A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
12 pág.
Bioquimica 3ª prova  RESUMO

Pré-visualização | Página 2 de 3

proteínas) 
 Molécula regulatória (Hsp 90) + hormônio + receptor 
 Receptor está ligado ao HSP90 (Heat-Shock). A HeatShok só se desliga do receptor 
na presença do hormônio. 
 Não preciso ativar fatores de transcrição, pois temos ativação direta a partir do 
receptor ligado ao próprio hormônio fazendo um complexo com o DNA 
 A estrutura pode formar dímeros, trímeros ou tetrâmeros 
 Domínio E favorece ligação ao hormônio 
 Domínio C se liga ao DNA 
 No domínio A/B pode ser ligado outros fatores, como inibidores, fatores de 
transcrição 
 
Tecido Nervoso (Príons) 
 Príon 
o Não tem ácido nucleico, foram usados algumas técnicas que se verificou que o material da 
doença não era feito com ác nucleicos, e sim de proteínas 
o É uma proteína normal codificada no braço curto do cromossomo 20 (20p) chamado de 
Prpc 
o Tem em torno de 253 AA 
o Cauda N-terminal é livre. 
o M 129 – codifica a Metionina. 
 Apenas indivíduos cuja proteína priônica natural é homozigótica para metionina no 
AA 129 contraem a DCJ. Indivíduos cuja proteína priônica natural é homozigótica 
para a valina no AA 129, ou que sejam heterozigóticos, não contraem a DCJ. Esses 
achados indicam que proteínas priônicas contendo metionina são mais facilmente 
dobradas na forma patológica em folha beta pregueada. 
o Na príon celular temos mais alfa hélice do que beta pregueadas. 
o Ponte dissulfeto entre AA 214 e 179 
o Encontramos as formas não glicosiladas, monoglicosiladas, ou diglicosiladas. Isso interfere 
no Peso molecular 
o A proteína Prion fica ancorada numa GPI de membrana 
o Fungos tem príons likes. Proteínas se comportam como príons. Pode dar um ganho 
evolutivo para o grupo de fungos 
 Príon celular 
o Tem mais alfa hélice e são mais solúveis 
 Príon scrapie 
o Tem mais beta pregueadas, mudando a estrutura tridimensional e insolúvel em meio 
aquoso formando agregados neurotóxicos 
o Resistente às proteases 
 Formas de contágio 
o Genética, mutações no gene 
o Consumo de carne 
o Canibalismo 
o Material contaminado 
 OBS: 
o As células emitiram lisossomos para degradação de príons, mas eles não conseguirão ser 
destruídos e o lisossomo se rompe. 
o Enzimas lisossômicas provocarão autólise 
 Prionpatias 
o Doenças neurodegenerativas que atingem o SNC 
o Depósito de PrPsc e/ou perda da função da PrPc 
o Marcadas pelo aspecto histopatológico 
o Podem ser esporádicas (85%), genéticas ou adquiridas 
 Dentre as EET (Encéfalopatias espongiformes) 
o Scrapie – ovinos e caprinos 
o Enc. Espong. Bovina – vaca louca 
o Kuru, Doença de Creutzfeldet-Jakob (DCJ), Insônia Fatal (IF), Gerstmann-Straussler-
Scheinker (GSS) – Humanos 
 DCJ possui 4 formas 
 Nova Variante 
o O príon que ocorre aqui, é o mesmo que ocorre na vaca louca. 
o Ocorre em indivíduos mais jovens. 
o Primeiramente apresenta sintomas sensoriais, depois motores 
 Esporádica 
 Familiar 
 Iatrogênica 
 Sintomas 
o Demência 
o Distúrbios motores (mioclonia) 
o Perda cognitiva 
o Distúrbios do sono (IF) 
o Alterações Psicóticas 
 Nova variante 
o Consumo de carne contaminada 
 Diagnóstico 
o São raras, no caso da DCJ atinge 1/ 1milhão de habitantes 
o Não existe diagnóstico específico 
o Falta do preparo dos profissionais de saúde para o reconhecimento das doenças priônicas 
o Falta de divulgação sobre essas doenças 
o Necessidade de exames como ressonância magnética, tomografia comp, exame de líquor 
 Fatores de risco 
o Fatores genéticos (polimorfismo M129V e E200K) 
o Transplantes 
o Hormônio terapia 
o Consumo de carne 
 
Tecido Muscular 
 Funções 
o Locomoção 
o Manutenção de postura 
o Produção de calor 
 Tipos 
o Liso 
 Pele, órgãos internos, grandes vasos, aparelho excretor 
 Aglomerados de células fusiformes 
 Não apresentam estrias transversais 
 Processo de contração lento e involuntário 
o Estriado esquelético 
 Língua, bíceps 
 Feixe de células cilíndricas muito longas e multinucleadas 
 Apresentam estriações transversais 
 Processo de contração rápido, vigoroso e com controle voluntário 
o Estriado Cardíaco 
 Coração 
 Células alongadas e ramificadas, que se unem longitudinalmente às células 
vizinhas, formando uma rede 
 Apresenta estrias transversais 
 Processo de contração involuntária, vigorosa e rítmica 
 Célula Muscular 
o Fibras musculares – miofibrila 
o Sarcômeros – processo bioquímico 
o Membrana – sarcolema 
o Citoplasma – sarcoplasma 
o RE – R. sarcoplasmático 
o Mitocôndrias – sarcossomas 
 Miosina – filamento grosso 
o Mais abundante 
o PM – 520mil Da 
o Formada por 6 subunidades 
 2 cadeias pesadas 
 4 cadeias leves 
o Solúvel em KCl e insolúvel em água 
o Protease tripsina desdobra 
 Meromiosina leve 
 Meromiosina pesada = atividade ATPase 
o Domínio globular, subfragmento S1 é clivado pela papaína 
o S1 – contração muscular 
 Actina – filamento fino (troponina, tropomiosina, actina F) 
o Globulina de 60mil Da 
o Actina G – preparada por extração com soluções de baixa força iônica 
o Actina F – preparada pela polimerização da actina G aumentando a força iônica na 
presença de Mg2+ 
 Tropomiosina 
o Duas cadeias peptídicas em alfa hélice 
o PM – 70mil Da 
o Localizada entre as duas fitas de actina F 
 Troponina 
o Complexo de 3 cadeias polipeptídicas (TpC, TpI e TpT 
o O Ca liga-se a troponina C 
 Mecanismo de contração muscular 
o Saída de Ca do retículo 
o Aumento de Ca intracelular 
o Ca liga-se a TpC 
o Alteração da conformação da troponina tropomiosina 
o Cabeça da miosina contém ADP. Consegue se ligar à actina devido ao espaço aberto. 
o Cabeça da miosina se move pela dissociação do ADP e Pi 
o Contração 
o Cabeça da miosina volta ao lugar quando o ATP entra. Caso não tenha ATP, causa o rigor 
mortis 
 
o Diminuição das concentrações de Ca intracelular 
o Conformação de repouso da troponina tropomiosina 
o Bloqueio da ligação da miosina à actina 
o Músculo relaxado. 
 
Tecido Conjuntivo 
 Função 
o Responsável pelo estabelecimento e manutenção da forma do corpo, transporte e defesa. 
O conjunto de moléculas da matriz extracelular conecta e liga as células e órgãos, dando 
suporte ao corpo. 
 Composição 
o Células especializadas 
o Matriz extracelular 
 Proteínas fibrosas 
 Colágeno 
 Elastina 
 Substância fundamental 
 Glicosaminoglicanos 
 Proteoglicanos 
 Glicoproteínas multiadesivas 
 Estão entre a circulação sanguínea 
 Tipos 
o Propriamente dito 
 Frouxo 
 Denso 
 Modelado 
 Não modelado 
o Especializado 
 Ósseo 
 Adiposo 
 Cartilaginoso 
 Células do T. Conjuntivo 
o Plasmócitos 
 Vindo de células B, responsáveis pela síntese de Ac 
o Leucócitos 
 Células especializadas na defesa contra microrganismos agressores 
o Fibroblastos 
 Mais abundante 
 Sintetizam colágeno, elastina, proteoglicanos, glicosaminoglicanos e glicoproteínas 
adesivas 
 Produzem fatores de crescimento que controlam a proliferação celular 
o Macrófagos 
 Processo de defesa 
 APC 
o Mastócitos 
 Colaboram com as reações imunes e tem papel fundamental na inflamação mas 
regiões alérgicas 
o Células adiposas 
 Armazenam energia na forma de triglicerídeos 
 FIBRAS COLÁGENAS 
o É a glicoproteína estrutural mais abundante no organismo (25% da massa proteica) 
o Produzida pelos fibroblastos 
o 35% glicina 
o 21% 4- hidroxiprolina 
o 11% alanina 
o 5-hidroxilisina 
o Tropocolágeno: unidade estrutural básica constituída de 3 cadeias alfa hélice 
o OBS: 
 Na cadeia alfa hélice,