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Articulação Temporomandibular

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– Sob a ação dos músculos: 
» M. digástrico 
» Feixe posterior do m. 
temporal.
• Considerações Clínicas
– A remodelação óssea (deposição e reabsorção) é um 
fenômeno adaptativo às demandas funcionais, 
determinadas por forças mecânicas aplicadas sobre o 
osso.
Na ATM, a remodelação 
óssea pode ocorrer em 
qualquer idade e 
compromete 
preferencialmente as 
vertentes :
- Anterior e
- Posterior da cabeça 
da mandíbula.
• Considerações Clínicas
– Numa intervenção cirúrgica da 
ATM, o profissional deve ficar 
atento à presença de numerosos 
elementos anatômicos:
• O feixe vasculonervoso pré-auricular:
– N. auriculotemporal, 
– Artéria e veias temporais 
superficiais 
• Os ramos temporais do n. facial (à 
frente), 
• A a. facial transversa (abaixo), 
• Considerações Clínicas
– Numa intervenção cirúrgica da ATM, o 
profissional deve ficar atento à presença 
de numerosos elementos anatômicos:
• A. e V. maxilares que cruzam 
medialmente o colo da mandíbula;
• N. temporal profundo posterior.
• Ramos do nervo Massetérico; 
– A lesão de ramos do n. aurículotemporal 
e dos nervos massetérico e temporal 
profundo, provoca relaxamento da ATM
e conseqüente instabilidade. 
• Coderaçõnsies Clínicas
– As disfunções 
temporomandibulares podem ser 
acompanhadas de alterações 
auditivas.
– Essas alterações são motivadas 
pela possibilidade de contato entre:
• Algumas fibras do ligamento 
esfenomandibular e o
• Osso martelo (da orelha média)
– Através da fissura 
petrotimpânica. 
• Considerações 
Clínicas
– Luxação da ATM
– Em que consiste?
• Consiste no 
deslocamento das:
– Cabeças da mandíbula
– Para a frente dos 
tubérculos articulares, 
por ação dos músculos:
- Pterigóideos laterais.
• Luxação da ATM
– Quando ocorre?
• Ocorre durante exodontias, bocejo, mordida grande,etc.
– Por que ocorre?
• Nessa posição, a boca permanece aberta e a pessoa é incapaz de fechá-la. 
O deslocamento, geralmente é bilateral.
– Como recolocar a mandíbula em posição?
• O operador coloca seus polegares na linha oblíqua e os outros dedos junto a 
margem inferior da mandíbula.
• Pressiona seus polegares em direção inferior, abaixando a parte posterior da 
mandíbula e elevando o mento com os outros dedos, para que os côndilos 
contornem os tubérculos articulares. Leva-se a mandíbula para trás, com 
cuidado, retornando os côndilos à fossa mandibular, para então fechar a 
boca cuidadosamente. 
• ALVES, N.; CÂNDIDO, P. Anatomia para o curso de odontologia geral e 
específica. São Paulo: Santos, 2009.
• CRUZ RIZZOLO, Roelf J.; MADEIRA, Miguel Carlos;. Anatomia Facial 
com fundamentos de anatomia geral. 3ª ed. São Paulo: Sarvier, 2009.
• ROSSI, A. M. Anatomia craniofacial. São Paulo: Santos, 2010.
• SCHUMACHER, Udo. Atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 2008.
• SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 22° Edição. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2006.
• SGROTT, A.E. Anatomia da cabeça e do pescoço. São Paulo: Santos, 
2010. 
• TEIXEIRA, Lucília M. de S.; REHER, P.; REHER, V. G. S. Anatomia 
aplicada à odontologia. 2ª ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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