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Níveis de Planejamento do Espaço

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DERBA
PARQUE DA LAGOA
POLÍCIA RODOVIÁRIA 
BIBLIOTECA
POSTO DE SAÚDE 
PARQUE INFANTIL
ÁREA RESIDENCIAL
ESCOLA PROFISSIONALIZANTE E OFICINAS
EVENTOS
ESCOLA 
ESCOLA 
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LOTEAMENTO PARQUE SETÚBAL
PERIPERI
PRAIA GRANDE
ALTO DE SANTA TERESINHA
NOVOS ALAGADOS
PIRAJÁ
BR 324
Macro Área V
PARQUE METROPOLITANO DE PIRAJÁ
SÃO BARTOLOMEU
Área de Conservação
Espelho d´Água
Ponto de Embarque
Parque Sagrado
Acesso
Área Preservação Rigorosa
Anel de Circulação Interna
Sistema Viário
Sistema VLT
Núcleo de Atividades
Atividades Diversificadas
Cultura e Esporte
Casas dos Cultos
Comercio e Serviços
Comercio 
Praça de Oxum
Administração e Recepção
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CASA DOS CULTOS
PLANTA BAIXA
VISTA
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1	- Cada nível tem o seu domínio próprio que não pode ser substituído pelo nível seguinte nem definido anteriormente;
2	- Todos os níveis têm um denominador comum que envolve por aproximações sucessivas, a forma do território e da cidade;
3	- Em nível da programação e planificação não será possível determinar uma única solução urbanístico-arquitetônica;
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4	- A forma do território vai sendo determinada através das qualidades, das áreas a construir, a liberar, do traçado das infra-estruturas em articulação com a paisagem preexistente (rios, lagos, montanhas, etc.), assentamentos humanos e espaços já modificados;
5	- As intervenções arquitetônicas devem começar desde que se trate de localizar no território as intenções e programas de planejamento;
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6 - O encadeamento das operações torna a hierarquização complexa, mas irreversível.
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“As decisões tomadas a um determinado nível (ou a uma determinada dimensão) comprometem inexoravelmente as intervenções a um nível e a uma dimensão inferior... pelo que não é lícito imaginar que um bom projeto possa salvar um mau programa ou que o projeto arquitetônico possa corrigir erros urbanístico anteriores” (LAMAS, 2000, p.124).
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“Sua alegada fragilidade tampouco existe porque é exatamente da riqueza de dimensões analíticas e em sua complementaridade que reside a sua força maior, possibilitando-nos uma maior oportunidade para uma melhor compreensão da complexidade do fato urbano” ( DEL RIO, 1990, p. 67).
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O Urbanismo, o Desenho Urbano não se constituem uma ciência e sim um campo disciplinar para onde convergem métodos de análise e atuação de várias disciplinas, logo, não possui um corpo teórico específico e sim procedimentos metodológicos apoiados em teorias conforme a especificidade do problema.
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o	LYNCH ( 1962) - aborda o planejamento do sítio e a perfeita implantação do projeto em seu contexto urbano e natural;
o	______-( 1979) - propõe o gerenciamento ambiental em nível urbano e regional, desenvolvendo técnicas de investigação;
o	CAMINOS & GOETHERT ( 1978) – projetos de lotes urbanizados em países de terceiro mundo. Aborda elementos, critérios e custos de urbanização;
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o	DAVIDSON&PAYNE ( 1983) – enfoque didático e processual para as fases da metodologia do trabalho;
o	PRINZ ( 1980) e BAZANT ( 1983) – define e detalha as fases do projeto urbano;
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o	BENTLEY et al. ( 1985) – para ele e os demais autores o ambiente urbano deve ser “responsivo”. Define conceitos-metas para o meio ambiente: “permeabilidade” (capacidade da forma físico-espacial permitir a integração e a acessibilidade), “ a propriedade visual” ( de apropriar-se/ incorporar repertórios simbólicos existentes) e “ robustez” ( capacidade de responder bem a diferentes usos);
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o	ALEXANDER ( 1977) – linguagem de padrões;
o	KRIER (1979) – visão contextualista e nostálgica;
o	TRANCIK (1986) – teoria complementares no tratamento do espaço urbano: figura-fundo, a das conexões e do espaço central;
o RAPOPORT (1977,1982) – parte da antropologia cultural e da comunicação não verbal para analisar a forma urbana e o seu significado; etc.
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BENEVOLO, L. Origens da Urbanística Moderna. Portugal: Editorial Presença, Brasil: Liv. Martins Fontes. 1981
BARDET, G. O urbanismo ed. 2. Campinas [SP]: Papirus. 1990.
BLAU, E. & PLATZER, M. L’idée de la grande ville Prestel New York. 2000.
CHOAY, F.O Urbanismo. São Paulo: Ed. Perspectiva. 1985
CRISTOPHER, Une espérience d’urbanisme démocratique. Paris: Éditions du Seuli. 1975
DEL RIO , V.Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento Urbano. São Paulo: Ed. Pini. 1990
LAMAS, J.M.R.G. Morfologia urbana e desenho da cidade. Lisboa: Gulbekian, 1992. 
SAMPAIO, A. H. L. Formas urbanas: cidade-real&cidade-ideal. Salvador: Quarteto Editora, 1999.
SANTOS, Carlos Nelson F. A cidade como um jogo de cartas. Niterói: Universidade Federal Fluminense: EDUFF; São Paulo: Projeto Editores, 1988.
SOUZA, Marcelo Lopes, Mudar a Cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à gestão urbanos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
SPOSITO, Maria Encarnação B. Capitalismo e Urbanismo. São Paulo: Contexto, 2001.
SANTOS, M. Espaço e Método. São Paulo: Hucitec. 1993.
SANTOS, M. A Urbanização Brasileira. São Paulo: Hucitec. 1993
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