A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
18 pág.
Resumo-  Integração Metabólica 2

Pré-visualização | Página 5 de 5

a receber aminoácidos do tecido 
muscular priorizando a gliconeogênese. 
O fígado participa ativamente do 
catabolismo protéico, já que o ciclo da uréia é 
exclusivo do tecido hepático, e é a forma 
preferencial de excreção de nitrogênio 
advindo da proteólise. Por outro lado, o 
fígado é responsável pela síntese de todas as 
proteínas plasmáticas, com exceção das 
imunoglobulinas as quais são sintetizadas 
pelos linfócitos. A manutenção da 
concentração de proteínas circulantes nos 
valores adequados 6-8 g/dL exige um intenso 
trabalho de síntese protéica hepática. 
 
 
 
 
Regulação e Integração Metabólica II 
RESUMO – Alberto Galdino LoL 
Os rins 
Os rins filtram a uréia e outros produtos de excreção do sangue enquanto que regeneram 
tampões sanguíneos depletados como o bicarbonato (perdido pela exalação de CO2) e 
excretam o excesso de H+ juntamente com as bases conjugadas com o excesso de metabólicos 
ácidos como os corpos cetônicos acetato e β-hidroxibutirato. Os prótons também são 
excretados na forma de NH+4 com a amônia derivada da glutamina ou do glutamato. O dos 
aminoácidos pode ser convertido em glicose pela gliconeogênese (o tecido renal é o único, 
além do hepático, que pode sintetizar glicose). Durante o jejum, os rins geram até 50% do 
suprimento corporal de glicose. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desordens Metabólicas: Diabetes 
O diabetis melittus é uma doença metabólica complexa, caracterizada pela hiperglicemia. 
 
 tipo I (insulino-dependente) 
Inabilidade de produção de insulina, normalmente resultado da destruição das células beta da 
ilhota do pâncreas devido a distúrbios auto-imunes. 
 tipo II (insulino-independente) 
Resistência à insulina, não havendo resposta dos tecidos à sua liberação pelo organismo. 
 
O quadro metabólico do diabético do tipo I é muito semelhante ao jejum prolongado. 
↑Glicose = hiperglicemia 
↑Glucagon = hiperglucagonemia 
 
 Glucagon permanece continuamente sendo liberado 
 A concentração de glicose no sangue se eleva; permanece circulante 
 As concentrações de glicose no sangue podem exceder, causando sobrecarga renal 
 Eliminação de glicose e eletrólitos pela urina 
 A glicose não pode ser utilizada pelas células 
 
Características 
-Destruição progressiva de células beta 
-Diminuição ou falta da secreção de insulina endógena 
-Dependência de insulina exógena pela toda vida 
 
Sintomas presentes na Diabete tipo I 
-Poliúria: excreção de glicose na urina aumenta o volume de urina 
-Polidipsia: urinar em excesso leva a aumento da sede 
-Hiperfagia: "fome Celular" aumenta o apetite 
Regulação e Integração Metabólica II 
RESUMO – Alberto Galdino LoL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Controle do Diabetes 
O controle glicêmico em diabéticos é indicado para prevenção de episódios de hiperglicemia e 
desenvolvimento futuro de doenças cardiovasculares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Uso de insulina injetável. Análogos de insulina na forma injetável, infusão contínua e inalável.