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CURSO A
ESCOLA NA
WEB 2.0
APRESENTAÇÃO
PARANÁ
OLÁ SOU ROSIMEIRE MOREIRA
QUINTELA
POS GRADUADA EM MÍDIAS
INTEGRADAS NA EDUCAÇÃO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO
OUTROS
GRADUADA EM PEDAGOGIA PELA
UNOESTE DE PRESIDENTE PRUDENTE SÃO PAULO
CONHEÇAM OUTROS DA AUTORA
NA ÁREA DA EDUCAÇÃO, SAÚDE E
ACESSE
www.buzzero.com/autor
es/rosimeire- quintela?a=rosimeire- quintela
Índice
1Breve histórico
2Conceitualização
2.1Regras
2.2Web 2.0 e a programação
2.2.1Interfaces com o utilizador
2.2.2A Web é a plataforma, o software um serviço
2.3Web 2.0 e o conteúdo
2.3.1Tag's, não taxonomia: o usuário
organiza o próprio
conteúdo.
2.3.2Consumer- Generated Media (CGM)
2.4Novas formas de lucrar
2.5Marketing e publicidade
Web 2.0 	
2.6Jornalismo
2.7Crítica
2.7.1Conteúdo colaborativo e/ou participativo
2.7.2A Internet como plataforma
2.7.3Tecnologias novas
2.7.4Mudanças em marketing
3Computação em nuvem
o	3.1Nuvens de tags
4Referências
e Tecnologia
da
Origem:
Wikipédia,	a
enciclopédia livre.
Web 2.0 é popularizado 2004
um	termo
a	partir	de
pela
empresa americana O'Reil
ly	Media[1]para
designar
uma	segunda		geração	de comunidades	 e		serviços, tendo	como		 conceito		a "Web como	plataforma", envolvendo wikis, aplicativos			baseados em folksonomia, redes sociais,						blogs
linguagens e motivações.
Informação.
Embora	o
termo conotação
tenha		uma de	uma	nova
versão não
para	a	Web,	ele se				à
refere
nas	suas
atualização
especificações
técnicas,
mas	a	uma	mudança	na
forma encarada
como		ela	é por	usuários	e
desenvolvedores, ou seja, o ambiente de interação e participação que hoje engloba	inúmeras
jogada
Alguns
especialistas	em
tecnologia, Berners-Lee, da World
como Tim o	inventor
Wide
Web(WWW),	alegam	que
o	termo sentido,	pois utiliza
carece		de a	Web	2.0
muitos
componentes tecnológicos criados antes mesmo		do	surgimento	da Web.[2]	Alguns	críticos	 do termo	 afirmam	também que	este	é	apenas	uma
interação
entre
os
de marketing (buzzword).[
3]
A	Web	2.0	faz	parte	da segunda		geração	 de
potencializar as formas de publicação, organização e compartilhamento	de informações, além de ampliar os espaços para a
	serviços	online	e	se
	caracteriza			por
participantes processo.
desse
A	Web	2.0	é	uma
palavra	inglesa	que
significa	teia	ou	rede
usada	para	designar	uma
segunda	geração	de
comunidades	oferecidas
na	internet,	ela	foi	criada
em	2004.	Atualmente	tem
se
falado
muito
da
web
2.0	essa	nova	versão	da
internet	que	veio	nos
possibilitar	uma	interação
mais próximas.
Ela	tem	sua
característica	gratuita	na
maioria	dos	site,	e	vai
além	redes	de	um
determinado	site	e
estabelecer ligações entre
diversos
sites
ao
mesmo
que	são	utilizados	como
plataformas	de
reutilização.
Por	ser	uma	web
participativa,	com	a
revolução	dos	chats	e
blogs,	das	mídias	sociais,
colaborativas	de
conteúdos
produzidos
por
	tempo.		Também
	desenvolve	os	aplicativos
television,
traz
afirmações
varios	internautas.	Suas
potencialidades	permitem
mais	interação,
cooperação	e	elaboração
próprias.
A	web	2.0	é discussão		entre
alvo	de alguns
entusiastas, tecnófilos e te
cnófobos.	George em	seu		livro Life
Gilder,
after
sentido
libertador
para
o
acerca dos benefícios da tecnologia, além de apostar que a televisão não irá sobreviver, uma vez que não há espaço para competir com a Internet.
	Segundo	ele,	a
	informática comunicação	tem	da um
da
falta
de
informação.
indivíduo, vivemos uma nova era, em que não haverá mais lugar para a tirania da comunicação de cima para baixo, uma época menos padronizada e mais democrática.
Para	ele,	a	revolução
da	microinformática liquidou com o problema
Em contraponto, Andrew Keen, através de seu livro Culto do amador fala da questão do jornalismo colaborativo, que é capaz de prejudicar a atividade profissional do jornalista.
Breve histórico O	termo	Web
de 2004 pela O'Reilly
2.0		foi vez
usado	pela em
primeira
outubro
Media e
pela MediaLive
International como	nome
de
de	uma conferências
série
sobre	o
tema, popularizando-se rapidamente a partir de então. Tratou-se de uma
constatação empresas conseguiram
de	que	as
que
se	manter
através
da crise 	da
Internet possuíam características
comuns
	entre	si,	o	que	criou	uma
	série	de	conceitos
agrupados que formam o que chamamos Web 2.0.
Conceitualização
A conceitualização dada neste artigo segue os princípios ditados por Tim O'Reilly, sabidamente o precursor do uso do termo
em	seu	artigo	de
(e do 2.0.
conceitualização
também	de	defesa)
termo		Web Tim [4]	define que:
para
uma
internet ”
“ "Web 2.0 é a mudança
usados pelas pessoas,
como plataforma, e um
entendimento
das
para	obter nesta	 nova
Entre
mais
é
regras sucesso
plataforma.
outras,	a	regra
importante desenvolver aplicativos aproveitem de	rede
que os	efeitos
para	se melhores
tornarem quanto
mais	são
aproveitando
a inteligência coletiva"
As	regras	a	que	se	refere
O'Reilly discutidas
já
antes
foram
do
surgimento	do	termo,	sob outros			nomes
como infoware[5], the
internet system[6]e the
operating
open
source	paradigm
são	produto	de	um
estudiosos da Web
(como
shift[7]e
consenso	entre	empresas como Google, Amazon, Y ahoo! e Microsoft e
Tim	O'Reilly, Vinton
Cerf[8]	e
Tim	Berners-
Lee [9])	e	da	consolidação
do	que resultado Segundo
realmente	traz na		Internet. Tim	O'Reilly,	a
regra mais importante seria
desenvolver aplicativos qu
e aproveitem os efeitos da rede para se tornarem melhores quanto mais são
usados	pelas
pessoas,
a
aproveitando
inteligência coletiva.
Regras
O'Reilly
sugere
algumas
regras[10]	que
reutilizados
por
outros.
ajudam	a a
definir Web 2.0:
sucintamente
O	beta
perpétuo -	não
trate
um	artefato,	mas	como um				de
com
o software como
processo
comprometimento seus usuários.
Pequenas
peças
frouxamente unidas - abra seus dados e serviços para que sejam
Reutilize serviços
dados
e
de
outros
sempre que possível.
Software
acima		do um	único
nível	de
dispositivo - não pense em aplicativos que estão no cliente ou servidor, mas	desenvolva aplicativos que estão no espaço entre eles.
Lei da Conservação de Lucros, de Clayton Christensen - lembre-se de que em um ambiente
de
rede, APIs abertas
e
de
um
nome
ou
através
protocolos	padrões vencem, mas isso não significa que a idéia de vantagem competitiva vá embora.
Dados	são	o	novo
mais
as de
“Intel inside” -	a
importante futuras
entre fontes
fechamento	e	vantagem
competitiva
serão	 os através	do
dados,	seja
aumento
do		retorno gerados
sobre	dados
pelo usuário, sendo dono
na
Internet,
foi
necessária
de	formatos
de	arquivo
e	a
proprietários.
Web 	2.0 programação Começaram
a
desenvolver softwares qu e são usados pela Internet e		vendidos		não					em pacotes,		mas			 como serviços,							pagos mensalmente	como			 uma conta		de		água.			Além disso,	mudou-se	a		forma de	fazer	softwares.			Para que tudo funcionasse bem
software.
Os
módulos
a	união
de	várias
tecnologias
(como AJAX)
que
tornassem
a
experiência	do mais
usuário
rica,
com interfaces rápidas e muito fáceis de usar.
Definiu-se então que quanto mais simples e modular a programação, melhor. Assim é fácil tirar
ou	acrescentar	uma
ou
funcionalidade
compartilhar uma parte do
seu	software	com
outro
que
fiquem
melhores
podem ser reutilizados em
diversos	softwares	ou
para por
compartilhados
serem	usados programas		de	terceiros.
Metodologias e conceitos como	o Getting Real e Agile tem-se
popularizado empresas desenvolvem
entre		as que
aplicativos
ditos "Web 2.0".
Segundo estes princípios, os softwares são desenvolvidos de modo
quanto	mais	são	usados, pois	os	usuários		podem
ajudar melhores.
a		torná-los Por	exemplo,
quando	um	usuário	avalia uma	notícia,	ele	ajuda	o
software,
a	saber,	qual a	 melhor.		Da
notícia	é mesma
maneira,
quando
um	usuário	organizauma
informação marcações, software informações
através	de o
ele	ajuda a
entregar
cada	vez
mais organizadas.
aumentaram
a
velocidade
aplicativos
para desktop,
frequentemente
fazendo
uso de uma combinação de tecnologias surgidas no final da década de 1990, que incluem Web services APIs
(1998), AJAX (1998), Web
syndication (1997), entre outras. Estas tecnologias
	Interfaces	com	o
	utilizador		
	A	Web	2.0
experiência semelhante	propõe de
à	uma uso
de
simplificado - publicassem
e	a	facilidade	de	uso	de
aplicativos	Web,	sendo
um
responsáveis	por
aumento		significativo	 no conteúdo	(colaborativo	ou
meramente existente	na
expositivo) Internet.
Estas	também	permitiram que usuários comuns, que até	então	 não			possuíam conhecimentos necessários	para	publicar conteúdo		na	 Internet		- pela			ausência			de ferramentas			de	uso
proporcionando
ao
e informação rápida	e
consumissem de	forma
constante.
têm-se
Notadamente
os blogs e wikis como
expoentes massificação.
desta Permitiu
ainda	o de
desenvolvimento interfaces ricas,
completas sendo
e	funcionais, que		alguns
aplicativos Web, ainda em
versão	beta,
são muitos on-line",
considerados	por
como	"desktops
assíncrona,
de
forma
que
usuário	um trabalho baseado acessível
ambiente	de inteiramente na WWW,
de	qualquer
computador com conexão à Internet.
De forma particular, o AJAX permite ao usuário não esperar que uma página Web se recarregue ou que o processo seja terminado para continuar usando o software. Cada informação é processada separadamente, de forma
de e-mail podem
ser
não é mais recarregar a cada clique.
necessário página	a
A Web é a plataforma, o software um serviço
Na Web 2.0 os softwares funcionam pela Internet, não somente instalados no computador local, de
forma	que	vários programas		podem	se
uma Por
seus
integrar grande exemplo, contatos
formando plataforma.
os
do	programa
se "Beta
perpétuo".
Na
usados
no	programa	de
agenda,	ou	pode-se	criar
um	novo agenda programa programas
evento	numa através		do
de	e-mail.	Os
funcionam
como serviços em vez de vendê-los em pacotes. Estes serviços podem ser cobrados com uma mensalidade, como a sua conta de água.
Outro conceito da web 2.0
que	interfere programação
na chama-
web 2.0 acabaram-se os ciclos de lançamento de programas. Os programas são corrigidos, alterados e melhorados o tempo todo, e o usuário participa deste
processo sugestões,
dando reportando
erros e aproveitando as melhorias constantes. Em oposição ao que acontece com	softwares tradicionais, em caixas,
com	instaladores dependentes
e de
um sistema
operacional,
parte
do
programa
pode
aplicativos	Web
podem
ser atualizados de forma constante, linear e independente da ação do usuário final. No caso de
atualizações	de segurança		e
desempenho,	por exemplo, o usuário da aplicação
seria
imediatamente beneficiado	sem	mesmo tomar conhecimento.
Na web 2.0 os programas são abertos, ou seja, uma
ser	utilizado	por	qualquer
pessoa		para	se outro	programa.
fazer São para sites seus
utilizadas
APIs
outros
deixar	que utilizem
partes	dos
dados	nos serviços	deles.
Em	vez	de
grandes
servidores	provendo	uma
enorme	quantidade		de arquivos,		na	web	2.0
as
descobriu-se
redes P2P, na qual cada usuário é um servidor de arquivos e os arquivos
através
de
comentários,
são	trocados	diretamente entre eles.
Web 2.0 e o conteúdo
O	conteúdo
dos websites também sofreu		um			enorme impacto	com	a	Web	2.0,
dando	ao possibilidade participar,
usuário		a de
geralmente
gerando e organizando as informações.	Mesmo quando o conteúdo não é gerado pelos usuários, este pode ser enriquecido
muitas
pessoas
olhando,
avaliação,	ou
personalização.
Algumas	aplicações	Web
2.0	permitem		a personalização	do conteúdo mostrado para
forma
cada	usuário,	sob de		página
pessoal,
permitindo filtragem
a		ele	a de	informação
considera
que	ele
relevante.
O	conceito
usado	é
com	o
se	há
comparável
do software 	livre:
autorais
permitindo
que
o
todos	os corrigidos Para		isso
erros	são facilmente. existem
comunidades que se auto- moderam, através da participação dos usuários indicando ao sistema qual usuário não deve mais participar da comunidade.
Dentro dos princípios da Web 2.0 o conteúdo deve
ser	aberto, licenças	como Commons" flexibilizam	os
utilizando "Creative
que direitos
usuário (republicando,
reutilize alterando
ou
colaborando)
o O
de
conteúdo. compartilhamento
informações deve dar ao usuário a possibilidade de reutilizá-lo.
Além			do editorial	e web	2.0		 o
conteúdo
noticioso,	 na conteúdo	de
alguns	sites
visa	gerar
seja
de seja
comunidades,
através	de relacionamento,
sites
conceito
de
marcação
de
através	de	comentários em notícias e blogues.
Tag's,	não	taxonomia:	o
usuário	organiza	o próprio conteúdo.
A organização do conteúdo é feita também pelo próprio usuário sob forma de marcações, em contraste	de
uma taxonomia do sistema.	Por		exemplo,	 o aplicativo del.icio.us para guardar		e	compartilhar links	favoritos	criou	o
ou mídia gerada
conteúdo. Em vez de criar
pastas e definidas escolher,
categorias	pré-
para	o cada
usuário usuário
pode definir uma palavra- chave	para	um determinado conteúdo,
assim, usuários conteúdo,
quanto	mais marcarem	o
melhor
organizado ele será. Consumer-Generated Media (CGM)
Consumer-Generated Media (CGM)
expressar suas opiniões.
pelo consumidor é um termo utilizado para descrever o conteúdo que é criado e divulgado pelo próprio consumidor. Com a	popularização
da Internet e	o
avanço digitais,
das	tecnologias
da mesma maneira que o acesso dos consumidores à informação teve um
aumento aumentou facilidade
significativo,
também a dos em
consumidores
Uma
das
principais verificadas
mudanças
com	o	advento	da	Web 2.0
dá-se
na	ótica	 do consiste	no
utilizador	e
facto de este deixar de ser
apenas
consumidor	de
de
conteúdos	e
informação	para	se	tornar também produtor.[11]
A	transformação	ocorre em		toda	a	linha,	uma	vez
que	todos	os podem	ser
conteúdos partilhados,
comentados,	avaliados	e,
e-mails,
mensagens,
eventualmente,	até editados.
Na	Internet	o	CGM	está presente	em		comentários,
fóruns, discussões, fotologs, grupos,
lista
blogs
de
e
comunidades,
sites
participativos, no YouTube,
própria Wikipédia. consumidores
na Os utilizam
todas	as	ferramentas disponíveis
(Messenger, sites,	blogs,
pois
tendem
a
passar
celulares, divulgar,
etc.) sobretudo,
para suas
experiências
pessoais	 e em	relação	a
opiniões produtos, marcas, notícias.
serviços, empresas,
Assim
como com o boca CGM tende
acontecia a boca, o a ter um
maior poder de influência sobre	outros
consumidores do que as mídias tradicionais (TV, rádio, jornais impressos),
mais credibilidade. A diferença é que, com a tecnologia disponível, o impacto do CGM é muito
maior	que	o boca”.
“boca-a-
Algumas estão
empresas	já
incentivando	a
prática do CGM junto aos seus	consumidores. Outras estão contratando empresas especializadas para pesquisar o que os consumidores	estão comentando sobre a sua
image1.jpg

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