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Elementos de Teoria e Pesquisa da Comunicação e dos Media

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Jorge Pedro Sousa
Elementos de Teoria e
Pesquisa da Comunicação e
dos Media
2a edição revista e ampliada
Porto
2006
Índice
1 Comunicação, sociedade, cultura e Ciências da Comu-
nicação 21
1.1 Os conceitos de comunicação e de informação . . 24
1.2 A comunicação como processo . . . . . . . . . . 26
1.3 Factores que influenciam a comunicação . . . . . 28
1.3.1 Comunicação e percepção . . . . . . . . 28
1.3.2 Comunicação como expectativa . . . . . 30
1.3.3 Comunicação como envolvimento . . . . 31
1.4 Objectivos e recompensas de quem se envolve na
comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
1.5 Formas de comunicação humana . . . . . . . . . 34
1.5.1 Comunicação intrapessoal . . . . . . . . 38
1.5.2 Comunicação interpessoal . . . . . . . . 38
1.5.3 Comunicação grupal . . . . . . . . . . . 40
1.5.4 Comunicação organizacional . . . . . . . 47
1.5.5 Comunicação social . . . . . . . . . . . 54
1.6 Comunicação, comunidades, sociedade e cultura . 59
1.6.1 Comunicação, sociedade contemporânea
e política . . . . . . . . . . . . . . . . . 64
1.6.2 Comunicação e cultura . . . . . . . . . . 70
1.6.3 Comunicação, sociedade e pós-modernidade 74
1.7 Alguns modelos do processo de comunicação . . 76
1.7.1 O modelo retórico de Aristóteles (século
IV a.C) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78
1.7.2 O modelo (ou paradigma) de Lasswell (1948) 78
3
4 ÍNDICE
1.7.3 O modelo de Shanon e Weaver (1949) . . 82
1.7.4 O modelo de Newcomb (1953) . . . . . . 83
1.7.5 O modelo de Schramm (1954) . . . . . . 86
1.7.6 O modelo de Gerbner (1956) . . . . . . . 87
1.7.7 O modelo de Roman Jakobson (1960) . . 89
1.7.8 Outros modelos . . . . . . . . . . . . . . 90
1.7.9 Balanço entre modelos lineares e mode-
los circulares da comunicação . . . . . . 93
1.8 Comunicação e Ciências da Comunicação . . . . 94
2 O estudo da significação: semiótica, semiologia e psi-
canálise 103
2.1 Metáfora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110
2.2 Metonímia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111
2.3 Figuras de estilo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112
2.4 Estereótipos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114
2.5 Mitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
2.6 Contribuições da psicanálise para o estudo dos
símbolos e do seu significado . . . . . . . . . . . 120
3 Conceito e história breve da comunicação em socie-
dade (comunicação social 127
3.1 A "invenção"da comunicação social e a formação
do espaço público . . . . . . . . . . . . . . . . . 129
3.2 Elementos básicos sobre a história do jornalismo 144
3.2.1 História breve do jornalismo impresso . . 146
3.2.2 As agências de notícias . . . . . . . . . . 164
3.2.3 Um apontamento sobre a evolução histó-
rica do jornalismo radiofónico e televisivo 166
3.3 Elementos básicos sobre a história das relações
públicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171
3.3.1 Modelos históricos de relações públicas . 185
3.4 Elementos básicos sobre história da publicidade . 188
ÍNDICE 5
4 Estratégias e actividades de comunicação em sociedade:
o jornalismo 193
4.1 Modelos de Jornalismo . . . . . . . . . . . . . . 196
4.1.1 Modelo Autoritário de Jornalismo . . . . 197
4.1.2 Modelo Ocidental de Jornalismo . . . . . 197
4.1.3 Modelo Revolucionário de Jornalismo . . 200
4.1.4 Modelo Comunista de Jornalismo . . . . 201
4.1.5 Modelo de Jornalismo Desenvolvimentista 202
4.2 Elementos básicos de teoria do jornalismo . . . . 203
4.2.1 O processo jornalístico . . . . . . . . . . 204
4.2.2 Os acontecimentos como referentes do dis-
curso jornalístico . . . . . . . . . . . . . 208
4.2.3 A unidade discursiva: a notícia . . . . . . 211
4.2.4 A génese dos estudos académicos sobre
jornalismo . . . . . . . . . . . . . . . . 213
4.2.5 O paradigma do gatekeeping . . . . . . . 216
4.2.6 Sociologia interpretativa aplicada ao campo
jornalístico . . . . . . . . . . . . . . . . 221
4.2.7 Os estudos sobre distorção . . . . . . . . 227
4.2.8 Estudos construtivistas . . . . . . . . . . 229
4.2.9 Comunidade, identidade e cultura jorna-
lísticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232
4.2.10 A edificação de uma Teoria da Notícia e
do Jornalismo . . . . . . . . . . . . . . . 236
5 Outras estratégias e actividades de comunicação em
sociedade 305
5.1 Relações Públicas . . . . . . . . . . . . . . . . . 306
5.1.1 Elementos básicos de teoria das relações
públicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310
5.2 Um breve apontamento sobre marketing . . . . . 328
5.2.1 Uma chamada de atenção para o conceito
de marca . . . . . . . . . . . . . . . . . 337
5.3 Publicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339
5.3.1 Caracterização da publicidade . . . . . . 340
6 ÍNDICE
5.3.2 O processo publicitário e a mensagem pu-
blicitária . . . . . . . . . . . . . . . . . 344
5.3.3 Criatividade e publicidade . . . . . . . . 358
5.3.4 Os meios publicitários . . . . . . . . . . 361
5.3.5 Campanhas publicitárias . . . . . . . . . 363
5.3.6 Filosofia publicitária . . . . . . . . . . . 368
5.4 Um breve apontamento sobre propaganda . . . . 369
5.5 Indústrias do entretenimento . . . . . . . . . . . 376
5.6 Comunicação popular e folkcomunicação . . . . 382
6 Escolas e autores do pensamento comunicacional 387
6.1 Alguns pais fundadores europeus do pensamento
comunicacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389
6.1.1 Karl Marx . . . . . . . . . . . . . . . . . 390
6.1.2 Émile Durkheim . . . . . . . . . . . . . 390
6.1.3 Max Weber . . . . . . . . . . . . . . . . 391
6.1.4 Alexis Tocqueville . . . . . . . . . . . . 393
6.1.5 Gabriel Tarde . . . . . . . . . . . . . . . 394
6.1.6 Ferdinand Tönnies . . . . . . . . . . . . 396
6.2 A Escola de Chicago e o Interaccionismo Simbólico396
6.2.1 Erving Goffman . . . . . . . . . . . . . 402
6.2.2 Anthony Giddens . . . . . . . . . . . . . 403
6.3 A fixação de grandes paradigmas para o estudo da
comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 406
6.3.1 Funcionalismo . . . . . . . . . . . . . . 406
6.3.2 Sociologia Interpretativa (Construcionismo
ou Construtivismo) . . . . . . . . . . . . 407
6.3.3 Teoria Crítica e suas derivações na Escola
Latino-Americana . . . . . . . . . . . . 409
6.3.4 O modelo do determinismo tecnológico . 410
6.4 Pensamento crítico . . . . . . . . . . . . . . . . 410
6.4.1 A Escola de Frankfurt e os novos frank-
furtianos . . . . . . . . . . . . . . . . . 411
6.4.2 Gramsci e a Teoria da Hegemonia . . . . 419
ÍNDICE 7
6.4.3 A economia política da comunicação e a
crítica marxista sócio-económica . . . . . 421
6.4.4 Os estudos culturais e a Escola de
Birmingham . . . . . . . . . . . . . . . 430
6.4.5 Schiller e o pensamento crítico nos Esta-
dos Unidos . . . . . . . . . . . . . . . . 434
6.5 A Escola Canadiana (Escola de Toronto) . . . . . 435
6.6 A pesquisa latino-americana em comunicação (a
Escola Latino - Americana) . . . . . . . . . . . . 439
6.6.1 Pensamento comunicacional brasileiro . . 443
6.7 A pesquisa europeia em comunicação . . . . . . 451
6.7.1 Portugal . . . . . . . . . . . . . . . . . . 451
6.7.2 Espanha . . . . . . . . . . . . . . . . . . 456
6.7.3 França e espaço francófono . . . . . . . 464
6.7.4 Alemanha . . . . . . . . . . . . . . . . . 481
6.7.5 Itália . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 482
6.8 Escola Evolucionista-Progressista e
Tecno-Optimismo . . . . . . . . . . . . . . . . . 486
7 Teorias dos efeitos da comunicação social 491
7.1 A Teoria das Balas Mágicas ou da Agulha Hipo-
dérmica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 492
7.2 As teorias do Two-Step e do Multi-Step Flow of
Communication . . . . . . . . . . . . . . . . . . 494
7.3 Estudos sobre a persuasão . . . . . . . . . . . . 497
7.4 A Teoria do Agenda-Setting . . . . . . . . . . . 501
7.5 A Teoria da Tematização . . . . . . . . . . . . . 506
7.6 A Teoria da Espiral do Silêncio . . . . . . . . .