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Gestão de Riscos em Chuvas

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Instituto Federal de Santa Catarina - IFSC 
Especialização em Gestão de Riscos e Desastres 
Disciplina: Gestão de Riscos II 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prática de Gerenciamento de Riscos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estudo: 1, 2 e 3 
Tema escolhido: Chuva Intensa em Santa Catarina 
Discente: Cássio Aurélio Suski 
 
 
Estudo 1 – Inicia nesse ponto 
1. Tema Definido para o Estudo de Caso 
(Definir um tema para realizar o gerenciamento de risco) 
 
Tema: Chuva Intensa em Santa Catarina (Preencher) 
 
 
2. Riscos negativos e positivos 
(Usar o Brainstorming) 
Riscos Negativos (Elencar 4 riscos negativos) 
 Risco negativo 1: Enchentes e inundações urbanas 
 Risco negativo 2: Deslizamentos de terra. 
 Risco negativo 3: Interrupção da mobilidade e logística 
 Risco negativo 4: Aumento de doenças 
 
Riscos Positivos (Elencar 4 riscos positivos) 
 Risco positivo 1: Fortalecimento dos sistemas de monitoramento 
 Risco positivo 2: Estímulo à implementação de obras de drenagem urbana, etc 
 Risco positivo 3: Ampliação da conscientização comunitária sobre prevenção de desastres 
 Risco positivo 4: Geração de oportunidades para desenvolvimento científico e tecnológico 
 
 
3. Classificação em riscos Naturais e Tecnológicos 
(Classificar os riscos em Naturais ou Tecnológicos segundo o COBRADE) 
 
Riscos Naturais 
 Riscos Positivos: XXXX (Preencher) 
 Riscos Negativos: Enchentes e inundações urbanas; Deslizamentos de terra; Interrupção da 
mobilidade e logística (impactos secundários decorrentes dos desastres naturais); Aumento de 
doenças (associado à contaminação hídrica e degradação sanitária pós-evento) 
 
 
Riscos Tecnológicos 
 Riscos Positivos: Fortalecimento dos sistemas de monitoramento; Estímulo à implementação 
de obras de drenagem urbana, etc; Ampliação da conscientização comunitária sobre prevenção 
de desastres; Geração de oportunidades para desenvolvimento científico e tecnológico (Preencher) 
 Riscos Negativos: XXXX (Preencher) 
 
 
 
 
4. Danos causados (consequências) 
(Elencar uma consequência para cada risco positivo e negativo) 
Consequências dos Riscos Negativos 
 Risco negativo 1: Enchentes e inundações urbanas -- Danos materiais em residências, 
comércios e infraestrutura urbana, além do deslocamento de famílias atingidas. 
 Risco negativo 2: Deslizamentos de terra -- Possibilidade de vítimas fatais, destruição de 
moradias e isolamento de comunidades 
 Risco negativo 3: Interrupção da mobilidade e logística -- Prejuízos econômicos devido à 
interrupção do transporte de pessoas, mercadorias e serviços essenciais 
 Risco negativo 4: Aumento de doenças -- Elevação dos casos de doenças de veiculação 
hídrica, como leptospirose e gastroenterites, pressionando os serviços de saúde 
Consequências dos Riscos Positivos 
 Risco positivo 1: Fortalecimento dos sistemas de monitoramento -- Maior eficiência na 
emissão de alertas antecipados e redução de danos humanos e materiais. 
 Risco positivo 2: Estímulo à implementação de obras de drenagem urbana, etc -- Redução da 
frequência e intensidade de alagamentos e maior resiliência das cidades. 
 Risco positivo 3: Ampliação da conscientização comunitária sobre prevenção de desastres -- 
Aumento da capacidade de resposta da população em situações de emergência e redução da 
vulnerabilidade social. 
 Risco positivo 4: Geração de oportunidades para desenvolvimento científico e tecnológico -- 
Criação de novas pesquisas, tecnologias e metodologias aplicadas à gestão de riscos e 
adaptação climática. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5. Análise Qualitativa 
5.1. Análise dos Impactos – Fig. 5 da apostila 
Escopo significa a Totalidade do trabalho para completar o projeto. 
Riscos Negativos 
 
Risco 1: Enchentes e 
inundações urbanas 
Objetivo Impacto 
Custo 0,8 (Preencher) 
Tempo 0,4 (Preencher) 
Escopo 0,4 (Preencher) 
Qualidade 0,8 (Preencher) 
 
Risco 2: Deslizamentos de 
terra 
Objetivo Impacto 
Custo 0,8 (Preencher) 
Tempo 0,8 (Preencher) 
Escopo 0,4 (Preencher) 
Qualidade 0,8 (Preencher) 
 
Risco 3: Interrupção da 
mobilidade e logística 
Objetivo Impacto 
Custo 0,4 (Preencher) 
Tempo 0,8 (Preencher) 
Escopo 0,4 (Preencher) 
Qualidade 0,2 (Preencher) 
 
Risco 4: Aumento de 
doenças 
XXXX Objetivo Impacto 
Custo 0,2 (Preencher) 
Tempo 0,4 (Preencher) 
Escopo 0,2 (Preencher) 
Qualidade 0,4 (Preencher) 
 
Riscos Positivos 
 
Risco 1: Fortalecimento dos 
sistemas de monitoramento 
XXXX Objetivo Impacto 
Custo 0,8 (Preencher) 
Tempo 0,4 (Preencher) 
Escopo 0,2 (Preencher) 
Qualidade 0,8 (Preencher) 
 
Risco 2: Estímulo à 
implementação de obras de 
drenagem urbana 
Objetivo Impacto 
Custo 0,8 (Preencher) 
Tempo 0,4 (Preencher) 
Escopo 0,4 (Preencher) 
Qualidade 0,8 (Preencher) 
 
Risco 3: Ampliação da 
conscientização comunitária 
sobre prevenção de 
desastres 
Objetivo Impacto 
Custo 0,2 (Preencher) 
Tempo 0,2 (Preencher) 
Escopo 0,2 (Preencher) 
Qualidade 0,4 (Preencher) 
 
Risco 4: Geração de 
oportunidades para 
desenvolvimento científico e 
tecnológico 
Objetivo Impacto 
Custo 0,8 (Preencher) 
Tempo 0,4 (Preencher) 
Escopo 0,4 (Preencher) 
Qualidade 0,2 (Preencher) 
 
6. Análise da probabilidade e impacto - Fig. 8 da apostila 
(Utilizar as tabelas de impactos e probabilidades da apostila) 
(Utilizar apenas os riscos negativos e desconsiderar os riscos positivos) 
 
 
 
7. Lista de riscos alto, médio e baixo 
 
Riscos 
(preencher todos os riscos da etapa 6) 
Matriz 
(preencher com os 
valores encontrados na 
etapa 6 e em ordem 
decrescente) 
Classificação 
(preencher com alto, 
médio ou baixo) 
Enchentes e inundações urbanas (Custo) 0,72 Alto 
Enchentes e inundações urbanas (Qualidade) 0,72 Alto 
Deslizamentos de terra (Custo) 0,56 Alto 
Deslizamentos de terra (Tempo) 0,56 Alto 
Deslizamentos de terra (Qualidade) 0,56 Alto 
Interrupção da mobilidade e logística (Tempo) 0,40 Alto 
Enchentes e inundações urbanas (Tempo) 0,36 Alto 
Enchentes e inundações urbanas (Escopo) 0,36 Alto 
Deslizamentos de terra (Escopo) 0,28 Alto 
Interrupção da mobilidade e logística (Custo) 0,2 Alto 
Interrupção da mobilidade e logística (Escopo) 0,2 Alto 
Aumento de doenças (Tempo) 0,12 Médio 
Aumento de doenças (Qualidade) 0,12 Médio 
Interrupção da mobilidade e logística (Qualidade) 0,10 Médio 
Aumento de doenças (Custo) 0,06 Médio 
Aumento de doenças (Escopo) 0,06 Médio 
 
 
 
 
 
Estudo 1 – Finaliza nesse ponto
Riscos 
Negativos 
Probabilidade 
Impacto 
(Custo) 
Matriz 
(Custo) 
Impacto 
(Tempo) 
Matriz 
(Tempo) 
Impacto 
(Escopo) 
Matriz 
(Escopo) 
Impacto 
(Qualidade) 
Matriz 
(Qualidade) 
Risco 1: 
Enchentes e 
inundações 
urbanas 
(Preencher) 
0,9 
(Preencher) 
0,8 
(Preencher) 
0,72 
0,4 
(Preencher) 
0,36 
0,4 
(Preencher) 
0,36 
0,8 
(Preencher) 
0,72 
Risco 2: 
Deslizamentos 
de terra 
(Preencher) 
0,7 
(Preencher) 
0,8 
(Preencher) 
0,56 
0,8 
(Preencher) 
0,56 
0,4 
(Preencher) 
0,28 
0,8 
(Preencher) 
0,56 
Risco 3: 
Interrupção da 
mobilidade e 
logística 
(Preencher) 
0,5 
(Preencher) 
0,4 
(Preencher) 
0,2 
0,8 
(Preencher) 
0,4 
0,4 
(Preencher) 
0,2 
0,2 
(Preencher) 
0,1 
Risco 4: 
Aumento de 
doenças 
(Preencher) 
0,3 
(Preencher) 
0,2 
(Preencher) 
0,06 
0,4 
(Preencher) 
0,12 
0,2 
(Preencher) 
0,06 
0,4 
(Preencher) 
0,12 
 
Estudo 2 – Inicia nesse ponto 
 
8. Causas dos Riscos – Diagrama de Ishikawa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Chuvas intensas Drenagem insuficiente 
Urbanização desordenada 
Rede pluvial inadequada 
Bueiros obstruídos 
Chuvas prolongadas 
Ocupação irregular 
Impermeabilização do solo 
Tempestades severas 
Risco 
Enchentes e 
inundações 
urbanas 
(Inserir o risco com maior 
matriz encontrada na 
etapa 7) 
–– Tubulação pequena 
–– Acúmulo de lixo 
–– Bloqueio atmosférico 
–– Frente fria 
–– Falta de manutenção 
–– Falta de limpeza 
–– Zona de convergência 
–– Alta umidade 
–– Excessode pavimento 
–– Construções em várzeas 
–– Redução de áreas verdes 
–– Falta de fiscalização 
7 
 
9. Priorização via Matriz GUT (Gravidade, Urgência e Tendência). 
GUT das Causas Primárias referente ao Risco Enchentes e inundações 
urbanas 
Causas Primárias G U T GxUxT Percentual 
Chuvas intensas 5 5 5 125 44 
Drenagem insuficiente 4 5 4 80 28 
Urbanização desordenada 4 5 4 80 28 
Total 285 100 
 
GUT das Causas Secundárias referentes a causa primária Chuvas intensas 
Causas Secundárias G U T GxUxT Percentual 
Tempestades severas 4 4 5 80 44 
Chuvas prolongadas 5 5 4 100 56 
Total 180 100 
GUT das Causas Secundárias referentes a causa primária Drenagem 
insuficiente 
Causas Secundárias G U T GxUxT Percentual 
Bueiros obstruídos 4 4 3 48 28 
Rede pluvial inadequada 5 5 5 125 72 
Total 173 100 
GUT das Causas Secundárias referentes a causa primária Urbanização 
desordenada 
Causas Secundárias G U T GxUxT Percentual 
Ocupação irregular 4 4 4 64 34 
Impermeabilização do solo 5 5 5 125 66 
Total 189 100 
 
GUT das Causas Terciárias referentes a causa secundária Tempestades 
severas 
Causas Terciárias G U T GxUxT Percentual 
Frente fria 3 3 3 27 25 
Alta umidade 4 4 5 80 75 
Total 107 100 
GUT das Causas Terciárias referentes a causa secundária Chuvas 
prolongadas 
Causas Terciárias G U T GxUxT Percentual 
Bloqueio atmosférico 4 3 2 24 23 
Zona de convergência 5 4 4 80 77 
Total 104 100 
 
 
8 
 
GUT das Causas Terciárias referentes a causa secundária Bueiros obstruídos 
Causas Terciárias G U T GxUxT Percentual 
Acúmulo de lixo 4 3 4 48 28 
Falta de limpeza 5 5 5 125 72 
Total 173 100 
GUT das Causas Terciárias referentes a causa secundária Rede pluvial 
inadequada 
Causas Terciárias G U T GxUxT Percentual 
Tubulação pequena 5 5 5 125 78 
Falta de manutenção 4 3 3 36 22 
Total 161 100 
GUT das Causas Terciárias referentes a causa secundária Ocupação irregular 
Causas Terciárias G U T GxUxT Percentual 
Construções em várzeas 5 4 3 60 69 
Falta de fiscalização 3 3 3 27 31 
Total 87 100 
GUT das Causas Terciárias referentes a causa secundária Impermeabilização 
do solo 
Causas Terciárias G U T GxUxT Percentual 
Excesso de pavimento 4 3 3 36 22 
Redução de áreas verdes 5 5 5 125 78 
Total 161 100 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
10. Causas dos Riscos (Diagrama de Pareto) (substituir os gráficos abaixo pelos gráficos do seu tema de estudo) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estudo 2 – Finaliza nesse ponto 
 
Qual é a causa raiz do risco Enchentes e 
Inundações Urbanas? 
Zona de convergência - faixa atmosférica 
onde massas de ar com diferentes 
características se encontram e convergem, 
favorecendo a formação de nuvens 
carregadas e chuvas persistentes. Ventos 
úmidos vindos de diferentes regiões se 
encontram: o ar é forçado a subir; ocorre 
condensação do vapor d’água; formam-se 
grandes áreas de nuvens e chuva. 
10 
 
Estudo 3 – Inicia nesse ponto 
 
 
11. Análise Quantitativa 
 
11.1 Análise de sensibilidade (Diagrama de tornado). 
(Realizar no Libreoffice ou Excel → Planilha sensibilidade) 
A presença de Enchentes e inundações urbanas em Santa Catarina gera 
uma variação de: 
 -12,5 % no VPL (Valor Presente Líquido) na variável volume. 
 -2,3 % no VPL na variável preço. 
 13,3 % no VPL na variável custo fixo. 
 2,9 % no VPL na variável custo variável. 
Ou seja, o Enchentes e inundações urbanas em Santa Catarina influencia mais 
no custo fixo e no custo variável. 
 
12. Análise do Valor Monetário Esperado (Árvore de Decisão) 
 
Árvore de decisão para a ocorrência de Enchentes e inundações urbanas em 
Santa Catarina (Preencher com o risco em análise) 
(Preencher todos os campos em vermelho) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sem enchente – Resultado médio de R$ 12 milhões 
Com enchente - Resultado médio de R$ 8,1 milhões 
 
Enchentes e inundações 
urbanas 
Sem Enchentes e 
inundações urbanas 
Custo R$ 15 milhões 
Com Enchentes e inundações 
urbanas 
Custo R$ 20,25 milhões 
 
R$ 13,5 milhões 
 
R$ -1,5 milhões 
 VME 
 R$ 12 milhões 
 
R$ 14,17 milhões 
 
R$ - 6,07 
 VME 
 R$ 8,1 milhões 
90 % Sucesso 
 70% Sucesso 
30 % Fracasso 
10 % Fracasso 
11 
 
 
13. Exposição do risco (Risk Exposure – RE) – Enchentes e inundações 
urbanas em Santa Catarina (Preencher com o risco em análise) 
 
RE deve ser 50% a viabilidade do projeto não está (Preencher com está 
ou não está) ok. 
“Neste caso, apenas quer dizer que sempre o custo será mais alto no 
caso de ocorrer as Enchentes e inundações urbanas em Santa Catarina” 
 
14. Plano de ação - 5W2H (Montar o plano com duas ações para eliminar a causa raiz e, 
consequentemente, o risco analisado) 
Lembrar que nesse momento será necessário estabelecer ações para 
eliminar a causa raiz do risco Enchentes e inundações urbanas em 
Santa Catarina – Zona de convergência – Chuvas prolongadas – 
Chuvas Intensas 
 
O que (ação) Quando Onde Porque Como Quem Quanto 
Criar sistema de 
monitoramento e alerta 10/08/2026 Defesa Civil 
Estadual 
Informar a 
população sobre 
possíveis enchentes 
e indundações 
Envio de Sinal e 
mensagem por SMS Cássio Aurélio Suski R$ 500 mil 
Estabelecer modelagem 
climatológica 01/09/2026 IFSC - LMCA 
Verificar, 
antecipadamente, a 
chegada de Zonas 
de Convergência 
Por meio do uso do 
Modelo WRF Cássio Aurélio Suski R$ 5 mil/mês 
 
 
 
12 
 
 
15. Risk Information Sheet – RIS - Resposta aos riscos 
Formulário de Informação de Risco 
Pode-se tomar medidas visando: 
1 – Eliminar o Risco 
2 – Mitigar o Risco 
3 – Transferir o Risco 
4 – Aceitar o Risco 
Risk Information Sheet – RIS (Preencher todas as informações baseado nas etapas anteriores) 
Data: 09/05/2026 (Preencher 
com a data de criação do RIS) 
Probabilidade: 0,9 = 90% 
(Inserir a probabilidade do risco com 
maior matriz encontrada na etapa 7) 
Impacto: 0,8 = Muito Alto 
(Inserir o impacto do risco com maior 
matriz encontrada na etapa 7) 
Descrição: 
A presença de Enchentes e inundações urbanas em Santa Catarina gera uma variação de: 
 -12,5 % no VPL (Valor Presente Líquido) na variável volume. 
 -2,3 % no VPL na variável preço. 
 13,3 % no VPL na variável custo fixo. 
 2,9 % no VPL na variável custo variável. 
Ou seja, o Enchentes e inundações urbanas em Santa Catarina influencia mais no custo fixo e 
no custo variável. 
E reduzirá o VME de R$ 12 milhões (Preencher com os dados da etapa 12) para R$ 9,1 milhões 
(Preencher com os dados da etapa 12) 
Refinamento / Contexto (Causas): 
(Inserir o Diagrama de Ishikawa) 
Resposta ao Risco – Atenuação / Monitoramento: 
Criar sistema de monitoramento e alerta 
Estabelecer modelagem climatológica 
(Inserir as ações sugeridas no 5W2H) 
Administração / Plano de Contingência / Disparo: 
- Exposição ao Risco (ER) calculada em R$ R$ 18,22 milhões (121,5 % do custo inicial do 
projeto). (Preencher com os dados da etapa 13) 
- Etapas para Administração do Risco – Enchentes e Inundações Urbanas em Santa 
Catarina 
1. Monitoramento hidrometeorológico contínuo e identificação das áreasvulneráveis. 
2. Implementação de medidas preventivas, sistemas de alerta e capacitação comunitária. 
3. Resposta emergencial, assistência humanitária e recuperação das áreas atingidas. 
Plano de Contingência 
Ativar o monitoramento e emitir alertas preventivos às áreas de risco. Mobilizar equipes da 
Defesa Civil, abrigos e recursos de assistência humanitária durante o evento. Realizar 
evacuação, resposta emergencial e recuperação da infraestrutura afetada após as enchentes. 
(Estabelecer etapas para Administração do Risco, assim como uma Plano de Contingência) 
Disparo: Elaborar Indicadores de monitoramento 20/06/2026 (Inserir data dos passos seguintes) 
Estado Atual: 09/05/2026 (Inserir data de início da atenuação – data de criação do RIS) 
13 
 
 
 
16. Indicadores para Monitoramento dos Riscos 
Indicador Objetivo Forma de 
Coleta 
Forma de 
Cálculo 
Periodicidade Forma de 
Apresentação 
Meta 
Cobertura 
do sistema 
de alerta 
Avaliar 
alcance do 
monitoramento 
Dados da 
Defesa Civil 
e sensores 
Municípios 
monitorados ÷ 
total de 
municípios (%) 
Mensal Mapa e 
percentual 
Cobrir 100% 
dos municípios 
vulneráveis 
Precisão da 
modelagem 
climática 
Avaliar 
desempenho 
das previsões 
Comparação 
entre 
previsão e 
chuva 
observada 
Previsões 
corretas ÷ total 
de previsões 
(%) 
Mensal Gráfico e 
relatório 
Atingir 
precisão 
acima de 85% 
Nível dos 
rios 
Monitorar risco 
de inundação 
Sensores e 
estações 
hidrológicas 
Média do nível 
dos rios (m) 
Diário Gráfico e 
mapa 
Manter abaixo 
da cota de 
alerta 
Ocorrências 
de 
alagamentos 
Identificar 
áreas críticas 
Registros da 
Defesa Civil 
e municípios 
Número de 
ocorrências 
registradas 
Mensal Tabela e 
mapa 
Reduzir 
ocorrências 
anuais 
 
O Grupo 1 (verde) é formado por Indicadores de prevenção e 
monitoramento e o Grupo 2 (azul) contém Indicadores de impacto do 
desastre. 
Estudo 3 – Finaliza nesse ponto

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