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DIANOSTICO DE PARASITOS SANGUINEOS (2)

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DIANÓSTICO DE PARASITOS 
SANGUÍNEOS
LEISHMANIOSES
LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA (LTA)
VEISHMANIOSE VISCERAL (LV)
Profa. Vlaudia Costa
PROMASTIGOTA AMASTIGOTA
LEISHMANIOSES
RESPOSTA IMUNE
C3b
LPG
Th1Th1
IFN-
TNF-
DIFERENCIADIFERENCIAÇÇÃO PARA TH1 OU TH2ÃO PARA TH1 OU TH2
IL-4
T CD4
NK1.1CD4
MASTÓCITO
Th2 Th2 
IL-4
IL-4
IL-10
IL-5
IL-13
IL-15
IL-12
IL-18
IFN-
NKNK
IFN , 
M 
ThTh 00
ThTh 0 0 
IL-2
2
M 
RNIROI
REGULAREGULAÇÇÃO POSITIVA E NEGATIVA SOBRE A ÃO POSITIVA E NEGATIVA SOBRE A 
ATIVAATIVAÇÇÃO DE MACRÃO DE MACRÓÓFAGOSFAGOS
IFN-
TNF-
Th1Th1 Th2Th2
IL-4
IL-13
IL-10
TGF-
Formas Clínicas da Leishmaniose Tegumentar
Mucocutânea
Cutânea
Leishmaniose Tegumentar
Localizada
Disseminada
Difusa
Formas Clínicas da LTA 
Lesões Cutâneas:
Forma Localizada
Lesão geralmente única
Úlceras com bordas elevadas
Fundo granuloso
Formas Clínicas da LTA 
Lesões Cutâneas:
Forma Disseminada
Lesões ulceradas pequenas
Distribuídas por todo o corpo
3
Formas Clínicas da LTA 
Forma Muco-Cutânea:
Lesões infiltrativas, multilantes
das membranas mucosas da 
região nasofaríngea, laringe e 
cavidade oral; 
LEISHMANIOSE 
MUCOCUTÂNEA
LESÃO 
DESTRUTIVA DE 
CARTILAGEM 
AFETANDO O 
PAVILHÃO DA 
ORELHA 
Formas Clínicas da LTA 
Lesões Cutâneas:
Forma Difusa
Lesões nodulares ou 
papulosas
Distribuídas por toda 
superfície corporal;
É a forma anérgica da 
doença;
LEISHMANIOSE CUTÂNEA DIFUSA
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Diagnóstico
Clínico
Epidemiológico
Exames Parasitológicos:
Pesquisa direta
Cultivo (in vitro)
Inoculação em animais (Hamster)/( in vivo)
Histopatologia
Punção Aspirativa
Biópsia Punção aspirativa
PESQUISA DE PARASITOS
Estiraço sanguíneo
Coloca-se pequena gota de sangue em uma extremidade de 
uma lâmina e com outra lâmina puxa-se a gota com 
movimento regular homogêneo, dando-se uma inclinação de 
aproximadamente 45° à lâmina que executa a preparação;
Gota espessa
Coloca-se uma ou duas gotas de sangue no centro da lâmina e com o canto de outra 
lâmina ou da lanceta que foi usada na punção, espalha-se o sangue com movimento 
circular, até se obter uma área de cerca de 1 cm de diâmetro (Malária), ou movimento 
de estiramento até se obter um retângulo de bordas bem delimitadas(Filariose). 
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Gota espessa- desemoglobinização
Uma vez seca, cobre-se a preparação com água 
destilada ou mergulha-se a lâmina em um recipiente 
contendo-se água destilada. 10 min
A água destilada tem por finalidade desemoglobinizar
a preparação. 
Coloração giemsa
Após secagem:
Fixa-se pelo álcool metílico, durante 3 minutos.
Decorrido este tempo, vira-se o restante do álcool e 
põe-se a lâmina em posição vertical para enxugar.
Faz-se a coloração deixando o corante agir durante 20 
minutos
Após este período, lava-se com água corrente, enxuga-
se e a lâmina está pronta para ser examinada.
Coloração pelo Giemsa
Preparar a solução de Giemsa a partir da solução 
estoque. 
Para cada 1 ml de água destilada, pingar duas gotas de 
corante estoque; e
Cobrir toda a preparação com a solução do corante
Coloca-se pequena gota de sangue em uma extremidade de uma lâmina e com outra 
lâmina puxa-se a gota com movimento regular homogênio, dando-se uma inclinação de 
aproximadamente 45° à lâmina que executa a preparação;
b) - Seca-se a preparação por agitação da lâmina.
c)- Fixa-se pelo álcool metílico, durante 3 minutos.
d)- Decorrido este tempo, vira-se o restante do álcool e põe-se a lâmina em 
posiçãovertical para enxugar.
e)- Faz-se a coloração deixando o corante agir durante 20 minutos( a lâmina não deve
apresentar manchas de corante precipitado).
f)- Após este período, lava-se com água corrente, enxuga-se e a lâmina está pronta 
para ser examinada.
Coloração pelo Giemsa
Preparar a solução de Giemsa a partir da solução estoque. 
Para cada 1 ml de água destilada, pingar duas gotas de corante estoque; e
Cobrir toda a preparação com a solução do corante diluído, deixando-a corar durante 
vinte minutos.
Filariose não requer imersão, basta examinar com objetiva 40X. 
Malária e Doença deChagas requerem exame com a objetiva de imersão (100 X),
tendo-se a precaução de colocar uma gota de óleo de imersão sobre a preparação 
pronta. 
2 - GOTA ESPESSA
a) - Coloca-se uma ou duas gotas de sangue no centro da lâmina e com o canto de
outra lâmina ou da lanceta que foi usada na punção, espalha-se o sangue com 
movimento circular, até se obter uma área de cerca de 1 cm de diâmetro (Malária), ou 
movimento de estiramento até se obter um retângulo de bordas bem 
delimitadas(Filariose).
b)- Deixa-se secar, recobrindo-se a lâmina com placa de Petri.
c)- Uma vez seca, cobre-se a preparação com água destilada ou mergulha-se a lâmina 
em um recipiente contendo-se água destilada. A água destilada tem por finalidade 
desemoglobinizar a preparação.
d)- Decorridos 10 minutos, inclina-se com cuidado a lâmina para remover a água, sem 
retirar o preparado.
e)- Depois da secagem, fixa-se com Metanol durante 3 minutos e, após, a lâmina volta 
a secar
f)- Cora-se com o corante de GIEMSA ( ver acima) durante 20 minutos;
g)- Lava-se a lâmina com água;
h)- Seca-se e examina-se com as objetivas 10X e 40X ( para Filariose) ou imersão( 
para Malária)
MÉTODOS 
IMUNOLÓGICO Teste de Montenegro
144hs
48hs
Reação positiva: 5mm
Reação negativa:<5mm
LEISMANIOSE VISCERAL 
ANORMALI DADES DO SI STEMA I MUNE NA 
LEISHMANIOSE VISCERAL
RESPOSTA IMUNE CELULAR INTENSAMENTE 
DEPRIMIDA COM ANERGIA NOS PACIENTES GRAVES
IN VIVO: DIMINUIÇÃO ACENTUADA OU AUSÊNCIA DE 
TESTE DE HTT ESPECÍ FICO PARA 
LEISHMANINA ( TESTE DE MONTENEGRO)
DIMINUIÇÃO DE TESTES GERAIS DE IMUNIDADE 
CELULAR ( CANDIDINA E PPD)
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LEISHMANIOSE VISCERAL
ANORMALIDADES DA RESPOSTA IMUNE HUMORAL
HIPERATIVAÇÃO DE LINFÓCITOS B
ATIVAÇÃO POLICLONAL E Ag- ESPECÍ FICA (LPG E 
GP 63) 
INTENSO INFILTRADO DE PLASMÓCITOS
INTENSO AUMENTO DE GAMA-GLOBULINAS (ATÉ 8 %) 
ASSOCIADO À DIMINUIÇÃO DE ALBUMINA
RESULTA EM INVERSÃO DA RELAÇÃO ALBUMINA / 
GLOBULINA
HIPERATIVAÇÃO DE LINFÓCITOS B
ATIVAÇÃO POLICLONAL E Ag-ESPECÍFICA (LPG E GP 63) 
INTENSO INFILTRADO DE PLASMÓCITOS
INTENSO AUMENTO DE GAMA-GLOBULINAS (ATÉ8 %) ASSOCIADO À
DIMINUIÇÃO DE ALBUMINA
RESULTA EM INVERSÃO DA RELAÇÃO ALBUMINA / GLOBULINA.
albumina
globulina
PATOGENIA
Hepatoesplenomegalia-
hiperplasia e hipertrofia do SMF; 
ALTERAÇÕES MEDULA ÓSSEA
a)Hiperplasia histiocitária
b)Hipoplasia do setor formador de sangue
c)Aplasia
Anemia normocítica normocrômica
Leucopenia
Plasmocitose
Trombocitopenia
ALTERAÇÕES PULMONARES Pneumonite intersticial
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ALTERAÇÕES RENAIS glomerulonefrite
proliferativa (mesangioproliferativas); albuminúria
ALTERAÇÕES NOS LINFONODOS Linfonodos
aumentados cels. T plasmócitos
COMPLICAÇÕES: pneumonia, tuberculose; otite; 
gengivite; estomatite e infecções concomitantes
DIAGNÓSTICO
PUNÇÃO DE MEDULA
Exames Imunológicos:
Intradermorreação de 
Montenegro (IDRM)
Sorologia
Imunofluorescência
Indireta (IFI)
ELISA
WESTERN-BLOT
Caracterização das espécies de Leishmania
Anticorpos monoclonais e isoenzimas
PCR (Polymerase Chain Reaction): 
amplificação do DNA
HEMOGRAMA:
Anemia
Leucopenia
Neutropenia
Linfocitose relativa
Trombocitopenia
Plasmocitose
SUMÁRIO DE URINA:
Albuminúria
ELETROFORESE DAS PROTEINAS SÉRICAS
Inversão da relação albumina globulina 
( albumina globulina)
BIOQUÍMICA
Elevação das aminotranferases (2 a 3x) 
Aumento das bilirrubinas, da uréia e da creatinina.
Período inicial
Febre com duração inferior a 4 
semanas.
Palidez cutâneo-mucosa.
Hepatoesplenomegalia.
Estado geral preservado.
Podem ocorrer tosse (seca