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Documentário - Nós que aqui estamos por vós esperamos

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Documentário – Nós que aqui estamos por vós esperamos
O filme/documentário nos relata o século XX de uma perspectiva de o que somos hoje esta ligada a muitos acontecimentos nesse período. Nós leva a refletir sobre o que fazemos com o tempo em que aqui estamos – com o espaço de tempo entre o nascer e o morrer - nossos valores, o que é realmente importante. Como e o que somos? Como chegamos à realidade de hoje? Tantos personagens dessa rede que nos remete ai mundo de hoje. Pequenas historias de grandes personagens, grandes historias de pequenos personagens. Não como um filme, mas como uma poesia, todo o tema vai sendo traçado de memórias de indivíduos celebres e desconhecidos. Nesse poema visual, podemos refletir o senso de humildade, discutir a banalização da morte e, por extensão, a banalização da vida. 
Há um desafio com aqueles que crêem no plano da vida, na linearidade dos acontecimentos (ordem ilógica), nos mostrando imagens que nos transportam da dor, do sentimento de vergonha ao ser humano, ao encantamento, ao deslumbramento, pois é humano e sempre “demasiadamente humano” o ódio e o amor. Pois não é um filme pessimista; é um poema, sendo assim, desequilibra. Pensar bem sobre tudo isto é pensar com amor. O amor... Sentido de viver, sentido de morrer! Mas, sem amor, vamos morrendo, vivendo, morrendo...
Passando por fator que fazem e que nos ensinaram a ser o que somos hoje (a paranóia de lideres de estado ao seu povo e os “rivais”; a revolução industrial, nos tornando alienados, trocando o rural pelo urbano, deixando de ser “homens” e passando ser “maquinas”; a mudança de realidade, criando ferramentas que irão recriá-los; o Fordismo; os conceitos e virtudes de vida que evoluiu-se, esqueceu-se e banalizou-se). 
E sua ultima cena, que nos leva a porta de um cemitério que intitula o filme: “Nós que aqui estamos por vós esperamos” mostra-nos que por mais que sejam nossas diferenças no mundo, a morte vem para nos igualar.