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Q PENAL

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D. PERGENTINA, SERVIDORA DO TJ, É A “ADEVOGADA” DO PRÉDIO ONDE MORA. PROCURADA PELA SÍNDICA PARA UMA “CONSULTA”, ESTA LHE PARTICIPOU QUE O SOBRINHO ESTÁ SENDO ACUSADO DO CRIME DE LESÃO CORPORAL, POIS QUEBROU O BRAÇO DE UM HOMEM EM UMA BRIGA DE BAR. DONA PERGENTINA ENTÃO LHE INFORMOU QUE ESTE TIPO PENAL É PASSÍVEL DE PENA DE RECLUSÃO DE TRÊS MESES A UM ANO E QUE O JOVEM, CASO SEJA CONSIDERADO CULPADO, TERÁ, NECESSARIAMENTE, QUE INICIAR O CUMPRIMENTO DE SUA PENA NO REGIME FECHADO E QUE NÃO TERÁ DIREITO AO INSTITUTO DA PROGRESSAO DO REGIME, CASO SEJA REINCIDENTE. ASSIM SENDO, D. PERGENTINA ESTÁ:
A) COMPLETAMENTE EQUIVOCADA EM SEU RACIOCÍNIO;
B) EQUIVOCADA SOMENTE COM RELAÇÃO À DURAÇAO DA PENA, MAS ESTÁ CERTA QUANTO AO INSTITUTO DA PROGRESSAO DO REGIME;
C) MAL INFORMADA, POIS A PENA PARA O CRIME DE LESÃO CORPORAL É DE DETENÇÃO E PODERÁ, DESDE O PRINCÍPIO, SER CUMPRIDA EM REGIME ABERTO, CASO O APENADO NÃO SEJA REINCIDENTE;
D) CERTA, POIS LESÃO CORPORAL INTEGRA O ROL DE CRIMES HEDIONDOS E NESTE CASO A EXECUÇÃO DA PENA DEVE OCORRER EM ESTABELECIMENTO DE SEGURANÇA MÁXIMA OU MÉDIA;
E) MAL INFORMADA, POIS A PENA PARA O CRIME DE LESÃO CORPORAL É DE DETENÇÃO E PODERÁ, DESDE O PRINCÍPIO, SER CUMPRIDA EM REGIME SEMI-ABERTO, CASO O APENADO SEJA REINCIDENTE;