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Resumo 1ª Prova

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do glicogênio hepático é iniciado.
Captação da glicose é inibida, sendo permitida nos tecidos insulino-independentes (cérebro, hemácias e medula renal).
No músculo o glicogênio é clicado a glicose 6-P, que segue para a via glicolítica e produção de energia. Corpos cetônicos vindos do tecido adiposo produzem acetilCoA para entrar no Krebs.
No fígado, o glicogênio é clivado a glicose 6-P e a glicose desfosforilada sai da célula para o sangue; Piruvato vindo da via glicolítica do músculo entra no fígado para produzir oxaloacetato que por sua vez segue para a gliconeogênese (nesse caso o ciclo de Krebs é diminuído);
No tecido adiposo os TAG formam glicerol ou ácidos graxos, que seguem para formação de glicose no músculo e formação de acetil CoA respectivamente.
Jejum
A glicogêneogênese da degradação dos TAG armazenados
Os AG circulantes fornecem energia.
No músculo as proteínas fornecem AA que saem da célula. Glicose entra na via glicolítica normal e algum piruvato sai da célula (forma lactato como intermediário).
No fígado a glicogenólise libera glicose para fora; O piruvato vindo do músculo esquelético (com intermédio lactato) fornece a produção de oxaloacetato que segue para a gliconaogênese.
No tecido adiposo, os TAG formam glicerol e ácidos graxos, que seguem para o fígado para produzirem glicose.
Diabetes melittus (desordem metabólica)
Tipo I (insulino-dependentes)
Inabilidade de produção de insulina, normalmente resultado da destruição das células beta da ilhota do pâncreas devido a distúrbios auto-imunes.
É muito semelhante ao jejum prolongado.
Aumento da glicose = hiperglicemia
Aumento do glucagon = hiperglucagonemia
Glucagon permanece continuamente sendo liberado e glicose permanece circulante.
Sobrecarga renal, eliminação de glicose e eletrólitos pela urina.
Tipo II (insulino-independente)
Resistência à insulina, não havendo reposta dos tecidos à liberação pelo organismo
Metabolismo de Nucleotídeos
Estruturas dos NucleoTídeos
Base nitrogenada (T, A, C, G, U)
Um monossacarídeo pentose
1, 2 ou 3 grupos fosfatos
Purinas: A e G
Pirimidinas: T, C e U
Os grupos fosfatos são responsáveis pela carga negativa dos ácidos nucleicos.
Estruturas dos nucleoSídeos (Uridina, Citidina, Timinina, Adenosina)
Açúcar pentose
Base nitrogenada
Sem nenhum grupo fosfato
Síntese “de novo” dos nucleotídeos PÚRICOS
Os átomos do anel purina são oriundos de vários compostos, entre eles:
CO2
Derivados de tetraidrofolato (THF)
AA: ácido aspártico, glicina, glutamina
O anel de purina é construída em cima de uma molécula de ribose 5-P pré formada, oriunda de um intermediário da glicólise na rota da hexose monofosfato (o Gliceraldeído 3-P é convertido em Ribose 5-P)
A ribose 5-P é convertida à 5-ribosil pirofosfato (PRPP) para entrar na síntese ‘de novo’ de nucleotídeos púricos
Síntese de PRPP (5 ribosil pirofosfato)
Participa da síntese de purinas e pirimidinas e nas vias de salvação das bases púricas.
A molécula do PRPP é a ribose, portanto os ribonucleotídeos são os produtos finais da síntese “de novo” das purinas. Quando há necessidade de desoxiribonucleotídeos para a síntese de DNA, a molécula de ribose é reduzida (retirada um oxigênio da molécula)
No fim, é produzido o IMP (inosina 5 monofosfato)
As sulfas não afetam a síntese de DNA ou RNA em humandos porque as células dos mamíferos não podem sintetizar ácido fólico.
As células bacterianas sintetizam ácd fólico e por isso as sulfas são usadas como antimicrobianos
As sulfonamidas irão competir com o PABA, inibindo a síntese de ácd fólico e replicação bacteriana.
Precursor de pteridina+ácido p-aminobenzoico (PABA) ácido fólico... Sulfas competem com PABA e não formam ácd fólico.
Inibidores da síntese das purinas
Metotrexato: É um análogo estrutural do ácido fólico (vitamina), competem com ele.
A enzima diidrofolato redutase é inibida pelo metotrexato, impede a formação de tetraidrofolato, a partir do diidrofolato. Impedem a síntese de DNA e RNA, pois os folatos fazem parte da síntese de novo de purinas.
Ácd Fólico Tetraidrofolato (pela enzima diidrofolato redutase)... O metrotexato inibe a enzima, por fim não produz AA, nem purinas, nem timidinas
Uso clínico do metrotexato
Quimioterápico para leucemia
Inibe formação do tetraidrofolato
Interfere síntese de nucleotídeos
Inibe divisão de células cancerígenas
Afeta multiplicação de células de crescimento rápido. Tecidos fetais, medula óssea, pele, tratp GI, folículos pilosos
Conversão de IMP em AMP e GMP
Gasto de energia
IMP + ácido aspártico X(GTPGDP) Adenilossuccinato AMP
IMP Xantosina monofosfato X(ATPAMP) Glutamina + GMP
Conversão de nucleosídeos monofosfato em nucleosídeos di e trifosfatos
A proteína adenilato quinase, uma proteína transmembrana com seu domínio catalítico exposto no citoplasma, tem a função de catalisar o ATP em AMPc (segundo mensageiro). Também com função de promover o equilíbrio entre AMP, ADP e ATP.
A guanilato quinase: GTP + AMP GDP + ADP
Rota de salvação das purinas
As purinas que resultam da taxa de renovação normal dos ácd nucelicos ou que são ingeridas e não degradadas podem ser convertidas em nucleosídeos trifosfato e usadas pelo organismo. Chamada de via de salvação das purinas.
A conversão ocorre por duas enzimas:
Adenina fosforribosil transferase (APRT)
Hipoxantina guanina fosforribosil transferase (HPRT).
Ambas acima usam PRPP como fonte do grupo ribose 5-P
Degradação de nucleotídeos púricos
Produto final é o ácido úrico (humanos)
Outros mamíferos (exceção do primata) o ácido úrico pode ser oxidado
Existem doenças genéticas associadas à degradação dos nuc púricos
Deficiência de adenosina deaminase
Gota
Deficiência de purina nucleosídeo fosforilase
AMP e IMP chegam a hipoxantina e xantina
GMP chega até xantina
Xantina é oxidada a ácido úrico, que é excretado na urina
Degradação dos ácidos nucleicos na dieta e intestino
Ácidos nucleicos são degradados a nucleosídeos (rivose ou desox) ou a base livres de purinas e pirimidinas
Síntese de Pirimidinas
No caso das purinas, o anel é construído em cima de uma ribose 5-P, mas nas pirimidinas, o anel é sintetizado primeiro, depois agregado à ribose 5-P
Degradação das pirimidinas
Anéis de purinas não são clivados nas células humanas
Anéis de pirimidinas podem ser abertos e degradados a 
Beta-alanina
Beta-aminoisobutirato
(Eles são precursores de Acetil Coa e Succinil Coa, e são altamente solúveis
Conversão de ribonucleotídeos em desoxirribonucleotídeos
Ribonucleotídeo redutase
Enzima com 2 subunidades iguais B1 e B2
Tem a fução de reduzir os difosfatos (ADP, UDP, GDP, CDP) em desoxis (dADP, dUDP, dCTP, dGDP)
Tiorredoxina é uma coenzima da ribonucleotídeo redutase, repõe átomos de H, reduzindo a enzima novamente
Metabolismo de Ácidos Nucleicos – DNA
Ácidos Nucleicos
Ácido ribonucleico
Ácido desoxirribonucleico
DNA dos procariontes localizam-se no cromossomo e na forma de plasmídeos
RNA participa de expressão gênica
Estrutura do DNA
É um polidesoxirribonucleotídeo
Fita simples em alguns vírus
Frequentemente em fita dupla
Em eucariontes
Associado a proteínas formando nucleoproteínas
Em procariontes
Complexo DNA-proteína está presente no nucleoide
DNA possui polaridade
Nucleases
Desoxirribonucleases clivam ligações fosfodiéster do DNA
Ribonucleases clivam o RNA
Dupla fita
Cadeias antiparalelas
Bases são hidrofóbicas (interior da cadeia)
Esqueleto hidrofílico (parte externa)
Actinomicina D
Droga anticâncer que se intercala na fenda menor da dupla hélice e tem efeito citotóxico na célula
Interfere na síntese de DNA ou RNA
Pontes de H mantém as bases próximas
Pontes de H + interações hidrofóbicas entre as bases ficas mantém a estrutura em dupla hélice
T dupla A | C tripla G
Separação da dupla hélice
Desnaturação do DNA
Temperatura
Melting temperature
Temperatura na qual metade da estrutura helical é perdida
Sequencias de CG precisam de maior temp para ser desnaturada, pois possuem muitas pontes de H
Estrutura helical perdida