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Suporte de vida Pediatria Avançada Padrões Diretrizes e 2020 - 2025 PALS Manual do Fornecedor Por Dr. Karl Disque 1 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google Por Dr. Karl Disque Manual do Fornecedor PALS Pediatria Avançada Suporte de vida 1 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google Este Manual do Fornecedor é um serviço educacional oferecido pela Satori Continuum Publishing. O uso deste serviço é regido pelos termos e condições apresentados abaixo. Leia atentamente as declarações abaixo antes de acessar ou usar o serviço. Ao acessar ou usar este serviço, você concorda em ficar vinculado a todos os termos e condições aqui presentes. 1810 E Sahara Ave. Sala 1507 Satori Continuum Publishing Copyright © 2023 Satori Continuum Publishing Todos os direitos reservados. 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Versão 2023.10 2 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google 5 4 2 3 6 7 Índice Ferramentas de Ressuscitação . . . . . . . 22 Autoavaliação de ferramentas de ressuscitação – 29 Inabilidade Bradicardia . . . . . . . 35 Suporte Básico de Vida . . . . . . . 8 Desfibrilador Externo Automático (DEA) Dificuldade/Insuficiência Respiratória . . . . . . . 30 Anatomia e Fisiologia do Coração Normal – 14 PALS — Uma Abordagem Sistemática – 15 Suporte Básico de Vida para Bebês (0 a 12 meses) – 10 Suporte Básico de Vida (SBV) para Bebês com um único socorrista Dispositivos básicos para o manejo das vias aéreas A Equipe de Ressuscitação . . . . . . . 6 Capítulo 1 Introdução ao PALS . . . . . . . 5 Autoavaliação para desconforto/insuficiência respiratória – 34 Suporte Básico de Vida (SBV) para Bebês com Dois Socorristas Autoavaliação para PALS – 21 Circulação Intubação endotraqueal Técnica básica de via aérea Reconhecendo a dificuldade/insuficiência respiratória – 30 Resposta à Insuficiência/Dificuldade Respiratória – 32 Problemas que ameaçam a vida – 20 Respirando Autoavaliação para BLS – 13 Acesso intraósseo Autoavaliação para bradicardia – 38 Via aérea Ventilação com máscara e bolsa Suporte Básico de Vida para Crianças (de um a oito anos) – 9 Reconhecendo a bradicardia – 35 Ferramentas Farmacológicas – 28 Suporte Básico de Vida (BLS) com um único socorrista para crianças. Suporte Básico de Vida (BLS) com dois socorristas para crianças. Diagnóstico e tratamento iniciais – 16 Diagnóstico e tratamento secundários – 19 Suporte Avançado de Vida Pediátrico . . . . . . . 14 Dispositivos médicos – 22 Causas de dificuldade/ insuficiência respiratória Resposta à bradicardia – 36 3 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google 10 9 11 13 14 12 Índice Choque hipovolêmico Fibrilação Ventricular e Taquicardia Ventricular sem Pulso Capítulo 8 Taquicardia . . . . . . . 39 Sistema Respiratório – 55 Choque cardiogênico Choque Obstrutivo Choque hipovolêmico Choque distributivo Questões de revisão . . . . . . . 62 Complexo QRS estreito Sistema Gastrointestinal – 57 Resposta à Parada Cardíaca – 52 Complexo QRS alargado CertAlert+ – 61 Ferramentas adicionais . . . . . . . 61 Sistema Cardiovascular – 56 Resposta ao choque – 47 Autoavaliação para Choque – 49 Choque cardiogênico Sistema Renal – 57 Choque Obstrutivo Resposta à Taquicardia – 42 Atividade elétrica sem pulso e assistolia Sistema Hematológico – 57 Choque distributivo MediCode – 61 PALS Essencial . . . . . . . 60 Choque . . . . . . . 44 Parada cardíaca . . . . . . . 50 Reconhecendo a Parada Cardíaca – 50 Reconhecendo a Taquicardia – 39 Cuidados pós-ressuscitação pediátrica . . . . . . . 55 Sistema Neurológico – 56 Autoavaliação para Taquicardia – 43 Reconhecendo o Choque – 44 Autoavaliação para cuidados pós-ressuscitação pediátrica – 59 4 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google Os algoritmos PALS baseiam-se no conhecimento atual das melhores práticas para alcançar resultados positivos em casos de risco de vida e têm como objetivo obter o melhor resultado possível para a criança ou o bebê durante uma emergência. Os protocolos PALS partem do princípio de que o profissional de saúde pode não ter todas as informações necessárias sobre a criança ou o bebê, ou todos os recursos necessários para utilizar o PALS adequadamente em todos os casos. O objetivo do Suporte Avançado de Vida em Pediatria (PALS) é salvar vidas. Para uma criança ou bebê que sofreu uma lesão ou doença grave, sua ação pode ser a diferença entre a vida e a morte. O PALS consiste em uma série de protocolos para orientar as respostas a eventos clínicos com risco de vida. Essas respostas são projetadas para serem simples o suficiente para serem memorizadas e lembradas em momentos de estresse. As diretrizes do PALS foram desenvolvidas a partir de uma revisão minuciosa dos protocolos disponíveis, estudos de caso de pacientes e pesquisas clínicas; e refletem a opinião consensual de especialistas na área. O padrão ouro nos Estados Unidos e em muitos outros países é o currículo do curso publicado pelo Comitê Internacional de Ligação sobre Ressuscitação (ILCOR). Aproximadamente a cada cinco anos, o ILCOR atualiza as diretrizes para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Cuidados Cardiovasculares de Emergência (CCE). Este manual é baseado na publicação mais recente do ILCOR sobre PALS e comparará periodicamente as recomendações anteriores e as novas para uma revisão mais abrangente. A utilização adequada do PALS requer uma avaliação rápida e precisa da condição clínica da criança ou do bebê, bem como a seleção e aplicação da intervenção apropriada para a situação em questão. Isso se aplica não apenas à avaliação inicial da criança ou do bebê em sofrimento pelo profissional de saúde, mas também à reavaliação ao longo do tratamento, utilizando as diretrizes do PALS. Por exemplo, se um profissional de saúde estiver utilizando o PALS (Suporte Avançado de Vida Pediátrico) à beira da estrada, ele não terá acesso a equipamentos sofisticados para medir a respiração ou a pressão arterial. No entanto, nessas situações, os profissionaisNebulizadores Corticosteroides Epinefrina SC 33 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Tabela 14 (epinefrina) Dexametasona Dexametasona EDEMA Intubar PNEUMONITE Intubar ANAFILAXIA Oxigênio (Heliox) TRAUMA Nebulizador Dexametasona Oxigênio (Heliox) Nebulizador Oxigênio (Heliox) (epinefrina) Traqueostomia GARUPA Epinefrina IM (epinefrina) Intubar Nebulizador ASMA Traqueostomia Traqueostomia BRONQUIOLITE PULMONAR Nebulizador PNEUMONIA SOBREDOSE Difenidramina CORPO ESTRANHO Machine Translated by Google RESPOSTAS AUTOAVALIAÇÃO PARA DIFICULDADE/INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA 3. C 1. Qual dos seguintes sons sugere uma obstrução das vias aéreas superiores? b. Obstrução das vias aéreas c. Acidente vascular cerebral a. Trauma 1. A A expansão torácica assimétrica nesse contexto provavelmente se deve à obstrução do brônquio principal direito por um corpo estranho. Outras causas incluem pneumotórax, hemotórax, derrame pleural e impactação por muco. 3. Uma lactente de quatro meses apresenta febre e grunhidos. Qual é a causa subjacente? d. Tamponamento pericárdico 2. Uma criança de cinco anos está rindo e brincando com seus irmãos. Momentos depois, percebe-se que a criança está tossindo com elevação assimétrica do tórax. Qual é a causa mais provável? a. Estridor b. Arrotos c. Estertores d. Apneia a. Problema comportamental b. Obstrução das vias aéreas superiores c. Doença do tecido pulmonar d. Diabetes O gemido é um sinal de anormalidades no tecido pulmonar, como pneumonia ou contusão pulmonar e insuficiência respiratória aguda, podendo evoluir para insuficiência respiratória. O que esse grunhido sugere? O estridor sugere uma obstrução das vias aéreas superiores. 2. B 34 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google BRADICARDIA 7 CAPÍTULO RECONHECENDO A BRADICARDIA 35 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Bradicardia Sinusal Bloqueio AV de segundo grau tipo I (Mobitz I/ Wenckebach) • O intervalo PR aumenta de duração até que o complexo QRS seja removido. A bradicardia sintomática pode causar diversos sinais e sintomas, incluindo pressão arterial baixa, edema/congestão pulmonar, ritmo cardíaco anormal, desconforto no peito, falta de ar, tontura, confusão mental e/ou síncope. A bradicardia geralmente se torna sintomática quando surge repentinamente na pessoa (diminuição aguda da frequência cardíaca). Bradicardia é definida como uma frequência cardíaca mais lenta do que a considerada normal para a idade da criança. A bradicardia em crianças e bebês deve ser avaliada, mas nem toda bradicardia requer tratamento médico. A intervenção é necessária quando a bradicardia é sintomática e compromete a função cardiovascular. Isso geralmente significa que o coração está batendo muito lentamente para manter a pressão arterial, causando choque, perfusão tecidual inadequada e/ou alteração do estado mental. Bloqueio AV de primeiro grau • Intervalo PR superior a 0,20 segundos Bloqueio AV de segundo grau tipo II (Mobitz II) • O intervalo PR tem a mesma duração com um complexo QRS intermitentemente ausente • Ritmo normal com frequência lenta Bloqueio AV de terceiro grau (completo) • O intervalo PR e o complexo QRS não estão coordenados entre si. Machine Translated by Google • Epinefrina 0,01 mg/ kg IO/ IV – Pode ser administrada a cada 3-5 minutos A: Via aérea B: Respiração (Verificar saturação de O2 ; administrar O2 conforme necessário) • Não demore na RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) • Atropina 0,02 mg/ kg IO/ IV – Pode ser repetida uma vez • Considere a estimulação transtorácica/ transvenosa (de preferência com sedação), especialmente se a bradicardia for resultado de um bloqueio cardíaco completo ou de uma disfunção do nó sinusal. Tabela 15 • Existem sintomas causados pela bradicardia? C: Circulação (Verificar pressão arterial e frequência cardíaca; ECG de 12 derivações; acesso IV/ IO) • Confirme uma frequência cardíaca anormalmente baixa ou uma queda significativa em relação ao normal anterior. D: Deficiência (Verificar estado neurológico) E: Exposição (Verificar sinais de trauma, queimaduras, fraturas, etc.) • Há sintomas de choque ou alteração aguda do estado mental? 36 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico • Busque aconselhamento especializado RESPONDENDO À BRADICARDIA SÉRIO VERIFIQUE OS SINAIS/ PESQUISA PALS BRADICARDIA SINTOMÁTICA VERIFIQUE A FREQUÊNCIA CARDÍACA SINTOMAS BRADICARDIA SINTOMÁTICO E SEM SUCESSO DROGAS • A atropina em doses inferiores a 0,1 mg pode agravar a bradicardia (paradoxal). • O tratamento não tem necessariamente como objetivo aumentar a frequência cardíaca. • O principal objetivo do tratamento da bradicardia sintomática é garantir que o coração esteja bombeando sangue adequadamente para o corpo (perfusão adequada). O tratamento deve continuar até que os sintomas/ sinais desapareçam. bradicardia). • Se a pessoa parar de ter pulso, siga o Protocolo de Parada Cardíaca. • Sempre considere as causas reversíveis de bradicardia em pediatria e trate-as, se possível. Machine Translated by Google A bradicardia persiste? SIM NÃO NÃO SIM • Epinefrina DOSES E DETALHES • Considere a possibilidade de consultar um especialista. Se ocorrer parada cardiorrespiratória sem pulso, vá para • Mantenha as vias aéreas permeáveis e auxilie a respiração, se necessário. DOSE DE EPINEFRINA IO/IV: estimulação cardíaca/estimulação transvenosa • Atropina para aumento do tônus vagal ou bloqueio AV primário • Tratar as causas subjacentes Algoritmo de Parada Cardíaca Pediátrica • Dose mínima de 0,1 mg Figura 13 37 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Com o tubo endotraqueal (ET) posicionado, pode-se administrar uma dose de 0,1 mg/kg por via endotraqueal. • Considere a via transtorácica CAUSA SUBJACENTE IDENTIFICAR E TRATAR • Avaliar ECG de 12 derivações • Em caso de hipoxemia, administre oxigênio. • 0,01 mg/kg, repetir a cada 3-5 minutos • Se o acesso intraósseo/intravenoso não estiver disponível, mas • 0,02 mg/kg, pode repetir uma vez DOSE DE ATROPINA IO/IV: • Monitorar e observar • Dose única máxima de 0,5 mg • Utilize o monitor cardíaco para identificar o ritmo. • Monitorar a pressão arterial e a oximetria de pulso • Acesso intraósseo/intravenoso 7 BRADICARDIA Algoritmo para bradicardia pediátrica com pulso/ perfusão deficiente RCP SE H está tendo dificuldade para aferir a pressão arterial. A epinefrina e a atropina não surtiram efeito. a. RCP mais rápida b. Estimulação transtorácica c. Alta dose de epinefrina d. Interromper a ressuscitação a. Adenosina b. Epinefrina c. Lidocaína d. Dopamina Uma dose inferior a 0,1 mg pode agravar a bradicardia. A dose máxima para crianças é de 0,5 mg. 2. B A epinefrina é um potente vasopressor e também aumenta a frequência cardíaca. A dose para bradicardia é de 0,01 mg/kg IV ou IO. A estimulação transtorácica é uma opção para o tratamento da bradicardia sintomática quando a terapia medicamentosa falha. 1. B BRADICARDIA AUTOAVALIAÇÃO PARA RESPOSTAS 38 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google Sinais e sintomas de taquicardia Flutter atrial RECONHECENDO A TAQUICARDIA CAPÍTULO 8 TAQUICARDIA 39 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico • Ocorre com frequência durante períodos de estresse ou febre. • Má perfusão tecidual (ex.: baixo débito urinário) Existem vários tipos de taquicardia, e pode ser difícil diferenciá-los em crianças por meio de um ECG devido à frequência cardíaca elevada. Taquicardia é definida como uma frequência cardíaca maior do que a considerada normal para a idade de uma criança. Assim como a bradicardia, a taquicardia pode ser fatal se comprometer a capacidade do coração de se perfundir adequadamente. Quando o coração bate muito rápido, a fase de relaxamento é encurtada. Isso causa dois problemas principais: os ventrículos não conseguem se encher completamente, reduzindo o débito cardíaco; e as artérias coronárias recebem menos sangue, diminuindo o suprimento para o coração. • Dificuldade/insuficiência respiratória • Estado mental alterado • Edema/congestão pulmonar • Pulso fraco e rápido • Provavelmente não perigoso Taquicardia supraventricular • O ritmo inicia- se acima dos ventrículos Fibrilação atrial • Causa ritmo cardíaco irregular • Provoca um padrão em dente de serra no ECG Taquicardia ventricular • O ritmo inicia-se nos ventrículos Taquicardia sinusal • Ritmo normal com frequência cardíaca elevada Machine Translated by Google COMPLEXO QRS ESTREITO Criança: 180 bpm Ondas P ausentes Taquicardia ventricular Tabela 16 Início lento Edema pulmonar Bebê: > 220 bpm Tabela 17 Na maioria das vezes, os profissionais de suporte avançado de vida ao paciente (PALS) precisam distinguir entre duas taquiarritmias semelhantes com complexo QRS estreito: taquicardia sinusal e taquicardia supraventricular (TSV). A TSV é mais comumente causada por reentrada por via acessória, reentrada no nó AV e foco atrial ectópico. O flutter atrial é um ritmo cardíaco incomum, identificado no ECG como um padrão em dente de serra. É causado por uma via anormal que faz com que os átrios batam muito rapidamente e de forma ineficaz. As contrações atriais podem ultrapassar 300 bpm, mas nem todas chegam ao nó AV e provocam uma contração ventricular. As taquiarritmias pediátricas são inicialmente divididas em taquicardia de complexo estreito ou taquicardia de complexo largo. Meça o complexo QRS em um ECG padrão para avaliar sua duração. TAQUICARDIA SINUSAL COMPLEXO QRS LARGOCOMPLEXO QRS ESTREITO (ÿ 0,09 s) SUPRAVENTRICULAR TAQUICARDIA (> 0,09 s) Machine Translated by Google A TV pode não ser particularmente rápida (simplesmente superior a 120 bpm), mas é regular. Geralmente, as ondas P desaparecem durante a TV ou se dissociam do complexo QRS. Batimentos de fusão são um sinal de TV e são produzidos quando um impulso supraventricular e um ventricular se combinam para produzir um QRS com aparência híbrida (batimento de fusão) (Figura 14). A taquicardia ventricular (TV) é incomum em crianças, mas pode ser rapidamente fatal. A menos que a pessoa tenha uma taquiarritmia de complexo QRS largo documentada, um ECG com complexo QRS maior que 0,09 segundos é considerado TV até que se prove o contrário. TV polimórfica, Torsades de Pointes e taquicardia supraventricular (TSV) atípica (TSV com complexos QRS largos devido à condução aberrante) podem ser reversíveis, por exemplo, com magnésio para Torsades de Pointes, mas não atrase o tratamento da TV. Qualquer um desses ritmos pode evoluir para fibrilação ventricular (FV). COMPLEXO QRS LARGO 8 TAQUICARDIA Figura 14 41 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google Cardioversão sincronizada DURAÇÃO AVALIAR QRS OU MONITORAR VENTRICULAR Considere a administração de adenosina se o ritmo for regular e o complexo QRS monomórfico. Identificar e tratar a causa. Estável Tente manobras vagais ou adenosina. Figura 15 COM ECG DE 12 DERIVAÇÕES AVALIAR RITMO 42 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico TAQUICARDIA Instável • Monitor cardíaco para identificar o ritmo geralmente1. Qual das seguintes opções não é uma arritmia com risco de vida? um. Torsades de Pointes b. Fibrilação ventricular c. Taquicardia ventricular d. Taquicardia sinusal para adenosina? a. 1 mg b. 6 mg c. 0,1 mg/kg com dose máxima de 6 mg d. 12 mg O monitor mostra um ritmo de complexo estreito com frequência cardíaca de 175 bpm e pulso palpável. Qual dos seguintes é um possível diagnóstico? a. Taquicardia supraventricular com aberrância b. Taquicardia sinusal c. Torsades de Pointes d. Taquicardia ventricular A taquicardia sinusal é frequentemente uma resposta a uma condição subjacente, como febre, dor ou estresse. A perda de sangue e a hipovolemia também podem resultar em taquicardia sinusal, mas o ritmo em si não representa risco de vida. 2. B A taquicardia sinusal, a fibrilação ou flutter atrial e a taquicardia supraventricular são ritmos de complexo estreito. As doses de medicamentos pediátricos são baseadas no peso. A dose inicial máxima é de 6 mg, tanto para adultos quanto para crianças. 1. D 43 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google O fluxo sanguíneo será desviado de órgãos menos vitais, como a pele, para órgãos mais vitais, como os rins e o cérebro. Nesses casos, a criança ou o bebê pode estar em choque, mas apresentar pressão arterial alta, normal ou baixa-normal. Isso é chamado de choque compensatório e pode persistir apenas por minutos ou horas antes de evoluir para choque descompensado franco, a menos que o tratamento seja iniciado. O choque é definido como uma condição na qual os tecidos periféricos e os órgãos terminais não recebem oxigênio e nutrientes adequados. Embora às vezes seja usado como sinônimo de hipotensão grave, o choque não ocorre apenas em casos de pressão arterial extremamente baixa. É importante ressaltar que o corpo tentará compensar o choque por meio de vários mecanismos, sendo o mais comum o aumento da frequência cardíaca. A frequência cardíaca aumentará na tentativa de elevar o débito cardíaco (volume sistólico x frequência cardíaca). Sem tratamento, esses sistemas compensatórios podem ficar sobrecarregados e levar a criança a uma rápida progressão para hipotensão crítica e parada cardíaca. Portanto, a simples avaliação da pressão arterial não é suficiente para avaliar um possível choque em pediatria. RECONHECENDO O CHOQUE CAPÍTULO 9 CHOQUE CARDIOGÊNICO HIPOVOLÊMICO TIPOS DE CHOQUE DISTRIBUTIVO OBSTRUTIVO Bloqueio físico do fluxo sanguíneo Dilatação dos vasos sanguíneos (ex.: choque séptico) Baixo volume sanguíneo, frequentemente devido a hemorragia ou deslocamento de fluidos para fora dos vasos sanguíneos. O coração não está bombeando adequadamente. Tabela 18 44 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google • A pós-carga é baixa no ventrículo esquerdo e alta no ventrículo direito. Pressão arterial adequada ou baixa • A contratilidade varia O choque hipovolêmico é o tipo mais comum de choque e talvez o mais fácil de entender. pressão de pulso estreita pulsos periféricos fracos • A pós-carga é reduzida O choque distributivo é uma condição na qual a maior parte do sangue é distribuída de forma inadequada pelos vasos sanguíneos. Uma maneira comum de conceituar o choque distributivo é como uma condição em que os vasos sanguíneos relaxam e dilatam a ponto de se tornarem insuficientes. O suprimento sanguíneo arterial precisa manter uma certa tensão para manter a pressão arterial. Da mesma forma, o sistema venoso também deve manter a tensão para não reter uma quantidade excessiva do suprimento sanguíneo total. No choque distributivo, o sangue não está sendo mantido nos vasos sanguíneos necessários e funcionais. O choque distributivo é mais comumente causado por sepse, anafilaxia ou um problema neurológico, todos os quais causam vasodilatação ou perda do tônus vascular. No choque distributivo, a pré- carga, a contratilidade e a pós-carga variam dependendo da etiologia. • A pós-carga varia Pulsos centrais normais Taquicardia • Pré-carga reduzida Possível taquipneia Reabastecimento capilar lento • Contratilidade normal/ diminuída Possível diminuição do volume urinário Diminuição do nível de consciência O choque hipovolêmico resulta da insuficiência de sangue no sistema cardiovascular. Isso pode ser causado por hemorragia externa, no peritônio ou no sistema gastrointestinal. Em crianças, o choque hipovolêmico também pode ocorrer devido à perda de água, transpiração, diarreia, vômito ou quando o fluido se desloca para o terceiro espaço. No choque hipovolêmico, a pré-carga do coração está diminuída (menos volume para encher o coração), embora a contratilidade seja normal ou aumentada. Da mesma forma, a pós-carga está aumentada, uma vez que os vasos se contraem na tentativa de aumentar a pressão arterial. • Contratilidade normal • Pré-carga reduzida • Pré-carga reduzida CHOQUE HIPOVOLÊMICO CHOQUE DISTRIBUTIVO 9 CHOQUES CHOQUE SÉPTICO SINAIS DE CHOQUE HIPOVOLÊMICO CHOQUE ANAFILÁTICO CHOQUE NEUROGÊNICO Tabela 20 Tabela 19 45 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google 46 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico O choque cardiogênico é causado pela contratilidade inadequada do coração. Uma das principais diferenças entre o choque hipovolêmico e o choque cardiogênico é o esforço respiratório. Em ambos os casos, haverá taquipneia, mas no choque hipovolêmico o esforço respiratório está apenas levemente aumentado. No entanto, no choque cardiogênico, o esforço respiratório geralmente aumenta significativamente, como evidenciado por grunhidos, batimento de asa do nariz e uso de músculos acessórios do tórax. Além disso, como o coração está bombeando sangue de forma ineficaz, o sangue permanece na vasculatura pulmonar. Isso causa congestão e edema pulmonar, que podem ser clinicamente auscultados como crepitações nos pulmões e visualizados como distensão da veia jugular. Os pulsos geralmente são fracos, o enchimento capilar é lento, as extremidades estão frias e cianóticas e pode haver diminuição do nível de consciência. O choque distributivo é difícil de reconhecer porque os sinais e sintomas variam muito dependendo da etiologia. Os sintomas comuns incluem taquipneia, taquicardia, pressão arterial baixa a normal, diminuição do débito urinário e diminuição do nível de consciência. O choque distributivo é ainda classificado em choque quente e choque frio. Se a pessoa estiver em choque quente, geralmente apresentará pele periférica quente e eritematosa e pressão de pulso ampla em um contexto de hipotensão. Se a pessoa estiver em choque frio, geralmente apresentará pele pálida e vasoconstritora e hipotensão com pressão de pulso estreita. Em ambos os casos, o choque distributivo é geralmente considerado quando a pessoa provavelmente apresenta uma das três principais causas: sepse, anafilaxia ou problema neurológico. O choque obstrutivo e o choque cardiogênico são mais facilmente diferenciadospela contratilidade do coração. No choque obstrutivo, a contratilidade cardíaca é normal, embora a função de bombeamento não seja. O tamponamento cardíaco está associado a sons cardíacos abafados, devido à presença de sangue no espaço pericárdico. O pulso paradoxal (por exemplo, uma queda na pressão arterial durante a inspiração) também pode estar presente. O pneumotórax hipertensivo é um diagnóstico clínico. A traqueia pode estar desviada para o lado oposto à lesão, e há ausência de sons respiratórios no lado afetado do tórax. Considere a possibilidade de embolia pulmonar quando o paciente apresentar cianose e/ou hipotensão, dor torácica e desconforto respiratório sem patologia pulmonar ou obstrução das vias aéreas. Os fatores de risco incluem obesidade, uso de hormônios, histórico familiar de distúrbios de coagulação e alterações nos fatores de coagulação. O choque obstrutivo é semelhante ao choque cardiogênico, pois a disfunção cardíaca é a principal anormalidade. No choque cardiogênico, a contratilidade está comprometida; já no choque obstrutivo, o coração é impedido de se contrair adequadamente. Causas comuns de choque obstrutivo incluem tamponamento cardíaco, pneumotórax hipertensivo, malformações cardíacas congênitas e embolia pulmonar. CHOQUE CARDIOGÊNICO CHOQUE OBSTRUTIVO Machine Translated by Google RESPONDENDO AO CHOQUE 9 CHOQUES Se a administração de fluidos em bolus não melhorar os sinais de choque hipovolêmico hemorrágico, deve-se reavaliar o diagnóstico correto e considerar a possibilidade de perda sanguínea oculta (por exemplo, no trato gastrointestinal). As demais intervenções visam restabelecer os desequilíbrios eletrolíticos (por exemplo, ácido-base, glicose, etc.). Em casos de choque hipovolêmico (ou hemorrágico), administre 3 mL de fluidos para cada 1 mL de sangue perdido estimado — uma proporção de 3:1. Se os bolus de fluidos não melhorarem os sinais de choque hipovolêmico ou hemorrágico, considere a administração imediata de concentrado de hemácias. A albumina também pode ser considerada para aumentar o volume intravenoso em casos de choque, trauma e queimaduras, atuando como expansor de plasma. O objetivo do tratamento do choque é levar oxigênio aos tecidos e órgãos. Isso requer oxigenação adequada no sangue, que o sangue chegue aos tecidos e permaneça circulando dentro dos vasos sanguíneos. Portanto, o tratamento do choque se dedica a alcançar esses três objetivos cruciais. Em termos objetivos, isso significa restabelecer a pressão arterial e a frequência cardíaca adequadas para a idade do paciente, normalizar os pulsos, o tempo de enchimento capilar e o estado mental, além de garantir um débito urinário de pelo menos 1 mL/kg por hora. O tratamento do choque varia de acordo com a etiologia. A principal forma de responder ao choque hipovolêmico é fornecer volume adicional. Para crianças, um cristaloide isotônico, como soro fisiológico ou solução de Ringer com lactato, é o fluido de escolha para a reposição volêmica. Embora a reposição volêmica seja relativamente simples em adultos, deve-se ter muito cuidado ao administrar fluidos intravenosos a crianças e lactentes. É preciso estimar cuidadosamente a quantidade de volume perdido (por exemplo, perda sanguínea), o tamanho da pessoa e o grau de déficit. As recomendações atuais são administrar 20 mL/kg de fluido em bolus durante 5 a 10 minutos e repetir conforme necessário. O tratamento inicial do choque distributivo consiste em aumentar o volume intravascular. O objetivo é fornecer volume suficiente para compensar a redistribuição inadequada do volume existente. Assim como no choque hipovolêmico, administre 20 mL/kg de fluido em bolus durante 5 a 10 minutos e repita conforme necessário. Além do tratamento inicial, a terapia é individualizada de acordo com a causa do choque distributivo. Em casos de choque séptico, o manejo agressivo de fluidos geralmente é necessário. Antibióticos intravenosos de amplo espectro são uma intervenção fundamental e devem ser administrados o mais rápido possível. Além disso, uma dose de hidrocortisona para situações de estresse (especialmente em casos de insuficiência adrenal) e vasopressores podem ser necessários para manter a pressão arterial. Após a reposição volêmica, os vasopressores são administrados, se necessário, de acordo com o tipo de choque séptico. Em indivíduos normotensos, geralmente se administra dopamina; em casos de choque quente, norepinefrina; e em casos de choque frio, epinefrina. A transfusão de concentrado de hemácias para elevar a hemoglobina acima de 10 g/dL trata a diminuição da capacidade de transporte de oxigênio. As hemoculturas também são importantes para o diagnóstico e tratamento. Retorne e concentre a terapia antibiótica no microrganismo específico e em seus padrões de resistência. 47 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico CHOQUE DISTRIBUTIVO CHOQUE HIPOVOLÊMICO Choque séptico Machine Translated by Google 48 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico CHOQUE CARDIOGÊNICO CHOQUE OBSTRUTIVO Choque anafilático Choque neurogênico O tamponamento cardíaco requer drenagem pericárdica. O pneumotórax hipertensivo requer descompressão por agulha e subsequente colocação de um dreno torácico (toracotomia com dreno). Cirurgiões cardíacos pediátricos podem tratar anomalias vasculares, e análogos da prostaglandina E1 podem ser administrados para manter a perviedade do canal arterial em neonatos com lesões ducto-dependentes. O tratamento da embolia pulmonar é principalmente de suporte, embora profissionais treinados possam administrar agentes fibrinolíticos e anticoagulantes. O manejo dessas etiologias complexas está além do escopo deste manual. As causas do choque obstrutivo exigem cuidados rápidos e definitivos, pois representam risco agudo à vida. Anti-histamínicos e corticosteroides também podem atenuar a resposta anafilática. Se surgirem dificuldades respiratórias, considere o uso de albuterol para promover a broncodilatação. Em casos muito graves de choque anafilático, pode ser necessária uma infusão contínua de epinefrina na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) ou na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP). A epinefrina intramuscular é o primeiro e mais importante tratamento para o choque anafilático. Em casos graves, uma segunda dose de epinefrina pode ser necessária, ou a administração intravenosa pode ser requerida. Fluidos cristaloides podem ser administrados criteriosamente. Lembre-se de que, no choque anafilático, a permeabilidade capilar pode aumentar consideravelmente. Portanto, embora seja importante manter a pressão arterial estável, há uma probabilidade significativa de ocorrência de extravasamento para o terceiro espaço e edema pulmonar. O choque neurogênico é clinicamente desafiador porque, frequentemente, há pouca capacidade de corrigir a lesão. Portanto, o tratamento concentra-se inicialmente na reposição volêmica: um bolus de 20 mL/kg administrado em 5 a 10 minutos; emseguida, o paciente deve ser reavaliado para verificar a resposta. Se a hipotensão não responder à reposição volêmica, será necessário o uso de vasopressores. Essa ressuscitação deve ser realizada em conjunto com uma avaliação neurológica mais abrangente e um plano de tratamento adequado. Como crianças em choque cardiogênico apresentam problemas na contratilidade cardíaca, o principal objetivo do tratamento é restaurá-la. Ao contrário da maioria dos outros tipos de choque, a reposição volêmica não é a intervenção primária no choque cardiogênico. Frequentemente, medicamentos para promover a contratilidade e reduzir a pós-carga são os tratamentos de primeira linha. Em indivíduos normotensos, isso significa o uso de vasodilatadores e diuréticos (ambos diminuem o volume intravascular). A contratilidade é estimulada com inotrópicos. A milrinona é frequentemente utilizada para diminuir a resistência vascular periférica. Quando há necessidade de reposição volêmica, os fluidos podem ser administrados lenta e cautelosamente: 5 a 10 mL/kg em 10 a 20 minutos. O acompanhamento de pacientes com choque cardiogênico deve ser realizado por um cardiologista pediátrico ou um intensivista. Lesões nas vias autonômicas da medula espinhal resultam em diminuição da resistência vascular sistêmica e hipotensão. Uma frequência cardíaca anormalmente baixa ou bradicardia é um sinal clínico de choque neurogênico. Machine Translated by Google RESPOSTAS PARA CHOQUE AUTO-AVALIAÇÃO 2. Que tipo de choque resulta em pulsos periféricos amplos e pressão de pulso elevada? 1. Uma criança de sete anos é atropelada por um carro e apresenta hipotensão. Qual é a causa mais provável da baixa pressão arterial? a. Choque anafilático b. Choque hipovolêmico c. Choque cardiogênico d. Choque obstrutivo a. 100 mL 3. Você está tratando um paciente pediátrico com pressão arterial baixa. Qual a quantidade de fluido recomendada para a terapia em bolus? c. 5 mL/kg d. 20 mL/kg O trauma é uma das principais causas de perda de sangue e choque hipovolêmico. 1. B 2. A O choque séptico pode resultar em uma pressão de pulso ampla, com baixa resistência sistêmica e volume sistólico normal ou aumentado. 3. D Considerar a administração de bolus de 20 mL/kg de cristaloide isotônico (soro fisiológico ou solução de Ringer com lactato). b. 1 litro a. Séptico b. Cardiogênico c. Traumático d. Hemorrágico 49 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google OS H'S CAUSAS REVERSÍVEIS DE PARADA CARDÍACA OS T'S RECONHECENDO A PARADA CARDÍACA 10 CAPÍTULO PRENDER PRISÃO CARDÍACO Tabela 21 50 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Hipo/ Hipercalemia H+ (acidose) Hipovolemia Ao contrário da parada cardíaca em adultos, que é muito comum devido à síndrome coronariana aguda, a parada cardíaca em pediatria é mais frequentemente consequência de insuficiência respiratória ou choque. Assim, a parada cardíaca pode ser frequentemente evitada se a insuficiência respiratória ou o choque forem tratados com sucesso. Em menos de 10% dos casos, a parada cardíaca é consequência de arritmia ventricular e ocorre subitamente. Pode ser possível identificar uma causa reversível de parada cardíaca e tratá-la rapidamente. As causas reversíveis são essencialmente as mesmas em crianças e bebês, assim como em adultos. Tamponamento Pneumotórax hipertensivo Hipóxia Hipoglicemia Hipotermia Trombose (pulmonar) Trombose (coronária) Trauma (não reconhecido) Toxinas Machine Translated by Google • Ausência de pulsos periféricos (radiais) • Respiração ineficaz • Respiração lenta hipotensão • Reabastecimento capilar lento • Trauma? Tabela 23• Pele marmorizada/ cianose/ • Diminuição do nível de consciência • Bradicardia e • Pode ou não ser patenteado • Pulsos centrais fracos (carótida) frieza 51 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico • Sangramento? • Hipotermia? Tabela 22 EXPOSIÇÃO RECONHECER OS RITMOS DE PRISÃORECONHECER A INSUFICIÊNCIA CARDIOPULMONAR VIA AÉREA CIRCULAÇÃO INABILIDADE RESPIRANDO 10 CARDÍACO Fibrilação Ventricular e Taquicardia Ventricular Sem Pulso ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO E ASSISTOLE PRENDER PRISÃO A atividade elétrica sem pulso (AESP) e a assistolia são ritmos não chocáveis. A fibrilação ventricular (FV) e a taquicardia ventricular sem pulso (TVS) são ritmos chocáveis. (V FiB) (ERVILHA) ASISTÓLIA ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO VENTRICULAR SEM PULSO TAQUICARDIA (VTach) FIBRILAÇÃO VENTRICULAR A fibrilação ventricular (FV) e a taquicardia ventricular sem pulso (TVS) são ritmos cardíacos potencialmente fatais que resultam em contrações ventriculares ineficazes. A FV caracteriza-se por uma rápida contração ventricular em vez de uma contração vigorosa. O movimento ventricular na FV não está sincronizado com as contrações atriais. A TVS ocorre quando os ventrículos, em rápida contração, não bombeiam sangue suficiente para gerar um pulso palpável. Tanto na FV quanto na TVS, as vítimas não recebem perfusão adequada. A FV e a TVS são ritmos chocáveis. A atividade elétrica sem pulso (AESP) e a assistolia são ritmos cardíacos relacionados, pois ambos representam risco de vida e não são chocáveis. A assistolia é a ausência de atividade elétrica ou mecânica cardíaca e é representada por um ECG em linha reta. Pode haver um leve desvio da linha de base (linha reta oscilante), mas não há atividade elétrica cardíaca perceptível. Certifique-se de que a leitura de assistolia não seja um erro técnico. Verifique se os eletrodos cardíacos estão conectados, o ganho está ajustado corretamente e o aparelho está ligado. Verifique dois eletrodos diferentes para confirmar. A AESP é qualquer uma das várias formas de onda do ECG (mesmo ritmo sinusal), mas sem pulso detectável. A AESP pode incluir qualquer forma de onda sem pulso, exceto fibrilação ventricular (FV), taquicardia ventricular (TV) ou assistolia. A assistolia pode ser precedida por um ritmo agônico. Um ritmo agônico é uma forma de onda semelhante a uma onda normal, mas que ocorre de forma intermitente, lenta e sem pulso. Machine Translated by Google Retorno da Circulação Espontânea (RCE), consulte Cuidados Pós-Parada Cardíaca PEA/Assistolia • Assistolia/AESP, vá para 10 ou 11 • Ritmo organizado, verifique o pulso • Pulso presente e sinais de retorno de O primeiro passo no atendimento de uma parada cardíaca é iniciar uma RCP de alta qualidade. (Consulte a seção de Suporte Básico de Vida deste manual para obter detalhes.) RESPOSTA À PARADA CARDÍACA Algoritmo de Parada Cardíaca Pediátrica NÃO SIM NÃOSIM SIM NÃO SIM NÃO SIM NÃO SIM 3 9 1 2 10 4 11 7 8 6 Figura 16 5 RCP por dois minutos • Acesso IV/IO • Epinefrina a cada 3-5 minutos sem interromper a RCP • Considerar via aérea avançada INICIAR RCP • Administrar oxigênio • Conectar monitor/desfibrilador ACIONAR A RESPOSTA DE EMERGÊNCIA RCP por dois minutos • Acesso IV/IO sem interrupção da RCP RITMO CHOQUEANTE? RCP por dois minutos • Epinefrina a cada 3-5minutos • Considerar via aérea avançada e capnografia RITMO CHOQUEANTE? RITMO CHOQUEANTE? RCP em dois minutos • Tratar causas reversíveis RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) por dois minutos • Amiodarona ou lidocaína • Tratar causas reversíveis RITMO CHOQUEANTE? ADMINISTRAR CHOQUE ADMINISTRAR CHOQUE VF/PVT RITMO CHOQUEANTE? Vá para 5 ou 7 ADMINISTRAR CHOQUE 52 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google • Dose de epinefrina IV/IO: 0,01 mg/kg (Repetir a cada 3 a 5 minutos; se não houver acesso IO/IV, pode-se administrar uma dose endotraqueal de 0,1 mg/kg.) • Dose de amiodarona IV/IO: 5 mg/kg em bolus durante parada cardíaca (Pode-se repetir até duas vezes) Relação de compressão-ventilação para dois profissionais • Minimize as interrupções • Não hiperventile • Alterne o compressor a cada dois minutos • Se não houver via aérea avançada, utilize uma relação de compressão-ventilação de 30:2 para um profissional e 15:2 para outro. • Frequência de 100 a 120 compressões por minuto • Profundidade da compressão: um terço do diâmetro do tórax (1,5 polegadas (4 cm) em bebês) e 5 cm (2 polegadas) em crianças) • Em vias aéreas avançadas, 10 a 15 respirações por minuto para um profissional ou 20 a 30 respirações por minuto para dois socorristas com compressões torácicas contínuas • Retorno do pulso e da pressão arterial • Ondas espontâneas de pressão arterial com monitoramento intra-arterial (para FV refratária/TV sem pulso.) • Trauma • Tamponamento cardíaco • Toxinas • Pneumotórax hipertensivo • Trombose pulmonar • Trombose coronária • Hipovolemia • Hipóxia • H+ (acidose) • Hipotermia • Hipo/ hipercalemia • Hipoglicemia PRENDER PRISÃO10 CARDÍACO Terapia medicamentosa Retorno da circulação espontânea Qualidade da RCP Energia do choque • Primeiro choque: 2 J/kg • Segundo choque: 4 J/kg • Choques subsequentes: ÿ 4 J/kg • Dose máxima do choque: 10 J/kg ou dose para adultos Causas reversíveis Via aérea avançada • Via aérea avançada supraglótica ou intubação endotraqueal • Capnografia de onda para confirmar e monitorar o posicionamento do tubo endotraqueal • Uma vez que a via aérea avançada esteja posicionada, administrar uma ventilação a cada 2 a 3 segundos (20 a 30 ventilações por minuto) 53 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google 54 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico RESPOSTAS PARADA CARDÍACA AUTOAVALIAÇÃO PARA As outras lesões são irreversíveis. 2. Quais das seguintes opções são causas reversíveis de parada cardíaca? a. Dissecção da aorta b. Traumatismo cranioencefálico c. Pneumotórax hipertensivo d. Ruptura da medula espinhal 1. Sua equipe responde a um acidente de carro onde um jovem de 14 anos é encontrado em parada cardíaca. Qual é Uma causa potencialmente reversível? a. Hipertermia b. Hipóxia c. Tétano d. Sobredosagem de teofilina 1. C Lembre-se dos princípios básicos de segurança (H e T) ao avaliar pacientes em parada cardiorrespiratória. Um pneumotórax hipertensivo pode ser tratado inicialmente com descompressão por agulha e posterior colocação de dreno torácico. A hipóxia é um fator precipitante comum em casos de parada cardíaca pediátrica. Hipotermia, toxinas, traumas e tamponamento cardíaco são causas adicionais. 2. B Machine Translated by Google SISTEMA RESPIRATÓRIO RESSUSCITAÇÃO PUBLICAR- CUIDADOS 11 CAPÍTULO É necessário manter as vias aéreas permeáveis em uma criança com nível de consciência reduzido. • Intubar se: O protocolo inicial de Suporte Avançado de Vida Pediátrico (PALS) tem como objetivo estabilizar uma criança ou um bebê durante uma emergência com risco de vida. Os cuidados pós-ressuscitação visam otimizar a ventilação e a circulação, preservar a função dos órgãos e tecidos e manter os níveis recomendados de glicose no sangue. Se uma pessoa apresentar retorno da circulação espontânea (RCE), inicie imediatamente os cuidados pós-ressuscitação. A seguir, você encontrará uma abordagem sistemática seguida de um algoritmo de cuidados pós-ressuscitação para orientá-lo(a) em seu tratamento. • Gasometria arterial (GSA) e correção de distúrbios ácido-base • Oximetria de pulso (monitoramento contínuo) • Frequência e ritmo cardíacos (monitoramento contínuo) • CO2 expirado (se o paciente estiver intubado) • Manter oxigenação adequada (saturação entre 94% e 99%) • Manter ventilação adequada para atingir PCO2 entre 35 e 45 mmHg, a menos que salvo indicação em contrário • Radiografia de tórax para verificar o posicionamento do tubo endotraqueal - A ventilação não é possível por meios não invasivos, como por exemplo, pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP). pressão (CPAP) • Controlar a dor com analgésicos e a ansiedade com sedativos (ex.: benzodiazepínicos) - O oxigênio e outras intervenções não conseguem atingir uma oxigenação adequada. 55 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google - Tratar as complicações da hipotermia assim que surgirem • Glicemia • Elevar a cabeceira da cama se a pressão arterial permitir a perfusão cerebral • Temperatura • ECG de 12 derivações • Gasometria arterial (GSA) e correção de distúrbios ácido-base • Hemoglobina e hematócrito (transfundir ou fornecer suporte conforme necessário) • Frequência e ritmo cardíacos (monitorar continuamente) • Pressão arterial (monitorar continuamente com cateter arterial) • Pressão venosa central (PVC) • Débito urinário • Radiografia de tórax • Considerar ecocardiografia • Manter volume intravascular adequado • Tratar hipotensão (usar vasopressores, se necessário, e titular a pressão arterial) • Oximetria de pulso (monitorar continuamente) • Manter oxigenação adequada (saturação entre 94% e 99%) • Corrigir anormalidades metabólicas (exames bioquímicos) - Evite a hipertermia e trate a febre de forma agressiva. ou apneia podem indicar herniação cerebral • Pupilas dilatadas e não reativas, hipertensão, bradicardia, irregularidades respiratórias, - Tratar hipoglicemia/hiperglicemia (hipoglicemia definida como glicemia igual ou inferior a 60 mg/dL) - Eliminar as causas metabólicas/tóxicas - Não reaqueça uma vítima de parada cardíaca hipotérmica, a menos que a hipotermia esteja interferindo. com função cardiovascular • Monitorar e tratar convulsões • Monitorar continuamente a pressão arterial por meio de cateter arterial • Manter o débito cardíaco e a perfusão cerebral • Manter a normoventilação, exceto em casos de edema intracraniano (medidas temporárias) • Realizar exames neurológicos frequentes • Considerar tomografia computadorizada e/ou eletroencefalograma (EEG) - Medicamentos anticonvulsivos SISTEMA NEUROLÓGICO SISTEMA CARDIOVASCULAR 56 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google SISTEMA HEMATOLÓGICO SISTEMA RENAL SISTEMA GASTROINTESTINAL CUIDADOS11 PÓS-RESSUSCITAÇÃO • Monitorar a permeabilidade e a presença de resíduos na sonda nasogástrica (NG)/orogástrica (OG). • Realizar um exame abdominal completo. - Criançasmaiores: > 30 mL por hora - Um volume urinário excessivamente alto pode indicar um problema neurológico ou renal. • Exames bioquímicos sanguíneos de rotina • Gasometria arterial (GSA) e correção de distúrbios ácido-base • Exame de urina (quando indicado) • Manter o débito cardíaco e a perfusão renal • Considerar o efeito de medicamentos no tecido renal (nefrotoxicidade) • Considerar o débito urinário no contexto da reposição volêmica • Toxinas podem, às vezes, ser removidas com hemodiálise de urgência/emergência quando • Considere realizar ultrassonografia abdominal e/ou tomografia computadorizada abdominal. • Exames bioquímicos de rotina, incluindo perfil hepático; • Gasometria arterial e correção de distúrbios ácido-base; • Atenção para sangramento intestinal, especialmente após choque hemorrágico. - Abdômen tenso pode indicar perfuração intestinal ou hemorragia. - Corrigir trombocitopenia Os antídotos falham ou não estão disponíveis. (diabetes insípido) - Lactentes e crianças pequenas: > 1 mL/kg por hora - Considerar o uso de cloreto de cálcio ou gluconato caso seja necessária transfusão maciça. • Corrigir anormalidades metabólicas (painel bioquímico), especialmente após transfusão. • Monitorar o débito urinário - O plasma fresco congelado serve para repor os fatores de coagulação. • Monitorar hemograma completo e perfil de coagulação • Transfundir (conforme necessário) 57 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google • Hipóxia • Pneumotórax hipertensivo • Considere a consulta com um especialista e o transporte do paciente para um centro de atendimento terciário. • Dopamina • HipovolemiaAVALIE A AMEAÇA • Epinefrina • H+ (acidose) • Epinefrina • Considerar suporte inotrópico e/ou vasopressor E OXIGÊNIO • Dopamina • Ajuste a FiO2 para manter o oxigênio 1 CHOQUE HIPOTENSIVO • Avaliar gases sanguíneos, eletrólitos séricos e cálcio. • Considere bolus de 10-20 mL/kg IV/IO de cristaloide isotônico • Se o paciente permanecer em coma após a ressuscitação de uma parada cardíaca, considere a hipotermia terapêutica (32°C - 34°C ou 89,6°F - 93,2°F). • Hipotermia saturação 94%-99% • Monitorar e tratar a hipoglicemia • Trauma • Identificar e tratar as causas reversíveis • Considere a colocação avançada de vias aéreas e a capnografia de onda. • Hipo/hipercalemia • Dobutamina • Tamponamento cardíaco CHOQUE PERSISTENTE • Trombose coronária Otimize a ventilação CAUSAS REVERSÍVEIS • Norepinefrina CHOQUE NORMOTENSIVO • Milrinona • Toxinas Figura 17 • Trombose pulmonar • Monitorar e tratar agitação e convulsões Algoritmo de Parada Cardíaca Pediátrica 58 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google 59 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico cerca de 90% a 94% d. Todas as opções acima c. Cor da pele 1. Quais dos seguintes métodos são úteis para determinar a perfusão de órgãos-alvo? a. Volume urinário b. Estado mental 2. Você reanimou uma criança gravemente doente. Qual é a meta de saturação de oxigênio? a. 100% b. 94% a 99% d. Superior a 88% 1. D Todas são ferramentas clínicas úteis para avaliar a perfusão. A perfusão inadequada resulta em diminuição ou ausência de débito urinário, confusão mental e pele fria ou marmorizada. 2. B Otimizar a oxigenação e a ventilação e ajustar a dose de oxigênio suplementar para obter uma saturação de oxigênio de 94% a 99%. CUIDADOS PÓS-RESSUSCITAÇÃO AUTOAVALIAÇÃO PARA PEDIATRIA RESPOSTAS Machine Translated by Google 60 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico ESSENCIAIS PALS 12 CAPÍTULO um ano de idade. oxigênio suplementar. situação de emergência. • Lembre-se de que a família da criança e do bebê e sua reação são influenciadas por uma variedade de fatores. • A prevenção não exige habilidades avançadas e a intervenção precoce pode ter um impacto positivo em fatores e habilidades de enfrentamento. • Prepare-se mentalmente para tratar a criança ou o bebê ao se aproximar do local. • Avalie a aparência, a respiração e a cor da pele ao se aproximar de qualquer criança ou bebê. • A aparência geral de uma criança ou bebê fornece uma pista importante sobre a gravidade da doença, alertando para a gravidade do quadro. • A diminuição da frequência respiratória normal após um período de dificuldade respiratória pode ser um sinal de alerta. parada respiratória. • A bradicardia em crianças é geralmente causada por hipóxia. • A síndrome da morte súbita infantil (SMSI) é a principal causa de morte em bebês de um mês a Crianças pequenas e interativas raramente ficam gravemente doentes. • Balançar a cabeça para frente e para trás é um sinal de desconforto respiratório em bebês. • Uma leitura normal de oximetria de pulso não exclui desconforto respiratório. • Bebês e crianças pequenas podem ficar agitados ao tentar aplicar • Não limpe as vias aéreas às cegas para evitar empurrar um corpo estranho ainda mais para dentro. • Puxe o queixo para cima em direção à máscara; não empurre a máscara contra o rosto ao usar o ambu. • Administre as inspirações lentamente, durante um segundo, para evitar a distensão gástrica. • A morte inesperada de uma criança ou bebê é extremamente estressante para o socorrista/profissional de saúde. • Se houver suspeita de corpo estranho, examine a boca e as vias aéreas antes de realizar a aspiração. • As cânulas nasofaríngeas são úteis para pessoas que estão tendo uma convulsão. Machine Translated by Google ADICIONAL FERRAMENTAS 13 CAPÍTULO CERTALERT+ CÓDIGO MÉDICO 61 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico O CertAlert+ é o aplicativo perfeito para minimizar uma possível fonte de estresse e distração na sua vida. Com o CertAlert+, você terá todas as suas licenças e certificações em um só lugar, sempre que precisar. Nós monitoramos e enviamos lembretes quando a data de vencimento estiver próxima, além de ajudá-lo com o seu registro sempre que possível. Os algoritmos individuais incluídos neste aplicativo são: Para melhorar a funcionalidade e a rapidez na obtenção do algoritmo desejado em uma emergência, eles foram divididos em Suporte Básico de Vida (BLS), Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS), Suporte Avançado de Vida Pediátrico (PALS) e Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP). Todos podem ser acessados na tela inicial. Com o MediCode, você não precisará mais carregar um conjunto de cartões expansíveis o tempo todo no trabalho. Você nunca mais perderá tempo valioso em uma situação de emergência procurando entre vários algoritmos até encontrar o certo. Todos os algoritmos agora estão acessíveis na palma da sua mão, e você poderá selecionar o algoritmo desejado. • Acesso rápido para se inscrever facilmente na certificação online • Suporte Básico de Vida (SBV) e cursos de recertificação. • Suporte Avançado de Vida Pediátrico (PALS) Com o CertAlert+, você pode: • Reunir todas as licenças e certificações necessárias em um só lugar. • Tirar fotos (frente e verso) dos cartões de certificaçãoe licenças para Referência simples. • Registre todas as datas de validade e armazene com facilidade. • Escolha quando deseja ser lembrado(a) da proximidade do vencimento. • Após exportar as informações do aplicativo, envie-as diretamente para o seu e-mail. Decore em pouco tempo. Escolha entre várias opções de visualização e compartilhe facilmente algoritmos com colegas de trabalho e amigos por e-mail e redes sociais. • Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) datas de validade. • Ressuscitação cardiopulmonar (RCP), DEA e primeiros socorros Machine Translated by Google REVISÃO DO PALS QUESTÕES 10 CAPÍTULO a. Vias aéreas b. Respiração c. Engasgo d. Exposição a. 98% b. 94% 1. As crianças têm taxas metabólicas comparadas às de adultos. : cerca de 90% d. 96% 3. Qual das seguintes opções é um sinal de obstrução das vias aéreas superiores? a. Febre b. Estridor c. Batimento de asa nasal d. Coceira _____ a. Hipertensão b. Hipertireoidismo c. Hipercapnia d. Nenhuma das alternativas acima : a. Streptococcus pneumonia a. Menor b. Maior c. Igual d. Imprevisível _________ d. Todas as opções acima 6. Quais das seguintes opções são causas comuns de pneumonia aguda adquirida na comunidade? b. Pneumonia por Mycoplasma exceto2. A avaliação principal inclui todas as seguintes avaliações: a. Estresse metabólico b. Bloqueio de Mobitz tipo II c. Febre d. Perda sanguínea aguda 7. A hipoxemia é definida como uma leitura de SpO2 em ar ambiente inferior a 4. O seguinte indica má ventilação: 5. Os seguintes fatores causam taquicardia sinusal. exceto c. Pneumonia por clamídia em uma criança. 62 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google QUESTÕES14 ANÁLISE DE PALS c. Pressão de pulso ampla d. Hipertensão a. Corpo estranho aspirado b. Asma 15. Quando devem ser administrados vasopressores durante o tratamento do choque séptico? a. Quando a pessoa responde à reposição volêmica. b. Quando a pessoa apresenta hipotensão grave apesar da administração adequada de fluidos. c. Sempre indicado assim que o acesso intravenoso for obtido. d. Vasopressores nunca são usados em casos de choque séptico. exceto c. Reações alérgicas d. Abscesso peritonsilar d. Todas as opções acima 12. Ao realizar a reposição volêmica em crianças, como devem ser administrados os bolus de fluidos intravenosos? a. Sudorese excessiva b. Aumento da frequência cardíaca Qual das seguintes opções? b. Epinefrina nebulizada c. Oxigênio d. Todas as opções acima 14. Os sinais e sintomas comuns do choque compensado incluem: :8. As causas comuns de obstrução das vias aéreas superiores incluem todas as seguintes: 13. A eficácia da reposição de fluidos e da terapia medicamentosa deve ser monitorada frequentemente por 9. Os seguintes medicamentos podem ser usados no tratamento da crupe: a. Dexametasona 10. Qual das afirmações a respeito da assistolia não está correta? a. A assistolia é um estado de ausência de contrações miocárdicas e de débito cardíaco ou fluxo sanguíneo. b. Uma pessoa em assistolia não apresenta atividade elétrica detectável. c. Uma linha reta no ECG sempre indica assistolia. d. A assistolia é um dos ritmos associados à parada cardíaca. 11. Os tipos de choque incluem todos os seguintes, exceto: a. Choque anafilático b. Choque hipovolêmico c. Choque cardiogênico d. Choque hipotérmico a. Frequência cardíaca a. Bolus de 15 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos b. Bolus de 20 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos c. Bolus de 25 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos d. Bolus de 30 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos b. Pressão arterial c. Estado mental 63 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google a. Maior ou igual a 40 mg/dL b. Maior ou igual a 50 mg/dL c. Menor ou igual a 60 mg/dL d. Menor ou igual a 70 mg/dL um. 1 mL, 2 mL b. 3mL, 2mL c. 3 mL, 1 mL d. 2ml, 3ml de cristalóide b. Taquicardia ventricular sem pulso c. Atividade elétrica sem pulso d. Ambas A e B 17. A hipoglicemia é definida como _____ 18. O tratamento padrão-ouro para o choque anafilático é: a. Milrinona b. Epinefrina c. Dopamina d. Dobutamina um. Rota IV, rota IO, rota ET b. Rota ET, rota IV, rota IO c. Rota IO, rota ET, rota IV d. Rota IV, rota ET, rota IO 20. Qual ritmo deve ser estimulado? a. Fibrilação ventricular _____16. Para ressuscitação volêmica em choque hipovolêmico, administre cerca de para cada _____ de sangue perdido. Em bebês, crianças e adolescentes. 19. A ordem preferencial das vias de administração de medicamentos é: 64 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google RESPOSTAS 14 ANÁLISE DE PALSQUESTÕES 65 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico 3 mL, 1 mL 1. B Mais alto Quando a pessoa apresenta hipotensão grave apesar da administração adequada de fluidos. Estridor 15. B Tanto A quanto B Epinefrina Tudo o que precede Tudo o que precede 10. C 12. B 4. C 2. C 9. D Menos de 60 mg/dL Choque hipotérmico Aumento da frequência cardíaca 14. B 7. B 20. D Hipercapnia 18. B 3. B Tudo o que precede Asfixia 5. B 8. B 17. C Asma Via IV, via IO, via ET 11. D Bloco Mobitz tipo II 16. C Uma linha reta no ECG 19. A 13. D 6. D 94% Bolus de 20 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos. Machine Translated by Google Como posso ajudar? Fundação Disque ? Quem é o Brownstown, IN 47220 1609 O 100 S. Para cumprir essa missão, criamos a Iniciativa Salvar Vidas. Oferecemos os primeiros cursos online gratuitos de suporte básico de vida do mundo, por meio de nossa parceria com a SaveaLife.com (Certificações Save a Life da NHCPS). Salvar vidas significa dar aos outros a oportunidade de fazer a diferença no mundo. Nossa meta é capacitar 10 milhões de pessoas a salvar vidas até 2025. Com a ajuda de apoiadores comprometidos como você, a Fundação Disque poderá crescer e expandir nossa causa globalmente. Ajude-nos fazendo uma doação dedutível de impostos para a Fundação Disque. Qualquer valor doado contribuirá para nossa missão e sua generosa contribuição será direcionada diretamente para fortalecer nossos esforços em capacitar outras pessoas a salvar vidas. A ideia por trás do "Salve uma Vida" Para obter mais informações, entre em contato conosco pelo endereço info@disquefoundation.org. Saiba mais em DisqueFoundation.org por meio de tecnologia avançada. A Fundação Disque foi criada com o único propósito de capacitar outras pessoas a salvar vidas! Fazemos isso fornecendo educação avançada em saúde para populações carentes nos EUA e no mundo por meio da tecnologia. As doações podem ser feitas em DisqueFoundation.org ou enviando um cheque para: Departamento de Doações da Fundação Disque A iniciativa é simples: pegar o mesmo treinamento avançado de primeiros socorros que desenvolvemos para profissionais de saúde e oferecê-lo a pessoas carentes, tanto no país quanto no exterior. Trabalhamos em conjunto.com a SaveaLife.com para cumprir sua missão de promover a educação em saúde para pessoas carentes. Quando colocamos o conhecimento, as habilidades e a capacidade de realizar RCP e outras técnicas comprovadas nas mãos das pessoas em todo o mundo, o poder de salvar vidas se torna possível. 66 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google Apresentado por: 67 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Googlede PALS contam com a estrutura necessária para prestar o melhor atendimento possível nas circunstâncias. CAPÍTULO 1 PARA OS AMIGOS INTRODUÇÃO 5 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Presume-se que qualquer profissional que tente realizar o Suporte Avançado de Vida Pediátrico (SAVP) tenha desenvolvido e mantido competência não apenas nos materiais apresentados neste manual, mas também em certas habilidades físicas, incluindo intervenções de Suporte Básico de Vida (SBV). Como o SAVP é realizado em crianças e bebês, os profissionais que o realizam devem ser proficientes em SBV para essas faixas etárias. Embora revisemos os conceitos básicos de RCP pediátrica, os profissionais são incentivados a manter suas habilidades físicas em prática e a buscar treinamento adicional, se necessário. Machine Translated by Google MEMBRO DA EQUIPE assumindo um papel específico durante a reanimação. Isso consiste em um líder de equipe e vários membros da equipe (Tabela 1). As diretrizes da ILCOR para PALS destacam a importância de uma dinâmica de equipe eficaz durante a ressuscitação. Na comunidade (fora de um ambiente hospitalar), o primeiro socorrista a chegar ao local pode realizar a RCP sozinho; no entanto, uma parada cardiorrespiratória pediátrica em um hospital pode levar dezenas de pessoas ao quarto do paciente. É fundamental organizar os membros da equipe de forma rápida e eficiente para que participem efetivamente do PALS. A ILCOR apoia uma estrutura de equipe com cada prestador de serviços. LÍDER DA EQUIPE 2 CAPÍTULO RESSUSCITAÇÃO O EQUIPE 6 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Tabela 1 • Comprometido com a equipe • Ter vontade, capacidade e habilidade para desempenhar a função • Capaz de executar todas as habilidades • Organiza o grupo • Monitora o desempenho • Compreender o seu papel • Compreender o PALS • Orienta os membros da equipe • Fornece feedback sobre o desempenho do grupo após as tentativas de reanimação. sucesso sequência É essencial. Comunicação clara entre líderes de equipe e membros da equipe Machine Translated by Google Comunicação Figura 1 Circuito fechado 7 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico É importante conhecer suas próprias limitações clínicas. A ressuscitação é o momento de implementá-las. Habilidades adquiridas, não a prática de novas. Deixe claro quando precisar de ajuda e solicite auxílio logo no início do atendimento à pessoa. A reanimação exige respeito mútuo, compartilhamento de conhecimento e críticas construtivas. Após cada caso de reanimação, os profissionais devem dedicar um tempo para revisar o processo e fornecer feedback útil e construtivo uns aos outros. Garantir uma atitude de respeito e apoio é crucial e auxilia no processamento do estresse inevitável que acompanha a reanimação pediátrica (Figura 1). 2 A RESSUSCITAÇÃOEQUIPE COM VOZ E O LÍDER DA EQUIPE ESCUTAATRIBUIÇÃO CLARA O LÍDER DA EQUIPE CONTRIBUI PARA MEMBRO DA EQUIPE PARA CONFIRMAÇÃO MEMBRO DA EQUIPE RESPONDE VERBALMENTE CONTATO VISUAL MEMBRO DA EQUIPE RELATÓRIOS QUANDO TAREFA ESTÁ COMPLETO E RELATÓRIO DO RESULTADO Machine Translated by Google Este manual aborda PALS e Este texto descreve brevemente o Suporte Básico de Vida (SBV). Presume-se que todos os profissionais de Suporte Avançado de Vida Pediátrico (SAVP) sejam capazes de executar o SBV adequadamente. É essencial que os profissionais de SAVP sejam proficientes em SBV em primeiro lugar. O SBV de alta qualidade é a base do SAVP. APOIAR VIDA BÁSICA CAPÍTULO 3 Realize compressões no bebê usando dois dedos (se estiver sozinho) ou dois polegares com as mãos envolvendo o tórax do bebê (com dois socorristas). De acordo com as diretrizes de RCP de 2020, para crianças de todas as idades, a proporção de compressões para ventilações deve ser de 30:2 para um socorrista e de 15:2 para dois socorristas. O Suporte Básico de Vida (SBV) utiliza RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) e desfibrilação cardíaca quando um Desfibrilador Externo Automático (DEA) está disponível. O SBV é o método de suporte de vida utilizado quando há acesso limitado a intervenções avançadas, como medicamentos e dispositivos de monitoramento. Em geral, o SBV é realizado até a chegada do serviço de emergência médica (SAMU) para fornecer um nível de atendimento mais elevado. Em qualquer situação, a RCP de alta qualidade é a base tanto do SBV quanto das intervenções de Suporte Avançado de Vida Pediátrico (SAVP). Uma RCP de alta qualidade oferece à criança ou ao bebê a maior chance de sobrevivência, fornecendo circulação sanguínea ao coração, cérebro e outros órgãos até o retorno da circulação espontânea (RCE). Diferenças no Suporte Básico de Vida (SBV) para bebês e no SBV para crianças. Verifique o pulso do bebê utilizando a artéria braquial, localizada na parte interna do braço, entre o cotovelo e o ombro. Realize compressões torácicas na criança utilizando uma ou duas mãos, dependendo do tamanho da criança. Verifique o pulso da criança usando a artéria carótida na lateral do pescoço ou o pulso femoral na parte interna da coxa, na dobra entre a perna e a virilha. A profundidade da compressão deve ser um terço da profundidade do tórax; para a maioria das crianças, isso corresponde a 5 cm (2 polegadas). Se você for a única pessoa no local e encontrar um bebê ou criança inconsciente, realize RCP (ressuscitação cardiopulmonar) por dois minutos antes de ligar para o serviço de emergência médica ou procurar um DEA (desfibrilador externo automático). Se você presenciar uma parada cardíaca em um bebê ou criança, ligue para o serviço de emergência médica e pegue um DEA (desfibrilador externo automático) antes de iniciar a RCP (ressuscitação cardiopulmonar). A profundidade da compressão deve ser um terço da profundidade do tórax; para a maioria dos bebês, isso corresponde a cerca de 4 cm (1,5 polegadas). CRIANÇAS (1 a 8 anos)BEBÊS (0 a 12 meses) Tabela 2 8 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google 9 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Suporte Básico de Vida (SBV) com um único socorrista para crianças. APOIAR Suporte Básico de Vida (SBV) com Dois Socorristas para Crianças 3 PRINCÍPIOS BÁSICOS DE VIDA BLS PARA CRIANÇAS (1 ANO ATÉ A PUBERDADE) seguido de duas respirações. Se você sentir o pulso, mas a frequência cardíaca for inferior a 60 batimentos por minuto, deve iniciar a RCP. Essa frequência é muito lenta para uma criança. 5. Quando o segundo socorrista retornar, inicie a RCP realizando 15 compressões com um socorrista e duas respirações com o segundo socorrista. Se você estiver sozinho com uma criança, faça o seguinte: 3. Avalie se a criança está respirando enquanto verifica o pulso carotídeo (na lateral do pescoço) ou o pulso femoral (na parte interna da coxa, na dobra entre a perna e a virilha) por no máximo 10 segundos. 4. Se você não conseguir sentir o pulso (ou se não tivercerteza), inicie a RCP fazendo 30 compressões. 5. Após realizar RCP por cerca de dois minutos (geralmente cerca de cinco ciclos de 30 compressões e duas respirações) e se o socorro não chegar, ligue para o serviço de emergência médica (SAMU) enquanto permanece com a criança. A ILCOR enfatiza que os celulares estão disponíveis em todos os lugares hoje em dia e a maioria possui viva-voz. Consiga um DEA (Desfibrilador Externo Automático) se souber onde encontrar um. 6. Utilize e siga as instruções do DEA (Desfibrilador Externo Automático) quando disponíveis, enquanto continua a RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) até a chegada do SAMU (Serviço de Emergência Médica) ou até que... O quadro da criança se normaliza. 3. Avalie se a criança está respirando enquanto verifica o pulso carotídeo (na lateral do pescoço) ou o pulso femoral (na parte interna da coxa, na dobra entre a perna e a virilha) por no máximo 10 segundos. 1. Toque no ombro da criança e fale em voz alta para verificar se ela responde. 2. Se a criança não responder e não estiver respirando (ou estiver apenas ofegante), peça ao segundo socorrista para ligar para o 192 (ou 911, dependendo do país) e solicitar um DEA (desfibrilador externo automático). 4. Se você não conseguir sentir o pulso (ou se não tiver certeza), inicie a RCP fazendo 15 compressões. 6. Utilize e siga as instruções do DEA (Desfibrilador Externo Automático) quando disponíveis, enquanto continua a RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) até a chegada do SAMU (Serviço de Emergência Médica) ou até que... 2. Se a criança não responder e não estiver respirando (ou estiver apenas ofegante), grite por socorro. 1. Toque no ombro da criança e fale em voz alta para verificar se ela responde. O suporte básico de vida (SBV) para crianças e bebês é praticamente idêntico. Por exemplo, se dois socorristas estiverem disponíveis para realizar a RCP, a proporção de compressões para respirações é de 15:2 tanto para crianças quanto para bebês. seguido de duas respirações. Se você sentir o pulso, mas a frequência for inferior a 60 batimentos por minuto, inicie a RCP. Essa frequência é muito lenta para uma criança. Se alguém responder, peça à segunda pessoa para ligar para o 911 e buscar um DEA (Desfibrilador Externo Automático). O quadro da criança se normaliza. Se você não estiver sozinho(a) com uma criança, faça o seguinte: Machine Translated by Google Suporte Básico de Vida (SBV) para Bebês com um Socorrista Problemas respiratórios. As taxas de sobrevivência melhoram quando se intervém em problemas respiratórios o mais cedo possível. Lembre- se de que a prevenção é o primeiro passo na Cadeia de Sobrevivência Pediátrica. • Durante a RCP, as compressões podem ser realizadas em um Na parte interna do braço, entre o cotovelo e o ombro do bebê. 5. Após realizar RCP por cerca de dois minutos (geralmente cerca de cinco ciclos de 30 compressões e duas respirações), se o socorro não chegar, ligue para o serviço de emergência médica (SAMU) enquanto permanece com o bebê. A ILCOR enfatiza que os celulares estão disponíveis em todos os lugares hoje em dia e a maioria possui viva-voz. Consiga um DEA (Desfibrilador Externo Automático) se souber onde encontrar um. • Verifique o pulso do bebê utilizando a artéria braquial. bebê usando dois dedos (com um socorrista) ou com as duas mãos envolvendo o peito com os polegares (se houver dois socorristas e as mãos dos socorristas forem grandes o suficiente para envolver o peito do bebê) (Figura 2). Essa frequência é muito lenta para um bebê. Para realizar a RCP em um bebê, faça o seguinte (Figura 3b): a. Certifique-se de que o bebê esteja deitado de barriga para cima em uma superfície dura. b. Usando dois dedos, faça compressões no centro do tórax do bebê; não pressione a extremidade do esterno, pois isso pode causar lesões ao bebê. c. A profundidade da compressão deve ser de cerca de 4 cm (1,5 polegadas) e Para a maioria dos bebês, isso corresponde a cerca de 4 cm (1,5 polegadas). O quadro clínico do bebê se normaliza. Determinar se eles são receptivos. 6. Utilize e siga as instruções do DEA (Desfibrilador Externo Automático) quando disponíveis, enquanto continua a RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) até a chegada do SAMU (Serviço de Emergência Médica) ou até que... 3. Avalie se eles estão respirando enquanto verifica o pulso femoral ou braquial do bebê por no máximo 10 segundos (Figura 3a). uma taxa de 100 a 120 por minuto. Faça 30 compressões seguidas de duas respirações. Se você sentir o pulso, mas a frequência for inferior a 60 batimentos por minuto, inicie a RCP. O Suporte Básico de Vida (SBV) para crianças e bebês é praticamente idêntico. As principais diferenças entre o SBV para crianças e o SBV para bebês são (Tabela 2): • A profundidade da compressão deve ser um terço da profundidade do tórax; para Se você estiver sozinha com um bebê, faça o seguinte: 2. Se o bebê não responder e não estiver respirando (ou se estiver apenas ofegante), peça ajuda em voz alta. Se alguém responder, peça para a segunda pessoa ligar para o serviço de emergência médica e buscar um DEA (Desfibrilador Externo Automático). 4. Se você não conseguir sentir o pulso (ou se não tiver certeza), inicie a RCP seguindo os passos abaixo. 1. Bata na sola do pé deles e fale alto com o bebê. • Em bebês, eventos cardíacos primários não são comuns. Geralmente, a parada cardíaca será precedida por Suporte Básico de Vida (SBV) para bebês (0 a 12 meses) B Figura 2 UM 10 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Figura 3 Machine Translated by Google 5. Quando o segundo socorrista retornar, inicie a RCP realizando 15 compressões com um socorrista e duas respirações com o segundo socorrista. Se o segundo socorrista conseguir envolver o tórax do bebê com as mãos, realize a RCP utilizando a técnica de compressões com os polegares. Não pressione a parte inferior do esterno, pois isso pode causar lesões ao bebê. 3. Avalie se eles estão respirando enquanto simultaneamente verifica o pulso braquial do bebê por 5 minutos. Se você não estiver sozinho com o bebê, faça o seguinte: 1. Bata levemente na sola do pé do bebê e fale em voz alta para verificar se ele responde. 2. Se o bebê não responder e não estiver respirando (ou estiver apenas ofegante), peça ao segundo socorrista para ligar para o 192 (ou 911, dependendo do país) e pegar um DEA (desfibrilador externo automático). seguida de duas respirações. Se você sentir o pulso, mas a frequência for inferior a 60 batimentos por minuto, inicie a RCP. Essa frequência é muito lenta para um bebê. 4. Se você não conseguir sentir o pulso (ou se não tiver certeza), inicie a RCP fazendo 15 compressões. mas não mais do que 10 segundos. minuto. 7. Utilize e siga as instruções do DEA (Desfibrilador Externo Automático) quando disponíveis, enquanto continua a RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar)até a chegada do SAMU (Serviço de Emergência Médica) ou até que... O quadro clínico do bebê se normaliza. 6. As compressões devem ter aproximadamente 4 cm (1,5 polegadas) de profundidade e uma frequência de 100 a 120 por compressão. 3 PRINCÍPIOS BÁSICOS DE VIDAAPOIAR Suporte Básico de Vida (SBV) com Dois Socorristas para Bebês 11 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google SEM PULSO DEFINITIVO PULSO NÃOSIM Figura 4 • Permitir o retorno do tórax entre as compressões • Taxa de 100 a 120 compressões por minuto • Profundidade de compressão de um terço do diâmetro do tórax • NÃO ventile em excesso 12 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico • Minimizar as interrupções das compressões torácicas • Verifique o pulso a cada dois minutos • Administre uma respiração a cada três segundos Algoritmo de Suporte Básico de Vida Pediátrico • Adicione compressões se o pulso permanecer abaixo de 60 por minuto com perfusão inadequada, apesar da oxigenação e ventilação adequadas. • Retome a RCP imediatamente por dois minutos. • Avalie o ritmo a cada dois minutos • Continue até mais até que chegue ajuda especializada ou até que a criança mostre sinais de retorno da circulação sanguínea. OBTENHA UM DEA/DEFBRILADOR SISTEMA DE RESPOSTA SEM Critérios para uma RCP de alta qualidade: NÃO RESPONDE ATIVAR EMERGÊNCIAATIVAR EMERGÊNCIA RESPIRAÇÕES NORMAIS DEA/DEFBRILADOR CHEGA OBTENHA UM DEA/DEFBRILADOR SISTEMA DE RESPOSTA, DENTRO DE 10 PULSO Avaliar pulso: DEFINITIVO SEGUNDOS Administre um choque e Retome imediatamente a RCP por dois minutos. Inicie ciclos de 30 (15 se houver dois socorristas) compressões e duas respirações. RITMO AVALIAR PARA CHOQUEÁVEL Machine Translated by Google 13 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico RESPOSTAS AUTOAVALIAÇÃO PARA SUPORTE BÁSICO Como determinar a falta de resposta? a. Aplicar o DEA (Desfibrilador Externo Automático). b. Pedir a um transeunte que ligue para o 192 (ou 911, dependendo do país). c. Procurar um dos pais. d. Realizar respiração boca a boca. Para crianças e bebês, a proporção é de 15:2 para dois socorristas e de 30:2 para um socorrista. 3. Qual é a proporção de compressões torácicas para respirações na ressuscitação cardiopulmonar (RCP) com dois socorristas em crianças e bebês? a. Punho - lado do polegar b. Cotovelo - parte interna, próximo ao antebraço c. Parte superior do braço - parte interna d. Pescoço - em ambos os lados da traqueia 4. A comunicação eficaz é fundamental em todas as tentativas de reanimação. Quais das seguintes opções são 1. B A ativação precoce é fundamental. Peça a todos os presentes que liguem para o serviço de emergência (192 no Brasil). Muitas paradas cardíacas pediátricas são resultado de problemas respiratórios, e a intervenção imediata pode salvar vidas. d. 15:5 d. Todas as opções acima 4. D O pulso braquial localiza-se na parte superior do braço. Componentes da comunicação eficaz em equipe? a. Compartilhamento de conhecimento b. Comunicação clara c. Respeito mútuo b. 15:2 3. B 1. Você presta socorro a uma criança ou bebê encontrado caído. Qual é a próxima ação após... 2. Qual das seguintes opções descreve a localização do pulso braquial? a. 30:2 Outros componentes incluem mensagens claras, conhecimento das próprias limitações, intervenção construtiva, reavaliação e síntese. 2. C c. 30:5 Machine Translated by Google Figura 5 14 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico ANATOMIA E FISIOLOGIA NORMAIS DO CORAÇÃO CAPÍTULO 4 AVANÇADO PEDIÁTRICO SUPORTE DE VIDA O sangue sai do coração através de um grande vaso conhecido como aorta. Válvulas entre cada par de câmaras cardíacas impedem o refluxo do sangue. Os dois átrios se contraem simultaneamente, assim como os ventrículos, fazendo com que as contrações do coração ocorram de cima para baixo. Cada batimento começa no átrio direito (AD). O ventrículo esquerdo (VE) é a maior e mais espessa das quatro câmaras, sendo responsável por bombear o sangue recém-oxigenado para o resto do corpo. O nó sinoatrial (SA) no AD gera a atividade elétrica que atua como o marca-passo natural do coração. Esse impulso elétrico viaja então para o nó atrioventricular (AV), que fica entre os átrios e os ventrículos. Após uma breve pausa, o impulso elétrico segue para o sistema His-Purkinje, que funciona como uma fiação para conduzir o sinal elétrico para o VE e o ventrículo direito (VD). Esse sinal elétrico faz com que o músculo cardíaco se contraia e bombeie o sangue. Compreender a anatomia e a fisiologia cardíacas normais é um componente importante para a realização do Suporte Avançado de Vida Pediátrico (SAVP). O coração é um músculo oco composto por quatro câmaras, envolvidas por paredes espessas de tecido (septo). Os átrios são as duas câmaras superiores e os ventrículos são as duas câmaras inferiores. Os hemisférios esquerdo e direito do coração trabalham em conjunto para bombear o sangue por todo o corpo. O átrio direito (AD) e o ventrículo direito (VD) bombeiam o sangue desoxigenado para os pulmões, onde ele é oxigenado. Esse sangue rico em oxigênio retorna ao átrio esquerdo (AE) e, em seguida, entra no ventrículo esquerdo (VE). O VE é a principal bomba que leva o sangue recém-oxigenado para o resto do corpo. Ao entendermos o funcionamento elétrico normal do coração, torna-se mais fácil compreender as suas funções anormais. Quando o sangue entra nos átrios do coração, um impulso elétrico emitido pelo nó sinoatrial (SA) propaga-se pelos átrios, resultando na contração atrial. Machine Translated by Google NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO SUPORTE DE VIDA4 PEDIATRIA AVANÇADA Embora existam várias causas para uma criança ou um bebê ficar inconsciente, os principais problemas a serem abordados incluem manter o sangue circulando pelos vasos sanguíneos (perfusão) e fornecer oxigênio aos pulmões (oxigenação). Quando a criança ou o bebê apresenta perfusão e oxigenação inadequadas, a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) manual assume o controle do coração e dos pulmões. Se a perfusão e a oxigenação ainda estiverem adequadas, mas a criança estiver inconsciente, o diagnóstico e o tratamento rápidos podem ser possíveis sem a necessidade de RCP. Ao encontrar uma criança ou um bebê inconsciente, muitas vezes não é possível deduzir imediatamente a causa. É importante agir com rapidez e decisão, aplicando intervenções adequadas às necessidades do indivíduo naquele momento. Para isso, o PALS foi desenvolvido para que os profissionais de saúde adotem uma abordagem abrangente. Essa contração atrial é registrada em um eletrocardiograma (ECG) como a onda P. Esse impulso então viaja até o nó AV, que por sua vez conduz o impulso elétrico através do feixe de His, ramos do feixe e fibras de Purkinje dos ventrículos, causando a contração ventricular. O intervalo de tempo entre o início da contração atrial e o início da contração ventricular é registradoem um ECG como o intervalo PR. A contração ventricular é registrada no ECG como o complexo QRS. Após a contração ventricular, os ventrículos repousam e repolarizam, o que é registrado no traçado do ECG como a onda T. Os átrios também repolarizam, mas isso coincide com o complexo QRS e, portanto, não pode ser observado no traçado do ECG. A presença conjunta de uma onda P, um complexo QRS e uma onda T em intervalos adequados indica ritmo sinusal normal (RSN) (Figura 5). Anormalidades no sistema de condução podem causar atrasos na transmissão do impulso elétrico e são detectadas no ECG. Esses desvios da condução normal podem resultar em arritmias como bloqueios cardíacos, pausas, taquicardias e bradicardias, bloqueios e batimentos perdidos. Essas arritmias serão abordadas com mais detalhes adiante neste manual. É importante diferenciar a respiração normal da respiração agônica (ou respiração ofegante). A respiração agônica é considerada uma respiração ineficaz. A avaliação deve ser realizada rapidamente. Existe um baixo limiar para administrar ventilação e/ou compressões torácicas se houver evidências de que a criança ou o bebê não consegue realizar nenhuma dessas ações de forma eficaz por conta própria. Da mesma forma, nem todos os pulsos são adequados. A regra geral é que pelo menos 60 batimentos por minuto são necessários para manter a perfusão adequada em uma criança ou um bebê. Se o problema for de natureza respiratória (respiração ineficaz com pulsos adequados), então o início da respiração boca a boca é justificado. Se a respiração for ineficaz e os pulsos estiverem inadequados, inicie imediatamente a RCP de alta qualidade. É importante entender que qualquer caso pode mudar a qualquer momento, portanto, você deve reavaliar periodicamente e ajustar a abordagem do tratamento de acordo. Use a RCP para auxiliar a respiração e a circulação até que a causa seja identificada e tratada de forma eficaz. 15 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Figura 6 E TRATAR A CRIANÇA/ BEBÊ ESTÁ RESPIRANDO ADEQUADAMENTE? A CRIANÇA/ BEBÊ ESTÁ RESPONDENDO? DIAGNOSTICAR Existe pulso adequado? RESGATAR RESPIRANDO RCP COMEÇAR UMA ABORDAGEM SISTEMÁTICA Machine Translated by Google INABILIDADEVIA AÉREA CIRCULAÇÃO EXPOSIÇÃO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO INICIAL • Elevação da mandíbula/ Propulsão do queixo • Isso significa aberto e desobstruído Se a criança ou o bebê não estiver respirando adequadamente, trata- se de uma situação de risco de vida que deve ser considerada como parada respiratória. • Cricotireotomia, se necessário • Intubação endotraqueal • Os sinais de aumento do esforço respiratório incluem batimento de asa do nariz, respiração rápida, retração torácica, respiração abdominal, estridor, grunhido, sibilos e crepitações. Avalie as vias aéreas e determine uma das três possibilidades (Tabela 3). A ILCOR recomenda seguir o método ABCDE ao fazer uma avaliação inicial (Figura 7). Se você já chegou à fase inicial de diagnóstico e tratamento, a criança ou o bebê não corre risco imediato de morte. Embora isso signifique que você provavelmente tem um curto período para descobrir a causa do problema e intervir com o tratamento adequado, não significa que um evento com risco de vida seja impossível. Esteja sempre atento a qualquer indicação para iniciar uma ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade e procure por eventos que ameacem a vida, como dificuldade respiratória, alteração do nível de consciência ou cianose. Uma vez que as vias aéreas estejam estabelecidas e mantidas, passe para a respiração. • Em caso afirmativo, prossiga para a seção de Respiração. • Intubação endotraqueal • Via aérea nasofaríngea ou orofaríngea • Cricotireotomia, se necessário • A taquipneia apresenta um amplo diagnóstico diferencial. No entanto, a respiração anormal, embora marginalmente eficaz, pode ser avaliada e controlada (Tabela 4). • A bradicardia pode ser um sinal de parada respiratória iminente. É uma via aérea avançada. Abrir manualmente? É possível manter as vias aéreas desobstruídas? Figura 7 As vias aéreas estão desobstruídas? É uma via aérea avançada. obrigatório? Tabela 3 Há aumento do esforço respiratório? obrigatório? Tabela 4 16 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico A respiração está muito rápida ou muito lenta? VIA AÉREA RESPIRANDO RESPIRANDO Machine Translated by Google (DORMINDO) NORMAL PRESSÃO (SISTÓLICO) (ACORDADO) SANGUE NORMAL IDADE FREQUÊNCIA CARDÍACA (SISTÓLICO) SANGUE PRESSÃO NORMAL SANGUE HIPOTENSÃO PRESSÃO FREQUÊNCIA CARDÍACA NORMAL (DIASTÓLICO) CIRCULAÇÃO SUPORTE DE VIDA4 PEDIATRIA AVANÇADA A frequência cardíaca e a pressão arterial normais em crianças são bastante diferentes das de adultos e mudam com a idade. Da mesma forma, a frequência cardíaca é mais lenta quando crianças e bebês estão dormindo. A maioria dos centros terá faixas aceitáveis que utilizam para frequências cardíacas normais e anormais para uma determinada idade. Embora você deva seguir as diretrizes locais, as faixas aproximadas estão listadas na Tabela 5. A avaliação da circulação em pediatria envolve mais do que verificar o pulso e a pressão arterial. A cor e a temperatura da pele e das mucosas podem ajudar a avaliar a eficácia da circulação sanguínea. Pele pálida ou azulada indica perfusão tecidual deficiente. O tempo de enchimento capilar também é uma avaliação útil em pediatria. A pele adequadamente perfundida se encherá rapidamente de sangue após ser comprimida (por exemplo, dobrando a ponta do dedo na base da unha). Tecidos com perfusão inadequada levarão mais de dois segundos para responder. Pele anormalmente fria também pode sugerir má circulação. 30-4580-160 Um ano 85-190 Tabela 5 Dois anos Criança (de 2 a 10 anos) Seis meses Adolescente (acima de 10 anos) > Próximo: Exposição NÃO RESPONDE INABILIDADE Só pode ser excitado induzindo dor. As avaliações neurológicas incluem a escala de resposta AVPU (alerta, voz, dor, não responsivo) e a Escala de Coma de Glasgow (ECG). Uma ECG especialmente modificada é usada para crianças e bebês, levando em consideração as diferenças de desenvolvimento (Tabelas 6 e 7). Pode ser sonolento, mas ainda assim interativo. Em PALS (Suporte Avançado de Vida Pediátrico), incapacidade refere-se à realização de uma avaliação neurológica rápida. É possível obter muitas informações determinando o nível de consciência em uma escala de quatro níveis. A resposta pupilar à luztambém é uma maneira rápida e útil de avaliar a função neurológica. Não consigo obter resposta do paciente. Só pode ser excitado falando ou gritando. PONTUAÇÃOBEBÊSÁREA AVALIADA CRIANÇAS 4 Revelador Responde à dor com flexão. Abre-se espontaneamente Retira-se para tocar resposta 2 5 Motor 2 Abre apenas em resposta à dor. Sem resposta Retira-se em resposta à dor. 3 3 Gemidos em resposta à dor Palavras inapropriadas Responde à dor com postura de decorticação (flexão anormal). Localiza o estímulo doloroso Gritos irritados 1 Gritos em resposta à dor 2 Move-se espontaneamente e com propósito. 1 5 1 Confuso Retira-se em resposta à dor. 4 Obedece às ordens. Abre em resposta a estímulos verbais. Sem resposta resposta Abre-se espontaneamente 4 Sem resposta Responde à dor com extensão. Palavras incompreensíveis ou sons não específicos Sem resposta Sem resposta Sem resposta 6 Abre apenas em resposta à dor. Verbal Arrulhos e balbucios Responde à dor com postura de descerebração (extensão anormal). Abre em resposta a estímulos verbais. Orientado, apropriado 3 Escala de Coma de Glasgow para Crianças e Bebês Machine Translated by Google Tabela 8 19 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico EXPOSIÇÃO SUPORTE DE VIDA4 PEDIATRIA AVANÇADA • Cirurgias • Quais medicamentos a criança está tomando? A avaliação da exposição é classicamente mais importante ao se prestar atendimento a uma criança ou bebê que possa ter sofrido um trauma; no entanto, ela tem seu lugar em todas as avaliações de Suporte Avançado de Vida Pediátrico (SAVP). A avaliação da exposição lembra o profissional de saúde de procurar sinais de trauma, queimaduras, fraturas e qualquer outro sinal óbvio que possa fornecer uma pista sobre a causa do problema atual. A temperatura e a cor da pele podem fornecer informações sobre o sistema cardiovascular da criança ou do bebê, a perfusão tecidual e o mecanismo da lesão. Se houver tempo disponível, o profissional de SAVP pode procurar sinais mais sutis, como petéquias ou hematomas. A avaliação da exposição também lembra o profissional de saúde de que crianças e bebês perdem a temperatura corporal central mais rapidamente do que os adultos. Portanto, embora seja importante avaliar todo o corpo, certifique-se de cobrir e aquecer o indivíduo após a avaliação diagnóstica. • Hospitalizações Siga o acrônimo SPAM: Sinais e sintomas, Histórico médico, Alergias e Medicamentos (Tabela 8). • Quaisquer alergias a medicamentos ou fatores ambientais • Examine o paciente da cabeça aos pés para • A criança pode ter ingerido algum medicamento ou substância inadequada? - Agitação, ansiedade, depressão - Febre - Apetite - Diarreia (com sangue) (Com ou sem receita médica)? a seguir: Após seguir o método ABCDE e descobrir uma causa tratável, e caso a criança ou o bebê não tenha apresentado piora clínica (com risco de vida), prossiga para uma avaliação mais completa. Isso inclui uma anamnese e um exame físico direcionados, envolvendo o indivíduo, a família e quaisquer testemunhas relevantes. Em relação à anamnese, você poderia... • Avaliar eventos recentes relacionados ao problema atual • Qualquer exposição a alérgenos ou toxinas -Doença prévia, atividade perigosa O exame físico direcionado será guiado pelas respostas à anamnese direcionada. Por exemplo, uma queixa de dificuldade respiratória motivará um exame minucioso das vias aéreas e dos pulmões. Também poderá motivar a realização de uma radiografia de tórax portátil em ambiente hospitalar. O ponto principal é que o ideal é realizar uma avaliação completa da cabeça aos pés. Utilize recursos diagnósticos sempre que possível para complementar o exame físico. - Consciência, delírio - Respirando - Náuseas/ vômitos • Histórico de parto complicado P: HISTÓRICO MÉDICO ANTERIOR S: SINAIS E SINTOMAS A: ALERGIAS M: MEDICAMENTOS DIAGNÓSTICO SECUNDÁRIO E TRATAMENTO Machine Translated by Google 20 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico QUESTÕES QUE AMEACEM A VIDA Se, em algum momento, você determinar que a criança ou o bebê está em uma emergência com risco de vida, inicie imediatamente o suporte respiratório e cardiovascular. Isso geralmente significa realizar RCP de alta qualidade. Embora seja importante reconhecer e responder à causa específica do problema, o tempo necessário para identificá-la não deve interferir na perfusão e oxigenação da criança ou do bebê. Enquanto mantém a respiração e a circulação, determine se a criança está apresentando principalmente insuficiência respiratória/parada respiratória, bradicardia, taquicardia, choque ou parada cardíaca. Os protocolos PALS específicos para cada uma dessas situações clínicas são fornecidos ao longo deste manual. Machine Translated by Google 21 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico 1. Qual é um mnemônico simples para auxiliar na avaliação do estado mental? SPAM significa Sinais e sintomas, Histórico médico, Alergias e Medicamentos. SPAM refere-se ao componente de histórico do exame secundário mais abrangente (Diagnóstico e Tratamento Secundários). A que se refere a sigla? a. Pesquisa primária (Diagnóstico e Tratamento iniciais) c. ABCDE 3. Verdadeiro ou falso: O componente verbal da Escala de Coma de Glasgow (ECG) utiliza exatamente o mesmo 1. A d. Medicamentos a considerar 2. C O GSC é adaptado para crianças e bebês. As habilidades verbais de um bebê são muito diferentes das de uma criança ou de um adulto. d. NRP b. AMOSTRA 3. Falso a. AVPU 2. Você está reanimando uma criança e seu parceiro sugere seguir a regra SPAM. O que é isso? Respostas para bebês e adultos. AVPU (alerta, voz, dor, não responsivo) é uma ferramenta de avaliação simples para verificar se a perfusão cerebral é adequada. b. Técnica de RCP c. Avaliação secundária (Diagnóstico e Tratamento Secundários) AUTOAVALIAÇÃO PARA PALS RESPOSTAS Machine Translated by Google Tentativa sem treinamento. nãoO acesso intraósseo deve ser ACESSO INTRAÓSSEO FERRAMENTAS RESSUSCITAÇÃO 5 CAPÍTULO Um dispositivo médico é um instrumento usado para diagnosticar, tratar ou facilitar o cuidado. Os recursos farmacológicos são os medicamentos usados para tratar os problemas comuns enfrentados durante uma emergência pediátrica. É fundamental que se tenha um conhecimento profundo para prestar o melhor atendimento possível a uma criança ou bebê que necessite de assistência. Compreender que existem ferramentas de reanimação disponíveis é um componente essencial do PALS (Suporte Avançado de Vida Pediátrico). Esses recursos são divididos em duas subcategorias: dispositivos médicos e ferramentas farmacológicas. A relativa fragilidade óssea em crianças pequenas torna o acesso intraósseo um meio rápido e útil para administrar fluidos e medicamentos em situações de emergência, quando o acesso intravenoso não pode ser realizado de forma rápida ou eficiente. Felizmente, qualquer medicamento que possa ser administrado por via intravenosa pode ser administrado na medula óssea semnecessidade de ajuste de dose. As contraindicações incluem fratura óssea, histórico de malformação óssea e infecção no local da inserção. DISPOSITIVOS MÉDICOS prenda a agulha Coloque o paciente em decúbito dorsal. Apoie o joelho com uma toalha enrolada. OU uma agulha de calibre grosso (pelo menos calibre 18). Utilize precauções universais Insira a agulha com firmeza, mas delicadamente. Mantenha a bolsa de soro sob pressão. tuberosidade abaixo da articulação do joelho Utilize uma agulha intraóssea específica. Prepare a pele com betadina ou clorexidina. Encontre a tíbia Estabilizar e A resistência diminuirá repentinamente quando estiver na medula óssea. Infundir rapidamente 5 mL de fluidoNão aspire. Estabilize a perna com uma ligeira rotação externa. 22 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Figura 8 Machine Translated by Google VEDAÇÃO HERMÉTICA APROPRIADO POSIÇÃO VENTILAR VENTILAÇÃO COM MÁSCARA E BOLSA FERRAMENTAS5. RESSUSCITAÇÃO Os dois tipos mais comuns de máscara de ventilação manual são a autoinflável e a inflável por fluxo. Embora a máscara autoinflável deva ser a primeira escolha em reanimações, ela não deve ser usada em crianças ou bebês que respiram espontaneamente. As máscaras de ventilação manual por fluxo, por outro lado, exigem mais treinamento e experiência para serem operadas corretamente, pois o profissional deve controlar simultaneamente o fluxo de gás, a vedação adequada da máscara, a posição do pescoço do paciente e o volume corrente adequado. O tamanho mínimo da máscara deve ser de 450 mL para bebês e crianças pequenas. Crianças maiores podem necessitar de uma máscara com volume de 1000 mL. A ventilação adequada é de extrema importância, pois a ventilação insuficiente leva à acidose respiratória. Quando realizada corretamente, a ventilação com máscara e ambu é uma intervenção importante na síndrome de hiperventilação pós-anestésica (SHP). O uso adequado requer um ajuste correto: a boca e o nariz da criança ou do bebê devem ser cobertos firmemente, mas não os olhos. Quando possível, utilize uma máscara transparente, pois ela permitirá visualizar a cor dos lábios e a presença de condensação na máscara, indicando a expiração. • Aperte a bolsa por mais de um segundo até que o peito se expanda.As letras E e C são formadas pelos dedos e pelo polegar sobre a máscara. • Na ausência de • Use a “braçadeira EC”, que são as letrasEm caso de lesão no pescoço, incline a testa para trás e levante o queixo (Figura 9a). • Não ventile em excesso(Figura 9b) (Figura 9c) Figura 9 CUM B 23 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google As tentativas de aspiração não devem exceder 10 segundos. Para evitar hipoxemia, após as tentativas de aspiração, administre oxigênio a 100% por um curto período. Se as tentativas de abrir as vias aéreas falharem em proporcionar e manter uma via aérea desobstruída, utilize a cânula orofaríngea (OPA) em pessoas inconscientes. A cânula orofaríngea não deve ser usada em pessoas conscientes ou semiconscientes, pois pode estimular ânsia de vômito. A avaliação fundamental é verificar se a pessoa possui reflexos de tosse e ânsia de vômito intactos. Caso positivo, não utilize a cânula orofaríngea. A ventilação é inadequada ou ineficaz, ou quando uma via aérea definitiva é necessária. A intubação endotraqueal requer treinamento especializado e uma descrição completa está além do escopo deste manual. A intubação endotraqueal (ET) é utilizada quando as vias aéreas não podem ser mantidas, quando a máscara de ventilação com ambu não é adequada. A cânula orofaríngea (OPA) é um dispositivo em forma de J que se encaixa sobre a língua para manter as estruturas hipofaríngeas e a língua afastadas da parede posterior da faringe. A OPA é utilizada em pessoas com risco de desenvolver obstrução das vias aéreas devido à língua ou ao relaxamento da musculatura das vias aéreas superiores. A cânula nasofaríngea (CNF) é um tubo macio de borracha ou plástico, sem cuff, que permite a passagem de ar entre as narinas e a faringe. É utilizada como alternativa à cânula orofaríngea (COF) em pessoas que necessitam de um dispositivo auxiliar para o manejo básico das vias aéreas. Ao contrário da COF, a CNF pode ser utilizada em pessoas conscientes ou semiconscientes (pessoas com reflexos de tosse e vômito preservados). A CNF é indicada quando a inserção de uma COF é tecnicamente difícil ou perigosa. A aspiração é um componente essencial para manter as vias aéreas permeáveis. Os profissionais de saúde devem aspirar as vias aéreas imediatamente se houver secreções abundantes, sangue ou vômito. Tenha cautela ou evite inserir cânulas nasofaríngeas em pessoas com fraturas faciais evidentes. Durante a aspiração, monitore a frequência cardíaca, a saturação de oxigênio no pulso e o quadro clínico do paciente. Caso observe alguma alteração nos parâmetros monitorados, interrompa a aspiração e administre oxigênio até que a frequência cardíaca retorne ao normal. e até que o quadro clínico melhore. Auxiliar a ventilação mecânica. conforme necessário. ADJUNTOS BÁSICOS DAS VIAS AÉREAS INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL Pessoas com reflexo de tosse e vômito intactos. No entanto, use com cautela em pessoas com trauma facial devido ao risco de deslocamento. • Lembre-se de que a pessoa não está recebendo 100% de oxigênio durante a aspiração. Interrompa a aspiração e administre oxigênio se observar qualquer alteração nos parâmetros de monitoramento durante o procedimento. • Utilize uma cânula orofaríngea (OPA) somente em pacientes inconscientes, sem reflexo de tosse ou vômito. Caso contrário, a OPA pode estimular vômito, aspiração e laringoespasmo. • Uma cânula nasofaríngea (NPA) pode ser utilizada em pacientes conscientes. Aspiração Via aérea orofaríngea Via aérea nasofaríngea 24 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google PASSO 2: Selecione um dispositivo para as vias aéreas do tamanho correto para a pessoa. • Um dispositivo para as vias aéreas muito grande pode danificar a garganta. • Um dispositivo para as vias aéreas muito pequeno pode pressionar a língua contra as vias aéreas. PASSO 3: Posicione o dispositivo na lateral do rosto da pessoa. Escolha o dispositivo que se estenda a partir da • Não pressione a língua contra a garganta. os dentes. Os brônquios/pulmão. Portanto, deve-se utilizar técnica estéril. curva do dispositivo. PASSO 5: Deve ficar bem encaixado; não force o dispositivo na narina. Se estiver preso, remova-o e tente novamente. do nariz até o lóbulo da orelha. Use o dispositivo de maior diâmetro que couber. • Ao aspirar a orofaringe, não insira o cateter muito profundamente. Estenda o cateter até a profundidade máxima segura e aspire enquanto o retira. • Ao aspirar um tubo endotraqueal, lembre-se de que o tubo está dentro da traqueia e você pode estar aspirando próximo a ela.• Monitore os sinais vitais durante a aspiração e interrompa-a imediatamente se a pessoa apresentar hipoxemia (saturação de oxigênio inferior a 94%), desenvolver uma nova arritmia ou ficar cianótica. • Cada tentativa de sucção não deve durar mais do que PASSO 5: Quando o dispositivo estiver quase totalmente inserido, gire-o até que a língua fique envolta pela parte interna. PASSO 1: Selecione um dispositivo para vias aéreas que seja do tamanho correto para a pessoa. PASSO 4: Insira o dispositivo na boca de forma que a ponta fique voltada para o céu da boca ou paralela a ele. a outra narina. PASSO 1: Limpe a boca de sangue e secreções com sucção, se possível. 10 segundos. Lembre-se de que a pessoa não receberá oxigênio durante a aspiração. do canto da boca até o lóbulo da orelha. PASSO 2: Posicione o dispositivo na lateral do rosto da pessoa. Escolha o dispositivo que se estende da ponta de PASSO 3: Lubrifique as vias aéreas com um lubrificante solúvel em água ou gel anestésico. PASSO 4: Insira o dispositivo lentamente, movendo-o diretamente em direção ao rosto (não em direção ao cérebro). TÉCNICA BÁSICA DE ABERTURA DAS VIAS AÉREAS FERRAMENTAS • As cânulas orofaríngeas (OPAs) muito grandes ou muito pequenas podem obstruir as vias aéreas. • As cânulas nasofaríngeas (NPAs) com tamanho incorreto podem entrar no esôfago. • Sempre verifique se há respiração espontânea após a inserção de qualquer um dos dispositivos. 5. RESSUSCITAÇÃO Dicas sobre sucção Inserção de uma OPA Inserção de um NPA 25 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google DC UM B 26 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Figura 10 Passos para usar um DEA em crianças e bebês • Nenhum pulso na artéria carótida detectado. • Nenhuma resposta após sacudir e gritar. DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO Critérios para o uso do DEA: • Se o DEA não estiver funcionando corretamente, continue realizando a RCP. Não perca muito tempo tentando solucionar problemas com o DEA. • Ausência de respiração ou respiração ineficaz. A RCP (ressuscitação cardiopulmonar) vem sempre em primeiro lugar; os DEA (desfibriladores externos automáticos) são complementares. • Não utilize o DEA na água. 2. Exponha o tórax do bebê ou da criança. 1. Recupere o DEA (Figura 10a). Se você observar os locais públicos que frequenta, provavelmente encontrará um Desfibrilador Externo Automático (DEA). Um DEA é sofisticado e fácil de usar, oferecendo energia vital em um dispositivo intuitivo. Isso torna o aparelho útil para pessoas sem experiência em operar um DEA e permite seu uso eficaz em situações de estresse. No entanto, o uso correto de um DEA é fundamental. O objetivo da desfibrilação é restaurar o sistema elétrico do coração, permitindo que o ritmo cardíaco normal seja retomado. a. Abra o estojo. b. Ligue o DEA. a. Se o peito estiver molhado, seque-o. b. Remova os adesivos de medicação. 3. Abra os eletrodos do DEA pediátrico. (Figura 10c). Se não houver absorventes pediátricos disponíveis, use absorventes para adultos. a. Retire a película protetora. b. Verifique se há marca-passo ou desfibrilador; se presente, não aplique adesivos sobre o dispositivo. 4. Aplique as compressas (Figura 10d). a. Parte superior direita do tórax, acima do seio. b. Parte inferior esquerda do tórax, abaixo da axila. c. Se as compressas entrarem em contato com o peito do bebê, aplique uma compressa na parte frontal do tórax e outra na parte posterior. Certifique-se de que as almofadas não se toquem. (Figura 10b). Machine Translated by Google 7. O DEA analisa o ritmo. a. Interrompa a RCP. 5. Certifique-se de que os fios estejam conectados à caixa do DEA (Figura 10e). 6. Afaste-se da pessoa (Figura 10f). 8. Se a mensagem for “Verificar eletrodos”, então: a. Certifique-se de que os eletrodos estejam em bom contato. b. Instrua os outros a não tocarem na pessoa. 9. Retome a RCP por dois minutos (Figura 10g). 10. Repita o ciclo. b. Se a mensagem for "Choque", então choque. Figura 10 GE F 27 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico 5. RESSUSCITAÇÃOFERRAMENTAS Passos para usar o DEA em crianças e bebês (continuação) Machine Translated by Google ET: 2 a 3 mg Choque cardiogênico DOSE PEDIÁTRICA (IV/IO) Manter: 0,5 a 0,75 mcg/ kg/ min (Dose única MÁXIMA de 0,5 mg) Choque (DOSE MÁXIMA 2,5 mg) MEDICAMENTO Torsades de Inicial: 50 mcg/ kg durante 10 a 60 minutos Adenosina Adolescentes: 1 a 2 mL/ kg de D50W meia-vida muito longa Milrinone IV/ IO: 0,01 mg/ kg [1:10.000] Monitorar ECG e pressão arterial. ET: 0,1 mg/ kg [1:1.000] NÃO administrar com amiodarona. Também utilizado para tratar toxinas específicas (ex.: envenenamento por organofosforados). 1 mEq/ kg em bolus lento Bicarbonato de sódio Usos múltiplos, rotas múltiplas Recém-nascido: 5 a 10 mL/ kg de D10W Taquicardia supraventricular Lactentes/ Crianças: 2 a 4 mL/ kg de D25W Monitorar ECG Monitorar ECG e pressão arterial. Taquiarritmia: 15 mg/ kg durante 30 a 60 minutos (DOSE MÁXIMA 1 mg) Epinefrina Taquiarritmia Reversão de opioides Repita a cada 3 a 5 minutos, se necessário. Naloxona Taquiarritmia: 5 mg/ kg durante 20 a 60 minutosAmiodarona Monitorar gasometria arterial e ECG. USO DOS PRINCIPAIS AMIGOS Lidocaína Bolus IV/ IO rápido (sem ET) NOTAS 0,5 a 1 g/ kg 0,02 mg/ kg Inicial: 1 mg/ kg Pode correr mais rápido para Torsades ET: 0,03 mg/ kg Lavar com solução salina Hipoglicemia Repita uma vez, se necessário. Primeira dose: 0,1 mg/ kg (DOSE MÁXIMA 6 mg) Asma refratária Após ventilação adequada Procainamida (DOSE MÁXIMA 100 mg) Sulfato de magnésio Segunda dose: 0,2 mg/ kg (DOSE MÁXIMA 12 mg) (DOSE MÁXIMA 50 mEq) 20 a 50 mg/ kg durante 10 a 20 minutos Crianças acima de 5 anos OU com mais de 20 kg: 2 mg IV a cada 2 a 3 minutos, conforme necessário. Glicose (DOSE MÁXIMA 2 gramas) Infusão: 20 a 50 mcg/ kg/ min Parada cardíaca/ Atropina Bradicardia Diminuir a dose para reverter a depressão respiratória causada pelo uso terapêutico de opioides (1 a 5 mcg/ kg, ajustar a dose conforme o efeito). Acidose Metabólica Hipercalemia Pontas Crianças com menos de 5 anos OU com menos de 20 kg: 0,1 mg/ kg Tempos de infusão mais longos e euvolemia reduzem o risco de hipotensão. FERRAMENTAS FARMACOLÓGICAS O uso de qualquer um dos medicamentos listados na Tabela 9 deve ser feito dentro do seu escopo de prática e após estudo minucioso das ações e efeitos colaterais. Esta tabela serve apenas como um breve lembrete para aqueles que já possuem conhecimento sobre o uso desses medicamentos. Além disso, a Tabela 9 contém apenas doses pediátricas, indicações e vias de administração (intravenosa/intraóssea) para os medicamentos mais comuns do PALS. Embora citada como referência, a administração rotineira de medicamentos por meio de tubo endotraqueal é desaconselhada. O acesso rápido e a administração de medicamentos por via intraóssea são preferíveis à administração por tubo endotraqueal,visto que a absorção do medicamento pela via intraóssea é imprevisível. Tabela 9 28 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google 29 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico RESPOSTAS AUTOAVALIAÇÃO PARA FERRAMENTAS DE RESSUSCITAÇÃO 1. C 2. Você está tratando uma criança de 10 anos com pulso acelerado. O monitor está mostrando taquicardia supraventricular (TSV). Qual medicamento você consideraria para tratar essa pessoa? a. Aplique os eletrodos, ligue o DEA, administre o choque e retire a pessoa do local. 1. Qual é a sequência correta para operar um DEA (Desfibrilador Externo Automático)? b. Aplicar as pás, afastar a pessoa, administrar o choque e analisar o ritmo. c. Ligar o DEA, aplicar as pás, administrar o choque e retomar a RCP. d. Ligar o DEA, analisar o ritmo, iniciar a RCP e administrar o choque. a. Vasopressina b. Lidocaína c. Bretílio d. Adenosina 3. Qual das seguintes opções explica por que a administração de medicamentos por via endoscópica transcutânea (ET) não é a via preferencial? a. Absorção imprevisível b. Reação alérgica c. Administração difícil Os dispositivos DEA (Desfibrilador Externo Automático) vêm equipados com instruções e podem também ter comandos de voz, tornando-os operáveis por qualquer pessoa. A adenosina é eficaz no tratamento da taquicardia supraventricular (TSV). A primeira dose é de 0,1 mg/kg, até um máximo de 6 mg. A segunda dose é de 0,2 mg/kg, até um máximo de 12 mg. 2. D 3. A A administração de medicamentos através do tubo endotraqueal resulta em absorção imprevisível. A via intravenosa ou intraóssea é preferencial. d. Alta eficácia Machine Translated by Google INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIADIFICULDADE RESPIRATÓRIA Ex.: Pode ocorrer fadiga muscular no peito. Os gases podem atravessar a vasculatura pulmonar? Ex.: A depressão do SNC pode diminuir ou interromper a respiração. São os músculos A frequência respiratória é suficiente? O fluxo sanguíneo pulmonar é adequado? As vias aéreas estão desobstruídas? do funcionamento do tórax? Há oxigênio disponível? Exemplo: Uma via aérea obstruída impede o fluxo de gás. Ex.: As fístulas vasculares podem não enviar sangue para os pulmões. Ex.: Edema pulmonar ouExemplo: Altitudes elevadas têm baixo teor de O2. pneumonia RESPIRATÓRIO 6 CAPÍTULO SOFRIMENTO/FRACASSO VENTILAÇÃO OXIGENAÇÃO Em sua forma mais simples, a insuficiência respiratória é uma condição na qual a atividade pulmonar é insuficiente para levar oxigênio ao sangue e remover o dióxido de carbono. O desafio surge ao reconhecer a insuficiência respiratória quando a pessoa parece estar respirando, mas na verdade não está respirando de forma eficaz. A frequência e a profundidade adequadas da respiração são importantes para avaliar se a pessoa está respirando de forma eficaz. As duas principais ações envolvidas na respiração são a ventilação e a oxigenação. Considere os sinais e sintomas apresentados abaixo. RECONHECENDO A DIFICULDADE/INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA Possivelmente obstruído Abrir sem apoiar Cianótico Esforço aumentado Taquipneia Sons anormais Bradicardia Sem esforço Respiração lenta Taquicardia Agitado Não responde Pálido Sons nítidos Leitos Capilares Respiratório Respiratório Via aérea Avaliar Esforço Pulmão Sons Capacidade de resposta Aparência/ Frequência cardíaca Figura 11 30 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Machine Translated by Google • Doença do tecido pulmonar (pneumonia) • Colapso pulmonar (ar, sangue) • Obstrução das vias aéreas superiores (vias aéreas inchadas) • Obstrução das vias aéreas superiores (corpo estranho) • Pneumonia (gemido para recrutar alvéolos) • Líquido nos pulmões (úmido) • Atelectasia (seca) • Obstrução das vias aéreas inferiores (asma) Doenças das vias aéreas inferiores, do tecido pulmonar e problemas do sistema nervoso central (SNC) são algumas das causas mais comuns de insuficiência ou desconforto respiratório na população pediátrica. Esta lista não é exaustiva e cada condição específica deve ser tratada com terapia específica, mas essas são as causas mais comuns de insuficiência ou desconforto respiratório. A dificuldade ou insuficiência respiratória geralmente se enquadra em uma das quatro categorias principais (Tabela 12): vias aéreas superiores, CAUSAS DE DIFICULDADE/ INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA SOFRIMENTO/FRACASSO Em alguns casos, os sons respiratórios podem fornecer informações sobre a origem do problema respiratório. 6 RESPIRATÓRIO Sons respiratórios anormais SONS DA RESPIRAÇÃO chiado Pneumonite Tabela 12 ESTRANHOS 31 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico Overdose AsmaCorpo estranho Bronquiolite Abscesso retrofaríngeo Anafilaxia ESTRIDOR GRUNHIDO Tabela 11 AUSENTE/DIMINUÍDO Edema pulmonar Traumatismo craniano PneumoniaCrupe (inchaço) DOENÇA DO TECIDO PULMONARVIAS AÉREAS SUPERIORES VIAS AÉREAS INFERIORES PROBLEMAS DO SNC Machine Translated by Google OXIGÊNIO DEXAMETASONA NEBULIZADOR TRAQUEOSTOMIA INTUBA Monitorar sinais vitais Monitorar saturação de O2 SucçãoAbra e mantenha as vias aéreas permeáveis. Considere vias aéreas avançadas Oxigênio suplementar Nebulizadores Estabelecer vascular Tabela 13 Figura 12 32 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico acesso RESPOSTA À DIFICULDADE/INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA CIRCULAÇÃO RESPIRANDO MANEJO INICIAL DA DIFICULDADE/INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA VIA AÉREA Pode causar hipertensão e reduzir a ativação dos linfócitos. • Por exemplo, o tratamento da crupe depende da gravidade da doença. • A dexametasona, um corticosteroide, Gestão de Grupos O manejo da insuficiência respiratória/dificuldade respiratória pelo PALS é ajustado com base na gravidade do quadro clínico. Por exemplo, a asma leve é tratada com broncodilatadores inalatórios, mas a asma grave (estado de mal asmático) pode exigir intubação endotraqueal. O profissional de saúde deve avaliar continuamente as necessidades do paciente e ajustar o tratamento de acordo. Machine Translated by Google Incluem pneumonia por Streptococcus, pneumonia por Mycoplasma, Haemophilus influenzae e pneumonia por Chlamydia. • A febre alta é a causa mais comum de taquipneia silenciosa. manobras mais agressivas. • Se a pessoa apresentar sofrimento intenso, prossiga diretamente para • Em geral, os prestadores de serviços costumam trabalhar do menos para o mais. intervenção invasiva (de cima para baixo). • O albuterol é o medicamento mais comumente usado por nebulização. • Causas comuns de pneumonia aguda adquirida na comunidade causar broncodilatação. SOFRIMENTO/FRACASSO6 RESPIRATÓRIO Tratamento PROBLEMAS DO SNCVIAS AÉREAS INFERIORESVIAS AÉREAS SUPERIORES DOENÇA DO TECIDO PULMONAR Tratamento CausaCausa Causa Tratamento Causa Tratamento Apoie a respiração Naloxona (reversão de opioides) respirando Oxigênio (Heliox) Inotrópico Neurocirurgia Apoie a respiração Antibióticos (bacterianos) Sulfato de magnésio Nebulizadores Aspiração Apoie a respiração Antídotos Apoiar Diuréticos Nebulizadores (albuterol e brometo de ipratrópio) Apoie a respiração Reduzir a pressão intracraniana