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Suporte de vida
Pediatria Avançada
Padrões
Diretrizes e
2020 
- 2025
PALS
Manual do Fornecedor
Por Dr. Karl Disque
1 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Machine Translated by Google
Por Dr. Karl Disque
Manual do Fornecedor
PALS
Pediatria Avançada
Suporte de vida
1 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Machine Translated by Google
Este Manual do Fornecedor é um serviço educacional oferecido pela Satori Continuum Publishing. O uso deste serviço é regido 
pelos termos e condições apresentados abaixo. Leia atentamente as declarações abaixo antes de acessar ou usar o serviço. 
Ao acessar ou usar este serviço, você concorda em ficar vinculado a todos os termos e condições aqui presentes.
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publicação pode ser reproduzida, distribuída ou transmitida de qualquer forma ou por qualquer meio, ou armazenada em um 
banco de dados ou sistema de recuperação, sem o consentimento prévio da editora.
Impresso nos Estados Unidos da América
Aviso de Isenção de Responsabilidade sobre Serviços Educacionais
Las Vegas, NV 89104
O material contido neste Manual do Prestador de Serviços não apresenta normas que devam ser aplicadas de forma rígida e 
seguidas explicitamente em todos os casos. O julgamento do profissional de saúde deve permanecer fundamental na seleção 
de exames diagnósticos e opções terapêuticas para a condição médica específica de um paciente.
Em última análise, toda a responsabilidade associada à utilização de qualquer informação aqui apresentada recai exclusiva e 
integralmente sobre o profissional de saúde que utiliza o serviço.
Versão 2023.10
2 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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5
4
2
3
6
7
Índice
Ferramentas de Ressuscitação . . . . . . . 22
Autoavaliação de ferramentas de ressuscitação – 29
Inabilidade
Bradicardia . . . . . . . 35
Suporte Básico de Vida . . . . . . . 8
Desfibrilador Externo Automático (DEA)
Dificuldade/Insuficiência Respiratória . . . . . . . 30
Anatomia e Fisiologia do Coração Normal – 14
PALS — Uma Abordagem Sistemática – 15
Suporte Básico de Vida para Bebês (0 a 12 meses) – 10
Suporte Básico de Vida (SBV) para Bebês com um único socorrista
Dispositivos básicos para o manejo das vias aéreas
A Equipe de Ressuscitação . . . . . . . 6
Capítulo 1 Introdução ao PALS . . . . . . . 5
Autoavaliação para desconforto/insuficiência respiratória – 34
Suporte Básico de Vida (SBV) para Bebês com Dois Socorristas
Autoavaliação para PALS – 21
Circulação
Intubação endotraqueal
Técnica básica de via aérea
Reconhecendo a dificuldade/insuficiência respiratória – 30
Resposta à Insuficiência/Dificuldade Respiratória – 32
Problemas que ameaçam a vida – 20
Respirando
Autoavaliação para BLS – 13
Acesso intraósseo
Autoavaliação para bradicardia – 38
Via aérea
Ventilação com máscara e bolsa
Suporte Básico de Vida para Crianças (de um a oito anos) – 9
Reconhecendo a bradicardia – 35
Ferramentas Farmacológicas – 28
Suporte Básico de Vida (BLS) com um único socorrista para crianças.
Suporte Básico de Vida (BLS) com dois socorristas para crianças.
Diagnóstico e tratamento iniciais – 16
Diagnóstico e tratamento secundários – 19
Suporte Avançado de Vida Pediátrico . . . . . . . 14
Dispositivos médicos – 22
Causas de dificuldade/ insuficiência respiratória
Resposta à bradicardia – 36
3 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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10
9
11
13
14
12
Índice
Choque hipovolêmico
Fibrilação Ventricular e Taquicardia Ventricular sem Pulso
Capítulo 8 Taquicardia . . . . . . . 39
Sistema Respiratório – 55
Choque cardiogênico
Choque Obstrutivo
Choque hipovolêmico
Choque distributivo
Questões de revisão . . . . . . . 62
Complexo QRS estreito
Sistema Gastrointestinal – 57
Resposta à Parada Cardíaca – 52
Complexo QRS alargado
CertAlert+ – 61
Ferramentas adicionais . . . . . . . 61
Sistema Cardiovascular – 56
Resposta ao choque – 47
Autoavaliação para Choque – 49
Choque cardiogênico
Sistema Renal – 57
Choque Obstrutivo
Resposta à Taquicardia – 42
Atividade elétrica sem pulso e assistolia
Sistema Hematológico – 57
Choque distributivo
MediCode – 61
PALS Essencial . . . . . . . 60
Choque . . . . . . . 44
Parada cardíaca . . . . . . . 50
Reconhecendo a Parada Cardíaca – 50
Reconhecendo a Taquicardia – 39
Cuidados pós-ressuscitação pediátrica . . . . . . . 55
Sistema Neurológico – 56
Autoavaliação para Taquicardia – 43
Reconhecendo o Choque – 44
Autoavaliação para cuidados pós-ressuscitação pediátrica – 59
4 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Machine Translated by Google
Os algoritmos PALS baseiam-se no conhecimento atual das melhores práticas 
para alcançar resultados positivos em casos de risco de vida e têm como 
objetivo obter o melhor resultado possível para a criança ou o bebê durante 
uma emergência.
Os protocolos PALS partem do princípio de que o profissional de saúde pode 
não ter todas as informações necessárias sobre a criança ou o bebê, ou todos os 
recursos necessários para utilizar o PALS adequadamente em todos os casos.
O objetivo do Suporte Avançado de Vida em Pediatria (PALS) é salvar vidas. Para uma criança ou bebê que sofreu uma lesão ou doença 
grave, sua ação pode ser a diferença entre a vida e a morte. O PALS consiste em uma série de protocolos para orientar as respostas a 
eventos clínicos com risco de vida. Essas respostas são projetadas para serem simples o suficiente para serem memorizadas e 
lembradas em momentos de estresse. As diretrizes do PALS foram desenvolvidas a partir de uma revisão minuciosa dos protocolos 
disponíveis, estudos de caso de pacientes e pesquisas clínicas; e refletem a opinião consensual de especialistas na área. O padrão 
ouro nos Estados Unidos e em muitos outros países é o currículo do curso publicado pelo Comitê Internacional de Ligação sobre 
Ressuscitação (ILCOR). Aproximadamente a cada cinco anos, o ILCOR atualiza as diretrizes para Ressuscitação Cardiopulmonar 
(RCP) e Cuidados Cardiovasculares de Emergência (CCE). Este manual é baseado na publicação mais recente do ILCOR sobre 
PALS e comparará periodicamente as recomendações anteriores e as novas 
para uma revisão mais abrangente.
A utilização adequada do PALS requer uma avaliação rápida e precisa da 
condição clínica da criança ou do bebê, bem como a seleção e aplicação da 
intervenção apropriada para a situação em questão. Isso se aplica não apenas 
à avaliação inicial da criança ou do bebê em sofrimento pelo profissional de 
saúde, mas também à reavaliação ao longo do tratamento, utilizando as diretrizes 
do PALS.
Por exemplo, se um profissional de saúde estiver utilizando o PALS (Suporte 
Avançado de Vida Pediátrico) à beira da estrada, ele não terá acesso a 
equipamentos sofisticados para medir a respiração ou a pressão arterial. No 
entanto, nessas situações, os profissionaisNebulizadores
Corticosteroides
Epinefrina SC
33 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Tabela 14
(epinefrina)
Dexametasona
Dexametasona
EDEMA
Intubar
PNEUMONITE
Intubar
ANAFILAXIA
Oxigênio (Heliox)
TRAUMA
Nebulizador
Dexametasona
Oxigênio (Heliox)
Nebulizador
Oxigênio (Heliox)
(epinefrina)
Traqueostomia
GARUPA
Epinefrina IM
(epinefrina)
Intubar
Nebulizador
ASMA
Traqueostomia
Traqueostomia
BRONQUIOLITE
PULMONAR
Nebulizador
PNEUMONIA SOBREDOSE
Difenidramina
CORPO ESTRANHO
Machine Translated by Google
RESPOSTAS
AUTOAVALIAÇÃO PARA
DIFICULDADE/INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
3. C
1. Qual dos seguintes sons sugere uma obstrução das vias aéreas superiores?
b. Obstrução das vias aéreas c. Acidente 
vascular cerebral
a. Trauma
1. A
A expansão torácica assimétrica nesse contexto provavelmente se deve à obstrução do brônquio 
principal direito por um corpo estranho. Outras causas incluem pneumotórax, hemotórax, derrame 
pleural e impactação por muco.
3. Uma lactente de quatro meses apresenta febre e grunhidos. Qual é a causa subjacente?
d. Tamponamento pericárdico
2. Uma criança de cinco anos está rindo e brincando com seus irmãos. Momentos depois, percebe-se que a 
criança está tossindo com elevação assimétrica do tórax. Qual é a causa mais provável?
a. Estridor
b. Arrotos c. 
Estertores
d. Apneia
a. Problema comportamental 
b. Obstrução das vias aéreas 
superiores c. Doença do 
tecido pulmonar d. Diabetes
O gemido é um sinal de anormalidades no tecido pulmonar, como pneumonia ou contusão pulmonar e 
insuficiência respiratória aguda, podendo evoluir para insuficiência respiratória.
O que esse grunhido sugere?
O estridor sugere uma obstrução das vias aéreas superiores.
2. B
34 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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BRADICARDIA
7 CAPÍTULO
RECONHECENDO A BRADICARDIA
35 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Bradicardia Sinusal
Bloqueio AV de segundo grau tipo I (Mobitz I/ Wenckebach) • O 
intervalo PR aumenta de duração até que o complexo QRS seja removido.
A bradicardia sintomática pode causar diversos sinais e sintomas, incluindo pressão arterial baixa, edema/congestão 
pulmonar, ritmo cardíaco anormal, desconforto no peito, falta de ar, tontura, confusão mental e/ou 
síncope. A bradicardia geralmente se torna sintomática quando surge repentinamente na pessoa (diminuição aguda 
da frequência cardíaca).
Bradicardia é definida como uma frequência cardíaca mais lenta do que a considerada normal para a idade da criança.
A bradicardia em crianças e bebês deve ser avaliada, mas nem toda bradicardia requer tratamento médico. A 
intervenção é necessária quando a bradicardia é sintomática e compromete a função cardiovascular. Isso geralmente 
significa que o coração está batendo muito lentamente para manter a pressão arterial, causando choque, perfusão 
tecidual inadequada e/ou alteração do estado mental.
Bloqueio AV de primeiro 
grau • Intervalo PR superior a 0,20 segundos
Bloqueio AV de segundo grau tipo II (Mobitz II) • O 
intervalo PR tem a mesma duração com um complexo QRS intermitentemente ausente
• Ritmo normal com frequência lenta
Bloqueio AV de terceiro grau (completo) • 
O intervalo PR e o complexo QRS não estão coordenados entre si.
Machine Translated by Google
• Epinefrina 0,01 mg/ kg IO/ IV – Pode ser administrada a cada 3-5 minutos
A: Via aérea
B: Respiração (Verificar saturação de O2 ; administrar O2 conforme necessário)
• Não demore na RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar)
• Atropina 0,02 mg/ kg IO/ IV – Pode ser repetida uma vez
• Considere a estimulação transtorácica/ transvenosa (de preferência com sedação), especialmente se a 
bradicardia for resultado de um bloqueio cardíaco completo ou de uma disfunção do nó sinusal.
Tabela 15
• Existem sintomas causados pela bradicardia?
C: Circulação (Verificar pressão arterial e frequência cardíaca; ECG de 12 derivações; acesso IV/ IO)
• Confirme uma frequência cardíaca anormalmente baixa ou uma queda significativa em relação ao 
normal anterior.
D: Deficiência (Verificar estado neurológico)
E: Exposição (Verificar sinais de trauma, queimaduras, fraturas, etc.)
• Há sintomas de choque ou alteração aguda do estado mental?
36 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
• Busque aconselhamento especializado
RESPONDENDO À BRADICARDIA
SÉRIO
VERIFIQUE OS SINAIS/
PESQUISA PALS
BRADICARDIA SINTOMÁTICA
VERIFIQUE A FREQUÊNCIA CARDÍACA
SINTOMAS
BRADICARDIA
SINTOMÁTICO E
SEM SUCESSO
DROGAS
• A atropina em doses inferiores a 0,1 mg pode agravar a bradicardia (paradoxal).
• O tratamento não tem necessariamente como objetivo aumentar a frequência cardíaca.
• O principal objetivo do tratamento da bradicardia sintomática é garantir que o coração esteja 
bombeando sangue adequadamente para o corpo (perfusão adequada).
O tratamento deve continuar até que os sintomas/ sinais desapareçam.
bradicardia).
• Se a pessoa parar de ter pulso, siga o Protocolo de Parada Cardíaca. • Sempre considere as 
causas reversíveis de bradicardia em pediatria e trate-as, se possível.
Machine Translated by Google
A bradicardia persiste?
SIM
NÃO
NÃO
SIM
• Epinefrina
DOSES E DETALHES
• Considere a possibilidade de consultar um especialista.
Se ocorrer parada cardiorrespiratória sem pulso, vá para
• Mantenha as vias aéreas permeáveis e auxilie 
a respiração, se necessário.
DOSE DE EPINEFRINA IO/IV:
estimulação cardíaca/estimulação transvenosa
• Atropina para aumento do tônus vagal ou 
bloqueio AV primário
• Tratar as causas subjacentes
Algoritmo de Parada Cardíaca Pediátrica
• Dose mínima de 0,1 mg
Figura 13
37 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Com o tubo endotraqueal (ET) posicionado, pode-se 
administrar uma dose de 0,1 mg/kg por via endotraqueal.
• Considere a via transtorácica
CAUSA SUBJACENTE
IDENTIFICAR E TRATAR
• Avaliar ECG de 12 derivações
• Em caso de hipoxemia, administre oxigênio.
• 0,01 mg/kg, repetir a cada 3-5 minutos • Se o acesso 
intraósseo/intravenoso não estiver disponível, mas
• 0,02 mg/kg, pode repetir uma vez
DOSE DE ATROPINA IO/IV:
• Monitorar e observar
• Dose única máxima de 0,5 mg
• Utilize o monitor cardíaco para identificar o ritmo.
• Monitorar a pressão arterial e a 
oximetria de pulso
• Acesso intraósseo/intravenoso
7 BRADICARDIA
Algoritmo para bradicardia pediátrica com pulso/ perfusão deficiente
RCP SE H
está tendo dificuldade para aferir a pressão arterial. A epinefrina e a atropina não surtiram efeito.
a. RCP mais 
rápida b. Estimulação 
transtorácica c. Alta dose de 
epinefrina d. Interromper a ressuscitação
a. Adenosina b. 
Epinefrina c. 
Lidocaína d. 
Dopamina
Uma dose inferior a 0,1 mg pode agravar a bradicardia. A dose máxima para crianças é de 0,5 mg.
2. B
A epinefrina é um potente vasopressor e também aumenta a frequência cardíaca. A dose para 
bradicardia é de 0,01 mg/kg IV ou IO.
A estimulação transtorácica é uma opção para o tratamento da bradicardia sintomática quando a terapia 
medicamentosa falha.
1. B
BRADICARDIA
AUTOAVALIAÇÃO PARA
RESPOSTAS
38 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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Sinais e sintomas de taquicardia
Flutter atrial
RECONHECENDO A TAQUICARDIA
CAPÍTULO 8
TAQUICARDIA
39 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
• Ocorre com frequência durante períodos de estresse ou febre.
• Má perfusão tecidual (ex.: baixo débito urinário)
Existem vários tipos de taquicardia, e pode ser difícil diferenciá-los em crianças por meio de um ECG devido à frequência 
cardíaca elevada.
Taquicardia é definida como uma frequência cardíaca maior do que a considerada normal para a idade de uma criança. Assim como 
a bradicardia, a taquicardia pode ser fatal se comprometer a capacidade do coração de se perfundir adequadamente. Quando o 
coração bate muito rápido, a fase de relaxamento é encurtada. Isso causa dois problemas principais: os ventrículos não conseguem 
se encher completamente, reduzindo o débito cardíaco; e as artérias coronárias recebem menos sangue, diminuindo o suprimento 
para o coração.
• Dificuldade/insuficiência respiratória
• Estado mental alterado
• Edema/congestão pulmonar
• Pulso fraco e rápido
• Provavelmente não perigoso
Taquicardia supraventricular • O ritmo inicia-
se acima dos ventrículos
Fibrilação atrial • Causa 
ritmo cardíaco irregular
• Provoca um padrão em dente de serra no ECG
Taquicardia ventricular • O ritmo 
inicia-se nos ventrículos
Taquicardia sinusal • 
Ritmo normal com frequência cardíaca elevada
Machine Translated by Google
COMPLEXO QRS ESTREITO
Criança: 180 bpm
Ondas P ausentes
Taquicardia ventricular
Tabela 16
Início lento
Edema pulmonar
Bebê: > 220 bpm
Tabela 17
Na maioria das vezes, os profissionais de suporte avançado de vida ao paciente (PALS) precisam distinguir entre duas 
taquiarritmias semelhantes com complexo QRS estreito: taquicardia sinusal e taquicardia supraventricular (TSV). A TSV é mais 
comumente causada por reentrada por via acessória, reentrada no nó AV e foco atrial ectópico.
O flutter atrial é um ritmo cardíaco incomum, identificado no ECG como um padrão em dente de serra. É causado por uma via 
anormal que faz com que os átrios batam muito rapidamente e de forma ineficaz. As contrações atriais podem ultrapassar 300 bpm, 
mas nem todas chegam ao nó AV e provocam uma contração ventricular.
As taquiarritmias pediátricas são inicialmente divididas em taquicardia de complexo estreito ou taquicardia de complexo largo.
Meça o complexo QRS em um ECG padrão para avaliar sua duração.
TAQUICARDIA SINUSAL
COMPLEXO QRS LARGOCOMPLEXO QRS ESTREITO
(ÿ 0,09 s)
SUPRAVENTRICULAR
TAQUICARDIA
(> 0,09 s)
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A TV pode não ser particularmente rápida (simplesmente superior a 120 bpm), mas é regular. Geralmente, as ondas P 
desaparecem durante a TV ou se dissociam do complexo QRS. Batimentos de fusão são um sinal de TV e são produzidos 
quando um impulso supraventricular e um ventricular se combinam para produzir um QRS com aparência híbrida 
(batimento de fusão) (Figura 14).
A taquicardia ventricular (TV) é incomum em crianças, mas pode ser rapidamente fatal. A menos que a pessoa tenha uma 
taquiarritmia de complexo QRS largo documentada, um ECG com complexo QRS maior que 0,09 segundos é 
considerado TV até que se prove o contrário. TV polimórfica, Torsades de Pointes e taquicardia supraventricular (TSV) 
atípica (TSV com complexos QRS largos devido à condução aberrante) podem ser reversíveis, por exemplo, com magnésio 
para Torsades de Pointes, mas não atrase o tratamento da TV. Qualquer um desses ritmos pode evoluir para fibrilação ventricular (FV).
COMPLEXO QRS LARGO
8 TAQUICARDIA
Figura 14
41 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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Cardioversão 
sincronizada
DURAÇÃO
AVALIAR QRS
OU MONITORAR
VENTRICULAR
Considere a 
administração 
de adenosina se o ritmo 
for regular e 
o complexo QRS monomórfico.
Identificar e tratar 
a causa.
Estável
Tente manobras vagais ou 
adenosina.
Figura 15
COM ECG DE 12 DERIVAÇÕES
AVALIAR RITMO
42 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
TAQUICARDIA
Instável
• Monitor cardíaco para identificar o ritmo
geralmente1. Qual das seguintes opções não é uma arritmia com risco de vida?
um. Torsades de Pointes b. 
Fibrilação ventricular c. 
Taquicardia ventricular d. 
Taquicardia sinusal
para adenosina?
a. 1 mg 
b. 6 mg 
c. 0,1 mg/kg com dose máxima de 6 mg d. 12 mg
O monitor mostra um ritmo de complexo estreito com frequência cardíaca de 175 bpm e pulso palpável. Qual dos 
seguintes é um possível diagnóstico? a. Taquicardia 
supraventricular com 
aberrância b. Taquicardia 
sinusal c. Torsades de 
Pointes d. Taquicardia ventricular
A taquicardia sinusal é frequentemente uma resposta a uma condição subjacente, como febre, dor ou estresse.
A perda de sangue e a hipovolemia também podem resultar em taquicardia sinusal, mas o ritmo em si não 
representa risco de vida.
2. B
A taquicardia sinusal, a fibrilação ou flutter atrial e a taquicardia supraventricular são ritmos de complexo 
estreito.
As doses de medicamentos pediátricos são baseadas no peso. A dose inicial máxima é de 6 mg, tanto para adultos 
quanto para crianças.
1. D
43 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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O fluxo sanguíneo será desviado de órgãos menos vitais, como a pele, para órgãos mais vitais, como os rins e 
o cérebro. Nesses casos, a criança ou o bebê pode estar em choque, mas apresentar pressão arterial alta, 
normal ou baixa-normal. Isso é chamado de choque compensatório e pode persistir apenas por minutos ou horas 
antes de evoluir para choque descompensado franco, a menos que o tratamento seja iniciado.
O choque é definido como uma condição na qual os tecidos periféricos e os órgãos terminais não recebem 
oxigênio e nutrientes adequados. Embora às vezes seja usado como sinônimo de hipotensão grave, o choque 
não ocorre apenas em casos de pressão arterial extremamente baixa. É importante ressaltar que o corpo tentará 
compensar o choque por meio de vários mecanismos, sendo o mais comum o aumento da frequência cardíaca. 
A frequência cardíaca aumentará na tentativa de elevar o débito cardíaco (volume sistólico x frequência cardíaca).
Sem tratamento, esses sistemas compensatórios podem ficar sobrecarregados e levar a criança a uma rápida 
progressão para hipotensão crítica e parada cardíaca. Portanto, a simples avaliação da pressão arterial não é 
suficiente para avaliar um possível choque em pediatria.
RECONHECENDO O CHOQUE
CAPÍTULO 9
CHOQUE
CARDIOGÊNICO
HIPOVOLÊMICO
TIPOS DE CHOQUE
DISTRIBUTIVO
OBSTRUTIVO Bloqueio físico do fluxo sanguíneo
Dilatação dos vasos sanguíneos (ex.: choque séptico)
Baixo volume sanguíneo, frequentemente devido a hemorragia ou deslocamento de fluidos para fora dos vasos sanguíneos.
O coração não está bombeando adequadamente.
Tabela 18
44 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Machine Translated by Google
• A pós-carga é baixa no 
ventrículo esquerdo e alta 
no ventrículo direito.
Pressão arterial adequada ou baixa
• A contratilidade varia
O choque hipovolêmico é o tipo mais comum de choque e talvez o 
mais fácil de entender.
pressão de pulso estreita
pulsos periféricos fracos
• A pós-carga é reduzida
O choque distributivo é uma condição na qual a maior parte do sangue é distribuída de forma inadequada pelos vasos 
sanguíneos. Uma maneira comum de conceituar o choque distributivo é como uma condição em que os vasos 
sanguíneos relaxam e dilatam a ponto de se tornarem insuficientes. O suprimento sanguíneo arterial precisa manter 
uma certa tensão para manter a pressão arterial. Da mesma forma, o sistema venoso também deve manter a tensão 
para não reter uma quantidade excessiva do suprimento sanguíneo total. No choque distributivo, o sangue não está sendo 
mantido nos vasos sanguíneos necessários e funcionais. O choque distributivo é mais comumente causado por sepse, anafilaxia 
ou um problema neurológico, todos os quais causam vasodilatação ou perda do tônus vascular. No choque distributivo, a pré-
carga, a contratilidade e a pós-carga variam dependendo da etiologia.
• A pós-carga varia
Pulsos centrais normais
Taquicardia
• Pré-carga reduzida
Possível taquipneia
Reabastecimento capilar lento
• Contratilidade normal/
diminuída
Possível diminuição do volume urinário
Diminuição do nível de consciência
O choque hipovolêmico resulta da insuficiência de sangue no 
sistema cardiovascular. Isso pode ser causado por 
hemorragia externa, no peritônio ou no sistema gastrointestinal. Em 
crianças, o choque hipovolêmico também pode ocorrer devido 
à perda de água, transpiração, diarreia, vômito ou 
quando o fluido se desloca para o terceiro espaço.
No choque hipovolêmico, a pré-carga do coração está 
diminuída (menos volume para encher o coração), embora 
a contratilidade seja normal ou aumentada. Da mesma 
forma, a pós-carga está aumentada, uma vez que os 
vasos se contraem na tentativa de aumentar a pressão arterial.
• Contratilidade normal
• Pré-carga reduzida • Pré-carga reduzida
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
CHOQUE DISTRIBUTIVO
9 CHOQUES
CHOQUE SÉPTICO
SINAIS DE CHOQUE HIPOVOLÊMICO
CHOQUE ANAFILÁTICO CHOQUE NEUROGÊNICO
Tabela 20
Tabela 19
45 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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46 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
O choque cardiogênico é causado pela contratilidade inadequada do coração. Uma das principais diferenças entre o 
choque hipovolêmico e o choque cardiogênico é o esforço respiratório. Em ambos os casos, haverá taquipneia, mas no 
choque hipovolêmico o esforço respiratório está apenas levemente aumentado. No entanto, no choque cardiogênico, o 
esforço respiratório geralmente aumenta significativamente, como evidenciado por grunhidos, batimento de asa do nariz e 
uso de músculos acessórios do tórax. Além disso, como o coração está bombeando sangue de forma ineficaz, o sangue 
permanece na vasculatura pulmonar. Isso causa congestão e edema pulmonar, que podem ser clinicamente auscultados 
como crepitações nos pulmões e visualizados como distensão da veia jugular. Os pulsos geralmente são fracos, o 
enchimento capilar é lento, as extremidades estão frias e cianóticas e pode haver diminuição do nível de consciência.
O choque distributivo é difícil de reconhecer porque os sinais e sintomas variam muito dependendo da etiologia. Os 
sintomas comuns incluem taquipneia, taquicardia, pressão arterial baixa a normal, diminuição do débito urinário e diminuição 
do nível de consciência.
O choque distributivo é ainda classificado em choque quente e choque frio. Se a pessoa estiver em choque quente, 
geralmente apresentará pele periférica quente e eritematosa e pressão de pulso ampla em um contexto de 
hipotensão. Se a pessoa estiver em choque frio, geralmente apresentará pele pálida e vasoconstritora e hipotensão com 
pressão de pulso estreita. Em ambos os casos, o choque distributivo é geralmente considerado quando a pessoa 
provavelmente apresenta uma das três principais causas: sepse, anafilaxia ou problema neurológico.
O choque obstrutivo e o choque cardiogênico são mais facilmente diferenciadospela contratilidade do coração. No 
choque obstrutivo, a contratilidade cardíaca é normal, embora a função de bombeamento não seja. O tamponamento 
cardíaco está associado a sons cardíacos abafados, devido à presença de sangue no espaço pericárdico. O 
pulso paradoxal (por exemplo, uma queda na pressão arterial durante a inspiração) também pode estar presente. O 
pneumotórax hipertensivo é um diagnóstico clínico. A traqueia pode estar desviada para o lado oposto à lesão, e há 
ausência de sons respiratórios no lado afetado do tórax. Considere a possibilidade de embolia pulmonar quando o 
paciente apresentar cianose e/ou hipotensão, dor torácica e desconforto respiratório sem patologia pulmonar ou 
obstrução das vias aéreas. Os fatores de risco incluem obesidade, uso de hormônios, histórico familiar de distúrbios 
de coagulação e alterações nos fatores de coagulação.
O choque obstrutivo é semelhante ao choque cardiogênico, pois a disfunção cardíaca é a principal anormalidade. No 
choque cardiogênico, a contratilidade está comprometida; já no choque obstrutivo, o coração é impedido de se contrair 
adequadamente. Causas comuns de choque obstrutivo incluem tamponamento cardíaco, pneumotórax 
hipertensivo, malformações cardíacas congênitas e embolia pulmonar.
CHOQUE CARDIOGÊNICO
CHOQUE OBSTRUTIVO
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RESPONDENDO AO CHOQUE
9 CHOQUES
Se a administração de fluidos em bolus não melhorar os sinais de choque hipovolêmico hemorrágico, deve-se reavaliar o diagnóstico 
correto e considerar a possibilidade de perda sanguínea oculta (por exemplo, no trato gastrointestinal). As demais 
intervenções visam restabelecer os desequilíbrios eletrolíticos (por exemplo, ácido-base, glicose, etc.).
Em casos de choque hipovolêmico (ou hemorrágico), administre 3 mL de fluidos para cada 1 mL de sangue perdido estimado — 
uma proporção de 3:1. Se os bolus de fluidos não melhorarem os sinais de choque hipovolêmico ou hemorrágico, considere 
a administração imediata de concentrado de hemácias. A albumina também pode ser considerada para aumentar o volume 
intravenoso em casos de choque, trauma e queimaduras, atuando como expansor de plasma.
O objetivo do tratamento do choque é levar oxigênio aos tecidos e órgãos. Isso requer oxigenação adequada no sangue, que o 
sangue chegue aos tecidos e permaneça circulando dentro dos vasos sanguíneos. Portanto, o tratamento do choque se 
dedica a alcançar esses três objetivos cruciais. Em termos objetivos, isso significa restabelecer a pressão arterial e a 
frequência cardíaca adequadas para a idade do paciente, normalizar os pulsos, o tempo de enchimento capilar e o estado mental, 
além de garantir um débito urinário de pelo menos 1 mL/kg por hora. O tratamento do choque varia de acordo com a etiologia.
A principal forma de responder ao choque hipovolêmico é fornecer volume adicional. Para crianças, um cristaloide 
isotônico, como soro fisiológico ou solução de Ringer com lactato, é o fluido de escolha para a reposição volêmica. Embora a 
reposição volêmica seja relativamente simples em adultos, deve-se ter muito cuidado ao administrar fluidos intravenosos a crianças 
e lactentes. É preciso estimar cuidadosamente a quantidade de volume perdido (por exemplo, perda sanguínea), o tamanho da 
pessoa e o grau de déficit. As recomendações atuais são administrar 20 mL/kg de fluido em bolus durante 5 a 10 minutos e repetir 
conforme necessário.
O tratamento inicial do choque distributivo consiste em aumentar o volume intravascular. O objetivo é fornecer volume 
suficiente para compensar a redistribuição inadequada do volume existente. Assim como no choque hipovolêmico, administre 
20 mL/kg de fluido em bolus durante 5 a 10 minutos e repita conforme necessário. Além do tratamento inicial, a terapia é 
individualizada de acordo com a causa do choque distributivo.
Em casos de choque séptico, o manejo agressivo de fluidos geralmente é necessário. Antibióticos intravenosos de amplo 
espectro são uma intervenção fundamental e devem ser administrados o mais rápido possível. Além disso, uma dose de 
hidrocortisona para situações de estresse (especialmente em casos de insuficiência adrenal) e vasopressores podem ser 
necessários para manter a pressão arterial. Após a reposição volêmica, os vasopressores são administrados, se necessário, de 
acordo com o tipo de choque séptico. Em indivíduos normotensos, geralmente se administra dopamina; em casos de choque 
quente, norepinefrina; e em casos de choque frio, epinefrina. A transfusão de concentrado de hemácias para elevar a hemoglobina 
acima de 10 g/dL trata a diminuição da capacidade de transporte de oxigênio. As hemoculturas também são importantes para o diagnóstico e tratamento.
Retorne e concentre a terapia antibiótica no microrganismo específico e em seus padrões de resistência.
47 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
CHOQUE DISTRIBUTIVO
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
Choque séptico
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48 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
CHOQUE CARDIOGÊNICO
CHOQUE OBSTRUTIVO
Choque anafilático
Choque neurogênico
O tamponamento cardíaco requer drenagem pericárdica. O pneumotórax hipertensivo requer descompressão 
por agulha e subsequente colocação de um dreno torácico (toracotomia com dreno). Cirurgiões cardíacos pediátricos 
podem tratar anomalias vasculares, e análogos da prostaglandina E1 podem ser administrados para manter a 
perviedade do canal arterial em neonatos com lesões ducto-dependentes. O tratamento da embolia pulmonar é 
principalmente de suporte, embora profissionais treinados possam administrar agentes fibrinolíticos e anticoagulantes. 
O manejo dessas etiologias complexas está além do escopo deste manual.
As causas do choque obstrutivo exigem cuidados rápidos e definitivos, pois representam risco agudo à vida.
Anti-histamínicos e corticosteroides também podem atenuar a resposta anafilática. Se surgirem dificuldades respiratórias, considere o uso 
de albuterol para promover a broncodilatação. Em casos muito graves de choque anafilático, pode ser necessária uma infusão contínua 
de epinefrina na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) ou na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP).
A epinefrina intramuscular é o primeiro e mais importante tratamento para o choque anafilático. Em casos graves, uma segunda 
dose de epinefrina pode ser necessária, ou a administração intravenosa pode ser requerida. Fluidos cristaloides podem ser 
administrados criteriosamente. Lembre-se de que, no choque anafilático, a permeabilidade capilar pode aumentar consideravelmente. 
Portanto, embora seja importante manter a pressão arterial estável, há uma probabilidade significativa de ocorrência de 
extravasamento para o terceiro espaço e edema pulmonar.
O choque neurogênico é clinicamente desafiador porque, frequentemente, há pouca capacidade de corrigir a lesão.
Portanto, o tratamento concentra-se inicialmente na reposição volêmica: um bolus de 20 mL/kg administrado em 5 a 10 minutos; emseguida, o paciente deve ser reavaliado para verificar a resposta. Se a hipotensão não responder à reposição volêmica, será necessário 
o uso de vasopressores. Essa ressuscitação deve ser realizada em conjunto com uma avaliação neurológica mais abrangente e um plano 
de tratamento adequado.
Como crianças em choque cardiogênico apresentam problemas na contratilidade cardíaca, o principal objetivo do tratamento é 
restaurá-la. Ao contrário da maioria dos outros tipos de choque, a reposição volêmica não é a intervenção primária no choque 
cardiogênico. Frequentemente, medicamentos para promover a contratilidade e reduzir a pós-carga são os tratamentos de primeira 
linha. Em indivíduos normotensos, isso significa o uso de vasodilatadores e diuréticos (ambos diminuem o volume intravascular). A 
contratilidade é estimulada com inotrópicos. A milrinona é frequentemente utilizada para diminuir a resistência vascular periférica. 
Quando há necessidade de reposição volêmica, os fluidos podem ser administrados lenta e cautelosamente: 5 a 10 mL/kg em 10 a 
20 minutos. O acompanhamento de pacientes com choque cardiogênico deve ser realizado por um cardiologista pediátrico ou um 
intensivista.
Lesões nas vias autonômicas da medula espinhal resultam em diminuição da resistência vascular sistêmica e hipotensão. Uma frequência 
cardíaca anormalmente baixa ou bradicardia é um sinal clínico de choque neurogênico.
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RESPOSTAS
PARA CHOQUE
AUTO-AVALIAÇÃO
2. Que tipo de choque resulta em pulsos periféricos amplos e pressão de pulso elevada?
1. Uma criança de sete anos é atropelada por um carro e apresenta hipotensão. Qual é a causa mais provável da 
baixa pressão arterial?
a. Choque anafilático b. 
Choque hipovolêmico c. 
Choque cardiogênico d. 
Choque obstrutivo
a. 100 mL
3. Você está tratando um paciente pediátrico com pressão arterial baixa. Qual a quantidade de fluido 
recomendada para a terapia em bolus?
c. 5 mL/kg d. 
20 mL/kg
O trauma é uma das principais causas de perda de sangue e choque hipovolêmico.
1. B
2. A
O choque séptico pode resultar em uma pressão de pulso ampla, com baixa resistência sistêmica e volume 
sistólico normal ou aumentado.
3. D
Considerar a administração de bolus de 20 mL/kg de cristaloide isotônico (soro fisiológico ou solução de Ringer com lactato).
b. 1 litro
a. Séptico 
b. Cardiogênico c. 
Traumático
d. Hemorrágico
49 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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OS H'S
CAUSAS REVERSÍVEIS DE PARADA CARDÍACA
OS T'S
RECONHECENDO A PARADA CARDÍACA
10 CAPÍTULO
PRENDER PRISÃO
CARDÍACO
Tabela 21
50 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Hipo/ Hipercalemia
H+ (acidose)
Hipovolemia
Ao contrário da parada cardíaca em adultos, que é muito comum devido à síndrome coronariana aguda, a parada cardíaca em 
pediatria é mais frequentemente consequência de insuficiência respiratória ou choque. Assim, a parada cardíaca pode ser 
frequentemente evitada se a insuficiência respiratória ou o choque forem tratados com sucesso. Em menos de 10% dos 
casos, a parada cardíaca é consequência de arritmia ventricular e ocorre subitamente.
Pode ser possível identificar uma causa reversível de parada cardíaca e tratá-la rapidamente. As causas reversíveis são 
essencialmente as mesmas em crianças e bebês, assim como em adultos.
Tamponamento
Pneumotórax hipertensivo
Hipóxia
Hipoglicemia
Hipotermia
Trombose (pulmonar)
Trombose (coronária)
Trauma (não reconhecido)
Toxinas
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• Ausência de pulsos periféricos (radiais)
• Respiração ineficaz
• Respiração lenta
hipotensão
• Reabastecimento capilar lento
• Trauma?
Tabela 23• Pele marmorizada/ cianose/
• Diminuição do 
nível de consciência
• Bradicardia e
• Pode ou não ser patenteado
• Pulsos centrais fracos (carótida)
frieza
51 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
• Sangramento?
• Hipotermia?
Tabela 22
EXPOSIÇÃO
RECONHECER OS RITMOS DE PRISÃORECONHECER A INSUFICIÊNCIA CARDIOPULMONAR
VIA AÉREA
CIRCULAÇÃO
INABILIDADE
RESPIRANDO
10 CARDÍACO
Fibrilação Ventricular e Taquicardia Ventricular Sem Pulso
ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO E ASSISTOLE
PRENDER PRISÃO
A atividade elétrica sem pulso (AESP) 
e a assistolia são ritmos não chocáveis.
A fibrilação ventricular (FV) e a taquicardia 
ventricular sem pulso (TVS) são ritmos chocáveis.
(V FiB)
(ERVILHA)
ASISTÓLIA
ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO
VENTRICULAR SEM PULSO
TAQUICARDIA (VTach)
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
A fibrilação ventricular (FV) e a taquicardia ventricular sem pulso (TVS) são ritmos cardíacos potencialmente fatais que 
resultam em contrações ventriculares ineficazes. A FV caracteriza-se por uma rápida contração ventricular em vez de uma 
contração vigorosa. O movimento ventricular na FV não está sincronizado com as contrações atriais. A TVS ocorre 
quando os ventrículos, em rápida contração, não bombeiam sangue suficiente para gerar um 
pulso palpável. Tanto na FV quanto na TVS, as vítimas não recebem perfusão adequada. A 
FV e a TVS são ritmos chocáveis.
A atividade elétrica sem pulso (AESP) e a assistolia são ritmos cardíacos relacionados, pois ambos representam risco 
de vida e não são chocáveis. A assistolia é a ausência de atividade elétrica ou mecânica cardíaca e é representada por um 
ECG em linha reta. Pode haver um leve desvio da linha de base (linha reta oscilante), mas não há atividade elétrica cardíaca 
perceptível. Certifique-se de que a leitura de assistolia não seja um erro técnico. Verifique se os eletrodos cardíacos estão 
conectados, o ganho está ajustado corretamente e o aparelho está ligado. Verifique dois eletrodos diferentes para confirmar. 
A AESP é qualquer uma das várias formas de onda do ECG (mesmo ritmo sinusal), mas sem pulso detectável. A AESP pode 
incluir qualquer forma de onda sem pulso, exceto fibrilação ventricular (FV), taquicardia 
ventricular (TV) ou assistolia. A assistolia pode ser precedida por um ritmo agônico. Um ritmo 
agônico é uma forma de onda semelhante a uma onda normal, mas que ocorre de forma 
intermitente, lenta e sem pulso.
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Retorno da Circulação Espontânea 
(RCE), consulte Cuidados Pós-Parada Cardíaca
PEA/Assistolia
• Assistolia/AESP, vá para 10 ou 11 
• Ritmo organizado, verifique o pulso • 
Pulso presente e sinais de retorno de
O primeiro passo no atendimento de uma parada cardíaca é iniciar uma RCP de alta qualidade. (Consulte a seção de Suporte Básico de Vida 
deste manual para obter detalhes.)
RESPOSTA À PARADA CARDÍACA
Algoritmo de Parada Cardíaca Pediátrica
NÃO
SIM
NÃOSIM
SIM
NÃO
SIM
NÃO
SIM
NÃO
SIM
3
9
1
2
10
4
11
7
8
6
Figura 16
5
RCP por dois minutos • 
Acesso IV/IO • 
Epinefrina a cada 3-5 minutos sem 
interromper a RCP • Considerar via 
aérea avançada
INICIAR RCP • 
Administrar oxigênio 
• Conectar monitor/desfibrilador
ACIONAR A RESPOSTA DE EMERGÊNCIA
RCP por dois minutos • 
Acesso IV/IO sem interrupção 
da RCP
RITMO CHOQUEANTE?
RCP por dois minutos • 
Epinefrina a cada 3-5minutos • 
Considerar via aérea avançada e 
capnografia
RITMO CHOQUEANTE?
RITMO CHOQUEANTE?
RCP em dois minutos • 
Tratar causas reversíveis
RCP (Ressuscitação 
Cardiopulmonar) por dois minutos • 
Amiodarona ou lidocaína • Tratar causas reversíveis
RITMO CHOQUEANTE?
ADMINISTRAR CHOQUE
ADMINISTRAR CHOQUE
VF/PVT
RITMO CHOQUEANTE?
Vá para 5 ou 7
ADMINISTRAR CHOQUE
52 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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• Dose de epinefrina IV/IO: 0,01 mg/kg (Repetir a cada 3 a 5 minutos; se não houver acesso IO/IV, pode-se 
administrar uma dose endotraqueal de 0,1 mg/kg.) 
• Dose de amiodarona IV/IO: 5 mg/kg em bolus durante parada cardíaca (Pode-se repetir até duas vezes)
Relação de compressão-ventilação para dois profissionais
• Minimize as interrupções • Não 
hiperventile • Alterne o 
compressor a cada dois minutos • Se não houver 
via aérea avançada, utilize uma relação de compressão-ventilação de 30:2 para um profissional e 15:2 para outro.
• Frequência de 100 a 120 compressões por minuto • 
Profundidade da compressão: um terço do diâmetro do tórax (1,5 polegadas (4 cm) em bebês)
e 5 cm (2 polegadas) em crianças)
• Em vias aéreas avançadas, 10 a 15 respirações por minuto para um profissional ou 20 a 30 respirações por
minuto para dois socorristas com compressões torácicas contínuas
• Retorno do pulso e da pressão arterial • 
Ondas espontâneas de pressão arterial com monitoramento intra-arterial
(para FV refratária/TV sem pulso.)
• Trauma
• Tamponamento cardíaco • 
Toxinas • 
Pneumotórax hipertensivo • 
Trombose pulmonar • Trombose 
coronária
• Hipovolemia • 
Hipóxia • H+ 
(acidose) • 
Hipotermia • Hipo/
hipercalemia • Hipoglicemia
PRENDER PRISÃO10 CARDÍACO
Terapia medicamentosa
Retorno da circulação espontânea
Qualidade da RCP
Energia do choque 
• Primeiro choque: 2 J/kg • 
Segundo choque: 4 J/kg • 
Choques subsequentes: ÿ 4 J/kg • Dose 
máxima do choque: 10 J/kg ou dose para adultos
Causas reversíveis
Via aérea avançada • Via 
aérea avançada supraglótica ou intubação endotraqueal • Capnografia 
de onda para confirmar e monitorar o posicionamento do tubo endotraqueal • Uma vez que a via 
aérea avançada esteja posicionada, administrar uma ventilação a cada 2 a 3 segundos (20 a 30 
ventilações por minuto)
53 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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54 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
RESPOSTAS
PARADA CARDÍACA
AUTOAVALIAÇÃO PARA
As outras lesões são irreversíveis.
2. Quais das seguintes opções são causas reversíveis de parada cardíaca?
a. Dissecção da aorta b. 
Traumatismo cranioencefálico 
c. Pneumotórax hipertensivo d. 
Ruptura da medula espinhal
1. Sua equipe responde a um acidente de carro onde um jovem de 14 anos é encontrado em parada cardíaca. Qual é
Uma causa potencialmente reversível?
a. Hipertermia b. 
Hipóxia c. 
Tétano d. 
Sobredosagem de teofilina
1. C
Lembre-se dos princípios básicos de segurança (H e T) ao avaliar pacientes em parada cardiorrespiratória. Um 
pneumotórax hipertensivo pode ser tratado inicialmente com descompressão por agulha e posterior colocação de dreno torácico.
A hipóxia é um fator precipitante comum em casos de parada cardíaca pediátrica.
Hipotermia, toxinas, traumas e tamponamento cardíaco são causas adicionais.
2. B
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SISTEMA RESPIRATÓRIO
RESSUSCITAÇÃO
PUBLICAR-
CUIDADOS
11 CAPÍTULO
É necessário manter as vias aéreas permeáveis em uma criança com nível de consciência reduzido.
• Intubar se:
O protocolo inicial de Suporte Avançado de Vida Pediátrico (PALS) tem como objetivo estabilizar uma criança ou um bebê durante uma 
emergência com risco de vida. Os cuidados pós-ressuscitação visam otimizar a ventilação e a circulação, preservar a função dos órgãos e 
tecidos e manter os níveis recomendados de glicose no sangue.
Se uma pessoa apresentar retorno da circulação espontânea (RCE), inicie imediatamente os cuidados pós-ressuscitação.
A seguir, você encontrará uma abordagem sistemática seguida de um algoritmo de cuidados pós-ressuscitação para orientá-lo(a) em seu tratamento.
• Gasometria arterial (GSA) e correção de distúrbios ácido-base • Oximetria de pulso 
(monitoramento contínuo) • Frequência e ritmo cardíacos 
(monitoramento contínuo) • CO2 expirado (se o paciente estiver 
intubado) • Manter oxigenação adequada (saturação entre 
94% e 99%) • Manter ventilação adequada para atingir PCO2 entre 35 e 45 mmHg, a menos que
salvo indicação em contrário
• Radiografia de tórax para verificar o posicionamento do tubo endotraqueal
- A ventilação não é possível por meios não invasivos, como por exemplo, pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP).
pressão (CPAP)
• Controlar a dor com analgésicos e a ansiedade com sedativos (ex.: benzodiazepínicos)
- O oxigênio e outras intervenções não conseguem atingir uma oxigenação adequada.
55 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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- Tratar as complicações da hipotermia assim que surgirem 
• Glicemia
• Elevar a cabeceira da cama se a pressão arterial permitir a perfusão cerebral • 
Temperatura
• ECG de 12 derivações
• Gasometria arterial (GSA) e correção de distúrbios ácido-base • Hemoglobina 
e hematócrito (transfundir ou fornecer suporte conforme necessário) • Frequência 
e ritmo cardíacos (monitorar continuamente) • Pressão arterial 
(monitorar continuamente com cateter arterial) • Pressão venosa central 
(PVC) • Débito urinário • Radiografia de 
tórax
• Considerar ecocardiografia • Manter 
volume intravascular adequado • Tratar hipotensão (usar 
vasopressores, se necessário, e titular a pressão arterial) • Oximetria de pulso (monitorar 
continuamente) • Manter oxigenação adequada 
(saturação entre 94% e 99%) • Corrigir anormalidades metabólicas (exames bioquímicos)
- Evite a hipertermia e trate a febre de forma agressiva.
ou apneia podem indicar herniação cerebral
• Pupilas dilatadas e não reativas, hipertensão, bradicardia, irregularidades respiratórias,
- Tratar hipoglicemia/hiperglicemia (hipoglicemia definida como glicemia igual ou inferior a 60 mg/dL)
- Eliminar as causas metabólicas/tóxicas
- Não reaqueça uma vítima de parada cardíaca hipotérmica, a menos que a hipotermia esteja interferindo.
com função cardiovascular
• Monitorar e tratar convulsões
• Monitorar continuamente a pressão arterial por meio de cateter arterial • 
Manter o débito cardíaco e a perfusão cerebral • Manter a 
normoventilação, exceto em casos de edema intracraniano (medidas temporárias) • 
Realizar exames neurológicos frequentes 
• Considerar tomografia computadorizada e/ou eletroencefalograma (EEG)
- Medicamentos anticonvulsivos
SISTEMA NEUROLÓGICO
SISTEMA CARDIOVASCULAR
56 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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SISTEMA HEMATOLÓGICO
SISTEMA RENAL
SISTEMA GASTROINTESTINAL
CUIDADOS11 PÓS-RESSUSCITAÇÃO
• Monitorar a permeabilidade e a presença de resíduos na sonda nasogástrica (NG)/orogástrica (OG). • 
Realizar um exame abdominal completo.
- Criançasmaiores: > 30 mL por hora
- Um volume urinário excessivamente alto pode indicar um problema neurológico ou renal.
• Exames bioquímicos sanguíneos de rotina
• Gasometria arterial (GSA) e correção de distúrbios ácido-base • Exame de urina 
(quando indicado) • Manter o débito 
cardíaco e a perfusão renal • Considerar o efeito de medicamentos 
no tecido renal (nefrotoxicidade) • Considerar o débito urinário no contexto da reposição volêmica 
• Toxinas podem, às vezes, ser removidas com hemodiálise de urgência/emergência 
quando
• Considere realizar ultrassonografia abdominal e/ou tomografia computadorizada abdominal.
• Exames bioquímicos de rotina, incluindo perfil hepático; • Gasometria 
arterial e correção de distúrbios ácido-base; • Atenção para sangramento intestinal, 
especialmente após choque hemorrágico.
- Abdômen tenso pode indicar perfuração intestinal ou hemorragia.
- Corrigir trombocitopenia
Os antídotos falham ou não estão disponíveis.
(diabetes insípido)
- Lactentes e crianças pequenas: > 1 mL/kg por hora
- Considerar o uso de cloreto de cálcio ou gluconato caso seja necessária transfusão maciça. • 
Corrigir anormalidades metabólicas (painel bioquímico), especialmente após transfusão.
• Monitorar o débito urinário
- O plasma fresco congelado serve para repor os fatores de coagulação.
• Monitorar hemograma completo e perfil de coagulação • Transfundir (conforme 
necessário)
57 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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• Hipóxia
• Pneumotórax hipertensivo
• Considere a consulta com um especialista e o transporte 
do paciente para um centro de atendimento terciário.
• Dopamina
• HipovolemiaAVALIE A AMEAÇA
• Epinefrina
• H+ (acidose)
• Epinefrina
• Considerar suporte inotrópico e/ou 
vasopressor
E OXIGÊNIO
• Dopamina
• Ajuste a FiO2 para manter o oxigênio 1
CHOQUE HIPOTENSIVO
• Avaliar gases sanguíneos, eletrólitos séricos e cálcio.
• Considere bolus de 10-20 mL/kg IV/IO de 
cristaloide isotônico
• Se o paciente permanecer em coma após a ressuscitação de uma 
parada cardíaca, considere a hipotermia terapêutica (32°C - 34°C 
ou 89,6°F - 93,2°F).
• Hipotermia
saturação 94%-99%
• Monitorar e tratar a hipoglicemia
• Trauma
• Identificar e tratar as causas reversíveis
• Considere a colocação avançada de 
vias aéreas e a capnografia de 
onda.
• Hipo/hipercalemia
• Dobutamina
• Tamponamento cardíaco
CHOQUE PERSISTENTE
• Trombose coronária
Otimize a ventilação
CAUSAS REVERSÍVEIS
• Norepinefrina
CHOQUE NORMOTENSIVO
• Milrinona
• Toxinas
Figura 17
• Trombose pulmonar
• Monitorar e tratar agitação e convulsões
Algoritmo de Parada Cardíaca Pediátrica
58 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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59 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
cerca de 90% a 94%
d. Todas as opções acima
c. Cor da pele
1. Quais dos seguintes métodos são úteis para determinar a perfusão de órgãos-alvo?
a. Volume urinário 
b. Estado mental
2. Você reanimou uma criança gravemente doente. Qual é a meta de saturação de oxigênio?
a. 100%
b. 94% a 99%
d. Superior a 88%
1. D
Todas são ferramentas clínicas úteis para avaliar a perfusão. A perfusão inadequada resulta em diminuição ou 
ausência de débito urinário, confusão mental e pele fria ou marmorizada.
2. B
Otimizar a oxigenação e a ventilação e ajustar a dose de oxigênio suplementar para obter uma saturação de 
oxigênio de 94% a 99%.
CUIDADOS PÓS-RESSUSCITAÇÃO
AUTOAVALIAÇÃO PARA PEDIATRIA
RESPOSTAS
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60 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
ESSENCIAIS
PALS
12 CAPÍTULO
um ano de idade.
oxigênio suplementar.
situação de emergência. • 
Lembre-se de que a família da criança e do bebê e sua reação são influenciadas por uma variedade de fatores.
• A prevenção não exige habilidades avançadas e a intervenção precoce pode ter um impacto positivo em
fatores e habilidades de 
enfrentamento. • Prepare-se mentalmente para tratar a criança ou o bebê ao se aproximar do local. • Avalie a 
aparência, a respiração e a cor da pele ao se aproximar de qualquer criança ou bebê. • A aparência geral de uma criança ou bebê 
fornece uma pista importante sobre a gravidade da doença, alertando para a gravidade do quadro.
• A diminuição da frequência respiratória normal após um período de dificuldade respiratória pode ser um sinal de alerta.
parada respiratória. • A 
bradicardia em crianças é geralmente causada por hipóxia. • A síndrome da 
morte súbita infantil (SMSI) é a principal causa de morte em bebês de um mês a
Crianças pequenas e interativas raramente ficam gravemente doentes. • Balançar 
a cabeça para frente e para trás é um sinal de desconforto respiratório em bebês. 
• Uma leitura normal de oximetria de pulso não exclui desconforto respiratório. • Bebês e crianças 
pequenas podem ficar agitados ao tentar aplicar
• Não limpe as vias aéreas às cegas para evitar empurrar um corpo estranho ainda mais para dentro. • Puxe o 
queixo para cima em direção à máscara; não empurre a máscara contra o rosto ao usar o ambu. • Administre as inspirações lentamente, 
durante um segundo, para evitar a distensão gástrica.
• A morte inesperada de uma criança ou bebê é extremamente estressante para o socorrista/profissional de saúde. • Se houver 
suspeita de corpo estranho, examine a boca e as vias aéreas antes de realizar a aspiração. • As cânulas nasofaríngeas 
são úteis para pessoas que estão tendo uma convulsão.
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ADICIONAL
FERRAMENTAS
13 CAPÍTULO
CERTALERT+
CÓDIGO MÉDICO
61 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
O CertAlert+ é o aplicativo perfeito para minimizar uma possível fonte de estresse e 
distração na sua vida. Com o CertAlert+, você terá todas as suas licenças e certificações em 
um só lugar, sempre que precisar. Nós monitoramos e enviamos lembretes quando a data de 
vencimento estiver próxima, além de ajudá-lo com o seu registro sempre que possível.
Os algoritmos individuais incluídos neste aplicativo são:
Para melhorar a funcionalidade e a rapidez na obtenção do algoritmo desejado em uma emergência, eles foram 
divididos em Suporte Básico de Vida (BLS), Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS), Suporte Avançado de 
Vida Pediátrico (PALS) e Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP). Todos podem ser acessados na tela inicial.
Com o MediCode, você não precisará mais carregar um conjunto de cartões expansíveis o 
tempo todo no trabalho. Você nunca mais perderá tempo valioso em uma situação de 
emergência procurando entre vários algoritmos até encontrar o certo. Todos os algoritmos 
agora estão acessíveis na palma da sua mão, e você poderá selecionar o algoritmo desejado.
• Acesso rápido para se inscrever facilmente na certificação online
• Suporte Básico de Vida (SBV)
e cursos de recertificação.
• Suporte Avançado de Vida Pediátrico (PALS)
Com o CertAlert+, você pode: • 
Reunir todas as licenças e certificações necessárias em um só lugar. • Tirar fotos 
(frente e verso) dos cartões de certificaçãoe licenças para
Referência simples.
• Registre todas as datas de validade e armazene com 
facilidade. • Escolha quando deseja ser lembrado(a) da proximidade do vencimento.
• Após exportar as informações do aplicativo, envie-as diretamente para o seu e-mail.
Decore em pouco tempo. Escolha entre várias opções de visualização e compartilhe 
facilmente algoritmos com colegas de trabalho e amigos por e-mail e redes sociais.
• Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS)
datas de validade.
• Ressuscitação cardiopulmonar (RCP), DEA e primeiros socorros
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REVISÃO DO PALS
QUESTÕES
10 CAPÍTULO
a. Vias 
aéreas b. 
Respiração c. 
Engasgo d. Exposição
a. 98%
b. 94%
1. As crianças têm taxas metabólicas comparadas às de adultos.
:
cerca de 90%
d. 96%
3. Qual das seguintes opções é um sinal de obstrução das vias aéreas superiores?
a. Febre b. 
Estridor c. 
Batimento de asa 
nasal d. Coceira
_____
a. Hipertensão b. 
Hipertireoidismo c. 
Hipercapnia d. 
Nenhuma das alternativas acima
:
a. Streptococcus pneumonia
a. Menor b. 
Maior c. Igual 
d. 
Imprevisível
_________
d. Todas as opções acima
6. Quais das seguintes opções são causas comuns de pneumonia aguda adquirida na comunidade?
b. Pneumonia por Mycoplasma
exceto2. A avaliação principal inclui todas as seguintes avaliações:
a. Estresse metabólico b. 
Bloqueio de Mobitz tipo II c. 
Febre d. 
Perda sanguínea aguda
7. A hipoxemia é definida como uma leitura de SpO2 em ar ambiente inferior a
4. O seguinte indica má ventilação:
5. Os seguintes fatores causam taquicardia sinusal. exceto
c. Pneumonia por clamídia
em uma criança.
62 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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QUESTÕES14 ANÁLISE DE PALS
c. Pressão de pulso ampla d. 
Hipertensão
a. Corpo estranho aspirado b. Asma
15. Quando devem ser administrados vasopressores durante o tratamento do choque séptico?
a. Quando a pessoa responde à reposição volêmica. b. Quando a pessoa 
apresenta hipotensão grave apesar da administração adequada de fluidos. c. Sempre indicado assim que o 
acesso intravenoso for obtido. d. Vasopressores nunca são usados em 
casos de choque séptico.
exceto
c. Reações alérgicas d. 
Abscesso peritonsilar
d. Todas as opções acima
12. Ao realizar a reposição volêmica em crianças, como devem ser administrados os bolus de fluidos intravenosos?
a. Sudorese excessiva b. 
Aumento da frequência cardíaca
Qual das seguintes opções?
b. Epinefrina nebulizada c. Oxigênio 
d. Todas as 
opções acima
14. Os sinais e sintomas comuns do choque compensado incluem:
:8. As causas comuns de obstrução das vias aéreas superiores incluem todas as seguintes:
13. A eficácia da reposição de fluidos e da terapia medicamentosa deve ser monitorada frequentemente por
9. Os seguintes medicamentos podem ser usados no tratamento da crupe:
a. Dexametasona
10. Qual das afirmações a respeito da assistolia não está correta?
a. A assistolia é um estado de ausência de contrações miocárdicas e de débito cardíaco ou fluxo sanguíneo. b. Uma 
pessoa em assistolia não apresenta atividade elétrica detectável. c. Uma linha 
reta no ECG sempre indica assistolia. d. A assistolia é um dos ritmos 
associados à parada cardíaca.
11. Os tipos de choque incluem todos os seguintes, exceto:
a. Choque anafilático b. Choque 
hipovolêmico c. Choque 
cardiogênico d. Choque 
hipotérmico
a. Frequência cardíaca
a. Bolus de 15 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos 
b. Bolus de 20 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos 
c. Bolus de 25 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos 
d. Bolus de 30 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos
b. Pressão arterial c. 
Estado mental
63 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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a. Maior ou igual a 40 mg/dL b. Maior ou igual 
a 50 mg/dL c. Menor ou igual a 60 mg/dL d. 
Menor ou igual a 70 mg/dL
um. 1 mL, 2 mL 
b. 3mL, 2mL c. 3 
mL, 1 mL d. 2ml, 
3ml
de cristalóide
b. Taquicardia ventricular sem pulso c. 
Atividade elétrica sem pulso d. 
Ambas A e B
17. A hipoglicemia é definida como _____
18. O tratamento padrão-ouro para o choque anafilático é:
a. Milrinona
b. Epinefrina c. 
Dopamina d. 
Dobutamina
um. Rota IV, rota IO, rota ET b. Rota 
ET, rota IV, rota IO c. Rota IO, rota 
ET, rota IV d. Rota IV, rota ET, rota 
IO
20. Qual ritmo deve ser estimulado?
a. Fibrilação ventricular
_____16. Para ressuscitação volêmica em choque hipovolêmico, administre cerca de 
para cada _____ de sangue perdido.
Em bebês, crianças e adolescentes.
19. A ordem preferencial das vias de administração de medicamentos é:
64 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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RESPOSTAS
14 ANÁLISE DE PALSQUESTÕES
65 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
3 mL, 1 mL
1. B
Mais alto
Quando a pessoa apresenta hipotensão grave apesar da administração adequada de fluidos.
Estridor
15. B
Tanto A quanto B
Epinefrina
Tudo o que precede
Tudo o que precede
10. C
12. B
4. C
2. C
9. D
Menos de 60 mg/dL
Choque hipotérmico
Aumento da frequência cardíaca
14. B
7. B
20. D
Hipercapnia
18. B
3. B
Tudo o que precede
Asfixia
5. B
8. B
17. C
Asma
Via IV, via IO, via ET
11. D
Bloco Mobitz tipo II
16. C
Uma linha reta no ECG
19. A
13. D
6. D
94%
Bolus de 20 mL/kg administrado em 5 a 20 minutos.
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Como posso ajudar?
Fundação Disque ?
Quem é o
Brownstown, IN 47220
1609 O 100 S.
Para cumprir essa missão, criamos a 
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A ideia por trás do "Salve uma Vida"
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mundo, o poder de salvar vidas se torna 
possível.
66 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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Apresentado por:
67 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Machine Translated by Googlede PALS contam com a estrutura 
necessária para prestar o melhor atendimento possível nas circunstâncias.
CAPÍTULO 1
PARA OS AMIGOS
INTRODUÇÃO
5 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Presume-se que qualquer profissional que 
tente realizar o Suporte Avançado de Vida 
Pediátrico (SAVP) tenha desenvolvido e 
mantido competência não apenas nos 
materiais apresentados neste manual, 
mas também em certas habilidades físicas, 
incluindo intervenções de Suporte Básico 
de Vida (SBV). Como o SAVP é realizado 
em crianças e bebês, os profissionais 
que o realizam devem ser proficientes 
em SBV para essas faixas etárias. Embora 
revisemos os conceitos básicos de RCP 
pediátrica, os profissionais são 
incentivados a manter suas habilidades 
físicas em prática e a buscar treinamento adicional, se necessário.
Machine Translated by Google
MEMBRO DA EQUIPE
assumindo um papel específico durante a reanimação. Isso consiste em 
um líder de equipe e vários membros da equipe (Tabela 1).
As diretrizes da ILCOR para PALS destacam a importância de uma dinâmica de equipe eficaz durante a ressuscitação. Na 
comunidade (fora de um ambiente hospitalar), o primeiro socorrista a chegar ao local pode realizar a RCP sozinho; no entanto, uma 
parada cardiorrespiratória pediátrica em um hospital pode levar dezenas de pessoas ao quarto do paciente. É fundamental organizar 
os membros da equipe de forma rápida e eficiente para que participem 
efetivamente do PALS.
A ILCOR apoia uma estrutura de equipe com cada prestador de serviços.
LÍDER DA EQUIPE
2 CAPÍTULO
RESSUSCITAÇÃO
O
EQUIPE
6 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Tabela 1
• Comprometido com a equipe
• Ter vontade, capacidade e habilidade 
para desempenhar a função
• Capaz de executar todas as habilidades
• Organiza o grupo
• Monitora o desempenho
• Compreender o seu papel
• Compreender o PALS
• Orienta os membros da equipe
• Fornece feedback sobre o desempenho 
do grupo após as tentativas 
de reanimação.
sucesso
sequência
É essencial.
Comunicação clara entre
líderes de equipe e membros da equipe
Machine Translated by Google
Comunicação
Figura 1
Circuito fechado
7 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
É importante conhecer suas próprias limitações clínicas. A ressuscitação é o momento de implementá-las.
Habilidades adquiridas, não a prática de novas. Deixe claro quando precisar de ajuda e solicite auxílio logo no 
início do atendimento à pessoa. A reanimação exige respeito mútuo, compartilhamento de conhecimento e 
críticas construtivas. Após cada caso de reanimação, os profissionais devem dedicar um tempo para revisar 
o processo e fornecer feedback útil e construtivo uns aos outros. Garantir uma atitude de respeito e apoio é 
crucial e auxilia no processamento do estresse inevitável que acompanha a reanimação pediátrica 
(Figura 1).
2 A RESSUSCITAÇÃOEQUIPE
COM VOZ E
O LÍDER DA EQUIPE ESCUTAATRIBUIÇÃO CLARA
O LÍDER DA EQUIPE CONTRIBUI
PARA MEMBRO DA EQUIPE PARA CONFIRMAÇÃO
MEMBRO DA EQUIPE
RESPONDE VERBALMENTE
CONTATO VISUAL
MEMBRO DA EQUIPE
RELATÓRIOS QUANDO TAREFA
ESTÁ COMPLETO E
RELATÓRIO DO RESULTADO
Machine Translated by Google
Este manual aborda PALS e
Este texto descreve brevemente o Suporte Básico de Vida 
(SBV). Presume-se que todos os profissionais de 
Suporte Avançado de Vida Pediátrico (SAVP) sejam 
capazes de executar o SBV adequadamente. É essencial 
que os profissionais de SAVP sejam proficientes em SBV em 
primeiro lugar. O SBV de alta qualidade é a base do SAVP.
APOIAR
VIDA BÁSICA
CAPÍTULO 3
Realize compressões no bebê usando dois dedos (se estiver sozinho) 
ou dois polegares com as mãos envolvendo o tórax do bebê (com 
dois socorristas).
De acordo com as diretrizes de RCP de 2020, para crianças de todas as idades, a proporção de compressões 
para ventilações deve ser de 30:2 para um socorrista e de 15:2 para dois socorristas.
O Suporte Básico de Vida (SBV) utiliza RCP (Ressuscitação 
Cardiopulmonar) e desfibrilação cardíaca quando um Desfibrilador Externo 
Automático (DEA) está disponível. O SBV é o método de suporte de vida utilizado 
quando há acesso limitado a intervenções avançadas, como medicamentos e 
dispositivos de monitoramento. Em geral, o SBV é realizado até a chegada do serviço 
de emergência médica (SAMU) para fornecer um nível de atendimento mais 
elevado. Em qualquer situação, a RCP de alta qualidade é a base tanto do SBV 
quanto das intervenções de Suporte Avançado de Vida Pediátrico (SAVP). Uma 
RCP de alta qualidade oferece à criança ou ao bebê a maior chance de sobrevivência, 
fornecendo circulação sanguínea ao coração, cérebro e outros órgãos até o retorno 
da circulação espontânea (RCE).
Diferenças no Suporte Básico de Vida (SBV) para bebês e no SBV para crianças.
Verifique o pulso do bebê utilizando a artéria braquial, 
localizada na parte interna do braço, entre o cotovelo e o ombro.
Realize compressões torácicas na criança utilizando uma ou duas 
mãos, dependendo do tamanho da criança.
Verifique o pulso da criança usando a artéria carótida na 
lateral do pescoço ou o pulso femoral na parte interna da 
coxa, na dobra entre a perna e a virilha.
A profundidade da compressão deve ser um terço da 
profundidade do tórax; para a maioria das crianças, isso 
corresponde a 5 cm (2 polegadas).
Se você for a única pessoa no local e encontrar um bebê ou criança inconsciente, realize RCP (ressuscitação cardiopulmonar) por dois minutos antes de ligar para o 
serviço de emergência médica ou procurar um DEA (desfibrilador externo automático).
Se você presenciar uma parada cardíaca em um bebê ou criança, ligue para o serviço de emergência médica e pegue um DEA (desfibrilador externo automático) antes de iniciar a RCP (ressuscitação cardiopulmonar).
A profundidade da compressão deve ser um terço da profundidade 
do tórax; para a maioria dos bebês, isso corresponde 
a cerca de 4 cm (1,5 polegadas).
CRIANÇAS (1 a 8 anos)BEBÊS (0 a 12 meses)
Tabela 2
8 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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9 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Suporte Básico de Vida (SBV) com um único socorrista para crianças.
APOIAR
Suporte Básico de Vida (SBV) com Dois Socorristas para Crianças
3 PRINCÍPIOS BÁSICOS DE VIDA
BLS PARA CRIANÇAS (1 ANO ATÉ A PUBERDADE)
seguido de duas respirações. Se você sentir o pulso, mas a frequência cardíaca for inferior a 60 batimentos por minuto, deve 
iniciar a RCP. Essa frequência é muito lenta para uma criança.
5. Quando o segundo socorrista retornar, inicie a RCP realizando 15 compressões com um socorrista e duas respirações com o segundo 
socorrista.
Se você estiver sozinho com uma criança, faça o seguinte:
3. Avalie se a criança está respirando enquanto verifica o pulso carotídeo (na lateral do pescoço) ou o pulso femoral (na parte interna 
da coxa, na dobra entre a perna e a virilha) por no máximo 10 segundos.
4. Se você não conseguir sentir o pulso (ou se não tivercerteza), inicie a RCP fazendo 30 compressões.
5. Após realizar RCP por cerca de dois minutos (geralmente cerca de cinco ciclos de 30 compressões e duas respirações) e se o socorro 
não chegar, ligue para o serviço de emergência médica (SAMU) enquanto permanece com a criança. A ILCOR enfatiza 
que os celulares estão disponíveis em todos os lugares hoje em dia e a maioria possui viva-voz. Consiga um DEA 
(Desfibrilador Externo Automático) se souber onde encontrar um.
6. Utilize e siga as instruções do DEA (Desfibrilador Externo Automático) quando disponíveis, enquanto continua a RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) até a chegada do SAMU (Serviço de Emergência Médica) ou até que...
O quadro da criança se normaliza.
3. Avalie se a criança está respirando enquanto verifica o pulso carotídeo (na lateral do pescoço) ou o pulso femoral (na parte interna 
da coxa, na dobra entre a perna e a virilha) por no máximo 10 segundos.
1. Toque no ombro da criança e fale em voz alta para verificar se ela responde.
2. Se a criança não responder e não estiver respirando (ou estiver apenas ofegante), peça ao segundo socorrista para ligar para o 192 (ou 911, 
dependendo do país) e solicitar um DEA (desfibrilador externo automático).
4. Se você não conseguir sentir o pulso (ou se não tiver certeza), inicie a RCP fazendo 15 compressões.
6. Utilize e siga as instruções do DEA (Desfibrilador Externo Automático) quando disponíveis, enquanto continua a RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) até a chegada do SAMU (Serviço de Emergência Médica) ou até que...
2. Se a criança não responder e não estiver respirando (ou estiver apenas ofegante), grite por socorro.
1. Toque no ombro da criança e fale em voz alta para verificar se ela responde.
O suporte básico de vida (SBV) para crianças e bebês é praticamente idêntico. Por exemplo, se dois socorristas estiverem disponíveis 
para realizar a RCP, a proporção de compressões para respirações é de 15:2 tanto para crianças quanto para bebês.
seguido de duas respirações. Se você sentir o pulso, mas a frequência for inferior a 60 batimentos por minuto, inicie a RCP. 
Essa frequência é muito lenta para uma criança.
Se alguém responder, peça à segunda pessoa para ligar para o 911 e buscar um DEA (Desfibrilador Externo Automático).
O quadro da criança se normaliza.
Se você não estiver sozinho(a) com uma criança, faça o seguinte:
Machine Translated by Google
Suporte Básico de Vida (SBV) para Bebês com um Socorrista
Problemas respiratórios. As taxas de sobrevivência melhoram quando se intervém em problemas respiratórios o mais cedo possível. Lembre-
se de que a prevenção é o primeiro passo na Cadeia de Sobrevivência Pediátrica.
• Durante a RCP, as compressões podem ser realizadas em um
Na parte interna do braço, entre o cotovelo e o ombro do bebê.
5. Após realizar RCP por cerca de dois minutos (geralmente cerca de cinco ciclos de 30 
compressões e duas respirações), se o socorro não chegar, ligue para o serviço de 
emergência médica (SAMU) enquanto permanece com o bebê. A ILCOR enfatiza que os 
celulares estão disponíveis em todos os lugares hoje em dia e a maioria possui viva-voz. 
Consiga um DEA (Desfibrilador Externo Automático) se souber onde encontrar um.
• Verifique o pulso do bebê utilizando a artéria braquial.
bebê usando dois dedos (com um socorrista) ou com as duas mãos envolvendo 
o peito com os polegares (se houver dois socorristas e as mãos dos socorristas forem 
grandes o suficiente para envolver o peito do bebê) (Figura 2).
Essa frequência é muito lenta para um bebê. Para realizar a RCP em um bebê, faça o seguinte 
(Figura 3b): a. Certifique-se de 
que o bebê esteja deitado de barriga para cima em uma superfície 
dura. b. Usando dois dedos, faça compressões no centro do tórax do bebê; não 
pressione a extremidade do esterno, pois isso pode causar lesões ao bebê. c. A 
profundidade da compressão deve ser de cerca de 
4 cm (1,5 polegadas) e
Para a maioria dos bebês, isso corresponde a cerca de 4 cm (1,5 polegadas).
O quadro clínico do bebê se normaliza.
Determinar se eles são receptivos.
6. Utilize e siga as instruções do DEA (Desfibrilador Externo Automático) quando disponíveis, enquanto continua a RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) até a chegada do SAMU (Serviço de Emergência Médica) ou até que...
3. Avalie se eles estão respirando enquanto verifica o pulso femoral ou braquial do bebê por no 
máximo 10 segundos (Figura 3a).
uma taxa de 100 a 120 por minuto.
Faça 30 compressões seguidas de duas respirações. Se você sentir o pulso, mas a 
frequência for inferior a 60 batimentos por minuto, inicie a RCP.
O Suporte Básico de Vida (SBV) para crianças e bebês é praticamente idêntico. 
As principais diferenças entre o SBV para crianças e o SBV para bebês são (Tabela 2):
• A profundidade da compressão deve ser um terço da profundidade do tórax; para
Se você estiver sozinha com um bebê, faça o seguinte:
2. Se o bebê não responder e não estiver respirando (ou se estiver apenas ofegante), peça ajuda 
em voz alta. Se alguém responder, peça para a segunda pessoa ligar para o serviço de 
emergência médica e buscar um DEA (Desfibrilador Externo Automático).
4. Se você não conseguir sentir o pulso (ou se não tiver certeza), inicie a RCP seguindo os passos abaixo.
1. Bata na sola do pé deles e fale alto com o bebê.
• Em bebês, eventos cardíacos primários não são comuns. Geralmente, a parada cardíaca será precedida por
Suporte Básico de Vida (SBV) para bebês (0 a 12 meses)
B
Figura 2
UM
10 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Figura 3
Machine Translated by Google
5. Quando o segundo socorrista retornar, inicie a RCP realizando 15 compressões com um socorrista e duas respirações com o 
segundo socorrista. Se o segundo socorrista conseguir envolver o tórax do bebê com as mãos, realize a RCP utilizando a 
técnica de compressões com os polegares. Não pressione a parte inferior do esterno, pois isso pode causar lesões ao bebê.
3. Avalie se eles estão respirando enquanto simultaneamente verifica o pulso braquial do bebê por 5 minutos.
Se você não estiver sozinho com o bebê, faça o seguinte: 1. Bata 
levemente na sola do pé do bebê e fale em voz alta para verificar se ele responde.
2. Se o bebê não responder e não estiver respirando (ou estiver apenas ofegante), peça ao segundo socorrista para ligar para o 192 (ou 911, dependendo do país) e 
pegar um DEA (desfibrilador externo automático).
seguida de duas respirações. Se você sentir o pulso, mas a frequência for inferior a 60 batimentos por minuto, inicie a RCP. 
Essa frequência é muito lenta para um bebê.
4. Se você não conseguir sentir o pulso (ou se não tiver certeza), inicie a RCP fazendo 15 compressões.
mas não mais do que 10 segundos.
minuto.
7. Utilize e siga as instruções do DEA (Desfibrilador Externo Automático) quando disponíveis, enquanto continua a RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar)até a chegada do SAMU (Serviço de Emergência Médica) ou até que...
O quadro clínico do bebê se normaliza.
6. As compressões devem ter aproximadamente 4 cm (1,5 polegadas) de profundidade e uma frequência de 100 a 120 por compressão.
3 PRINCÍPIOS BÁSICOS DE VIDAAPOIAR
Suporte Básico de Vida (SBV) com Dois Socorristas para Bebês
11 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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SEM PULSO
DEFINITIVO
PULSO
NÃOSIM
Figura 4
• Permitir o retorno do tórax entre as 
compressões
• Taxa de 100 a 120 compressões por 
minuto
• Profundidade de compressão de um terço do 
diâmetro do tórax
• NÃO ventile em excesso
12 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
• Minimizar as interrupções das compressões torácicas
• Verifique o pulso a cada dois minutos
• Administre uma respiração a cada três segundos
Algoritmo de Suporte Básico de Vida Pediátrico
• Adicione compressões se o pulso permanecer 
abaixo de 60 por minuto com perfusão 
inadequada, apesar da oxigenação e 
ventilação adequadas.
• Retome a RCP imediatamente por 
dois minutos.
• Avalie o ritmo a cada dois 
minutos
• Continue até mais
até que chegue ajuda especializada 
ou até que a criança mostre sinais 
de retorno da circulação sanguínea.
OBTENHA UM DEA/DEFBRILADOR
SISTEMA DE RESPOSTA
SEM
Critérios para uma RCP de alta qualidade: NÃO RESPONDE
ATIVAR EMERGÊNCIAATIVAR EMERGÊNCIA
RESPIRAÇÕES NORMAIS
DEA/DEFBRILADOR
CHEGA
OBTENHA UM DEA/DEFBRILADOR
SISTEMA DE RESPOSTA,
DENTRO DE 10
PULSO
Avaliar pulso:
DEFINITIVO
SEGUNDOS
Administre um choque e
Retome imediatamente a RCP por 
dois minutos.
Inicie ciclos de 30 (15 se houver dois 
socorristas) 
compressões e duas 
respirações.
RITMO
AVALIAR PARA
CHOQUEÁVEL
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13 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
RESPOSTAS
AUTOAVALIAÇÃO PARA SUPORTE BÁSICO
Como determinar a falta de resposta? a. Aplicar o DEA 
(Desfibrilador Externo 
Automático). b. Pedir a um transeunte que ligue para o 
192 (ou 911, dependendo do país). c. 
Procurar um dos pais. d. Realizar respiração boca a boca.
Para crianças e bebês, a proporção é de 15:2 para dois socorristas e de 30:2 para um socorrista.
3. Qual é a proporção de compressões torácicas para respirações na ressuscitação cardiopulmonar (RCP) com dois socorristas em crianças e bebês?
a. Punho - lado do polegar b. 
Cotovelo - parte interna, próximo ao antebraço 
c. Parte superior do braço - parte 
interna d. Pescoço - em ambos os lados da traqueia
4. A comunicação eficaz é fundamental em todas as tentativas de reanimação. Quais das seguintes opções são
1. B
A ativação precoce é fundamental. Peça a todos os presentes que liguem para o serviço de emergência (192 no Brasil). 
Muitas paradas cardíacas pediátricas são resultado de problemas respiratórios, e a intervenção imediata pode salvar vidas.
d. 15:5
d. Todas as opções acima
4. D
O pulso braquial localiza-se na parte superior do braço.
Componentes da comunicação eficaz em equipe? a. 
Compartilhamento de 
conhecimento b. Comunicação 
clara c. Respeito mútuo
b. 15:2
3. B
1. Você presta socorro a uma criança ou bebê encontrado caído. Qual é a próxima ação após...
2. Qual das seguintes opções descreve a localização do pulso braquial?
a. 30:2
Outros componentes incluem mensagens claras, conhecimento das próprias limitações, intervenção 
construtiva, reavaliação e síntese.
2. C
c. 30:5
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Figura 5
14 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
ANATOMIA E FISIOLOGIA NORMAIS DO CORAÇÃO
CAPÍTULO 4
AVANÇADO
PEDIÁTRICO
SUPORTE DE VIDA
O sangue sai do coração através de um grande 
vaso conhecido como aorta. Válvulas entre cada 
par de câmaras cardíacas impedem o refluxo do 
sangue. Os dois átrios se contraem 
simultaneamente, assim como os 
ventrículos, fazendo com que as contrações do 
coração ocorram de cima para baixo. Cada 
batimento começa no átrio direito (AD). O ventrículo esquerdo (VE) é a maior e mais espessa das quatro câmaras, sendo 
responsável por bombear o sangue recém-oxigenado para o resto do corpo. O nó sinoatrial (SA) no AD gera a atividade 
elétrica que atua como o marca-passo natural do coração. Esse impulso elétrico viaja então para o nó atrioventricular (AV), 
que fica entre os átrios e os ventrículos. Após uma breve pausa, o impulso elétrico segue para o sistema His-Purkinje, 
que funciona como uma fiação para conduzir o sinal elétrico para o VE e o ventrículo direito (VD). Esse sinal elétrico faz 
com que o músculo cardíaco se contraia e bombeie o sangue.
Compreender a anatomia e a fisiologia cardíacas 
normais é um componente importante para a 
realização do Suporte Avançado de Vida 
Pediátrico (SAVP). O coração é um músculo 
oco composto por quatro câmaras, 
envolvidas por paredes espessas de tecido 
(septo). Os átrios são as duas câmaras superiores 
e os ventrículos são as duas câmaras inferiores. 
Os hemisférios esquerdo e direito do coração 
trabalham em conjunto para bombear o sangue por 
todo o corpo. O átrio direito (AD) e o 
ventrículo direito (VD) bombeiam o sangue 
desoxigenado para os pulmões, onde ele é 
oxigenado. Esse sangue rico em oxigênio retorna 
ao átrio esquerdo (AE) e, em seguida, entra no 
ventrículo esquerdo (VE). O VE é a principal 
bomba que leva o sangue recém-oxigenado para o resto do corpo.
Ao entendermos o funcionamento elétrico normal do coração, torna-se mais fácil compreender as suas funções 
anormais. Quando o sangue entra nos átrios do coração, um impulso elétrico emitido pelo nó sinoatrial (SA) propaga-se 
pelos átrios, resultando na contração atrial.
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NÃO
SIM
SIM NÃO
SIM
NÃO
SUPORTE DE VIDA4 PEDIATRIA AVANÇADA
Embora existam várias causas para uma criança ou um 
bebê ficar inconsciente, os principais 
problemas a serem abordados incluem manter o sangue 
circulando pelos vasos sanguíneos (perfusão) e fornecer 
oxigênio aos pulmões (oxigenação). Quando a criança 
ou o bebê apresenta perfusão e oxigenação 
inadequadas, a ressuscitação 
cardiopulmonar (RCP) manual assume o controle do 
coração e dos pulmões. Se a perfusão e a oxigenação 
ainda estiverem adequadas, mas a criança estiver 
inconsciente, o diagnóstico e o tratamento rápidos 
podem ser possíveis sem a necessidade de RCP.
Ao encontrar uma criança ou um bebê inconsciente, muitas 
vezes não é possível deduzir imediatamente a 
causa. É importante agir com rapidez e decisão, aplicando intervenções 
adequadas às necessidades do indivíduo naquele 
momento. Para isso, o PALS foi desenvolvido para 
que os profissionais de saúde adotem uma abordagem abrangente.
Essa contração atrial é registrada em um eletrocardiograma (ECG) como a onda P. Esse impulso então viaja até o nó AV, que 
por sua vez conduz o impulso elétrico através do feixe de His, ramos do feixe e fibras de Purkinje dos ventrículos, 
causando a contração ventricular. O intervalo de tempo entre o início da contração atrial e o início da contração 
ventricular é registradoem um ECG como o intervalo PR. A contração ventricular é registrada no ECG como o complexo 
QRS.
Após a contração ventricular, os ventrículos repousam e repolarizam, o que é registrado no traçado do ECG como a onda T. 
Os átrios também repolarizam, mas isso coincide com o complexo QRS e, portanto, não pode ser observado no traçado do 
ECG. A presença conjunta de uma onda P, um complexo QRS e uma onda T em intervalos adequados indica ritmo 
sinusal normal (RSN) (Figura 5). Anormalidades no sistema de condução podem causar atrasos na transmissão 
do impulso elétrico e são detectadas no ECG. Esses desvios da condução normal podem resultar em arritmias como bloqueios 
cardíacos, pausas, taquicardias e bradicardias, bloqueios e batimentos perdidos. Essas arritmias serão abordadas com mais 
detalhes adiante neste manual.
É importante diferenciar a respiração normal da respiração agônica (ou respiração ofegante). A respiração agônica 
é considerada uma respiração ineficaz.
A avaliação deve ser realizada rapidamente. Existe um baixo limiar para administrar ventilação e/ou compressões torácicas 
se houver evidências de que a criança ou o bebê não consegue realizar nenhuma dessas ações de forma eficaz por 
conta própria.
Da mesma forma, nem todos os pulsos são adequados. A regra geral é que pelo menos 60 batimentos por minuto são 
necessários para manter a perfusão adequada em uma criança ou um bebê.
Se o problema for de natureza respiratória (respiração ineficaz com pulsos adequados), então o início da respiração 
boca a boca é justificado. Se a respiração for ineficaz e os pulsos estiverem inadequados, inicie imediatamente 
a RCP de alta qualidade. É importante entender que qualquer caso pode mudar a qualquer momento, portanto, você deve 
reavaliar periodicamente e ajustar a abordagem do tratamento de acordo. Use a RCP para auxiliar a respiração e a 
circulação até que a causa seja identificada e tratada de forma eficaz.
15 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Figura 6
E TRATAR
A CRIANÇA/
BEBÊ ESTÁ RESPIRANDO 
ADEQUADAMENTE?
A CRIANÇA/
BEBÊ ESTÁ 
RESPONDENDO?
DIAGNOSTICAR
Existe pulso 
adequado?
RESGATAR
RESPIRANDO
RCP
COMEÇAR
UMA ABORDAGEM SISTEMÁTICA
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INABILIDADEVIA AÉREA CIRCULAÇÃO EXPOSIÇÃO
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO INICIAL
• Elevação da mandíbula/ Propulsão do queixo
• Isso significa aberto e
desobstruído
Se a criança ou o bebê não estiver 
respirando adequadamente, trata-
se de uma situação de risco de 
vida que deve ser 
considerada como parada respiratória.
• Cricotireotomia, se necessário
• Intubação endotraqueal
• Os sinais de aumento do esforço respiratório 
incluem batimento de asa do nariz, 
respiração rápida, retração torácica, 
respiração abdominal, estridor, 
grunhido, sibilos e crepitações.
Avalie as vias aéreas e 
determine uma das três 
possibilidades (Tabela 3).
A ILCOR recomenda seguir o método ABCDE ao fazer uma avaliação inicial (Figura 7).
Se você já chegou à fase inicial de diagnóstico e tratamento, a criança ou o bebê não corre risco imediato de morte. Embora isso 
signifique que você provavelmente tem um curto período para descobrir a causa do problema e intervir com o tratamento adequado, 
não significa que um evento com risco de vida seja impossível. Esteja sempre atento a qualquer indicação para iniciar uma ressuscitação 
cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade e procure por eventos que ameacem a vida, como dificuldade respiratória, 
alteração do nível de consciência ou cianose.
Uma vez que as vias 
aéreas estejam estabelecidas 
e mantidas, passe para a 
respiração.
• Em caso afirmativo, prossiga para a seção de Respiração.
• Intubação endotraqueal
• Via aérea nasofaríngea 
ou orofaríngea
• Cricotireotomia, se necessário
• A taquipneia apresenta um amplo 
diagnóstico diferencial.
No entanto, a respiração 
anormal, embora 
marginalmente eficaz, pode ser 
avaliada e controlada (Tabela 4).
• A bradicardia pode ser um sinal de 
parada respiratória iminente.
É uma via aérea avançada.
Abrir manualmente?
É possível manter as vias aéreas desobstruídas?
Figura 7
As vias aéreas estão desobstruídas?
É uma via aérea avançada.
obrigatório?
Tabela 3
Há aumento do esforço 
respiratório?
obrigatório?
Tabela 4
16 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
A respiração está muito 
rápida ou muito lenta?
VIA AÉREA
RESPIRANDO
RESPIRANDO
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(DORMINDO)
NORMAL
PRESSÃO
(SISTÓLICO)
(ACORDADO)
SANGUE
NORMAL
IDADE FREQUÊNCIA CARDÍACA
(SISTÓLICO)
SANGUE
PRESSÃO
NORMAL
SANGUE
HIPOTENSÃO
PRESSÃO
FREQUÊNCIA CARDÍACA
NORMAL
(DIASTÓLICO)
CIRCULAÇÃO
SUPORTE DE VIDA4 PEDIATRIA AVANÇADA
A frequência cardíaca e a pressão arterial normais em crianças são bastante diferentes das de adultos e mudam com a 
idade. Da mesma forma, a frequência cardíaca é mais lenta quando crianças e bebês estão dormindo. A maioria dos 
centros terá faixas aceitáveis que utilizam para frequências cardíacas normais e anormais para uma determinada idade. 
Embora você deva seguir as diretrizes locais, as faixas aproximadas estão listadas na Tabela 5.
A avaliação da circulação em pediatria envolve mais do que verificar o pulso e a pressão arterial.
A cor e a temperatura da pele e das mucosas podem ajudar a avaliar a eficácia da circulação sanguínea. Pele 
pálida ou azulada indica perfusão tecidual deficiente. O tempo de enchimento capilar também é uma avaliação útil 
em pediatria. A pele adequadamente perfundida se encherá rapidamente de sangue após ser comprimida (por exemplo, 
dobrando a ponta do dedo na base da unha). Tecidos com perfusão inadequada levarão mais de dois segundos para 
responder. Pele anormalmente fria também pode sugerir má circulação.
30-4580-160
Um ano
85-190
Tabela 5
Dois anos
Criança 
(de 2 a 10 anos)
Seis meses
Adolescente 
(acima de 
10 anos)
> Próximo: Exposição
NÃO RESPONDE
INABILIDADE
Só pode ser excitado induzindo 
dor.
As avaliações neurológicas incluem a escala de resposta AVPU (alerta, voz, dor, não responsivo) e a Escala de Coma de Glasgow (ECG). 
Uma ECG especialmente modificada é usada para crianças e bebês, levando em consideração as diferenças de desenvolvimento (Tabelas 
6 e 7).
Pode ser sonolento, mas ainda assim interativo.
Em PALS (Suporte Avançado de Vida 
Pediátrico), incapacidade 
refere-se à realização de uma avaliação 
neurológica rápida. É possível obter muitas 
informações determinando o nível de 
consciência em uma escala de quatro 
níveis. A resposta pupilar à luztambém 
é uma maneira rápida e útil de avaliar a 
função neurológica.
Não consigo obter resposta do paciente.
Só pode ser excitado falando ou gritando.
PONTUAÇÃOBEBÊSÁREA AVALIADA CRIANÇAS
4
Revelador
Responde à dor com flexão.
Abre-se espontaneamente
Retira-se para tocar
resposta
2
5
Motor
2
Abre apenas em resposta à dor.
Sem resposta
Retira-se em resposta à dor.
3
3
Gemidos em resposta à dor
Palavras inapropriadas
Responde à dor com postura de 
decorticação (flexão anormal).
Localiza o estímulo doloroso
Gritos irritados
1
Gritos em resposta à dor
2
Move-se espontaneamente e 
com propósito.
1
5
1
Confuso
Retira-se em resposta à dor. 4
Obedece às ordens.
Abre em resposta a estímulos verbais.
Sem resposta
resposta
Abre-se espontaneamente 4
Sem resposta
Responde à dor com extensão.
Palavras incompreensíveis ou 
sons não específicos
Sem resposta
Sem resposta
Sem resposta
6
Abre apenas em resposta à dor.
Verbal
Arrulhos e balbucios
Responde à dor com postura de 
descerebração (extensão anormal).
Abre em resposta a estímulos verbais.
Orientado, apropriado
3
Escala de Coma de Glasgow para Crianças e Bebês
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Tabela 8
19 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
EXPOSIÇÃO
SUPORTE DE VIDA4 PEDIATRIA AVANÇADA
• Cirurgias
• Quais medicamentos a criança está tomando?
A avaliação da exposição é classicamente mais importante ao se prestar atendimento a uma criança ou bebê que possa ter 
sofrido um trauma; no entanto, ela tem seu lugar em todas as avaliações de Suporte Avançado de Vida Pediátrico (SAVP). A 
avaliação da exposição lembra o profissional de saúde de procurar sinais de trauma, queimaduras, fraturas e qualquer outro 
sinal óbvio que possa fornecer uma pista sobre a causa do problema atual. A temperatura e a cor da pele podem fornecer 
informações sobre o sistema cardiovascular da criança ou do bebê, a perfusão tecidual e o mecanismo da lesão. Se houver 
tempo disponível, o profissional de SAVP pode procurar sinais mais sutis, como petéquias ou hematomas. A avaliação da 
exposição também lembra o profissional de saúde de que crianças e bebês perdem a temperatura corporal central mais 
rapidamente do que os adultos. Portanto, embora seja importante avaliar todo o corpo, certifique-se de cobrir e aquecer o 
indivíduo após a avaliação diagnóstica.
• Hospitalizações
Siga o acrônimo SPAM: Sinais e sintomas, 
Histórico médico, Alergias e Medicamentos (Tabela 
8).
• Quaisquer alergias a medicamentos ou fatores ambientais
• Examine o paciente da cabeça aos pés para
• A criança pode ter ingerido algum medicamento ou 
substância inadequada?
- Agitação, ansiedade, depressão
- Febre
- Apetite
- Diarreia (com sangue)
(Com ou sem receita médica)?
a seguir:
Após seguir o método ABCDE e descobrir uma causa 
tratável, e caso a criança ou o bebê não tenha apresentado 
piora clínica (com risco de vida), prossiga para uma 
avaliação mais completa. Isso inclui uma 
anamnese e um exame físico direcionados, 
envolvendo o indivíduo, a família e quaisquer 
testemunhas relevantes. Em relação à anamnese, 
você poderia...
• Avaliar eventos recentes relacionados 
ao problema atual
• Qualquer exposição a alérgenos ou toxinas
-Doença prévia, atividade perigosa
O exame físico direcionado será guiado pelas respostas à 
anamnese direcionada. Por exemplo, uma queixa de 
dificuldade respiratória motivará um exame minucioso 
das vias aéreas e dos pulmões. Também poderá motivar a 
realização de uma radiografia de tórax portátil em 
ambiente hospitalar. O ponto principal é que o ideal 
é realizar uma avaliação completa da cabeça aos 
pés. Utilize recursos diagnósticos sempre 
que possível para complementar o exame físico.
- Consciência, delírio
- Respirando
- Náuseas/ vômitos
• Histórico de parto complicado
P: HISTÓRICO MÉDICO ANTERIOR
S: SINAIS E SINTOMAS
A: ALERGIAS
M: MEDICAMENTOS
DIAGNÓSTICO SECUNDÁRIO
E TRATAMENTO
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20 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
QUESTÕES QUE AMEACEM A VIDA
Se, em algum momento, você determinar que a criança ou o bebê está em uma emergência com risco 
de vida, inicie imediatamente o suporte respiratório e cardiovascular. Isso geralmente significa 
realizar RCP de alta qualidade. Embora seja importante reconhecer e responder à causa específica 
do problema, o tempo necessário para identificá-la não deve interferir na perfusão e oxigenação da 
criança ou do bebê. Enquanto mantém a respiração e a circulação, determine se a criança está 
apresentando principalmente insuficiência respiratória/parada respiratória, bradicardia, taquicardia, 
choque ou parada cardíaca. Os protocolos PALS específicos para cada uma dessas situações clínicas 
são fornecidos ao longo deste manual.
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21 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
1. Qual é um mnemônico simples para auxiliar na avaliação do estado mental?
SPAM significa Sinais e sintomas, Histórico médico, Alergias e Medicamentos. SPAM refere-se ao componente 
de histórico do exame secundário mais abrangente (Diagnóstico e Tratamento Secundários).
A que se refere a sigla? 
a. Pesquisa primária (Diagnóstico e Tratamento iniciais)
c. ABCDE
3. Verdadeiro ou falso: O componente verbal da Escala de Coma de Glasgow (ECG) utiliza exatamente o mesmo
1. A
d. Medicamentos a considerar
2. C
O GSC é adaptado para crianças e bebês. As habilidades verbais de um bebê são muito diferentes das de 
uma criança ou de um adulto.
d. NRP
b. AMOSTRA
3. Falso
a. AVPU
2. Você está reanimando uma criança e seu parceiro sugere seguir a regra SPAM. O que é isso?
Respostas para bebês e adultos.
AVPU (alerta, voz, dor, não responsivo) é uma ferramenta de avaliação simples para verificar se a perfusão 
cerebral é adequada.
b. Técnica de RCP c. 
Avaliação secundária (Diagnóstico e Tratamento Secundários)
AUTOAVALIAÇÃO PARA PALS
RESPOSTAS
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Tentativa sem treinamento.
nãoO acesso intraósseo deve ser
ACESSO INTRAÓSSEO
FERRAMENTAS
RESSUSCITAÇÃO
5 CAPÍTULO
Um dispositivo médico é um instrumento usado para diagnosticar, tratar ou facilitar o cuidado. Os recursos farmacológicos são os medicamentos 
usados para tratar os problemas comuns enfrentados durante uma emergência 
pediátrica. É fundamental que se tenha um conhecimento profundo para prestar o 
melhor atendimento possível a uma criança ou bebê que necessite de assistência.
Compreender que existem ferramentas de reanimação disponíveis é um componente essencial do PALS (Suporte Avançado de 
Vida Pediátrico). Esses recursos são divididos em duas subcategorias: dispositivos médicos e ferramentas farmacológicas.
A relativa fragilidade óssea em crianças pequenas torna o acesso intraósseo um meio rápido e útil para administrar fluidos e 
medicamentos em situações de emergência, quando o acesso intravenoso não pode ser realizado de forma rápida ou eficiente. 
Felizmente, qualquer medicamento que possa ser administrado por via intravenosa pode ser administrado na medula óssea semnecessidade de ajuste de dose. As contraindicações incluem fratura óssea, histórico de malformação óssea e infecção no local da 
inserção.
DISPOSITIVOS MÉDICOS
prenda a agulha
Coloque o paciente em 
decúbito 
dorsal.
Apoie o joelho com 
uma toalha enrolada.
OU uma agulha de 
calibre grosso (pelo 
menos calibre 18).
Utilize precauções 
universais
Insira a agulha com 
firmeza, mas delicadamente.
Mantenha a 
bolsa de soro sob pressão.
tuberosidade abaixo da 
articulação do joelho
Utilize uma 
agulha intraóssea 
específica.
Prepare a pele com 
betadina ou clorexidina.
Encontre a tíbia
Estabilizar e
A resistência 
diminuirá repentinamente 
quando estiver na medula óssea.
Infundir rapidamente 
5 mL de fluidoNão aspire.
Estabilize a perna 
com uma 
ligeira rotação externa.
22 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Figura 8
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VEDAÇÃO HERMÉTICA
APROPRIADO
POSIÇÃO
VENTILAR
VENTILAÇÃO COM MÁSCARA E BOLSA
FERRAMENTAS5. RESSUSCITAÇÃO
Os dois tipos mais comuns de máscara de ventilação manual são a autoinflável e a inflável por fluxo. Embora 
a máscara autoinflável deva ser a primeira escolha em reanimações, ela não deve ser usada em crianças ou bebês que 
respiram espontaneamente. As máscaras de ventilação manual por fluxo, por outro lado, exigem mais treinamento e 
experiência para serem operadas corretamente, pois o profissional deve controlar simultaneamente o fluxo de gás, a vedação 
adequada da máscara, a posição do pescoço do paciente e o volume corrente adequado. O tamanho mínimo da máscara 
deve ser de 450 mL para bebês e crianças pequenas. Crianças maiores podem necessitar de uma máscara com volume 
de 1000 mL. A ventilação adequada é de extrema importância, pois a ventilação insuficiente leva à acidose respiratória.
Quando realizada corretamente, a ventilação com máscara e ambu é uma intervenção importante na síndrome de 
hiperventilação pós-anestésica (SHP). O uso adequado requer um ajuste correto: a boca e o nariz da criança ou do bebê 
devem ser cobertos firmemente, mas não os olhos. Quando possível, utilize uma máscara transparente, pois ela permitirá 
visualizar a cor dos lábios e a presença de condensação na máscara, indicando a expiração.
• Aperte a bolsa por 
mais de um segundo 
até que o peito se expanda.As letras E e C são 
formadas pelos dedos 
e pelo polegar sobre a máscara.
• Na ausência de • Use a “braçadeira EC”, que 
são as letrasEm caso de lesão no 
pescoço, incline a testa 
para trás e levante o queixo (Figura 9a).
• Não ventile em 
excesso(Figura 9b)
(Figura 9c)
Figura 9
CUM B
23 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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As tentativas de aspiração não devem exceder 10 segundos. Para evitar 
hipoxemia, após as tentativas de aspiração, administre oxigênio a 100% 
por um curto período.
Se as tentativas de abrir as vias aéreas falharem em proporcionar e manter uma via aérea desobstruída, utilize a cânula 
orofaríngea (OPA) em pessoas inconscientes. A cânula orofaríngea não deve ser usada em pessoas conscientes ou 
semiconscientes, pois pode estimular ânsia de vômito. A avaliação fundamental é verificar se a pessoa possui reflexos de tosse 
e ânsia de vômito intactos. Caso positivo, não utilize a cânula orofaríngea.
A ventilação é inadequada ou ineficaz, ou quando uma via aérea definitiva é necessária. A intubação endotraqueal requer 
treinamento especializado e uma descrição completa está além do escopo deste manual.
A intubação endotraqueal (ET) é utilizada quando as vias aéreas não podem ser mantidas, quando a máscara de ventilação com ambu não é adequada.
A cânula orofaríngea (OPA) é um dispositivo em forma de J que se encaixa sobre a língua para manter as estruturas 
hipofaríngeas e a língua afastadas da parede posterior da faringe. A OPA é utilizada em pessoas com risco de desenvolver 
obstrução das vias aéreas devido à língua ou ao relaxamento da musculatura das vias aéreas superiores.
A cânula nasofaríngea (CNF) é um tubo macio de borracha ou plástico, sem 
cuff, que permite a passagem de ar entre as narinas e a faringe. É utilizada 
como alternativa à cânula orofaríngea (COF) em pessoas que 
necessitam de um dispositivo auxiliar para o manejo básico das vias 
aéreas. Ao contrário da COF, a CNF pode ser utilizada em pessoas 
conscientes ou semiconscientes (pessoas com reflexos de tosse e vômito 
preservados). A CNF é indicada quando a inserção de uma 
COF é tecnicamente difícil ou perigosa.
A aspiração é um componente essencial para manter as vias aéreas 
permeáveis. Os profissionais de saúde devem aspirar as vias 
aéreas imediatamente se houver secreções abundantes, sangue ou vômito.
Tenha cautela ou evite inserir cânulas nasofaríngeas em pessoas com 
fraturas faciais evidentes.
Durante a aspiração, monitore a frequência cardíaca, a saturação de 
oxigênio no pulso e o quadro clínico do paciente. Caso observe alguma 
alteração nos parâmetros monitorados, interrompa a aspiração e 
administre oxigênio até que a frequência cardíaca retorne ao normal.
e até que o quadro clínico melhore. Auxiliar a ventilação mecânica.
conforme necessário.
ADJUNTOS BÁSICOS DAS VIAS AÉREAS
INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL
Pessoas com reflexo de tosse e vômito intactos. No 
entanto, use com cautela em pessoas com 
trauma facial devido ao risco de 
deslocamento. • Lembre-se de que a pessoa 
não está recebendo 100% de oxigênio durante a 
aspiração. Interrompa a aspiração e 
administre oxigênio se observar qualquer 
alteração nos parâmetros de monitoramento 
durante o procedimento.
• Utilize uma cânula orofaríngea (OPA) somente em 
pacientes inconscientes, sem reflexo de 
tosse ou vômito. Caso contrário, a OPA 
pode estimular vômito, aspiração e 
laringoespasmo. • Uma cânula 
nasofaríngea (NPA) pode ser utilizada em pacientes conscientes.
Aspiração
Via aérea orofaríngea
Via aérea nasofaríngea
24 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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PASSO 2: Selecione um dispositivo para as vias aéreas do tamanho correto para a pessoa. • 
Um dispositivo para as vias aéreas muito grande pode danificar a garganta. 
• Um dispositivo para as vias aéreas muito pequeno pode pressionar a língua contra as vias aéreas.
PASSO 3: Posicione o dispositivo na lateral do rosto da pessoa. Escolha o dispositivo que se estenda a partir da
• Não pressione a língua contra a garganta.
os dentes.
Os brônquios/pulmão. Portanto, deve-se utilizar técnica estéril.
curva do dispositivo.
PASSO 5: Deve ficar bem encaixado; não force o dispositivo na narina. Se estiver preso, remova-o e tente novamente.
do nariz até o lóbulo da orelha. Use o dispositivo de maior diâmetro que couber.
• Ao aspirar a orofaringe, não insira o cateter muito profundamente. Estenda 
o cateter até a profundidade máxima segura e aspire enquanto o retira. 
• Ao aspirar um tubo endotraqueal, lembre-se de que o tubo está 
dentro da traqueia e você pode estar aspirando próximo a ela.• Monitore os sinais vitais durante a aspiração e interrompa-a imediatamente se 
a pessoa apresentar hipoxemia (saturação de oxigênio inferior a 94%), 
desenvolver uma nova arritmia ou ficar cianótica.
• Cada tentativa de sucção não deve durar mais do que
PASSO 5: Quando o dispositivo estiver quase totalmente inserido, gire-o até que a língua fique envolta pela parte interna.
PASSO 1: Selecione um dispositivo para vias aéreas que seja do tamanho correto para a pessoa.
PASSO 4: Insira o dispositivo na boca de forma que a ponta fique voltada para o céu da boca ou paralela a ele.
a outra narina.
PASSO 1: Limpe a boca de sangue e secreções com sucção, se possível.
10 segundos. Lembre-se de que a pessoa não receberá oxigênio durante a 
aspiração.
do canto da boca até o lóbulo da orelha.
PASSO 2: Posicione o dispositivo na lateral do rosto da pessoa. Escolha o dispositivo que se estende da ponta de
PASSO 3: Lubrifique as vias aéreas com um lubrificante solúvel em água ou gel anestésico.
PASSO 4: Insira o dispositivo lentamente, movendo-o diretamente em direção ao rosto (não em direção ao cérebro).
TÉCNICA BÁSICA DE ABERTURA DAS VIAS AÉREAS
FERRAMENTAS
• As cânulas orofaríngeas (OPAs) muito grandes ou muito pequenas 
podem obstruir as vias aéreas. • As 
cânulas nasofaríngeas (NPAs) com tamanho incorreto podem entrar no 
esôfago. • Sempre verifique 
se há respiração espontânea após a inserção de qualquer um dos 
dispositivos.
5. RESSUSCITAÇÃO
Dicas sobre sucção
Inserção de uma OPA
Inserção de um NPA
25 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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DC
UM B
26 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Figura 10
Passos para usar um DEA em crianças e bebês
• Nenhum pulso na artéria carótida detectado.
• Nenhuma resposta após sacudir e gritar.
DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO
Critérios para o uso do DEA:
• Se o DEA não estiver funcionando corretamente, continue realizando a RCP.
Não perca muito tempo tentando solucionar problemas com o DEA.
• Ausência de respiração ou respiração 
ineficaz.
A RCP (ressuscitação cardiopulmonar) vem sempre em primeiro lugar; os DEA (desfibriladores externos 
automáticos) são complementares. • Não utilize o DEA na água.
2. Exponha o tórax do bebê ou da criança.
1. Recupere o DEA (Figura 10a).
Se você observar os locais públicos que frequenta, provavelmente encontrará um 
Desfibrilador Externo Automático (DEA). Um DEA é sofisticado e fácil de usar, 
oferecendo energia vital em um dispositivo intuitivo. Isso torna o aparelho útil para 
pessoas sem experiência em operar um DEA e permite seu uso eficaz em 
situações de estresse. No entanto, o uso correto de um DEA é fundamental. O objetivo 
da desfibrilação é restaurar o sistema elétrico do coração, permitindo que o ritmo 
cardíaco normal seja retomado.
a. Abra o estojo. b. Ligue 
o DEA.
a. Se o peito estiver molhado, 
seque-o. b. Remova os adesivos de medicação.
3. Abra os eletrodos do DEA pediátrico.
(Figura 10c). Se não houver absorventes pediátricos 
disponíveis, use absorventes para adultos.
a. Retire a película protetora. 
b. Verifique se há marca-passo ou
desfibrilador; se presente, não aplique 
adesivos sobre o dispositivo.
4. Aplique as compressas (Figura 10d). a. 
Parte superior direita do tórax, acima do seio. b. 
Parte inferior esquerda do tórax, abaixo da axila.
c. Se as compressas entrarem em contato com o 
peito do bebê, aplique uma compressa na 
parte frontal do tórax e outra na parte 
posterior.
Certifique-se de que as almofadas 
não se toquem.
(Figura 10b).
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7. O DEA analisa o ritmo.
a. Interrompa a RCP.
5. Certifique-se de que os fios estejam conectados à caixa do DEA (Figura 10e).
6. Afaste-se da pessoa (Figura 10f).
8. Se a mensagem for “Verificar eletrodos”, então:
a. Certifique-se de que os eletrodos estejam em bom contato.
b. Instrua os outros a não tocarem na pessoa.
9. Retome a RCP por dois minutos (Figura 10g).
10. Repita o ciclo.
b. Se a mensagem for "Choque", então choque.
Figura 10
GE F
27 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
5. RESSUSCITAÇÃOFERRAMENTAS
Passos para usar o DEA em crianças e bebês (continuação)
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ET: 2 a 3 mg
Choque cardiogênico
DOSE PEDIÁTRICA (IV/IO)
Manter: 0,5 a 0,75 mcg/ kg/ min
(Dose única MÁXIMA de 0,5 mg)
Choque
(DOSE MÁXIMA 2,5 mg)
MEDICAMENTO
Torsades de
Inicial: 50 mcg/ kg durante 10 a 60 minutos
Adenosina
Adolescentes: 1 a 2 mL/ kg de D50W
meia-vida muito longa
Milrinone
IV/ IO: 0,01 mg/ kg [1:10.000]
Monitorar ECG e pressão arterial.
ET: 0,1 mg/ kg [1:1.000]
NÃO administrar com amiodarona.
Também utilizado para tratar toxinas 
específicas (ex.: envenenamento por 
organofosforados).
1 mEq/ kg em bolus lento
Bicarbonato de sódio
Usos múltiplos, rotas múltiplas
Recém-nascido: 5 a 10 mL/ kg de D10W
Taquicardia 
supraventricular
Lactentes/ Crianças: 2 a 4 mL/ kg de D25W
Monitorar ECG
Monitorar ECG e pressão arterial.
Taquiarritmia: 15 mg/ kg durante 30 a 60 minutos
(DOSE MÁXIMA 1 mg)
Epinefrina
Taquiarritmia
Reversão de opioides
Repita a cada 3 a 5 minutos, se necessário.
Naloxona
Taquiarritmia: 5 mg/ kg durante 20 a 60 minutosAmiodarona
Monitorar gasometria arterial e ECG.
USO DOS PRINCIPAIS AMIGOS
Lidocaína
Bolus IV/ IO rápido (sem ET)
NOTAS
0,5 a 1 g/ kg
0,02 mg/ kg
Inicial: 1 mg/ kg
Pode correr mais rápido para Torsades
ET: 0,03 mg/ kg
Lavar com solução salina
Hipoglicemia
Repita uma vez, se necessário.
Primeira dose: 0,1 mg/ kg 
(DOSE MÁXIMA 6 mg)
Asma refratária
Após ventilação adequada
Procainamida
(DOSE MÁXIMA 100 mg)
Sulfato de magnésio
Segunda dose: 0,2 mg/ kg 
(DOSE MÁXIMA 12 mg)
(DOSE MÁXIMA 50 mEq)
20 a 50 mg/ kg durante 10 a 20 minutos
Crianças acima de 5 anos OU com mais de 20 kg: 2 mg IV a cada 2 a 3 
minutos, conforme necessário.
Glicose
(DOSE MÁXIMA 2 gramas)
Infusão: 20 a 50 mcg/ kg/ min
Parada cardíaca/
Atropina Bradicardia
Diminuir a dose para reverter a depressão 
respiratória causada pelo uso terapêutico de 
opioides (1 a 5 mcg/ kg, ajustar a dose conforme o efeito).
Acidose Metabólica
Hipercalemia
Pontas
Crianças com menos de 5 anos OU com menos de 
20 kg: 0,1 mg/ kg
Tempos de infusão mais longos e euvolemia 
reduzem o risco de hipotensão.
FERRAMENTAS FARMACOLÓGICAS
O uso de qualquer um dos medicamentos listados na Tabela 9 deve ser feito dentro do seu escopo de prática e após 
estudo minucioso das ações e efeitos colaterais. Esta tabela serve apenas como um breve lembrete para aqueles que já 
possuem conhecimento sobre o uso desses medicamentos. Além disso, a Tabela 9 contém apenas doses pediátricas, 
indicações e vias de administração (intravenosa/intraóssea) para os medicamentos mais comuns do PALS. Embora 
citada como referência, a administração rotineira de medicamentos por meio de tubo endotraqueal é 
desaconselhada. O acesso rápido e a administração de medicamentos por via intraóssea são preferíveis à administração 
por tubo endotraqueal,visto que a absorção do medicamento pela via intraóssea é imprevisível.
Tabela 9
28 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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29 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
RESPOSTAS
AUTOAVALIAÇÃO PARA
FERRAMENTAS DE RESSUSCITAÇÃO
1. C
2. Você está tratando uma criança de 10 anos com pulso acelerado. O monitor está mostrando taquicardia 
supraventricular (TSV). Qual medicamento você consideraria para tratar essa pessoa?
a. Aplique os eletrodos, ligue o DEA, administre o choque e retire a pessoa do local.
1. Qual é a sequência correta para operar um DEA (Desfibrilador Externo Automático)?
b. Aplicar as pás, afastar a pessoa, administrar o choque e analisar o ritmo. c. 
Ligar o DEA, aplicar as pás, administrar o choque e retomar a RCP. d. 
Ligar o DEA, analisar o ritmo, iniciar a RCP e administrar o choque.
a. Vasopressina 
b. Lidocaína c. 
Bretílio d. 
Adenosina
3. Qual das seguintes opções explica por que a administração de medicamentos por via endoscópica transcutânea (ET) não é a via preferencial?
a. Absorção imprevisível b. Reação 
alérgica c. Administração 
difícil
Os dispositivos DEA (Desfibrilador Externo Automático) vêm equipados com instruções e podem também ter comandos de voz, 
tornando-os operáveis por qualquer pessoa.
A adenosina é eficaz no tratamento da taquicardia supraventricular (TSV). A primeira dose é de 0,1 mg/kg, até um 
máximo de 6 mg. A segunda dose é de 0,2 mg/kg, até um máximo de 12 mg.
2. D
3. A
A administração de medicamentos através do tubo endotraqueal resulta em absorção imprevisível. A via intravenosa 
ou intraóssea é preferencial.
d. Alta eficácia
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INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIADIFICULDADE RESPIRATÓRIA
Ex.: Pode ocorrer fadiga 
muscular no peito.
Os gases podem 
atravessar a vasculatura 
pulmonar?
Ex.: A 
depressão do SNC 
pode diminuir ou interromper a respiração.
São os músculos A frequência 
respiratória é 
suficiente?
O fluxo sanguíneo 
pulmonar é adequado?
As vias aéreas estão desobstruídas? do funcionamento 
do tórax?
Há oxigênio disponível?
Exemplo: Uma via aérea 
obstruída impede o 
fluxo de gás.
Ex.: As fístulas vasculares 
podem não enviar sangue 
para os pulmões.
Ex.: Edema pulmonar 
ouExemplo: Altitudes elevadas 
têm baixo teor de O2.
pneumonia
RESPIRATÓRIO
6 CAPÍTULO
SOFRIMENTO/FRACASSO
VENTILAÇÃO OXIGENAÇÃO
Em sua forma mais simples, a insuficiência respiratória é uma condição na qual a atividade pulmonar é 
insuficiente para levar oxigênio ao sangue e remover o dióxido de carbono. O desafio surge ao reconhecer a 
insuficiência respiratória quando a pessoa parece estar respirando, mas na verdade não está 
respirando de forma eficaz. A frequência e a profundidade adequadas da respiração são importantes para 
avaliar se a pessoa está respirando de forma eficaz. As duas principais ações envolvidas na respiração 
são a ventilação e a oxigenação. Considere os sinais e sintomas apresentados abaixo.
RECONHECENDO A DIFICULDADE/INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
Possivelmente obstruído
Abrir sem
apoiar
Cianótico
Esforço aumentado
Taquipneia
Sons anormais
Bradicardia
Sem esforço
Respiração lenta
Taquicardia
Agitado Não responde
Pálido
Sons nítidos
Leitos Capilares
Respiratório
Respiratório
Via aérea
Avaliar
Esforço
Pulmão
Sons
Capacidade de resposta
Aparência/
Frequência cardíaca
Figura 11
30 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
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• Doença do tecido pulmonar (pneumonia)
• Colapso pulmonar (ar, sangue)
• Obstrução das vias aéreas superiores (vias aéreas inchadas)
• Obstrução das vias aéreas superiores (corpo estranho)
• Pneumonia (gemido para recrutar alvéolos)
• Líquido nos pulmões (úmido)
• Atelectasia (seca)
• Obstrução das vias aéreas inferiores (asma)
Doenças das vias aéreas inferiores, do tecido pulmonar e problemas do 
sistema nervoso central (SNC) são algumas das causas mais comuns de 
insuficiência ou desconforto respiratório na população pediátrica. Esta lista 
não é exaustiva e cada condição específica deve ser tratada com terapia específica, 
mas essas são as causas mais comuns de insuficiência ou desconforto respiratório.
A dificuldade ou insuficiência respiratória geralmente se enquadra em uma das quatro categorias principais (Tabela 12): vias aéreas superiores,
CAUSAS DE DIFICULDADE/ INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
SOFRIMENTO/FRACASSO
Em alguns casos, os sons respiratórios 
podem fornecer informações sobre a origem 
do problema respiratório.
6 RESPIRATÓRIO
Sons respiratórios anormais
SONS DA RESPIRAÇÃO
chiado
Pneumonite
Tabela 12
ESTRANHOS
31 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
Overdose
AsmaCorpo estranho
Bronquiolite
Abscesso 
retrofaríngeo
Anafilaxia
ESTRIDOR
GRUNHIDO
Tabela 11
AUSENTE/DIMINUÍDO
Edema pulmonar
Traumatismo craniano
PneumoniaCrupe (inchaço)
DOENÇA DO TECIDO PULMONARVIAS AÉREAS SUPERIORES VIAS AÉREAS INFERIORES PROBLEMAS DO SNC
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OXIGÊNIO
DEXAMETASONA
NEBULIZADOR
TRAQUEOSTOMIA
INTUBA
Monitorar sinais vitais
Monitorar saturação de O2
SucçãoAbra e mantenha as vias 
aéreas permeáveis.
Considere 
vias aéreas avançadas
Oxigênio suplementar Nebulizadores
Estabelecer vascular
Tabela 13
Figura 12
32 PALS – Suporte Avançado de Vida Pediátrico
acesso
RESPOSTA À DIFICULDADE/INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
CIRCULAÇÃO
RESPIRANDO
MANEJO INICIAL DA DIFICULDADE/INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
VIA AÉREA
Pode causar hipertensão e reduzir a 
ativação dos linfócitos.
• Por exemplo, o 
tratamento da crupe depende 
da gravidade da 
doença. • A dexametasona, um corticosteroide,
Gestão de Grupos
O manejo da insuficiência respiratória/dificuldade respiratória pelo 
PALS é ajustado com base na gravidade do quadro clínico. Por 
exemplo, a asma leve é tratada com broncodilatadores 
inalatórios, mas a asma grave (estado de mal asmático) pode 
exigir intubação endotraqueal. O profissional de saúde deve 
avaliar continuamente as necessidades do paciente e ajustar o tratamento de acordo.
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Incluem pneumonia por Streptococcus, pneumonia por Mycoplasma, 
Haemophilus influenzae e pneumonia por Chlamydia. • A febre alta 
é a causa mais comum de taquipneia silenciosa.
manobras mais agressivas.
• Se a pessoa apresentar sofrimento intenso, prossiga diretamente para
• Em geral, os prestadores de serviços costumam trabalhar do menos para o mais.
intervenção invasiva (de cima para baixo).
• O albuterol é o medicamento mais comumente usado por nebulização.
• Causas comuns de pneumonia aguda adquirida na comunidade
causar broncodilatação.
SOFRIMENTO/FRACASSO6 RESPIRATÓRIO
Tratamento
PROBLEMAS DO SNCVIAS AÉREAS INFERIORESVIAS AÉREAS SUPERIORES DOENÇA DO TECIDO PULMONAR
Tratamento CausaCausa Causa Tratamento Causa Tratamento
Apoie a 
respiração
Naloxona
(reversão de opioides)
respirando
Oxigênio (Heliox)
Inotrópico
Neurocirurgia
Apoie a 
respiração
Antibióticos 
(bacterianos)
Sulfato de 
magnésio
Nebulizadores
Aspiração
Apoie a 
respiração
Antídotos
Apoiar
Diuréticos
Nebulizadores 
(albuterol e 
brometo de 
ipratrópio)
Apoie a 
respiração
Reduzir 
a pressão 
intracraniana

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