material "resistente", mas sim 
em identificar aquele que oferece o melhor equilíbrio entre resistência, segurança, durabilidade 
e custo-benefício para as condições de operação específicas. Ele pode ser transportado por meio 
tubulações fixas para grandes volumes e distâncias dentro de uma unidade, ou por caminhões-
tanque, vagões-tanque e embarcações marítimas para transporte de grandes volumes a longas 
distâncias. Para volumes menores, usam-se bombonas e IBCs. 
Outro fator importante do ácido sulfúrico, é a sua alta corrosividade que varia 
significativamente com a concentração e a temperatura, sendo um fator-chave na escolha dos 
materiais. Um material que é excelente para uma concentração pode ser rapidamente corroído 
em outra, e a temperatura pode acelerar a taxa de corrosão. A complexidade da seleção se dá 
porque não existe um material universal para uso com H2SO4, de forma que, cada opção 
apresenta vantagens e desvantagens. 
A complexidade da seleção de materiais para H₂SO₄ reside, portanto, na necessidade de 
um profundo conhecimento das curvas de corrosão (temperatura x concentração), das condições 
operacionais específicas (pureza do ácido, velocidade de fluxo), das propriedades mecânicas do 
material e de uma análise criteriosa de custo total de propriedade (TCO), que inclui não apenas 
o custo inicial, mas também os custos de instalação, manutenção, reparo e o impacto de 
eventuais falhas. Torna-se importante levantar aqui que, o contato com a pele, olhos ou mucosas 
pode causar queimaduras químicas severas e permanentes e seus vapores são irritantes e a 
inalação pode levar a problemas respiratórios graves. 
Dada a criticidade do ácido sulfúrico e a complexidade de seu manuseio, o projeto de 
uma planta de transporte deve considerar meticulosamente cada um desses desafios. O objetivo 
é garantir não apenas a funcionalidade e eficiência, mas, acima de tudo, a segurança das 
operações e a proteção do meio ambiente. 
2 – DESENVOLVIMENTO TEÓRICO 
2.1 – Propriedades do Ácido Sulfúrico 
O ácido sulfúrico a 98% é um líquido incolor, límpido e inodoro em condições normais, 
com uma consistência ligeiramente oleosa, o que lhe rendeu o antigo nome de "óleo de vitríolo". 
Sua massa molar é de 98,08 g/mol, e sua densidade é de aproximadamente 1,84 g/cm³ a 20°C, 
mantendo-se em torno de 1,83-1,84 g/cm³ a 35°C, o que o torna quase duas vezes mais denso 
que a água. Em relação à viscosidade, o ácido sulfúrico 98% é um líquido viscoso, com sua 
viscosidade dinâmica diminuindo com o aumento da temperatura. A 20°C, está em torno de 25-
28 mPa·s, caindo para aproximadamente 15.7 mPa·s a 30°C. Para 35°C, podemos estimar uma 
viscosidade na faixa de 13-14 mPa·s. O ponto de congelamento do ácido sulfúrico 98% é 
relativamente baixo, sendo de 10,3 °C, por outro lado, o ponto de ebulição é bastante elevado, 
em torno de 290 °C a 340 °C ao nível do mar. O ácido sulfúrico a 98% é extremamente 
corrosivo, entretanto, em aços carbono e com concentrações muito altas (acima de 93%) e 
temperaturas moderadas (até ~50°C) ele forma uma fina camada protetora de sulfato de ferro. 
Além disso, o ácido possui forte afinidade pela água, em uma reação exotérmica ao ser 
misturado. 
2.2 - Princípios de Máquinas de Fluxo e Deslocamento 
No estudo das Máquinas de Fluxo e Deslocamento, adentramos um campo fundamental 
da engenharia que aborda como a energia é transferida para um fluido em movimento, ou de 
um fluido em movimento para uma máquina. Basicamente, essas máquinas são dispositivos 
projetados para aumentar (como bombas e compressores) ou extrair (como turbinas) energia de 
um fluido, permitindo seu transporte, pressurização ou geração de trabalho. Elas são 
classificadas em duas categorias principais, cada uma com princípios de operação distintos: as 
Máquinas de Fluxo (ou turbo-máquinas) e as Máquinas de Deslocamento Positivo (ou 
volumétricas). 
As Máquinas de Fluxo, como as bombas centrífugas e axiais, operam com um fluxo 
contínuo do fluido através de seus componentes. Nelas, a transferência de energia ocorre 
principalmente por meio de um efeito dinâmico entre o rotor giratório e o fluido. Em uma 
bomba centrífuga, por exemplo, o fluido entra pelo centro do rotor (impulsor) e é acelerado 
pelas pás para fora, devido à força centrífuga. Essa aceleração aumenta a energia cinética do 
fluido, que é então convertida em energia de pressão na carcaça da bomba (voluta ou difusor). 
Uma característica importante dessas máquinas é que, se o fluxo for bloqueado na saída, o 
fluido pode continuar a se mover dentro da bomba, gerando apenas um aumento de pressão 
limitado, sem causar danos catastróficos imediatos ao equipamento, mas sim recirculando. Elas 
são ideais para grandes vazões e elevações moderadas de pressão. 
Por outro lado, as Máquinas de Deslocamento Positivo, como as bombas de diafragma, 
pistão, engrenagens e lóbulos, funcionam capturando um volume fixo de fluido em um espaço 
confinado e, em seguida, deslocando-o mecanicamente para a saída do sistema. Nessas 
máquinas, o fluido é isolado momentaneamente do resto do sistema. A transferência de energia 
ocorre por meio de variações volumétricas, forçando o fluido a se mover. Uma característica 
marcante é que a vazão é praticamente constante para uma dada rotação, independentemente da 
pressão de descarga. Isso significa que elas podem gerar altíssimas pressões, e o bloqueio do 
fluxo na saída pode levar a danos severos ou até à ruptura da tubulação se não houver 
dispositivos de segurança, como válvulas de alívio. São mais indicadas para vazões menores a 
moderadas, altas pressões, fluidos viscosos ou quando a dosagem precisa é fundamental. 
No contexto de um sistema de transporte, a Altura Manométrica é um conceito chave. 
Ela representa a energia total que uma bomba deve fornecer ao fluido para movê-lo de um ponto 
a outro. Essa altura inclui a diferença de elevação entre os níveis dos reservatórios (altura 
estática), as perdas de energia devido ao atrito do fluido com as paredes da tubulação e os 
acessórios (perdas de carga por atrito e localizadas), e a diferença de pressão entre os 
reservatórios de sucção e descarga. Calcular a altura manométrica total do sistema é essencial 
para selecionar a bomba correta. 
Outro conceito importante aqui, especialmente para bombas centrífugas, é o NPSH (Net 
Positive Suction Head), ou Carga Líquida Positiva de Sucção. O NPSH se refere à energia de 
pressão disponível no lado da sucção da bomba para evitar a cavitação. A cavitação ocorrequando a pressão no fluido cai abaixo de sua pressão de vapor em algum ponto dentro da bomba 
(geralmente no olho do rotor), formando bolhas de vapor. Essas bolhas colapsam violentamente 
ao entrar em áreas de maior pressão, causando ruído, vibração, erosão do material da bomba e 
eventual falha do equipamento. Para um funcionamento seguro e eficiente, o NPSH disponível 
(da instalação) deve ser sempre maior que o NPSH requerido (pela bomba). 
2.3 – Fundamentos de Fenômenos de Transporte Aplicados 
Os Fundamentos de Fenômenos de Transporte são essenciais para o projeto de sistemas 
de transporte de fluidos, especialmente quando lidamos com substâncias como o ácido 
sulfúrico. Eles nos permitem entender como a quantidade de movimento, a energia e a massa 
são transferidas, impactando diretamente o dimensionamento e a segurança das tubulações. No 
que tange à velocidade máxima de transporte do ácido sulfúrico e ao diâmetro do tubo de 
transporte, esses dois parâmetros estão intrinsecamente ligados e são cruciais para a integridade 
do sistema. A velocidade do fluido dentro da tubulação não pode ser arbitrária; ela deve ser 
cuidadosamente controlada para evitar problemas graves. 
Um dos principais fatores limitantes para a velocidade é a corrosão-erosão. O ácido 
sulfúrico, mesmo em altas concentrações, pode ter seu comportamento corrosivo exacerbado 
por velocidades elevadas. Em fluxos de alta velocidade, especialmente em regimes turbulentos 
(onde o número de Reynolds é alto), a camada protetora que se forma na superfície de materiais 
como o aço carbono (a camada passiva de sulfato de ferro) pode ser removida ou danificada. 
Isso expõe continuamente o material "nu" ao ataque químico do ácido, acelerando 
drasticamente a taxa de corrosão. Além disso, se houver qualquer partícula sólida em suspensão 
no ácido, a alta velocidade amplifica o efeito de erosão mecânica, que, combinado com a 
corrosão química, resulta em um desgaste muito mais rápido e severo da tubulação e dos 
componentes internos da bomba. Portanto, a velocidade deve ser mantida abaixo de um limite 
crítico para preservar a integridade do material. 
A escolha do diâmetro do tubo é uma consequência direta da vazão desejada e da 
velocidade máxima permitida. Para uma dada vazão volumétrica, um diâmetro menor resultará 
em uma velocidade de fluxo maior, e vice-versa. Se a vazão é alta e o diâmetro do tubo é muito 
pequeno, a velocidade do fluido será excessiva, aumentando as perdas de carga por atrito e, 
mais criticamente, elevando o risco de corrosão-erosão. Por outro lado, um diâmetro 
excessivamente grande pode resultar em velocidades muito baixas, o que, embora reduza as 
perdas de carga e o risco de erosão, pode levar a um acúmulo de sedimentos (se houver 
impurezas) ou a um custo de capital desnecessariamente alto para a tubulação. 
O objetivo é encontrar um equilíbrio ótimo: um diâmetro de tubo que permita uma 
velocidade de fluxo que seja alta o suficiente para ser eficiente (evitando sedimentação e 
mantendo o custo razoável), mas baixa o suficiente para mitigar os efeitos de corrosão-erosão 
e manter as perdas de carga dentro de limites aceitáveis. Para o ácido sulfúrico, que é um fluido 
viscoso, a determinação do regime de fluxo (laminar ou turbulento) através do número de 
Reynolds é fundamental, pois as perdas de carga são calculadas de forma diferente para cada 
regime. Em geral, busca-se operar em velocidades que garantam um fluxo turbulento para evitar 
sedimentação, mas sem ultrapassar os limites de velocidade recomendados para o material 
específico da tubulação, a fim de controlar a corrosão-erosão e garantir a longevidade do 
sistema. 
4 – METODOLOGIA 
4.1 Premissas de Projeto 
As seguintes premissas são a base para todas as decisões de engenharia e 
dimensionamento subsequentes: 
Fluido: Ácido Sulfúrico (H₂SO₄) 
Concentração do ácido: 98% (m/m) 
Temperatura de operação: 35°C a 50°C 
Vazão nominal desejada: Máximo de 30 ton/h (equivalente a ~4,54 m³/h) 
Origem/Destino: Transferência entre um tanque de armazenamento principal (T-01) de 
50.000 L e dois tanques de processo (T-02 e T-03) de 20.000 L cada. 
Comprimento total da tubulação (estimado): 260 metros (considerando trechos retos, 
curvas e desníveis). 
Critérios de segurança aplicáveis: O projeto deve seguir as diretrizes da ABNT NBR 
14725 para rotulagem e manuseio, e as recomendações da NR-13 (Caldeiras, Vasos de Pressão, 
Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento) e NR-26 (Sinalização de Segurança). O 
transporte e armazenamento devem atender às regulamentações da ANTT. 
 4.2 Seleção de Materiais 
A seleção de materiais é a etapa mais crítica para garantir a segurança e a longevidade 
do sistema. A escolha se baseia na compatibilidade química, na faixa de temperatura, na 
viabilidade econômica e na segurança operacional. Embora o aço carbono seja uma opção de 
baixo custo, ele só é resistente ao H₂SO₄ 98% em temperaturas baixas (abaixo de 40°C) e baixas 
velocidades de fluxo, devido à formação de uma camada apassivante de sulfato de ferro. Na 
faixa de 35-50°C e com o fluxo da bomba, o risco de corrosão-erosão é elevado, tornando-o 
inadequado para tubulações sem revestimento. Já para tanques de armazenamento, onde o fluxo 
é praticamente nulo, o aço carbono com revestimento interno (borracha, polímeros fluorados 
como PTFE ou tijolos antiácidos) é uma solução técnica e economicamente viável. Enquanto 
isso, o aço inoxidável 316L possui boa resistência ao H₂SO₄ 98% na faixa de temperatura do 
projeto. Sua adição de molibdênio confere superior resistência à corrosão por pites em 
comparação com o aço 304. É uma excelente opção para tubulações e acessórios, oferecendo 
um bom equilíbrio entre custo, resistência mecânica e facilidade de fabricação. Enquanto isso, 
ligas de níquel (ex: Hastelloy C-276) oferecem resistência química superior em uma gama 
muito mais ampla de concentrações e temperaturas. No entanto, seu custo é significativamente 
mais elevado, sendo geralmente especificadas para condições mais severas (temperaturas > 
60°C, concentrações variáveis ou presença de contaminantes) que não se aplicam a este projeto. 
Já o CPVC (Cloreto de Polivinila Clorado) possui boa resistência química ao H₂SO₄ 98% em 
temperaturas mais baixas, mas sua recomendação na faixa de 35-50°C pode ser limítrofe e 
depende do fabricante. Apresenta menor resistência mecânica e a impactos em comparação com 
o aço, exigindo mais suportes na tubulação e cuidados na instalação. E por fim, temos o PTFE 
(Politetrafluoretileno), que exibe excepcional resistência química ao H₂SO₄ em todas as 
concentrações e na faixa de temperatura do projeto. É frequentemente usado como revestimento 
para bombas, válvulas e tubulações de aço carbono, combinando a resistência química do 
polímero com a robustez mecânica do metal. 
4.2.1 Matriz de Decisão e Escolha Final 
Dessa forma, vamos utilizar o aço inoxidável 316L nas tubulações e válvulas, tendo em 
vista que, ele oferece a melhor combinação de resistência química comprovada para as 
condições do projeto, robustez mecânica, segurança e um custo-benefício superior às ligas de 
níquel. Já os tanques de armazenamento (T-01, T-02, T-03) serão feitos em aço carbono com 
revestimento interno de borracha antiácida ou PTFE. Esta é a solução padrão da indústria para 
armazenamento estático de H₂SO₄ concentrado, oferecendo segurança e durabilidade a um 
custo razoável. Por fim, a bomba será centrífuga, e de acionamento magnético com carcaça em 
Aço Inox 316L ou revestida em PTFE/PVDF. O acionamento magnético elimina a necessidade 
de selo mecânico, que é um ponto crítico de falha e vazamento em serviços com fluidos 
corrosivos. 
 
 
Figura 1 – Matriz de decisão de escolha do material da tubulação 
 
4.3 Dimensionamento de Componentes 
4.3.1 Tubulação (Diâmetro e Perda de Carga) 
Em primeiro lugar, torna-se importante entender a velocidademáxima de trabalho de 
um fluido, para assim realizar o cálculo do diâmetro máximo da tubulação, dessa forma 
utilizaremos como velocidade máxima, para aço inox 316L em serviço com H₂SO₄ 98%, para 
minimizar a corrosão-erosão, um valor inferior a 1.5 m/s. 
Em seguida, vamos calcular a vazão em metros por segundo, assim a vazão solicitada 
foi de 30 ton/h, considerando que a densidade utilizada do ácido sulfúrico é de 1830 kg/m³, a 
vazão volumétrica calculada foi de 16,39 m³/h, ou 0,00455 m³/s. Dessa forma, obtemos os 
gráficos abaixo, sendo o primeiro para o diâmetro da tubulação em polegadas antes da 
bifurcação, e o segundo para a divisão após a bifurcação. 
Gráfico 1 -Relação da velocidade com o diâmetro da tubulação antes da bifurcação 
Diâmetro Tubo (in) Area do Tubo (in2) Velocidade (m/s) Vazão 
1 0,786 8,99 0,005 
1,25 1,227 5,75 
1,5 1,767 3,99 
2 3,142 2,25 
2,5 4,910 1,44 
3 7,070 1,00 
4 12,568 0,56 
5 19,638 0,36 
 
 
 
 
 
Gráfico 2 -Relação da velocidade com o diâmetro da tubulação após da bifurcação 
Diâmetro Tubo (in) Area do Tubo (in2) Velocidade (m/s) Vazão 
1 0,786 4,49 0,002 
1,25 1,227 2,88 
1,5 1,767 2,00 
2 3,142 1,12 
2,5 4,910 0,72 
3 7,070 0,50 
4 12,568 0,28 
5 19,638 0,18 
 Agora, vamos continuar com os cálculos das perdas de carga, e do diâmetro equivalente, 
dessa forma, a tubulação possui, dois desníveis de 15 metros, um cotovelo de 90 de 2,5 
polegadas, 6 cotovelos de 90 de 2 polegadas, 1 cotovelo de 45 de 2 polegadas, 4 válvulas globo 
de 2 polegadas, e por fim, 1 válvula globo de 2,5 polegadas. Tendo sido feito o cálculo do 
diâmetro após a bifurcação, obtemos que o diâmetro da linha menor teria que ser de 1,73 
polegadas, assim, como não existe esse dimensionamento comercial, optamos por usar 2 
polegadas. Realizando os cálculos, vamos obter que a perda de carga é de 14,44 metros, e que 
o comprimento equivalente, para uma tubulação de 2,5 polegadas, é de 240,37 metros. 
4.3.2 Curva do Sistema 
Em primeiro lugar, devemos encontrar a viscosidade dinâmica, a viscosidade 
cinemática, o número de Reynolds, o fator de atrito e a rugosidade relativa. Com base em alguns 
catálogos, encontramos uma rugosidade de 0,2mm, dessa forma, a rugosidade relativa da 
tubulação de 2,5 polegadas é de 0,00319, e da tubulação de 2 polegadas é 0,00381. A 
viscosidade dinâmica do ácido sulfúrico é de 14 mPa·s, e a viscosidade cinemática calculada é 
de 7,65×10−6m2/s. O número de Reynolds calculado foi de 12140 para a seção de 2,5 
polegadas, e 7212 para a seção de 2 polegadas, em ambos os casos, resultou em um escoamento 
turbulento. Utilizando o Diagrama de Moody, encontramos que o fator de atrito é de 
aproximadamente 0,0384. 
Após feitas as contas, foi gerada a curva do sistema, em que, é uma representação gráfica 
que mostra a altura total (energia) que a bomba precisa fornecer para transportar o fluido em 
diferentes vazões. É uma ferramenta fundamental para a seleção da bomba correta, pois o ponto 
de operação ideal é o ponto de interseção entre a curva do sistema e a curva de desempenho da 
bomba. O cálculo da curva do sistema é baseado em duas componentes principais da altura 
total: a altura estática e a altura dinâmica. A altura estática, corresponde à elevação de 15 
metros, é um valor fixo e independente da vazão. Ela é a energia mínima necessária para 
levantar o fluido até o ponto mais alto do sistema. A altura dinâmica, por outro lado, é a energia 
necessária para superar todas as perdas de carga causadas pelo atrito nas tubulações e pela 
resistência de acessórios como válvulas, cotovelos e a bifurcação. Essa altura é diretamente 
proporcional ao quadrado da vazão, pois, à medida que a velocidade do fluido aumenta, as 
perdas de energia por atrito também aumentam de forma significativa. 
Para construir a curva do sistema, primeiro calculamos a altura dinâmica para a vazão 
nominal de 0,00455 m³/s, que foi de 14,44 metros. A partir desse ponto, determinamos um 
coeficiente de resistência do sistema, que nos permite calcular a altura dinâmica para qualquer 
outra vazão. Com esse coeficiente, a equação da sua curva do sistema é: 
H total = 15 + 697.96 ⋅ Q2 
A representação gráfica dessa equação é uma parábola que começa na altura estática de 
15 metros, indicando que, mesmo sem fluxo, a bomba deve ser capaz de vencer essa altura. À 
medida que a vazão aumenta, a altura total necessária sobe rapidamente, demonstrando o 
aumento das perdas de carga dinâmicas. O ponto de projeto ideal para a seleção da bomba é o 
ponto onde a curva do sistema cruza a curva de desempenho da bomba (a "oferta" de energia 
da bomba). No caso, o ponto de projeto está em 0,00455 m³/s, com uma altura total de 29,44 
metros. 
Gráfico 3 – Curva do sistema 
 
 
4.3.3 Bomba (Altura Manométrica e Potência) 
Para selecionar a bomba ideal para o projeto, a curva de desempenho do equipamento, 
fornecida pelo fabricante, deve ser comparada com a curva do sistema. A curva do sistema 
representa a energia necessária para transportar o ácido sulfúrico na tubulação, enquanto a curva 
de desempenho da bomba mostra a energia que ela é capaz de fornecer em diferentes vazões. 
O ponto de operação ideal é a intersecção dessas duas curvas. Assim, a vazão nominal de 30 
ton/h, que é de 0,00455 m³/s, equivale a aproximadamente 273 litros por minuto. Portanto, a 
bomba selecionada para operar de forma eficiente próxima a essa vazão, garantindo que a altura 
manométrica que ela fornece seja a mesma que a exigida pelo sistema, foi a bomba MDM-
2158, da IWAKI, demonstrada pela figura abaixo, que é feita em aço, e possui revestimento de 
PTFE. Os gráficos que mostram a curva de desempenho da bomba estão anexados ao final do 
trabalho. Cabe aqui ressaltar que, o NPSH requerido pela bomba é de aproximadamente 4m, 
enquanto o NPSH disponível é de pouco mais de 17m. 
Cabe aqui relembrar que, na sucção, como o comprimento é pequeno, e como será 
trabalhado com uma velocidade mais baixa, a perda de carga pode ser considerada desprezível. 
Outro dado importante é a potência da bomba, que varia de caso para caso, a depender do 
líquido escoado. Dessa forma, a potência da bomba, considerando uma eficiência de 35%, vista 
pela curva da bomba, calculada foi de aproximadamente 25,2 KW, ou aproximadamente 33 HP. 
Figura 2 – Bomba MDM-2158 IWAKI 
 
Fonte: https://iwakibrasil.com/products/mdm-series/ 
4.3.4 Tanques 
O dimensionamento e a geometria dos tanques de armazenamento são aspectos cruciais 
do projeto, visando a eficiência e, principalmente, a segurança na operação com ácido sulfúrico. 
Para o projeto em questão, a escolha recaiu sobre tanques verticais com fundo abaulado. Essa 
geometria de fundo, em particular, é ideal, pois facilita a drenagem completa do fluido, 
minimizando o acúmulo de resíduos e simplificando os processos de manutenção e limpeza. Os 
volumes nominais de 50m³ para o tanque principal (T-01) e 20m³ para os tanques de processo 
(T-02 e T-03) foram definidos para atender as premissas de projeto estabelecidas. 
Além do volume e da geometria, o projeto desses tanques deve estar em total 
conformidade com a norma regulamentadora brasileira NR-13, que estabelece os requisitos 
mínimos para a gestão da integridade de tanques metálicos de armazenamento. Essa 
conformidade é vital para garantir a segurança estrutural e operacional do sistema. De acordo 
com a norma e com as boas práticas de engenharia, os tanques devem ser projetados com uma 
série de componentes essenciais, incluindo bocais de inspeção para o monitoramento interno 
da condição do material, respiros para equalizar a pressão durante o enchimento e 
esvaziamento, drenos para a remoção segura do conteúdo, e conexões adequadas para as linhas 
de entrada, saída e instrumentação, como sensores de nível e temperatura. A implementação 
cuidadosa de todos esses elementos assegura uma operação segura, confiável e em 
conformidadecom as regulamentações vigentes. 
Figura 3 – Exemplo de tanque para armazenamento de ácido sulfúrico 
 
Fonte: https://www.embapetro.com.br/ 
4.4 Critérios de Sensoriamento e Segurança 
4.4.1 Sensores 
A instrumentação é vital para a operação segura e o controle do processo, de forma que, 
os parâmetros escolhidos para serem monitorados são, vazão, pressão e nível. Para vazão, será 
utilizado um medidor de vazão magnético com revestimento em PTFE, de forma que, ele mede 
a tensão induzida pelo fluido condutor ao passar por um campo magnético, sendo o ideal por 
não ter partes móveis ou obstruções, evitando desgaste e perda de carga. 
Já para a pressão, será utilizado um transmissor de pressão com diafragma em Tântalo 
ou revestido em PTFE, instalado diretamente na linha de descarga da bomba. E por fim, para o 
nível, será utilizado um sensor de nível tipo radar sem contato, que emite um pulso de micro-
ondas que reflete na superfície do líquido. O tempo de retorno determina o nível. É a escolha 
mais segura por não ter contato com o ácido, eliminando riscos de corrosão e falha do sensor. 
4.4.2 Lógica de Intertravamento e Alarmes 
Em sistemas de transporte de fluidos corrosivos como o ácido sulfúrico, a segurança é 
garantida por meio de uma automação inteligente e intertravamentos críticos. O monitoramento 
contínuo de parâmetros operacionais é essencial para prevenir acidentes e proteger os 
equipamentos. Por exemplo, sensores de nível nos tanques de armazenamento são vitais, para 
o tanque de destino, um alarme de nível alto (HH) é ativado, e um intertravamento desliga 
automaticamente a bomba para evitar transbordamento, o que poderia causar um grave 
derramamento com riscos ambientais e de segurança, da mesma forma, no tanque de origem, 
um alarme de nível baixo (LL) é acionado, e um intertravamento desliga a bomba para evitar 
que ela opere a seco. Esse último ponto é crucial para a proteção da bomba, pois o 
funcionamento sem fluido pode levar à cavitação e danos irreparáveis ao equipamento. 
A monitoração de pressão e vazão também é de grande importância para a segurança do 
sistema, de forma que um sensor de pressão na linha de descarga da bomba, por exemplo, é 
configurado para disparar um alarme de pressão alta (PH) e desligar a bomba caso seja 
detectado um bloqueio na tubulação. Esse intertravamento previne danos à bomba e à 
tubulação, que poderiam ser causados por um aumento excessivo de pressão. Além disso, um 
alarme de vazão baixa (FL) é acionado quando a bomba está ligada, indicando uma possível 
cavitação ou um bloqueio na linha de sucção. Juntos, esses sistemas de sensoriamento e 
intertravamento asseguram que a operação seja eficiente e, acima de tudo, segura. 
5 – PROJETO DETALHADO 
5.1 Fluxograma de Processo (PFD) 
O Fluxograma de Processo (PFD) é uma representação esquemática simplificada, mas 
vital, do sistema de transporte de ácido sulfúrico. Seu objetivo principal é ilustrar os 
equipamentos primários e a direção do fluxo do fluido, fornecendo uma visão geral clara e 
concisa da operação. Neste projeto, o PFD mostrará os três tanques de armazenamento — o 
tanque de origem (T-01) com sua capacidade de 50.000 L, e os dois tanques de processo (T-02 
e T-03), cada um com 20.000 L, a bomba, componente central do sistema, será representada 
conectando o tanque de origem aos dois tanques de destino, ilustrando como o ácido sulfúrico 
é transferido entre eles. 
Além dos tanques e da bomba, o PFD incluirá as linhas principais de interligação, 
indicando a direção do fluxo do ácido, destacando o ponto de bifurcação, onde a tubulação de 
2,5 polegadas se divide em duas linhas de 2 polegadas para os tanques T-02 e T-03. Embora 
simplificado, o PFD é a base para o desenvolvimento de diagramas mais detalhados, como o de 
Tubulação e Instrumentação (P&ID), garantindo que todos os fluxos e equipamentos primários 
sejam corretamente identificados desde as fases iniciais do projeto. 
Em essência, o PFD serve como um mapa de alto nível que comunica rapidamente a lógica do 
processo de transporte de ácido sulfúrico. Ele é uma ferramenta de comunicação indispensável 
para engenheiros, operadores e gestores, permitindo que todos compreendam a sequência de 
operações e as interconexões dos equipamentos sem se aprofundarem em detalhes técnicos 
minuciosos, como o tipo de válvula ou instrumentação. Isso garante uma compreensão uniforme 
do projeto e facilita discussões sobre a estratégia de operação e possíveis otimizações. 
5.2 Análise de Risco Preliminar 
Os principais riscos apresentados pelo projeto são o transbordamento do tanque, 
causando grande vazamento com alto risco ambiental e de segurança, que pode ser resolvido 
com um sensor de nível com alarme (LAH) e intertravamento para desligar a bomba (LSHH), 
juntamente com uma bacia de contenção dimensionada para 110% do volume do tanque. 
6. CONSIDERAÇÕES DE SEGURANÇA, AMBIENTAIS E OPERACIONAIS 
6.1. Segurança Ocupacional 
No manuseio do ácido sulfúrico (H₂SO₄) a 98%, a segurança ocupacional é uma 
prioridade absoluta, exigindo a adoção de medidas rigorosas para proteger os trabalhadores. O 
uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é mandatório, incluindo a proteção facial 
com um protetor facial completo usado sobre óculos de ampla visão, bem como o uso de 
máscara com filtro para vapores ácidos. Para o corpo, são necessárias roupas ou aventais 
antiácidos completos, preferencialmente de PVC ou material equivalente, para evitar o contato 
direto com o produto. As mãos e os pés devem ser protegidos com luvas e botas de segurança, 
respectivamente, feitas de borracha butílica ou PVC. 
Além dos EPIs, planos de emergência detalhados são indispensáveis, devendo existir 
procedimentos claros e bem definidos para casos de vazamentos, contato do ácido com a pele 
ou olhos e inalação de vapores. É obrigatório que chuveiros de emergência e lava-olhos estejam 
estrategicamente posicionados, garantindo que qualquer ponto de manuseio esteja a no máximo 
10 segundos de distância desses equipamentos de segurança. E por fim, a sinalização de 
segurança complementa essas medidas. Toda a área de trabalho, incluindo tanques e tubulações, 
deve ser sinalizada de forma clara e visível, incluindo os pictogramas de perigo para substâncias 
corrosivas e informações do produto, seguindo as diretrizes das normas ABNT NBR 14725 e 
NR-26. A combinação de EPIs adequados, planos de emergência rigorosos e sinalização clara 
cria um ambiente de trabalho seguro e minimiza os riscos associados ao manuseio do ácido 
sulfúrico. 
6.2. Proteção Ambiental 
A proteção ambiental é um pilar fundamental no projeto de qualquer sistema que 
envolva o transporte de produtos químicos perigosos, como o ácido sulfúrico. Para mitigar o 
risco de contaminação e danos ao meio ambiente, medidas rigorosas de contenção de 
derramamentos e tratamento de efluentes devem ser implementadas. Uma das principais 
exigências é que todos os tanques e a área da bomba sejam cercados por diques de contenção 
impermeáveis. Esses diques devem ser revestidos com material antiácido e ter capacidade para 
conter no mínimo 110% do volume do maior tanque, ou o volume total do produto que pode 
ser transferido em caso de falha. 
Além de prevenir a dispersão de um derramamento, é crucial ter um plano para o 
tratamento adequado dos resíduos, de forma que qualquer vazamento de ácido ou a água 
utilizada em lavagens que possa ser contaminada deve ser coletada e enviada para uma estação 
de tratamento de efluentes. O objetivo é que esses efluentes sejam neutralizados, tipicamente 
com uma base como soda cáustica ou cal, antes de serem descartados, garantindo que o processo 
esteja em total conformidade com a legislação ambiental vigente. Essas ações de prevenção e 
remediação são essenciais para assegurar uma operação segura e ambientalmente responsável. 
6.3. Operação e Manutenção 
Paragarantir a segurança e a longevidade do sistema de transporte de ácido sulfúrico, 
os procedimentos de operação e manutenção devem ser minuciosamente planejados e seguidos. 
Inicialmente, é fundamental desenvolver Procedimentos Operacionais Padrão (POPs) para 
todas as atividades críticas. Esses POPs devem cobrir desde as rotinas de partida e parada do 
sistema até os procedimentos de transferência do produto e o protocolo a ser seguido em 
emergências. A existência de POPs detalhados assegura que todas as operações sejam 
realizadas de maneira consistente e segura por qualquer membro da equipe, minimizando o 
risco de falhas humanas. 
Além da operação diária, um plano de manutenção preventiva é crucial para a 
integridade contínua do sistema. Esse plano deve incluir a inspeção regular de tanques e 
tubulações, com a medição periódica de espessura por ultrassom para monitorar a taxa de 
corrosão. A calibração de instrumentos também é essencial, garantindo a verificação regular de 
todos os sensores de nível, pressão e vazão para manter a confiabilidade do sistema de controle. 
Por fim, a inspeção da bomba é um ponto-chave, com a análise de vibração e a verificação do 
estado do motor e do acoplamento magnético para prevenir falhas. 
 
ANEXOS 
IF20530.E 11/13 5 BOYNTON ROAD HOPPING BROOK PARK HOLLISTON, MA 01746-1446 USA 
TEL: 508-429-1440 FAX: 508-429-1386 WEBSITE: WWW.IWAKIAMERICA.COM 
0
5
10
15
20
25
30
35
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110
115
120
50
100
150
200
250
300
350
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180
M
in
im
u
m
R
e
c
o
m
m
e
n
d
e
d
F
lo
w
100
80
60
40
20
(m) (FT)
TDH
10 20 30 40
Flow GPM
LPM
9
6
3
(FT) (m)
NPSHr
20%
8.86" 30% 40%
45%
35%
20HP
8.50"
8.00"
7.50"
7.00"
6.30"
10HP
15HP
7.5HP
45%
MDM-2158 25HP 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dimensions (inches) and Specifications 
Note: Will vary by motor manufacturer 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Part 
Material 
ECF EKK PKK 
1 Front casing 
CFRETFE 
(carbon fiber reinforced 
ETFE) 
PFA 
2 Containment shell 
3 Impeller 
4 Inner magnet assy 
5 Bearing 
High 
density 
carbon 
SiC 
6 Shaft High purity 
alumina 
ceramic 
7 Front outboard thrust 
 collar 
8 Front inboard thrust 
 collar 
PTFE 
9 Rear inboard thrust 
 collar 
High purity 
alumina 
ceramic 
10 Rear outboard thrust 
 collar 
PTFE (filler charged) PTFE 
11 Gasket PTFE 
12 Support Kevlar® 
A AC(3) B(3) D 2E1 2F(4) G H1(5) H2 H3(4) HC(3) O P Q(4) X Y 
11.02 10.56 20.27 7.00 8.66 9..50/11.00 0.70 0.55 
3/8-
16UNC 
0.52 36.50 14.09 3.58 14.77 7.09 3.15 
HP/Frame 
Connection 
Sizes 
Min Flow/Max Head 
Standard 
Capacity 
Max 
Capacity 
Pump 
Weight* 
K L C M 
25/284TSC 2 x 1.5 13/329 125 160 165 6.50 3.86 5.51 3.15 
 Exceeds ANSI Performance standards 
 
 Simple, rugged, modular design 
 
 Dual back pull-out 
 
 Non-contact Bearing System allows dry 
run operation (CF models only) 
1 11 4 2 
10 
9 8 
7 
6 
5 
3 
12 
OUT
IN
Q (4)2F (4)
B (3)
AC (3)
H2
P
2E1
A
D
X
O
L
K
M
C
Y
HC (3)
G
H1 (5)
0.20"
*Pump end only. Does not include motor. 
 
http://www.iwakiamerica.com/
NOTES AND REFERENCES:
(1) ALL DIMENSIONS IN INCHES. ALL TOLERENCES ±.125", CONSULT 
 IWAKI AMERICA FOR MORE DETAILS. 
(2) BOLT HOLE LOCATIONS OF SUCTION AND DISHCARGE FLANGES CONFORM 
 TO ANSI B16.5 150 LB STANDARD. THE 1.5" AND 2" FLANGE BOLT HOLES
 HAVE 1/2" -13 AND 5/8"-11 UNC THREADS RESPECTIVLY.
(3) DIMENSION MAY VARY BASED ON MOTOR MANUFACTURER. 
(4) NEMA MG 1-1993, PART 4 USED FOR REFERENCE.
(5) SLOTS ARE OPEN ENDED TO REAR OF FRAME.
 6 DRAWN PER 52B402902 (MDM2158_KKF25A-_2)
PUMP FLANGES (2)
SUCTION
DIMENSIONS
6.50"
K L C
3.86" 5.51"
M
3.15"2"
DISCHARGE
1 1/2"MDM-2158
2E1
8.66" 36.50"
PUMP DIMENSIONS (1)
7.00"
D HC (3)
3/8"-16 UNC
H2
3.58"9.50"/11.00"
Q (4)PH1 (5)
0.55"
XO
7.09"14.09"
Y
3.15"
CFRETFE OR PFA W/SIC
5 Boynton Rd.
Hopping Brook Park
Holliston, MA 01746
www.IwakiAmerica.com (508) 429-1440
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25
A
B
D
C
H
G
F
E
P
O
N
M
L
K
J
I
S
R
Q
IF20514 B
EDT 12 07 04 1
IF
20514
B
A
11.02"
2F (4)
14.77"
MDM-2158 (25 HP)
Dimensional Drawing
CJC
G
0.70"
MODEL HP/ FRAME
AC (3)
10.56"
B (3)
20.27"
25/284TSC
H3 (4) 
0.52"
OUT
IN
CM4107T
IWAKI
Q (4)2F (4)
B (3)
AC (3)
H2
P
2E1
A
D
X
OL
K
M
C
Y
HC (3)
G
H1 (5)
0.20"
165 LB
 5 BOYNTON ROAD HOPPING BROOK PARK HOLLISTON, MA 01746-1446 USA
TEL: 508-429-1440 FAX: 508-429-1386 WEBSITE: WWW.IWAKIAMERICA.COM 
0
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120
50
100
150
200
250
300
350
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180
MDM-2158
Performance based on water at 70°F (21°C).
Min. Impeller Dia. 6.30"
Suction: 2" ANSI 150LBMax. Impeller Dia. 8.86"
Approved: Ref: IP20518
Discharge: 1.5" ANSI 150LB
Curve No. IALT-00259.C
RPM: 3500
Date: 4/3/2018
M
in
im
u
m
 R
e
c
o
m
m
e
n
d
e
d
 F
lo
w
100
80
60
40
20
(m) (FT)
TDH
150 300 450 600
Flow
GPM
LPM
9
6
3
(FT) (m)
NPSHr
20%
8.86" 30%
40%
45%
35%
20HP
8.50"
8.00"
7.50"
7.00"
6.30"
10HP
15HP
7.5H
P
48% 50%
1
A
2 3 4 5 6 7 8
1 2 3 4 5 6 7 8
B
C
D
E
F
A
B
C
D
E
F
Dept. Technical reference Created by Approved by
Document type Document status
Title DWG No.
Rev. Date of issue Sheet
28/08/2025
CONCLUIDOESBOÇO DE PROJETO
27/08/2025
1/1
01Projeto Máquinas de Fluxo
Luan Stoduto de Sousa SiqueiraFENG
60
80
10
14
18
25
15
2,5" Ø
2" Ø
2" Ø
A
B
C
D
E
E VALVULA DE
EXPANSÃO
D VALVULA SENSOR DE PRESSÃO SENSOR DE VAZÃO BOMBA
C VALVULA VALVULA SENSOR DE VAZÃO SENSOR DE VAZÃO
B VALVULA SENSOR DE PRESSÃO SENSOR DE VAZÃO
A VALVULA SENSOR DE PRESSÃO SENSOR DE VAZÃO
DESC ITEM 1 ITEM 2 ITEM 3 ITEM 4
MANUAL TÉCNICO
Tabela de perda de carga em tubulações
PVC FoFo PVC FoFo PVC FoFo PVC FoFo PVC FoFo PVC FoFo PVC FoFo PVC FoFo PVC FoFo
0,5 1,5 1,3 0,5 0,4 0,1 0,1 0,1 0,1 0,5
1,0 4,9 4,8 1,6 1,6 0,4 0,4 0,2 0,2 0,1 0,1 1,0
1,5 10,0 10,1 3,3 3,4 0,9 0,9 0,5 0,4 0,1 0,1 1,5
2,0 16,5 17,2 5,4 5,8 1,4 1,5 0,8 0,7 0,2 0,2 0,1 0,1 2,0
2,5 24,4 26,1 8,0 8,8 2,1 2,3 1,2 1,1 0,4 0,3 0,1 0,1 2,5
3,0 33,6 36,5 11,0 12,3 2,9 3,2 1,6 1,5 0,5 0,5 0,1 0,1 0,1 0,1 3,0
3,5 44,0 48,6 14,4 16,4 3,8 4,2 2,1 2,0 0,6 0,6 0,2 0,2 0,1 0,1 3,5
4,0 55,6 62,2 18,2 21,0 4,8 5,4 2,7 2,6 0,8 0,8 0,2 0,2 0,1 0,1 4,0
4,5 68,3 77,3 22,3 26,1 6,0 6,7 3,3 3,2 1,0 1,0 0,3 0,3 0,1 0,1 4,5
5,0 82,2 94,0 26,8 31,7 7,2 8,1 4,0 3,9 1,2 1,2 0,3 0,3 0,1 0,2 5,0
5,5 97,1 31,7 37,8 8,5 9,7 4,7 4,6 1,4 1,4 0,4 0,4 0,2 0,2 0,1 5,5
6,0 36,9 44,4 9,9 11,4 5,4 5,4 1,6 1,7 0,5 0,5 0,2 0,2 0,1 0,1 6,0
6,5 42,5 51,5 11,3 13,2 6,3 6,3 1,9 2,0 0,5 0,5 0,2 0,2 0,1 0,1 6,5
7,0 48,4 59,1 12,9 15,2 7,1 7,2 2,1 2,3 0,6 0,6 0,3 0,3 0,1 0,1 7,0
7,5 54,6 67,1 14,6 17,2 8,0 8,2 2,4 2,6 0,7 0,7 0,3 0,3 0,1 0,1 7,5
8,0 61,1 75,6 16,3 19,4 9,0 9,2 2,7 2,9 0,8 0,8 0,3 0,4 0,1 0,1 8,0
8,5 67,9 84,6 18,1 21,7 10,0 10,3 3,0 3,2 0,8 0,9 0,4 0,4 0,1 0,1 8,5
9,0 75,1 94,0 20,0 24,1 11,1 11,5 3,3 3,6 0,9 1,0 0,4 0,5 0,1 0,1 9,0
9,5 82,5 22,0 26,7 12,2 12,7 3,6 4,0 1,0 1,1 0,4 0,5 0,1 0,1 9,5
10 90,3 24,1 29,3 13,3 13,9 4,0 4,4 1,1 1,2 0,5 0,5 0,1 0,2 0,1 10
12 33,1 41,1 18,3 19,5 5,4 6,1 1,5 1,7 0,7 0,8 0,2 0,2 0,1 0,1 12
14 43,4 54,6 24,0 25,9 7,1 8,1 2,0 2,3 0,9 1,0 0,2 0,3 0,1 0,1 14
16 54,8 69,9 30,3 33,2 9,0 10,4 2,5 2,9 1,1 1,3 0,3 0,4 0,1 0,1 16
18 67,4 87,0 37,2 41,3 11,1 12,9 3,1 3,6 1,4 1,6 0,4 0,4 0,1 0,2 18
20 81,0 44,8 50,2 13,3 15,7 3,7 4,4 1,6 2,0 0,5 0,5 0,2 0,2 20
25 66,2 75,8 19,7 23,7 5,5 6,6 2,4 3,0 0,7 0,8 0,2 0,3 25
30 91,1 27,1 33,3 7,6 9,3 3,3 4,2 0,9 1,2 0,3 0,4 30
35 35,5 44,3 10,0 12,4 4,4 5,6 1,2 1,5 0,4 0,6 35
40 44,8 56,7 12,6 15,8 5,5 7,1 1,5 2,0 0,5 0,740
45 55,1 70,4 15,5 19,7 6,8 8,9 1,9 2,4 0,7 0,9 45
50 66,2 85,6 18,6 23,9 8,1 10,8 2,3 3,0 0,8 1,1 50
55 78,2 22,0 28,5 9,6 12,9 2,7 3,5 0,9 1,3 55
60 91,1 25,6 33,5 11,2 15,1 3,1 4,2 1,1 1,5 60
65 29,5 38,9 12,9 17,5 3,6 4,8 1,3 1,7 65
70 33,5 44,6 14,6 20,1 4,1 5,5 1,4 2,0 70
75 37,8 50,7 16,5 22,8 4,6 6,3 1,6 2,3 75
80 42,4 57,1 18,5 25,7 5,1 7,1 1,8 2,6 80
85 47,1 63,8 20,6 28,8 5,7 7,9 2,0 2,9 85
90 52,1 71,0 22,7 32,0 6,3 8,8 2,2 3,2 90
95 57,2 78,4 25,0 35,3 6,9 9,7 2,5 3,5 95
100 62,6 86,2 27,3 38,9 7,6 10,7 2,7 3,9 100
120 86,1 37,6 54,5 10,4 15,0 3,7 5,4 120
150 55,6 82,3 15,4 22,7 5,5 8,2 150
200 91,9 25,5 38,6 9,0 14,0 200
250 37,7 58,3 13,3 21,1 250
300 51,8 81,7 18,3 29,6 300
350 67,9 24,0 39,4 350
400 85,7 30,3 50,4 400
Observações:
2. Em se tratando de tubos galvanizados ou ferro fundido, deve-se acrescentar 3% aos valores acima para cada ano de uso da tubulação;
4. Evite o uso dos valores abaixo da linha grifada para não ocasionar excesso de perdas de carga, principalmente na tubulação de sucção, onde a 
velocidade máxima do líquido deve ser inferior a 2 m/s;
5. Para tubulação de irrigação PN 40 (DN 35, DN 50, DN 75, DN 100, DN 125, DN 150), PN 80 (DN 50, DN 75, DN 100), PN 125 ( DN 100, DN 150, DN 200, 
DN 250, DN 300) e PN 60 (DN 250, DN 300) consultar respectiva tabela de perda de carga do fabricante.
4" 5"
1. Cálculos baseados na equação de Flamant para tubos de PVC e na equação de Hazen-Williams para tubos de ferro fundido ou galvanizado. Os valores 
apresentados são resultantes de cálculos baseados nas médias dos diâmetros internos usualmente comercializados;
3. Considerar que a pressão nominal dos tubos de PVC classe 15 é de 75 m c.a. Conforme aplicação, para pressões acima destes valores, recomenda-se o 
uso de tubos de ferro fundido ou galvanizados;
Percentagem de perda de carga ao longo de 100 metros de tubulação nova de PVC ou tubos de ferro fundido ou galvanizado. 
(valores em %)
Vazão 
m3/h
Vazão 
m3/h3/4" 1" 1 1/4" 1 1/2" 2" 2 1/2" 3"
Caminho 3: 
 
Novo Caminho 3 
 
Caminho 1: 
 
 
 
 
 
Caminho 2: 
 
 
nciamento
 Ficha de Informação de Produto Químico
 IDENTIFICAÇÃO Help
Número
ONU Nome do produto Rótulo de risco
1830 ÁCIDO SULFÚRICO
Número de risco
 80
Classe / Subclasse
 8
Sinônimos
 ÁCIDO PARA BATERIA ; ÓLEO DE VITRÍOLO ; ÁCIDO FERTILIZANTE ; SULFATO DE
HIDROGÊNIO.
Aparência
 LÍQUIDO OLEOSO ; SEM COLORAÇÃO ; SEM ODOR ; AFUNDA E MISTURA,
VIOLENTAMENTE, COM ÁGUA ; PRODUZ NÉVOA IRRITANTE.
Fórmula molecular
 H2 S O4
Família química
 ÁCIDO INORGÂNICO.
Fabricantes
Para informações atualizadas recomenda-se a consulta às seguintes instituições ou referências:
ABIQUIM - Associação Brasileira da Indústria Química: Fone 0800-118270
ANDEF - Associação Nacional de Defesa Vegetal: Fone (11) 3081-5033
Revista Química e Derivados - Guia geral de produtos químicos, Editora QD: Fone (11) 3826-6899
Programa Agrofit - Ministério da Agricultura
 MEDIDAS DE SEGURANÇA Help
Medidas preventivas imediatas
 EVITAR CONTATO COM O LÍQUIDO. MANTER AS PESSOAS AFASTADAS. PARAR O
VAZAMENTO, SE POSSÍVEL. ISOLAR E REMOVER O MATERIAL DERRAMADO.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
 USAR ROUPA DE ENCAPSULAMENTO, DE PVC OU POLIETILENO CLORADO, E
MÁSCARA DE RESPIRAÇÃO AUTÔNOMA.
26/06/2025, 15:22 CETESB
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http://www.cetesb.sp.gov.br/licenciamento/licenciamento-ambiental/1-pagina-inicial
https://licenciamento.cetesb.sp.gov.br/produtos/ID_HELP.htm
http://www.abiquim.org.br/
http://www.agricultura.gov.br/html/agrofit.htm
https://licenciamento.cetesb.sp.gov.br/produtos/MED_HELP.htm
 RISCOS AO FOGO Help
Ações a serem tomadas quando o produto entra em combustão
 NÃO É INFLAMÁVEL. PODE CAUSAR FOGO, EM CONTATO COM COMBUSTÍVEIS.
EXTINGUIR COM PÓ QUÍMICO SECO OU DIÓXIDO DE CARBONO.
Comportamento do produto no fogo
 NÃO É INFLAMÁVEL.
Produtos perigosos da reação de combustão
 NÃO PERTINENTE.
Agentes de extinção que não podem ser usados
 A ÁGUA USADA EM FOGO ADJACENTE DEVE SER CUIDADOSAMENTE MANUSEADA.
Limites de inflamabilidade no ar
Limite Superior: NÃO É INFLAMÁVEL
Limite Inferior: NÃO É INFLAMÁVEL
Ponto de fulgor
 NÃO É INFLAMÁVEL
Temperatura de ignição
 NÃO É INFLAMÁVEL
Taxa de queima
 NÃO É INFLAMÁVEL
Taxa de evaporação (éter=1)
 DADO NÃO DISPONÍVEL
NFPA (National Fire Protection Association)
Perigo de Saúde (Azul): 3
Inflamabilidade (Vermelho): 0
Reatividade (Amarelo): 2
Observação: (VER OBS,)
NFPA: (OBS.1)
 PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS E AMBIENTAIS Help
Peso molecular
 98,08
Ponto de ebulição (°C)
 340
Ponto de fusão (°C)
 10,49
Temperatura crítica (°C)
 NÃO PERTINENTE
Pressão crítica (atm)
 NÃO PERTINENTE
Densidade relativa do vapor
 NÃO PERTINENTE
Densidade relativa do líquido
(ou sólido)
 1,84 A 20 °C (LÍQ.)
Pressão de vapor
 NÃO PERTINENTE
Calor latente de vaporização
(cal/g)
 NÃO PERTINENTE
Calor de combustão (cal/g)
 NÃO PERTINENTE
Viscosidade (cP)
 40(110%);19(100%);25(60%)
 
Solubilidade na água
 MISCÍVEL
pH
organismos aquáticos: CRUSTÁCEOS : Espécie
 CAMARÃO PITU: CL50 (48h) = 42,5 ppm - ÁGUA MARINHA
Toxicidade aos organismos aquáticos: ALGAS : Espécie
 
Toxicidade a outros organismos: BACTÉRIAS
 
Toxicidade a outros organismos: MUTAGENICIDADE
 
Toxicidade a outros organismos: OUTROS
 
Informações sobre intoxicação humana
 EVITAR CONTATO COM O LÍQUIDO. MANTER AS PESSOAS AFASTADAS. PARAR O
VAZAMENTO, SE POSSÍVEL. ISOLAR E REMOVER O MATERIAL DERRAMADO.
Tipo de contato
 NÉVOA
Síndrome tóxica
 IRRITANTE PARA O NARIZ
E A GARGANTA. IRRITANTE
PARA OS OLHOS. SE
INALADO, CAUSARÁ
TOSSE, DIFICULDADE
RESPIRATÓRIA OU PERDA
DA CONSCIÊNCIA.
Tratamento
 MOVER PARA O AR
FRESCO. MANTER AS
PÁLPEBRAS ABERTAS E
ENXAGUAR COM MUITA
ÁGUA. SE A RESPIRAÇÃO
FOR DIFICULTADA OU
PARAR, DAR OXIGÊNIO OU
FAZER RESPIRAÇÃO
ARTIFICIAL.
Tipo de contato
 LÍQUIDO
Síndrome tóxica
 QUEIMARÁ A PELE.
QUEIMARÁ OS OLHOS.
PREJUDICIAL, SE
INGERIDO.
Tratamento
 REMOVER ROUPAS E
SAPATOS CONTAMINADOS
E ENXAGUAR COM MUITA
ÁGUA. MANTER AS
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PÁLPEBRAS ABERTAS E
ENXAGUAR COM MUITA
ÁGUA. NÃO PROVOCAR O
VÔMITO.
 DADOS GERAIS Help
Temperatura e armazenamento
 AMBIENTE.
Ventilação para transporte
 ABERTA.
Estabilidade durante o transporte
 ESTÁVEL.
Usos
 FABRICAÇÃO DE FERTILIZANTES, PRODUTOS QUÍMICOS DIVERSOS,PIGMENTOS
INORGÂNICOS, REFINO DE PETRÓLEO, BANHOS DE ELETRODEPOSIÇÃO (COMO
DECAPANTE DE FERRO E AÇO), FABRICAÇÃO DE RAYON E FILMES, REAGENTE DE
LABORATÓRIO, METALURGIA DOS NÃO FERROSOS. (OBS.3)
Grau de pureza
 TÉCNICO (33% a 98%).
Radioatividade
 NÃO TEM.
Método de coleta
 DADO NÃO DISPONÍVEL.
Código NAS (National Academy of Sciences)
 
FOGO
Fogo: 0
SAÚDE
Vapor Irritante: 2
Líquido/Sólido
Irritante: 4
Venenos: 2
POLUIÇÃO DAS ÁGUAS
Toxicidade humana: 2
Toxicidade aquática: 3
Efeito estético: 2
REATIVIDADE
Outros Produtos
Químicos: 4
Água: 3
Auto reação: 0
 OBSERVAÇÕES Help
 1) PROIBIDO USAR ÁGUA. 2) M.C.T.: SER HUMANO: TCLo = 800 ug/m³ (EFEITO TÓXICO
NA BOCA) TCLo(15 min) = 5 mg/m³ (EFEITO TÓXICO PULMONAR). 3) FABRICAÇÃO DE
EXPLOSIVOS INDUSTRIAIS, SENDO COMPONENTE DA MISTURA SULFO-NÍTRICA;
USADA NA NITRAÇÃO DOS COMPOSTOS QUE SE TORNAM EXPLOSIVOS. POTENCIAL
DE IONIZAÇÃO (PI) = DADO NÃO DISPONÍVEL.
NOVA CONSULTA
ucional
ciamento
ias
oteca
os e Treinamentos
ações
nciamento de Riscos
ologia Ambiental
anças Climáticas
ESB 1996 - 2014
os Sites ambientais
diente
Site
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https://licenciamento.cetesb.sp.gov.br/produtos/DADOS_HELP.htm
https://licenciamento.cetesb.sp.gov.br/produtos/OBS_HELP.htm
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http://www.cetesb.sp.gov.br/institucional/institucional/52-Hist%C3%B3rico/
http://www.cetesb.sp.gov.br/licenciamento/licenciamento-ambiental/1-pagina-inicial/
http://www.cetesb.sp.gov.br/noticias/
http://www.cetesb.sp.gov.br/servicos/biblioteca/1-biblioteca/
http://www.cetesb.sp.gov.br/institucional/cursos-e-treinamentos/79-apresentacao/
http://sistemasinter.cetesb.sp.gov.br/Servicos/INTERDESLICITACOES/editais3.asp/
http://www.cetesb.sp.gov.br/gerenciamento-de-riscos/An%C3%A1lise-de-Risco-Tecnol%C3%B3gico/23-Setor-de-Opera%C3%A7%C3%B5es-de-Emergencia/
http://www.cetesb.sp.gov.br/tecnologia-ambiental/Produ%C3%A7%C3%A3o-e-Consumo-Sustent%C3%A1vel/7-Apresenta%C3%A7%C3%A3o/
http://www.cetesb.sp.gov.br/mudancas-climaticas/proclima/Home/1-Home/
http://www.cetesb.sp.gov.br/institucional/expediente/89-outros-sites
http://www.cetesb.sp.gov.br/institucional/expediente/88-expediente
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	4.1 Premissas de Projeto
	As seguintes premissas são a base para todas as decisões de engenharia e dimensionamento subsequentes:
	Fluido: Ácido Sulfúrico (H₂SO₄)
	Concentração do ácido: 98% (m/m)
	Temperatura de operação: 35 C a 50 C
	Vazão nominal desejada: Máximo de 30 ton/h (equivalente a ~4,54 m³/h)
	Origem/Destino: Transferência entre um tanque de armazenamento principal (T-01) de 50.000 L e dois tanques de processo (T-02 e T-03) de 20.000 L cada.
	Comprimento total da tubulação (estimado): 260 metros (considerando trechos retos, curvas e desníveis).
	Critérios de segurança aplicáveis: O projeto deve seguir as diretrizes da ABNT NBR 14725 para rotulagem e manuseio, e as recomendações da NR-13 (Caldeiras, Vasos de Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento) e NR-26 (Sinalização de Segu...
	4.2 Seleção de Materiais
	A seleção de materiais é a etapa mais crítica para garantir a segurança e a longevidade do sistema. A escolha se baseia na compatibilidade química, na faixa de temperatura, na viabilidade econômica e na segurança operacional. Embora o aço carbono seja...
	4.2.1 Matriz de Decisão e Escolha Final
	Dessa forma, vamos utilizar o aço inoxidável 316L nas tubulações e válvulas, tendo em vista que, ele oferece a melhor combinação de resistência química comprovada para as condições do projeto, robustez mecânica, segurança e um custo-benefício superior...
	Figura 1 – Matriz de decisão de escolha do material da tubulação
	4.3 Dimensionamento de Componentes
	4.3.1 Tubulação (Diâmetro e Perda de Carga)
	Em primeiro lugar, torna-se importante entender a velocidade máxima de trabalho de um fluido, para assim realizar o cálculo do diâmetro máximo da tubulação, dessa forma utilizaremos como velocidade máxima, para aço inox 316L em serviço com H₂SO₄ 98%, ...
	Em seguida, vamos calcular a vazão em metros por segundo, assim a vazão solicitada foi de 30 ton/h, considerando que a densidade utilizada do ácido sulfúrico é de 1830 kg/m³, a vazão volumétrica calculada foi de 16,39 m³/h, ou 0,00455 m³/s. Dessa form...
	Gráfico 1 -Relação da velocidade com o diâmetro da tubulação antes da bifurcação
	Gráfico 2 -Relação da velocidade com o diâmetro da tubulação após da bifurcação
	Agora, vamos continuar com os cálculos das perdas de carga, e do diâmetro equivalente, dessa forma, a tubulação possui, dois desníveis de 15 metros, um cotovelo de 90 de 2,5 polegadas, 6 cotovelos de 90 de 2 polegadas, 1 cotovelo de 45 de 2 polegadas...
	4.3.2 Curva do Sistema
	Em primeiro lugar, devemos encontrar a viscosidade dinâmica, a viscosidade cinemática, o número de Reynolds, o fator de atrito e a rugosidade relativa. Com base em alguns catálogos, encontramos uma rugosidade de 0,2mm, dessa forma, a rugosidade relati...
	Após feitas as contas, foi gerada a curva do sistema, em que, é uma representação gráfica que mostra a altura total (energia) que a bomba precisa fornecer para transportar o fluido em diferentes vazões. É uma ferramenta fundamental para a seleção da b...
	Para construir a curva do sistema, primeiro calculamos a altura dinâmica para a vazão nominal de 0,00455 m³/s, que foi de 14,44 metros. A partir desse ponto, determinamos um coeficiente de resistência do sistema, que nos permite calcular a altura dinâ...
	H total=15+697.96⋅Q2
	A representação gráfica dessa equação é uma parábola que começa na altura estática de 15 metros, indicando que, mesmo sem fluxo, a bomba deve ser capaz de vencer essa altura. À medida que a vazão aumenta, a altura total necessária sobe rapidamente, de...
	Gráfico 3 – Curva do sistema
	4.3.3 Bomba (Altura Manométrica e Potência)
	Para selecionar a bomba ideal para o projeto, a curva de desempenho do equipamento, fornecida pelo fabricante, deve ser comparada com a curva do sistema. A curva do sistema representa a energia necessária para transportar o ácido sulfúrico na tubulaçã...
	Cabe aqui relembrar que, na sucção, como o comprimento é pequeno, e como será trabalhado com uma velocidademais baixa, a perda de carga pode ser considerada desprezível. Outro dado importante é a potência da bomba, que varia de caso para caso, a depe...
	Figura 2 – Bomba MDM-2158 IWAKI
	Fonte: https://iwakibrasil.com/products/mdm-series/
	4.3.4 Tanques
	O dimensionamento e a geometria dos tanques de armazenamento são aspectos cruciais do projeto, visando a eficiência e, principalmente, a segurança na operação com ácido sulfúrico. Para o projeto em questão, a escolha recaiu sobre tanques verticais com...
	Além do volume e da geometria, o projeto desses tanques deve estar em total conformidade com a norma regulamentadora brasileira NR-13, que estabelece os requisitos mínimos para a gestão da integridade de tanques metálicos de armazenamento. Essa confor...
	Figura 3 – Exemplo de tanque para armazenamento de ácido sulfúrico
	Fonte: https://www.embapetro.com.br/
	4.4 Critérios de Sensoriamento e Segurança
	4.4.1 Sensores
	A instrumentação é vital para a operação segura e o controle do processo, de forma que, os parâmetros escolhidos para serem monitorados são, vazão, pressão e nível. Para vazão, será utilizado um medidor de vazão magnético com revestimento em PTFE, de ...
	Já para a pressão, será utilizado um transmissor de pressão com diafragma em Tântalo ou revestido em PTFE, instalado diretamente na linha de descarga da bomba. E por fim, para o nível, será utilizado um sensor de nível tipo radar sem contato, que emit...
	4.4.2 Lógica de Intertravamento e Alarmes
	Em sistemas de transporte de fluidos corrosivos como o ácido sulfúrico, a segurança é garantida por meio de uma automação inteligente e intertravamentos críticos. O monitoramento contínuo de parâmetros operacionais é essencial para prevenir acidentes ...
	A monitoração de pressão e vazão também é de grande importância para a segurança do sistema, de forma que um sensor de pressão na linha de descarga da bomba, por exemplo, é configurado para disparar um alarme de pressão alta (PH) e desligar a bomba ca...
	5 – PROJETO DETALHADO
	5.1 Fluxograma de Processo (PFD)
	O Fluxograma de Processo (PFD) é uma representação esquemática simplificada, mas vital, do sistema de transporte de ácido sulfúrico. Seu objetivo principal é ilustrar os equipamentos primários e a direção do fluxo do fluido, fornecendo uma visão geral...
	Além dos tanques e da bomba, o PFD incluirá as linhas principais de interligação, indicando a direção do fluxo do ácido, destacando o ponto de bifurcação, onde a tubulação de 2,5 polegadas se divide em duas linhas de 2 polegadas para os tanques T-02 e...
	Em essência, o PFD serve como um mapa de alto nível que comunica rapidamente a lógica do processo de transporte de ácido sulfúrico. Ele é uma ferramenta de comunicação indispensável para engenheiros, operadores e gestores, permitindo que todos compree...
	5.2 Análise de Risco Preliminar
	Os principais riscos apresentados pelo projeto são o transbordamento do tanque, causando grande vazamento com alto risco ambiental e de segurança, que pode ser resolvido com um sensor de nível com alarme (LAH) e intertravamento para desligar a bomba (...
	6. CONSIDERAÇÕES DE SEGURANÇA, AMBIENTAIS E OPERACIONAIS
	6.1. Segurança Ocupacional
	No manuseio do ácido sulfúrico (H₂SO₄) a 98%, a segurança ocupacional é uma prioridade absoluta, exigindo a adoção de medidas rigorosas para proteger os trabalhadores. O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é mandatório, incluindo a prote...
	Além dos EPIs, planos de emergência detalhados são indispensáveis, devendo existir procedimentos claros e bem definidos para casos de vazamentos, contato do ácido com a pele ou olhos e inalação de vapores. É obrigatório que chuveiros de emergência e l...
	6.2. Proteção Ambiental
	A proteção ambiental é um pilar fundamental no projeto de qualquer sistema que envolva o transporte de produtos químicos perigosos, como o ácido sulfúrico. Para mitigar o risco de contaminação e danos ao meio ambiente, medidas rigorosas de contenção d...
	Além de prevenir a dispersão de um derramamento, é crucial ter um plano para o tratamento adequado dos resíduos, de forma que qualquer vazamento de ácido ou a água utilizada em lavagens que possa ser contaminada deve ser coletada e enviada para uma es...
	6.3. Operação e Manutenção
	Folhas e vistas
	Folha1

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