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METODOLOGIA DE PESQUISA PROF GIOVANA1[1]

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entre o ponto mais alto da cabeça e o 
apoio da bacia, estando o avaliado sentado); 
- Envergadura (é a distância entre o dactylion direito e o esquerdo); 
- Diâmetros ósseos (medida biométrica realizada entre dois pontos simétricos os 
não, situados em planos perpendiculares ao eixo longitudinal do corpo). 
Composição corporal: 
- Dobras cutâneas; 
- medidas de circunferência; 
- medidas de perimetria (algumas partes do corpo podem diagnosticar o %G = 
perimetria para homens: punho e abdômen; perimetria para mulheres: abdômen e 
glúteos); 
- IMC (indicado para diagnosticar excesso de peso e desnutrição) 
- outros 
 
AVAL. DA APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA 
- Testes de Pista: Teste de Cooper, Teste de 1.000m, 
- Teste de 2.400m, Teste de 12 m na piscina, Teste de 9 m... 
- Testes em Banco 
- Testes em Cicloergômetro 
- Testes em Esteira Ergométrica, ... 
 
 
Medidas do estado de saúde e medidas de resultados de saúde: alguns 
requisitos exigíveis 
 
Duas das propriedades exigíveis são as que dizem respeito à: sua fiabilidade e 
validade 
 
Fiabilidade: refere-se à estabilidade, ou consistência da informação, ou seja, até 
que ponto a informação é idêntica, quando as medições são realizadas mais do 
que uma vez, ou por mais do que uma pessoa constitui o critério principal para se 
avaliar a qualidade e adequação de uma medida (Politoe Hungler, 1987). 
 
A fiabilidade pode ser testada em relação à: 
• Estabilidade 
• Equivalência 
• Consistência interna 
 
A estabilidade ou fiabilidade teste-reteste é avaliada pela aplicação da medida 
à mesma população, em diferentes pontos do tempo e pela comparação das 
pontuações obtidas. 
 
A equivalência ou fiabilidade inter-observador, diz respeito às comparações 
das pontuações obtidas por uma medida, quando aplicada por dois observadores 
para medir um mesmo fenômeno. 
 
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A consistência interna, ou homogeneidade, relaciona-se com o verificar se, 
numa qualquer medida, todas as suas funções, ou sub-escalas, medem a mesma 
característica. Um dos indicadores mais utilizados para análise da consistência 
interna é o alfa de Cronbach. A consistência interna é relevante para medidas que 
contêm itens relacionados com uma única dimensão. 
 
Validade 
A validade de uma medição refere-se à questão de saber até que ponto a 
característica, que o investigador deseja conhecer corresponde à realidade, isto é, 
um instrumento é válido se mede aquilo que é suposto medir (Polito e 
Hungler,1987). 
 
Existem três tipos básicos de validade: 
• de conteúdo 
• de critério e 
• de construção 
 
Validade de conteúdo diz respeito à escolha, adequação, importância e 
representatividade do conteúdo de um instrumento. Avaliar a validade de conteúdo 
envolve, antes de mais, o analisar se todos os conceitos relevantes estão 
representados. 
 
Validade de critério é o grau pelo qual uma determinada medida produz 
resultados, que correspondem aos obtidos pelo uso simultâneo de uma medida 
padrão de ouro (validade concorrente)ou o grau pelo qual é preditiva em relação a 
um resultado, ou acontecimento futuro (validade preditiva) não existem 
verdadeiras medidas do estado de saúde consideradas padrão de ouro. Uma das 
soluções passa por utilizar medidas, que possam ser consideradas quase padrão 
de ouro. 
 
Validade de construção é demonstrada, quando padrões de relações esperados 
são empiricamente observados refere-se à validação de uma teoria, ou seja, à 
confirmação das hipóteses, ou explicações, que advêm da teoria que serve de 
base à medida. 
A validade de construção pode ser testada através dos designados testes de 
validade convergente e de validade discriminante. 
 
Validade convergente, quando dois métodos de medição desenhados para medir 
a mesma construção, obtêm resultados similares validade discriminante, quando 
medidas de diferente construção fornecem resultados diferentes 
Poder de resposta uma outra propriedade psicométrica exigível enquanto atributo 
de uma medida, que pretenda medir resultados de saúde poder de resposta à 
mudança diz respeito à capacidade de um instrumento para detectar mudanças ao 
longo do tempo 
 
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Razões que podem levar um instrumento a não ter poder de resposta: não conter 
itens relevantes para um grupo particular de doentes incluir muitos itens 
relativamente estáticos incluir muitas questões globais individuais ou o uso, 
apenas, de um pequeno leque de categorias de respostas e,os efeitos de chão e 
de teto. 
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Distribuição normal 
Na opinião de muitos pesquisadores e estatísticos, a probabilidade 
de distribuição teórica mais importante em estatística é a chamada "distribuição 
normal". Também referida como "curva normal“ ou "distribuição Gaussiana". 
 
Principais características: 
- É uma distribuição que pode ser completamente descrita por dois 
- parâmetros, a média e a variância; 
- Tem o formato de um sino; 
- É simétrica em relação a média; 
- A média, a mediana e a moda são iguais; 
- É unimodal; 
- Assumindo variância constante, é uma distribuição que se desloca à 1 
- direita se a média aumenta e à esquerda se a média diminui; 
- Sofre achatamento quando a variância aumenta e alongamento quando a 
variância diminui: 
 
Testes Não Paramétricos Testes Paramétricos 
 
Aplicam-se a variáveis qualitativas Aplicam-se a variáveis quantitativas 
 
Teste Mann-Whitney »»»»»»»»» teste “t” amostras independentes 
 
Teste Kruskal-Wallis »»»»»»»»» Anova One-way 
 
Teste de Friedman »»»»»»»»» GLM ou Manova 
 
 
Análise Qualitativa 
 
Aplicativos para microcomputadores facilitam o trabalho: 
•gerenciar e explorar diferentes documentos (entrevistas, notas de campo, 
relatórios, tabelas e gráficos importados de programas de análise de dados 
quantitativos etc.), criar categorias, 
•codificar textos, 
•fazer cruzamentos, uniões, interseções de códigos já criados, 
•armazenar idéias, lembretes e notas sobre os dados, 
•importar e exportar dados para outros programas (editores de texto ou bancos de 
dados), 
•estabelecer padrões de análise para a construção de hipóteses, entre outros 
recursos. 
•Ex.: Folio Views e o NUD*IST. 
 
 
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Análise Qualitativa: Análise de Conteúdo 
Fases da Análise de Conteúdo (Bardin, 1979): 
 
Pré-análise: visa operacionalizar e sistematizar as idéias, elaborando um 
esquema preciso de desenvolvimento do trabalho. 
•Leitura superficial do material 
•Escolha dos documentos 
•Análise do material: codificação, categorização e quantificação 
•Tratamento dos resultados 
 
ETAPAS 
1 Definição do universo estudado: delimitação e definição clara 
 
2 Categorização: determinar as dimensões que serão analisadas. Etapa delicada, 
não sendo evidente determinar a priori suas principais categorias. 
Categorias origem: 
•documento objeto da análise 
•conhecimento geral da área 
•atividade que está inserida 
Processo de redução do texto- as muitas palavras e expressões do texto são 
transformadas em poucas categorias. 
 
Categorias devem ser: 
•exaustivas (percorrer todo o conjunto do texto) 
•exclusivas (os mesmos elementos não podem pertencer a diversas categorias) 
•objetivas (característica clara) 
•pertinentes (em relação aos objetivos perseguidos e com o conteúdo tratado) 
 
3 Escolha das unidades de análise 
Escolha das unidades de análise, diferentes enfoques: 
Palavras, tema, personagens e características espaciais ou temporais (Perrien, 
Chéron e Zins, 1984). 
Unidades amostrais, unidades de registro e unidades de contexto (Krippendorff, 
1980). 
 
4 Quantificação: permite o relacionamento das características dos textos 
combinadas ao universo estudado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 29
APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 
 
FIGURAS 
 
 
7,3
9,9
11,9
13,8
17,4
28,5
11,7
0

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