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PPG -Inflamação Granulomatosa (3ª Prova)

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até o 14º dia ocorre uma necrose 
no centro do granuloma, chamada de necrose caseosa. Com o passar do tempo a lesão se 
entorna por um tecido de fibrose, podendo ocorrer uma calcificação da lesão (que pode ser 
identificada no exame de radiografia), no centro dessas lesões, ou nódulo de Ghon, estão 
bacilos ativos que podem sobreviver por anos. A lesão da tuberculose secundária está sob forma 
de uma pequena consolidação, que ao passar dos dias dá surgimento a novos granulomas, a 
necrose pode confluir, formando áreas de destruição pulmonar. Em casos favoráveis, ocorre 
cicatrização da lesão e cura do paciente, ou a destruição de brônquios e vasos, em formas mais 
graves. O material necrótico é expelido para a luz brônquica, e a cavidade resultante é 
denominada caverna, o material pode atingir outras áreas como a laringe, produzindo novas 
lesões. 
DIAGNÓSTICO: Para o diagnóstico, primeiro analisa-se clinicamente e historicamente o 
paciente, observando se houve possibilidade de contato com o bacilo de Koch ou situações que 
favorecessem o contágio, então uma análise dos sintomas e uma radiografia de tórax. Exames 
laboratoriais das secreções pulmonares e escarro do indivíduo, como a baciloscopia (método 
principal, simples e de baixo custo, onde se coletam duas amostras em tubos estéreis do 
escarro, uma no momento da tosse, escarro proveniente da árvore brônquica, após esforço da 
tosse espontaneamente, e outra em jejum, pela manhã, após enxágue da boca) e cultura de 
microorganismos, para a forma ativa da doença. Para a identificação da forma latente ou de 
suspeitas, realiza-se a “Prova tuberculínica”, “Teste 
Tuberculínico” ou ainda “Teste de Mantoux” (consiste na 
inoculação intradérmica de um derivado protéico do bacilo 
de Koch para medir a resposta imune celular aos antígenos). 
TRATAMENTO: O tratamento da Lupus vulgaris é feito 
através da técnica de fotobiomodulação, que tem uma ação 
direta de uma luz de LED, ativando ou inibindo funções 
metabólicas dos fibroblastos, aumentando ou diminuindo 
sua produção de colágeno e elastina, rejuvenescendo a pele 
e curando as lesões causadas. O tratamento das outras 
formas é feito à base de antibióticos, distribuídos 
gratuitamente pelo SUS, com duração de 6 meses, com cura 
de quase todos os casos, desde que haja o tratamento seja 
realizado de forma correta. Devido os efeitos colaterais dos 
remédios administrados, muitos pacientes interrompem o 
tratamento antes de estar totalmente curados, deixando 
vivas e resistentes as cepas sobreviventes, por isso a 
importância de ter um tratamento supervisionado.